quinta-feira, 21 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 21 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
TRANSFORMAÇÕES COGENTES

Nobres:
Isto já pode conhecer que no pretérito não distante por onde passou a contaminada e corrupta política brasileira onde se tornou regra para estabelecer o “troca-troca” mesmo que se negocie a própria alma, isto é existe alma no conceito filosófico cristão. Hoje existe esperança de que o atual governo em certo caso abriu mão de ministros em sua maioria foram colocados por aptidão técnica possa colocar a sua base moralista em função das mudanças que deve empreender e consiga aprovar reformas no Congresso. É deveras difícil no Brasil dentro de um sistema de parlamentarismo disfarçado onde o chefe de governo brasileiro tinha como norma “negociar” com as forças congressistas em regra ações de interesses sempre escusos e patrimonialistas. Onde a mais alta cúpula de senadores e deputados, era de costume manter o Executivo refém de seus interesses políticos. Mas o atual governo está sendo corrigindo e com a aprovação do Congresso renovado em parte poderá empreender e realizar uma intensa reforma política, principalmente com restrições à criação de partidos e com a redução das estruturas públicas o que está sendo inicialmente acionados pelo atual governo. Entretanto no estágio atual se faz necessário para a governabilidade nesse estranho presidencialismo que fragmenta o poder entre múltiplos interesses de políticos.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 20 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 20 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
RESUMO A DELÍRIO

Nobres:
Tem-se a impressão de que um dos pesos e contrapesos para o bom desempenho das democracias é o livre acesso às informações, bem como o irrestrito acesso à verdade. E essa impressão se justifica a partir da frase, atribuída a Francis Bacon, de que um dos modos de o poder se constituir é pela ciência. Pelo conhecimento, o homem torna-se senhor dos fatos, não seu refém: conhecimento é poder, diz o adágio. E os meios de comunicação fazem do conhecimento a matéria prima do seu dia a dia: conhecem detalhes de contratos, conhecem os bastidores dos poderes, conhecem segredos pessoais. Essa relação entre os poderes constitucionais e os meios de comunicação é tão rica em todos os aspectos. Diante do exposto, aqui para desconhecimento de “analfabetos” que vivem à custa do poder impõe a fragilidade de terceiros para fazer refém do outro. Este modelo é costumeiramente usual nas brenhas do nosso Estado. Os “sabidos” (não confundir com sábios) tem como padrão “ignorar” e tirar de cena, principalmente os de saber, que eles consideram um importuno para expor os seus desejos em sua maioria escusos. Nesta exterioridade anuviar momentaneamente dessas pessoas é fato, o pior é se livrar das garras da justiça (isento alguns ministros do STF), que estão à disposição de alguns setores corporativistas ameaçando não só a sociedade ética, arguindo o RI do STF, segundo um sólido imperialismo de interesses a disposição. Sendo um  atalho para discorrer a maneira de se instar  a interesses. Resta a sociedade manter-se o estado democrático onde direitos se direciona transparentemente injusta sobrepondo aos deveres que deveria trilhar os preceitos constitucionais. O povo é o senhor supremo das ações.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 19 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 19 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
EDUCAÇÃO DE QUALIDADE

Nobres:
Uma das consequências arrastadas pela tempestade que assolou o país por aqueles que não deixaram a miopia ideológica como fonte de sustentação para esquerdismo obscurecer a realidade da educação brasileira, em todos os seus níveis e que usou a máquina do Estado para fazer proselitismo político-ideológico, por meio de mensagens oficiais aos estudantes, sempre foi um atalho para, metodologia insana, irresponsável e transcendental. Por em mãos ao estudo pretérito no século passado, sempre foi a norma que programou esse aperfeiçoado no governo de Getúlio Vargas, com o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), surgido em 1939 como uma reorganização de órgãos que já existiam desde 1931, onde seu governo foi pautado pelo condutor da época e centralizou várias ideologias que derivou inicialmente de centro e depois da direita para esquerda. Neste aspecto hoje a educação brasileira, colocada em posições vergonhosas nos rankings internacionais, necessita somente de ações práticas voltadas para o seu efetivo melhoramento. Exclusivamente obtiveram ações inférteis, ao estilo dos orbes periféricos, fazem o Brasil permanecer na mediocridade tão criticada nos idos de 1948 por Fernando de Azevedo (Na Batalha do Humanismo, 1967), a qual, segundo esse saudoso professor da Universidade de São Paulo (USP), era obra dos "galos velhos, da capoeira pedagógica”. Essa leitura ainda retrata a realidade dos fatos em recente e nos governos esquerdista anteriores. Muitos desses tornaram-se perigosos pela ação ou pela “vadiagem” quando, por um jogo de circunstâncias, se viram alcandorados no poleiro governamental. Espera-se ainda no limiar de um novo governo seja paulatinamente ajustado e a educação, segundo o lulismo teve uma dimensão positiva conforme as inverdades em escala, possa se reencontrar onde as estatísticas internacionais se posicionam como umas das piores em espécie.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 18 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 18 DE MARÇO DE 2019


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
O POVÃO BRASILEIRO CONQUANTO      DETERMINA
DO

Nobres:
As ações dos corruptos levaram o alto poder de manipular aquilo que formalmente chamamos de partidos políticos que na prática é o verdadeiro aval dos “estragados” em muito infaustos parlamentares que empesta o cenário político do Estado brasileiro ao exercitar o atalho desolador e usurpador do erário, em minúcias acionando o caixa 2, fundo partidário que retalha a “herança de um país que retrocede as capitanias hereditárias” com gravidade, distribuir o farto dinheiro que está no poder de mando destes políticos malfazejo. Nas últimas décadas o povo brasileiro mostrou uma imensa vontade de mudar o funcionamento de nossas instituições. Rejeitou a corrupção e a ineficiência do Estado, mas fez tudo isso sem maturidade política. Ao mesmo tempo em que condenava esses problemas incrustados nos nossos governos e instituições, rejeitou propostas óbvias para reduzi-los, como redução do tamanho do Estado, apoio ao fim da estabilidade do funcionalismo público, e reforma da Previdência para reduzir os gastos dos governos e privilégios dos funcionários públicos de alto escalão. Ou seja, não houve formação de consenso ou algo próximo em torno de uma agenda óbvia com o objetivo de reduzir a corrupção e a ineficiência dos governos, quanto combatidas ao longo desses anos. Os velhos canais de benefícios do Estado continuaram a ser usufruídos por aqueles com acesso a eles. Apesar disso, a maioria da população excluída dos privilégios não conseguiu se unir contra a existência e abuso dessas benesses. Não houve a pressão necessária aos congressistas e a população preferiu se dividir entre os contra ou a favor de políticos específicos, alguns deles até reconhecidos promotores das distorções rejeitadas. Ou seja, o esforço de repulsa foi consumido de forma desorganizada, sem ter sido organizado por qualquer liderança que pudesse transformar as aspirações em propostas concretas com bom suporte da população. O Brasil estava dividido, apesar de alguns consensos básicos quanto aos maiores problemas. Os políticos tradicionais continuam a exibir as mesmas práticas e a se comportarem da igual forma de organização e formação de palanques continuam as mesmas. Os interesses são direcionados apenas para a manutenção do poder e elevação das perspectivas de vitórias nas urnas, desprezando-se completamente ideologias e conteúdos programáticos. O modo de conquistar as preferências dos eleitores também permanecem as mesmas. Promessas de benefícios individuais, invenção de mentiras e oportunismos associando-se a políticas bem-sucedidas das quais não se tem de fato autoria. Inventar notícias falsas sobre os adversários também continua uma praxe largamente utilizada especialmente o PT uma legenda que paulatinamente se exibe obviamente pelas mesmas manjadas práticas que eles estimam. A maior gravidade foi imposta pela maioria apertada dos membros do STF onde se retrocedeu desde o imperialismo republicano e normatizou a prática corrupta, o roubo e desalinhou A Lava Jato um meio de se operar em desfavor da corrupção sob a batuta de “venais” conhecidos pela sociedade, elegeram o desconforto que há muito tempo perderam a credibilidade até como cidadãos comuns em função de atos direcionais as redes de comprometimento. Ressalvamos apenas os meios de divulgação desses instrumentos que se alteraram um pouco, questionando em maior dimensão à internet. Quem saiu vitorioso das urnas não só vai evitar reduzir as possibilidades de corrupção, diminuindo o poder econômico do Estado, como também vai trazer os principais agentes do legislativo para impor seus desejos de corporações. Entretanto com o governo de Bolsonaro que segue os primeiros passos para moralização deste país com o apoio majoritário do povo.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 17 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 17 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
BRASILEIROS FIDEDIGNOS COM DISPOSIÇÃO


Nobres:
No momento o quadro é por demais desolador no aspecto da criminalidade que avança com a falta de escrúpulos desde os altos escalões em Brasília, os benefícios informalmente proclamados em favor das elites dirigentes até as classes modestas que se transforma numa “lesão” no País. Existem pessoas que se consideram com mais valor do que têm. Outras, pelo contrário, desconhecem quanto valem. Esse parece ser o caso de bandidos na escalada do crime. Temos uma geração com milhares criados de maneira irresponsável, sem pai nem mãe, literalmente, sem educação, sem exemplos, boas companhias e sabendo de falcatruas ali, “mesmo nas esquinas” da vida. E não é de hoje, nem deste século que recém está completando pouco mais do que 18 anos. Mas, ao invés de atingir a maioridade legal e quando chega à responsabilidade ampla, o que vemos é muitos buscarem na senda do crime o sustento diário. Ilegal, tortuoso, errado, fatídico e que prejudica a tudo e a todos como sociedade organizada que deveríamos ser. E pior do que os marginais é ver, vez que outra, os que devem combatê-los cúmplices de assassinatos, roubos, furtos e no tráfico de drogas. Aliás, quando um tipo de crime fica muito consistente e alarma demais, alguns analistas lembram que, nesses casos, a probabilidade de que agentes e autoridades da lei estejam envolvidos é muito grande. Infelizmente, é o que tem ocorrido. Além disso, no Brasil, as leis se complicam quando se multiplicam. Mas é essa a sociedade que criamos. Mudá-la, só com muita reforma que contraditoriamente o povo insano resiste através de diversos grupos que querem manter seus privilégios. Atualmente, temos organizações criminosas estruturadas, com graduações e hierarquia funcional, e tudo o mais que, normalmente, só se vê em empresas legais, estratificadas e com atuação pública. Só existe esperança “dá baixa” nestas organizações para reestruturar a moral do país.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 16 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 16 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
O SEQUENCIAL DO CARNAVAL

Nobres:
Em tradição da nossa cultura, segundo o adágio popular o ano começa depois do Carnaval! É fantástico para uma futura geração que preserva o trabalho como ética. Mas continuamos na prática que os projetos, inícios e finalizações, se têm que esperar para este tempo. O que faremos então, em vista de que o Carnaval já terminou? Será que está em nossa lista de possibilidades sermos mais empáticos, mudar algum hábito que nos impede de ajudar a transformar o ambiente onde frequentamos, de dedicar mais tempo às pessoas que amamos, enfim, de sermos melhores para que o nosso mundo possa ser diferente? As realidades do mundo que nos sufocam e tendem a nos impor pessimismo, dando-nos a sensação de que a cada ano tudo se repete. Diante de tanta safadeza impostas por antes ditas personalidades que dominam a sociedade brasileira acreditada em função do forte império que ostentam, ainda  devemos encontrar possibilidades e acreditar que o mundo muda pela transformação das pessoas de bem. Não podemos nos acovardar e pensar no fatalismo de uma cultura que nos impõe, muitas vezes, a repetição de perspectivas. É preciso aproveitar a oportunidade de desafiar o nosso capacidade criadora para rompermos a mesmice e a conformidade de que as coisas são assim. Assentemos que estamos dispostos a esperar que outros carnavais acabem, e o Brasil seja um carnaval permanente promovido por estes canalhas sendo que as mesmas marchinhas se repitam para acordarmos e mudarmos as perspectivas do tempo. Precisamos, com urgência, olhar para o nosso entorno e, aos poucos, desafiar-nos e envolver outras pessoas para que possamos juntos, mudar o tom e compormos que interferiam na cultura e no contexto, capacitando-nos, assim, a não esperar que o Carnaval acabe para começar. O momento é agora, pois o mundo só mudará com a nossa transformação. Estamos em outro estágio que o tempo requer.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 15 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 15 DE MARÇO DE 2019


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
LEVE PROBABILIDADE

Nobres:
Na recente eleição presidencial o brasileiro votou por mudanças e com esperança no ano passado diante da perspectiva de um Brasil melhor, com mais oportunidades, com geração de emprego e renda, com reformas necessárias para que as coisas aconteçam. O Brasil passou quase duas décadas no imperialismo lulista sob o escudo da anarquia e da corrupção; da desordem que elegeu a “Ordem-do Dia”. Mas a eleição parece não ter acabado. Os que perderam a disputa, claro, estão inconformados. Não aceitam os menores movimentos. Mas distinguimos é do jogo safado que solidificaram na cultura do nosso povo especialmente os políticos os patrões do poder. Sempre foi assim e parece que sempre será nos faz transparecer que a esperança é modo superficial. Com a palavra os ladrões de toda espécie. Da mesma maneira, os que ganharam seguem num rumo que nos faz entender que a disputa continua. Embora seja prematura nós estamos num estágio diferente nos anos anteriores onde o compasso de medidas necessárias por parte do governo requeria a forma de distensão ponderada da naturalidade pertinente. Mas diante de um quadro desolador que passava todos os setores ativos da nação, onde a credibilidade “universal” era comprometedora, no momento requer ação contundente visando dá pressa a magnitude empreendedora e afirmar os temas de campanha durante o pleito onde o brasileiro depositou toda confiança. Neste ensejo, o tempo vai passando e se torna preocupante, nocivo para as questões que precisam ser resolvidas. Mas vamos “sopesar” isso que está acontecendo por outra ótica. Embora o leitor concorde ou não, aceite ou não, tão logo é postada uma informação destas, as redes sociais são invadidas por comentários de todos os tipos. As pessoas esquecem que precisamos mudar os rumos do Brasil e concentram suas energias em bate-bocas que não vão nos levar a lugar nenhum. As discussões deverão acelerar-se objetivamente.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 14 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 14 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
A CULTURA DO COMPROMETI
MENTO

Nobres:
A pauta permanente que ora impera no Brasil é a reforma da previdência, um meio de procurar desestabilizar o governo através de uma rede de TV sob a batuta de organizações internacionais que opera seus lucros trilhionários em função da exclusividade de eventos monitorados como a Copa do Mundo entre outros destaques que ainda comanda o povão como massa de “manobra” sensibilizada. A questão não é Brasil é em todo mundo. Dentro desta razão ao usar o domínio do espectador, passa a distorcer os fatos: por exemplo: O assassinado de uma então “desconhecida vereadora do Rio de Janeiro” transformando sinteticamente em repercussão mundial! Queremos ressaltar que protestamos sobre a forma em que ceiva uma vida humana, porém, é a transformação do fato. Ora quando interessa o poder das máfias, sejam integrantes ou não, não tem “perdão” nem mesmo para aliados. Outro fato, a TV não interessa quando o atual presidente da república recebeu uma facada em plena campanha eleitoral não se importando ser o fato demonstrado e testemunhado por milhares de pessoas. A elucidação publica a ela não interessa. Interessa sim a uma rede mafiosa para destratar a causa. Milhões de células das mais diversificadas para impor sensibilizar “o povão” das mais variadas opiniões, ou melhor, até quem não tem raciocínio formado para a questão da reforma previdenciária, dos mais espertos, interesseiros, intelectuais e até um analfabeto nasceu e cresceu desculpado, “ridiculariza” o presidente sobre a aposentadoria, uma preocupação de milhões de vagabundos que como palco, sobrevive em mesa de bar, bebendo e jogando não sabemos da fonte para recompor os recursos para pagamento. Por igual desde “ladrão do colarinho branco” a mendicância reiteramos, são atos isonômicos. Por este mesmo lado, além da reforma da Previdência, repete-se que outras medidas, muito importantes também, devem entrar na pauta das discussões e decisões da Câmara dos Deputados e do Senado. Trata-se de se saber o que é inequívoco: o Brasil está dividido em dois, um dos servidores públicos em geral e, o outro, dos trabalhadores da iniciativa privada. Os primeiros são estatutários, protegidos por leis bem mais magnânimas que aquelas constantes da Consolidação das Leis do Trabalho, a insuspeita CLT, que vigora desde Getúlio Vargas. A grande mudança em prol dos trabalhadores foi à criação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, o FGTS. No serviço público nem todos ganham bem, são bons prestadores de serviços, mas a proteção é maior, em termos de legislação. O problema é a quantidade, a estabilidade dada quase a qualquer custo e as dificuldades para o enquadramento dos funcionários em regras mais rígidas, por exemplo, quanto ao ponto. Por isso há um clamor generalizado quando se fala em reajustes de políticos, do Congresso Nacional até às Câmaras de Vereadores. E por serviço público entenda-se o Executivo, o Legislativo e o Judiciário em seus níveis de existência, no caso federal, estadual e municipal. Dessa forma, o maior poder, no Brasil, tem facilitado os maiores desmandos, com a causa própria imperando. Ninguém está pregando que servidor público tenha que ganhar mal ou não ter proteção legal. O que se fala é que há uma disparidade gritante entre uns e outros, começando pelo sistema de aposentadorias. Para isto recorremos as estatísticas que relatam a verdade. Pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o máximo está em R$ 5.839,45. Na área pública, existem certas minorias onde apenas o céu é o limite. O Relatório Justiça em Números, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), apontou no ano passado, com dados referentes a 2017, que na Justiça Estadual, por exemplo, a despesa média por magistrado foi de R$ 49,8 mil. O valor foi R$ 16 mil superior ao teto constitucional, que ainda era de R$ 33,7 mil naquele ano. Em apenas duas das 27 unidades da federação, Pará e Piauí, o ganho médio por juiz ficou abaixo do teto. No Mato Grosso do Sul, cada magistrado estadual recebeu em média, em 2017, R$ 100.607,00 por mês, o triplo do limite da Constituição. Esses acúmulos são possíveis pela falta de uma lei que especifique as situações em que é legítimo estourar o teto constitucional. O projeto que pode voltar à pauta da Câmara detalha todas essas exceções, trinta na totalidade, para que seja ilegal tudo aquilo que não estiver previsto. O projeto determina que qualquer recebimento fora das regras será crime de improbidade administrativa e prevê que o governo crie um sistema único de controle, pelo qual a remuneração de cada funcionário público possa ser verificada. Em resumo, as propostas deveram enquadradas para que enfim se elucide as questões que nem segmentos da sociedade consciente e até os irracionais sejam contemplados com informações incisivas e de vez desmascarem os interesses em espécies.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 12 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 12 DE MARÇO DE 2019


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
O BRASIL É, MAS NÃO É AO ESTABELE
CER O SENSO É CONTRASSENSO

Nobres:
Em consideração o que ouvimos há tempos de um senhor retentor de poucas letras, mais soberbo as contemplações dos fatos, que o transformou na infinita intelectualidade propicia as personagens pelo “Brasil mundo a fora” contraditório por natural. Baseado neste empenho expõe a “flama” o analise proferido por um jornalista de renome e identificado como sendo de esquerda que no regime militar simbolizou a resistência de facções tidas como terrorista. Usado pela larga experiência ao longo das décadas. Segundo as suas palavras o presidente usa a mesma tática da imprensa sensacionalista: isola um fato escabroso, mostra-o nos detalhes e tempera com uma lição de moral, para atenuar a culpa da curiosidade mórbida. Mas nem a imprensa sensacionalista mostraria o que Bolsonaro mostrou. Ainda em suas reflexões: - “o jornalismo ao considerar a divulgação do vídeo um marco na história do governo Bolsonaro, nunca um presidente fez isso”. É a transposição de um limite válido para todos na vida pública pontuou. Ora qualquer afirmação em que o presidente da república, a sua rede de TV, que radicalmente é inimiga de Bolsonaro, consequentemente provoca intensamente o povão, a mola-metra da irracionalidade, aceitam os protestos e protesta para um fato que não é de seu conhecimento. A rede que movimenta toda e qualquer manifestação sobre o poder de mando desde que se instituiu ao lado de qualquer governo onde é refém e potencializa a nossa cultura que urge do mais variados e interativos interesses. A reação de certa forma foi inesperada reuniu grandes segmentos de políticos em especial ao PT que opera impatrioticamente suas ações de canalhismo neste país. As lições do cotidiano deverão arguidas aos ensinamentos para uma preparação que busca o desenvolvimento do país em sua preciosidade.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 11 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 11 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
DOIS PRESIDENTES DESUSADOS NA HISTÓRIA

Nobres:
Num vai e vem em que história nos expressa tudo tem coincidência que vivenciou fatos no sequencial de presidente da República; reportamo-nos sobre Jânio Quadros, na “velha república” renunciou o seu mandato surpreendentemente e Collor de Melo, com o advento da tida redemocratização foi impedido de governar conforme os ditames constitucionais formalizados pelo impeachment. Em princípio discorremos acentuadamente sobre o segundo após a nova república. Collor alcançou a Presidência sem suporte partidário importante. Sua candidatura foi lançada por partido sem tradição e sem expressão parlamentar: o Partido de Representação Nacional - PRN. A falta de organicidade de sua sustentação partidária serviu para tornar ainda mais nítida a figura real do presidente: arbitrário, inflexível. Nesse contexto, passou a usar, cada vez mais intensamente, o populismo. Invadiu a televisão com voos supersônicos em caças a jato e caminhadas apolíneas para acentuar o vigor físico. Seu governo, a partir do segundo ano, apresentava fragilidade econômica e defeito moral. A inflação não baixava. E a corrupção aumentava. O presidente foi atingido por dois movimentos: um movimento de dentro para fora do governo, na ineficiente gestão econômica. E um movimento de fora para dentro do governo, nas limitações políticas do governo. A solidão política esmaeceu a figura hercúlea de Collor na metade do mandato. Solidão feita de silêncios políticos. Populismo alimentado pela inaptidão republicana. Retrato em preto e branco de gestual antes colorido, murro que socava o ar. Inconsequência tocando o vazio. Chegou a um beco sem saída. Economia estagnada. Política colapsada. Resultado: impeachment. Um cenário pouco brasileiro, de líder que dispensou traços culturais do homem tropical, dialogal e cordato. Jânio e Collor tinham três pontos em comum: eram ambos introspectivos, populistas e céticos. Não cultivavam as instituições republicanas. E não estimulavam a seiva do otimismo. Trabalhavam impossibilidades. E não, viabilidades. Por isso, presidentes possíveis e inviáveis. Jânio cultivou o poder no voto. Fingiu desprezar o poder para ampliá-lo. Collor manipulou o poder. E do poder foi sendo afastado inevitavelmente. Jânio afastou-se para aproximar-se do poder. Collor aproximou-se e foi afastado. Ambos, por caminhos diversos, deixaram a trilha do poder. E, pela mesma falta de vocação cultural, perderam o senso do Brasil. Por outro lado, se experimenta atualmente um novo conceito de responsabilidade e moralização onde anarquistas, esquerdistas, oportunistas, imorais, corruptos, artistas intelectuais sábios, ou melhor, sabidos da cultura se comungam se confabulam, onde os escândalos do carnaval permanente é “bíblia destes vermes” e orquestrados pela Rede Globo onde a direção de vários governos foi imposta pela sua soberania sempre a custa dos governos anteriores deste país.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 10 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 10 DE MARÇO DE 2019


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
FAKE NEWS A PATROA DO BRASIL

Nobres:
Neste clima onde os certos imprudentes expõem do que tudo é comum, normal, em se tratando de falsas notícias inventadas pelos “anjos do mau” em sua maioria de convicção esquerdista onde a geração lulista é uma premissa. Por exemplo: - Lançar a culpa no governo atual os virgíneos e imaculados cheio da razão, defensores de marginais-. Esses maus caráteres são sórdidos neste conceito. Um grande mérito que se “estimam” é ser revelado sutilmente. Este segmento, fanáticos, espertos, intelectuais e ao mesmo tempo os rudes se comparam como a lama de personagem. Alguns são por enquanto vinculados a várias instituições, categorias, religiões, não importa a “qualificação” semeiam malefícios que proliferam por toda parte. Neste contexto se agrega as redes sociais que na era digital obteve evolução incontestável pensamos de princípio seria para buscar informações com a verdade seria um bem para sociedade universal. Entre aspectos tornou-se lesiva aos costumes de quem assim vem procedendo para seu uso.  e um mau paralelo em sua maioria ao expelir comentários que “mentirosamente” nos apresentam. Por este meio na modernidade, estamos vivenciando a decorrência da combinação de “novo e falso”. Será que estamos indiretamente compartilhando verdades? Como é possível identificar o que recebemos na rede? O cognominado “fake news” é exatamente a exploração de notícias falsas usadas para privilegiar ou simplesmente denegrir a imagem de algo ou alguém. A cada segundo milhões de notícias falsas são espalhadas sem nenhum tipo de base comprobatória. Isso se deve por dois fatores presentes no nosso dia a dia, enfim, encontramos o cenário perfeito para o crescimento exponencial das notícias falsas. Estejam os seguidores, patrocinadores de páginas ou simplesmente vender uma ideologia. Existem ainda fatores um dos quais é a falta de conhecimento nas redes sociais. Muitos usuários não se atentam para informações básicas da origem do site, qual é a fonte, qual é o interesse por trás da notícia e porque deve compartilhar. Esses questionamentos ajudam a diminuir em 90% todos os fake news. É importante conhecer mais sobre o que se compartilha. Difundir uma notícia falsa pode ser um multiplicador de problemas. Quem cria fake news só consegue êxito se pessoas comuns também compartilharem as informações falsas. A rede social pode se transformar em uma tatuagem virtual. Compartilhar notícias falsas, o recrutador pode analisar o seu perfil e logo se frustrar. Não podemos perder grandes oportunidades por conta do uso indevido das redes sociais e principalmente já estabelecida por redes de TV, rádios, jornais e revistas de natural tendência oportunista e esquerdistas. Incumbirá nos prezar a procedência de informações úteis, verdadeiras e acolhedoras. 
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 9 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 9 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

O BRASILEIRO ININTERRUP
TAMENTE SOBREPUJADO

Nobres:
As ações dos corruptos levaram o alto poder de manipular aquilo que formalmente chamamos de partidos políticos que na prática é o verdadeiro aval dos “estragados” em muito infaustos parlamentares que empesta o cenário político do Estado brasileiro ao exercitar o atalho desolador e usurpador do erário, em minúcias acionando o caixa 2, fundo partidário que retalha a “herança de um país que retrocede as capitanias hereditárias” com gravidade, distribuir o farto dinheiro que está no poder de mando destes políticos malfazejo. Nas últimas décadas o povo brasileiro mostrou uma imensa vontade de mudar o funcionamento de nossas instituições. Rejeitou a corrupção e a ineficiência do Estado, mas fez tudo isso sem maturidade política. Ao mesmo tempo em que condenava esses problemas incrustados nos nossos governos e instituições, rejeitou propostas óbvias para reduzi-los, como redução do tamanho do Estado, apoio ao fim da estabilidade do funcionalismo público, e reforma da Previdência para reduzir os gastos dos governos e privilégios dos funcionários públicos de alto escalão. Ou seja, não houve formação de consenso ou algo próximo em torno de uma agenda óbvia com o objetivo de reduzir a corrupção e a ineficiência dos governos, quanto combatidas ao longo desses anos. Os velhos canais de benefícios do Estado continuaram a ser usufruídos por aqueles com acesso a eles. Apesar disso, a maioria da população excluída dos privilégios não conseguiu se unir contra a existência e abuso dessas benesses. Não houve a pressão necessária aos congressistas e a população preferiu se dividir entre os contra ou a favor de políticos específicos, alguns deles até reconhecidos promotores das distorções rejeitadas. Ou seja, o esforço de repulsa foi consumido de forma desorganizada, sem ter sido organizado por qualquer liderança que pudesse transformar as aspirações em propostas concretas com bom suporte da população. O Brasil estava dividido, apesar de alguns consensos básicos quanto aos maiores problemas. Os políticos tradicionais continuam a exibir as mesmas práticas e a se comportarem da mesma forma. Constituir organizar palanques continuam as mesmas. Os interesses são direcionados apenas para a manutenção do poder e elevação das perspectivas de vitórias nas urnas, desprezando-se completamente ideologias e conteúdos programáticos. Aperfeiçoar e conquistar as preferências dos eleitores também permanece a mesma. Promessas de benefícios individuais, invenção de mentiras e oportunismos associando-se a políticas bem-sucedidas das quais não se tem de fato autoria. Inventar notícias falsas sobre os adversários também continua uma praxe largamente utilizada especialmente para o PT uma legenda em nome de seus filiados e segmentos que conservam seus interesses e pelas mesmas manjadas práticas que eles estimam. Apenas os meios de divulgação desses instrumentos alteraram-se um pouco, e quem saiu vitorioso das urnas tentando reduzir as possibilidades de corrupção, diminuindo o poder econômico do Estado. Entretanto com o governo de Bolsonaro que segue os primeiros passos para moralização deste país com o apoio da consciência do povo.
Antônio Scarcela Jorge.


sexta-feira, 8 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 8 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
VALORIZAR O DESVALER

Nobres:
Analisamos por vários aspectos perante do oportunismo das esquerdas brasileiras sob o protecionismo da seita lulista, criou a mira em que chegou o potencial da rede globo em tentar polemizar uma questão levantada pelo Presidente Jair Bolsonaro sobre o carnaval que aliada a esta rede, sempre acostumada em impor e direcionar governos anteriores. Provocar o chefe do governo é uma tática que vem dando certo diante do temperamento pessoal de Bolsonaro é verdade: o presidente tem que ponderar e não dar o devido valor a coisa tão ridícula. Todo mundo sabe, que o carnaval sempre assumiu uma postura perante a sociedade a bem da verdade, sempre foi um elo de sustentação da economia na época carreando sobremodo recurso interior em especial para o Rio de Janeiro como aposte turístico internacional. Por outro lado também sabemos que a promoção deste vento através de escolas de samba e blocos carnavalescos tem segmento maior às organizações criminosas, este é fato. Dentro de uma oposição implacável que a rede globo faz ao atual governo que esta taxa que mesmo no limiar de um governo é julgada todos os malefícios da nação. Hipocrisia e safadeza têm como religião desse grupo interesseiro que vem desde sua expansão quando da decadência dos diários associados. O pior dentro de seus interesses endeusa a pornografia e condena o atual governo! Sabe-se, porém se estima por certo atalho em disfarçar apoio ao ex-presidente Lula, tido como santo e canonizado em vida até por segmentos religiosos. Por trás de tudo isso e desde que chegou ao poder, em 2003, o PT deixou de ser um partido para se transformar em uma seita que adora um único santo, certo Luiz Inácio Lula da Silva. Não é uma constatação nova nem apenas minha. Mas o depoimento do ex-ministro e eterno petista Antônio Palocci e as reações do petismo a ele tornaram ainda mais explícitos o espírito de seita. O que Palocci vem dizendo indica que o partido, de ideais originais tão transformadores, adaptou-se a tudo o que sempre combateu. Palocci, peça central nos governos Lula e Dilma, não pode ser acusado de perseguir seu partido e companheiros. Não dá para o lulismo aceitar que seu sumo sacerdote não seja santo. Fazê-lo destruiria os pilares em que se sustenta a seita. Guardadas as imensas diferenças, a reação às denúncias contra Lula lembra a proclamação de Jim Jones, da seita “Templo do Povo”, que se suicidou e levou ao suicídio mais de 900 pessoas. Proclamava que agências de inteligência conspiravam contra o Templo e avisava que iriam “atirar em alguns dos nossos bebês inocentes” e “torturar nossos filhos, torturar alguns dos nossos membros, torturar nossos idosos”. É o que diz Lula agora e repetem seus seguidores, a respeito da Lava Jato. Só não prega o próprio suicídio ou de seus seguidores porque a seita não quer o céu, quer mesmo os bens terrenais advindos dos negócios devidamente apontados primeiro pela Odebrecht e por Palocci. Nem chega a ser novidade: a promiscuidade de Lula com as empreiteiras, não apenas com a Odebrecht é notória faz algum tempo. Vê-se que o profeta Lula não é bom em profecias. Segundo a sua palavra alia, não tem nenhum sentido que cause efeito para a sociedade, exceto o seu bando aliado: - “Palocci é meu amigo, uma das maiores inteligências politicas do país”. Ele tá trancafiado, mas não tenho nenhuma preocupação com delação dele pontuou-. Quando uma das maiores inteligências políticas do país abandona a seita e confessa os pecados que testemunhou, é hora de procurar outro santo. Ou, de preferência, voltar a ser um partido político com propostas e não com “bravatas”, como o próprio Lula, quando presidente, definiu as ideias que o partido proclamava antes de chegar ao poder federal. Daí é tempo de mudar a retórica, principalmente a imprensa paulista que unanimemente “fabrica falsas notícias” - (Globo; Jovem e outras bem similares neste aspecto) falsas pesquisas que sendo como o eleitor de Bolsonaro está arrependido por não priorizar as redes de televisão, rádios, jornais e revistas, em sua maioria (são anarquistas, desordeiras, esquerdistas, imorais, e transexuais, em sua maioria, condenam o presidente e santificam a orgia, a decadência moral, intelectual, comprometidos com os grupos corruptos sujeitos a interação na roubalheira) neste aspecto a sociedade avalia improcedente as lorotas e os “bodejados” naturais de quem procedem.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 7 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 7 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
SINAL DE PRONTIDÃO

Nobres:
Diante da premissa que as quatro operações da aritmética somam e multiplicam, subtraem e dividem. Subtrair ganha destaque no tipo dos Delitos Contra o Patrimônio. Enquanto somar e, sobretudo dividir ganha destaque. Os efeitos “ínfimos” e aparentemente sintéticos foram atingidos por uma mídia poderosa dos inconformados, esquerdistas safados que contemplam a “justificação” do sexo travestido, da violência praticadas por marginais, desde delitos comuns aos mais graves que são tachados de “rapazes” até por membros da Justiça! Que heresia! Ou até os que guardam no íntimo de suas contradições! Uma dessa excrescência imoral em que a sociedade se perplexa é o uso indiscriminado da maconha por usuários/viciados em alguns países, “como amostragem” o vizinho Uruguai onde a liberação desenfreada aumentou a violência, principalmente homicídios, conforme as estatísticas pertinentes. Sempre se projetou pelo anarquismo socialista. Da ideologia do castrismo, do chavismo e do lulismo e se conectaram a legião fanática do anarquismo. Como a desordem gerou padrão desta gente? O Brasil se torna uma “ilha” cercada por todos os lados, onde o acesso no momento é dificuldade para o intectualismo interesseiro o “poder central” que são travestidos de ideais esquerdistas. A ameaça permanente desta gente equaciona para o alerta a quem de direito para esta grave questão.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 6 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 6 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
A POTENCIALI
DADE DOS CORRUPTOS

Nobres:
O Brasil apanhou mais um contratempo em avaliações internacionais com a publicação, pela Transparência Internacional um movimento global que acompanha a evolução da corrupção mundial, do Índice de Percepção da Corrupção (IPC), o principal indicador do mundo relativo a malfeitos perpetrados no setor público. O país teve a pior colocação nos últimos sete anos, passando a ocupar a 105ª posição (35 pontos num total de 100) entre 180 nações avaliadas. Os resultados em alusão nos faz envergonhar pelo altíssimo grau de corrupção promovida pelo Brasil de forma especial pelo poder legislativo o pulsou em espécie, deste em todas as escalas de governo (União, Estados e Municípios) a Lava-Jato sozinha não será capaz de reduzir os índices, mesmo a considerando de vital importância para romper a impunidade histórica no Brasil, “principalmente de réus poderosos”. A Transparência entende que o baixo desempenho brasileiro se deu por causa da inércia do último governo e do Congresso em fazer avançar políticas públicas e reformas anticorrupção, mesmo sendo uma das prioridades da população, como atestam pesquisas de opinião. Apesar das ressalvas, o organismo avalia que o Brasil está tendo uma oportunidade única para apertar o cerco aos agentes públicos corrupto. Brandão lembrou que, no ano passado, a sociedade se mobilizou com o apoio da Transparência Internacional Brasil e da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e desenvolveu o maior pacote de reformas anticorrupção do mundo. Ele contém 70 projetos de lei, propostas de emenda à Constituição e resoluções administrativas para atacar as raízes do problema. As organizações sociais apostam na criação de uma frente parlamentar para que a proposta, denominada Novas Medidas contra a Corrupção, não seja engavetada. Se depender do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, a iniciativa terá o apoio do governo federal. O ex-juiz que comandou a Lava-Jato crê que a percepção mundial sobre a corrupção no país poderá mudar, se o parlamento aprovar alterações em dispositivos legais de combate a esse tipo de crime. Moro disse que o governo precisa liderar o processo de mudança da legislação enviado ao Congresso projeto de lei anticrime, com foco em ações contra a corrupção, crime organizado e crime violento. São justamente atitudes como essa que a sociedade espera de seus governantes, para a adoção de práticas eficazes no combate a um mal que corrói as estruturas sociais. E que seus representantes na Câmara dos Deputados e no Senado não se furtem à responsabilidade de aprovar medidas há muito reclamadas por todos. De princípio a reação foi esperada por parlamentares que ostenta o poder corrupto e ri da imbecilidade do povo o condutor como massa de manobra os sindicatos que tinham os privilégios de manobrar seus filiados. Reiteramos é o povão imbecil que ainda não sabe o teor do projeto: pobres brasileiros num país manobrado por bandos de toda espécie. A Transparência, eles querem mesmo ocultar, roubar a vontade sendo que o país é o centro maior do universo da gatunagem, do menor ao maior daqueles que participam do bolo. Foi à falta de reformas legais e institucionais que sempre impediram o avanço do combate à corrupção, irracionais! Mesmo colocando em “ ordem do dia” essas reformas irão demonstrar, de forma cabal, que o país está comprometido com a eliminação das causas estruturais do grave problema. Em sua maioria os povões, ladrões institucionais do Estado brasileiro não, reconhecem que o mau desempenho do Brasil no ranking do Índice de Percepção da Corrupção (IPC), o principal indicador do mundo relativo a malfeitos perpetrados no setor público e não significa que o que foi feito nos últimos anos, principalmente no âmbito da Operação Lava-Jato, não tenha surtido os efeitos desejados. Na avaliação do organismo, a prisão de políticos e empresários de peso é a prova que o Brasil está sendo feito algo de efetivo.
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Em tempo:
Protestos contra Bolsonaro: É evidencia de que uma escola de samba, blocos, infectados por criminosos, homicidas por criminosos, homicidas e alguns praticaram as maiores atrocidades da humanidade. Os palhaços que nesta época mostra sua ausência de caráter destes vermes travestidos de “seres humanos” para sociedade ética, não é preocupação. A repercussão “construída” pela Rede Globo compactua com outras redes aliada a marginal de toda espécie e sem distinção de classes, inclusa ainda a intelectualidade corrupta de “ideologia interesseira”, e segmentos alguns doutores maus intencionados. Mamou; grunhiu! É natural no tempo de se afirmar a moral.
Antônio Scarcela Jorge.