sábado, 18 de agosto de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 18 DE AGOSTO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DEMÉRITO DO NOSSO BRASIL

Nobres:
É evidente que a humanidade sempre conviveu com atos de violência e assim será até o fim dos séculos, pois isso está intrinsicamente ligado à natureza  humana; só não imaginávamos que atingiria um patamar tal que chega a impedir o sagrado direito de “ir e vir”; ou será que alguém teria a coragem de ir, despreocupadamente, tal como passado, a qualquer rua ou bairro de alguma cidade brasileira seja ela como for: grande e pequena em termos populacionais. A corrupção foi outra praga que se alastrou como fogo, nos últimos anos e, diariamente, somos “brindados” com novas notícias mostrando atos de corrupção nas diversas esferas da vida nacional, principalmente, no mundo da política; mesmo que algumas pessoas levam o assunto “está cansando” e isso reflete certa acomodação diante de um fato terrível, pois se trata do desvio do dinheiro público, dinheiro arrecadado do trabalho de todos os  brasileiros, para ser usado, justamente, na melhoria  das condições de vida da população. Contanto, esperamos ser dispensável repetir a situação da saúde pública e das condições dos nossos hospitais vez que se tornou notícia diária nos diferentes meios de comunicação que outras epidemias reapareceram em especial e as outras ligadas aos problemas de saneamento básico e ao nível de educação e esclarecimento de parte da população. Tem muito a ver com problemas indiretamente gerado pela corrupção, pois se os recursos já não são satisfatórios para um bom atendimento  é perdida em ações de má gestão e de corrupção. A rede hospitalar brasileira, excetuando algumas “ilhas de excelência”, está em precárias condições econômico-financeiras, estamos padecendo as agruras de um descaso com a saúde do povo brasileiro, numa mistura de corrupção e má administração do dinheiro público, que nos acentuaram últimas décadas. Neste lado estamos convivendo com problemas que outras nações, do porte da nossa, já resolveram há muito tempo; é bem verdade que no nosso país, pelas suas dimensões continentais, os problemas são maiores e ainda não suplantamos os imensos desníveis socioeconômicos e culturais que existem entre as diversas regiões brasileiras, mas está ficando insuportável conviver com essa violência e não se tomar providências duras em relação aos casos de corrupção.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 17 DE AGOSTO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

HABITUADO  NA
CORRUPÇÃO

Nobres:
Enquanto o Brasil padece desde sempre nas mãos de um segmento político altamente corrupto que elegeu o populismo, a demagogia e o corporativismo como sendo a política de Estado. Reflexo dessa realidade é o fato de que nossa ‘res pública’ não tão pública assim promulgou em 128 anos seis constituições diferentes, submeteu-se a diversos regimes autoritários e permanece em frangalhos, organizada desde 1985 sob a persona da “Nova República”. Isso provoca literalmente a experiência recente o demonstra no mais completo alijamento do povo do poder decisório. Os rotineiros episódios ocorridos nos plenários de Brasília demonstram que o poder de legislar vem sendo exercido usualmente na contramão da vontade popular. A ascensão do ativismo judicial explícito e o desconserto incomensurável da STF e do CNJ contribuem, tanto ou mais que a velha corrupção sistêmica e o ‘lobbyismo’ obsceno das coxias parlamentares, para a fragilização e a derrocada do Estado representativo. Posto isso, é imprescindível buscar soluções constitucionais em experiências democráticas bem sucedidas e tomá-las como inspiração para repensar o desenho constitucional do Estado brasileiro. Mas deste modo é difícil promover um novo texto constitucional que venha resgatar a ética perante a sociedade, quando os políticos encastelados no poder abusam do corporativismo interesseiros que domina desde as organizações escusas, ao eleitor, no fiel da balança pendente a cada eleição. Por este meio insistimos na forma coerente em nos instar.
Antônio Scarcela Jorge

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 16 DE AGOSTO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

BRASIL DOMINADO POR CORRUPTOS

Nobres:
A desesperança de muita gente com a lentidão da classe política e o crescente alheamento desta categoria em relação às urgências do mundo atual. É obvio que as instituições servem para tornar a experiência da aceleração capitalista, suportável aos indivíduos e, para garantir a eles segurança no presente e confiança nas expectativas de futuro. Quando se tornam um entrave à aceleração, são constrangidas a se transformar, adaptando-se às mudanças sociais e gerando novas estabilizações. Hoje, porém, a aceleração do ritmo de vida ganha tal proporção que as instituições, incapazes de se transformar e impor qualquer resistência às forças desestabilizadoras entra naturalmente em colapso. A rapidez também intensifica a alienação do indivíduo, presa que ele é de uma celeridade que não controla, esvazia seus conteúdos, o impede de aprofundar relações e dificulta o planejamento da vida no longo prazo. É o curto prazo que predomina, seja no cotidiano pessoal e coletivo, seja no exercício institucional da política. A impossibilidade de submeter todas as esferas sociais a uma aceleração idêntica à do ritmo dominante de vida gera uma série de "dessincronizados" principalmente entre as esferas técnica-científica e econômica, de um lado, e política e educacional, de outro. Por este lado a cadência acentuada das mutações socioeconômicas e tecnológicas excede permanentemente as possibilidades das estruturas e dos horizontes procela da política democrática e deliberativa, que tende ela mesma, na sociedade da aceleração, e justamente em razão da forte dinâmica social, a reduzir o ritmo dos processos de formação da vontade e da tomada de decisão. Isso explicaria talvez Também ilustrasse tanto a expansão do conservadorismo no mundo devido, em parte, à dificuldade de as pessoas entenderem a realidade complexa quanto à ineficácia das esquerdas que pensa numa ideologia ultrapassada sem consistência que geralmente adota o protecionismo a corrupção, tendência às ditaduras para fixar um projeto de futuro comum para grupos sociais com demandas tão imediatas e inconsequentes. Entretanto o que se vê é o império anarquista do petismo politicamente errado, render-se aos atuais poderes que incorre fatos corriqueiros na podridão da política brasileira onde o Senhor Hadadd na condição de representante participou de debates que tem exclusividade de presidencialistas, fato observado e protestado pelo candidato Ciro Gomes, um privilégio que só corruptos admite e em questão “o defunto” político Henrique Meireles do PMDB, ironizou! Quando o profissionalismo político é fato, inclusive pelo próprio. Por conseguinte, o Brasil corrupto continuará por certo fortalecendo ações políticas de corrupção em toda sua “magnitude”, onde tem parceria com Venezuela. Por outro lado os governos renovados no continente sul americano saíram da ânsia anárquica que “se implodiu pela inabilidade”.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 15 DE AGOSTO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

EXPOSIÇÃO DE UM PODER


Nobres:
O que é inegavelmente notável neste cenário de contradições, onde o Congresso Nacional em sua maioria “instituem as leis” em consonância com o corporativismo e de seus interesses obviamente contrários à sociedade. Em contrapartida “por um deslize dos corruptos” editariam por pressão popular incluíram as Leis eleitorais, nacionais, da maior importância, são de iniciativa popular. A chamada Lei da Ficha Limpa. Diante dessa razão podemos observar a importância em proferir seu discurso da Presidente do STF, Ministra Cármem Lúcia naquele evento. Segunda as suas palavras, foi um conjunto de cidadãos que levou ao Congresso Nacional aquilo que lhe parecia próprio. Uma lei considerada pela ONU como uma das melhores leis que existem", assinalou a ministra Cármem Lúcia, em palestra recente que focou sua fala na liberdade democrática e do Direito, também comentou sobre a legitimidade de governos que foram escolhidos a partir do voto. "Eu escuto agora falar que, no plano nacional e no plano estadual, o governo 'tal' não tem legitimidade. Tem sim. “Se foi eleito segundo as normas constitucionais e eleitorais, a pessoa que foi levada por nós cidadãos, nós eleitores, com a responsabilidade que temos com nosso País, é claro que nós temos uma legitimidade”, disse a Cármen, que deixa a presidência da Suprema Corte em setembro. Ainda neste contexto consideramos o poder do eleitor que a bem da verdade em sua maioria é desprovido e inapto para ter em suas mãos a escolha e julgo nas eleições. Ainda é atraído por intelectuais corruptos que direciona o poder com pressão de quem está no poder, sob a custódia do Ministério da Cultura onde está “o vilão” força que vivem a custas do erário sem trabalhar. Enfim, estamos generalizando a maioria absoluta. Para recorrer a memória, segundo esta “gente sábia” que criou o sofisma que o “brasileiro tem memória curta” o que não é verdade: Em contrapartida admitimos neste péssimo conceito, só foi o presidente agregar esta Pasta com a da Educação, o segmento pressionou e o Presidente, sempre pautou a rendição e a falta de pulso, com lhe é peculiar: desagregou as referidas pastas. Ainda em referencia as leis de iniciativa popular, principalmente a Lei da Ficha Limpa que se insere notadamente a vida sistemática da sociedade, outros ministros discorreram que o "local próprio ao protesto é a urna", e esperam que o cidadão compreenda a responsabilidade do voto, na escolha daqueles que irão dirigir o País. "O que precisamos é de homens públicos que observem que o cargo ocupado é para servir aos semelhantes, e não para aquele que está no cargo servir em benefício próprio e em benefício da família.” A esperança no Brasil melhor recai na responsabilidade do eleitor que terá mais uma chance a ser consolidada. As eleições que estão as portas.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 14 de agosto de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 14 DE AGOSTO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

SEM PERSPECTIVA

Nobres:
Nas primeiras ‘aparições’ dos candidatos a presidência da República todos de princípio não apresentaram propostas que mais aflige a população: segurança pública, economia que discorre direccionalmente aos setores da educação, saúde, desenvolvimento social e previdência. De modo que saíram pelo atalho não atribuindo a encargo pertinente. E para os quais os candidatos à Presidência da República mesmo aqueles que levantam a principal bandeira de campanha apresentam propostas e soluções vazias. A população sabe na prática que a violência virou uma epidemia, o sistema de segurança brasileiro está falido e discursos, mesmo os mais ferozes, não mais adiantam. Não é possível se sentir seguro assim. E a solução, definitivamente, não está em ações pontuais ou somente no aumento do financiamento da política de segurança. Clamar que “bandido bom é bandido morto” é inócuo, assim como apostar no armamento da população. Aliás, nesse sentido, o viés de confirmação em dispor que as pessoas têm de usar informações para confirmar suas teorias não ajuda em nada. Há números que ligam o uso de armas pelos cidadãos à diminuição e ao aumento da violência, dependendo do país. Neste aspecto, o eleitor quer mais do que posições firmes: exige ações concretas. Todos sabem que é preciso pensar o assunto com profundidade, treinar mais e mais as forças de segurança, fazer um trabalho continuado em comunidades, fortalecer a inteligência das polícias Civil, Militar e Federal, reforçar o trabalho na proteção à mulher, envolver o Judiciário em todas as esferas para que a lei seja cumprida, levar a sério o isolamento das facções criminosas dentro de presídios, resolver o problema penitenciário com ações incisivas. A população brasileira precisar ver, na prática, o que está sendo falando em cima dos palanques.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 13 DE AGOSTO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

AINDA PREDOMINA A CULTURA MACHISTA

Nobres:
Neste emaranhado de contradições que esta geração vivencia, onde a violência impera entre outros meios, se faz atenção da sociedade familiar que será desconstruir a cultura do machismo que prioritariamente passa, pela educação de homens e também de mulheres que, muitas vezes, adotam comportamento machista e conservador na criação de filhas e filhos. Assim, ela perpetua um processo que se arrasta há séculos no país e se traduz em tragédias, por uma compreensão absolutamente em relação ao papel feminino na sociedade. As instituições públicas ou privadas aviltam a mulher, quando depreciam sua capacidade laboral, consolidando a ideia de que ela deve estar sempre submissa ao comando masculino. O poder público tem sido negligente diante do aumento das agressões. Faltam delegacias especializadas e agentes com formação compatível para o atendimento às mulheres que buscam com base nas leis protetivas, o amparo do Estado, antes de ser a próxima vítima a sucumbir pelas mãos do ex ou do companheiro violento. Mas não só isso. Faltam também políticas públicas que garantam amparo social, psicológico e outros serviços que permitam à mulher recuperar a vida longe dos agressores. O Judiciário também é leniente com as denúncias. Um exemplo deprimente de registro da magistratura. Em Brasília, um magistrado libertou marido agressor que executou a mulher com 20 facadas. O juiz alegou que “não tinha bola de cristal” para prever a tragédia. Mas boa parte, tanto dos policiais quanto dos juízes, tem comportamento que traduz a forma distorcida e preconceituosa que receberam ao longo da vida, o que contamina a tomada de decisões, segmentos do judiciário é infelizmente mais um protagonista do desgaste e da ausência de caráter individualista que enoja o poder de julgo.  Além disso, o sistema penitenciário brasileiro por culpa de políticos incapazes e rendidos a corrupção que passaram e ainda presentemente passa pelo governo da União, atribuição que lhes é pertinente, não tem capacidade de promover a reinserção dos detentos na vida em sociedade. Pelo contrário. Quem passa pelos presídios sai pior do que entrou. Mudar esse cenário de horror exige políticas preventivas, que reeduquem o indivíduo para o convívio em família. Não há forma de quebrar a cultura do machismo sem muito trabalho e investimento em educação. É o Brasil das lamentações do seu povo.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 12 de agosto de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 12 DE AGOSTO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DEBATE MONTADO

Nobres:
Como estava previsto, aconteceu na quinta-feira passada, transformou-se no ‘enredo’ o primeiro debate entre oito dos 13 candidatos à Presidência da República não contemplou uma discussão séria e profunda sobre os graves problemas do Brasil. A crise econômica, iniciada em 2014, impôs retrocessos sociais. O país terá o quinto ano consecutivo de rombo nas contas públicas e deverá fechar 2019 com deficit de R$ 139 bilhões. Treze milhões de brasileiros estão desempregados e quase iguais número experimenta o subemprego. Ou seja, 26 milhões não têm o suficiente para sobreviver. Mais de 15 milhões de pessoas formam um exército de miseráveis. Os recursos destinados ao custeio e investimentos do governo federal, previstos para 2019, somam R$ 98 bilhões, dos quais R$ 42 bilhões estão comprometidos com aumento de salários. Como tirar o país desse atoleiro? O debate que deveria apresentar à opinião pública resposta a essa indagação e a outras que mexem com a vida dos brasileiros ficou preso entre troca de acusações, críticas e discursos vagos entre os postulantes ao comando da nação. O nível foi muito baixo e os presidenciáveis foram incapazes de apresentar propostas e projetos para a reconstrução do país. Nada foi dito que pudesse orientar a maioria dos eleitores indecisos sobre quem deverá assumir o mais alto posto da República. A maioria tem muitas promessas que estão longe de ser factíveis ou de representar uma solução para o Brasil se reencontrar com o crescimento econômico, com o desenvolvimento social e a eliminação das gritantes desigualdades. As políticas públicas de saúde, educação e segurança nem de longe atendem às necessidades da sociedade. A maioria da população está abandonada à própria sorte ao precisar de atendimento médico hospitalar. São recorrentes na crônica do cotidiano as tragédias de pessoas que morrem à espera de assistência médica nos hospitais públicos. No campo da educação, o país enfrenta retrocessos na formação de crianças e jovens. Os investimentos em pesquisas são cada vez mais escassos. As ações de segurança fracassaram. Em 2017, ocorreram 63.880 homicídios, aumento de 2,9% em relação a 2016. Por dia, a violência mata 175 pessoas de forma intencional. O sistema prisional está superlotado, com 729.463 encarcerados, ou seja, em média, dois presos por vaga. Os crimes por ódio e por gênero crescem ano após ano. Mais de 4.500 mulheres foram assassinadas em 2017, um crescimento de 6,1% em relação ao ano anterior. A maioria dos presidenciáveis evita tocar em temas desagradáveis como a reforma da Previdência se tiver objetivo de privilegiar os corruptos que vivem um paraíso constante. Apesar de todos os estudos apontarem para a necessidade de uma profunda revisão dos benefícios a fim de evitar um colapso no futuro, eles se esquivam da discussão. O atual sistema tributário é considerado extremamente injusto. Hoje, quem menos tem é quem mais paga. Lucros e dividendos estão blindados, enquanto o consumo é supertributado. Mas qualquer medida que desfavoreça aos mais aquinhoados é assunto para outro momento, não às vésperas do pleito de outubro. No próximo dia 16, os candidatos colocarão a campanha na rua. Virão os comícios e debates se seguirão. Espera-se que cada um deles tenha o que efetivamente falar aos eleitores, cansados de seguidas frustrações ante as promessas que não se cumprem e como é natural no país onde impera a corrupção é mais um cenário Tiririca, onde este palhaço é vivo e sempre engana a nação nordestina onde a concentração dos eleitores da capital paulista o elege encarregado dos intelectuais lulistas interesseiros e aptos e partícipes da ladroagem em sua maioria. Após os inúmeros escândalos de corrupção, que não param de vir à tona, mostrando como o dinheiro da pesada carga tributária beneficia os demais inescrupulosos, a sociedade exige que os governantes sejam pelo menos honestos e respondam às necessidades essenciais dos cidadãos a partir de janeiro de 2019. É questão da cultura corrupta que eterniza o país.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 11 de agosto de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 11 DE AGOSTO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

O IMPÉRIO SINISTRO

Nobres:
Ao ‘decifra’ por segmentos da sociedade ética, abeirar-se a arremate que Lula é um grande manipulador e uma companhia maldita. Quem o acompanha acaba na cadeia ou na penúria. Muitos têm os seus dias de glória, mas, com o tempo, a estrela apaga. É o caso do ex-presidente do PT, o fundamentalista Rui Falcão, hoje no ostracismo, e de Zé Dirceu, condenado a 30 anos de cadeia. Lula tem a capacidade de transformar gente em marionetes. No momento dois estão no tablado falando por ele, andando por ele e protestando por ele: Gleisi Hoffmann e Lindbergh Farias. Indicados a postos chaves do partido, ambos falam como bonecos de costas ocos por onde passa a mão do ventríloquo. Quem ficou perto do Lula nos últimos vinte anos acabou na desgraça. Até empreiteiros, antes intocáveis, vivem seus dramas de condenados. Políticos que se aliaram ao Lula estão presos, outros respondem a processos na justiça. Os tesoureiros do PT mofam nos presídios, a exemplo do João Vaccari Neto, isolado em um presídio de Curitiba. Condenado há 24 anos, conta os dias que faltam no calendário da parede da cela. Lula, como sempre, até ser condenado a doze anos, negava tudo. Nega os próprios amigos, como, aliás, nega também o sítio, o tríplex, o mensalão, as propinas da Petrobrás, o dinheiro ilegal da construção do Instituto Lula e a conta corrente da Odebrecht. Nega até os filhos atolados em corrupção. Lula manipula muito bem os fanáticos da seita. Prestigia, dando-lhes cargos importantes no partido e depois exige que todos o defendam como cães raivosos. Manda que seus seguidores ataquem, provoquem e incitem a baderna para depois ele aparecer como conciliador. A velha tática funcionou até quando os desembargadores de Porto Alegre o condenaram a 12 anos em regime fechado. Ali, ele se revelou desobediente às leis do país. Mesmo assim, traçou a sua linha de ataque: Lindbergh, hidrófobo, saiu espumando em sua defesa, ameaçando reagir com violência, escorraçando a justiça e os desembargadores que atuaram na condenação do seu chefe. Gleisi, coitada, vocifera contra todo mundo. Ameaça até matar as pessoas que são contra o seu pajé. Diz que a decisão da justiça é ilegal e que os três desembargadores combinaram a sentença. Não acredita em nada do que foi investigado, pois a cegueira do fanatismo a impede de enxergar um julgamento isenta de paixão. Em comum aos dois os afagos do Lula. Foi dele a ideia de transformar Gleisi em presidente do PT e Lindbergh em líder do partido no senado, pois tem certeza que pode manipular os seus dois bonecos de pano. Esse filme do Lula é velho. A fita está arranhada. Pelas mãos dele já passaram outras marionetes que o ventríloquo manejou com habilidade. O ex-deputado André Vargas foi um deles. Chegou a vice-presidente da Câmara. Flagrado com a mão na massa, foi condenado a 14 anos de prisão. Zé Dirceu foi outro. Assumiu o governo de Lula com toda pompa. Depois de levar um chute no traseiro, depois de condenado a 30 anos. E o Palocci? Palocci, médico, enganou como ministro da Fazenda. Já respondia a processos quando foi prefeito de Ribeirão Preto. Mas o Lula o vendia à elite como o mais habilidoso dos seus ministros. Na cadeia, condenado a 12 anos de prisão, tenta entregar o chefe. E a Dilma? Bem, a “Mãe do PAC”, expulsa da presidência da república, vive por aí como uma maluca repetindo o mantra “é golpe, é golpe, é golpe”. Não sabe até hoje que foi presidente da república. E o Genuíno? O ex-presidente do PT está recolhido em casa, vive em profunda depressão, depois que foi condenado no mensalão a 6 anos de prisão por corrupção e como toda regra tem exceção, o seu irmão deputado, vai escapando apesar de ter sido provocado por um dos escândalos regrados pelo petismo (o dólar na cueca).   O ex-senador Delcídio do Amaral, líder do PT, foi renegado pelos petistas tão logo caiu em desgraça. Delúbio Soares, ex-tesoureiro do partido, foi condenado a 5 anos de prisão na Lava Jato, está com tornozeleira e liberdade vigiada. Todos fazem parte do pacote da maldição lulista, que viam no chefe o curandeiro da tribo para todos os males. Imagine que até a mulher, Marisa Letícia, depois de morta, Lula a promoveu a investidora, dona do Tríplex, para tentar se livrar da propriedade do imóvel. Como se vê, a lista dos vivos encaminhados para o purgatório de Lula é extensa. Até morte houve, imagine. Os prefeitos de Santo André, Celso Daniel, e o Toninho do PT, de Campinas, foram silenciados depois que ameaçaram contar as mutretas de seus companheiros petistas nas respectivas prefeituras. Agora que sabemos dessa pequena mostra dos que foram para o buraco na era lulista, pode imaginar que não existe apenas o Pacto feito por Lula com a Odebrecht como denunciou o Palocci. Na verdade, existe também com Lula que cai impiedosamente sobre a cabeça dos seus companheiros e consolidado com a sua prisão.
Antônio Scarcela Jorge

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 11 DE AGOSTO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

MANDRIICE FORMAL


Nobres:
Em boa hora com sempre caiu “no raios solares” do STF, um poder que não mais inspira a confiança da sociedade brasileira, tendo em seus quadros “senhores” que descaradamente se sentem favoráveis aos grupos corruptos, se ainda “congestiona” os efeitos deste segmento e como já não é novidade a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu incluir no orçamento do exercício fiscal de 2019 um aumento salarial de 16,38%, o que pode provocar um efeito cascata de grandes proporções, atingindo a União e todos os estados. Isso, quando os esforços governamentais estão voltados para a contenção dos gastos públicos, devido ao gigantesco deficit fiscal de R$ 159 bilhões, previsto para este ano. O momento é de extrema gravidade, e estancar os gastos do setor público deve ser prioridade absoluta dos integrantes dos Três Poderes da República. O exemplo deveria ser dado, justamente, pelos que ocupam os mais elevados cargos. Mas não. O STF deu um sinal extremamente negativo em meio ao esforço de ajuste fiscal. A questão preocupa, e muito. Se o aumento aprovado for confirmado pelo Senado e pelo presidente da República, Michel Temer, o teto salarial do funcionalismo, atualmente de R$ 33,7 mil, poderá subir para R$ 39,2 mil, o que ampliará ainda mais o rombo nos cofres públicos. Inaceitável, portanto, a deliberação dos membros do STF de quarta-feira passada, pois o impacto financeiro não se dará apenas no Judiciário, mas atingirá, também, os salários do Executivo e do Legislativo federal e de todos os entes federativos. Não serão poucos os que buscarão a equiparação salarial com os ministros da corte suprema. Estudos preliminares feitos pelas consultorias de Orçamento da Câmara dos Deputados e do Senado apontam que a “nova conta” jogada no colo dos governos federal e estaduais pode chegar a R$ 4 bilhões. De acordo com os cálculos, apenas a União teria um custo adicional, ano que vem, de R$ 1,4 bilhão, abarcando os três poderes. No estados, a previsão é de um impacto de R$ 2,6 bilhões. Isso quando vários deles estão enfrentando seriíssimos problemas financeiros, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, onde atrasos no pagamento dos servidores e de fornecedores já virou rotina. A equipe econômica do governo federal manifestou sua apreensão com o inevitável efeito cascata do reajuste aprovado pelo STF, pois as estimativas de gastos com os servidores estão piorando, antes mesmo da entrada em vigor do novo teto salarial do funcionalismo. As projeções de dispêndio com pessoal estão crescendo: em abril, a previsão era de gastos de R$ 322 bilhões com a folha de pagamento da União de 2019; atualmente, a estimativa é de R$ 328 bilhões, montante só superado no orçamento federal pelos benefícios previdenciários. A argumentação de ministros que votaram, deixamos bem claros eles não tem argumento para sensibilizar a sociedade com seus múltiplos atos  pela aprovação do reajuste de que haverá remanejamento de recursos do próprio Judiciário, sem acarretar necessidade de novas verbas, não se sustenta. Não se discute o direito de os mais altos representantes da Justiça ter seus salários reajustados. O que verdadeiramente importa é o efeito cascata que ocorrerá em toda a estrutura funcional dos poderes constituídos. A escassez de recursos é real, e o país se vê diante de tomada de decisões difíceis para seu futuro. Indiscutível que o pouco dinheiro que sobra para os governos investirem em infraestrutura e serviços básicos, como saúde, educação e segurança, não pode ser drenado, ainda mais, para o aumento salarial de agentes do Estado onde o limite transcende o óbvio.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 10 DE AGOSTO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

POLÍTICA EFÊMERA




Nobres:
A fugacidade do político decorre naturalmente em consequência o homem público não existe liberdade e tampouco privacidade neste aspecto o povo exige cobra, desgasta e aborrece o homem público sempre controla seus passos, observa seus movimentos. Por mais que se empenhe em trabalhar direitinho com honestidade e interesse absoluto no bem estar da comunidade sempre há alguém, quando não uma turba, que está insatisfeita com ele. Política da verdade é desprendimento, abnegação e sacerdócio. O político tem que se preservar a todo custo, a prática tem demonstrado isto. Para o povo não há político bom! A ideologia é outro ponto que aborrece o homem público. Tendo votos, todos os partidos tentam plugar nele. Sem votos, é fritado e jogado aos canibais de plantão. A vida pública exige conduta que faça, sempre, o eleitor pensar isto quando se está, na realidade, querendo aquilo. É um jogo de inteligência. Sem inteligência um político tem vida curta, processos na justiça e um fim terrível: o abominável ostracismo. Alguns nasceram predestinados para a política: é inteligente, conhece os meandros da ciência e as manhas do povo; é o protótipo da vitória, o sucesso sem volta; a história que já foi escrita, com os dotes da premonição, o sujeito certo, na hora certa, com o destino traçado sempre encontra o ostracismo.
Antônio Scarcela Jorge.


quinta-feira, 9 de agosto de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 9 DE AGOSTO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

O ESSENCIAL É SE ARRUMAR

Nobres:
Tornou-se comédia pelos atuais políticos que estão no poder (Deus seja passageiros) ao querer a reforma política, desde que ela entre em vigor somente em 2040, quando todos já terão deixado a política. Em outras palavras, ninguém almeja, de fato, mudar um sistema pelo qual foi eleito. Sem consenso, a reforma política está emperrada no Congresso. Os motivos são vários, mas podem ser sintetizados na declaração dada por um desses parlamentares e ao que parece formam consenso nas suas opiniões. É uma pena se isto de fato ocorrer porque o Brasil estará dando uma sobrevida a um sistema político que não representa ninguém. Os partidos estão desacreditados e os seus integrantes são rejeitados e acusados de corrupção. O sistema eleitoral elege candidatos com poucos votos enquanto derrotam outros que tiveram o dobro da votação. E o que se vê são alguns defendendo esta deformação com necessária à renovação. As esdrúxulas coligações nas eleições para os cargos legislativos enganam o eleitor ao levá-lo a eleger candidatos com quem não tem a menor afinidade. E são tantos os partidos que ninguém é capaz de dizer o nome de um terço deles. O que motiva a formação de tantos partidos é o acesso ao fundo partidário, uma bolada de R$ 819 milhões e o tempo de propaganda gratuita no rádio e na TV dentro e fora do período eleitoral. É evidente que essas deformações dos sistemas político e eleitoral deveriam ser expurgadas de nossa legislação. Mas, o que está prevalecendo é o interesse de cada um: os partidos nanicos sempre rejeitaram em função do acesso ao fundo partidário e ao tempo de rádio e TV; os deputados sem-votos não querem acabar com as coligações nas eleições proporcionais e lutam contra a criação de distritos; e há até quem só aceita mudanças se for criado outro fundo de recursos públicos para financiar as campanhas. No meio de tantos desencontros, fica a esperança de que o próximo Congresso (apesar do atual quadro os corruptos terão cerca de 90% reeleitos conforme a projeção aliado a safadeza do eleitor, que quer apenas dinheiro no dia da eleição) Sobre a manjada clausula de barreira em que o Congresso Nacional está permanentemente em sintonia (num tema que ouvir falar quando “criança”) desejam retornar com a nova roupagem uma retórica que existiu com os “pobres descamisados” que seu inventor levou a presidência da República, descoberto a farsa do “produtor” quase enterrou o país e, também se enterrou! Existiu ainda uma forma disfarçada nos anos 50. Especialmente nos pequenos municípios, onde o eleitor abona “o sim senhor” os partidos preparavam uma lista de candidatos formais a cargo de vereador e, no dia da eleição, era eleito a quem interessava. Muitos vereadores foram eleitos que nem o eleitor tomava conhecimento dessas candidaturas. Existia uma interação das oligarquias e quem presidia o pleito eleitoral! A safadeza vem de longe! Como sendo as inovações é plena retórica.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 8 DE AGOSTO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

POLÍTICOS PERVERTIDOS


Nobres:
Este Brasil sempre foi carregado por mafiosos brasileiro para se instar na política, existem milhares destes germes fincados dos três poderes da república com a complacência     dos eleitores irracionais em sua maioria que naturalmente os elegem, a troco da moeda “do voto”. A geração atual composta de outrora eram chamados de anciãos cuja respeitabilidade era tônica do pretérito e hoje é ‘conjugada por irrespeitáveis figurões que ultrapassaram os setenta anos, como o Lula, um “senhor” que deveria guardar deferência em função da sociedade, está preso por razões óbvias. Retomando ao tema objetivo desse comentário que se integram as organizações delituosas como é de ‘estilo’ - estão permanentemente ‘na moda’ cujas atividades de controle estão submetidas a uma direção colegiada oculta, a maioria dos seus membros atua em unidade propósitos e não de dão a conhecer. Agem à ocultas em tudo se apresentando como cidadãos de bem, homens bem sucedidos nas suas atividades de aparência. A atuação da máfia repousa numa estratégia de infiltração na sociedade civil, nas instituições e nos aparelhos do Estado. No sentido globalizado o Brasil nunca esteve imune as anomalias e degradações do mundo, portanto, também aqui as máfias atuam com desenvoltura. De fato o Brasil também possui as suas organizações delituosas. Aquelas pessoas mais velhas ouviam falar das nebulosas transações de políticos ladinos, um deles que governou o Estado de São Paulo ficou conhecido pelo seu famoso cofre, onde diziam, guardavam o produto das suas atividades criminosas no mundo da política. Não obstante, ocorreu no período do Regime Militar, com generais e coronéis à frente dos Ministérios, associados com alguns cíveis, que os estes esquemas mais progrediram e as empreiteiras que tocavam as obras de infraestrutura mais se agigantaram; se beneficiando dos esquemas mafiosos, impedidos de virem à luz em face da brutal censura assemelhados em tudo aos esquemas mafiosos, uma vez que deturpam a liberdade de informação e destroem aqueles que são considerados inimigos. Restabelecida a plenitude democrática, que deu início da chama "Nova República", nos estertores do Governo de José Sarney, acossado por denúncias de corrupção, ou seja, de estar corroído pelos esquemas que era de seu feitio e acostumado a conviver e compartilhar com a corrupção. Em seguida aparece à figura de Fernando Collor de Melo anunciando-se o caçador de marajás, o pai dos descamisados e exterminador das máfias. Em resumo as máfias, atuante das células que bancam as Prefeituras estão presentes nos pequenos municípios mesmo que e a Justiça e sabem perfeitamente em que elas operam somente determinar a hora para proceder às ações. O pior e mais grave em tudo é a desfaçatez e audácia dos mafiosos, notadamente daqueles que atuam no meio político, e o apoio explícito que lhes dão seus pares e parte da população, que ao lhe prestar apoio só porque fazem oposição ao governo central, adotam uma moralidade pragmática e seletiva, demonstram que em critérios de moralidade e ética se igualam aos horrendos mafiosos. No combate as “máfias” as instituições estão de plantão, entretanto as ações mais incisivas se seguirão até que a sociedade dê um basta nelas.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 7 DE AGOSTO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

FARSANTES DA PERSONALIDADE

Nobres:
Na realidade vivenciada no momento é que no Brasil, boa parte dos partidos e líderes que ainda se dizem de esquerda perderam-se numa retórica vazia, sem contrapartida prática, gerando uma profunda decepção em quem se formou no ideário solidário e generoso da esquerda genuína. A decepção começou pela ação de partidos, principalmente o PT, que nasceu sob a promessa de lisura e honestidade, derrapou em vários artigos do Código Penal e lamentavelmente terminou se limitando a repetir mantras em defesa do Grande Líder, enrolado até os cabelinhos das sobrancelhas com mensalões, petrolões, sítios, tríplex e o escambai. Agora, que Lula sofreu no tribunal mais uma derrota classificada pela imprensa nacional e internacional de acachapante (e foi mesmo), o mantra se repete, insuportavelmente. Não se entende como um partido com uma história como a do PT não tenha tido competência para produzir discurso novo, arejado, convincente, capaz de escapar da narrativa do golpe (inexplicavelmente o partido não defende a volta de Dilma, a injustiçada, será por quê?). Perseguição tornou-se uma palavra que serve para explicar tudo e mais alguma coisa. Ninguém é mais perseguido do que Lula. Cercado de Palocci, Vaccari, Dirceu e André Vargas, são únicos ‘seres humanos’ a não ter nada com coisa alguma, pelo que se lê nas notas, discursos e outras manifestações do comando petista. Resiste impávido, em odor de santidade, sobrevivendo entre os ímpios. Seria vítima de implacável perseguição por um extraordinário e espetacular complô de golpistas formado pelos poderes executivo, judiciário e legislativo, pela polícia federal, pelo ministério público, pela mídia golpista, pelas elites brasileiras, pelo império norte-americano e o que mais couber neste complô. Nunca antes na história deste ou de qualquer país se conheceu complô tão vasto, tão amplo e tão bem articulado. Reféns do Grande Líder, os sublíderes petistas insistem em bater na tecla surrada: Lula teria sido condenado sem provas, Sérgio Moro seria um agente infiltrado da CIA, tudo estaria sendo urdido com a única finalidade de impedir que seja candidato a presidente. E os abestados acreditam nos amantes corruptores e que também são corruptos em toda espécie. Convenhamos: chega a ser patético. Cansativo. Irritante. Até porque, da direita que assola o país, com Temer à frente, nunca se esperou outra coisa além das canalhices noticiadas dia sim e outro também. Os bandidos emedebistas, tucanos que estão indo para o xilindró ou para prisões domiciliares são velhos conhecidos. O PT, por sua vez, se esquece por conveniência que é o pai legítimo de Temer. Sim, pois foi o PT que o escolheu para ser vice de Dilma. Os petistas que votaram nela votaram nele. Repita-se, apenas com outras palavras, para não haver dúvidas: Temer, o vampiro, foi eleito vice-presidente da República pelo PT. É filho legítimo, registrado em cartório pelo PT. Ultimamente, alguns eleitores do PT de Lula começaram a perceber a derrocada moral do Grande Líder. As redes sociais andam abarrotadas de lulistas arrependidos, tristes, desapontados, decepcionados. Perceberam que não dá mais pra acreditar na retórica da perseguição. Acordaram. Mas a direção do partido não consegue tirar os antolhos e ver o que se passa ao lado. E olha que o PT nasceu sob as luzes fulgurantes da esperança, quando o Brasil saía das trevas dos governos  militares. Foi anunciado numa festa linda que rapidamente conquistou quem sonhava com um país limpo da corrupção, comprometido com a justiça social, contra o patrimonialismo, sem os vícios da velha política. Se retomar o espírito original de sua criação, o PT ainda pode sonhar em ser o grande partido da classe trabalhadora brasileira. Isso é difícil, porque começa por um sincero exame de consciência, pelo reconhecimento dos erros e pela retomada do seu ideário original. Em poucas palavras: o PT precisa deixar de ser refém de Lula. Precisa se reinventar, deixar de acreditar em centenas de seus adeptos entre eles um sortudo deputado que até hoje escapou da prisão, no que seu irmão não teve a mesma sorte em aliar-se a essência corrupta de Lula. Como, de resto, a esquerda como um todo precisa de renovação de discurso e de práxis. Basta ver como já não empolga nem seduz. Enfrenta sua pior crise. Enquanto isso, os conglomerados de centro-direita a cada dia assustadoramente ganham mais espaço no mundo inteiro. Hoje, os sublíderes petistas estão pendurados por conveniência num discurso forçado em defesa do “Grande Líder”. Sem ele sabem que seu futuro político pode dar com os burros no brejo. Tudo isso permite que o lulismo é a doença infantil do petismo. Tudo caminha para isso.
Antônio Scarcela Jorge.


segunda-feira, 6 de agosto de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 6 DE AGOSTO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

CUSPIDA NA EDUCAÇÃO


Nobres:
É simplesmente estarrecedor para sociedade ética com a possível introdução na educação em todos os elementos. Vinculada ao tal projeto Escola sem Partido, tramita na Câmara dos Deputados uma proposta de autoria do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) que confere aos professores de todo o país o direito à livre manifestação do pensamento dentro das escolas. Trata-se do PL 6.005/2016, batizado de “Escola Livre”, cujo texto tem inspirado projetos de lei em diversas casas legislativas. Além de inconstitucional, a proposta é demagógica e irresponsável. Se fosse aprovada e aplicada, introduziria – ou melhor, institucionalizaria o caos nas escolas brasileiras. Estamos cercados de idiotas que fazem políticas ao seu mero prazer. E mais ainda é quem deixa se levar por este tipo de pensamento que, no fundo, o único objetivo é se autopromover e aumentar ainda mais a bagunça que reina neste País. Este “cuspidor” na cara de uma Mesa-Diretora do parlamento, sem moral, desmoralizada e sem escrúpulo e sem dignidade que enoja o mais modesto cidadão brasileiro. Neste caso este imoral representante do povo é indubitavelmente mais um ícone da política gerada pelo Rio de Janeiro! Como se faz notar este elemento que causa náusea e pavor como 'farrapo humano', tem mais razões dele, mas enquanto o povinho estiver elegendo essas coisas nefastas o que se pode esperar? São consequências da política adotada pelo "PT", e partidos aliados como este PSOL, porquanto é através dessas liberdades disfarçadas que o comunismo se instala é primeiro o caos, a desorganização, a afronta à Constituição. Em seguida, aparece um louco, salvador da pátria, "Lula" que ilude a massa acéfala. É o caos se instalando paulatinamente neste país da anarquia.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 5 de agosto de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 5 DE AGOSTO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

O BRASILEIRO PREVIAMENTE DERROTADO


Nobres:
As ações dos corruptos levaram o alto poder de manipular aquilo que formalmente chamamos de partidos políticos que na prática é o verdadeiro aval dos safados em muito nefastos parlamentares que empesta o cenário político do Estado brasileiro ao exercitar o atalho desolador e usurpador do erário, em minúcias acionando o caixa 2, fundo partidário que retalha a “herança de um país que retrocede as capitanias hereditárias” com gravidade, distribuir o farto dinheiro que está no poder de mando destes canalhas. Reportamos sobre as campanhas eleitorais deste ano que ainda nem começaram. O quadro eleitoral está tão indefinido que está muito difícil apontar os vencedores. Contudo, já está bem claro quem serão os derrotados nessas eleições. O povo brasileiro é quem vai perder e antes mesmo de iniciarem as campanhas. Lamentavelmente até mesmo nossa autoestima sairá baixa, numa eleição em que precisávamos gerar entusiasmo com o futuro para fomentar as perspectivas econômicas e sociais do país. Nos últimos quatro anos, o povo brasileiro mostrou uma imensa vontade de mudar o funcionamento de nossas instituições. Rejeitou a corrupção e a ineficiência do Estado, mas fez tudo isso sem maturidade política. Ao mesmo tempo que condenava esses problemas incrustados nos nossos governos e instituições, rejeitou propostas óbvias para reduzi-los, como redução do tamanho do Estado, apoio ao fim da estabilidade do funcionalismo público, e reduzir os gastos dos governos e privilégios dos funcionários públicos de alto escalão. Ou seja, não houve formação de consenso ou algo próximo em torno de uma agenda óbvia com o objetivo de diminuir a corrupção e a ineficiência dos governos, tão combatidas ao longo desses anos. Os velhos canais de benefícios do Estado continuaram a ser usufruídos por aqueles com acesso a eles. Apesar disso, a maioria da população excluída dos privilégios não conseguiu se unir contra a existência e abuso dessas benesses. Não houve a pressão necessária aos congressistas e a população preferiu se dividir entre os contra ou a favor de políticos específicos, alguns deles até reconhecidos promotores das distorções rejeitadas. Ou seja, o esforço de repulsa foi consumido de forma desorganizada, sem ter sido organizado por qualquer liderança que pudesse transformar as aspirações em propostas concretas com bom suporte da população. O Brasil continua dividido, apesar de alguns consensos básicos quanto aos maiores problemas. Os políticos tradicionais continuaram a exibir as mesmas práticas e a se comportarem da mesma forma. Sequer se vê perspectivas de redução dos custos das campanhas. As formas de organização e formação de palanques continuam as mesmas. Os interesses são direcionados apenas para a manutenção do poder e elevação das perspectivas de vitórias nas urnas, desprezando-se completamente ideologias e conteúdos programáticos. As formas de conquistar as preferências dos eleitores também permanecem as mesmas. Promessas de benefícios individuais, invenção de mentiras e oportunismos associando-se a políticas bem-sucedidas das quais não se tem de fato autoria. Inventar notícias falsas sobre os adversários também continua uma praxe largamente utilizada. Apenas os meios de divulgação desses instrumentos alteraram-se um pouco, recorrendo-se em maior proporção à internet. Nenhum dos candidatos a presidente com perspectivas de vitória traz na prática, realmente, propostas claras de mudanças que reduzam os problemas apontados de forma contundente. A redução do tamanho do Estado diminui a corrupção e a ineficiência dos governos. Mas os candidatos com maiores perspectivas de vitória evitam apresentar propostas para o debate público. Além disso, qualquer um que venha a ganhar as eleições para o executivo vai ter que recorrer ao apoio de elementos inescrupulosos para governar. Ou seja, quem sair vitorioso das urnas não só vai evitar reduzir as possibilidades de corrupção, diminuindo o poder econômico do Estado, como também vai trazer os principais agentes dela para dentro do governo. Os Partidos não respeitam decisões claras imbuídas na Constituição e na Lei Eleitoral, onde o anarquismo do PT é evidente forçar e enganar o povão através de segmentos de bandoleiros do petismo, colocando em convenção um bandido, contraditoriamente endeusado  por este segmento, promovendo pesquisas falsas onde o condenado que não fez nada, apenas “dilacerou o país” ou  “dá uma lavagem em todas as vinte e sete unidades da federação. Ou seja, o povo brasileiro é o verdadeiro perdedor nessas próximas eleições. Tudo muda, ou pior nada vai mudar, há não ser que mude a consciência do povo.
Antônio Scarcela Jorge.