segunda-feira, 20 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 20 DE NOVEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O PAÍS DA SACANAGEM
Nobres:
As nossas atenções estão voltadas, com razão, para a revelação de práticas ilícitas e para a investigação de personalidades políticas e empresariais. Os mecanismos da privatização da coisa pública estão sendo expostos em toda sua crueza. Mas há outra parte igualmente merecedora de atenção a dos brasileiros que estão sem emprego e dos que lutam para garantir o básico a suas famílias. Para essa parte dos brasileiros não interessa qual partido está mais envolvido, ou qual liderança mais traiu a confiança popular. Para esses políticos de essência corrupta estão sentindo na pele os efeitos da crise, a prioridade é outra. É fundamental ter a atenção voltada para esta gente, nos damos conta que tanto os inflamados discursos pseudomoralistas quanto as encobertas tolerâncias ao ilícito os tratam como meros coadjuvantes. Não estão nem aí para a sorte deles. Mas qualquer eventual solução para a crise que não contemple as necessidades desses brasileiros será, em qualquer circunstância, uma solução incompleta. Em um país onde milhões de pessoas se esforçam diariamente para ao fim do esforço conseguir apenas o necessário à sobrevivência, causa espécie a grandiosidade das somas mencionadas no decorrer das investigações recentes no país. Fala-se em dezenas e até  centenas de milhões de reais como quem se fala no preço de algum produto no supermercado. A comparação pode a princípio parecer raciocínio com pano de fundo populista, afinal, em toda sociedade democrática tem gente contando tostões e outras acumulando milhões, mas nesse caso é outra coisa. É um raciocínio revelador de um momento doloroso para o país e particularmente doloroso sofrido, até para quem está sentindo na pele os efeitos da crise. O Desemprego generalizado nos grandes centros populacionais do país. Segundo as estatísticas reais nos últimos doze meses, mais de três milhões engrossaram essa cifra. À margem da frieza dos números, é possível imaginar que não há um brasileiro hoje que não tenha um familiar, um amigo, um colega de trabalho desempregado. Entre eles, muitos que há tempos buscam retornar ao mercado de trabalho e não conseguem. E que, para sobreviver, enveredam por ocupações informais ou contam com ajuda de parentes. Para que essas pessoas voltem à condição de empregados, ou consigam o primeiro emprego, é preciso que o país saia da crise, que os investimentos retornem que a economia encontre o caminho da estabilidade e da melhoria dos seus indicadores. É este diagnóstico que traz para a vida de cada um a comparação feita acima. Enquanto, cá embaixo, as pessoas sofrem lá em cima o Brasil  patina na incerteza.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 19 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 19 DE NOVEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ULTRAJE  À FICHA LIMPA

Nobres:
A Operação Lava Jato se tornou o maior marco do combate à corrupção em nosso país e um alento para a população brasileira, mobilizando a sociedade civil de maneira jamais vista e obrigando a classe política a assumir posições para atender ao clamor das ruas. Não é demais relembrar que a Lava Jato passou a contar com a aceitação dos tribunais superiores quando a questão já havia se tornado notável, em virtude das amplas manifestações populares favoráveis à Lava Jato, assim como em razão da maciça cobertura pela mídia da força-tarefa, mesmo diante de manifestações reticentes e críticas à atuação do juiz Sergio Moro pelo intolerável corrupto e mentiroso Lula (só uma nação como o Brasil tem um sujeito que ascendeu a Presidência da República só por razões expostas da maioria do povo brasileiro). Outra questão é relativa os tribunais de contas onde na prática, em um país onde impera um modelo de governança por cooptação, ou seja, onde presidente, governadores e prefeitos geralmente possuem a maioria legislativa em troca da distribuição de cargos e benesses, os saudáveis efeitos da Lei da Ficha Limpa correm enormes riscos. Por essa benesse a ladroagem que o Supremo contemplou, ex-prefeitos serão imunizados. E aproximadamente R$ 4 bilhões não retornarão aos cofres públicos como ressarcimento. Esta é a gaiatice de Temer, Lula $ bando & Cia que promove ‘arruaças do erário”. Atitude como a que se apresenta, traz a preocupação e de certo modo surgiu outras ações eticamente positivas, como a Lei Anticorrupção, também fiquem seriamente comprometidas. Neste aspecto a sociedade ética se faz vigilante promover o combate à corrupção construída ao longo dos últimos anos não pode ser seriamente comprometida. Por fim, a divisão harmônica dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário no Brasil exige que estes, de forma igual, prestem contas à sociedade brasileira. Acima de qualquer interpretação legal está o interesse maior do país.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 18 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 18 DE NOVEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

EXERCITAR A CIDADANIA


Nobres:
É atribuição de todos aqueles que são verdadeiros cidadãos brasileiros: "o cidadão, ao ter consciência e exercer seus direitos e deveres para com a Pátria. E daí vem à pergunta: quanto de cidadania tem o brasileiro que rege suas atitudes com a seguinte conduta: Matheus, primeiro os meus, depois os teus, depois os nossos. Esta atitude egoísta dá as costas para a solidariedade, pois esses falsos patriotas adotam uma posição radical na busca de seus "direitos", e ainda mais atropelando tudo aquilo que signifique pôr um fim às suas desmesuradas ambições. Temos uma sociedade composta por dois andares: o de cima, habitado pelos privilegiados, enquanto a grande maioria de cidadãos compõe o andar de baixo, integrado inclusive pela classe média, aquela que paga os impostos que alimentam os de cima. É tamanha a voracidade financeira desses senhores que legislam para si próprios, e são eles mesmos os que decidem qual o valor do salário-mínimo. A origem dessa distorção absurda está no período altamente inflacionário, quando as correções salariais não foram objeto de uma análise técnica, mas simplesmente um "canetaço" que estabeleceu correções lineares que provocaram um distanciamento cada vez maior entre aqueles que recebiam menos de R$ 1 mil por mês e outros R$ 20 mil, e a injustiça absurda foi consumada e alimentou, de lá para cá, o distanciamento cada vez maior entre as duas faixas salariais. Eliminar este desequilíbrio só será possível se este índice de correção salarial for dividido em duas partes. Assim, um dia, a representação gráfica dos salários voltará a ser uma pirâmide, dando fim ao odioso cálice que é a representação atual esperamos que tomem consciência ao surgir uma nova geração que tenha a ética como elementar.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 17 DE NOVEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
TEORIA DE DEMOCRACIA

Nobres:
Não podemos tocar em matéria política sem falar em democracia e o exemplo mais ilustre é o norte americano, ambiente de um povo referência política para os brasileiros principalmente em questões de atualização de quadros e referências político-partidárias apreendeu a igualdade imaterial, um princípio que constitui e ordena socialmente a democracia, as leis e costumes impregnados por esse princípio de igualdade imaterial fornecem as condições de funcionamento de uma republica democrática. A teoria estritamente sociológica as origens do espírito capitalista demonstrando seu desenvolvimento desde o século XVI nos primeiros centros de desenvolvimento um fato histórico. A severidade dessa ética perceba adequada ao ambiente, ao prazer e o divertimento ao racionalismo econômico. A disciplina considerada padrão que estimula a atividade econômica. A atividade profissional é vista como dever e virtude a ser desempenhada com eficiência. Essas ações são orientadas e desenvolvem condições propícias ao capitalismo, a cultura modificada gera novos comportamentos que objetiva estabelecer uma nova ordem moral para sustentar a essência do sistema de produção cultural, inclusive a material. A conexão de sentido nas ações sociais não é subordinada à economia conhecer o que pode ser provado e pontuou duas formas de apreender o "significado" de uma ação social, a saber: uma as ações de natureza racional e outra as ações de natureza irracional tais como as reações emocionais. Neste lado, por exemplo, discorreram seu objeto e conceito que desembocou no capitalismo enquanto a cultura capitalista moderna vivenciada pelas pessoas na condução racionalizada e metódica de levar a vida. Relacionou a exemplo da complexidade existente nas primeiras sociedades capitalistas a ética e moralidade. Essa igualdade é um modo de existência social, um conjunto de paixões e uma dinâmica política indefinida, compreendida pela conseqüência e os comportamentos que induz deveriam ser fenômenos duradouros Os grupos religiosos são prenhes de idéias e sentimentos que sustentam a sua noção de democracia e de sociedade, incluindo a noção de família. Elas influenciam a sociedade civil ou política. Esse amor pela igualdade e poder social e naturalizado e guia os indivíduos inspirando confiança no Estado ou nos representantes políticos que prezam ou falam em justiça, do que é justo. Na justa medida do gosto pelo bem-estar, colocando os civis na dependência dos governantes, sendo livres as associações cívicas. Esse modelo de união sentimento-opinião foi transferido para o Brasil. Podemos de modo simples começar a compreender a informação e não sair por aí repetindo a palavra alienação sem saber diferir categoria de conceito. Enfim, temos como sociedade cívica o dever de interpretar. Se fizer importante entendermos, então, as questões teóricas das relações entre Estado e Democracia e esse conceito é entendido como um subsistema político institucional para a instauração e progressiva institucionalização dos princípios e procedimentos que regulam as forças políticas organizadas pelo voto popular com vistas à conquista de postos políticos públicos. Esclarece que o Estado não se limita a soberania. Em termos de representação política significa espelhar a diversidade de interesses e segmentos sociais. O paradoxo é que essas significações precisam ser continuamente recriadas como unidade de ação e decisão para conseguir a união da República e representar a diversidade social no jogo democrático. Requerendo, portanto mudanças na cultura política e nos valores constitucionais que reformulem o modelo brasileiro de crescimento para condicionar a liberdade como horizonte democrático com alusão.

Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 14 DE NOVEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O ESTILO VENEZUELANO DE DEMOCRACIA

Nobres:
Coincidência é o estilo corrupto do lulismo que abertamente pratica descaradamente onde as maiorias dos eleitores o apóiam principalmente agraciado pelas esmolas recebidas de uma população carente de moral e da ordem.    As recentes eleições venezuelanas, mediadas pela "eleita" neste contexto acontece com o nosso vizinho país boliviano que desde o século passado dimensiona a sua frágil democracia num aparato imperativo das drogas como elemento sustentável para esta gente anárquica. Criou ali uma Assembléia Constituinte Bolivariana, não passam de um escândalo. Maior que este, é somente os escrutínios cubanos, com os "Castros" e os da Coréia do Norte, onde o jovem herdeiro do trono e do poder absoluto obteve a totalidade dos votos! Ou seja, não há pelo menos um coreano do norte que discorde da conduta governamental. Não havendo discórdia não há litígio, e não havendo lide o Judiciário tornar-se-ia um poder supérfluo. A ditadura de Maduro matou opositores: prendeu seus líderes, sacou a esperança da liberdade de expressão, negou o trabalho digno para uma juventude esperançosa. Nossos consulados estão repletos de solicitações de vistos de jovens venezuelanos, cujas famílias dilaceradas, além de famélicas, perderam a dignidade. Mas o PT saudou o presidente Maduro pela "contundente vitória eleitoral". O embuste está à tona, onde a ditadura quer ter uma pintura democrática, apoiada pelos bolivarianos do sul. Mas o respeito à nossa Carta Magna, onde pensar e expressar-se é permitido, nós, brasileiros podemos emitir nossas opiniões do cotidiano da liberdade. Este último bastião da democracia, e que o PT queria e quer furtar-nos, à semelhança bolivariana, o povo livre insurgiu-se para assegurá-la. Mesmo com os percalços conhecidos, parece que estamos distantes deste infortúnio desejado por aqueles que não sabem o que é trabalho e o verdadeiro estudo. Nosso Judiciário vilipendiado pela grei petista tem servido de baluarte mantenedor de nossa liberdade. A verdade sobre o sofrimento de nossos irmãos venezuelanos não necessita mais ser evidenciada. Está às escâncaras.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 13 DE NOVEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

APEGO AO PODER

Nobres:
É cômoda a cultura da arrumação pelo poder para se profissionalizar na política, embora tenham situação de risco como enseja atos corruptos. Mas esse comportamento torna-se místico de uma prática comum na política onde os seus integrantes têm uma imensa dificuldade de abrir mão de alguma coisa. O raciocínio predominante entre muitos é que política comporta apenas acumulação, nunca subtração. A história é pródiga em casos que mostram as conseqüências negativas que costumam recair sobre aqueles que se apegam desesperadamente a um cargo quando a decisão mais correta seria afastar-se dele, para tentar recompor-se e buscar mais adiante um retorno em melhores condições. A política é, numa definição mais ou menos simplista, aquele lugar em que a cada quatro anos seus integrantes devem lutar pelo emprego que ocupam (oito anos, no caso dos senadores). Votos numa eleição não são como dinheiro depositado numa caderneta de poupança, um capital político que precisa ser trabalhado ininterruptamente, e pode esfarelar-se diante de gestos equivocados ou situações desfavoráveis. Dilma Rousseff foi reeleita para a Presidência da República, conquistou quase 52 milhões de votos, e acabou não resistindo a uma situação desfavorável, que culminou no seu impeachment. Aécio Neves foi um dos senadores mais votados do Brasil em 2010, com mais de 7,5 milhões de votos em Minas Gerais. Em 2014 conseguiu ir ao segundo turno das eleições presidenciais, sendo derrotado numa apertada disputa, quando conquistou 51 milhões de votos. Agora, estaria cogitando disputar as eleições para deputado federal em Minas Gerais, num processo em busca da recuperação de sua biografia e da defesa do seu legado político no estado, onde foi governador. Numa situação dessas, que lhe é desfavorável, ele ainda está no noticiário como alguém que se agarra a um cargo partidário como se esta fosse à única alternativa disponível. Em qualquer área, costuma ser ruim o resultado de avaliações equivocadas. Ao fazê-las, muitos pensam estar no caminho da salvação, quando estão em marcha célere rumo à danação e a safadeza.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 12 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 12 DE NOVEMBRO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
A SOCIEDADE PERPLEXA

Nobres:
Neste Brasil tomado pelos corruptos no poder obviamente se generalizou afinando a corrupção sistematizada e, por conta disso, institucionalizada que a deterioração, decomposição, putrefação, adulteração das características e funcionalidades e que se apresentou sem mascaras e dissimulações emerge das distorções do sistema econômico liberal. Não resultou em nada na prática que as conquistas da humanidade contrastam com as desigualdades entre os povos e na organização social. Destaca-se o acúmulo da riqueza, que convive com o analfabetismo, a violência e a pobreza; além disso, há a “coisificação” das pessoas e a incapacidade do sistema econômico de garantir o equilíbrio social e ambiental, há o evidente descompromisso do capitalismo com a Democracia e com a Justiça. Novos arranjos institucionais são fundamentais, tendo em perspectiva e orientação dos Direitos Humanos para que se consolide a humanização das relações econômicas como expressão de convivência global para este século, enquanto isso não ocorre a corrupção é a regra. Sendo o sistema corrupto e corruptor suas estruturas e instituições também são não fossem estaríamos diante de estrutura antinômica. A corrupção foi tornada institucional, através da naturalização do malfeito. Um lamaçal é um pingo d’água no oceano corrupto: Exemplo; recorremos às estatísticas de dados a partir de 2010, emitidos por quem de direito em que dessa naturalização do malfeito e de que a corrupção é sistêmica e institucionalizados são os pagamentos milionários a magistrados estaduais tanto em São Paulo, quando no Rio de Janeiro. Há noticias de que a folha de subsídios do Tribunal de Justiça do RJ apresenta distorções constrangedoras. Por lá desembargadores e juízes, mesmo aqueles que acabaram de ingressar na carreira, chegavam - em 2012, a ganhar mensalmente de 40.000 a 150.000 reais. A remuneração de 24.117,62 reais é inflada por “vantagens eventuais”. Alguns desembargadores receberam, ao longo de apenas um ano, 400.000 reais, cada, somente em penduricalhos. Esse é um exemplo, claro, de corrupção naturalizada, sistêmica e institucionalizada, corrupção que deve ser combatida, pois em dezembro de 2010 o mais abastado dos desembargadores do RJ recebeu 511.739,23 reais, outro recebeu naquele mês depósitos em sua conta que somaram 462.000 reais, além do salário e um terceiro desembargador recebeu 349.000 reais. No total 72 desembargadores receberam mais de 100.000 reais, sendo que seis tiveram rendimentos superiores a 200.000 reais. Ou seja, a corrupção não reside apenas na Política ou na atividade empresarial. Dos 13.790 magistrados da Justiça comum brasileira, a maioria de agosto. De acordo com a reportagem, 10.765 juízes, desembargadores e ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) tiveram vencimentos maiores do que os R$ 33.763 pagos aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Esse valor, pela Constituição, deveria ser o teto do funcionalismo público, já incluídas aí “vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza”. Em média, cada magistrado recebeu R$ 39,2 mil, conforme a pesquisa. Para escapar do teto constitucional os Juízes pagam a si próprios “indenizações”, “vantagens” e “gratificações”, em decisões respaldadas pelo próprio Judiciário e pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).No STJ 17 dos 31 ministros recebem mais que os seus colegas do Supremo, graças a indenizações como auxílio-moradia e ajuda de custo, trata-se de evidente corrupção. Nos tribunais de Justiça de Distrito Federal, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Minas Gerais, e no Tribunal Regional Federal da 5ª Região, sediado em Recife (PE), mais de 99% dos magistrados recebem vencimentos acima do teto do funcionalismo. É essa gente que se diz proba e honesta e, para a sociedade, passa de safada e descarada que quer combater a corrupção? – Sinceramente!
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 11 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 11 DE NOVEMBRO DE 2017






COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
RECUA A CULTURA BRASILEIRA.

Nobres:
A nossa prudência crítica bastante determinado e impetremos desculpas a nossa imodéstia por “auto-jugar-nos” em referir a questão que o Brasil sempre foi um atraso por força da cultura política de nossa gente dominada por políticos sabidos. Entretanto a modernidade delongou para aqui. A Justiça, inclusive. Se algo aparecer no Brasil e não for sabedoria dos “sabidos” que aqui povoam e enganam, é besteira. Recorremos a Einstein teria dito, entre muitas de suas frases: "Temo o dia em que a tecnologia se sobreponha à humanidade. O mundo terá então uma geração de idiotas". Hoje é difícil não encontrar uma pessoa, por mais humilde que seja que não esteja com um celular ao ouvido. Nos mais diversos e improváveis locais. Além de outros aparelhos mais modernos, com nomes impronunciáveis, mais ainda de manuseio. Tudo apesar da péssima educação ministrada aos brasileiros pelos poderes públicos. Daí o descrédito total das mais diversas nações, ao ponto de renomados dirigentes duvidarem da sua seriedade. É o Brasil um país estranho, exótico, atípico, onde sua Constituição prescreve a igualdade de todos, pregando a liberdade de pensamento. Sendo um país democrático e capitalista, onde predomina o livre comércio, presume-se que o indivíduo possa procurar atendimento em qualquer estabelecimento, seja ele de que categoria for. Por este contexto, fazer parte da Constituição, como cláusula pétrea (art.5º), que todos são iguais e que ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei, e mais, não se excluirá da apreciação do poder judiciário qualquer lesão ou ameaça ao direito. O direito de opção é subtraído, castrado, o direito de escolha é proibido. O Presidente Juscelino, ao ser advertido que o Brasil, que passava uma situação melindrosa, estava à beira do abismo, respondeu: "Não se preocupe, o Brasil é maior do que o abismo". Não tivesse morrido tão cedo comprovaria sua profecia. Não só o abismo faz do Brasil um país grande, o espaço é pequeno para enumerar a mazelas existentes. A má educação cívica e doméstica, a falta de respeito ao direito alheio. Tudo no Brasil é possível, inclusive se cunhar que "existem leis que pegam e outras não". Como pode uma lei pegar e outra não, se as leis foram feitas para definir uma norma de conduta, de comportamento, de procedimento? O general Charles De Gaulle tinha absoluta razão ao anunciar para o mundo: "O Brasil não é um país sério".
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 10 DE NOVEMBRO DE 2017






COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
SEM DECÊNCIA E SEM CONSIDERAÇÃO.
Nobres:
Permanecemos atônitos vendo passar e acontecer tantas coisas que era inimaginável. Descortinam-se tantos atos de corrupção como nunca se viu na história de nosso País, nem em quantidade de vezes, assim como em número de milhões e bilhões. Pelo contrário, os que estão no poder e no gozo das piores condutas, atraem seus eleitores de tal maneira, às vezes com a política do pão e circo e os fazem se comportar como incrédulos. Excêntrico; exibe prova, mostra fotos, mostra fatos reais, explica, desenha, mas não adianta. No fim continuam cegos de paixão e nós aparecemos como o errado. Criou-se há pouco tempo a teoria do: "Não fiz. Não sei. Na verdade estamos assistindo a um espetáculo pernicioso, desqualificado que enoja vermos pela TV e também, pelos jornais. Crêem tanto em seus argumentos de defesa que faz réus os que descobriram suas mazelas. Colocam-se como paladinos da ética se sorvem aos goles a impunidade. Estão, de verdade, abusando de nossa paciência. Isso pode levar ao incauto e pacato brasileiro a se descobrir como enganado e movê-lo a mexer-se em favor de seus pares e de seu País. Dizem: "Não brinque com fogo. “Deixe em paz quem está quieto”. Estamos assistindo abestalhados políticos dos maiores cargos, tripudiando uns aos outros, sem o menor respeito, usando em suas falas palavrões que a boa ética nos impede de usá-los aqui. Nas primeiras vezes não substituíram as palavras por algum barulhinho e depois por impropérios. A verdade é, entre outras, que não sabemos onde pode desaguar tudo isso que estamos vendo, ouvindo e nos espantando. Horizontes escuros e sombrios se apoderam de nossa Política e de nossos mandatários governamentais. Assustamos jornalistas do mundo inteiro, mas, não convencemos 10% de nossos patriotas brasileiros. Pior, vemos tantos, ainda bem que em número muito menos expressivo, nas ruas gritando e defendendo os malfeitores, claro que, muitos deles a peso de algumas moedas e, no entanto o horizonte se põe cada vez mais sombrio porque não encontramos pela frente, políticos e partidos que possam nos garantir mudanças de comportamento essencialmente ético que o momento requer e que chegaremos naturalmente a se concluir.

Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 9 DE NOVEMBRO DE 2017






COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
LIMITE DO RIDÍCULO

Nobres:
Tudo pode esperar de um governo atopetado por elementos sem consistências e que só querem haver a luz da razão. Mas na realidade se torna tragicômica a declaração da Ministra dos Direitos Humanos ao dizer que seu salário de R$ 33 mil é pouco e queria ganhar o dobro. Ministra, com essa situação caótica de trabalho e salário realmente escravos para muitos brasileiros, poderia fazer um grande favor para a humanidade: pede a conta e deixa sua vaga para um desempregado que ficaria muito contente em receber os "míseros" R$ 33 mil. Nesta enxurrada de ministérios e secretarias executivas (tudo são os mesmos objetivos, querem é se arrumar a custa dos impostos tomados pelo nefasto governo ao cidadão brasileiro) em um país que seria perfeitamente dispensável este ‘direitos humanos’ e, para que Ministério dos Direitos Humanos? Direitos humanos no Brasil sem direito a nada é uma piada sem direito a risos e, é constituir a nação no limite do ridículo.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 8 DE NOVEMBRO DE 2017






COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
FILME EM REPRISE NO PARLAMENTO NACIONAL

Nobres:
‘Arrastar’ a segunda denúncia à Comissão de Constituição e Justiça, (CCJ) e ao plenário da Câmara foi tempo desperdiçado, posto que haja outros assuntos de interesses bastante sérios para serem discutidos e votados que são de importância ímpar para o povo em geral, como melhoria no sistema de saúde pública, educação e outro que é um ponto nevrálgico para todos nós que é a questão da segurança, que atualmente vem a tirar todo o sossego nosso porque saímos de casa, tanto nós, filhos, enfim, toda a população, sem saber se haveremos de voltar. Esses sim são assuntos que a cúpula de Brasília devia direcionar sua atenção, fazendo jus aos votos que os eleitores utilizaram para lá os colocarem. O resultado da votação não foi algo tão expressivo, o que indica que o presidente talvez não venha a continuar imperando cercado por toda a sua corte e tropa de choque com muita facilidade. Mas foi o que todos estávamos aguardando; mas fácil do que surrupiar o doce da boca de um bebê. Vergonhoso cada parlamentar que votava “SIM” ao relatório do deputado Bonifácio Andrada repetia o discurso dos seus aliados, que estavam votando de acordo com as diretrizes dos seus partidos, ou que a denúncia era inepta e sem respaldo jurídico que a justificasse. Será que o ex Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot mesmo sendo um jurista de vasto conhecimento, de acordo com o relator, estaria em conluio com os delatores da JBS? A falta de respeito às instituições continuam a fazer parte do vocabulário dos aliados do Senhor Temer. Muitos outros justificaram seu voto a favor do relatório justificando que o presidente precisava continuar no poder a fim de dar continuidade às suas malfadadas reformas e o crescimento da economia do país como um todo, será?! Senhor Temer continuará ocupando o cargo, com o intuito de corresponder aos anseios da classe empresarial, dilapidando o patrimônio nacional com suas estapafúrdias reformas, privatizando, entregando nosso patrimônio, através da privatização da Eletrobrás e suas subsidiárias como a Chesf, prejudicando, igualmente, os trabalhadores que aos poucos vão perdendo seus direitos constitucionais, deixando a população sem esperança da uma aposentadoria digna, se é que vai se aposentar. Restou do resultado da votação, revolta e vergonha ao povo brasileiro. Nada mais e algo mais.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 7 DE NOVEMBRO DE 2017 (POSTADO ÀS 8:27 H)






COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

FALSEOU PLANEJAMENTO NAS EMANCIPAÇÕES MUNICIPAIS

Nobres:
Emancipar distritos criando novos municípios foi uma moda que vingou na da década de 80 que objetivava manter as oligarquias políticas principalmente aqui no Ceará cujo processo se juntou a radicalização dos grupos políticos a custa de muito sangue e pistolagem. Entretanto com o passar dos anos, isso, em muitas novas prefeituras, tornou-se um pesadelo para os administradores. Sem recursos, em meio à crise, o fato é que há encargos demais, altos encargos de custeios, com Câmaras de Vereadores, secretários e todo o aparato burocrático, mesmo que necessário para populações de 15 mil, 20 mil ou 30 mil habitantes. Ora, é fácil de deduzir que manter coleta de lixo, ordenamento urbano, assistência à saúde e rede escolar custa caro. Como honrar essas obrigações é o trabalho, às vezes até insano, dos prefeitos eleitos após as precipitadas emancipações, com nítidos vieses populistas, político-partidários e sem um planejamento. Há cidades no Nordeste em que nove em cada 10 trabalhadores com carteira assinada são funcionários da prefeitura. Com renda fixa e estabilidade, eles formam a elite de pequenas cidades. Quem não tem emprego na gestão municipal, trabalha no comércio ou tem como principal fonte de renda o Bolsa Família ou o Bolsa Safra, concedido aos agricultores que não conseguem fazer sua plantação, de feijão ou milho, vingar. Há cidades em que o comércio é pequeno, formado por padarias, botecos, pequenas lojas e mercados. Desta forma, não surpreende quando se sabe que o Brasil tem 530 municípios onde mais de 80% do mercado de trabalho é bancado pelas prefeituras e recorro aos dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), responsável pelo cálculo do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF). Ou seja, 10% dos municípios brasileiros bancam o mercado de trabalho local. Entre esses municípios, 96% estão em situação fiscal difícil ou crítica. Acontece que, desde a Constituição Federal de 1988, que alterou ainda mais as regras de emancipação, o País naquela época ganhou mais de 1.500 novas cidades o que representa custos mais altos para a manutenção de toda a estrutura municipal. A grande maioria não tem arrecadação própria e depende das transferências estaduais e federais. As 530 cidades têm na prefeitura mais de 80% do mercado de trabalho e arrecadam apenas 3,5% de sua receita líquida. Isso é um percentual menor do que a média nacional. Há municípios emancipados de afogadilho em que a folha de pagamento corresponde a 58% das receitas, acima do limite prudencial de 57% estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Também os governos estaduais foram prejudicados com a paralisia econômica. Por isso, há uma instabilidade no recebimento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) que distribui uma parte da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para as administrações municipais várias obrigações, antes bancadas pelo governo federal, passaram para a esfera municipal, a exemplo de saúde, educação e assistência social. Para ajudar nas despesas, foram criados vários programas de repasse de recursos para os municípios. Mas os valores, hoje, são insuficientes para cobrir os gastos. Aí, o sonho da emancipação político-administrativa tornou-se um pesadelo sem fim. E, sem dinheiro, não surpreendem a instabilidade e o confronto costumeiro entre funcionalismo, setores da população e prefeitos que ainda ambicionam manter-se no poder destes municípios.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 6 DE NOVEMBRO DE 2017






COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
A EBRIEDADE PELO PODER

Nobres:
O Brasil está contando a hora regressiva de certos corruptos que dominam a política entre os três poderes da República brasileira em nome da excelência da democracia brasileira dos direitos e dos direitos a marginais, entre eles, políticos em toda categoria de governo, diferente do exercício de democracia dos países éticos que pratica a plenitude dos direitos e deveres. Entre as questões de cargos vitalícios que contraditoriamente é a lastima da nossa República é que estamos presenciando cada vez mais embriagados não por bebidas alcoólicas, mas sim por poder em nosso país. Os viciados por cargos na política, por secretarias ou ministérios ou centenas de boquinhas em diretorias de órgãos, empresas públicas e autarquias que dependem muitas vezes de indicações de políticos e não de qualificações. Os embriagados não se preocupam com a honra, ética, valores, justiça, desenvolvimento e com o bem-estar da humanidade. O vício pelo poder é tão forte que não existem limites ou barreiras quando o objetivo é alcançar poder, domínio ou autoridade sobre as massas da população. Em 2018, centenas desses medíocres embriagados estarão circulando as cidades, Estados e fazendo suas reuniões, comícios e visitas na busca de parcerias e apoio para chegarem ao pódio almejado. Caberá a cada cidadão refletir e considerar o que o país necessita e escolher quem serão os governantes responsáveis para gerir e aplicar os recursos em prol da população. Eliminemos os caciques, políticos corruptos, nomes consagrados que já não propõem nem projetos e só ocupam cadeiras. Vamos expulsar as quadrilhas formadas ao longo de muitos anos. Esse é o primeiro passo para a grande mudança: alternância e renovação em todos os cargos. Vamos parar de acreditar em fábulas e encarar a realidade e acreditar nas gerações presentes e do futuro.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 5 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 5 DE NOVEMBRO DE 2017






COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O ABSURDO DA INTEGRIDADE

Nobres:

Corruptos, por essa ótica, são os demais, aqueles encastelados nos três poderes, os protagonistas dos grandes escândalos, e são esses os que dão ao Brasil a péssima reputação de um país onde vigora a ladroagem. Como é possível que um país de gente honesta seja caracterizado justamente pela corrupção desenfreada. Esta alusão decorre  do resultado da Pesquisa Nacional de Valores 2017, feita por um instituto de pesquisas do país sobre a questão. Cerca de brasileiros consultados selecionaram as características que melhor as definem, as características que melhor definem o Brasil de hoje, e as características que, em sua opinião, definem como o país deveria ser. Quando os entrevistados tinham de falar de si mesmos, a “honestidade” ficou em terceiro lugar, atrás de “amizade” e “alegria” resultado quase igual ao de pesquisa idêntica feita em 2010, ocasião em que “família” ocupava o segundo posto, atrás de “amizade”. Mas, na hora de definir a “cultura nacional atual”, a “corrupção” manteve o primeiro lugar. Claro que são inúmeras as pessoas que se portam irretocavelmente em sua vida privada e que percebem a corrupção galopante em que o país vive. Mas que toda uma coletividade se enxergue dessa forma é um paradoxo apontaram a tendência de o brasileiro se dissociar daquilo que vê à sua volta no caso, à corrupção e ver os defeitos apenas no outro. Diante desse posicionamento torna-se equivocado, quando aludimos as “pequenas corrupções”, é o de igualá-las às grandes roubalheiras. Mas haveria mesmo um abismo tão grande entre os valores de uma elite política corrupta e de um povo brasileiro honesto. Neste aspecto o brasileiro ainda vê problemas nessas ações, mas se justifica pensando que “todo mundo faz” ou que “tem coisas bem piores”; e, na pior das hipóteses, a consciência já está tão amortecida que a pessoa nem sequer enxerga corrupção ou desonestidade no que faz. Isso poderia explicar por que alguém se define como honesto ao mesmo tempo em que consente com pequenas ações corruptas e contraditoriamente tiveram de descrever os comportamentos culturais que gostariam de ver prevalecer no país.

Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 4 de novembro de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 4 DE NOVEMBRO DE 2017






COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

INCLINAÇÃO PELO PODER

Nobres:
É natural a cultura da arrumação pelo poder aqui e alhures com alguns “fecham as suas bodegas” para se profissionalizar na política, embora tenham situação de risco como enseja atos corruptos. Mas esse comportamento torna-se místico de uma prática comum na política onde seus integrantes têm uma imensa dificuldade de abrir mão de determinada coisa. O raciocínio predominante entre muitos é que política comporta apenas acumulação, nunca subtração. A história é pródiga em casos que mostram as conseqüências negativas que costumam recair sobre aqueles que se apegam desesperadamente a um cargo quando a decisão mais correta seria afastar-se dele, para tentar recompor-se e buscar mais adiante um retorno em melhores condições. A política é, numa definição mais ou menos simplista, aquele lugar em que a cada quatro anos seus integrantes devem lutar pelo emprego que ocupam (oito anos, no caso dos senadores). Votos numa eleição não são como dinheiro depositado numa caderneta de poupança, um capital político que precisa ser trabalhado ininterruptamente, e pode esfarelar-se diante de gestos equivocados ou situações desfavoráveis. Dilma Rousseff foi reeleita para a Presidência da República, conquistou quase 52 milhões de votos, e acabou não resistindo a uma situação desfavorável, que culminou no seu impeachment. Aécio Neves foi um dos senadores mais votados do Brasil em 2010, com mais de 7,5 milhões de votos em Minas Gerais. Em 2014 conseguiu ir ao segundo turno das eleições presidenciais, sendo derrotado numa apertada disputa, quando conquistou 51 milhões de votos. Agora, estaria cogitando disputar as eleições para deputado federal em Minas Gerais, num processo em busca da recuperação de sua biografia e da defesa do seu legado político no estado, onde foi governador. Numa situação dessas, que lhe é desfavorável, ele ainda está no noticiário como alguém que se agarra a um cargo partidário como se esta fosse à única alternativa disponível. Em qualquer área, costuma ser ruim o resultado de avaliações equivocadas. Ao fazê-las, muitos pensam estar no caminho da salvação, quando estão em marcha célere rumo à danação e a safadeza. Até por que está consolidado o “golpe” a senha da safadeza promovida pelo infecto presidente Temer, e PMDB voltar a se aliar com o PT visando as eleições presidenciais do ano de 2018 em acordo com a maioria dos governos dos Estados brasileiro, a frente a surpreendente ação do Presidente do Senado Eunício Oliveira, aqui no Ceará, sempre humilhado pelo PT, Sublegendas de aluguel admitindo com a tese de se agarrar ao poder, sempre apostando na maioria dos eleitores comprados no Ceará, um fato corriqueiro, tentará a reeleição do senado, sem apoio do eleitor ético, quem sabe amargará um revés nesta pretensão e mais ainda, enterrar a “tucanada” a nível nacional, que foi na onda “dos golpistas” como há muito vem acenando npo sentido de implementar as reformas neo liberalistas (entrega o país as grandes empresas públicas aos corruptos para privatizar em nome da roubalheira, fato que se deu no governo FHC e seqüenciou na era corrupta do lulismo.         
Antônio Scarcela Jorge.