domingo, 21 de janeiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 21 DE JANEIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ADEPTA DO ANARQUISMO


Nobres:
Nem nos causou surpresa as declarações da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), (surpresa sim, esta senhora ainda está solta quando num país que impõe seriedade ela estaria com os costados na cadeia junto ao seu digníssimo e notável corrupto que está preso na Lava Jato em virtude de ter sido compartilhado com as suas peraltices ou melhor com roubalheira, mas como é natural foi contemplada     com a presidência do Partido dos Trabalhadores, o PT de tantas lutas em prol da anarquia e da roubalheira. Ela deveria saber que comunga apenas com seus adeptos ao dizer de que gente morreria se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fosse preso, devem ser repudiadas com vigor, principalmente no momento em que os ânimos se acirram com a proximidade do julgamento, em segunda instância, da liderança maior do petismo. No seu desespero natural apelam por todos os lados. A senadora que se houvesse bom senso e estivesse ainda de olho na corrupção, seria ter a responsabilidade e o bom senso na defesa da normalidade do funcionamento das instituições. Bravatas como essa em nada contribuem para a normalidade da vida democrática, ao contrário, é lenha flamejante a alimentar a fogueira do radicalismo. Ao proferir tal ameaça, a petista extrapola todos os limites republicanos aceitáveis, quando tenta constranger, de forma ofensiva, os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que vão, semana que vem, confirmar ou não sentença de nove anos e meio de prisão contra o ex-presidente Lula, no caso do tríplex do Guarujá, proferida pelo juiz Sérgio Moro, condutor da Operação Lava-Jato. Magistrados, inclusive, vêm recebendo ameaças através das redes sociais, o que demonstra o clima de hostilidade desencadeado pelos apoiadores do petista. De nada adianta o Partido dos Trabalhadores e seus asseclas distribuírem ameaças para todos os lados, pois é dever do Judiciário julgar dentro dos preceitos legais, e qualquer que seja a decisão tomada pelos magistrados do TRF-4 é obrigação de todos é aceitá-la e cumpri-la, sob pena de colocar em risco a estabilidade democrática. Afinal, pressupõe-se que na democracia decisão da Justiça tem de ser acatada. Os defensores de Lula, principalmente o seu partido, têm todo o direito de apresentar recursos contra decisões contrárias ao réu, mas não podem, definitivamente, dizer previamente que uma decisão da Justiça só será legítima se coincidir com as suas posições. O PT e seus seguidores agem de maneira antidemocrática quando bradam, de antemão, que uma condenação do réu em segunda instância não será aceita. Na verdade, é uma clara afronta ao Estado democrático de direito, o que certamente é repudiado pela maioria da população brasileira. Não se discute o direito de qualquer cidadão se expressar e de divergir, o que é garantido pela Constituição. Mas declarações como as da parlamentar paranaense tornam-se inaceitáveis. Elas mostram o caráter autoritário e intolerante da presidente do PT, além do seu apetite em incitar a violência. Também fica inequívoco o questionamento da legitimidade do Judiciário. O que se espera é que, no julgamento do recurso de Lula na quarta-feira que vem em Porto Alegre, seus apoiadores ajam de forma civilizada e respeitem as leis, evitando qualquer tipo de confronto. Claro está que os desembargadores responsáveis pela confirmação ou não da sentença de primeira instância não se deixarão influenciar por qualquer ação estranha aos autos. A expectativa é de que o julgamento transcorra num clima de tranqüilidade e, acima de tudo, que a democracia e a lei sejam respeitadas, o que não querem os grandes da anarquia.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 20 de janeiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 20 DE JANEIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ADEPTO ANARQUISTA


Nobres:
Não nos causou surpresa as declarações da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), (surpresa sim, esta senhora ainda está solta quando num país que impõe seriedade ela estaria com os costados na cadeia junto ao seu digníssimo e notável corrupto que está preso na Lava Jato em virtude de ter sido compartilhado com as suas peraltices ou melhor com roubalheira, mas como é natural foi contemplada     com a presidência do Partido dos Trabalhadores, o PT de tantas lutas em prol da anarquia e da roubalheira. Ela deveria saber que comunga apenas com seus adeptos ao dizer de que gente morreria se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fosse preso, devem ser repudiadas com vigor, principalmente no momento em que os ânimos se acirram com a proximidade do julgamento, em segunda instância, da liderança maior do petismo. No seu desespero natural apelam por todos os lados. A senadora que se houvesse bom senso e estivesse ainda de olho na corrupção, seria ter a responsabilidade e o bom senso na defesa da normalidade do funcionamento das instituições. Bravatas como essa em nada contribuem para a normalidade da vida democrática, ao contrário, é lenha flamejante a alimentar a fogueira do radicalismo. Ao proferir tal ameaça, a petista extrapola todos os limites republicanos aceitáveis, quando tenta constranger, de forma ofensiva, os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que vão, semana que vem, confirmar ou não sentença de nove anos e meio de prisão contra o ex-presidente Lula, no caso do tríplex do Guarujá, proferida pelo juiz Sérgio Moro, condutor da Operação Lava-Jato. Magistrados, inclusive, vêm recebendo ameaças através das redes sociais, o que demonstra o clima de hostilidade desencadeado pelos apoiadores do petista. De nada adianta o Partido dos Trabalhadores e seus asseclas distribuírem ameaças para todos os lados, pois é dever do Judiciário julgar dentro dos preceitos legais, e qualquer que seja a decisão tomada pelos magistrados do TRF-4 é obrigação de todos é aceitá-la e cumpri-la, sob pena de colocar em risco a estabilidade democrática. Afinal, pressupõe-se que na democracia decisão da Justiça tem de ser acatada. Os defensores de Lula, principalmente o seu partido, têm todo o direito de apresentar recursos contra decisões contrárias ao réu, mas não podem, definitivamente, dizer previamente que uma decisão da Justiça só será legítima se coincidir com as suas posições. O PT e seus seguidores agem de maneira antidemocrática quando bradam, de antemão, que uma condenação do réu em segunda instância não será aceita. Na verdade, é uma clara afronta ao Estado democrático de direito, o que certamente é repudiado pela maioria da população brasileira. Não se discute o direito de qualquer cidadão se expressar e de divergir, o que é garantido pela Constituição. Mas declarações como as da parlamentar paranaense tornam-se inaceitáveis. Elas mostram o caráter autoritário e intolerante da presidente do PT, além do seu apetite em incitar a violência. Também fica inequívoco o questionamento da legitimidade do Judiciário. O que se espera é que, no julgamento do recurso de Lula na quarta-feira que vem em Porto Alegre, seus apoiadores ajam de forma civilizada e respeitem as leis, evitando qualquer tipo de confronto. Claro está que os desembargadores responsáveis pela confirmação ou não da sentença de primeira instância não se deixarão influenciar por qualquer ação estranha aos autos. A expectativa é de que o julgamento transcorra num clima de tranqüilidade e, acima de tudo, que a democracia e a lei sejam respeitadas, o que não querem os grandes da anarquia.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 18 DE JANEIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DE OLHO NOS
MARQUETEIROS
OU MARQUETEIROS
DE OLHO

Nobres:
Voltamos mais uma vez enfatizar algo que pouco chama atenção do eleitorado, mas é atenção prioritária para os “marqueteiros” nos pleitos eleitorais e de forma especial às eleições de 2018. O atual modelo de propaganda não é ruim apenas porque distorce e desinforma. Tem também outras conseqüências. Não menos deletérias. Em primeiro lugar, seus custos são um poderoso indutor da corrupção. As candidaturas majoritárias são pressionadas a arrecadar a fim de pagar as contas gordas dos marqueteiros. O mercado de compra de apoio partidário gira em torno do tempo de TV e rádio. Mas também de recursos para produzir os programas eleitorais. Tudo isso alimentando a corrupção, muitas vezes a partir da ocupação de cargos com poder de induzir fornecedores a contribuir com as campanhas. Em segundo lugar, esse modelo dos marqueteiros predominando nas campanhas inibe a formulação de políticas alternativas e de soluções criativas. Favorece a reprodução cômoda do senso-comum. Diminui o potencial transformador da política. As soluções para os problemas nacionais deixam de ser apresentadas pelas forças vivas da sociedade e pelos estudiosos. Muitas das propostas dos guias eleitorais não passam de fórmulas vazias e superficiais criadas por marqueteiros. Que, não raro, carecem de conexão real com a sociedade, para não falar de preparo intelectual. Por isso são tão facilmente exportáveis para outros estados, regiões e até países. Aliás, a exportação do ‘marketing’ político brasileiro tem contribuído para manchar a imagem do Brasil no mundo. O envolvimento de grandes construtoras brasileiras com a corrupção em países da América Latina e África comumente foi de par com empresas brasileiras de ‘marketing’. Não obstante, o foco das investigações tem se concentrado em políticos e empresários, sendo poupados alguns marqueteiros notórios. Surpreende  essa desatenção com um dos setores das campanhas por onde os recursos ilícitos mais transitam o que pode continuar a alimentar o fenômeno na campanha eleitoral que se avizinha. Talvez isso explique o sorriso irônico da mulher do marqueteiro quando foi submetida a uma brevíssima passagem pelas prisões da Lava-Jato. Com tanto poder, imaginava que logo-logo estaria livre para usufruir dos milhões desviados para suas contas no exterior. Pode-se pensar outro modelo de propaganda eleitoral. Que preserve a autenticidade para servir de contraponto às ‘Fake News’. Ao invés das superproduções, o horário poderia ser ocupado pelos candidatos pessoalmente, em estúdios. Que apresentem sua história, valores, idéias e compromissos. Sem os disfarces e fantasias produzidos pelos marqueteiros, o guia eleitoral poderia, aí sim, ajudar as escolhas dos eleitores.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 17 DE JANEIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

O ASSALTO A SOCIEDADE

Nobres:
É preciso lembrar não apenas a desonestidade criminosa, mas a dureza de coração e o péssimo caráter, de quantos se envolveram nessa ladroeira. A absoluta falta de respeito para com o próximo que ganha pouco, trabalha muito, e ainda é roubado pelos que têm grandes fortunas. Dentre os muitos cartéis, esquemas e tantas modalidades que neste país se vem adotando para assaltar e roubar o dinheiro público há algumas espantosas pela sua torpeza. Vamos instar com exemplo entre as milhares de roubalheiras começaria por lembrar a fixação das tarifas do transporte público, no Rio de Janeiro, no qual Jacob Barata Filho, conhecido como o ‘Rei dos ônibus’, dava as cartas, em conluio com autoridades. Barata já foi preso por duas vezes, mas de imediato solto por decisão monocrática do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal e presidente do Superior Tribunal Eleitoral, confirmando a regra de que é difícil botar rico na cadeia. Mas o que causa indignação é saber-se que o sistema de sobre-preço das tarifas de transporte no Rio de Janeiro, em tudo se forma “o espelho do Brasil”. Em quase todos os Estados da Federação existe o esquema criminosos com a parceria das autoridades contando com a postura deletéria de elementos integrantes de alguns noviços elementos integrantes dos poderes da República onde os condenados pela justiça e os condenados pela sociedade ética que desembolsa os seus impostos à custa do suor de cada cidadão. Os assuntos com colóquio de certas autoridades nos deixam indignados em favor de empresários, uma parcela comprometida pela interação de recursos do erário a políticos e outras categorias que deveriam ser dignos e honestos, mas, sai do bolso daqueles que durante horas, todos os dias, principalmente dos grandes e médios centros municipais do país, amargam nos ônibus a sina de ir e voltar do trabalho. Mesmo no ceticismo que impera o cidadão neste país, recorremos às leis. Está faltando no Código Penal à previsão de agravantes para esse tipo de crime praticado por pessoas destituídas de predicados humanitários. Haveria ainda outro caso assemelhado, mas não vale à pena tratar, embora se refira a dinheiro desviado de empréstimo compulsório de pequeno valor para funcionários públicos, criado no governo Lula, mas o ministro suspeito de chefiar o assalto obteve habeas corpus concedido por ministro do Supremo Tribunal Federal, e a mulher é senadora, portanto, com direito a foro privilegiado. Não se sabe se o processo chegará a julgamento. Talvez não, quando se prescrever. Esse anarquista Lula, ao criticar membros do Tribunal Federal de Santa Catarina, o condenado, sempre ostentando o seu mau-caráter, nem as primeiras e segundas esposas, (que infelizes) não escapou da sanha deste. Pediu o afastamento do Juiz Sergio Moro, a bem do serviço público e a favor da anarquia, também mencionou um cidadão, (elogio só a marginais da sociedade) lembrando que este senhor é descendente do “herói” Antônio Conselheiro, para ele o maior de todos os brasileiros. Resta eleger Lula, o santo no pleito eleitoral que se avizinha para que vivenciassem que “pior é que não pode ficar. Patético!
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 16 DE JANEIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
“JOGO DE IDEOLOGIAS” NO CONTINENTE AMERICANO


Nobres:
Nenhuma pessoa pode negar que houve ameaças significativas à convivência democrática, ao respeito à dignidade humana. Estes foram tempos de regressão democrática na Venezuela, onde o respeito ao estado de direito não foi à norma. Pelo contrário, naquele país foram violados princípios fundamentais da democracia, incluindo o equilíbrio e a independência dos poderes, e a pluralidade do sistema de partidos políticos. A solidez eleitoral de muitos países da região, que parecia consolidada, foi ameaçada pela polarização política e as tentações (às vezes materializadas) para alterar a vontade popular. Alguns resultados eleitorais colocaram as instituições eleitorais à prova. As eleições no Equador, na Venezuela, e recentemente, em Honduras são prova disso. Para não mencionar os escândalos de corrupção em nosso Brasil, sempre presente no governo brasileiro que sempre terminam coagindo os direitos dos mais vulneráveis e diminuem nossa fé na democracia e nos líderes políticos. Podemos continuar adicionando fatos a esse balanço. A liberdade de expressão tem sido limitada e criminalizaram-se protestos e manifestações sociais em alguns países. Defensores dos direitos e jornalistas militantes ameaçados. Foi um ano difícil para a região. Para aqueles que acreditamos na igualdade, na tolerância, na coexistência pacífica e democrática, ainda mais. Para aqueles de nós que acreditamos que podemos ter um mundo melhor. Mas a sociedade ética também continua a mostrar que vale a pena lutar por esses valores ameaçados. Temos instituições que têm limitado os abusos de poder e revertido decisões que atentam contra os mais vulneráveis. Temos líderes regionais que não hesitam em chamar a atenção quando há violações de direitos, e que o fazem com clareza e força exemplar. Temos líderes com coragem para confrontar aqueles que não respeitam a dignidade da sociedade. Estes tempos em que a democracia, a dignidade e os direitos são ameaçados, também são tempos para celebrar realizações e continuar trabalhando diariamente defender o progresso que conseguimos construir. Para permanecer firmes e não permitir regressões de conquistas. Não é hora de ceder, mas sim de continuar avançando este é o lema do bom cidadão.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 15 DE JANEIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

EM DETRIMENTO DA ÉTICA

Nobres:
De uns tempos se tornam generalizados tomando um rumo decadente da moral em todos os sentidos. Nunca se teve notícias, de tanta falta de moral, de decência e de pudor. A gente vê aqui e acha que os brasileiros é que são desonestos! Além disso, grandes empresas fazem falências fraudulentas. Os governos por vicio não conseguem atender suas obrigações, qual tudo o que fazem, lá na ponta, no meio do povão, há desvios. Em todas as denominações aparecem escândalos de todo tipo. A humanidade perdeu o brio. Parece haver uma força poderosa preparando o campo para que haja mais facilidade na separação do joio e do trigo. Ninguém consegue mais esconder o que tem dentro de si. Não só os políticos, mas segmentos variados da população vão pouco a pouco ficando desmoralizados e, já há desconfiança geral. O poder dos corruptos é virtualmente forte, trazendo uma guerra incomum entre a ética, que no denso, vem vencendo esta pugna que certamente em sentido paulatino terá proporções bem-sucedidas em sua plenitude.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 14 de janeiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 14 DE JANEIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PROCESSO PENAL

Nobres:

Quando há enorme repercussão dentro da sociedade contra os crimes hediondos praticados por pessoas de instinto mal como ocorreu no município de Ipueiras, onde um indivíduo ceifou a vida de sua ex-companheira e de seus filhos, ainda os queimou e ainda incendiou a casa em que residiam as vítimas e ainda como prova inconteste, premeditou os crimes: Quando a sociedade clamava pela “pena de morte” para este individuo. Entretanto “argüimos” a Constituição que não permite esta execução da pena. Neste sentido vem    os projetos com fins eleitoreiros, as publicações e a mídia, as pesquisas na opinião pública que, vez por outra, defendem a aplicação da pena de morte em nosso país encontram um obstáculo legal intransponível qual seja o art. 5º, inc. XLVII, alínea a, da vigente Constituição, que está a proibi-la clara e categoricamente (exceto em caso de guerra) e ainda também  enfaticamente o seu art. 60, 4º, inc. IV que torna inadmissível qualquer emenda constitucional que vise a abolir direitos e garantias individuais, estando o direito à vida inscrito no caput do seu art. 5º. Portanto,  será inconstitucional qualquer emenda à Constituição para a aplicação de tal pena. É natural e até compreensível que o povo ou a opinião pública perante a prática de certos  crimes hediondos,  de grande perversidade fique revoltada e clame ou julgue apressada e apaixonadamente, sob  trauma emocional, que  somente  a pena capital impediria o cometimento de tais delitos ou  que certos tipos de criminosos mereceriam tal pena para a defesa social o que é uma ilusão, pois  historicamente demonstrou-se que falhou o seu efeito  intimidativo pois a mesma  sequer reduziu a criminalidade  nos países em que foi aplicada ao longo dos tempos,  e eliminar a delinqüência em tal  sentido foi uma utopia. Em verdade, deve-se atuar sobre as causas do crime em uma sadia e eficaz Política Social do Estado e não utilizar-se somente de uma Política Criminal Repressiva, pois até hoje nenhuma estatística,  em  nenhuma nação conseguiu  provar a relação direta entre a abolição da pena de morte e o aumento da criminalidade e nem a redução da delinqüência  pela sua aplicação, o que é um dado fundamental na problemática. Essencialmente, nenhum criminoso em potencial na ameaça de pena, nunca deixa de  cometer o crime com medo de pena alguma pois em geral nunca espera ser  preso ou punido, tem a certeza sempre de que terá êxito,  não sofrerá a  perseguição policial ou criminal do Estado  e assim  a pena de morte não intimida o candidato ao delito. Os códigos penais mais recentes, os maiores penalistas contemporâneos, os últimos congressos internacionais das ciências criminais e a ONU repelem a pena capital sob fundamentos éticos, jurídicos, científicos e humanos e o atual Tribunal Penal Internacional  não a admite como sanção. A pena de morte é,  sem dúvida,  um homicídio  em nome do Estado,  uma vingança  estatal contra o homicida (“matou vai ser morto”), é o mal da pena contra o mal do crime, é  a velha pena de talião (“olho  por olho, dente por dente”). No Brasil, sempre se esperou o cumprimento integral da pena: 30 anos de prisão em regime fechado para os que forem condenados, isto após de toda a defesa perante a justiça. Porém na pratica há inversão de (dês) valores existe o protecionismo ao crime de toda espécie, como exemplo da redução progressiva da pena e outras regalias que são próprias do vergonhosa defesa neste país.

Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 13 de janeiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 13 DE JANEIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
LOUCURA PRESSUROSA

Nobres:
Tem milhares de brasileiros fanáticos por o corrupto Lula que por sinal é nato da ideologia marxista. Neste contexto  ainda a Revolução Russa trepida em muitas almas. É verdade, o seu epílogo ocorreu no Natal de 1991, ontem. Vista como processo que duraram 70 anos e não apenas como ato de um único dia em outubro de 1917, provoca vívidas cisões passionais por falta de distanciamento histórico. Por isso, as plagas atrasadas presenciam, em 2017, acerbos debates entre quem pretende reencenar o script revolucionário e os que entendem ter sido apenas mais uma miragem. Por isso, análises frias, conectadas aos fatos, tendem a ser repudiadas pelos passionais. Dos muitos aspectos existentes, optamos por analisar a confusão entre o fim da Guerra Fria, a débâcle da URSS e a perda de élan do marxismo na parte civilizada do mundo. São três eventos muito próximos no tempo e correlacionados, mas não é a mesma coisa. A míngua da crença no marxismo redundou na eleição de Gorbachev para a chefia da União Soviética; a pobreza econômica da União Soviética a fez perder a capacidade de manter o equilíbrio do terror nuclear que caracterizava a Guerra Fria; as fragilidades do centro de poder ensejaram a ressurreição das nacionalidades aprisionadas pela mão imperial da Rússia, e essas seccionaram o Estado Confederal Soviético. É possível imaginar situação na qual a URSS ficasse parecida com a China atual e não sumisse (literalmente) do mapa. O império com maior extensão territorial e poder militar da história ruiu sem estrondo, apenas com gemidos. Todos os outros impérios europeus findaram com muito sangue. A França praticou carnificinas na Indochina e Argélia. O Reino Unido espalhou guerras para manter colônias. Portugal reteve Angola e Moçambique sob jugo militar até os anos 70. Bélgica, Holanda, Espanha, Itália, em maior ou menor grau também foram metrópoles de longínquas colônias tropicais, das quais exauriam a seiva. Nessa perspectiva, a União Soviética era apenas a face política e jurídica de mais um império europeu. Alcançava as adjacências da Rússia, sem possessões ultramarinas. Porém, do ponto de vista dos povos bálticos, dados de brinde pelos nazistas a Stalin, dos ucranianos e da franja islâmica a sudeste de Moscou, o czar e o secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética tinham o mesmo efeito prático: subordinação. Extinto o império, os pobres do início perceberam-se pobres no fim. IDH 0,62 do Tajiquistão e 0,80 da Rússia. Aquele, similar ao IDH dos grotões do Brasil; esta, semelhante a São Paulo. Os 70 anos de camaradagem comunista não equalizaram a distribuição da riqueza. A debilidade intelectual do marxismo-leninismo é tão óbvia que o espanto não ocorre pela perda de adeptos, mas sim por ter conseguido fiéis. Coisa da natureza humana: idéias que mexem com emoções tendem a ser atraentes, ainda que sejam racionalmente estúpidas. Mais hora menos hora essa religião laica, crente na força metassocial do materialismo histórico, iria se tornar démodé. A vitória norte-americana na Guerra Fria também foi se desenhando a partir da aceleração tecnológica dos anos 60. Aí, eles perderam o jogo. A estupefação, quase incredulidade, persiste ante a implosão da URSS. Os últimos dias da União Soviética, narra e analisa os estertores da federação dos “povos amigos do socialismo”, dizendo que o Ocidente não almejava o fim do Estado soviético, entre outros motivos por medo da fragmentação em micro potências nucleares. Todos foram surpreendidos pela evaporação daquilo que parecia tão sólido. É fator ideológico que especifica a utopia.

Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 12 DE JANEIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ESQUERDA VOLVER
Nobres:
Parece que o Estado Brasileiro tomou a cargo de toda responsabilidade do cidadão, nestes últimos e desastrados treze anos de irresponsabilidade do fiel e escudeiro patrono da corrupção do Lula, empreendendo uma lavagem cerebral de intervenção na educação uma ideologia esquerdista, anarquista e corrupta que se estende os governos das republiquetas da América do sul, quase todos originários de facções do terrorismo, “Sendero luminoso” – Tupamaros e ainda vivinha as FARCS, grupos criminosos que dividem o poder de governo e do Estado, financiadas pela droga e armas nestes países, e são todas louvadas, idolatradas por Lula e Dilma, abençoadas pela corrupção degenerativa dos políticos doentes que impera neste país.   Para combatê-las principalmente não bastam as oscilações positivas na economia para abdicarmos das lutas pela transformação da nação brasileira. Podemos produzir mais, gerar mais empregos, mas ainda haverá milhões de brasileiros nas favelas, chacoalhando horas e horas num transporte público péssimo. Ainda haverá milhões de mulheres mal atendidas nas maternidades, idosos ameaçados pela atual reforma da previdência, o extermínio de nossa juventude pobre e negra, e a renda do trabalho, formal ou não, se arrastando em percentuais irrisórios da riqueza nacional. E o poder? Estará nas mãos de poucos, filhos e netos das velhas oligarquias, cidades e estados inteiros sob o domínio dos que se eternizam no comando da administração pública, famílias cujos patrimônios só fazem crescer a cada gestão enquanto os indicadores sociais do povo dessas cidades e desses estados patinam entre os piores do país e do continente. Por isso não podemos calar e as desigualdades não podem ser maquiadas, esquecidas ou omitidas, as engrenagens que provocam a concentração da riqueza e do poder no país não podem permanecer intocáveis, com meros ajustes no que produzem para cada brasileiro. Necessitamos de mais democracia, direta, efetiva, consciente, não um simulacro que se repete a cada dois anos numa urna eletrônica, enquanto as decisões mais importantes, aquelas na economia e nas políticas sociais, são tomadas à margem do conhecimento e da opinião do povo. As elites complicam o discurso econômico para divorciá-lo do cidadão comum e mesmo das classes médias letradas, mas alienadas dos rumos de seu próprio país. Nessa empreitada associam-se poderosos veículos de comunicação, consultores financeiros e até, pasmem, centros universitários, por exemplo, vendendo à opinião pública a farsa do tal “impostômetro”, o ataque virulento à carga tributária, omitindo, óbvio, para fazer valer seus interesses, a natureza dos impostos e contribuições vigentes, suas alíquotas, bem como quem atingem e quem passa ao largo de suas normas. Frente a esse quadro secular uma fração expressiva da esquerda, sob a hegemonia do PT, chegou ao governo em 2002. Governou até 2016, afastada por um golpe travestido pela defesa da “responsabilidade fiscal”, mas caminhou, até então, a cada dia, mais desfigurada e mais parecida, nos métodos e nas escolhas, com as velhas oligarquias, até nas relações público-privadas de apropriação das finanças do estado segundo seus próprios interesses. Após 2016 vimos que os arautos da ética estavam apenas fantasiados enquanto tal tamanha a relação de seus líderes com a corrupção, denunciados pela Procuradoria Geral da República. O patronato pró-impeachment teve alguns dos seus líderes também regiamente financiados em campanhas pelas maiores empreiteiras do caixa dois. Hoje, na agenda de seus interesses, o boleto que Temer tenta pagar em troca do apoio deles recebido ao golpe, quer mais da riqueza para si, na produção e nas finanças públicas. Por isso ataca as leis trabalhistas, a previdência atual e os gastos sociais, em nome da sustentabilidade da dívida pública por dentro do PIB. Nosso rumo para sair disso é pela esquerda, num novo projeto, pelas reformas estruturais, pela progressividade da tributação, por mais democracia direta, pela profissionalização do estado e sua capacidade de planejamento e investimento retomados. A desigualdade e a violência que nos assolam não são obras do acaso, mas da omissão e do descaso de quem se esquiva de enfrentá-las adequadamente. Sim é o nosso dever de cidadania.
Antônio Scarcela Jorge.

EM TEMPO:
PINCELADAS

Neste Brasil que só Deus terá pena deste sofrido povo (os desonestos estão deliciando o paraíso Brasil) vem o PT um partido que todos sabemos vem tomando de “bom moço” mas é um anjo mau, vem apregoando a moral, honestidade, principalmente o pai da “moralidade” Zé Guimarães” (engana que o povo gosta. Segundo a posse de Lula na Presidência da República, o “diabo é quem duvida” irá propor a revogação da reforma trabalhista, que incomodou os preguiçosos. Compartilhando de tudo que não presta,  atual Presidente da República então Vice-Presidente da “guerrilheira” Dilma, onde o seu governo foi determinado por Lula. Temer empreendeu algumas reformas que tiveram objetivo de aprimorar o momento da economia previdenciária em pequeníssimo caso, mas na realidade seria para proteger certas facções da política onde o “rombo” através de dívidas de centenas de empresas de todo ramos de atividades do país. Somente o cidadão terá a resolução em encontrar o destino de nossa nação.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 11 DE JANEIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
MARQUETEIROS ELEITORAIS

Nobres:
No ano eleitoral é regra neste Brasil mudar opiniões dos eleitores, antecipar resultados tendo como prioridade para os marqueteiros se notabiliza em função das candidaturas a devida pugna eleitoral. Na teoria é bom ressaltar que a propaganda eleitoral destina-se a apresentar as personalidades e os programas de governo aos eleitores. Ao lado de outras ferramentas de comunicação, ela é essencial para acionar o mecanismo da representação política. Mormente em democracias de massa de países continentais como o nosso. Sem ela, pode aumentar o desconhecimento dos representantes pelos representados. Sem ela, pode-se ampliar o fosso entre o que pensam os representantes e o que desejam os eleitores. A propaganda eleitoral, que tem no horário gratuito de rádio e tv o seu momento culminante, justifica-se, portanto, para ajudar as escolhas dos candidatos e programas pelos representados. Diferentemente de países como os EUA, em que os anúncios de TV são pagos, no Brasil concebeu-se um mecanismo para atenuar a desigualdade de poderio econômico dos representantes de diferentes setores da sociedade. Por isso, a distribuição do tempo gratuito é feita com base na força eleitoral dos partidos. Permite-se que um setor da sociedade, ainda que sem poderio econômico, possa apresentar seus candidatos e programas se tiverem representatividade. Mas na prática a gratuidade de espaço nos meios de comunicação é apenas uma faceta do processo. Quando se examina o lado da produção do conteúdo, a gratuidade desaparece. As superproduções nada têm de niveladoras dos diferentes candidatos. Seus custos de dezenas de milhões de reais não podem ser suportados pelos setores político-sociais não abastados. Nessa etapa da produção de conteúdo, reproduz-se a concentração de renda e poder dos diferentes atores da sociedade. Para que se refunda nosso sistema político, não custa revisitar os fundamentos da relação entre representantes e representados. Por isso, hoje o país tanto discute uma reforma política. Surgem propostas como fim das coligações, voto distrital misto, semi-presidencialismo, parlamentarismo, voto facultativo, entre outros, mas baseado em interesses do corporativismo comum desta infecta classe política. Imaginam-se fórmulas para baratear as campanhas e, por consequência, reduzir a corrupção. Já se proibiram outdoors, festas e cartazes. Com pouco efeito nos custos das campanhas que continuaram astronômicos. Sobretudo porque o senso comum de muitos políticos aceita o aforismo de que ‘um bom marketing é meio caminho para a vitória’. Com orçamentos estratosféricos, os marqueteiros produzem filmetes que são peças de ficção. Os personagens reais são embalados como um produto do supermercado. A finalidade original de facilitar o conhecimento das candidaturas é subvertida. Produz-se o (dês) conhecimento, o falseamento da realidade. Candidatos que têm ojeriza a pobre são vendidos como se dele gostasse. Péssimos gestores são transmudados em grandes gerentes da coisa publica. Autoritários tornam-se democratas. Corruptos viram moralizadores da vida pública. Subverte-se ao extremo a finalidade originária da propaganda eleitoral. Ao invés de informar, desinforma-se. Ao invés de aproximar os candidatos dos eleitores, aumenta-se o fosso que erode a democracia. É surpreendente, pois, que pouco se fale sobre esse que é o maior custo das campanhas: a produção dos programas eleitorais. Os candidatos devotam uma energia imensa para obter os recursos para pagar os marqueteiros. Que têm margem de lucro impensável em qualquer outra atividade econômica. Aliás, na mesma. Duvida-se que tenham as mesmas margens de lucros em campanhas publicitárias feitas para produtos de um supermercado. Com tanto lucro e poder, enveredam pela corrupção antes e depois das eleições. E assim vão reproduzindo a “não funcionalidade” do sistema político. E abarrotando suas contas bancárias. O País, ou melhor, a sociedade cidadã, vem arcando com a irresponsabilidade de políticos corruptos neste segmento.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 10 DE JANEIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
INTELECTUALISMO DEPRIMENTE

Nobres:
É episódio a máxima que diz que “cada povo tem o governante que merece”, até mesmo a dinâmica do poder não foge aos ditames da cultura. Portanto, para entendermos por que um país vai mal, antes de olharmos para a classe política devemos prestar atenção no perfil da elite intelectual que está atuando nos meios culturais. Intelectuais são pessoas que se dedicam a entender a realidade (nem que seja para negá-la posteriormente) e a transmitir seus conhecimentos aos demais. Podem parecer completamente inúteis e desligados do mundo real (podem ser, inclusive), mas são essas pessoinhas que estão por aí formando o imaginário da nação, lecionando em escolas e universidades, informando e comentando notícias, delimitando os termos de compreensão dos acontecimentos e apontando soluções possíveis para problemas diversos. Acontece que há por aí intelectuais aos montes que se tornaram indolentes, cínicos e por fim idiotas, talvez porque se limitam a prestar contas de idéias e não de ações cujos efeitos podem ser facilmente identificados, e ainda desfrutam de um enorme prestígio perante a sociedade. Achamos que estes são malucos, mas, os amantes da corrupção os enaltecem para se desviar o hábito de ser ou que são. Contudo, a sociedade é sabedora em ser correto, são dois pilares que ajudariam a manter a atual sociedade um pouco mais saudável. O estúpido inteligente é, na verdade, alguém que só entra no jogo do poder porque se importa com a sua reputação. Por outro lado fatias da sociedade interesseira chamam de “inteligentes” são pessoas que se enxergam como representantes de uma mentalidade mais evoluída, mas que moldaram sua inteligência e percepção segundo as idéias mais bizarras dessa nossa era de confortos: grosso modo, estão preocupadas com um mundo melhor, são ecologicamente corretas, politicamente corretas, sexualmente corretas, tem um “deputado veado” representante da colônia dele, que cuspiu na cara da desmoralizada Mesa-Diretora da Câmara, que tem o rabo preso em todos os sentidos e não aconteceu nada rasgaram o Regimento Interno que prever cassação de mandato por ferir a ética. Nas do que pode se esperar dos corruptos que são tratados de excelências, é uma tragédia moral que invade este país, adotam o modismos ideológico, contudo essas pessoas estão imersas na neurose generalizada do nosso tempo e no entanto sem a menor consciência disso.

EM TEMPO:

APELAR É REGRA

Como é padrão desmoralizador o desgoverno Temer, através da AGU, recorreu ao STF para manter a nomeação de Cristiane Brasil (não poderia ter o seu sobrenome adequado para vivenciar o desastrado momento que experimenta o político corrupto) para a chefia da pasta de Ministro de Estado do Trabalho. Condenada coincidentemente pela Justiça do Trabalho a futura ministra, precisa de uma liminar do STF para acender o ministério caso o sorteado em hipótese será Gilmar Mendes o outro que 'rezam pela cartilha' do esquema. Arguir questões são apropriadas pelo julgo interpretativo da Constituição de acordo com interpretações plurais.    
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 9 DE JANEIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
UM BRASIL COM DUPLA FACE

Nobres:
Habitamos em um país incongruente, vivemos em dois Brasis distintos. Isto nos faz ficar perdido, sem ação, com pensamentos dúbios que nos paralisam, um desanimo tão grande que não sabemos o que fazer. Não sou só eu, com certeza: com quem falo a sensação é a mesma. Creio que a maioria dos brasileiros pensa igual, com a autoestima abaixo da sola do sapato. De um lado temos um Brasil abençoado por Deus e bonito por natureza, onde existe um povo honesto e trabalhador com princípios éticos, que em 500 anos o livrou da condição de colônia portuguesa para uma das maiores economias do mundo, que nos enche de orgulho e o qual defenderemos até a morte. De outro, temos um Brasil que não é mãe nem é gentil, onde a falta de caráter impera, onde está se criando uma raça de intolerantes, com os “politicamente corretos” exigindo que pensemos todos de uma mesma maneira. Um país onde os criminosos são “vítimas” da sociedade e não agressores. Onde o crime compensa (sim, senhor!), onde se tapa o sol com a peneira por comodidade, estupidez e falta de educação. Este é o Brasil dos Big Brothers, novelas e programas estúpidos de auditório eletrônico que imbecilizam as pessoas, dando-lhes pão e circo. É o Brasil do samba, carnaval e futebol, que embasbacam e paralisam a população enquanto nossas instituições e valores vão sendo corroídos sem nos darmos conta. Este é o Brasil da bandeira dos populistas, tanto de esquerda como de direita. Este Brasil nojento é o país da impunidade, da imunidade parlamentar, do foro privilegiado, no qual uns são melhores que os outros, uns recebem auxílio-peru no fim do ano e outros não recebem nem salário, nem hospitais e nem educação decente. Um país onde a lei só vale para os mais pobres, os empresários e o cidadão comum que trabalha e paga impostos. É o Brasil onde a maioria dos políticos é corrupta, com baixos padrões morais e éticos. Esse Brasil de segunda linha, que não é o nosso, é uma aberração, temos em um ex-presidente corrupto, ignorante e desqualificado, que deveria estar preso, mas pode vir a ser presidente novamente. Tem uma ex-presidente que quebrou o país com sua incompetência, protegeu ladrões que continuam à solta e viaja ao exterior com dinheiro dos contribuintes pregando mentiras mundo afora. Só pode ser um país de idiotas. Esse é o país no qual mala estufada de dinheiro ilícito não é prova de crime. É o mesmo país onde um Congresso Nacional não vota temas de interesse da nação, vive de barganha e chantagens, de troca de favores, além de dar abrigo a corruptos e ladrões; o mesmo Congresso onde se trama contra a Lava Jato e se faz o impossível para livrar réus amigos da cadeia. Um país onde ministros do Supremo Tribunal Federal julgam casos em flagrante conflito de interesse pessoal e interpretam as leis do jeito que lhes mais convém (onde está a OAB?). A mesma corte que, desde 1998, julgou e condenou, em 2010, apenas um entre 500 parlamentares com foro privilegiado. É o Brasil que produz candidatos medíocres à Presidência, uns completamente desmiolados, outros envolvidos com a Justiça ou aventureiros. Ou ainda partidários de uma esquerda retrógrada e ditatorial. Um país que em 500 anos não conseguiu produzir um grande estadista. Continuar com esse Brasil de segunda linha? Então, é só ficar como estamos hoje, passivos e omissos. Mas, se quisermos um Brasil novo, que nos dê orgulho de ser brasileiros, orgulho de pendurar a bandeira na sacada de casa, devemos agir, em fortes mobilizações populares, independentes de partidos, ir novamente às ruas e exigir mudanças. Essa poderia ser uma bandeira para as entidades de classe capitanear. Esse imobilismo e passividade nos torna patética. Devemos começar essa mudança imediatamente, neste ano, escolhendo com cuidado quem serão nossos próximos representantes e eliminando da vida pública toda classe de políticos corruptos e populistas.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 8 DE JANEIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
RECEIO NO PLEITO ELEITORAL

Nobres:
É perfeitamente lógico em se tratando do momento político que pessimamente experimenta a nação brasileira e, quando pensamos em respeito às regras, nada mais pertinente do que se falar das eleições. Por exemplo, é interessante notar que, apesar de a Justiça Eleitoral ter praticado as urnas eletrônicas há quase 22 anos (em 1996), e de parecer que foram superados todos os mistérios e lendas que cercavam essa máquina, se repararmos com atenção vemos que não é bem assim. Olhando logo ali, para o ano de 2014, podemos lembrar-nos da campanha presidencial, em especial quando o candidato vencido, o tucano Aécio Neves, requereu que fosse feita uma auditoria dos votos. Na prática, já se sabia que nada de anormal seria encontrado ou que o resultado final seria mudado, mas o pedido serviu como um grande sinal para que o eleitor reavivasse a desconfiança novamente e assim foi. No que depender do Poder Judiciário, não há nenhum esforço sólido para acabar de vez com a insegurança do voto. Mais recentemente, em 2015, o próprio Congresso Nacional admitiu que desconfiasse do sistema e aprovou a exigência de que o voto, além de gravado digitalmente na urna, também fosse registrado em papel através de uma impressora (no caso, a Lei 13.165/15). No entanto, é espantoso que a Justiça Eleitoral, assistindo a tantos escândalos políticos (o impeachment de outro presidente da República e um julgamento nada discreto da chapa Dilma/Temer), ainda não tenha se preparado tecnicamente ou financeiramente para equipar as urnas com as ditas impressoras. Sobre a falta de compra das impressoras, se o leitor acha que alguma cobrança veio de outros órgãos da Justiça ou do Ministério Público, errou, pois na verdade ela veio de cidadãos comuns. Ao tomarem conhecimento de que o então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, pretendia descumprir a lei e equipar com impressoras apenas 5% das urnas de votação, eleitores vieram propor uma ação judicial para questionar a decisão do ministro e fazer cumprir a lei, para que todas as urnas permitam o voto impresso. Mas a insegurança brasileira não conhece limites. Em dezembro de 2017, durante a realização do Teste Público de Segurança das urnas eletrônicas, houve um desastroso festival de erros e fragilidades apresentadas pelo sistema: foram pelo menos dez, sendo possível aos investigadores, entre outras atividades, mudar as fotos dos candidatos e até mesmo alterar os registros de voto. Tudo isso foi constatado pelo TSE em seu relatório final sobre o teste, mas o que agrava a situação é o fato de não existir nenhuma lei que obrigue o tribunal a comprovar publicamente que os erros encontrados estarão corrigidos em todas as urnas antes das eleições vindouras. Novamente, os questionamentos não vieram dos órgãos do Estado, mas da sociedade: ao tomarem conhecimento do ocorrido protocolaram uma representação à Corregedoria do Tribunal Superior Eleitoral, requerendo que seja realizado novo teste de segurança antes das eleições de 2018 e, ainda, que seja feita adequação das normas do tribunal para evitar que o problema se repita no futuro. Disso tudo, podemos tirar duas conclusões. A primeira é: até o momento, no que depender do Poder Judiciário (em especial o eleitoral), não há nenhum esforço sólido para acabar de vez com a insegurança do voto, o que afeta negativamente o desejo de muitos eleitores de eventualmente se engajar de forma ativa na política. A segunda conclusão: é triste ver que os demais órgãos fiscalizadores estejam apresentando-se deficientes no cumprimento de seu papel institucional. Por outro lado, contudo e felizmente, o cidadão eleitor tem, ainda que lentamente, tomado sua parte de protagonismo. Devido ao recesso do Judiciário, ambos os casos ainda não foram julgados, mas, se tiverem algum sucesso, podemos afirmar que se trata da primeira grande mudança na forma de planejar, executar e apurar as eleições em razão de iniciativa judicial popular no país. Mudar é difícil quando temos na direção da mais alta corte eleitoral do país, “um indivíduo” que não merece a confiança do eleitor racional, por motivos transparentemente expostos e por ação deste perante a sociedade ética.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 7 de janeiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - POSTADO DOMINGO ÀS 10:48 HORAS EM 7 DE JANEIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DECADÊNCIA MORAL

Nobres:
Neste Brasil tudo é possível como não poderia deixar de ser os políticos safados agora tentam negociar através de um governo corrupto e diligente do presidente Temer, negociam com a pior estirpe de políticos que jamais imaginávamos, dando as cartas em negociatas para se sustentar interativamente onde Sarney um velho de seus oitenta anos representa a podridão política da história de nossos dias e Roberto Jéferson, um cassado por ferir a ética, quando anunciou um esquema de ladroagem compartilhada pelo santíssimo Lula, o maior corrupto contemporâneo do país, e ainda conta com a rendição de segmentos eleitorais, incluindo o eleitor especialmente do nordeste, também liderados por organizações criminosas sempre permanente na região, que são louvados descaradamente quando praticam abertamente delitos de toda natureza. “nesta razão” tem a ver com a decadência estrutural da vida coletiva é o maior sintoma da incapacidade governamental dos atuais mecanismos de poder. O fato é que as estruturas da política envelheceram e não mais conseguem responder satisfatoriamente os anseios e reivindicações da sociedade contemporânea. O mais desafiador é que o mundo do amanhã a ser caracterizado pelo forte impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho exigirá um sistema político dinâmico e responsivo, capaz de apresentar soluções em tempo real à luz de um projeto de futuro arejado, moderno e transformador. Nesse contexto, a primeira e inadiável medida é o restabelecimento da segurança pública em nossas cidades. Sem cortinas, a epidemia de criminalidade está matando as bases formativas dos vínculos associativos que fazem a democracia possível. Ora, a segurança é a forma primordial de proteção da liberdade. Quando passamos a viver inseguros, gradativamente substituímos o esplendor da liberdade por medidas de reclusão. Sobre o ponto, o exemplo de nossos lares fala por si só: como a rua virou um lugar perigoso, nossas casas viraram autênticas fortalezas contra a criminalidade ascendente. Assim, sem sentir, vamos abandonando o espaço público para vivermos em ilhas urbanas muradas e cercadas por todos os lados e latitudes. A insegurança pública gerou o paradoxo do urbanismo prisional no Brasil. Esse fenômeno de recolhimento social é absolutamente danoso ao bom funcionamento da democracia. O ideal democrático pressupõe uma elevada estima pelo espaço público, pois é nas ruas do viver que a liberdade humana encontra a plenitude do seu talento. Quando fechamos as janelas da saudável convivência social, automaticamente nos afastamos dos outros, prejudicando, por consequência, o processo de engajamento cívico à democracia. Aliás, a possibilidade de construção de soluções políticas justas e razoáveis pressupõe a capacidade de diálogo aberto, acessível e integrador, fazendo ecoar dentro dos parlamentos as urgentes necessidades da vida coletiva. Acontece que a insegurança pública gerou o paradoxo do urbanismo prisional no Brasil: os cidadãos de bem, que deveriam ser livres, ficam presos em suas casas, enquanto a bandidagem fica solta, leve e faceira nas ruas
de nossas cidades. E os bandidos hoje estão por tudo, inclusive em altas hostes palacianas. Sim, nossa democracia foi seqüestrada pelo crime e não agüenta mais viver em cárcere privado. O sistema de dominação pelo medo atingiu um preocupante ponto de
saturação: além de falir o Estado, as pessoas estão exaustas. O inacreditável é que muitos governantes insistem com métodos de asfixia e esganação: pouco fazem, mas querem mais tributos para manter uma máquina pública desordenada, disfuncional e ineficiente. É lógico que a saída não é por aí. As velhas soluções não são as respostas do futuro. O momento atual exige pautas e métodos inovadores. Não adianta fazer mais do mesmo. O aumento de impostos, por exemplo, é uma pauta vencida. O problema é que a velha política não consegue pensar o mundo fora do paternalismo estatal. Objetivamente, a fronteira tecnológica está mudando o mundo, exigindo um novo estilo de pensar. E, quando mudarmos o pensamento, estaremos aptos a agir de forma diferente. Aqueles que captarem as verticais mudanças em curso, incorporando clareza expressiva e honestidade de propósitos, serão os líderes públicos que nos conduzirão na próxima quadra histórica. Se o ontem foi marcado pelo dirigismo estatal, o amanhã será feito pela soma de talentos individuais unidos em um projeto coletivo vencedor. Juntos, podemos desacorrentar o Brasil e vivermos uma democracia que nos orgulhe, basta expulsar ladrões as excelências os santíssimos corruptos que está chegando a hora para derrotar os mal feitores da nossa sociedade exercitando a cidadania.
Antônio Scarcela Jorge.


COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 7 DE JANEIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ENCARGO E NOBREZA.

         Nobres:
        A nossa missão vocacional do grau de formação acadêmica na área de jornalismo, embora nos sagrem as estradas por onde percorrem as informações nem sempre foram pavimentadas. Nós que somos jornalistas muito pelo contrário, tivemos ao longo do tempo que convivermos com a poeira e com os obstáculos desse caminho e ainda há muito chão pela frente. Nesse repto, não pode a imprensa percorrer uma via de mão única com a missão de transportar somente as decisões do poder até a sociedade. Em vez disso, também é papel da comunicação como um todo, conduzir a voz da população até os gestores públicos. Além disso, incluímos obviamente a internet onde todos podem ser redatores ou editores, isso faz com que haja muita noticia mal escrita ou até sem fundamentos reais. Por este lado, existem casos já comprovados, que antes de um fato ser totalmente confirmado, ele já foi publicado e alterado inúmeras vezes e, se não houver um acompanhamento mais de perto, a sensação que se tem é que a mesma notícia de antes, já não é mais a mesma notícia de agora. Neste contexto, há quem defenda que é exatamente isso que faz da Internet um veículo interessante e corrigível em qualquer momento. Por outro lado, as redes sociais fincadas pela internet é forma de participação, meio de expressão, ferramenta, veículo de informação e entretenimento. No entanto, as maravilhosas conquistas são exibidas e transcorrem na tela de um monitor. Sua rival em velocidade e formato é a TV. Dessa maneira, a estrutura, a forma, a qualidade e o modo como uma tecnologia se desenvolve é o que faz com que o veículo se mantenha no mercado, ou seja, extinto, em função de algo mais inovador ou mais promissor. Por isso, é importante entender as qualidades, as funcionalidades e as diferenças de toda forma de comunicação. É lamentável que nessa aldeia de cultura, dê importância a esses denominados jornalistas que “se formam” por alguns dias e são eleitos na área, por certas instituições aliadas a sacanagem e o modernismo que desmoraliza o padrão ético, coisa proibida na era do lulismo, onde “a sua santidade” dimensionou o paternalismo anárquico próprio de uma geração de quantidade em atenção a péssima qualidade de conhecimentos que antes, era próprio das universidades. Neste contexto, voltamos a direcionar a partir do viés da instantaneidade do jornalismo se consolidada como o mais confiável. “embora a notícia já não esteja assim tão fresca”, pelo menos ela tem o dever moral e ético de ter sido devidamente apurada e lapidada, graças à Internet que já adiantou o serviço. Contudo, essa condição aumenta ainda mais a nossa responsabilidade e do papel do jornalista. Historicamente, apesar de disfunções havidas e ainda existentes, sempre foi essencial. Se a construção da sociedade, como acontece hoje e como é desejada amanhã, tem repouso nos pilares da democracia, esta, por sua vez, se estruturou igualmente resistente através dos jornais e do rádio a maior fonte de disposição no interior do Estado onde suas diretorias alcancem os objetivos comuns da comunicação.
Antônio Scarcela Jorge.