domingo, 16 de dezembro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 16 DE DEZEMBRO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

A TORCIDA PELO PIOR

Nobres:
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, está atuando ativamente nos bastidores para construir a sua base parlamentar no Congresso a partir de 2019, mas está falhando ao não condicionar esse apoio a não votação das chamadas pautas-bomba que estão infestando o Legislativo. Como alerta do atual ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, se todos os projetos que estão tramitando na Câmara e no Senado propondo aumento de despesas forem aprovados, a próxima administração ficará inviabilizada. Não haverá dinheiro suficiente para cobrir todos os gastos. Avaliações de consultores legislativos apontam que, durante todo o ano de 2018, Câmara e Senado aprovaram ou fizeram avançar projetos que vão resultar em um rombo adicional de R$ 259 bilhões nas contas públicas ao longo dos quatro anos do governo Bolsonaro. Essa conta inclui o aumento de mais de 16% nos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal, que teve impacto em toda a máquina pública, e a medida que concede incentivos fiscais a montadoras de veículos. O movimento nessa direção parece não ter fim. Na última terça-feira, sem que a coordenação política do presidente eleito se desse conta, o Congresso aprovou projeto que prorroga por cinco anos os benefícios fiscais para as regiões Norte e Nordeste e estende os incentivos para o Centro-Oeste, com impacto de R$ 5 bilhões ao ano no caixa do Tesouro. O Legislativo também deu aval para a renegociação de dívidas de produtores rurais, medida que resultará em despesa adicional de R$ 5,3 bilhões. A sanha gastadora dos parlamentares está tão ativa, que outras bombas podem ser aprovadas, no que deve ser o último dia de trabalho deles. A atuação do Congresso no apagar das luzes mostra que Câmara e Senado não entenderam a gravidade das contas públicas, mesmo com todos os alertas feitos diariamente por aqueles que defendem a responsabilidade fiscal. É um descaso em relação ao futuro do país. Com rombos crescentes nas finanças do Tesouro desde 2014, está no vermelho, programas importantes para a retomada do crescimento e a melhoria de vida da população serão inviabilizados. Bolsonaro precisa se atentar para as armadilhas que estão sendo criadas pelo Congresso. No papel, realmente, sua administração começará, oficialmente, em 1º de janeiro de 2019. Mas todos os projetos que estão sendo aprovados a “toque de caixa” e muitos deputados e senadores muito não se reelegeram. Um corporativismo comum que os adeptos a corrupção, a frente o atual Presidente do Senado que o nosso eleitorado do Ceará teve a felicidade em não reelegê-lo, por razão da tropa em comando que respira pouco mais de um mês (31 de janeiro de 2019), tentam em levar dificuldade ao próximo governo. O resultado poderá ensejar o alongamento da crise econômica que atormenta o país há anos. Independentemente das posições políticas, há um sentimento de expectativa latente entre os brasileiros. Todos almejamos que o país dê certo. Contudo, com as contas públicas em frangalhos, o risco de imperar a frustração só aumenta à medida que Câmara e Senado avalizam a gastança desenfreada é pura irresponsabilidade quem estima por enquanto o poder de mando.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 15 de dezembro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 15 DE DEZEMBRO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
RESGATE A MORALIDADE

Nobres:
A esperança do cidadão brasileiro sobre o destino do país, a partir do próximo ano 2019, tem sido de caráter otimista. O seriado de mudança prevista nas ações do futuro Governo Federal tem sido fortalecido pelo comprometimento da linha de frente, representada pelos ministros selecionados, sem máculas, além das virtudes de lealdade, espírito democrático, imunes de comentários até dos possíveis “fake news”. Os planejamentos governamentais seguem os parâmetros animadores que se propõem a combater: o fisiologismo, nepotismo, corrupção generalizada, desflorestamento, violência urbana, desemprego, deficiências em transportes, saúde, educação, água para o interior do Nordeste (sem se considerar uma esmola e sim, justiça social). Enfim, enxugamento da máquina pública visando aos interesses nacionais. É muita coisa a ser feita, mas com determinação e vontade política os objetivos serão alcançados. A coragem é uma característica do futuro presidente do Brasil. O superministro, escolhido a exercer as atividades na área econômica, é determinante, às decisões mostradas dentro dos padrões de economia liberal, norteado para o livre mercado visando, especialmente, às privatizações, certamente imbuído de aspectos cautelosos, sem entregar o ouro ao bandido, atento à arte de saber negociar. A título de ilustração, Paulo Guedes, Doutor formado pela Universidade de Chicago, nos EEUU, caracterizado pela doutrina do liberalismo, após brilhante realização do curso, foi indicado por seus colegas de turma a participar do Projeto Econômico ao lado do governo chileno. A equipe formada partiu celeremente a fim de restaurar a economia do Chile, isso se deu há mais de duas décadas. Esse país tornou-se sustentável nessa área, e até hoje é considerado o mais estável da América Latina. A escolha para dirigir o alto ministério da justiça e segurança pública, Sérgio Moro, tem tomado posições do conservador, dentro do propósito de corrigir as falhas existentes no setor da ordem social e ordem moral da Nação. Tentará resgatar os valores morais principalmente das famílias, da sociedade. Enfim, o Brasil está sendo acreditado por todos os cidadãos brasileiros, referendado das pesquisas CNI/IBOPE em que de quatro, três estão firmando as intenções do Presidente Jair Bolsonaro, bem longe do anarquismo implantado no país pela bandidagem lulista.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 14 DE NOVEMBRO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

O IMPERIAL CORRUPTO

Nobres:
Parlamentares que foram eleitos sob as “maldições do próprio eleitor” urge tão somente a responsabilidade pela mudança radical que a sociedade tanto reclama mais do que em outro período da história republicana. Caberá a cada brasileiro avaliar e reavaliar os candidatos e dar o seu voto aos que realmente têm proposições factíveis para que o Brasil se torne uma nação desenvolvida. Os flancos são atingidos pela interminável desmoralização destes marginais “senhores as excelências corruptas” (perdão pela expressão da palavra) atingindo frontalmente a economia que pagamos pela enorme carga tributária para que estes marginais leve ao sabor dos privilégios que lhes são concedidos. Por este aspecto, evidenciamos a decadência da economia brasileira, iniciada em 2014, está longe de ser superada. Em 2017, o país entrou, timidamente, em recuperação. Passou a respirar, mas sem fôlego suficiente para chegar à rota do crescimento exigido. As previsões otimistas feitas no fim de ano passado não se sustentaram. Por outro lado o presidente Michel Temer um “expecto” que a história do Brasil contará em termos negativos como aliado do lulismo e corriola que envergonha o Brasil. No presente momento os brasileiros desempregados ou subempregados somam 29 milhões, ou quase 30% da população economicamente ativa, sem perspectivas concretas de retorno ao mercado de trabalho. Em 2016, 5,9 milhões de pessoas ficaram abaixo da linha da pobreza, este ano aumentou ainda mais contradizendo Lula, um canalha e enganador que infelizmente chegou a presidência da República, abençoado pelosa espertos e pela ignorância do povo especialmente pelo povo pobre do nordeste que irracionalmente o adora, venera como um santo, mas não há justificativa por este povo e pelo segundo ano consecutivo, a miséria cresceu. Esta gente vivencia um filme e não acredita na realidade! O país chegou em 2017 com 22 milhões de miseráveis. Cenário construído pela recessão dos desastrosos anos de gestão do maior corrupto, enganador  e mentiroso da história da república dos últimos tempos o "comandante" Lula, e sendo "orquestrada" por   Dilma. O Brasil segue capengando, com espasmos de crescimento, mas nada que consolide um roteiro de avanços. Ao fim, percebe-se que a ausência de um projeto de nação deixa o país sem rumo. As crises políticas impactam a economia e retraem os investimentos nacionais e estrangeiros. Como apostar em um país que não sabe aonde quer chegar e cria políticas ao sabor de ideologias ou pautadas pelo populismo? No Congresso, predomina o “salve-se quem puder”, com a larga maioria dos legisladores sendo alvo de inquéritos pelos mais diversos delitos, o mais presente deles, a corrupção. As reformas estruturais e bem intencionais se assim foram propostas e que seriam indispensáveis ao reequilíbrio fiscal e à recuperação da credibilidade e da confiança no país, foram postergadas pelo Legislativo, fez o Brasil se emperrar,
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 13 DE DEZEMBRO DE 2018

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge

REGULAMEN
TOS NÃO CORROBORA SOLUÇÃO NO BRASIL

Nobres:
Neste mundo da corrupção brasileira onde o sistema de governo é uma “sutileza” e superficialmente abonada pelos políticos. Neste aspecto nos reportamos sobre os sistemas:  Sistema presidencial, sobre o presidencialismo, um regime político em que a chefia do governo cabe ao presidente da República, mantendo-se a independência e a harmonia dos três poderes (executivo legislativo e judiciário). Parlamentarismo é um regime político em que o gabinete constituído pelos ministros de Estado, é responsável perante o parlamento, que através dele governa a nação. O Brasil experimentou os dois regimes, logo após a proclamação da República sobre a batuta de elementos corruptos encastelados em quase todos os governos desta nação.  Como o país das “maravilhosas experiências”, o parlamentarismo foi implantado no início dos anos sessenta para resolver e ou "remediar" a crise imoral e a desordem que campeava na época neste país. O que acontece é mera semelhança dos dias atuais promovidas por elementos “os marginais por excelência” agora de maior sabedoria para manipular as massas elementos de manobra e intelectuais putrefatos, políticos corruptos, aliados aos partidos políticos que tem como objetivo direcional e intencional em surrupiar o erário de forma sutil e amoral. Ficou comprovado que é não é a forma de governo. Implantado o parlamentarismo, teve duração efêmera. Tivemos três ou quatro primeiros ministros de governo (a memória me falhou em quantidade) no curto período. Forças iguais; no presente, anarquistas por excelência, conseguiram torpedeá-la por força de um partido político e legendas aliadas. (como ocorre com o PT de hoje sucedâneo da anarquia e potencialmente forte -) conseguiram o eleitor as urnas como forma de decidir aquilo que desconhecia uma massa de manobra e que conserva a mesma cultura embora sucessória de uma nova geração, mais "sabida" (não confundir com sábia). É evidente "patrimonialista” o eleitor em todos os aspectos quando especialmente convocado sobre consultas plebiscitárias são levados pelas conversas manipuladoras por esta classe dominante que há séculos impera neste país, até que a sociedade ética faça intervir para resgatar a ordem sempre vitoriosa no Brasil.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 12 DE DEZEMBRO DE 2018

COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE
DESANDA A CULTURA DO PAÍS.

Nobres:
A nossa prudência crítica bastante determinado e impetremos desculpas a nossa imodéstia em “auto-jugar” em referir a questão que o Brasil sempre foi um atraso por força da cultura política de nossa gente dominada por políticos sabidos. Entretanto a modernidade delongou para aqui. A Justiça, inclusive. Se algo aparecer no Brasil e não for sabedoria dos “sabidos” que aqui povoam e enganam, é besteira. Recorremos a Einstein teria dito, entre muitas de suas frases: "Temo o dia em que a tecnologia se sobreponha à humanidade. O mundo terá então uma geração de idiotas". Hoje é difícil não encontrar uma pessoa, por mais humilde que seja que não esteja com um celular ao ouvido. Nos mais diversos e improváveis locais. Além de outros aparelhos mais modernos, com nomes impronunciáveis, mais ainda de manuseio. Tudo apesar da péssima educação ministrada aos brasileiros pelos poderes públicos. Daí o descrédito total das mais diversas nações, ao ponto de renomados dirigentes duvidarem da sua seriedade. É o Brasil um país estranho, exótico, atípico, onde sua Constituição prescreve a igualdade de todos, pregando a liberdade de pensamento. Sendo um país democrático e capitalista, onde predomina o livre comércio, presume-se que o indivíduo possa procurar atendimento em qualquer estabelecimento, seja ele de que categoria for. Por este contexto, fazer parte da Constituição, como cláusula pétrea (art.5º), que todos são iguais e que ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei, e mais, não se excluirá da apreciação do poder judiciário qualquer lesão ou ameaça ao direito. O direito de opção é subtraído, castrado, o direito de escolha é proibido. O Presidente Juscelino, ao ser advertido que o Brasil, que passava uma situação melindrosa, estava à beira do abismo, respondeu: "Não se preocupe, o Brasil é maior do que o abismo". Não tivesse morrido tão cedo comprovaria sua profecia. Não só o abismo faz do Brasil um país grande, o espaço é pequeno para enumerar a mazelas existentes. A má educação cívica e doméstica, a falta de respeito ao direito alheio. Tudo no Brasil é possível, inclusive se cunhar que "existem leis que pegam e outras não". Como pode uma lei pegar e outra não, se as leis foram feitas para definir uma norma de conduta, de comportamento, de procedimento? O general Charles De Gaulle tinha absoluta razão ao anunciar para o mundo: "O Brasil não é um país sério".
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 11 DE DEZEMBRO DE 2018


COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE


UMA NOVA ESPERANÇA

Nobres:
A expectativa é de que o governo de Jair Bolsonaro que assumirá em janeiro de 2019 é de equilíbrio e força moral em todos percebidos. Por outro aspecto concernente a irresponsabilidade do bando lulista ceifou a política populista ocasionou a política econômica equivocada, como, por exemplo, as que prevaleceram na administração de Dilma Rousseff, foram propícias para estimular a desordem e a bagunça que imperou quase duas décadas. Enquanto o Brasil padece desde sempre nas mãos de um segmento político altamente corrupto que elegeu o populismo, a demagogia e o corporativismo como sendo a política de Estado. Reflexo dessa realidade é o fato de que nossa ‘res pública’ não tão pública assim promulgou em 128 anos seis constituições diferentes, submeteu-se a diversos regimes autoritários e permanece em frangalhos, organizada desde 1985 sob a persona da “Nova República”. Isso provoca literalmente a experiência recente o demonstra no mais completo alijamento do povo do poder decisório. Os rotineiros episódios ocorridos nos plenários de Brasília demonstram que o poder de legislar vem sendo exercido usualmente na contramão da vontade popular. A ascensão do ativismo judicial explícito e o desconserto incomensurável da STF e do CNJ contribuem, tanto ou mais que a velha corrupção sistêmica e o ‘lobbyismo’ obsceno das coxias parlamentares, para a fragilização e a derrocada do Estado representativo. Posto isso, é imprescindível buscar soluções constitucionais em experiências democráticas bem sucedidas e tomá-las como inspiração para repensar o desenho constitucional do Estado brasileiro. Mas deste modo é difícil promover um novo texto constitucional que venha resgatar a ética perante a sociedade, quando os políticos encastelados no poder abusam do corporativismo interesseiros que domina desde as organizações escusas, ao eleitor, no fiel da balança pendente a cada eleição. Por este meio insistimos na forma coerente em nos instar.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 10 DE DEZEMBRO DE 2018


COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE

LULA, LÁ, LÁ, NO PRETÉRITO DA ENGANAÇÃO

Nobres:
É deveras inegável instar que a conduta anarquista para a esmagadora maioria da sociedade brasileira, exceção da “quadrilha” lulista, que agiu, por irresponsabilidade fiscal dos últimos governos capitaneados pelo Partido dos Trabalhadores (PT), o0nde o mentiroso dizia ter tirado o Brasil na linha de pobreza, um fato que só a irracionalidade deste povo especialmente das aldeias urbanas e rurais que habita no nordeste doeste país, que continua, “orando” em prol de um canalha que imperou o governo em quase duas décadas, santificando venerando com o aplauso dos espertos que se alia governo e organizações criminosas, na realidade se apresenta um quadro de intensa gravidade direcionada aos grandes segmentos de pessoas deste país. Este é a principal culpabilidade desse grupo que falseia ideologias, mas acima de seus interesses. Na prática a estagnação da economia foi deixada para trás, mas a pobreza, em caminho inverso, não parou de aumentar. Somente com a volta do crescimento econômico sustentável o Brasil conseguirá reverter o vergonhoso quadro em que um quarto da população vive em situação de pobreza, realidade lamentável que não pode perdurar e tem de ser revertida a todo custo. Ano passado, segundo as estatísticas, o país tinha 54,8 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza estipulada pelo Banco Mundial, que considera como pobre quem tem rendimento de até R$ 406 por mês. O que mais assusta é que, de 2016 a 2017, mais 2 milhões de brasileiros passaram a sobreviver em tais condições, de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse retrocesso, depois de anos de aumento da renda da população, tem como causa primeira a pior recessão vivenciada pelo país e que deixou marcas profundas. A Síntese de Indicadores Sociais do IBGE, recentemente divulgada, indica que para reverter situação tão vexatória seria necessário investimento mensal de R$ 10,2 bilhões, ou R$ 187 mensais por pessoa. Pelos dados do instituto, no ano passado, 26,5% da população estava abaixo da linha da pobreza estipulada pelo Banco Mundial. Em 2016, esse percentual era de 25,7%, o que corresponde a 52,8 milhões de cidadãos. No ranking dos estados, Minas Gerais (20,9% da população, ou seja, 4,4 milhões de pessoas na pobreza) se encontravam em situação dramática, à frente, em relação a habitantes, do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás, além do Distrito Federal. A Região Nordeste tem a maior concentração de pobres do Brasil. São 25,6 milhões de nordestinos, a metade do total nacional vivendo com menos de R$ 406 por mês. Na outra ponta, está a região Sul, com apenas 12,8% da população em condições precárias. O preocupante é que a mudança no quadro da pobreza atingiu todas as faixas de rendimento, mesmo a erradicação desse grande mal estando presente, há anos, em todas as políticas públicas no Brasil. No entanto, na penúria fiscal em que o país se encontra, teremos que tirar R$ 122,4 bilhões ao ano para resgatar mais um quarto da população da pobreza absoluta. Não foi o conto do Lula que desestimou o fato.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 9 de dezembro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 9 DE DEZEMBRO DE 2018


COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE
UM PODER CHEIO DE VONTADES INDIVIDUAIS

Nobres:
Muito se fala no estado democrático de direito, a essência de democracia impera em sua plenitude após a Carta Constitucional outorgada em 1988, orquestrada pelo Congresso Nacional concomitantemente exercido pela Assembléia Nacional Constituinte onde em sua maioria guardava seus próprios interesses, onde direitos e mais direitos foram protegidos pelo encargo corrupto que alí sempre habitou, onde os grupos e até instituições até “semiclandestinas” foram formalizadas se fortalecia em detrimento o exercício dos cidadãos éticos. O natural está o resultado, a bandalheira a desordem e o retrocesso. Os poderes foram abeirando e se integrando por forças anárquicas que chegavam e se implantaram a guarda de seus interesses individuais. Entre os poderes, o Executivo se tornava refém do Poder Legislativo em que o primeiro para sobreviver programava as negociações em sua maioria por parlamentares que se denominava de “alto clero” especialmente negociavam porte escusos. O apêndice “trágico” se refaz a leitura dessa anomalia é também direcional ao STF, como “meganha” a Constituição, subscreve a democracia e na prática contradiz, como sendo, “a pior ditadura, é a do Judiciário, como disse em certa ocasião o mais notável da cultura brasileira de todos os tempos, Rui Barbosa” segundo o notável e imortal brasileiro; “contra ela, não há a quem recorrer”. Como destaque o exemplo que já se tornou regra do cotidiano, no já célebre julgamento do habeas corpus de Lula no plenário do Supremo Tribunal Federal, em abril de 2018, a ministra Rosa Weber fez uma defesa enfática da colegialidade da corte. “Por funcionar como colegiado, a decisão não se detém no raciocínio de um único juiz. Vozes individuais vão cedendo em favor de uma voz institucional”, afirmou à época, quando contrariou sua convicção pessoal, contrária à prisão após condenação em segunda instância, para votar contra o habeas corpus em respeito ao entendimento anteriormente estabelecido. No entanto, alguns episódios recentes mostram que as posições individuais continuam dominando e, às vezes, paralisando o STF. Outro exemplo marcante destorcido e imoral vem sendo tomado pelo Ministro Gilmar Mendes, repudia a nação pela sociedade ética, acompanhada da 2ª turma do STF. Recorremos aos velhos conceitos a “verbalizar” que no mais imperativo da verdade, deparamos: - “que a ignorância é a companheira dos orgulhosos da própria sabedoria. Ou será que a natureza diz, que todo poder corrompe? – Sim, quanto mais absoluto mais absolutamente corrompe. Ou se instar que no velho jargão popular: queres conhecer o vilão, dá-lhe o bastão e como sendo sabedoria resolve”. Temos dito.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 8 de dezembro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 8 DE DEZEMBRO DE 2018


COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE
A DECADÊNCIA DO IMPERIO LULISTA

Nobres:
Não é agora que o PT comandado por Lula, um condenado pela justiça, mesmo assim, ele zomba e não respeita as leis e insiste em enganar a uma vasta massa de manobra popular inábil, que lhe idolatra e acata, com fosse santo e vítima das elites brasileiras. Esta aberração sempre recebe o reforço dos espertos, pseudossábios e tidos intelectuais que foram contemplados com “nutridas somas” provenientes do erário em nome de uma cultura ridícula que programava a modernidade como fator disfarçável. Entre estes aspectos Lula transformou o PT que lhe custou a identidade. Para se evoluir passou a viver um conflito entre sua prática conservadora e seu programa de origem radical. Uma solução para este conflito foi assumir sua conversão em uma organização socialdemocrata, contudo, tentou fortalecer o afastamento dos militantes mais aguerridos para uma opção mais claramente socialista, o PSOL. Além disso, assumiu uma política econômica mais liberal, mas afinada com a praticada por Palocci no primeiro mandato. Por outro lado, resultou a junção umbilical de Lula que estabeleceu um processo siamês em que decidindo viver descaradamente sua contradição entre práticas políticas de compadrio com um discurso radical de duas faces. Uma das faces foi dada pelo anúncio do PAC. O projeto combinada uma retórica nacional-desenvolvimentista que disfarçava uma relação de dependência com os grupos econômicos compadres, relação essa explicitada pelas investigações da Lava Jato. Do ponto de vista do ambiente de negócios, a opção pelo capitalismo de compadrio àquela altura representou retrocessos em relação a um mercado livre e capitalizado, e o principal sinal deste retrocesso foi empregar, ou melhor, “descapitalizar” recursos do BNDS e outras instituições bancárias instituídas pelos governos fez ensejar menos empresas que deixaram de buscar eficiência e competitividade para atender aos interesses de milhares de investidores pulverizados e interessados nos lucros e dividendos e mais empresas submeteram seus projetos aos interesses do grupo político no poder. A outra face da escolha hipócrita do PT foi um pouco mais complexa. Na ausência de uma opção que sustentasse uma retórica radical na economia o máximo em que chegou era um nacional-desenvolvimentismo rasteiro e “percoento” optando por radicalizar a retórica no campo do comportamento. Neste seria possível entregar alguns ganhos pontuais concretos aos setores mais cosmopolitas sem comprometer as relações com os grandes grupos econômicos. A partir do segundo mandato do governo Lula pautas relacionadas a raça, gênero e questões LGBT passaram a ganhar destaque. Em síntese que aconteceu na prática corruptora do PT. O desastre econômico, social, moral e político estava se consolidando o povo enfim se manifestou indo as ruas para protestar. Outra aberração foram os partidos tradicionais ficarem distantes nas aspirações do povo ético, por exemplo o PSDB e alguns de seus aliados a sua legenda, decidiram manter distância dos movimentos sempre acostumados com a política palaciana, não se sentiam à vontade nas ruas. O PSDB apostava em um longo desgaste para ganhar as eleições em 2018, o Centrão e o PMDB apostavam na chantagem permanente para tirar o máximo do governo. O único político que se sentiu à vontade nas ruas foi Jair Bolsonaro com o apoio majoritário do eleitorado, sem acordo espúrio que ordenava a corrupção, ganhou as eleições pelo voto nas urnas. Esses partidos estão a deriva.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 7 DE DEZEMBRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PROTESTA-
ÇÃO DOS CARAPETÕES

Nobres:
A nossa pressa que é comum da gente, torna-se inútil para analisar uns dos malefícios das redes sociais que costumeiramente e “mentirosamente” nos apresentam. No modernismo premente em que estamos vivenciando decorre da combinação de “novo e falso” vem transformando a era digital. Sabemos que a internet e a sua velocidade vêm construindo uma nova forma de enxergamos o mundo. Algo que acontece a milhares de distância agora chega há segundos na palma da sua mão. Isso se deve ao poder de compartilhamento. Mas será que estamos compartilhando verdades? Como é possível identificar o que você receber na rede? O cognominado “fake news” é exatamente a exploração de notícias falsas usadas para privilegiar ou simplesmente denegrir a imagem de algo ou alguém. A cada segundo milhões de notícias falsas são espalhadas sem nenhum tipo de base comprobatória. Isso se deve por dois fatores presentes no nosso dia a dia. O primeiro deles é a vontade que a pessoa tem de se comunicar e de ser o primeiro a informar algo. O segundo é o interesse que se tem por trás dessas notícias. Assim, juntando esses dois fatores, encontramos o cenário perfeito para o crescimento exponencial das notícias falsas. Quando alguém oferece a outro a possibilidade de levar uma notícia em primeira mão é porque, geralmente, está recebendo algum ganho com a disseminação daquela informação. Estejam os seguidores, patrocinadores de páginas ou simplesmente vender um produto ou uma ideologia. Existe ainda outro fator que é a falta de conhecimento nas redes sociais. Muitos usuários não se atentam para informações básicas da origem do site, qual é a fonte, qual é o interesse por trás da notícia e porque deve compartilhar? Esses questionamentos ajudam a diminuir em 90% todos os fake news. É importante conhecer mais sobre o que se compartilha. Difundir uma notícia falsa pode ser um multiplicador de problemas. Quem cria fake news só consegue êxito se pessoas comuns também compartilharem as informações falsas. Entre outras, encontrar nestas paginas algo relacionado ao mercado de trabalho? Vagas de emprego falsas, denúncias inexistentes contra empresa A ou B, pesquisas falsas e tantas outras. A rede social pode se transformar em uma tatuagem virtual. Compartilhar notícias falsas, o recrutador pode analisar o seu perfil e logo se frustrar. Não podemos perder grandes oportunidades por conta do uso indevido das redes sociais. Arrisque analisar com cautela se aquela notícia merece um compartilhamento. compartilhar uma notícia falsa falando mal de uma empresa que logo está concorrendo para um processo seletivo nela? Estará presente na era digital, cabe aos nos prezar pelo compartilhamento de informações úteis, verdadeiras e bondosas. 
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 6 DE DEZEMBRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O BRASIL ASSEADO

Nobres:
A menos de um mês da posse de Jair Bolsonaro Quem não poderia imaginar sobre os petistas cheios de razão segundo eles criticam o presidente eleito sobre a composição do ministério. Estão ainda protestando a extinção do Ministério da Cultura, principalmente os artistas, esquerdistas, corruptos com o ímpeto da ladroagem com o condenado pela justiça deliciaram as gordas somas originárias dos recursos. Só há uma saída, devem migrar para o nosso Ceará como única alternativa e de principio é o que estão atuando por enquanto. Quando Lula e sua turba colocavam nos ministérios para roubar ninguém falava nada, estava tudo legal. Agora porque Bolsonaro coloca gente séria e comprometida, fica todo mundo metendo o bedelho e fazendo uma série de ilações que não deixa dúvida o forte viés ideológico, esse ranço vai acabar quando o país sair do atoleiro em que se encontra. Os profissionais do crime que governaram o país nos últimos 30 anos, nos conduziram a uma crise de identidade, moral, econômica e cultural jamais vista neste país dos espertos, idolatra-se a bandidagem profissional, ao tempo em que debocham da honestidade. Mas, felizmente, os dias dessa mentalidade autodestrutiva de nossa nação estão chegando ao fim.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 5 DE DEZEMBRO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

OBSTÁCULO BUROCRÁTICO

Nobres:
O Brasil necessita urgentemente atacar os entraves ao crescimento, eliminando esse modelo burocrático ultrapassado, ineficiente em que o futuro governo do presidente eleito Jair Bolsonaro por ser hoje uma tarefa complicada, prioriza uma das ações planejada de já pela sua equipe de transição, se antevendo aos resultados, certamente, virão de forma rápida e vigorosa, para então voltarmos ao crescimento sustentável da nossa economia. Na atualidade a famigerada burocracia é um procedimento administrativo exercido em conjunto por um grande número de pessoas. Esse termo vem adquirindo fortes conotações políticas há várias décadas no Brasil, sendo usado para indicar a proliferação de normas e regulamentos que tornam ineficientes as entidades públicas e as empresas privadas. Estes aspectos quase sempre são os responsáveis pelos resultados contrários aos esperados, como por exemplo, a lentidão dos processos. A economia brasileira vive um paradoxo: quase todos os setores conseguiram, nas últimas décadas, níveis elevados de produtividade nas suas atividades fins. Contudo, apesar do esforço de modernização tecnológica e administrativa, esses setores vêm perdendo. Os dois componentes básicos, dentre todos os fatores englobados no “Custo Brasil”, estão representados pela burocracia e carga tributária. No que se refere à burocracia, o preço desse procedimento administrativo é altíssimo e não afeta apenas os cidadãos pagadores de impostos principalmente atinge os estados brasileiros, de forma especial o nosso Ceará que gerencia a mais elevada carga tributária no país. Há décadas vem seguindo essa distorção com os cearenses em sua maioria não percebem esta deformidade contraditoriamente, louva, venera e santifica governos medíocres e copiadores de um modelo que deveria se racionar. No que diz respeito à carga tributária, direccionalmente o povo e consequentemente as empresas pagam aproximadamente 40% de tudo que ganham ou que produzem para pagar, na forma de tributos, os elevadíssimos custos da máquina pública se tornou um vício para robustecer impostos sempre avalizado para desviar em prol de setores privilegiados dado a se corromper é consequência em comum.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 4 DE DEZEMBRO DE 2018

COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE
O NOVO CONCEITO DO BRASIL

Nobres:
Um meu conhecido de longas datas a bem pouco tempo me disse que o Brasil é tudo normal e acreditava na desordem como padrão nacional, haja vista que era prática, de tão rotineira, foi naturalizada no país. Ele sempre acreditou! “Mas num piscar de olhos” tudo mudou em metamorfose no campo dos políticos, idolatrados, saudados, respeitados por serem corruptos.  Porém; foi como o suceder dos dias e das noites, a mudança das estações do ano, a troca das fases da Lua. O slogan “rouba, mas faz” perdeu a carga negativa e passou a ser usado como elogio a político que, embora avance com apetite no erário, cumpre o papel para o qual foi eleito. Em bom português: roubar seria fatalidade contra a qual não há como lutar. Conviver com ela era a receita. Como o raiar do dia, surgiu a Operação Lava-Jato e daí, a novela começou a mudar o enredo. Pela primeira vez na história, não só preto e pobre conheciam o rigor da lei. Bandidos do colarinho branco descobriram que o pau que bate em Chico bate em Francisco. Empresários, senadores, deputados, governadores pararam atrás das grades. Alguns, como Delcídio Amaral, no exercício do mandato. O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva cumpre pena em Curitiba. No final da semana passada, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, acusado de herdar o esquema de corrupção que lhe teria rendido R$ 40 milhões quando era vice de Sérgio Cabral, saiu do Palácio Laranjeiras no camburão da Polícia Federal. Segundo o Ministério Público, o montante da propina daria para pagar vencimentos de 22 mil servidores. Ao mesmo tempo em que Pezão prestava depoimentos, em vez que o Supremo Tribunal Federal julgava o processo que questionava a legitimidade do indulto a presos concedido pelo presidente Temer no ano passado. Um pedido de vista do ministro Luiz Fux impediu que corruptos de carteirinha ganhassem a liberdade antes de cumprir a pena. Foi decisão importante. Impõe-se deixar claro que o crime não compensa. Quem aposta na impunidade tem exemplos para reprimir impulsos. Os eleitos que assumem o mandato em 2019 vêm com o compromisso de fazer a leitura correta do tempo. A sociedade, ao ir às urnas, disse não à corrupção. “Alguns em sua maioria os adeptos do lulismo, ainda nem se acordaram e se como fosse estão eternizados” amargando o sono da enganação é a realidade nua e crua.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 3 DE DEZEMBRO DE 2018


COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE
EDUCAÇÃO PETISTA QUE AGORA TENDE A IMERGIR

Nobres:
Da República (1889) para cá é a educação de qualidade para todos a maior e inequívoca prova da falta de emancipação moral que dominam e governam os destinos da nação. Somos geridos, em regra, por imorais. São poucas, lamentavelmente, as exceções. Dizemos isso baseado nas verdadeiras estatísticas e não as que se apresentam por aqui que tem um lema enganador bem a modo do governismo do PT que como regra o império da mentira.   Na avaliação do Pisa de 2016, com 70 países, o Brasil era o 66º em Matemática, 63º em Ciências e 59º em Leitura. Na Pesquisa nosso ensino fundamental ocupa a posição 127ª e o superior a 125ª. Na Prova Brasil, do ensino médio, os resultados são desastrosos. No Ranking de 2018 com 35 países, o Brasil é o último colocado em prestígio do professor. Os governos anteriores “faziam da premissa de  que o contrário é o correto”. Não queriam, evidentemente, empregar o dinheiro público apropriado por elas e tratavam com o povo (50,6% com mais de 15 anos eram analfabetos totais). Nos anos 60 e 70 a prioridade absoluta era o ensino superior. Em quase tudo neste país as elites vulgares ensinam imoralmente que os frutos devem ser colhidos antes da plantação. Sem excelente ensino fundamental não teremos nunca a profusão de bons alunos no patamar superior. Dos anos 50 até o princípio dos anos 80 o gasto com educação era ridículo (menos de 2% do PIB). Nos anos 2000 o ensino fundamental foi universalizado pelos governos lulistas. As crianças pobres foram para escolas pobres com ensino muito pobre, professor pobre e sem condições de trabalho, desestimulado e desencantado. Nesses anos de domínio petista, voltou a prioridade para o ensino superior, com bolsas de estudo e financiamentos. Resultado: temos poucos analfabetos totais (7%), mas se alastrou como epidemia o analfabetismo funcional, mais da metade da população não sabe ler ou escrever ou não entende o que lê ou não sabe fazer operações matemáticas mínimas. Sem mão de obra qualificada, claro que a produtividade no Brasil é indecente. Porque apostamos tudo no ignorantismo e na mediocridade. Nossas oligarquias mandantes e governantes, com pouca exemplaridade para comover e influenciar as pessoas e o mundo lutou pela sua liberação da opressão e do despotismo dos governos monárquicos e ditatoriais. O grave déficit desse arrastado processo histórico é que ele não foi acompanhado da imprescindível emancipação moral. Com o ensino de péssima qualidade até os dias de hoje são provas inequívocas dessa aberrante falha ética. Na rabeira dessa cidadania de inspiração oligárquica foram se formando as classes médias autossuficientes. Essas classes educadas sabem o que é o mundo moderno e sabem também reclamar por seus direitos e garantias jurídicas e culturais. As classes cidadãs preocupam-se seriamente com o capital cultural por meio da educação porque sabem o valor dele para a construção de um ideal de civilização despojado da opressão e da coação ilegítimas. Na realidade; segundo porque ela sabe que sem educação de qualidade não há igualdade de oportunidades, que é a premissa do discurso da meritocracia; terceiro porque os exemplos que são transmitidos pelas elites vulgares ou bandidas são deploráveis principalmente no que queriam implantar aqui.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 2 de dezembro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 2 DE DEZEMBRO DE 2018


COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE
PERSPECTIVA ADEQUADA

Nobres:
O novo governo, que assume em 1º de janeiro, promete mudar padrões nacionais. O recuo das cifras constrangedoras passa, necessariamente, pelo aprimoramento na educação. Nenhuma nação ultrapassou a barreira do subdesenvolvimento com escolas atrasadas como ocorre no Brasil no império anárquico do condenado pela justiça Lula da Silva. Só o ensino de qualidade que implica currículos modernos, instalações adequadas, professores comprometidos, estudantes desafiados e aptos a vencer etapas na idade certa é capaz de garantir a igualdade de oportunidades e a ultrapassagem da linha da pobreza. População educada conquista cobiçados postos de trabalho e infla a renda. Eis a única receita para deixar no passado de forma sustentável as mazelas que empurram o Brasil para o atraso e a violência. Neste aspecto infelizmente a nação se emperra pelo domínio do lulismo, até janeiro de 2019 quando o Presidente eleito Jair Bolsonaro, levado pela vontade do povo em recentes eleições, que a cambada não aceita o resultado das urnas que, de jeito nenhum, somada a ignorância da parte majoritária da aldeia nordestina, que professa a velha premissa de que “raposas corruptas da política da região e por extensão do país” (in) fiéis aliados ao intelectualismo do lulismo, espertos, nojentos, ladrões do erário e de pior espécie, tem se revelado essa canalha que não mais se sustenta da mentira e do picadeiro que se formaram durante quase dezesseis anos que o gigantismo brasileiro conseguiu se sustentar.
Antônio Scarcela Jorge.