sábado, 16 de novembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 16 DE NOVEMBRO DE 2019

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
AS QUESTÕES DOS MUNICÍPIOS

Nobres:
Sem nenhum critério definido estabeleceu uma verdadeira febre de emancipação dos municípios, com a prioridade de manter velhas oligarquias como aconteceu no nosso Ceará onde permanecem as práticas retrocedidas das capitanias hereditárias que evidentemente proporciona a “vitaliciedade” desses manjados políticos, “os donos de tudo” infelizmente abonados por eleitores que nem mesmo sabem votar, olha a safadeza em instituir na Constituição o voto do analfabeto com o pretexto de normalizar a excelência de democracia como atalho para estimular a corrupção, o roubo consagrado e a malandragem dessas excelências. Alegam junto com a mídia da Rede Globo, que a Constituição genericamente e “causa pétrea” e que na prática se torna eterna. Safados! Consertar o Brasil é lema da sociedade ética e uma dessas das razões se insere profundas modificações nas bases da economia que são os municípios. Por este aspecto o Brasil possui 5.570 municípios e muitos foram criados depois da Constituição de 1988, sem nenhuma preocupação com o custo do funcionamento e nem se atenderiam as demandas de suas populações, mas surgiram pelo interesse de acomodar políticos que não conseguissem chegar aos cargos de nível estadual ou federal. Atualmente, surge a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Pacto Federativo apresentado pelo governo federal que propõe extinguir municípios com menos de cinco mil habitantes e que não tenham 10% de arrecadação própria, sendo que existem 1.254 cidades nessas condições em todo o Brasil. Caso aprovada, a medida vai permitir o fim dos cargos de mais de mil prefeitos e de nove mil vereadores, além de toda estrutura de secretarias e outros assessoramentos. Os pequenos municípios caso a PEC seja aprovada, serão extintos em 2026 e incorporados pelos municípios vizinhos, não sendo definida ainda de que forma vai acontecer e nem como vai ocorrer esta transição. O detalhe é que a decisão sobre este tema tão importante para a população brasileira caberá aos políticos de Brasília, os quais usam toda a estrutura para suas campanhas, tendo nos prefeitos e vereadores cabos eleitorais extremamente comprometidos. Atualmente essas cidades são mantidas com as receitas oriundas da União e dos Estados, ou seja, não têm arrecadação para custear suas estruturas burocráticas e todos nós pagamos para a existência de municípios deficitários e que, dificilmente, terão condições de se manter com autonomia. O problema não é o número de municípios brasileiros, mas a forma como os desmembramentos aconteceram no passado e como serão as extinções de mais de mais de mil cidades, sendo que ambas as medidas não apresentaram critérios claros para acontecer. Aguardamos que, no futuro, as cidades funcionem melhor, com autonomia para dar conta das necessidades de seus habitantes, sendo necessário alterar a forma como são geradas e distribuídas as receitas no Brasil.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 15 DE NOVEMBRO DE 2019


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
PÉRFIDOS NOTICIOSOS

Nobres:
Neste país onde os certos imprudentes expõem do que tudo é comum, normal, em se tratando de infidas notícias inventadas pelos “anjos do mau” em sua maioria de convicção esquerdista onde a geração lulista é uma premissa. Por exemplo: - Lançar a culpa no governo atual os virgíneos e imaculados cheio da razão, defensores de marginais-. Esses anarquistas, gaiatos por formação original, são sórdidos neste conceito. Um grande mérito que se “estimam” é ser revelado sutilmente. Este segmento, fanáticos, espertos, intelectuais e ao mesmo tempo os rudes se comparam como a lama de personagem. Alguns são por enquanto vinculados a várias instituições, categorias, religiões, não importa a “qualificação” semeiam malefícios que proliferam por toda parte. Neste contexto se agrega as redes sociais que na era digital obteve evolução incontestável pensamos de princípio seria para buscar informações com a verdade seria um bem para sociedade universal. Entre aspectos tornou-se lesiva aos costumes de quem assim vem procedendo para seu uso.  e um mau paralelo em sua maioria ao expelir comentários que “mentirosamente” nos apresentam. Por este meio na modernidade, estamos vivenciando a decorrência da combinação de “novo e falso”. Será que estamos indiretamente compartilhando verdades? Como é possível identificar o que recebemos na rede? O cognominado “fake news” é exatamente a exploração de notícias falsas usadas para privilegiar ou simplesmente denegrir a imagem de algo ou alguém. A cada segundo milhões de notícias falsas são espalhadas sem nenhum tipo de base comprobatória. Isso se deve por dois fatores presentes no nosso dia a dia, enfim, encontramos o cenário perfeito para o crescimento exponencial das notícias falsas. Estejam os seguidores, patrocinadores de páginas ou simplesmente vender uma ideologia. Existem ainda fatores um dos quais é a falta de conhecimento nas redes sociais. Muitos usuários não se atentam para informações básicas da origem do site, qual é a fonte, qual é o interesse por trás da notícia e porque deve compartilhar. Esses questionamentos ajudam a diminuir em 90% todos os fake news. É importante conhecer mais sobre o que se compartilha. Difundir uma notícia falsa pode ser um multiplicador de problemas. Quem cria fake news só consegue êxito se pessoas comuns também compartilharem as informações falsas. Compartilhar notícias falsas, o recrutador pode analisar o seu perfil e logo se frustrar. Não podemos perder grandes oportunidades por conta do uso indevido das redes sociais. Arrisque analisar com cautela se aquela notícia merece um compartilhamento. compartilhar uma notícia falsa. Caberá nos prezar pelo compartilhamento de informações úteis, verdadeiras e afáveis.
Antônio Scarcela Jorge.


quinta-feira, 14 de novembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 14 DE NOVEMBRO DE 2019


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
OS MANOBRIS
TAS DAS
MASSAS POPULARES

Nobres:
O Brasil teve dois presidentes populistas: Getúlio Vargas, na República Velha, entre 1930/1945. Depois, em 1950/54. Lula governou entre 2003 e 2010. Getúlio começou como líder da Revolução de 30. Exerceu autoritariamente o poder. Aprofundou os contornos da ditadura no Estado Novo, em 1937. Flertou com o fascismo de direita. Até quando verificou que os aliados ganhariam a 2ª Guerra Mundial. Aí, selou acordo com O Presidente dos Estados Unidos, Franklin Delano Roosevelt. Eleito em 1950, avistou no horizonte a massa operária que vinha no rastro da industrialização. E fundou o Partido Trabalhista Brasileiro – PTB. Assumiu, então, discurso social de esquerda. Portanto, Getúlio atravessou o populismo de direita. E terminou sua carreira embarcando no populismo de esquerda. Por sua vez, Lula, no primeiro mandato, rezou na cartilha do equilíbrio político. Convidou para o ministério dois empresários: Roberto Rodrigues e Luís Furlan. E convidou para o Banco Central um parlamentar eleito pelo PSDB, recém-saído da direção do Banco de Boston: Henrique Meireles. A linha da política econômica de sua primeira gestão foi fidelidade ao plano Real do antecessor, Fernando Henrique Cardoso. A estratégia de aliar-se a segmentos corporativos do empresariado e de seguir a receita do Real deu certo. De outra parte, no segundo mandato, assumiu populismo de esquerda. E no tsunami do mensalão/petrolão deu mergulho no abismo do desastre moral. Que comprometeu a latitude do projeto. E apequenou a grandeza do sonho. O populismo raso perdeu a verticalidade ética. À direita, Fernando Collor perdeu-se no caminho da Casa da Dinda. Não é que os lulistas uma santidade acima de Deus tentam atribuir com feição de populista, caso que eles mesmos não enxergam que o populismo ocorreu com o governo anárquico do prisioneiro Lula, condenado por corrupção, roubalheira e outras questões que incidem a força desse mau caráter. “Ora um desses Tim Tones qualquer” “um João de Deus” que transmite a aura divina termos políticos. E tenta aperfeiçoar o carisma acompanhado dos espertos e os papagaios que minimiza seus interesses por migalhas. Se envolve na capacidade de comunicação com isso atrae pessoas por meio de discurso em que mais vale promessa que verbo. Essa é a chave da sedução populista: messianismo e carisma. Sua ferramenta é o ludíbrio verbal, fala fácil diretamente as massas. Mas o seu objetivo sempre foi à desconstrução institucional. Os populistas em apreço tinha como metodologia é identificar-se com o Partido; o Partido misturar-se com o Estado. E o Estado absorver a nação sempre acompanhada da dimensão de pobreza social cuja debilidade se queda ao carisma é uma história sempre vivenciada em escalada implícita. O intelectualismo lulista que se diz socialista modesto pobre e ao mesmo tempo provido de riquezas afanados pelo lulismo e repartido sem o olhar para os pobres que tanto verbera e enganam principalmente os proprietários das mídias oficiosas do esquerdismo perseguidor, porém derrotado em todos os aspectos.
                                          *****
DEPUTADOS INDECISOS

A imprensa noticiou que os Deputados Federais da bancada do Ceará, em sua esmagadora maioria estão indecisos sobre a PEC que estabelece cumprimento de prisão pela Justiça em 2ª entrância. Indecisos, ou melhor, eles estão incertos sobre as medidas que lhe interessam, “estão prestes ao bote”. Seria a surpresa que esses Deputados nominados na imprensa são figuras manjadas, os mesmos e ou outros mandantes de oligarquias. Não analisamos questões relacionadas com integrantes do PT, por razões mais que obvias.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 13 DE NOVEMBRO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
INDUZE O ELEMENTAR
Nobres:
Existem contrapontos estabelecidos nas metas de comportamento, estilo, convivência, família e educar. Costuma-se dizer que os jovens são o futuro da nação, mas eles não têm consciência do atual estado em se encontram. O marco civilizatório desse importante segmento é largamente comprometido e não há celeridade desse comportamento onde começa pelo lar e vai até o mundo exterior sem responsabilidade ao “alisar” os bancos da escola. O educar é incontestavelmente polo de conscientização dessa geração. Precisam ser ousados e confiantes, eles enfrentam os desafios dos novos tempos porque são contemporâneas das mudanças que se sucedem nas diferentes áreas de comportamento para adquirir a plenitude da consciência e enveredar por caminhos que a escola determina. Neste contexto se pode agregar a este segmento da geração, são aqueles que nem mais estudam. Neste contexto genericamente na forma que o IBGE, uma estatística, (a bíblia realística) em prover dados insofismáveis e daí por que causam profunda preocupação em que nos apresenta uma síntese dos indicadores sociais que 23% dos brasileiros com idade entre 15 e 29 anos figuram no “grupo nem-nem” - nem estudam nem trabalham-. O percentual significa quase a quarta parte da população dessa faixa etária. A realidade captada pela pesquisa não nasceu nos anos recentes. É histórica, com raízes profundas. Quase metade dos adultos nada menos de 49% não concluiu o ensino médio. A baixa qualificação constitui barreira para o ingresso no mercado de trabalho. Quando transposta, dá passagem para ocupações mal remuneradas e sem condições de promover sua ascensão. Em português claro: perpetua a pobreza. Comparados com os indicadores dos países que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE), clube para o qual o Brasil quer ingressar, vê-se o tamanho do desafio a ser enfrentado. Na média da OCDE, 27% dos cidadãos de 25 a 64 anos deixaram de concluir o ensino médio. E apenas 13,2% dos jovens não estudam nem trabalham. Diminuir o hiato constitui tarefa difícil. É bem-vindo, pois, o programa lançado ontem pelo Planalto que prevê a redução de encargos para estimular as empresas a contratar jovens. A razão é simples: escolaridade não se compra em supermercado. A travessia implica políticas públicas de atendimento escolar com dois focos, tempo e qualidade. O ensino médio, abarrotado de disciplinas desconexas e voltado para o Enem, afugenta os jovens. A reprovação e a evasão se unem para criar o cenário desalentador retratado pelo IBGE. Longe de abrir as portas, o ensino médio funciona como ponte pela qual se passa para sair do fundamental e chegar à universidade. Muitos ficam pelo caminho. Sobretudo os socialmente vulneráveis tornam-se vítimas naturais da violência e candidatos a engrossar as fileiras do crime organizado. Nenhuma nação principalmente a que muda o perfil demográfico como a brasileira pode se dar ao luxo de abrir mão de parcela importante da juventude. Trata-se do pior dos mundos. Diferentemente da Europa, que envelheceu rica e educada, nós estamos envelhecendo pobres e carentes de educação. Impõe-se correção de rumos. Entre os desafios, três sobressaem: a melhora da qualidade do ensino, a aprovação na idade certa e a retenção do estudante na escola. Qualidade do ensino médio seria ou ainda será o referencial do ensino técnico com enorme carência onde a solução foi implantar em quantidade sem a devida qualificação elo em profusão de universidades inseridas para substabelecer o ensino resvala colidir com o fundamental, educar no interior familiar para que a geração tenha visão exterior na sala de aula.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 12 de novembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 12 DE NOVEMBRO DE 2019


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DA UTOPIA A REALIDADE

Nobres:
Toda sociedade sabe exceção dos lulistas do PT e espécie de “sublegenda” prática terrorista do PSOL e satélites um Partido infectado por bandidos. Neste contexto está passando a reforma da Previdência se fez necessária para o equilíbrio das contas públicas brasileiras não é um objeto de decisão, é uma necessidade em função das contas públicas brasileiras, em que o atual Ministro da Economia do governo Bolsonaro está alertando para o problema desde que assumiu a Pasta. É lembrar que antes dele, outros ministros e mesmo presidentes tentaram, sem êxito, equacionar receitas com despesas na Previdência, em um Brasil que está envelhecendo e com um modelo de repartição onde os que estão empregados bancam aposentadorias e pensões dos inativos. Mas, como é mais do que sabido, com um grande e sempre crescente déficit. Com as modificações que amenizaram a proposta inicial, o governo do presidente Jair Bolsonaro, provavelmente conseguirá mais do que os 308 votos para mudar o que consta na Constituição de 1988. Assim, esta não é uma questão tão somente deste ou daquele governo ou partido, mas um fato. E, sabemos contra fatos os argumentos falecem. O grande foco das despesas públicas no Brasil nos últimos quinze anos tem sido na Previdência Social é verdade. Com a reforma, os gastos serão estancados em valores compatíveis entre as receitas e as despesas. Os resultados positivos, no entanto, só aparecerão nos próximos anos.
Antônio Scarcela Jorge.

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                                     FLECHAS

Ficamos imaginando o que acontece atualmente em reprise da política com o tempo ela não segue e fica parada no tempo:
 "Nos anos oitenta para 2019"

1. Camilo Santana de hoje é o Gonzaga Mota de ontem, os mesmos métodos e os espertos que se dizem aliados e até do mesmo PT,  (em decadência) esperam a hora de se livrar dele.

2. O analfabetismo virtual sempre foi o imperativo desses intelectuais: Exemplo: - um desses mandou a seguinte mensagem: - (fulano) diga como posso falar com o "mecânico" para que ele concerte o meu micro-ondas! - ora o "consertante" não possui uma orquestra e nem "batuta um concerto musical." (É expressão objetiva direta) !!! - retrocesso, o seu protetor tomara que viva um século ou mais para zombar dos seus pupilos.

3. Quem é o Lula daqui que virou santo não só na Igreja mas na política? - digo: o mundo é dos espertos! 

4. Em tese, não posso somente falar em flores, e sim posso: no que nos sábios conhecimentos de um senhor daqui "provado" por mim no "esplendor" da minha juventude, passou-me esclarecer que a "política é mais não é" na época não entendia, entretanto só passei a assimilá-lo quatro décadas depois. Lição que a vida me apregoa.
Tenho dito e sempre direi até o fim da minha vida.
Antônio Scarcela Jorge.


segunda-feira, 11 de novembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 11 DE NOVEMBRO DE 2019


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CONTRAFAÇÕES FORÇOSAS

Nobres:
No pretérito não distante por onde passou a inficionada e corrupta política brasileira onde se tornou regra para estabelecer o “troca-troca” mesmo que se negocie a própria alma, isto é existe alma no conceito filosófico cristão. Hoje existe esperança de que o atual governo tenta se abrir mão de ministros indicados em sua maioria por aptidão técnica possa colocar a sua base moralista em função das mudanças que deve empreender e consiga aprovar reformas no Congresso. É deveras difícil no Brasil dentro de um sistema de parlamentarismo disfarçado onde o chefe de governo brasileiro tinha como norma “negociar” com as forças congressistas em regra ações de interesses sempre escusos e patrimonialistas onde a mais alta cúpula de senadores e deputados, era de costume manter o Executivo refém de seus interesses políticos, tanto é, se os corruptos deixarem poderá realizar uma intensa reforma política, principalmente com restrições à criação de partidos e com a redução das estruturas públicas Entretanto no estágio atual se faz necessário para a governabilidade nesse estranho presidencialismo que fragmenta o poder entre múltiplos interesses de políticos.

                                                 *****
O camarada Lula em seu intempestivo pronunciamento ou melhor insulto e agressões próprias de sua baixaria, insuflou  aos seus adeptos do banditismo, no momento enalteceu o “companheiro” Evo Morales da Bolívia, e agora o tal presidente do vizinho país foi forçado a renunciar. As mentiras uma manjada regra padronizada foram até repudiadas pela aliada Rede Globo que promoveu o absurdo dos absurdos. Estando solto graças a forte colaboração das forças corruptas do STF ao dizer que agora está mais as esquerdas. Falando de uma essência da democracia a mesma retórica de Fidel Castro e irmão, Hugo Chaves e Maduro vermelho tenta enganar a sociedade ética, isentando para os espertos e interesseiros em transição no sentido de se agregar naquilo que der certo. Anarquistas travestidos de agitadores permanentes que vivenciam a utopia.   
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 10 de novembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 10 DE NOVEMBRO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
BUSCAR O DESENVOLVIMENTO E A MORALIDADE

Nobres:
No atual estado de instabilidade econômica, fiscal e moral que assola o lulismo que tem como único objetivo escançará as esquerdas internacionais segundo o intempestivo pronunciamento de Lula após deixar a prisão onde está mais as esquerdas comunistas onde defende a democracia manjada e retorica onde lideranças comunistas da américa latina de igual fala como acentuava Fidel Castro, num gaguejar retórico arguia o seu sistema de democracia como sendo a melhor do mundo, acompanhado de “lideranças” de países socialistas da américa do sul, onde atualmente retomaram e comandam governos minoritários neste continente. Por outro lado o governo brasileiro está transformando o país com mudanças que determinam a melhoria nos setores que tanto a sociedade ética conclama. Deste modo o governo lançou e cognominou  o Plano Mais Brasil, lançado essa semana, e enviado ao Congresso Nacional que o no âmbito de seu bojo consiste numa enorme contribuição para tornar nosso país viável e no longo prazo até permitir a volta do crescimento. Tem como prioridade facilitar o ajuste fiscal, reduzindo a vinculação de receitas e promovendo a desobrigação e desindexação de despesas públicas. Facilita o ajuste fiscal em todos os níveis; limita os benefícios fiscais em 2% do PIB, impondo restrição ao poder deletério dos lobbies (atualmente está em 4%); propõe racionalizar a administração pública ao dificultar a criação de municípios e propor consolidação de municípios deficitários. É um conjunto de medidas racionais, sem se apresentar como uma colcha de retalhos, refém dos grandes lobbies, como é comum com os planos econômicos no Brasil. Obviamente, a exceção foi a influência dos interesses corporativos de algumas categorias fortes e poderosas do setor público, que ficaram de fora das restrições impostas em períodos de ajustes. Isso significa que, mesmo em momentos de penumbra fiscal, ainda poderão continuar como beneficiárias de melhoras nas suas rendas, incompatíveis com as condições orçamentárias do país. As medidas já adiantadas ao Congresso ainda deverão ser acompanhadas de uma reforma administrativa a ser apresentada em breve. Essa também deverá reduzir os gastos públicos nos próximos anos com a racionalidade das carreiras de servidores públicos. Junto com a Lei 13.874 (Medida Provisória da Liberdade Econômica), a Reforma da Previdência constituem os pilares de um novo Brasil em que privilégios, distorções corporativas e excesso de burocracia são reduzidos. Obviamente muito ainda precisa ser feito para tornar o Brasil um país capaz de promover a eficiência o bem-estar próximo ao possível, mas já constituem passos importantes. Como seria de se esperar, os reacionários de sempre, reagem a esses projetos e os qualificam de Néo ou ultraliberais. Quando são beneficiários das regras anteriores que foram alteradas por essas mudanças, entende-se o esperneio deles. Mas ao serem reativos apenas por tais medidas advirem de um governo ao qual fazem oposição, aí passam apenas a evidenciar seus despreparos e incapacidade de entender o mundo que os cerca. Vale mencionar também a exclusão de segmentos específicos de funcionários públicos das restrições impostas ao se impor o Estado de Emergência Fiscal. Mas no todo, o ambiente econômico no Brasil melhorou muito esse ano.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 9 de novembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 9 DE NOVEMBRO DE 2019


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
AFIRMATIVA DA DEMOCRACIA

Nobres:
A dilatação democrática estar sujeito a uma minúscula realidade, de um quase nada: apenas da vontade das partes. Vontade de respeitarem a Constituição, vontade de cumprirem as regras do jogo. Em tese aqui são, essencialmente, o governo e a oposição, cada uma com sua pretensão mais do que legítima, aquele, de continuar no poder, e a outra, de inverter as posições e virar governo. O essencial é que uma e outra queiram perseguir esses objetivos pelos meios definidos e ou “indefinidos” de forma interpretativa, pluralista em que os interesses que vem sendo aplicado na Constituição. Havendo essa disposição interior tanto no governo quanto a prática da democracia continua. Parece que a oposição quer tomar o poder sem ser pela voz das urnas. Essa vontade sendo reiterada, sendo afirmada e reafirmada ao longo das gerações, pretéritas renovando-se sucessivas vezes, vai gerando uma cultura, um hábito. Mas em contraponto a consciência de todos os cidadãos, de que a democracia é mesmo o melhor dos regimes desde que eliminados todos os outros, por um país melhor.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 8 DE NOVEMBRO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ESTÁ TUDO DOMINADO

Nobres:
Como ponto principal as esquerdas anarquistas do lulismo acaudilhada pela mídia interesseira se sujeitaram numa pessoa odiada o Ministro Sergio Moro um juiz que colocou na cadeia o anarquista Lula que foi condenado em grau ascendente pelos tribunais superiores confirmando o grau de coerência causado por Lula em termos de corrupção tipizada em sentenças judiciais. A razão de Moro consequentemente continuará sendo a figura mais respeitada pela sociedade. Escolhido pelo presidente Bolsonaro para ser o Ministro da Justiça e Segurança Pública tem como sua meta prioritária seria consolidar os avanços da Lava Jato na luta contra a corrupção. O coração daquele projeto é o pacote anticrime. Moro é a garantia da luta contra a corrupção e um  capital político importante para Bolsonaro, o futuro dele é equacional e correto, em que toda esquerda cega e safada teme. É inegável que esse pacote, na sua vez, tem no momento uma grande barreira é o anarquismo político do Lula (reiteramos; indiciado por vários processos onde a corrupção é o seu fator de desonestidade para o país) o pior elemento político que o país produziu e tem como escuso os políticos corruptos naturalmente das esquerdas e também centristas do oportunismo pertencentes de partidos políticos que vão desde a direita e esquerda! - Desde os liberais e neoliberais do pretérito que até governaram o país no passado recente. Aderir à roubalheira não depende de legendas políticas, os que estão debaixo de suas ações que no sobrevindo “enodam os seus atos”-. Por outro lado, esses ostentam o mandato no Congresso Nacional cujo poder é maior entre os poderes embora estejam no sistema presidencialista de governo e aí arguiu a contradição. Estabelecendo continuadamente a prática escandalosa do “toma lá, dá cá” prende-se esta articulação com o Congresso como um dos maiores desafios. Tudo é parte do clima político e social que deu origem ao governo de Bolsonaro e prontamente articulado pelos anarquistas que não se conformam com o resultado das urnas que o eleitorado concedeu a vitória de Bolsonaro. Diante dessa crise imoral que propicia uma rede esquerdista. Além da luta contra a corrupção, a segurança pública foi um dos temas principais durante a campanha de 2018 de Bolsonaro. Neste aspecto a gestão da segurança pública terá bons créditos políticos para sociedade ética, embora os esquerdistas “incendeiam” o país com suas falácias, mesmo momentaneamente, enfraqueceram principalmente a operação “Lava Jato” o principal quarado, para uma célula sustentada de segmentos do legislativo e do judiciário, especialmente o STF e seu bando majoritário dos seus ministros no fervor de suas convicções interesseiras não traduzem o ético “conforme o apertado placar” 6x5, formaliza o interesse de cada cidadão que deveriam não está lá promovendo em si, um inferno para os vermiculares que infectam o país.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 7 DE NOVEMBRO DE 2019

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
COTIDIANO DA CORRUPÇÃO

Nobres:
Com um governo cheio de problemas políticos gerados pela esquerda incendiária e irresponsável sob a batuta de Lula, um preso comum por que “tragou o erário” e afundou o Brasil, em consonância com parceiros de igual estipe com as forças aliadas dos poderes constituídos da República, por mais a mídia parcial e anarquista se torna momentaneamente inviável. Portanto que dimanamos essa relação gerar atrasos de agenda no Governo Temer. Certamente as crises programas pela infame esquerda ideológica na verdade têm acentuadas na inversão de prioridades. A continuidade na gestação de crises pode inviabilizar ou atrasar as reformas necessárias, tornando a recuperação ainda muito lenta. Por exemplo: as últimas duas semanas, após conclusão do trâmite da reforma da Previdência o país passou por processo de definição de suas prioridades. Nesse contexto, se percebe que aquela que parecia ser a próxima reforma, a tributária, não conseguirá evoluir antes de outras, dados os impasses por consequência das violações de interesses de grupos específicos que ela provoca. Entretanto a reforma administrativa e a do pacto federativo ganham evidentemente força como próximas prioridades. A primeira pela sua capacidade de reduzir despesas e dar mais flexibilidade aos governos para definirem suas prioridades. O pacto federativo o governo espera o apoio de estados e municípios, mas, ela implicará em mais gastos públicos, como consequência das transferências aos entes federados e da redução da receita apropriada pelo Governo Federal. Por este lado as crises institucionais afetam sim o desempenho econômico. Elas são parcialmente responsáveis pela lenta recuperação da nossa economia. Ressaltamos que a reforma tributária, talvez a mais importante, entre aquelas na agenda atualmente, precisará ter racionalidade e não priorizar ideologias que atormentam secularmente que graças a Deus não tiveram êxito nestas diabólicas pretensões.

BRASIL ESTÁ SENDO COLOCADO NO EIXO

Direitos e deveres é questão de cidadania é princípio desde os primórdios da civilização, mas o Brasil se evidenciou a contradição. O excesso de liberdade ou libertinagem, geram impunidade,  orquestrados pela safadeza dos políticos em toda espécie, nos "aponte uma exceção" aliada as organizações criminosas, as instituições e os poderes constituídos da República, onde o STF, por sua turma corrupta. Alegam que a Constituição formata isso, é um puro atalho para quem estabelecer a desordem. Num No país que o governo tenta implantar a moralidade, os fuleiragem   das esquerdas, "como se alto intitulam" partidários de falsas ideologias, que urgem interesses políticos onde partidos políticos é referencial de locomoção, tanto é que prefeitos da região foram eleitos pelo PDS e agora em nome das oligarquias então no PT. O mote final é que municípios que se emanciparam numa espécie"febre amarela" que empestou o Ceará, sem nenhum critério, alias esta febre resultou em mortes por pistolagem a quem os adversários, finalmente parece que foi um basta, estes "vilarejos em sua maioria" por proposta do governo poderão ser extintos onde critérios são definidos por população e arrecadação em função do país não terá suporte para sustentar a esperteza dos "filonianas" que procedem verdadeiras capitanias hereditárias. Lamentamos a devolução para municípios vizinhos que até hoje se mantem pela naturalidade da questão. Com a extinção de prefeituras e câmaras municipais, um dos vilões de gastos desnecessários para o país, para essas oligarquias que sejam mau vindos a incorporação onde a metodologia sempre foi sugar destes municípios enquanto foram distritos, onde a prática natural tornou-se mania.       
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 6 DE NOVEMBRO DE 2019

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
EMPREENDER
MAIS REFOR
MAS

Nobres:
Temos as estatísticas como elementos para lhes apresentar com precisão irrefutável. Nessa forma que a mudança do perfil demográfico da população exigia ajustes nas regras da aposentadoria havia pelo menos trinta anos depois que o governo FHC, pequenas mudanças para contemplar não o povo, mas os corruptos da previdência no qual o fator previdenciário soergueu com desajuste aos contribuintes praticando a moeda podre com elemento num neoliberalismo farsante que foi a marca de seu governo. Decorridas três décadas de postergações, a reforma da Previdência seguiu passos  importantes, mas não suficiente. Outros pedem urgência para destravar a economia, aumentar a confiança dos investidores e devolver a prosperidade à nação. O ministro Paulo Guedes preparou amplo conjunto de mudanças que será entregue hoje ao Congresso. Quatro propostas de emenda à Constituição (PEC) servem de eixo para orientar as ações, uma delas é a do pacto federativo, que propõe alterações no regime fiscal ampliando os repasses do governo federal para estados e municípios. Outra cria gatilhos para controlar os gastos públicos, nominou o Estado de Emergência Fiscal, aplicável aos três entes federados, com previsão de corte de gastos. A terceira reformula os fundos públicos que fazem parte do Orçamento da União. São duzentos e vinte bilhões de reais parados em duzentas oitenta e uma, contas. Engessados, os recursos não podem ser usados para fim diferente do destinado. Entretanto o governo espera utilizá-los para reduzir a dívida pública. Por fim, mas não menos importante, a reforma administrativa alterará as regras do serviço público. Entre as propostas, está a  redução de cinquenta por cento dos cargos administrativos em quinze anos. Não haverá demissão de servidores, mas o fechamento das vagas depois da aposentadoria dos atuais funcionários. Mais: prevê-se mudança de normas para os novos servidores, como a perda da progressão automática por tempo de serviço, da licença especial de três meses e das férias de dois meses a que têm direito servidores do Judiciário incluído os magistrados. Trata-se de guinada importante que provocará reação de categorias com forte poder de pressão. Esses privilégios os magistrados não querem abrir mão, como é de praxe na infecta conjuntura da nação. O governo pretende levar avante as propostas inadiáveis para manter o país na trilha da modernidade.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 5 de novembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 5 DE NOVEMBRO DE 2019


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
DESLOCAR PARA OUTRA FUNÇÃO

Nobres:
É fato que, para algumas atividades específicas, há uma clara diferença. Esse é o caso das "funções típicas de Estado", aquelas para as quais não há uma equivalência no mercado de trabalho privado. Por exemplo, juízes, fiscais de tributos, diplomatas etc. Para essas funções se justifica a existência de regras trabalhistas diferenciadas. Mas apenas para elas. Para a maior parte dos servidores públicos, o tratamento deveria ser similar ao do setor privado, tanto na remuneração quanto na possibilidade de demissão por desempenho insatisfatório na função de servir ao público. Sendo mais específico, precisamos de uma reforma administrativa que ataque dois problemas. Em primeiro lugar, equalize as remunerações entre os setores público e privado, reduzindo os salários de entrada no serviço público. Em segundo lugar, temos de eliminar a estabilidade no emprego em duas situações: baixa produtividade e insuficiências de recursos. A estabilidade para indivíduos que exercem funções típicas de estado existe para proteger o cidadão, e deve ser mantida, mas, para os demais casos, ela é apenas um privilégio que reduz a qualidade do serviço prestado à população. Com a estabilidade, o servidor não depende da qualidade do serviço prestado ao cidadão para manter o seu emprego. Basta fazer o mínimo. Basta bater o ponto. Às vezes, nem isso. A possibilidade concreta de demissão por baixa produtividade vai contribuir para melhorar a serviço ao cidadão, que é, em última análise, quem paga o salário do servidor. Em segundo lugar, assim como ocorre no setor privado, quando não há recursos suficientes, o gestor público, eleito por nós, deveria ter a alternativa da demissão de servidores para redução das despesas. Chega de elevar impostos para manter privilégios onde o servidor público principalmente se diz Deus o dono do serviço, alguns com sentenças criminais, mas que permanecem do serviço público. Isso tem que acabar e manda-los para prisão o lugar que deveriam está no momento. É fato, onde o maior ídolo do mundo que é teoricamente um presidiário comum.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 4 DE NOVEMBRO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
OSCILAÇÃO DAS GERAÇÕES

Nobres:
Na época presente a juventude tem sido o enfoco central das atenções. Debates sobre o tema são frequentes nos mais múltiplos âmbitos da vida social. Nos discursos de intelectuais, cientistas, políticos, jornalistas, educadores, familiares ou estudantes, estão presentes as representações sobre as novas gerações. Estas oscilam entre dois polos de idealizações, sendo ora qualificada como o segmento social fonte de problemas, ora como o construtor do admirável mundo novo. Consolidada como temática central para a compreensão dos dilemas que assolam a humanidade nesse novo milênio, as discussões padecem de um problema crucial, qual seja, a obsessão pela busca de uma definição ideal de juventude. Tal operação intelectual tem gerado um arcabouço inegável de conhecimento sobre o tema, mas, por outro, é também a fonte de certo obscurantismo que obstrui nossa vivência cotidiana: ao focarmos nossa atenção no plano da categoria social, não nos tornaríamos menos competentes para compreender o sujeito o jovem decorre disso, provoca um dos maiores dilemas que assolam a contemporaneidade: apesar do aumento inegável de conhecimento sobre o tema, temos a sensação generalizada de que nos tornamos menos capazes de lidar com os jovens. Isso em razão da carga de idealizações que são projetadas sobre um sujeito no momento em que o mesmo é categorizado como jovem o mesmo vale para outras categorias sociais relacionadas às idades da vida. No presente momento, parece que a própria juventude nos apresenta seu horizonte de expectativas: ver reconhecido, definitivamente, seu protagonismo em todas as instâncias da vida social. Mais que isso: no campo político, a ação coletiva direta de reivindicação, seja contando com novas formas de intermediação das instituições tradicionais, ou ainda, prescindindo de tal mediação foi convertida em caráter operacional básico por segmentos mais amplos das novas gerações. Em nossa inteligência, contudo, tal narrativa não dá conta de toda a realidade. Isso porque há um consenso social em prol da juventude, pois, apesar da tendência de se considerar a juventude como a época da rebeldia, da revolta social e da indignação representações frequente, nada disso deveria garantir a tal segmento social privilégio no que tange às responsabilidades na construção do bem comum. Em resumo, a responsabilização perante o bem comum compete a todos, respeitadas, naturalmente, as especificidades de maturidade, capital social, dentre outras variáveis. As instituições sociais não podem perder do horizonte a ideia central de que cada qual terá uma contribuição para a construção do bem comum. E mais importante, no plano individual, cada jovem terá um grau de responsabilização em presença de sua comunidade.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 3 de novembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 3 DE NOVEMBRO DE 2019

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
MAIS PROJETO EM COMBATE
Nobres:
Em círculo dos ataques velados pelos anarquistas do lulismo, onde seus interesses momentâneos  giram  ou não contra a Lava-Jato, a maior operação anticorrupção levada a cabo no país, em ação conjunta do Judiciário, do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PFA Transparência Internacional Brasil, órgão global de combate à corrupção, selecionou sete estados brasileiros para participar de um programa de redução do malefício que assombra e corrói as instituições de qualquer nação civilizada. Agentes serão treinados para diagnosticar casos de práticas irregulares na gestão pública nas unidades federativas e nos municípios, o que, certamente, fornecerá para o enfrentamento dos desvios éticos, morais e pecuniários praticados pelos governantes. Atualmente, a maioria da ação anticorrupção ocorre há muito tempo na esfera federal sob o comando de um presidiário que “projetou” o país como sendo formalmente a nação mais corrupta do universo. Surge o projeto da organização internacional a qual pretende preencher a lacuna existente, nos níveis estadual e municipal, nas práticas institucionais de combate à corrupção. É justamente nesses níveis em que os desvios afetam mais a população, porque é lá que ocorre a provisão direta dos serviços essenciais, como saúde, educação, saneamento básico, entre outros. Mais um programa que se renova aos demais que teve muita falácia e produção zero. Neste ensejo o programa capacitará servidores de Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Ceará, Paraná, Santa Catarina e Rondônia em Copenhague, capital da Dinamarca, mas antes todos passarão por treinamento preliminar em Brasília. O país escandinavo, o menos corrupto do mundo, patrocina o programa, juntamente com o Canadá, o menos corrupto das Américas, de acordo com ranking da própria Transparência Internacional. O Brasil está formalizado na 105ª posição na lista, até então atrás do Chile, o melhor colocado na América do Sul (27º lugar), Argentina (85º) e Colômbia (99º). Os Participantes irão assinar acordo de cooperação técnica com o órgão, com direito o diagnóstico de integridade que vai avaliar o ambiente institucional e normativo, além de práticas anticorrupção e de transparência já adotadas. Em contrapartida, os entes federados devem apresentar, no início do ano que vem o plano de ação a serem executados a médio e longo prazo. O programa prevê que cada selecionado vai traçar suas estratégias políticas e administrativas e quais medidas concretas serão colocadas em prática para a prática dos projetos. A intenção da Transparência Internacional é estender o programa, numa próxima etapa, a todos os estados do país e ao Distrito Federal. E o objetivo não é envolver apenas os governos estaduais, mas também as assembleias legislativas, o Judiciário, o setor privado, a academia e a sociedade civil. A participação da população é fundamental para que as ações contra a corrupção sejam efetivas. É dever dos cidadãos cobrar dos governantes a prática das medidas de combate a esse mal, presente nos mais diversos segmentos da sociedade brasileira. Esta será entre as muitas novidades que posto em prática implantará melhorias concernentes ao estado de corrupção que impera o Brasil.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 2 de novembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 2 DE NOVEMBRO DE 2019

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge

INCONSE
QÜENCIA DA MIGRAÇÃO
Nobres:
Com a constante migração dos nordestinos na metade do século passado criou-se a estigma de que a miséria não está apenas nos sertões nordestinos, isso é falso e pode ser encontrada nos guetos cariocas e fluminenses. Para dar o exemplo real escolhemos Brasília, onde o foco da corrupção e a safadeza promovida pela politica nacional é uma contradição. O pior onde existem mansões suntuosas, nas favelas paulistas e também a apenas 30 km de distância de Brasília, em municípios do entorno do Distrito Federal. A primeira colocada nas estatísticas reais por cidades populosas com baixa receita per capita e alta vulnerabilidade socioeconômica está Novo Gama (GO), com receita de R$ 909 por pessoa. Ali, apenas 23% dos habitantes estão acima da linha da pobreza. Em oitiva lugar está Águas Lindas de Goiás (GO), uma das cidades mais violentas do entorno. Essa é mostragem real elaborada pela Frente Nacional de Prefeitos, e integrado por 108 municípios com mais de 80 mil habitantes. São 20,7 milhões de pessoas, sendo que 30% vivem em situação de pobreza ou extrema pobreza, contra apenas 13% nos demais municípios populosos. Esses municípios dispõem de menos da metade da receita per capita dos demais. Também integram o os municípios de Planaltina de Goiás, Formosa, Luziânia e Valparaíso, todos colados na capital federal. Este é o inferno vivenciado por pessoas que “habitam lá” Pequenos municípios gastam com vereadores em média três vezes mais do que arrecadam com IPTU, “aqui e ali”, é generalizado o roubo e a corrupção desenfreada Com 106 mil habitantes, Novo Gama tem apenas um quarto das pessoas em famílias com renda per capita mensal acima de R$ 170. Quanto menor o índice, maior é a proporção de famílias carentes. O percentual de moradores atendidos exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) chega a 94%. As esquerdas dominantes que tanto pregam a igualdade social como sendo eles, esta praga que inferniza o país, deviam criar vergonha. Talvez não seja neste governo que será aplicado o desejo da sociedade ética, aguardamos com ansiedade.
Antônio Scarcela Jorge.