domingo, 23 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 23 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
MUDANÇA QUE NUNCA SERÁ DEMUDADA.

Nobres:
No país que a sociedade que tanto almeja transformações, claro que jamais irá modificar dado ao imperativo corrupto encastelado no Congresso Nacional. Seria permitir o próprio suicídio do corrupto. Neste caso o emaranhado de incoerência que é exercido no país onde a legislação eleitoral se forma “a essência” como, por padrão: só votar em membros do Partido não é uma disfarçada intenção de burlar este princípio, uma vez que o povo não delega aos Partidos, e sim, aos eleitos sua representação. Se a forma  de eleição não está de acordo com a vontade do povo, o que se deve fazer é estudar a melhor maneira para o povo expressar a sua vontade, e, não, somente através dos Partidos políticos. No surrealismo que se processa a vontade popular deveria ser feita uma consulta popular sobre a maneira de eleição dos seus representantes, com as três formas de eleição numa possível reforma: Voto proporcional, voto distrital e voto distrital misto. O povo decidindo qual seria a forma que lhe fosse mais legítima e os seus representantes teriam que ter o referendo popular; aí, sim, começaríamos a fazer a nossa Reforma Política, caso contrário, nenhuma reforma estará legitimada pelo povo, através do pleno exercício do poder pelo povo, segundo a Constituição em vigência no país que na prática exerce a desfaçatez dos agentes corruptos.
Antônio Scarcela Jorge

sábado, 22 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 22 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DESAFIOS DA DEMOCRACIA BRASILEIRA.

Nobres:
Há um intenso mal-estar nas diferentes democracias pelo mundo. Isso advém de um profundo descompasso, sendo eufemístico, na relação entre representados e representantes, gerando assim uma grave crise de representatividade. Perceber essa questão como algo individual a cada país é ter a atenção desviada do essencial o que está em crise pelo globo é a própria democracia, pelo menos como a praticamos atualmente. Superar esse mal-estar é perfeitamente possível. Para ir nessa direção, por mais inusitado que possa soar, é preciso aprender com o teatro. A democracia é uma idéia no mínimo radical, e ainda bem que ela assim é. Pensar que cada indivíduo tem o direito de opinar sobre os seus destinos políticos, independentemente de sua religião, cor, gênero, posses, posição social e assim por diante é um grande alento considerando a gestão da política em termos históricos. Porém, ao longo do tempo, a democracia parlamentar, que é como em geral a democracia é exercida pelo mundo, foi deixando alargar a distância entre representantes e representados. Contudo, é preciso que os cidadãos deixem de ser tratados como meros espectadores do processo democrático e que a interação vá para além do vaiar e aplaudir. O caminho é democratizar a democracia abrindo-se mais espaços para que os cidadãos, enquanto indivíduos, possam diretamente decidir questões ligadas às suas vidas. No passado, a dificuldade para ter várias pessoas em um único local debatendo era enorme. Contudo, hoje há tecnologia disponível para que milhões reúnam-se, discutam e votem sobre temas dos seus interesses. É preciso caminhar para uma democracia de maior intensidade. Mais abertura à participação cidadã certamente resultaria em uma alocação e execução de recursos mais condizente com as necessidades e anseios da população. Aqui no Brasil o exercício da democracia, um misto de governo presidencialista parlamentarista é sumular diante de outros países no exercício do parlamento em que o Executivo depende das ações exclusivas do Congresso Nacional, entretanto, o Chefe de Estado e de Governo é de plena atribuição do Presidente da República, onde vive em constante crise de instabilidade junto aos mais escusos interesses de parlamentarismo. Aí que teremos encontrar uma saída e instar o contrário de outros regimes políticos, crises na democracia superam-se somente com mais democracia ao oposto do que muitos asseguram.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PROTEÇÃO AO COMPANHEIRO.

Nobres:
Pilhérico: uma das pérolas tiradas de político semi-analfabeto na região ao “(filosofar – também como dádiva ‘angariou’ sabedoria)” ao dizer que a cultura da República dos Estados Unidos por seus governos adotam a seriedade e a responsabilidade de cidadania, bem diferente da predominância da cultura neste Brasil que é brincadeira e irresponsabilidade. Baseado neste conceito, é que o atual governo, “embargou uma decisão anterior do governo ao conceder ao regime tirano de Fidel Castro, (que o diabo lhe proteja) e fisicamente de seu irmão Raul reatar relações diplomáticas a Cuba, interrompida quando a ilha maldita tornou um satélite da Confederação Soviética. Neste contexto quem esteve radiante de alegria foi o corrupto Lula, simpatizante fiel do idealismo marxista, que sempre m suas normas internacionais sempre anarquistas, qual o corrupto e que sustentou recursos à custa dos imbecís companheiros e de todo povo brasileiro para sustentar um regime deficitário. Neste país tudo pode acontecer por ação do PT, o dia se transformaria em noite, devido os milagres políticos (roubos) do ora santificado por uma parcela irracional do povo brasileiro. Única e exclusivamente a impedir que Lula voltasse ao Planalto, outro farsante da “quadrilha” que seria apenas mais uma tentativa de fazer de Lula um “intocável”, alguém que está acima da lei. Em resumo, trata-se de proteger Lula, assim como tentou fazer Dilma Rousseff no episódio em que ela nomeou seu antecessor ministro-chefe da Casa Civil, posição que lhe garantiria foro privilegiado. Agora, não se trataria de uma blindagem formal, como a concedida por um cargo de ministro, mas de uma proteção informal, da opinião pública se voltaria contra as operações Lava Jato, Zelotes e Janus por estarem condenando alguém que manifestou a intenção de se tornar presidente. É surreal que alguém imagine que o curso normal de uma investigação e julgamento na esfera criminal sejam alterados pelo simples fato de o investigado ou réu manifestar a intenção de se lançar candidato ao Planalto em 2018. Como se os processos devessem parar graças a um anúncio de pré-candidatura, ou como se o fato de um pré-candidato for condenado tivesse necessariamente ligação com o panorama eleitoral, e não com os atos cometidos por ele. Esta é apenas mais uma tentativa de fazer de Lula um “intocável”, alguém que está acima da lei e não pode ser tratado como os demais brasileiros. O próprio ex-presidente já manifestou essa idéia em várias ocasiões não com essas palavras, obviamente, mas deixando a entender que nenhuma das medidas judiciais tomadas contra ele ou membros de sua família tem qualquer justificativa e que, se a “alma mais honesta deste país” está sendo levada à Justiça, prova, aliás, de que o choro não tem servido para livrar o ex-presidente, só pode haver intenções mesquinhas da parte dos que o acusam, motivações que nada têm a ver com o objeto das ações penais. Ela pode servir para a militância, que já nem prestigia Lula como antigamente a vaquinha para ajudar a pagar a defesa do ex-presidente atingiu pouco mais da metade da meta. Mas certamente não convence a população, que em outubro derrubou o PT e, em São Bernardo do Campo, impôs uma derrota pessoal a Lula negando a um de seus filhos a reeleição como vereador. Em 2018, se Lula chegar até lá, não deverá ser diferente. Esse é o atual estado das coisas dos aliados de Lula, um bom disfarce é o Presidente Michel Temer o companheiro de chapa das duas últimas eleições presidenciais. Não precisa pressagiar o que na época será concreto.

Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 20 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
VEM DO BERÇO.

Nobres:
O recurso à violência como uma forma torta de expressão política não é exclusividade da esquerda é questão de educação advinda desde nascimento à formação familiar é conseqüência do desajuste do anarquismo de origem e não importa a posição social e econômica dessas pessoas que se urge para os fins. O largo desta questão se ‘programa’ um fenômeno que no Brasil tem se concentrado majoritariamente nesse lado do espectro político. Diferentemente de vários países europeus, por exemplo, onde simpatizantes do discurso xenófobo da extrema direita também apelam regularmente à violência, no Brasil o mais comum é ver esse tipo de ação nos simpatizantes de uma versão extremista de socialismo. A violência e a manipulação da verdade também eram o pano de fundo que levou as senadoras Fátima Bezerra (PT-RN), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) a tomarem a mesa diretora do Senado na última terça-feira (11). Elas queriam impedir a votação da reforma trabalhista. Apesar de não entramos no mérito desta questão, seria nada por nada o importante nessa imundice é ‘bagunçar’. Sem votos em plenário para que não houvesse o que elas diziam se tratar do “desmonte” dos direitos dos trabalhadores, elas preferiram impedir o curso da votação seguindo a promessa feita por Gleisi de partir para a radicalização. Outra característica do extremismo é a vontade de calar os outros. Foi o que levou delegados do PT a atacarem a colunista Miriam Leitão em um vôo, chamando-a de terrorista. Como se ela fosse uma inimiga do partido e não alguém com o direito constitucional de se expressar. Por fim, é comum a essas manifestações o discurso anticapitalista e de perseguição pelas “elites”, que sempre fez parte da vida da esquerda brasileira. O que chama a atenção é o fato de ele ainda ser o combustível para manifestações que extrapolam os limites, trinta anos depois da volta da democracia. A postura das senadoras que tomaram conta da mesa diretora do Senado merece especial análise por ter atacado diretamente o funcionamento de um dos poderes do Estado. Se fizéssemos uma gradação das manifestações violentas das últimas semanas, esta estaria no grau máximo: em vez de preservarem a instituição que representam, as senadoras usaram um estratagema típico do totalitarismo e fecharam o Senado por algumas horas. As senadoras ultrapassaram seus limites institucionais e posaram como heroínas, demonstrando seu desprezo pelo estado democrático de direito. Seu ato precisa ser punido exemplarmente pela Comissão de Ética do Senado. Uma parte da explicação para a violência nas manifestações de parte da esquerda está na crença de que o próprio sistema democrático é uma conspiração que coloca o “capital” no controle para espoliar o “trabalho”. Decorre disso a crítica sem sentido a qualquer demonstração a dificuldade em aceitarem o poder das instituições para punir os desmandos de quem os representa. Não é por acaso que ainda prosperam as idéias de que houve golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff e de que o ex-presidente e o maior corrupto da história deste país, Lula é perseguido pelo juiz Sergio Moro. Para complementar a explicação, é preciso levar em conta que a agenda dessa ala agressiva da esquerda não é flexível, como se espera no debate democrático. Ela é uma visão fixa da realidade, segundo a qual vale o “tudo ou nada” na busca de uma igualdade idealizada. Isso leva ao raciocínio de que, sem apoio popular, é preciso mesmo partir para a ação. O convencimento é, enfim, substituído pela violência. Não é vontade da maioria dos brasileiros viver em um país fechado ao empreendedorismo, à iniciativa privada, e que pune a geração de riqueza da maioria em nome da manutenção de privilégios ou de um projeto de poder. Sabemos que a sociedade está convicta em separar os radicais e anarquistas as mesmas ou renovadas figuras do corrupto Lula & companheiros, camaradas que por ação de facções criminosas, há mais de um século tumultuam a América latina, mas, o Brasil terá de continuar acreditando nas instituições democráticas, no valor das liberdades em suas várias manifestações e no combate à corrupção. Qualquer desvio abrirá a porta para o que há de pior na política: o totalitarismo e a censura onde os anarquistas a exemplo dessa senadora discorrem o contrário, em que apregoam “os santíssimos Lula, Chaves e os Castros; - como não poderia deixar de ser-”
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 19 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DESASTRADOS POLÍTICOS.

Nobres:
O que pode esperar do nosso Brasil onde a cambada de corruptos é um imperativo dominante da política brasileira que deveria ter vergonha na cara, ou nunca tiveram mesmo vergonha e se posicionam como delinqüentes de toda espécie. Das inúmeras razões concernentes a lista de deputados, senadores, governadores, ex-presidentes e ministros investigados pela Operação Lava-Jato, com base em delação de ex-dirigentes e ex-diretores da Odebrecht e OAS. A relação indica que a crise política se arrastará por muito tempo. Em virtude das ladroagens  promovidas por essas raposas nojentas ficamos numa contradição, infelizmente o país não pode paralisar. Mesmo sendo o Brasil tradicionalmente formatado desde seu descobrimento em busca mentirosa do caminho das índias até o corrupto maior da história do país, o indefectível Lula. teremos que absorver o País desta causa e uma das razões no Congresso Nacional, estão as reformas, como a da Previdência e a trabalhista, e outros projetos entendidos como essenciais ao reequilíbrio fiscal, sem os quais o Brasil seguirá patinando na profunda recessão econômica em que se encontra. A crise, que se arrasta desde 2014, acumula prejuízos incalculáveis, entre eles o desemprego de 13,5 milhões de pessoas, a retração nos investimentos por empresários nacionais e estrangeiros e outros danos em todos os setores sob responsabilidade do Estado. As denúncias que afetam as autoridades têm que ser colocadas na conta dos problemas pessoais de cada um dos envolvidos. Aqueles que não se sentem capazes de compatibilizar a elaboração da própria defesa com o cumprimento de suas funções devem se afastar do cargo que exercem. Inconcebível é negligenciar seus deveres em razão dos erros pelos quais são investigados. Embora arranhe a imagem do país, a Lava-Jato tem a virtude de romper com esquemas nocivos às estruturas do Estado. Há muito, o Brasil precisava quebrar um círculo vicioso (dominado pela corrupção e por atores que se locupletam) de desvios do dinheiro público para nutrir oligarquias, proteger apadrinhados e garantir enriquecimento pessoal. Nos últimos três anos de investigações das forças-tarefa em curso, máscaras caíram e a sociedade passou a ter clareza das razões da falência dos serviços públicos. Infelizmente compete ao Congresso dar continuidade à apreciação e votação de projetos necessários à saída do país da profunda crise em que está mergulhado. O momento não permite procrastinações e negociatas embora sejamos incrédulos. É o único “jeitinho” que se tem em busca da singeleza.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 18 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 18 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DESPREZAR A CONSTITUIÇÃO

Nobres:
A apatia de nossa gente no verso das questões de ordem institucional torna-se causativas do surgimento de “lideranças populistas” e por ascensão ao poder os fazem proprietários de suas ações sem observar preceitos do maior entidade legal do país, A CONSTITUIÇÃO. - O exemplo mais gritante é se o Presidente (seja quem for ao exercício do cargo) se contravém: Os malfazejos, ou os bons exemplos no ponto de vista subjuntivo e que segmentos que ainda regulam pelo imperativo da ética, estão atentos para os desmandos visíveis em todos os sentidos, onde existe suborno a pessoas inconscientes, bajuladoras e usurpadoras da verdade dos fatos, onde expressões de qualquer ordem, estão sendo levadas ao público, apoiadas por fração da imprensa entranhada por alguém que entende superficialmente do labor profissional, conseqüentemente não sabem da importância e a magnitude que deveriam ostentar. A estirpe de esses fatos darem na plenitude maior, como por exemplo, ações dos ex-presidentes Lula e Dilma que “clonou” as políticas antidemocráticas de medíocres presidentes de alguns países do nosso continente e de terceiro mundo, que seguiram a norma insana e fanática do ideologizo anárquico, e corrupto, onde os defendem até a eternidade. O imperativo parte em todos os poderes constituídos, Congresso e STF em sua maioria, que nos transparece, “atender pelo corporativismo” numa invariável ação descabida, fazendo que a atual geração, genericamente corrupta não sinta saudade por um legado deprimente e desconcertante onde se inclui na nefasta figura de Michel Temer que ainda está Presidente da Republica, abrindo um leque assustador de desmandos onde a Constituição é rasgada ao pleno interesse de seu bando que ‘acastela’ o poder, enquanto, não estão presos. Por razões explícitas a de se proclamar que o país está sem norte no sentido de abater questões de toda ordem no sentido vasto da legalidade.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 17 DE JULHO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge.
O ELEITOR DIRECIONA A POLÍTICA.

Nobres:
Estamos numa situação em que o eleitor vive uma situação contraditória entre dois aspectos: O eleitor ético que convive com a cultura mais eletiva situado em sua maioria nos grandes centros do país, especialmente nas regiões sul/sudeste e, da maioria do eleitorado do nordeste, que ostenta o “desvaler” de seu voto e entende que o voto é vendável a qualquer preço antes e até na hora de votar. Para estes não importam vê o cenário do cotidiano está acostumado pela irracionalidade que sempre projetou. As reformas que serão projetadas pelo Congresso Nacional, onde o poder executivo atual predomina interativamente e de forte interesse corporativista e corrupto seria para pior. A outra parte prever que as eleições do próximo ano serão diferenciadas, não pelas novas regras limitadoras, desde o tipo de financiamento de campanha até a redução do tempo de exposição em certas normas que virão. Por outro lado, o pleito vindouro de 2018 estará diretamente afetado pela Operação Lava-Jato e ainda mais pela crise financeira, a sensação é de que ele representa o início de um amplo e necessário processo de depuração do que realmente é política de interesse público e o que é politicagem. Mas, se por um lado o eleitor se mostra menos disposto ao engodo eleitoral, por outro vê aumentar a sua responsabilidade enquanto agente da transformação necessária. Não há mais lugar para a ingenuidade ou para o desinteresse pela política. O descrédito com a classe política mostra que estava correta aqueles que diziam que o voto tem conseqüência e que o destino dos homens e mulheres que não se interessam pela política é serem comandados por pessoas de índole duvidosa, que se aproveitam da política para o alcance de objetivos nada republicanos. O ponto de partida de um novo momento passa, inexoravelmente, pelo interesse pela vida pregressa dos candidatos, seja como cidadão ou político e mais, pelo conhecimento das cartilhas doutrinárias dos partidos que eles representam. Mas, acima de tudo, o eleitor deve certificar-se de que o pretendente ao seu voto está realmente comprometido com aquilo que tem importância social. E praticar a tolerância zero para com aqueles que, no passado, prometeram e não honraram o compromisso. Se governar é eleger prioridades, propuser medidas estruturantes em áreas vitais para a qualidade de vida da população, como educação, saúde e segurança, são imprescindíveis e que até agora não passam do discurso metódico e costumeiro desses fétidos políticos. Por isso, não dá para criar expectativas com candidatos que pulverizam propostas sem um norte definido. Muito menos com aqueles que escondem ou disfarçam suas reais intenções. Afinal, honestidade, transparência e competência são pré-requisitos basilares para quem se propõe realizar um mandato ou uma gestão realista, objetiva e bem-intencionada.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 16 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 16 DE JULHO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O GRAVE MOMENTO POLÍTICO.

Nobres:
O Brasil reside, nestes dias, talvez o seu pior momento no que concerne à paz e à harmonia social. Ideologias à parte é nítida a falta de governabilidade de Temer que neste seu mandato não encontrasse ambiente favorável às iniciativas asseguradas. Começa pelo desatino de escamotear da nossa gente o bisonho cenário econômico em que se encontra o país apesar de divulgar pelo seu governo um progresso econômico que a sociedade nunca viu. Foi ilógica em pintar de azul o que já se lhe mostra avermelhado. A crise política é indutora de instabilidade econômica. Uma e outra se situam em vasos comunicantes, alimentando e se alimentando mutuamente dos maus momentos. Ficamos pasmos com a paralisação do Governo, preso nas amarras da política, sem encontrar saída para trilhar o caminho da gestão. Um país enlameado pela corrupção, pelo desemprego, por índices econômicos, todos, desfavoráveis, do PIB à inflação real vivida pelo povo, responsáveis pelas malsinadas carestia, fome e desassossego presente por segmentos miseráveis. Aos olhos do mundo, em descrédito. Os institutos controladores da segurança econômica, fundamentais aos investidores, desabonando o Brasil, deixando-nos na descida de um plano inclinado, como se estivéssemos despencando ladeira abaixo. Os noticiários, a cada dia, mostram a indesejada corrupção, e, paralela e conseqüentemente, os manipulados índices econômico-sociais. Os seguidores e camaradas, de Temer (o país treme mesmo ao vê-lo constantemente) tanto faz PMDB e PT tudo ruim é a mesma coisa nesta semana deram uma demonstração de desonestidade com a prisão de seu pupilo Gidel Vieira Lima e as denúncias formuladas contra ele em que seus advogados não admitem que o seu desgoverno está na UTI e, responderam com ironia e desespero aos jornalistas! Entretanto não está na “UTI” é verdade numa forma mais explícita é a formalização do crime que o ronda. Por este mesmo lado o ex-presidente Lula transformou-se no maior corrupto do país, não se trata de gostar ou não gostar dele, aliar, como é que podemos aceitar um elemento que sua péssima índole foi apresentada para sociedade que não acredita em mentiras, molecagem e roubalheira, espelha o decesso do Brasil, até então considerado um país de economia emergente. E parece que, num efeito “dominó”, o nosso chão vai faltando, não somente pelo que aqui expusemos, mas também por fatores supervenientes e inopinados, inimagináveis, que começaram a nos rodear. Entre outros fatos deprimentes para o negativismo do País. E o pior apareceu no cenário político em evidência o Presidente Michel Temer em que o Senhor Ciro Gomes, intempestivo e temperamental, em momentos de rara lucidez; disse: - “O Brasil não sabe quem é Temer é o maior cientista corrupto do Brasil e, profetizou em outras palavras; se tiver chance; um dia o povo saberá quem ele (Temer) é” com o apoio incisivo do Senado e o segmento da cúpula da Câmara dos Deputados, que se alinha ao atual governo por defendê-lo e ao mesmo tempo instar os seus interesses e guardar a culpa no cartório, apóiam ocasionalmente as reformas como pretexto de salvar o país, ou melhor, para salvar-se e, por ser uma minoria de poder de mando no congresso, está menos parlamentar e mais para lamentar. Parece ser impossível esse desacerto que tomou conta do Brasil e que a presente geração tome conta e venha abater essa imoralidade bem autenticada pela desmoralização deste desgoverno.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 15 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 15 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
RESPONSABILIDADE GOVERNO.

Nobres:
Estabelecendo conceito de nomear é privativo do Presidente da República e uma nomeação não se faz sem grandes sacrifícios, até mesmo porque existe muita gente “ruim” que cerca o está presidente Michel Temer. Os que estão implicados nas delações premiadas são os que fazem tudo para permanecer no governo com rarísmas exceções enquanto não condenados, isto é uma organização criminosa que está sucumbindo. O Presidente Michel Temer teve a maior chance e colocou tudo fora em nome da corrupção. Poucas vezes alguém teve com tamanha condição de reverter uma situação de impopularidade com tão pouca atuação. O problema é saber com que pressões e com que jogo de interesses o Presidente está se defrontando. O Governo deixou de lado a sociedade para fins exclusivos de atender a sua base parlamentar no sentido de aprovar as medidas que estão tramitando no Congresso Nacional. Deputados e Senadores sabem que não podem se der ao luxo de ir contra alguém que possui aprovação popular, porque isto significa perder votos. Mas, é muito difícil imaginar que um governo, que até agora se mostrou fraco, aliado aos corruptos e inconsistentes, e enfrentando pressões, até mesmo pode estar implicada na Operação Lava Jato e nos seus desdobramentos. Finalmente, é preciso que se considere que seria extremamente positivo que o frágil governo acompanhado de seus aliados e inseparáveis corruptos ainda encastelados neste governo.

Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 15 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O OUTRO LADO DO LULISMO

Nobres:
Caiu por terra a infâmia do ex-presidente Lula, que a todo custo procurou enganar a população apresentando fatos incabíveis para racionalidade dos brasileiros. Reiteramos as nossas observações de cunho imparcial uma norma do caráter ético para se instar. Sobre a primeira sentença judicial das inúmeras ações respondidas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desnudou com provas cabais um ato de corrupção e lavagem de dinheiro por ele cometido. Em pouco mais de 200 páginas, o juiz Sergio Moro refutou o questionamento que a defesa do ex-presidente fazia sobre o julgamento, descartou seus álibis apresentados à Justiça e o condenou a nove anos e meio de prisão. Olhando-se o conjunto de fatos trazidos na sentença no contexto do que já veio à tona na Operação Lava Jato fica cada dia mais claro que Lula era de fato o líder de uma organização criminosa. Embora esse não fosse o objeto dessa ação, fica patente que o ex-presidente tinha uma posição de liderança diante de outros membros de seu partido e diretores da Petrobras que orquestraram o desvio de recursos da estatal. A sentença está calcada em provas documentais e depoimentos que permitiram à Justiça reconstituir de forma detalhada e inquestionável a narrativa da prática criminosa cometida por Lula. Era ele quem mantinha nomeada de políticos que faziam a intermediação do pagamento de propina entre empresas e partidos políticos. E ele depois se beneficiou do dinheiro desviado. O delito pelo qual Lula foi condenado ocorreu na Petrobras e a propina foi paga pela empreiteira OAS. Ela fazia parte de um cartel de construtoras que pagava para conseguir contratos com a estatal. O dinheiro era repartido entre executivos, os partidos – entre eles o PT e membros das cúpulas partidárias. Parte do dinheiro ia para uma “conta” do PT, da qual foram abatidos R$ 2,2 milhões referentes à transferência e reforma de um triplex no Guarujá para o ex-presidente Lula. As provas são robustas. Documentos apreendidos na casa de Lula, na cooperativa que iniciou as obras (a Bancoop) e na empresa que a sucedeu, a OAS Empreendimentos, mostram que o triplex estava “reservado” ao ex-presidente. Depois que o Condomínio Solaris ficou pronto, o triplex foi reformado a pedido do ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro. Mensagens encontradas nos celulares dos envolvidos na obra demonstram que ela foi planejada para atender aos desejos de Lula e de sua falecida esposa, Marisa Letícia. Os depoimentos de ex-executivos da empreiteira confirmaram como o apartamento e as reformas foram pagas: com o uso da propina reservada ao PT. Durante o andamento do processo contra Lula, houve muitos questionamentos sobre a politização do julgamento e a competência do juiz Sergio Moro para julgar Lula. Eram apenas parte da estratégia da defesa e, como a substância da sentença demonstra também o receio da condenação iminente. A existência do esquema de corrupção na Petrobras já foi fartamente documentada, gerando inclusive dezenas de condenações. A sentença sobre o triplex adiciona à trama da Operação Lava Jato a punição do responsável pelas indicações políticas que mantiveram o esquema de desvio de dinheiro funcionando por uma década. O fato de Lula ter negociado vantagens para si comprova que o Petrolão não foi uma ação isolada de diretores e funcionários corruptos, mas um esquema de financiamento de um projeto político. Apesar da existência de provas incontestáveis para a condenação, muita gente ainda vai questionar a decisão da Justiça. Lula foi um presidente popular e sua gestão não foi desprovido de mérito que se somam ao seu papel de liderança para uma parcela significativa da população. Já passa da hora, no entanto, de Lula ser visto como é realmente: um político que usou sua função pública para desviar dinheiro e se beneficiar da corrupção. Isso deveria ser suficiente para afastá-lo para sempre da vida pública e para ser rejeitado pelo eleitorado. Lula responde a mais três ações, com grandes chances de condenação. A Justiça ainda poderá acolher uma quinta ação, a respeito de um sítio em Atibaia, que também seria fruto da corrupção. É certo que o ex-presidente ainda tem o direito de recorrer e tentar provar sua inocência. Mas a cada fase processual, em cada uma das ações, sua figura fica menos defensável. É uma realidade e só não cabe entre os adeptos do Lula.

Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 14 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PREVALECE A HIPOCRISIA

Nobres:
Vamos discorrer grandes conquistas no campo desportivo com exaltação, mas, sempre presente as ‘Ganges’ que se deliciam pelo brilho dos brasileiros. A história do Brasil conta que este país sempre foi o refúgio de para os criminosos internacionais que sempre aportaram aqui, lembram-se do assaltante do trem pagador da Inglaterra e ao adentrar aqui, foi transformado em herói nacional com o apoio das mais altas autoridades do Brasil. Este caso é entre centenas. Entretanto o Brasil não é sério, onde tanto “filosofou o General Charles De Gaulle”. Diante desta razão,   são criminosos encarcerados nos países onde a justiça é de fato nomináveis, diferente do Brasil onde se transforma eternamente no paraíso Brasil da impunidade e os aqui “cognominados de grandes deuses da política” sempre encastelados no poder e, sobre as bênçãos de elementos dos Três Poderes da República, incluso alguns membros do STF onde se destaca em termos negativos a figura infecta de Gilmar Mendes, onde toda sociedade ética sempre foi sabedora de seus atos. “Em espécie” o título de pentacampeão mundial de futebol masculino tem-se como orgulho desta nação brasileira, mas que regra a contradição deste país, cuja conquista após anos 70 (as duas ultimas conquistas (treta e penta) sob a égide do modernismo da FIFA, entidade que se iniciou a “fraude programática” a corrupção cuja prioridade da Copa do Mundo não foi o “embate no campo do jogo” e sim promover a lavagem de dinheiro e os depósitos em paraísos internacionais. Tanto é verdade que alguns de seus dirigentes e destas células estão implicados em máfias internacionais, que para não fugir a regra, existem brasileiros presos, que não foram encarcerados no país da impunidade o Brasil. Ainda sobre o Brasil é lógico em que as leis funcionam mal no país inteiro. As causas desta surpreendente realidade são muitas. Mas há uma, a principal delas, que reflete talvez o maior desafio da raça humana: a recusa das elites em admitir que a lei deva ser para todos: aos miseráveis, a justiça; aos poderosos, a morosidade do Poder Judiciário. Quando a hipocrisia ceder lugar à igualdade, o ambiente no mundo das leis será mais sereno, os processos mais simples e o Judiciário mais rápido, assim haverá de fato a isonomia das leis o passo fundamental para se ‘estabelecer’ no Brasil.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 13 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ESSÊNCIA DA DEMOCRACIA.

Nobres:
Ao contrário de outros regimes políticos, crises na democracia superam-se somente com mais democracia ao oposto do que muitos afirmam. Isso advém de um profundo descompasso, sendo eufemístico, na relação entre representados e representantes, gerando assim uma grave crise de representatividade. Perceber essa questão como algo individual a cada país é ter a atenção desviada do essencial o que está em crise pelo globo é a própria democracia, pelo menos como que praticamos atualmente. Superar esse mal-estar é perfeitamente possível. A democracia é uma idéia no mínimo radical e discorrer que cada indivíduo tem o direito de opinar sobre os seus destinos políticos, independentemente de sua religião, cor, gênero, posses, posição social e assim por diante é um grande alento considerando a gestão da política em termos históricos. Porém, ao longo do tempo, a democracia parlamentar, que é como em geral a democracia é exercida pelo mundo, foi deixando alargar a distância entre representantes e representados. O mesmo precisa ocorrer com a democracia. Contudo, é preciso que os cidadãos deixem de ser tratados como meros espectadores do processo democrático e que a interação vá para além do vaiar e aplaudir. O caminho é democratizar a democracia abrindo-se mais espaços para que os cidadãos, enquanto indivíduos, possam diretamente decidir questões ligadas às suas vidas. No passado, a dificuldade para ter várias pessoas em um único local debatendo era enorme. Contudo, hoje há tecnologia disponível para que milhões reúnam-se, discutam e votem sobre temas dos seus interesses. É preciso caminhar para uma democracia de maior intensidade. Mais abertura à participação cidadã certamente resultaria em uma alocação e execução de recursos mais condizente com as necessidades e anseios da população.
Antônio Scarcela Jorge.

PINCELADA  “e PT”


Enfim o Juiz Sergio Moro condenou o “São Lula” por lavagem de dinheiro. Este crime é semelhante a qualquer criminoso “pé rapado” guardado as proporções; Se prevalecer a isonomia das Leis. Os lulistas restam “grunhir” e vem mais ainda, conforme a essência de democracia que impera no país.


quarta-feira, 12 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 12 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
COSTUMEIRA ROTINA.

Nobres:
Retorno corriqueiro que a educação no país veio nos mostrar as estatísticas, que não houve avanços na qualidade da educação básica brasileira. De 70 países, o Brasil ficou na constrangedora 65.ª posição, à frente apenas de Argélia, Tunísia, República Dominicana e de duas ex-repúblicas da antiga Iugoslávia, Macedônia e Kosovo. Essa revelação envergonha e preocupa. Mais de 70% dos estudantes brasileiros não atingiram o nível 2 de ensino, numa escala que vai de zero a 6. A pesquisa mostra mais uma vez como o país não está fazendo o dever de casa, ao deixar de priorizar a educação, maior alavanca do desenvolvimento humano e, por conseguinte, econômico e social. Os números negativos, se devidamente mapeados, podem ajudar a lançar luzes sobre como podemos virar o jogo e ainda servir como bússola orientadora do caminho a ser percorrido. Simples? Nem um pouco, dada a nossa dimensão geográfica de proporções continentais, retalhada por toda sorte de desigualdades. Mas não há dúvidas de que podemos fazer melhor. Essa guinada necessita de um movimento da nação que promova um diálogo sério e comprometido com a prática de mudanças no menor espaço de tempo possível, envolvendo profissionais da educação e instâncias governamentais de todas as esferas. Está cada vez mais claro que o professor em sala de aula precisa aperfeiçoar metodologias de ensino para assegurar o direto de aprender. Deve ser capaz de fazer qualquer aluno aprender, potencializando os conhecimentos anteriores e paralelos em favor da construção de sentido e significado para ensinar.


ACEPIPE RETÓRICO.

Ao anunciar pela manhã nas redes sociais o Governador Camilo Santana (não tem porta-voz e assessoria de imprensa e comunicação, tudo aí se assemelha a fragilidade do desgoverno Temer) – usou da sua inteligência privilegiada, aliar e empregar pelos ‘sinistros’ petistas, como justificativa da sanção: - não é mérito e sim obrigação a aumentar os salários dos professores: - “JUSTIFICATIVA DO GOVERNADOR” – (é regrado pela Lei, toda matéria que implica uma proposta enviada a qualquer parlamento e, por concluir a sanção e a conquentemente transformação em lei para a devida publicação em vigência.) “todas as categorias profissionais passam o aprendizado pelo professor”! – é uma inteligência que ‘abona’ aos intelectuais, bagunceiros do idealismo lulista. – Por fim torna-se até engraçado!
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 11 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 11 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
VIROSE DO GOVERNISMO.

Nobres:
Como é nosso modelo raciocinar sobre questões a nível nacional o qual direciona o cotidiano da sociedade brasileira; esta é, a linha de entendimento e o rogamos descrever. É incrível a cada dia que passa o Brasil corrupto dominado pelo governismo absoluto dos consagrados astutos gerenicamente devassos, “que vem desde a base á cúpula” Um balanço dos trabalhos no senado revelou uma taxa de 88% de apoio ao governo Michel Temer. Embora com a popularidade em baixa nas pesquisas, e dirigindo um país em plena crise, o presidente do pós-impeachment não tem do que se queixar. No seu partido, o PMDB dono da bancada mais numerosa na Casa, assim como no PSDB, legenda ainda aliada, Temer a bem pouco tempo obteve 97% de adesão incondicional às propostas que submeteu à chancela do Parlamento. Essa alta taxa tem algumas explicações empíricas. Uma delas é um vírus político, apelidado de “doença do governismo”. Em geral, costuma assolar países de regime presidencialista, nos quais a Carta Magna outorga ao chefe do Executivo plenos poderes de mando e, claro, a chave do cofre. No caso do Brasil, em particular, pesa ainda o fato de o presidente manter um relacionamento estreito com o Legislativo, sinalizando com afagos e benesses. Uma expertise adquirida por ele próprio ao longo de seis mandatos de deputado e três passagens pela presidência da Câmara. O tal vírus, entretanto, não está restrito aos plenários e corredores das Casas bicamerais do Congresso Nacional. É óbvio em contradição a crise imoral do governo Temer ainda deve se alastrar por todo o país, turbinado exatamente pelas características referidas acima e que atualmente integram a base do governo Temer estão comandado 81% dos 5.570 municípios brasileiros, incluindo-se aí as capitais mais importantes e mais populosas. Com a crise econômica devorando impiedosamente os parcos recursos municipais, além de um Fundo de Participação dos Municípios cada vez mais minguado e uma máquina administrativa sofrendo de inchaço crônico, é praticamente impossível evitar que se repitam as já conhecidas romarias de prefeitos ao Planalto Central, estancado por enquanto esta semana e se dê o que está previsto, carregam a bandeira de que são “Rodrigo Maia, desde que nasceram no intuito  em buscar recursos federal para conseguir gerir suas cidades. Some-se a isso o desequilíbrio formal da distribuição das verbas da arrecadação fiscal, introduzido pela Constituição de 1988 que concede à União o direito de abocanhar uma fatia superior aos 70% do bolo, deixando menos de 30% das sobras para serem distribuídas entre Estados e municípios e tem-se uma inevitável propagação do vírus. Ficar contra o governo é sinônimo de inanição financeira e conseqüente falência administrativa. Os parlamentares tiveram sucessivas chances de trabalhar numa vacina para essa doença, que viria por meio de uma reforma política ampla e condizente com a realidade atual, agregada à formulação de um novo pacto federativo que equilibre a distribuição dos recursos fiscais entre União, Estados e Municípios. Nada disso, porém, consegue avançar num Congresso Nacional que parece preocupado única e exclusivamente com interesses menores e, muitas vezes, de “foro íntimo”. Sendo este o atual cenário, não é difícil imaginar que índices como este a uma imensa leva de prefeitos endividados ou, no mínimo, com gestões engessadas por falta de recursos, carentes de atenção por parte da União e dispostos a trocar apoio político por verbas. Uma contaminação viral nacional sem perspectiva de cura, que só tende a reforçar a base de apoio do governo, criando uma epidemia com forte influência na disputa eleitoral de 2018. Não precisa se previr, é uma autêntica realidade, estabelecendo a troca de favores entre o governo da União, Estados e Municípios e o povo sempre será eternamente o fiel das excrescências, pagará os prejuízos para “farra” dos governos especialmente o lulismo e seu pupilo Temer” corrupto que faz tremer a sociedade brasileira.

Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 10 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DESGOVERNO IMINENTE.

Nobres:
A que ponto chegou o Brasil neste período em que está Michel Temer no “comando” da Presidência da República, gerando desconfiança do povo ético da nação que chama pelo desembarque de uma personalidade que c se aliou e fortaleceu os atos corruptos. Damos a palmatória para o Ciro Gomes que antes discorria sobre o caráter de Temer entre relações corruptas. Como é natural dentro da nação corrupta encastelado no poder, enquanto a ansiedade pelo medo de serem presos pela prática dos crimes comuns, inserida nas Leis, o óbvio, gerou a desconfiança cada vez maior do Palácio do Planalto, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), fez um desabafo ao saber que estava sendo criticado pelos auxiliares mais próximos do presidente Michel Temer. - "Não tenho o que fazer! Por isso, fico parado. Sem fazer nada, já estou sendo falado no Planalto. Imagina se tivesse feito um movimento mais explícito", - O presidente da Câmara avalia que a situação política de Temer é cada vez mais complicada. O governo tem pressionado para Maia acelerar a tramitação da votação da primeira denúncia contra Temer em plenário. No entanto Rodrigo Maia como é público, já “lavou as mãos” em relação ao destino de Temer e que não tem como acelerar a votação da denúncia, como pediu o Planalto. E que vai ter que seguir rigorosamente o regimento. Prestes a despencar para o fundo do poço se faz agravar pelas reformas que no momento que experimenta o escândalo promovido por eles, não sejam necessárias, são recessivas, cruéis e pensadas para deixar o trabalhador sem proteção jurídica e com vínculo precário de contrato. Em dois lados, Maia está sem saída, mas poderia ser leal ao Presidente Temer ‘deveria perpetrar dolos’ para apressar a votação fica muito difícil é real existir uma oposição suprapartidária muito forte a continuidade de o Presidente Temer que devesse se conscientizar e, que não tem mais condições morais para governar o país. Mais as enxurradas de delações que ficou impossível sua continuidade. Está por vim à delação do Eduardo Cunha e do Lúcio Funaro, que devem atingir o presidente e caciques do PMBD. Seguramente os aliados de Temer no Congresso que votarem a favor destas medidas vai receber o prego no caixão em 2018.
Antônio Scarcela Jorge.