quarta-feira, 25 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 25 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

RETENTIVA MORAL

Nobres:

Estamos vivenciando a “redemocratização” após um longo período do regime militar (21 anos) neste conceito a história nacional segue seu caminho republicano, democrático. Agora neste ano qual é o resultado? Os fatos atuais dizem tudo. A frustação é enorme. Há uma unanimidade, não “burra”, de que a corrupção se tornou o grande mal. Ela se alastrou no establishment brasileiro como águas do dilúvio. Consequentemente, considerando os desvios de foco, e as muitas incompetências, o futuro do país é de incertezas. Por ela, direta ou indiretamente, um aviltante passivo político foi construído nas últimas três décadas, intensificado na última. Dois impeachments: - Collor e Dilma-; um ex-presidente condenado, e preso, Lula; o presidente em exercício sendo investigado, Temer; vários políticos cassados, alguns presos e outros na fila de espera. Nesta, a maioria dos listados estão protegido pelo contestado foro privilegiado, um desafio a ser superado em breve. Como a esperança nunca morre, o Ministério Público, por meio da Operação Lava-Jato (quatro anos), tem feito um pertinaz combate aos ilícitos evidenciados. Vultosos valores desviados já foram restituídos aos cofres públicos. Vários dos responsáveis pelos malfeitos estão condenados, entre empresários e figuras de diversas bandeiras políticas, da direita à esquerda, porque ninguém está acima da lei. A substância moral é a melhor herança que a geração de 68 poderia deixar para um país cada vez mais governado pela falta da lembrança e pela ausência de ética. 1968, 1988, 2018; meio século transcorreu. A crise ainda não terminou. Amanhã vai ser outro dia. Mas, quando outubro chegar, o povo, com memória, através do voto terá a oportunidade de fazer uma renovação geral no atual quadro político, vital ao aprimoramento e consolidação da nossa democracia. Desta forma, esperamos.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 24 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 24 DE ABRIL DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

MÁSCARA NEGRA

Nobres:
Iniciamos o nossos comentários em alusão “a supra  titulada” pois estamos temerosos diante de segmentos como as comissões dos direitos humanos em todas células ainda vivas povoadas por todos os quadrantes do território brasileiro, partidário da ideologia (ou melhor da anarquia) do gênero; casamentos gays;  e outras aberrações sendo segundo "eles" esteia a modernidade! pelo outro lado não é assim que a sociedade do continente, segundo as eleições recentes como ocorreu no Paraguai se reprovou a ânsia que ex-terroristas retomem o o poder; entretanto existe "um cenário maluco" que no Brasil, tem as suas atenções voltadas pelo regime cubano que a sua ditadura experimenta uma decadência e não há "patrocínio das nações ora aliadas, mas como a insistência do Santo Lula, um verdadeiro "diabo em carne" mesmo na sua prisão, (toda especial visitadas por parlamentares de sua lavra) continua ditando as normas para seu fanático grupo político, igual a Marcola e Beira-mar comandando as redes criminosas em todo país, (mera coincidência). Neste empenho aliados aos senadores do PT, intelectuais interesseiros entre outros que impera no momento a anarquia deste país, nada pode se esperar de positivo para sociedade ética que preserva a moralidade neste país. Uns desses nossos comparativos vão de encontro a um pronunciamento em cadeia nacional do presidente da República, Michel Temer que na ânsia de se salvar das denúncias de corrupção dirigidas em forma especial a sua pessoa e quase toda sua assessoria presidencial. As atenções em Brasília estiveram mesmo voltadas para o Judiciário. O protagonismo dos tribunais no mundo político tem explicação: é consequência do acúmulo de processos envolvendo os poderosos enrolados e da fragilidade dos outros poderes. Situação que levou o embate político para o coração das cortes superiores. No vestígio do tradicional “café frio” em final de mandato, os marqueteiros da Presidência trabalham na campanha do balanço dos dois anos, enquanto o desafio do peemedebista é encerrar o ano sem o desgaste de várias denúncias assacadas pelo atual Presidente da República Michel Temer. Diante a impopularidade cristalizada em mais de 80%, Temer sustenta o discurso das conquistas na área econômica, como controle de inflação e redução no juro básico como o lema do presidente é “O Brasil voltou”. Mas sem crédito na praça atormentado pelo desemprego em alta, os brasileiros não sentem as mudanças no bolso.  Excluindo as razões da manchete em supra, enquanto está a ocorrer corriqueiramente às enfadonhas sessões do Supremo Tribunal Federal (STF) passaram a chamar a atenção. Afinal, os destinos de figuras populares da política do país onde se situa as pessoas de Aécio Neves e outros, estão sendo definidos nas cortes superiores e tudo passa pela avaliação dos ministros, mobilizando a audiência. Até as definições sobre o cenário das eleições 2018 dependerá de encaminhamentos do Ministério Público e de questões a serem resolvidas nos tribunais. A verdadeira autenticidade do STF deverá ser marco principal para a resolução dos princípios que venham nortear o sustentáculo da democracia no país. Portanto, aguardamos os posteriores acontecimentos.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 23 DE ABRIL DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

SALA DE PRISÃO NÃO É GABINETE DE CANDIDATO

Nobres:
Há muito neste país virou anarquia onde não se cumpre o preceito constitucional por chancela do presidiário Luiz Lula cujo cenário de sua carceragem tornou-se deprimente em todos os sentidos. Senadores aprovaram uma diligência na superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, para ver as condições da cela de Lula. Com direito a televisão e esteira ergométrica, certamente o local onde o ex-presidente está encarcerado nem de longe se compara às prisões lotadas e desumanas que se multiplicam pelo país. Não há dúvida de que a Comissão de Direitos Humanos do Senado, como todos os milhares de cédulas institucionais (algumas nos municípios nem são formalizadas de acordo com a anarquia que eles empreendem) onde a aludida instituição teria visitas mais urgentes a serem feitas, se o assunto é o sistema prisional. O fato é que a vistoria é apenas uma desculpa para o real objetivo desses senadores: transformar a sede da Polícia Federal, onde Lula se encontra, em um ponto de peregrinação. A intenção dos petistas era que o ex-presidente despachasse de dentro da prisão, recebendo lideranças políticas que alimentariam a ladainha de que ele é um preso político. Lula tem direito a visitas, mas de familiares e de seus advogados. Não há motivo para tratamento diferenciado, com relação a outros condenados que ali estão cumprindo pena inclusive alguns de “suas laranjas” que foram também condenados pela suas ações criminosas.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 22 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 22 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

PARTIDOS POLÍTICO NO BRASIL GERA CONTRADIÇÃO ENTRE PESSOA E IDEIA

Nobres:
É utopia ou hipocrisia sustentar que a democracia é possível sem partidos políticos à democracia é necessária e inevitavelmente um Estado de Partidos. Estamos implicitamente formando a ideia do pluralismo democrático representativo, principalmente em sociedades cada vez mais complexas. Tome-se partido como sinônimo de organização, ideologia e programa. É visão natural de quem viveu em ambiente cultural com instituições democráticas e consolidadas. Ou seja, partido com o propósito de efetivamente representar a vontade popular, com vistas à formação, planejamento e implementação de políticas públicas. A descrever vários cientistas políticos no mundo consideram essas organizações apenas como meio de proporcionar aos seus dirigentes no seio do Estado e aos seus militantes oportunidades imaginados e materiais de realizarem objetivos preciosos ou obterem vantagens pessoais. No Brasil, conquanto desde o início da República tenha se formado o consenso sobre a importância de eleições como peça fundamental da organização política e consolidação da democracia, paradoxalmente, na sua grande maioria, os partidos políticos continuam sendo conduzidos dentro de um sistema inteiramente cartorial. Eleições acabam se tornando um confronto entre pessoas e não de ideias. Os programas partidários não passam de letras mortas. E, no mais das vezes, os nossos graves problemas sociais e econômicos, cujas soluções são apresentadas no curso do processo eleitoral, acabam esquecidas no dia seguinte à vitória. Raros são aqueles que perseveram nos compromissos assumidos. Dentre tantas razões para explicar essa situação partidária nacional, penso que uma cabe maior destaque: a formação dos partidos dentro de uma visão patrimonialista de sociedade, em que os ocupantes de posições públicas de relevância jamais fizeram a necessária e fundamental distinção entre os domínios do privado e do público. Ou seja, a gestão política acaba por se transformar em assunto de interesse particular. A começar pela escolha de auxiliares, quando reiteradamente prevalece a confiança de quem indica do que a capacidade profissional e moral dos que devem ocupar os cargos e as funções. Recente registrou-se da mídia nacional ao demonstrar como essa situação ainda está longe de ter um fim. Isso porque, acaba de ser encerrada a temporada de troca de partido. Foram milharem de políticos que mudaram de agremiação. Em muitos casos em total contradição entre a ideologia e o programa do partido de saída e do de chegada. Na Câmara dos Deputados 80 parlamentares passaram de legenda, o equivalente a 16% do total de 513. Como registrou a imprensa, nenhum caso teve motivação ideológica, mas tudo a ver com a disputa pelos recursos disponíveis para financiamento das campanhas. Resta esperar indubitavelmente que o fisiologismo desavergonhado, a permissividade da legislação e a pulverização do poder no Parlamento terão consequências para o atual e o governo que vier a sucedê-lo. Esse quadro, que nos envergonha enquanto nação mostra o quanto precisa mudar em termos de organização partidária o país que possui o quarto maior eleitorado do planeta, perdendo apenas para Índia, Estados Unidos e Indonésia. É mais um dito “escândalo sintético e amoral” que rotineiramente ocorre na política brasileira.
Antônio Scarcela Jorge.
  

sábado, 21 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 21 DE ABRIL DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

LIBERDADE DE IMPRENSA NO BRASIL PARECE UTOPIA

Nobres:
De princípio nos reportamos a verdadeira imprensa, não a falsa que segmentos da representatividade de instituição “a cada troco” em reverencia a bajulação teimam em assinalar principalmente aos bisonhos de formação que são obrigados a atalhar pelos elogios. no setor é circunstancia e "deleta" da cultura que caminha em passos do inicio do século passado devemos passar a largo e desconhecê-las. A verdadeira imprensa que  diante dos últimos acontecimentos da anarquia que tomou conta em alguns centros urbanos do país, mais especificamente nas imediações onde o corrupto Lula tomou conta do território da anarquia e da safadeza cuja desordem de pronto é promovida “por cowboys tatuados” e vagabundos que eles chamam cidadãos em contradição são partidários da “ideologia do gênero adotada pelo lulismo que se sucumbe no decorrer do cotidiano e que a sociedade não é peculiar a estes casos. Quando recebeu “voz de prisão” naquele dia feliz para o cidadão ético, entre toda baderna consagrada pelo meliante se evidenciou a gravidade do ensejo, agressões à imprensa, quando cumpria o fiel e dever da profissão em informar a sociedade brasileira. Entre os aspectos explicitamente seria que a liberdade de imprensa é um dos pilares da democracia, assim como o respeito às decisões judiciais. Ultrajar os profissionais e impedir que exerçam seu ofício significa desprezar o marco do Estado democrático de direito. Mas, não é novidade o que se expõe vamos nos reportar a razão às estatísticas que sujeita opiniões e dados relevantes a realidade e a opção pela violência colocou o Brasil na oitava posição na lista de países com mais crimes sem solução contra jornalistas, segundo levantamento do Comitê de Proteção dos Jornalistas. No ano passado, foram 99 casos de agressões aos profissionais, expressiva queda ante os 172 casos de 2016, explicada pela diminuição de manifestações públicas, como as ocorridas em quase todo o país. Hoje, o Brasil ocupa o 103º lugar entre 180 nações no ranking de liberdade de imprensa. O apelo à violência é demonstração inconteste de incapacidade de dialogar, de reconhecer os próprios limites e, pior, se confundir com uma turba de vândalos. Inaceitável que militantes, independentemente da ideologia ou coloração partidária, impeçam o trabalho da imprensa, cuja missão, amparada na Constituição Federal, é a de assegurar à sociedade o acesso à informação sem a interferência do Estado ou de qualquer outra instituição, seja pública, seja privada. Ainda o ataque aos jornalistas em Brasília mereceu o repúdio da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), da Associação Nacional de Jornais (ANJ), da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), da Presidência da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no DF e do procurador-geral de Justiça do DF, Leonardo Bessa, que colocou o Ministério Público do DF e Territórios à disposição para colaborar com as investigações. O mesmo cabe para a violência em São Bernardo do Campo. Chegar aos responsáveis é medida que se impõe. A liberdade e o respeito dispensados às manifestações públicas devem, igualmente, ser dedicados aos que trabalham e cumprem o papel social de levar aos cidadãos notícias sobre o que ocorre na cidade, no país e no mundo sem distinção ideológica, econômica ou política. O povo tem o direito de ser informado com isenção, papel desempenhado pelos meios de comunicação. A seita Lula pelo seu fanatismo e anárquico quer medir forças com segmentos das instituições da república. Ledo engano a “estratégia” se consolidará.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

E D I T O R I A L - S C A R C E L A J O R G E

EDITORIAL­
Scarcela Jorge

DR NETO ROSA – PRÉ-CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL

Ante a proximidade do período das eleições que acontecerá neste ano de 2018, onde serão eleitos deputados estaduais e federais, senadores, governadores e presidente da República,  diversos partidos já iniciaram as articulações para definir seus pré-candidatos. Em Nova-Russas surge um novo pretendente a candidatura a deputado federal deve lançar seu nome, e de acordo com às informações preliminares o nome do médico Dr. José Gonçalves Rosa Neto o conhecido Dr. Neto que vem se destacando nas áreas prioritárias da medicina e especialmente em hospitais em todo território regional e concomitantemente, “montou por conta própria” os consultórios médicos para prestação de serviços voluntários na comunidade regional de maior carência atendendo consultas em especial aos pacientes que se dizem gratos pelo seu espírito vocacional ao bem-servir a este segmento e extensivo toda comunidade que lhe procura. Oriundo de uma família tradicional da política novarrussense, “tem como patrono” o Senhor José Gonçalves Rosa, empresário comerciante e industrial, “seu avô”, (in memoriam) que exerceu a magnitude do cargo de Prefeito Municipal de Nova-Russas, sendo eleito em 1966 e empossado no quadriênio de 1967/71 e o Sr Francisco das Chagas Rosa, Engenheiro Agrônomo (seu tio) ex-prefeito municipal de Nova-Russas hoje exercendo as atividades de sua profissão como grande empreendedor escritor, palestrante como técnico renovado na área de preservação ambiental em todo o Estado e parte do nordeste brasileiro. Neste ensejo apresentamos para conhecimento o “seu legado familiar” – (Filho de Pitichico (in memoriam) e Senhora-) incluímos o histórico do jovem Neto Rosa que não tem o cansaço peculiar provocado pela sua vasta atividade cotidiana incluindo a raiz familiar vocacional característico e estimulado pela comunidade, resolveu colocar seu nome como pretenso candidato a Deputado Federal pela legenda partidária do PMN, partido em que o Dr. Rafael Holanda Pedrosa – atual Prefeito Municipal de Nova-Russas – (seu colega de medicina). Consolidado o desejo de segmentos da comunidade o Dr. Neto poderá conquistar uma cadeira de Deputado Federal, ampliando a representatividade parlamentar no Estado e  consequentemente representar Nova-Russas por um filho nato e consequentemente direcionar pleitos destinados ao município e a base estadual que poderá representar.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - 20 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

ESTILHAS DA POLÍTICA

Nobres:
No limiar do processo eleitoral de 2018 onde se evidencia as eleições presidenciais, mas em contrapartida permanece a crise política ainda bem patente nas subconsciências de desânimos e desesperança de um povo que um dia soube e ousou sonhar bem alto. Encastelados na corrupção, políticos cada vez mais se fortalecem no patamar da corrupção e da falta de moralidade ensejando um país desgovernado. Repetem-se o cotidiano, desânimos e desesperança, porque durante últimas eleições presidenciais e legislativas, houve chuvas de promessas e comprometimentos de diferentes candidatos em criar condições para que se possam alcançar largos consensos no manto do diálogo e consequentemente consolidarem a tão almejada estabilidade moral neste país. Infelizmente, as promessas eram tudo menos sinceras. O compromisso para com o povo era conseguir o voto, e depois, nada. As promessas de ontem, a contradições cegas de hoje, e quem sabe, as turbulências de amanhã. Assim vai este país de homens e mulheres irresponsáveis! É mais um sinal equívoco do fracasso coletivo. Os políticos de agora em sua maioria considerados marginais, onde o cenário da política se associa com a polícia e a Justiça foram quase todos os responsáveis desta desgraça coletiva. Na verdade, esta crise permitiu compreender a similitude dos políticos. “Farinha do mesmo saco”! É verdadeiros espúrios das expectativas legítimas do povo que aspirava mudanças rumo a um país de “primeiro mundo”. Enquanto povo, esta crise revelou o nosso elevado grau do conformismo o que aparenta nas ações ao longo da perplexidade em a anarquia lulista, num desespero vulgar está apelando pela FARC, segundo o site do PT divulga a solidariedade desta instituição terrorista da Colômbia, onde um governo demonstrou fraco potencial para “debelar” os vermes ainda vivos neste continente desenvolver-se e desafiar a sociedade e as instituições da república. Por outro lado segmentos da sociedade mostram-se incapaz e indiferente. No futuro bem próximo talvez reaja quando os estilhaços da desordem bater na porta dos brasileiros. É urgente mudar o nosso olhar e sair definitivamente deste sono profundo. Sem o enraizamento da cidadania ativa em defesa do bem público o país permanecerá uma propriedade dos políticos corruptos sem o apoio incisivo da sociedade o segmento operacional e ético  Justiça tornar-se-á fragmentada.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 19 DE ABRIL DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

A SOCIEDADE ESTÁ SENDO CHAMADA A PARTICIPAR


Nobres:
Perante da universalização da corrupção no país, há um dito marcado pela crítica aos maus políticos que ora encastela o poder. Mas é também uma frase que ganha força quando estamos prestes a ingressar, uma vez mais, em um processo eleitoral. O raciocínio é simples e lembra muito o dilema da família que, ao chegar cansada do trabalho durante a semana, prefere deixar que meia dúzia decidisse o futuro de todos que precisamos entender que as eleições (felizmente!) vão ocorrer com ou sem a nossa participação. E que da nossa efetiva atuação dependerá a definição dos nomes que vão sair vitoriosos das urnas. Não há outra opção no Estado Democrático. E não há opção melhor que o Estado Democrático para a sociedade. Determinar o voto de forma impensada ou, pior, trocar o voto por um benefício qualquer são práticas danosas, que comprometem a qualidade do processo eleitoral. E ainda mais grave: são atitudes que transferem para terceiros a responsabilidade pelo resultado das eleições. Por isso, a Ordem dos Advogados do Brasil neste aspecto participa com grande entusiasmo da campanha “Vote Consciente” que pretende chamar o eleitor à responsabilidade. A hora é de dar um basta à passividade e tomarmos as rédeas para juntos conduzirmos nossos destinos há um tempo melhor, com mais igualdade e justiça. Não há razão que a malandragem se deixe dominar e não pode ter vez nas urnas no sentido majoritário como se configura com os últimos resultados das pesquisas de intenção de votos, é um desastre para o Brasil, convidar a sociedade ética e participativa em outrora.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 18 DE ABRIL DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

A SOCIEDADE NÃO ABONA

Nobres:
Depois do advento dos governos lulistas por um elemento em que o Brasil só começou a contar a nossa história após o cenário político que ele “comandou” segundo a seita de fanáticos irresponsáveis, intelectuais irracionais e ou interesseiros, alguns céticos da realidade e da razão onde o lulismo estimulou a violência seguida por seus adeptos, parceiros do embuste. Afora deste contexto que se associa a este desleixe, quem imaginaria quarenta ou cinquenta anos atrás, que iríamos ver em nosso país, cenários que hoje são mostrados diariamente, escancarando a degradação dos costumes na sociedade brasileira, apesar do notável avanço da tecnologia que torna mais fácil e mais agradável à vida das pessoas; nos meios de comunicação, então, o progresso foi  grande  e rápido e hoje a criança cresce nesse ambiente de tecnologia avançada e acessível a todos; não por “obra” do descarado condenado pela Justiça por atos exclusivos de sua ladroagem programada por centenas de laranja dos mais variados segmentos, do seu partido o PT e legendas aliadas que querem nas diversas camadas da população insinuar que seu santo é preso político com a chancela de marginais de grande excelência, de colarinho branco, empresários, marginais chulos e “puxa sacos” que servem apenas como “massa de manobra” prova cabal das manifestações que não sabem o porquê da participação, nem o “troco não receberam” conforme declarações a imprensa.  É natural que a humanidade sempre conviveu com atos de violência e assim será até o fim dos séculos, pois isso está intrinsicamente ligado à natureza  humana; só não imaginávamos que atingiria um patamar tal que chega a impedir o sagrado direito de “ir e vir”; ou será que alguém teria a coragem de ir, despreocupadamente, tal como passado, a qualquer rua ou bairro de alguma cidade brasileira? A corrupção foi outra praga que se alastrou como fogo, nos últimos anos e, diariamente, somos “brindados” com novas notícias mostrando atos de corrupção nas diversas esferas da vida nacional, principalmente, no mundo da política; já ouvi de algumas pessoas que o assunto “está cansando” e isso reflete certa acomodação diante de um fato terrível, pois se trata do desvio do dinheiro público, dinheiro arrecadado do trabalho de todos os  brasileiros, para ser usado, justamente, na melhoria  das condições de vida da população. Ansiamos ser dispensável repetir a situação da saúde pública e das condições dos nossos hospitais vez que se tornou notícia diária nos diferentes meios de comunicação. Mas, perguntará nobres, o que isso tem a ver com corrupção? Tem muito a ver, pois se os recursos já não são satisfatórios para um bom atendimento e boa parte deles é perdida em ações de má gestão e de corrupção. “De acordo com a Controladoria Geral da União (CGU), desde 2002, em torno de 30 % dos recursos federais desviados no país, pertencem à área da saúde; de um total de 15,9 bilhões desviados, um terço teve origem em distorções no âmbito do Ministério da Saúde, ou seja, 4,5 bilhões de reais”. A rede hospitalar brasileira, excetuando algumas “ilhas de excelência”, está em precárias condições econômico-financeiras, estamos sofrendo as agruras de um descaso com a saúde do povo brasileiro, numa mistura de corrupção e má administração do dinheiro público, que se acentuaram nos últimos treze anos. E assim vamos convivendo com problemas que outras nações, do porte da nossa, já resolveram há muito tempo; é bem verdade que no nosso país, pelas suas dimensões continentais, os problemas são maiores e ainda não suplantamos os imensos desníveis socioeconômicos e culturais que existem entre as diversas regiões brasileiras especialmente o nosso nordeste que nem percebe a santidade da seita radical que evidencia “o santo” com a parceria de certas religiões que vivem em constante vigila para que o país continue um grande mau. Todavia está ficando insuportável conviver com essa violência e não se tomar providências duras em relação aos casos de corrupção o Brasil se afundará.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 17 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 17 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

A SAÍDA É UMA CONSTITUINTE

Nobres:
O Estado brasileiro está aparelhado por agentes corruptos e corruptores, englobando todos os entes federativos: União, Estados, Distrito Federal (este principalmente) e Municípios. Esse fenômeno deletério se evidencia em todos os poderes: Executivo, Judiciário e Legislativo e as instituições com independência administrativa e financeira e competências e atribuições constitucionais relevantes, com as honrosas exceções que confirmam a regra da ética que deve nortear os entes e os servidores públicos. Diante desse quadro dantesco de descalabro na “res publica”, lutar é preciso para erradicar a corrupção que grassa nesse pobre Brasil. Viver é apenas a condição para lutar sem trégua e sem quartel, todo o tempo e em qualquer lugar do território nacional, e para isso é necessário convocar o verdadeiro e trabalhador povo brasileiro. Tudo sem violência, sem revolução, golpe de estado ou guerra civil. O Brasil vivencia uma crise institucional, jurídica, política, social, administrativa e econômica. Os Poderes da República que deveriam funcionar de forma independente, mas harmônica, não têm mais independência e muito menos harmonia. O Poder Executivo se apropriou das competências do Poder Legislativo e tem notoriamente legislado através de Medidas Provisórias sobre tudo e qualquer matéria, requeira ou não urgência. O legislativo tem feito às vezes do Poder Judiciário anistiando multas eleitorais aplicadas aos partidos políticos judicialmente. As organizações criminosas tomaram conta dos presídios e comandam os crimes a partir das unidades prisionais onde seus chefes estão recolhidos. São Judiciário, Legislativo e Executivo ao mesmo tempo. É a desordem total. Faz-se necessário reconstruir moralmente a nação, reestruturar a sociedade, repactuar a federação ou mesmo refundar o Estado Brasileiro desde desastre institucional. Só há um meio de resolver a situação de descalabro político e jurídico em que se encontra o Brasil. Sem dúvidas é por meio da convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte Exclusiva, com a finalidade de elaborar e promulgar uma nova Constituição, capaz de atender aos reclamos do nosso povo por um Estado de Direito, soberano, livre, justo, igualitário e solidário só é possível se a sociedade se mobilizar por ação.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA (POSTADO ÀS 9:25 H) 16 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

A VELOCIDADE DO TEMPO

Nobres:
Acudir da premissa do radialista e então deputado Moézio Loiola que apresentava um programa intitulado “Parece que foi ontem” na rádio Assunção Cearense de sua propriedade e retransmitida semanalmente (se nos falha a memória) na “então” pioneira Rádio Difusora de Nova-Russas do nosso estimado Comendador Luiz Aguiar Vale no inicio de sua operação radiofônica nesta cidade. Por esta razão usamos deste conceito para reafirmar o tempo que transcendentemente instou a velocidade do tempo que passa imperceptível quem se dê conta. No dia 2 de janeiro afirmamos que supostamente o ano estava passando rápido demais. Pois passou janeiro, veio fevereiro, março e estamos em abril a caminho do fim deste mês! Mas, o calendário engatou a quinta marcha: vêm aí os meses de maio, junho quando se inicia a Copa do Mundo e chega ainda mais as eleições em outubro e veremos passar mais depressa ainda. É claro que a duração do tempo é sempre a mesma, mas que dá a impressão que os 60 segundos de um minuto estão correndo mais acelerados. Ainda usando da premissa em alusão ao exposto, “parece que foi ontem” quando fiz 18 anos, isso dá impressão, mas, na realidade percebemos as nossas primeiras rugas e a perda do potencial da saúde (no meu caso) nos contempla com a realidade implacável dos nossos dias.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 16 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

AS ELEIÇÕES DESTE ANO

Nobres:
Diante da perplexidade impositiva do povo brasileiro enfim estamos nos aproximando de uma das eleições de maior incerteza em nossa história recente. O ambiente é de muita radicalização, intolerância e falta de esperança. Alguns propõem soluções messiânicas que aprofundam as divisões. A investigação da corrupção expõe as vísceras de um modelo político falido. Ao mesmo tempo, muitos já percebem que a saída democrática para a crise passa pelo revigoramento da política. Nunca pela sua substituição por atalhos antidemocráticos e autoritários. Não substitui à altura a atividade política e a experiência dos políticos. É justamente em épocas de crise que a capacidade de diálogo dos políticos torna-se mais necessária. No atual clima de exasperação contra os desmandos da política brasileira, precisamos ter cuidado para não colocar todos na vala comum. Não jogar fora o bebê com a água do banho. Há políticos e políticos. É neste quadro que se começa a discutir o formato das composições e candidaturas. Embora tenha vocação universalista, a política começa pelos arranjos de poder no nível local. Para recuperar credibilidade, os partidos irão buscar legitimação nesse nível de poder regional, com candidaturas e acordos localizados. Que podem se sobrepuser à lógica nacional da eleição presidencial. Mormente porque até agora não existem candidatos presidenciais que estejam empolgando o eleitorado. Embora se apresente o panorama, é de muitas candidaturas presidenciais. Como na de 1989, quando Collor e Lula passaram ao 2º turno mesmo com diminutas estruturas partidárias. Há, portanto, uma grande incógnita sobre a força  nacional das coligações nessas eleições. Parece mais provável que prevaleçam os arranjos regionais. Assim, um mesmo partido pode apoiar um candidato a presidente em determinado Estado da Federação e ao mesmo tempo, o seu competidor em outro. Podem se tornar comuns os palanques estaduais com mais de um candidato na disputa presidencial. Outra incerteza é à força das máquinas políticas. Além de ter de escolher um candidato a presidente, o eleitor vai ser chamado a pinçar um governador, dois senadores, um deputado federal e um estadual. Num ambiente de dispersão das fontes de informação, com menor tempo de campanha e menor duração do horário eleitoral. A força das redes sociais é fato novo, claro. Há indícios, portanto, de que as próximas eleições serão singulares em muitos aspectos iniciando principalmente pelo ambiente de descrença, para não dizer intolerância com a política tradicional, que pode aumentar a abstenção e o voto nulo com a ressaca de esperanças frustradas ocasionada pela dispersão partidária e desgaste de partidos que já gozaram de grande aceitação como o MDB (que conduziu a redemocratização), o PSDB (que acabou a inflação) e o PT (que avançou  a pauta do populismo este último com adoção de pequenas legendas de aluguel com tendência esquerdista no mesmo conceito das sublegendas que foram adotadas no regime militar que estes vermes tanto condenam, sejam fundamentadas que em busca do poder absoluto querem mais uma vez enganar e aproximar das pessoas que usam bandalheiras e como suporte do absolutismo em hipótese irão massacrar estes que não estão nem aí para valorização da própria vida). Com a profusão de novos partidos com projetos de se safar e promover os desvios para roubalheira, na lógica, ainda não parecem ter substituído os anteriores no afeto das pessoas de bem. Pode-se então imaginar um cenário de muitos riscos e incertezas. Talvez maiores do que em 1989. É uma perspectiva sombria.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 15 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 15 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

O IMO DA DEMOCRACIA

Nobres:
Diante da grave crise moral que ora experimenta o Brasil sob o comando de políticos corruptos onde veem as instituições do Estado Brasileiro. Os desvios de bilhões de reais praticados pela corrupção que se tivessem sido bem aplicados em nossas rodovias, sistema elétrico, portos e aeroportos, bem como nas áreas essenciais como educação e saúde melhorariam substancialmente a vida do nosso povo. O pedido de perdão não serve para nada. Ladrão será sempre ladrão. Não interessa quem ofereceu a propina. Tampouco importa quem a recebeu. Os dois lados são cúmplices do mesmo crime. Esse tipo sórdido de comportamento sempre acompanhou o ser humano. O dinheiro é a raiz de todos os males é o móvel de todos os crimes. A ganância humana é infinita. O ser humano, não conseguiu entender ainda que sejam passageiros. Dessa vida não levamos nada. Apenas deixamos o que de bom, e de ruim produzimos. Mas essa situação não pode se constituir na regra. Ela precisa conhecer seus limites. Não somos obrigados como homens de bem a continuar assistindo esse quadro horroroso que a política nos impõe todos os dias. Os homens, decentes e dignos, também são encontrados em todos os campos da atividade laboral. Da inteligência do magistrado que distribui a Justiça à do incansável professor que na singeleza do seu labor constroem o nosso futuro e ainda, dos que produzem bens e riquezas e são fomentadores de princípios nobres e elevados. Nesse extenso campo da atividade humana certamente encontraremos as lições de heroísmo, de amor à Pátria, às liberdades civis e democráticas, bem como os valores morais, culturais e éticas, que tantos necessitamos para a condução dos nossos negócios políticos. Nesse diapasão o poder central ora descaracterizado no aspecto moral e também os decorrentes de alguns entes federados precisam repor nas mãos de pessoas honestas e decentes. Não precisamos de mais nada E necessitamos dar o devido valor para as nossas conquistas. Esses valores todos aliados àqueles relacionados com os nossos sentimentos de liberdade e de civismo para com os nossos iguais precisam urgentemente se constituir no alicerce que sedimentará o estado democrático de direito, ambição e desejo de todos nós. Por isso, precisamos observar atentamente como os líderes das grandes nações conduzem os seus povos.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 14 de abril de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 14 DE ABRIL DE 2018 - (POSTADO ÀS 8:08)

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

ESTÓRIAS E HISTÓRIAS

Nobres:
Incluso o padrão exercido pelo lulismo entre todas as narrativas das inverdades que foram agregadas ao PT e criaram sobre a Lava Jato, uma que se tornou especialmente popular após a prisão do ex-presidente Lula é a de que a operação finalmente atingiu o objetivo que havia se proposto desde o início: pegar o ex-presidente e tirá-lo da disputa eleitoral de outubro. Daqui em diante, de acordo com essa versão, a Lava Jato vai murchar até terminar de vez, pois finalmente teria chegado a hora de “estancar a sangria”, na expressão do senador Romero Jucá, aquele que, em conversa com o então presidente da TRANSPETRO, Sérgio Machado, disse que o “grande acordo nacional” teria de ser “com o Supremo, com tudo” – embora os petistas sempre omitam que, na conversa, o “acordão” desenhado pela dupla “protege o Lula, protege todo mundo”. Desmistificar a mentira é questão de “honra” (que honra tem o PT) incutida na maioria de pessoas que se urge como massa de manobra e a intelectualidade LULISTA, Gilmar Mendes, uma personagem que está no “mundo da lua” e que cuida da sua paridade corrupta, políticos que ostentam o mandato no Congresso Nacional entre os quais o presidente do Senado que otimiza aos seus próprios interesses acima das humilhações impostas no pleito passado onde candidatou-se para o governo do Estado do Ceará, e para seus eleitores que “apostaram” na sua índole que para felicidade geral do nosso Estado não se elegeu, apesar derrotado para um governo sofrível e subserviente ao grupo FGs (PDT, “até quando!) que no campo político ainda “manca” o PT legenda que está filiado. A unção de interesses de grupos partidários rendidos ao PT sob a “batuta” de um condenado e preso pela justiça, refaz o pensamento de algumas pessoas de sã consciência que por outro lado as causas corruptas vem sendo minimizadas e permanentemente abatidas por ação da Justiça.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 14 DE ABRIL DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

CENSURA PERMANENTE

Nobres:
Algumas pessoas de forma generalizada que pen­sam que cen­su­ra é coi­sa so­men­te de re­gi­me mi­li­tar, da di­ta­du­ra, mo­nar­quia ou sei lá de qual ou­tra for­ma de go­ver­no ab­so­lu­tis­ta, to­ta­li­tá­rio na nossa modesta opinião estamos enganados. A cen­su­ra mo­ra ao la­do. Ela es­tá bem do seu la­di­nho, den­tro de sua ca­sa, em seu tra­ba­lho, no clu­be que vo­cê fre­quen­ta, nas igre­jas, nas en­ti­da­des fi­lan­tró­pi­cas e de clas­se, hos­pi­tais, ór­gã­os pú­bli­cos, no co­mér­cio, nas re­des so­ci­ais, ru­as, es­co­las. No meio aca­dê­mi­co en­tão, nem se fa­la! Mui­tos di­tos “in­te­lec­tu­ais” que­rem pôr pan­ca de li­ber­da­de sem res­pei­tar pen­sa­men­tos di­ver­sos. Jul­gam-se do­nos do co­nhe­ci­men­to. Tem gen­te por aí pen­san­do que a cen­su­ra es­tá res­tri­ta àque­la mor­da­ça que ten­tam co­lo­car na mí­dia, que is­so é coi­sa que acon­te­ce só no mun­do dos jor­na­lis­tas, ci­ne­as­tas e ar­tis­tas. Mas não! A cen­su­ra mo­ra ao la­do. Estamos num mun­do on­de nem sem­pre que­rem per­mi­tir que falassem o que pen­sa­mos. Ou pi­or ain­da: que­rem nos pro­i­bir de pen­sar, que­rem nos sub­ju­gar, nos em­pur­rar pa­ra os shop­pings cen­ters da mas­si­fi­ca­ção. Pres­te aten­ção e per­ce­be­rá que quan­do vo­cê exer­ci­ta seu di­rei­to de ques­ti­o­nar, de ana­li­sar as coi­sas sob su­as pers­pec­ti­vas, de for­mar idei­as mes­mo que vo­cê não ata­que nin­guém e res­pei­te a opi­ni­ão alheia, iremos co­me­çar a in­co­mo­dar mui­ta gen­te. O mun­do tem seus lap­sos de evo­lu­ção en­vol­vi­dos em lon­gos hi­a­tos de alie­na­ção. Quan­do, num da­do mo­men­to da his­tó­ria, pes­so­as ten­tam rom­per pa­ra­dig­mas, “são simbolicamente” ape­dre­ja­das, cru­ci­fi­ca­das e iso­la­das pe­los po­de­ro­sos que ma­ni­pu­lam seus fan­to­ches que gri­tam em manifestações sempre recheadas de marginais em prol de marginal. Querem que as pes­so­as co­mo nós não devam usar a ca­cho­la e obriguem no seu lu­gar e ao in­vés de fi­car in­ven­tan­do mo­da com es­se ne­gó­cio de ma­tu­tar, sejam obrigados a acei­tar os con­cei­tos, in­for­ma­ções e es­ti­los de vi­da que os so­be­ra­nos do mun­do já nos ven­dem! É o pre­ço?! Sua vi­da! – Nascemos-, cres­cemos, tra­ba­lhando, re­pro­duzimos e ado­e­cemos enfim. Amigo de ocasião, reiteramos isto não é amizade coberta de interesses e logo somos desprezados por uma turma que outrora foram precisos e precisaram de seus préstimos e olham com desprezo e quase nem nos cumprimentam. São ridículos e comandam certas “facetas” que a largo nos observamos. É as­sim que a ban­da to­ca por aqui e acolá! Tem si­do as­sim há um tem­pão! É ló­gi­co que to­da es­ta re­a­li­da­de já acon­te­ce num au­to­ma­tis­mo cog­ni­ti­vo de um sis­te­ma que le­va as pes­so­as a se sen­ti­rem per­tur­ba­das di­an­te do que po­de ser di­fe­ren­te. A baixaria tomou aparentemente conta de um espaço que se dizem ter. “Pobres coitados” e tem gente “ou pior, bichanos tatuados” independente, mas dependente de drogas que passam a nos agredir com palavras, sabemos estes que serão as próximas deste desloucado processo, aqui e alhures que se identificam como integrantes de facções tentando colocar a sociedade em polvorosa pensando instar o terror, pelo contrário são podres de espírito e em tudo, são trastes que foram jogados pela irresponsabilidade de um reprodutor apelidado de pai. Infelizmente está generalizado es­se pro­ces­so vai se­guin­do su­til­men­te sua or­dem de do­mi­na­ção pau­ta­da num mun­do alu­ci­na­do que vai con­ven­cen­do seus es­cra­vos de que são li­vres. Essa é a nossa história e essas personalidades irão seguindo até que serão vítimas ao se postar no mesmo lugar.
Antônio Scarcela Jorge.