sexta-feira, 3 de junho de 2016

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE, SEXTA-FEIRA 3 DE JUNHO DE 2016

COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE

RESPONSABILIDADE DE GOVERNO.

Nobres:
O desastrado e desmoralizado governo lulista (há mais de uma década que imperou o país no período Lula/Dilma) imperava a anarquia e não se importava o princípio da sociedade e a família, célula maior da humanidade, priorizando certos elementos e considerava os movimentos e a pluralidade de sexo, distinção de cor e outras anarquias e libertinagem originário de não tem responsabilidade nenhuma. Baseado neste princípio o governo focou o primeiro pacote econômico do Presidente Michel Temer, ressaltamos; - “atende a um começo que qualquer chefe de família responsável conhece:” - não gastar mais do que tem. A determinação de não permitir que o orçamento de um ano seja superior ao do exercício anterior acrescido da inflação do período pode ser uma grande e simples medida profilática num País onde, irresponsavelmente, os governos inchados tiveram seus gastos ampliados em 6% em média todos os anos e levaram à implosão do caixa. A meta fiscal, que prevê déficit de 170,5 bilhões, aprovada no Congresso Nacional, é o cheque especial que possibilitará o funcionamento da máquina pública até o final do ano. Mas é importante a adoção de medidas de economia para evitar ou pelo menos reduzir o tamanho do rombo em 2017. Mais do que engessar os orçamentos públicos a percentuais da arrecadação para diferentes setores, é importante que cada tostão saído do cofre seja bem aplicado. É preciso fiscalizar a efetiva prestação dos serviços que justificam a saída do dinheiro. O governo tem de se livrar da extensa horda de cabos eleitorais, favorecidos políticos e ativistas independentes ou ligados aos viciados movimentos sociais e aparelhos sindicais, que mamam nas tetas oficiais. Há também de se controlar os patrocínios a atividades que não atendam à finalidade dos órgãos financiadores e varrer da administração aqueles que são pagos para enganar o povo em blogs e publicações tendenciosas. Um governo bem intencionado não precisa dessas artimanhas. Também é importante buscar novos protocolos para garantir o direito de ir e vir do povo, a integridade de repartições e serviços que ultimamente têm suas vidas tumultuadas e sofrem prejuízos decorrentes da desobediência civil praticada por grupos de interesses nem sempre confessáveis. As ações das polícias de São Paulo e Rio de Janeiro, desocupando escolas e repartições, são um bom começo, mas devem ser ampliadas para vias públicas (ruas e estradas), onde o usuário não deveria ser prejudicado pela intransigência do ativismo irresponsável. Essas ações também trazem prejuízos, além do desconforto. Repartições, escolas, terminais de transporte e vias públicas têm funções vitais e jamais deverão ser obstruídas. Têm de ser desobstruída imediatamente, independente de decisão judicial, e os responsáveis conduzidos ao distrito policial para providências. Espera-se de Michel Temer o compromisso com um Brasil mais sustentável e pacífico. Os radicais que insistem em recitar mantras e tentam ganhar no grito precisam ser contidos com a razão e o convite à conciliação. O Brasil precisa urgentemente voltar aos eixos e não pode esquecer-se das reformas, que podem ser duras, mas são necessárias para evitar futuras crises. Chegou a hora de devolver a paz e a tranqüilidade àqueles que querem empreender, trabalhar e fazer o País avançar. Oxalá isso seja possível através da conciliação e da paz, e que os cultores da desordem e da violência, vendo o sucesso das iniciativas, desistam do ativismo a qualquer preço, como acontece com um lulismo.
Antônio Scarcela Jorge.

OPINIÃO.

MAIS UM EXECRANDO ALIADO A CORRUPÇÃO LULISTA.

Nenhuma pessoa de sã consciência replica em que o movimento dos artistas e conseguiram recriar o Ministério da Cultura e até ameaçaram a queda do governo Temer. A razão de um grupo interessado nas verbas destinadas anteriormente pelo MINC era distribuída como forma de instar a corrupção e a roubalheira desenfreada pelo irresponsável populismo do corrupto Lula e sua serviçal e “sombra siamês” Dilma quando continuou a ocupar a Presidência da República no governo Lulista. Neste período “a política cultural foi elevada ao patamar de Política de Estado” (assim, com as maiúsculas reverenciais) e, referindo-se especialmente aos “mais de cinco mil” Pontos de Cultura designados a “apoiar diretamente as iniciativas de cada comunidade”, explica que a cultura ganhou lugar de relevo na “agenda social”. O MinC chegou a ter uma dotação assegurada de 2% do Orçamento da União, mais que o dobro do Bolsa Família e quase metade do valor destinado à Educação. A meta, nunca atingida, evidencia a vontade de erguer uma poderosa estatal da cultura, capaz de colocar um rótulo do governo federal em “cada comunidade” ou, dito de outro modo, de atrelar ao patrocínio oficial os incontáveis grupos de “fazedores de cultura” espalhados pelo país. “Cultura”, aqui, adquire um nítido significado político, ligado a operações de cooptação e à difusão de extensas redes de patrimonialismo. Uma parte desse programa foi realizada que chegou a obter 1,3% do Orçamento da União. As implicações disso estão, hoje, à vista de todos. Na etapa derradeira da “guerra pelo MinC”, o partido dos artistas cindiu-se em duas alas e a mais radicalizada delas proclamou que a ocupação de unidades do MinC prosseguiria até a “queda de Temer”. Explicitamente celebrado pelo um ex-ministro da Pasta nos governos anteriores do lulismo, o movimento não exibia demandas culturais discerníveis a menos, é claro, que se postule uma equivalência entre “cultura” e “lulopetismo”. Será disso que efetivamente se trata, quando se fala na “alma de um país”? Existe, certamente, um papel do Estado na esfera da cultura, como sabem as pessoas razoavelmente cultas e sensatas, que não se deixam hipnotizar pelo “porta-voz” de uma insignificante seita ultraliberal. Isso dito, por que precisamos de um ministério exclusivo para a cultura? No exterior, há modelos que, de olhos postos na revolução da informação, vinculam cultura e comunicação num órgão único. São igualmente fortes os argumentos para unificar Cultura e Educação, como sugere inadvertidamente a própria Fernanda Montenegro (“a educação é um esqueleto que para ficar de pé tem que ter a musculatura da cultura”). Contudo, o partido dos artistas privou-nos de um debate sobre o tema, fixando-se no dogma sacrossanto do ministério exclusivo. Suspeito que a obsessão não mantém relação alguma com a cultura, isto sim, tenha outro objetivo voltado para o empreendedorismo corrupto, um vício enraizado pela cultura corrupta do intelectualismo lulista. Desconfiamos que, na sua épica “guerra pelo MinC”, o partido dos artistas combatia essencialmente pela manutenção de um passaporte diplomático que lhes confere acesso direto aos cofres do Tesouro. Como por exemplo, tomou-se conhecimento que a Biblioteca Nacional, a sétima maior do mundo, com seus dez milhões de peças, está entregue às traças, aos ratos e à água de infiltrações, um destino compartilhado por tantas bibliotecas públicas municipais. Não se tem notícia de um manifesto dos artistas sobre isto ou aquilo. Neste contexto, se insere que o organograma dos 39 ministérios de Dilma Rousseff tinha a finalidade de comprar o apoio da “base aliada”. Porém esqueceram, até vezes demais, que funcionava igualmente como instrumento de uma política neocorporativista que concedia a setores sociais organizados o privilégio de uma cadeira reservada no salão reluzente de intercâmbios e negócios com o poder público.

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