terça-feira, 19 de junho de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - POSTADO NA NOITE DE TERÇA-FEIRA, 19 DE JUNHO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

A IMAGINAÇÃO POR EXCELÊNCIA

Nobres:
Nas raríssimas horas de reflexão em função da “sujeição do tempo” nos determina o poder encantatório dos vocábulos, pelo arranjo das frases, pela musicalidade, repetições, diferentes regimes de fala (diálogos, reticências, interrogações) todas essas coisas que fazem algo que tem sobre nós, um poder misterioso, quase mágico. Neste mundo imaginável e muito banalmente nos permitimos levar por certas palavras relacionadas com a Copa do Mundo. Mas palavras ouvidas aqui e ali, nomes de cidades, de pessoas, estabelecem relações, evocam  imagens, leituras várias, criam e recriam situações, um mundo de sugestões ressuscitando parte do depositário que somos, amontoado através dos anos, das experiências, das vivências que faz de cada um de nós um sujeito único. Entretanto retornamos o elementar: A Copa do Mundo, na sua rodada inicial sempre trouxe surpresas e decepções constituindo “regras” entre todas outras anteriormente e podemos citar “arguindo o favoritismo” latente antes de entrar em campo: A vitória do México sobre a Alemanha por 1X0, que sinteticamente em que busca o favoritismo em função de ser a atual campeã do Mundo ostentando o quarto título (tetracampeão) e tentando se igualar a Seleção Brasileira que ostenta o inédito Pentacampeão mundial em Copa do Mundo, habilitando ao hexa desde 2006. Por ultimo a decepção na realização do Brasil contra a Suíça (1X1) que o placar não expressa a realidade nas várias circunstâncias; atuação sofrível com displicência e exibicionismo de alguns de seus jogadores; contraditoriamente a atuação parcial do árbitro em desfavor da Seleção Brasileira, faz ainda mais caracterizar a credibilidade do nosso escrete, reforçada por outras razões.
Antônio Scarcela Jorge.        

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 19 DE JUNHO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

O BEM-ESTAR DA IMPRENSA.

Nobres:
O costume dessa nação tribal formada e direcionada especial pelas pequenas comunidades do interior lançam farpas ameaças e insultos ao jornalismo em prática através dos noticiosos quando são infratores. Porém as imprensas através do rádio e dos jornais se agigantam e, se solidificam diante de tanta estupidez e irracionalidade prática de seus interesses servindo para bajular “os engraçados do momento”. É vivível em sua maioria anunciada por pelegos do lulismo que infestam e espalham como uma epidemia em todo o território nacional. Acreditamos que o esteio da impunidade seja ensejado neste aspecto. Os fanáticos e safados de toda espécie do Lula, um gaiato que conquistou por duas vezes (e perdeu quatro) em função do desespero do brasileiro sem alternativa para encontrar um candidato, se repete este ano, as mesmas figuras manjadas como o transloucado como Ciro Gomes um irracional, alguns defensores do “neoliberalismo brasileiro” que no seu governo pautou pela corrupção desenfreada, logo depois surgindo no governo Lula o mensalão, que ele pateticamente insiste em dizer que não houve, sequentemente explodiu no novo e gigantesco assalto planejado pela máfia que tomou conta do país: o petrolão. Alguém imagina que o saldo extraordinário da Operação Lava Jato teria sido possível sem uma imprensa independente? Os envolvidos no maior escândalo de corrupção da nossa história podem fazer cínicas declarações de inocência, desmentidas por um conjunto sólido de provas. Podem até mesmo manifestar desprezo pelas instituições da República. Nestes dois escândalos que o país implodiu e que os safados, fanáticos, adeptos e sem vergonha desconhecem e adora o “santo diabo” dizendo não existir provas contra ele; é cretina esta gana que habita neste país. Chega lembrar-se da oportuna divulgação dos grampos que captaram conversas telefônicas de Lula durante 27 dias. Os diálogos mostraram exatamente o que o chefão do PT, a ex-presidente Dilma e seus interlocutores pensavam das instituições e do cenário político brasileiro. O que se ouviu nas conversas de Lula mostrou a recorrente intenção de cometer ilegalidades e de usar o Estado em seu proveito e proteção. Os brasileiros puderam constatar, de maneira indesmentível, que com essa gente não há conversa republicana. Sem jornais através do nosso rádio a democracia não funciona. O jornalismo não é antenada. Mas também não é neutro. É um espaço de contraponto. Seu compromisso não está vinculado aos ventos passageiros da política e dos partidos a mola-metra central da corrupção. Há de convir que o jornalismo sustente a democracia não com engajamentos espúrios, mas com a força informativa da reportagem e com o farol de uma opinião firme, mas equilibrada e magnânima. A reportagem é, sem dúvida, o coração da mídia. As redes sociais e o jornalismo cidadão têm contribuído de forma singular para o processo comunicativo e propiciado novas formas de participação, de construção da esfera pública, de mobilização do cidadão. Suscitam debates, geram polêmicas (algumas com forte radicalização) e exercem pressão. Mas as notícias que realmente importam, isto é, as que são capazes de alterar os rumos de um país, são produtos não de boatos ou meias-verdades disseminadas de forma irresponsável ou ingênua, mas resulta de um trabalho investigativo feito dentro de rígidos padrões de qualidade, algo que está na essência dos bons jornais. Navega-se freneticamente no espaço virtual. Uma enxurrada de estímulos dispersa a inteligência. Fica-se refém da superficialidade e do vazio. Perdem-se contexto e sensibilidade crítica. A fragmentação dos conteúdos pode transmitir certa sensação de liberdade. Não dependemos, aparentemente, de ninguém. Existe uma crescente demanda de jornalismo puro, de conteúdos editados com rigor, critério e qualidade técnica e ética. O rádio e os jornais falados são literalmente sérios fazem algo em que se pode confiar. A informação tem assinatura, conta com o aval de uma história de profissionalismo e comprometimento com a verdade dos fatos.
Antônio Scarcela Jorge.

* O COMENTÁRIO EM RELEVÂNCIA EM SUPRA, FAÇO HOMENAGEM AOS DILETOS COLEGAS DENIS LIMA, EDÍLSON PAIVA, LUIS AUGUSTO EVANGELISTA , E MAX WEBER ONDE A ESSÊNCIA VOCACIONAL SÃO ELEMENTARES NO EXERCÍCIO PROFISSIONAL.



segunda-feira, 18 de junho de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 18 DE JUNHO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

EM TRÊS TEMPOS

Nobres:
Ontem foi a estreia da nossa seleção na Copa do Mundo na Rússia enfrentando a forte Suíça com um empate injusto (1X1) para a Seleção Brasileira que produziu com eficiência principalmente no 1º tempo com um gol assinalado pelo atacante Fephippe Coutinho aos 18 minutos iniciais do jogo.   No segundo tempo a Seleção Brasileira voltou apática e consequentemente recebeu grande pressão da adversária, mesmo o atacante suíço de forma irregular onde o atacante suíço empurrou o zagueiro Miranda para assinalar o gol de empate. Em síntese Seleção brasileira teve atuação irregular e reclamou da arbitragem, mas pode levar lições importantes da complicada estreia na Rússia. Por outro lado em termos de qualidade o time se habilita conquistar o maior evento mundial alcançando o ineditismo título de hexa (ou melhor, seis meses campeão) é incontestável o poderio a habilitar o cetro em razão em possuir uma organização tática demonstrada nos jogos em que foi comandada pelo técnico Tite uma grata surpresa nos últimos anos ganhando a confiança do torcedor brasileiro que o projetou como uns dos preparadores técnicos a nível mundial. Entre outros aspectos rememoramos momentos tortuosos que ocorreram na Copa de 2014, infelizmente realizada aqui no Brasil onde se denomina de COPA DO MUNDO DA CORRUPÇÃO orquestrada pelo lulismo, uma “transformada em "gangue" política neste país” que certamente será solto por uma corja infecta do STF para participar da campanha presidência com amplas possibilidades de se eleger “santificado pelo segmento safado (veja a cara deles) políticos e eleitores. Dimensionar o futebol brasileiro é se integrar a política dos aliados. Ainda permanece o descontentamento e a até indiferença diante da eterna decepção que causou em termos de Copa do Mundo, a penúltima realizada no Brasil, onde a podridão os negócios escusos entre os políticos (inclusive o laranja Dilma) promovidos pela figura de hoje, um condenado pela justiça, que insistentemente vai sair da cadeia pela “banda podre do STF, que antecipadamente cantou a pedra” saindo pelos braços da sacanagem brasileira, um país prodigo neste aspecto e que direcionou toda roubalheira neste evento. Como o adágio popular “da uma e esconde a unha” este safado que só agora o país experimentou os atos corruptos de seus dois governos, que o mentiroso atribui a ele toda conquista da história do Brasil, como sabemos que na época de globalização e estabilização econômica foi de forma conjuntural principalmente na América do Sul, onde os países comungaram positivamente. Neste aspecto em etapas foi à relação “epicena” desses políticos corruptos, irmanados pelas máfias internacionais do futebol, aliados pelos empreiteiros, políticos, que objetavam o desmoronamento para reconstrução dos estádios (exemplo: Maracanã e Castelão entre outros) e, novas ‘Praças de Futebol’, alguns Estádios construídos tão somente para abrigar uma só partida de futebol realizada naquela época, numa demonstração do saque aos cofres públicos em que ainda habitam nos poderes da República, Executivo e Legislativo e parte do judiciário representado pelo STF. Como a história é implacável na situação de “aprendizado” que esses marginais sempre desconhecem circunstanciada pela gana do “roubo”, recaiu  no time da Copa de 2014  o desastre em campo com a derrota para Alemanha de 7X1 em pleno “Mineirão”.  Se conclui infelizmente pelo lado sujo do futebol é o retrato definitivo do que acontece além das quatro linhas em que a literatura revela informações contundentes sobre as negociatas que empestearam o futebol nos últimos anos e, que citou João Havelange e Ricardo Teixeira desenvolveram um esquema mafioso de fraudes e conchavos, beneficiando a si e seus amigos. FIFA e CBF se tornaram um grande balcão de negócios, no qual são firmados acordos bilionários, que envolvem direitos de transmissão e materiais esportivos. Um grande jogo de bolas marcadas, cujo palco principal é, a Copa do Mundo realizada de quatro em quatro anos. Escândalos que enojaram qualquer nação do mundo, inclusive os corruptos até eles se estarreceram.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 17 de junho de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 17 DE JUNHO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

DESORDEM NA SEGURANÇA

Nobres:
Os últimos governos do País se padronizaram a não equação ou pelos menos minimizar ações que seria atribuição pertinente de quem antes de assumir propõe soluções. Neste aspecto iriamos de encontro no “ponto nevrálgico” que atinge todas as camadas sociais do Brasil, - A SEGURANÇA - nesta questão se direciona a perda da vida de pessoas causadas por homicídios. Por ano, mais de 62 mil brasileiros são vítimas de homicídio no país. A taxa de mortalidade por violência é crescente e supera o de regiões conflagradas, como a Síria, que há sete anos enfrenta uma guerra civil. Os cortes no orçamento da cultura, do esporte, da educação e em de outras áreas sociais não contribuem para mudar o caos que impera no campo segurança pública. Além disso, o governo poderia explorar outras fontes para nutrir o orçamento dos ministérios, a partir da redução de gastos com cargos comissionados, cartões corporativos, auxílio-moradia, uso de jatinhos, entre as muitas regalias incompatíveis com crise fiscal do país. Contribuição idêntica poderia ser dada pelo Congresso Nacional, que consome mais de hum milhão de reais por dia, sem a contrapartida desejada pela sociedade. As medidas no campo da segurança, até agora, foram improvisadas diante do agravamento das crises. Faltam planejamento, política e ações preventivas para o setor. Cada unidade da Federação tem a própria política, com resultados pífios, e não há diálogo entre as instâncias de poder capaz de definir estratégia para desmanchar as organizações criminosas e pacificar o país. Não será o remanejamento de orçamento, com ampliação das restrições nas áreas sociais que modificará este cenário. Ao contrário, quanto menor a oferta de serviços sociais do Estado, maior será o aumento da criminalidade, sem ações incisivas o País pode se transformar no caos.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 16 de junho de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 16 DE JUNHO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
A PÁTRIA DAS CHUTEIRAS

Nobres:
Como a história é a sucessão de fatos estresidos diante da Copa do Mundo na Rússia em que as pesquisas de opinião colocam a Seleção Brasileira diante do torcedor brasileiro um descredito incomum, não só pelo escrete, achamos com ampla possibilidade de conquistar ao tão almejado hexa mundial. Os nossos comparativos se relaciona as duas fases distintas da história deste país: em 1970 e o presente 2018, com uma agravante: Naquela época existiu tão somente o espírito desportista e patriótico do país das chuteiras e hoje vem se enquadrar o mesmo furor dos elementos anarquistas, ex-terroristas, bandoleiros, intelectuais que estão metidos na política, adorando o seu escudeiro populista Lula é, tudo a mesma “coisa” neste aspecto estamos rememorando os fatos que marcaram Quarta-feira, 3/6/1970. O Brasil se preparava para enfrentar a Tchecoslováquia, do presidente socialista Lodvík Svoboda. Esses mesmos anarquistas se proclamavam as ações da política eternizada e pelo mesmo “atalho” de hoje, confundem atividades diversas e se padronizam pela lesividade. Diziam que o então Presidente Médici usaria o futebol em busca de se legitimar. 90 milhões em ação se dizia então. A mesma anarquia pra não dizer “putaria” (um pejorativo que se enquadra nas palavras do Ciro Gomes, um transloucado que “coincide a história” pela terceira vez se proclama pretenso candidato a presidência da República). Iremos diretamente a Copa de 70. Começa o jogo no estádio de Jalisco, em Guadalajara (México). Como soldado conscrito naquela época, cumpríamos o serviço de plantão no 4º BEC em Crateús, numa época que aquela cidade, parte já dormia sempre as 22 horas, com raríssima exceção e em sua maioria e ouvimos distante pelo rádio aquele que era o centro das atenções da torcida brasileira.  Os tchecos marcaram o primeiro gol! Silêncio geral. Pouco depois, Rivelino empata. E ouviram-se uns poucos gritos de gol. Mais tarde Pelé e Jairzinho (2) completaram a festa. Abraços gerais. Ganhamos! Advertimos desse fato por conta de pesquisa Datafolha mostrando que 53% dos brasileiros não estão interessados na Copa. A vida é dura, por aqui. E o desencanto anda por toda parte. A seleção, para quem foi pesquisado, é só mais um símbolo torto de nosso país despedaçado. Então somos brasileiros o país das chuteiras. Suponho que domingo, quando começar o jogo contra a Suíça, esses 53% vão esquecer-se do que disseram na pesquisa. O sentimento de Nação é mais forte. E a Seleção vai voltar a ser, como no título do livro de Nelson Rodrigues, A Pátria de Chuteiras. É tempo para suspender o desalento, meus senhores. Ao menos por algum tempo. Depois tudo volta a ser como antes, claro. Nada contra. Mas só depois! Iremos continuar com a nossa “via crucies” m continuar sendo espoliado pelos corruptos de habitam no poder.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 15 DE JUNHO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

AVANÇAR COM A PRESSÃO DA SOCIEDADE

Nobres:
Será que existe coisa pior no Brasil do que o Congresso Nacional, recheados de indivíduos e que lamentável, os representantes legais da aldeia brasileira, se estão lá é com o voto do eleitor em sua maioria adquiridos pela compra de votos e em escalada a interação e compadriamento do Executivo, empreiteiros, banqueiros, enfim se multiplica pelo mundo corrupto deste imenso Brasil. Por outro lado, ainda existe a sociedade ética, honrosa e honesta a se “desgradear” com a lepra existente no país e ainda as instituições de Estado como exceção. Aos poucos, a blindagem que sempre garantiu a impunidade de autoridades públicas vem se rompendo. Atualmente, estima-se que pelo menos 54 mil pessoas ainda são beneficiados pelo foro privilegiado. Na prática, trata-se de tratamento vergonhoso e que colide com o artigo 5º da Constituição Federal, pelo quais “todos são iguais perante a lei”. O artifício, que permite uns serem julgados pelo Supremo e outros pela Justiça de Primeira Instância, estabelece uma diferença que merece o repúdio da maioria da sociedade brasileira. A morosidade da Justiça é algo também inaceitável pelos brasileiros. Esse tempo se alarga todas as vezes que um processo é submetido à decisão de uma instância superior do Judiciário. É com isso que a maioria das autoridades, até agora protegidas pelo foro privilegiado, contam para ficarem livres de punições. Recentemente, uma ação contra um senador ficou parada durante 14 anos no STF e acabou arquivada. Ao ser eleito para o Senado, as investigações nem sequer foram concluídas pela Polícia Federal, pois havia necessidade de sinal verde da Alta Corte. Não fosse protegido pelo foro privilegiado, o parlamentar, denunciado em 2002, poderia ter sido punido pelos supostos crimes que teria praticado em 2001, com pena prevista de até 16 anos de reclusão. Embora tenha havido um avanço, as decisões do STF são insuficientes para garantir a aplicação da lei como deseja a maioria dos brasileiros. Na Câmara dos Deputados tramita projeto que restringe o benefício do foro privilegiado aos chefes dos Três Poderes. O projeto não avança, por motivos óbvios. Grande parte dos integrantes do Legislativo está ameaçada por denúncias de crime de corrupção, apuradas pelas sucessivas operações do Ministério Público e da Polícia Federal, realizadas a partir da Lava-Jato e por outras investigações que antecederam ao maior escândalo da República. As mudanças ocorridas até agora são insatisfatórias. A sociedade cobra equidade no tratamento, pelo Judiciário, de todos que cometem ilícitos. Exige que legisladores e autoridades de todos os escalões do poder público sejam igualmente tratados com o rigor aplicado aos cidadãos comuns que incorrem em infrações penais. Não há outra forma de tornar vivo o mandamento constitucional enquanto houver tratamento privilegiado aos que ocupam cargos públicos e deles fazem uso para enriquecimento ilegal ou em favor de grupos que conspiram contra os interesses do público. A sociedade deverá alijar políticos que hoje comandam o país sob a égide da corrupção, exceto a minoria que no âmbito de sua atribuições preserva a moral.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

O BRASIL SE CONFIGURA NA CORRUPÇÃO

Nobres:
Está cada vez mais próximo do Brasil vem se ridicularizar, anarquizar por está dominado por pessoas de má caráter,  ninguém imaginava que no Brasil poderia existir um Gilmar Mendes, um indivíduo “menor” em sua índole. Os governos anteriores, Executivo e Legislativo deram uma incisiva contribuição para o retrocesso administrativo e moral em prol de seus interesses. Uma dessas “sacanagens” Nos países desenvolvidos priorizou o transporte usaram seus interesses rumo a corrupção e consequentemente conseguiram “delapidar” como forma fácil a “quem tem o poder neste país” e, além de ajudar a despertar o Brasil para a insensatez que sempre foi o desenvolvimento de um modal único, o rodoviário, desprezando as ferrovias que fizeram o progresso de todas as nações, e além de inaugurar uma nova forma de mobilização, quase sem lideranças, a dos meios digitais e a terrível greve dos caminhoneiros, que paralisou completamente o país, escancarou, aos olhos de todos os brasileiros, a extrema desigualdade de recursos entre nós. Faltam recursos em muitíssimos setores, faltam para imensa parcela da população, da qual os caminhoneiros são apenas um caso. Todos os serviços públicos estão as precarizações. Tudo parece estar ainda por ser feito. Não há, em setor algum, termo de comparação entre a nossa situação e os países do primeiro mundo.
No entanto, recursos sobram, e muitos. Sobram na gastança desenfreada e incompetente nas obras inacabadas, mal planejadas, e ainda mais mal executadas e, ao cabo, paralisadas. Sobram no sobre preço da corrupção, nos milhões, ou bilhões, que são desviados para os bolsos desses grandes canalhas nacionais, para os quais a prisão ainda é muito pouco. Sobram recursos nos Poderes Legislativo e Judiciário, nas mordomias indecentes que eles se permitem cinicamente, no número absurdo de assessores (não concursados) que infestam os gabinetes dos parlamentares, no número excessivo dos próprios parlamentares (para que tantos deputados federais e estaduais?), no absurdo da existência de vereadores que não fazem nada (e ainda querem criar mais municípios, sem nenhuma viabilidade, somente para os faustosos cargos públicos que deles decorrem, faustosos vereadores e pencas de assessores inúteis). Pode faltar dinheiro para a moradia dos pobres. Sobra para o auxílio-moradia dos grandes. Pode faltar dinheiro para hospitais, para infraestrutura, para escolas, para a conservação das estradas. Sobra para os aviões exclusivos dos políticos que não admitem andar de avião de carreira. Pode faltar dinheiro para a alimentação dos pequenos. Sobra para a fartura da corrupção. A corrupção cria formas sofisticadas quase inimagináveis (que inventividade criadora tem o mal!): até roubar merenda escolar, até roubar taxas dos empréstimos consignados, até vender cartas sindicais... Metem deslavadamente a mão no bolso dos grandes (aos quais assacam para obter propinas e garantir sobre preços) tanto quanto no dos pequeninos, que não têm o menor pudor de extorquir. São gênios do mal. Não: são demônios, que a sociedade precisa vomitar. Cortar gastos? Nem pensar. Se há alguma coisa de que esses governos não cogitam é cortar gastos. O que fazem é aumentá-los todo dia, toda hora, sobretudo em seu próprio favor. Fundo partidário, fundo eleitoral. Dinheirama para financiar esses grandes ladrões nacionais (claro que há notáveis exceções entre os políticos). De onde sai toda a dinheirama que é desviada e desperdiçada? Óbvio que é do bolso de todos nós, da sociedade assaltada diariamente por essa corja que se apoderou do parlamento e dos cargos executivos. E absolutamente não era assim antes. Na escala monumental de agora, tudo isso é fenômeno recente dos últimos 20 anos. A praga corrupta se alastra acintosamente, só há um remédio para melhorar e de princípio o veredito final do povo em termos eleitorais.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 13 DE JUNHO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

NOBREZAS CORRUPTAS

Nobres:
Ficou evidente que política e dinheiro mantêm uma devassidão irrefreável. Muito maior e mais intensa que a massa ignara e até a tropa de elite intelectual poderia imaginar. A família Odebrecht até o nome é invocado, resistir, resistiu, desconversou, até que a recalcitrância perdeu o passo. No destempero verbal vira real. Queda de braço com algemas e tornozeleiras permaneceu na 1ª Instância, ainda bem, pelo menos estamos livres de alguns membros do STF. Ficou claro que o Senhor das empreitadas tem o sangue dos brasileiros, o suor dos desempregados, o pesadelo dos congressistas, o cadafalso da Presidência. O terceiro ex-presidente sentenciou: não conheço político eleito sem caixa 2. Este Senhor “se proclama pela inconveniência, pelo desleixe e que sabe” a esclerose “bate em sua mente” se não, é um cafajeste.  A que ponto chegou? Uma empresa privada suplanta o Ordenamento Jurídico, passa por cima da Lei, faz pouco do Estado falido e goza dos direitos inerentes a pessoa humana. A desumanidade flagrante mora na mansão do cinismo, no Império dos Ímpios, nos alforjes dos Vendilhões do Templo, da saúde, das escolas, do saneamento básico. Pela mão dos Fariseus, do século XXI, o que era mel virou cabaça, santo virou pecado, somente “republicou” a comilança política. As instituições públicas têm que emergir do caos, recompor a boa fé. Até hoje governam em todas as especialidades e do jeito que os corruptos estabelecem. O povo sensato não os criminosos manifestantes marginais e aliados de Lula que incendiaram as ruas. A esses vermes em qualquer circunstância receberam também o protesto da sociedade ética brasileira, desde os incendiários que antecederam 1964. É a história retrocede os mesmos fatos Que tal um robusto não, sem ódio, sem medo; avante Brasil, mesmo saqueado, usurpado e roubado, com a insanidade de milhões de cafajestes lulistas alguns expressam o fanatismo, o banditismo e o intelectualismo interesseiro, com certeza triunfarás.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 12 de junho de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 12 DE JUNHO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

O BRASIL PROCURA A SAÍDA

Nobres:
O desleixo no atendimento aos cidadãos, quando investido em funções públicas. A busca da vantagem de Gérson, nas mais diversas atividades. O pendor pelos atalhos, ainda que às vezes inconfessáveis. A mania de jogar a culpa sempre para os outros. Principalmente para os políticos, como se eles não fossem escolhidos por nós mesmos e viessem de Marte. O descaso com a própria formação e a dos filhos. A aversão ao estudo e à leitura. A falsa ideia de que o prazer só se encontra na festa, na farra e no barulho. O exibicionismo e a futilidade nas redes sociais. A complacência que parece traço onipresente da personalidade do brasileiro. Que tal reconhecermos que temos essas culpas? A mudança não começa por um bom diagnóstico? O senso comum, potencializado pelos marqueteiros nas campanhas eleitorais, diz que a comunicação eficiente é a que fala o que o povo quer ouvir. Nada mais fácil do que o apelo populista. A 'solidariedade' a todos os deserdados. Que deveria ser genuína. Mas que, no discurso dos marqueteiros, deve ser combinada com a explicação simplista: 'Estamos na miséria por culpa deles. Nós, os puros e bem-intencionados, contra eles, os sujos e malvados'. Essa lógica binária tem apelo comunicativo. Mas é de duvidável eficiência para enfrentar os problemas nacionais. Que tal ousar rompê-la? Tendo a política e o país chegado ao fundo do poço, que tal experimentar um outro debate nessas próximas eleições? Que tal confiar um pouco mais na inteligência dos eleitores? Que tal convidá-los para mergulhar nas causas estruturais e culturais dos nossos problemas? Que tal elevar o nível do debate?
Vamos transformar esta utopia em realidade. A mesma simplificação demagógica também aprisionou o País. Combatiam medidas reformistas no campo econômico, político e social, se fazem necessárias para atingir cada um desses objetivos. Quando criticados por se oporem a medidas que serão justas, mas as esquerdas sempre botam defeitos como a dizer que, se as aprovarem, irão facilitar a vida dos adversários políticos. É um comendo os outros, pratica comum no mundo da corrupção e, portanto os ajudariam a se manter no poder. A confissão implícita: priorizavam a ocupação do poder em detrimento do mérito das soluções. Não lhes importa se as políticas em debate eram boas. Haverá combatê-las, ou então seus adversários podem ficar no poder. Para esses que assim pensam, mais vale estar no poder do que ajudar (ou pelo menos não atrapalhar) as reformas requeridas em cada conjuntura. A política e direccionalmente os políticos que estão aí agem desta forma.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
AFINIDADE EXAGERADA

Nobres:
No fantástico cotidiano do País onde tudo é tragicômico onde o cidadão é o sinônimo dos desleixes promovidos pela manjadíssimas figuras dos políticos corruptos que atuam acentuadamente entre os poderes constituídos da República brasileira, deveria ser exceção pela instituição formal, - O JUDICIÁRIO -.  Por objetivo, os juízes de um tribunal, que é o guardião da Constituição democrática e republicana de um país, precisam ter condutas e decisões cuidadosas e cautelosas. Os juízes e o colegiado devem, por terem o poder de decisões finais e irrecorríveis, conduzir-se pelo recato, pelo autocontrole, pelo comedimento, tanto nas suas relações pessoais quanto no exercício de suas funções. Mas não é isto o que se vê. Dominados pela vaidade e pela frivolidade perigosa de suas incontinências verbais, são agentes da desmoralização do próprio STF. Os juízes devem saber que não são deuses e que não estão acima do debate e do escrutínio da opinião pública. Deveriam saber que não podem negociar decisões judiciais com Temer, com senadores ou com quem quer que seja. Os juízes, Gilmar Mendes à frente, são juízes apenas pelo poder formal que lhes é conferido, mas não são juízes nas suas condutas e nos seus conteúdos. Na prática, como juízes, são porta-vozes de interesses políticos, e como militantes políticos, julgam extrapolando o amparo da Constituição. Também neste contexto, temos que atentar pelo esgotamento do Executivo e do Legislativo em estado moral quase terminativo onde a corrupção é regra “institucional” e consequentemente requer ação da sociedade para abrolhar uma nova perspectiva de transformação para o país, naturalmente excluindo os políticos que estão aí e que no momento jogam o peso da crise nos ombros do próprio cidadão. Os eleitores podem reconstituir o processo de mobilização popular pelas urnas.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 10 de junho de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 10 DE JUNHO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

CONIVENTES DO EMBUSTE

Nobres:
Em qualquer reunião quando os “companheiros de Lula” aproveitam da mentira para servir as massas de manobra e os fanáticos. “Inventam” coisas absurdas próprias das baixarias padronizadas que segmentos do povo qualificados pela sociedade de safados se “deliciam” da premissa que o povo não é sábio. Ledo engano! Parlamentares petistas e agregados usam também “a Voz do Brasil” para se deliciar e ri da sociedade que vê o momento para se manifestar. Todos sabem quando a lei pode vir a pegar algum político, o Congresso simplesmente a muda, e um exemplo é a nossa Constituição, que, editada há menos de trinta anos, já sofreu nada menos que 99 emendas, quando se transformou numa autêntica colcha de retalhos, na maioria das vezes para blindar alguém. A primeira veio em 1994, e a última, no apagar das velas do ano passado. Tudo isto demonstra que, por força desta politicalha que existe, o Brasil teima em não amadurecer, pois como último recurso, o Supremo, a pretexto de interpretar a lei, vem, na verdade, praticamente legislar, como vem ocorrendo nas últimas ações que discutem a constitucionalidade de alguma lei. Diversas ações em prol do condenado Lula foi a julgamento, numa claro protecionismo, passando na frente de quase cinco mil HCs, mostrando que aquela Corte julga no caderno da conveniência política. Mais uma vez os aliados de Lula dizem o que não é verdadeiro quando a prisão do ex-presidente é fato inédito no Brasil. Pensa ser o povo otário? Recorremos a história do Brasil neste aspecto: a prisão de um ex-presidente não é inédita e tampouco ilegal, desde que embasada em lei. Já tivemos exemplos nestes tempos republicanos de ex-presidentes recolhidos ao xadrez: Hermes da Fonseca, Artur Bernardes, Café Filho e Juscelino Kubitschek. E mesmo condenado a 12 anos e um mês de reclusão em regime fechado, o ex-presidente Lula tentou tentado escapar do xadrez com os diversos HCs impetrados nos tribunais. Mas, perto de outros ex-presidentes da história, Lula ainda está em situação privilegiada: os quatro citados já estiveram presos e dois deles tiveram sua liberdade cerceada durante o mandato. Na chamada República Velha, Hermes da Fonseca, que governou o país de 1910 a 1914, foi preso em 1922, quando o presidente Epitácio Pessoa, mandou fechar o Clube Militar, presidido por Hermes da Fonseca, junto com a ordem da prisão do ex-presidente. E se o Exército e o Governo não eram muito amigáveis naquela época, a prisão de Hermes da Fonseca era a pólvora que faltava nos quartéis do Rio de Janeiro para se começar um levante, que ficou conhecido como a “Revolta dos 18 do Forte”, em 1922. Ainda no clima da “Revolta dos 18 do Forte” e mesmo com a oposição dos militares, Artur Bernardes chega à presidência no mesmo ano. Durante seu mandato, “prisão” não foi uma palavra com que ele se preocupou, até que chegou o ano de 1932 com mais uma revolução: a Constitucionalista. O antigo presidente foi preso por tentar fazer um levante em apoio ao movimento paulista. No dia 24 de outubro de 1930, o presidente Washington Luís, cujo lema era “governar o país e abrir estradas” foi deposto e preso pelas Forças Armadas, numa época em que o clima era tenso em virtude das eleições que ocorreram em 1° de março de 1930, sagrando-se vencedor Júlio Prestes, mas a Aliança Liberal acusou o pleito eleitoral de fraudulento. A responsabilidade pela morte de João Pessoa foi atribuída ao governo Federal, e Washington Luís foi o primeiro presidente brasileiro preso durante o mandato, tendo o Forte de Copacabana como seu singelo lar compulsório. Com o suicídio de Getúlio Vargas, em 24 de agosto de 1954, assumiu Café Filho, mas não permaneceu por muito tempo nele devido a complicações de saúde e  em 1955 teve de se afastar do cargo. Entretanto, quando teve alta, Café Filho viu sua casa cercada pelo Exército, que o impediu de voltar ao Catete. Seu cárcere foi sua própria casa e o antigo presidente já não mais voltaria a exercer seu cargo. Um movimento político contrário ao de Café Filho pediu ao Congresso a renúncia do presidente Carlos Luz, que ocupou o seu lugar enquanto estava afastado, com o impedimento de Café Filho de retornar ao cargo. O STF confirmou o pedido pouco tempo depois. Por último, verificou-se a prisão de Juscelino Kubitschek por motivos que só o regime militar viu. Em 1968, quando o país estava sob o comando dos militares, JK foi preso na mesma noite em que o AI-5 foi decretado. Ele era um dos organizadores da Frente Ampla, movimento que pedia a volta da democracia em sua plenitude. Vê-se, pois, que as prisões de ex-presidentes já realizadas não se deram por razões de  Justiça, mas políticas, e o caso de Lula, se o Supremo sustentou a jurisprudência do cumprimento da prisão após a confirmação da segunda instância será a primeira vez que um ex-presidente irá para a cadeia por decisão da Justiça. A estratégia petista nos transparece não foi boa ideia. E que Temer ponha suas barbas de molho, porque ao fim do seu mandato voltará à planície como cidadão comum, e certamente com muita coisa para explicar, já que, em pleno mandato, teve nada menos que sucessivas e já corriqueiras denúncias, duas barradas pela Câmara dos Deputados em negociações nem um pouco ortodoxas. E diante de seu desempenho presidencial, é de todo improvável, senão impossível, que ele tenha como comprar o voto de quase 150 milhões de eleitores, como comprou 263 deputados. Tudo é possível aí se procede à isonomia da safadeza.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 9 de junho de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 9 DE JUNHO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

CONJUNTURA DA ATROCIDADE

Nobres:
A violência e um sistema caótico de segurança estratificam etnicamente o país. Estimo as estatísticas. O Atlas da Violência 2018, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com base em dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, mostra acentuado processo de extermínio em curso no Brasil. Na mira das armas está a juventude brasileira, na faixa de 15 a 29 anos. Foram 33.590 homicídios, em 2016, sendo 94,6% aumento de 7,4% ante 2015. Esse crescimento ocorreu em 20 das 27 unidades federadas, com destaque para Acre (+84,8%) e Amapá (41,2%). de indivíduos. A condição de pobreza é uma das sequelas de um processo que passam ser histórico. Na avaliação dos especialistas dedicados ao tema, o cenário de violência no país não deverá se reverter em pouco tempo. O Brasil é também o mais afetado pela negligência: perde a juventude para o crime ou para as bala e não falar que o nosso Ceará apresenta o maior índice de homicídios no País que em contrapartida o governador não consegue nem amenizar esta questão e contraditoriamente goza de prestígio junto a “sociedade eleitoral”. Essa cultura desgraçada está no povo subserviente e rendido por interesses (na maria vai com as outras, um estilo primordial de alienados)  e de algumas elites participadora de redes criminosas no Estado.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 8 DE JUNHO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

AS ELEIÇÕES DESTE ANO

Nobres:
Diante da perplexidade impositiva do povo brasileiro enfim estamos nos aproximando de uma das eleições de maior incerteza em nossa história recente. O ambiente é de muita radicalização, intolerância e falta de esperança. Alguns propõem soluções messiânicas que aprofundam as divisões. A investigação da corrupção expõe as vísceras de um modelo político falido. Ao mesmo tempo, muitos já percebem que a saída democrática para a crise passa pelo revigoramento da política. Nunca pela sua substituição por atalhos antidemocráticos e autoritários. Não substitui à altura a atividade política e a experiência dos políticos. É justamente em épocas de crise que a capacidade de diálogo dos políticos torna-se mais necessária. No atual clima de exasperação contra os desmandos da política brasileira, precisamos ter cuidado para não colocar todos na vala comum. Não jogar fora o bebê com a água do banho. Há políticos e políticos. É neste quadro que se começa a discutir o formato das composições e candidaturas. Embora tenha vocação universalista, a política começa pelos arranjos de poder no nível local. Para recuperar credibilidade, os partidos irão buscar legitimação nesse nível de poder regional, com candidaturas e acordos localizados. Que podem se sobrepuser à lógica nacional da eleição presidencial. Mormente porque até agora não existem candidatos presidenciais que estejam empolgando o eleitorado. Embora se apresente o panorama, é de muitas candidaturas presidenciais. Como na de 1989, quando Collor e Lula passaram ao 2º turno mesmo com diminutas estruturas partidárias. Há, portanto, uma grande incógnita sobre a força  nacional das coligações nessas eleições. Parece mais provável que prevaleçam os arranjos regionais. Assim, um mesmo partido pode apoiar um candidato a presidente em determinado estado e, ao mesmo tempo, o seu competidor em outro. Podem se tornar comuns os palanques estaduais com mais de um candidato na disputa presidencial. Outra incerteza é à força das máquinas políticas tradicionais. Além de ter de escolher um candidato a presidente, o eleitor vai ser chamado a pinçar um governador, dois senadores, um deputado federal e um estadual. Num ambiente de dispersão das fontes de informação, com menor tempo de campanha e menor duração do horário eleitoral. A força das redes sociais é fato novo, claro. Há indícios, portanto, de que as próximas eleições serão singulares em muitos aspectos iniciando principalmente pelo ambiente de descrença, para não dizer intolerância com a política tradicional, que pode aumentar a abstenção e o voto nulo com a ressaca de esperanças frustradas ocasionada pela dispersão partidária e desgaste de partidos que já gozaram de grande aceitação como o MDB (que conduziu a redemocratização), o PSDB (que acabou a inflação) e o PT (que avançou  a pauta da justiça social). Os novos partidos que estão surgindo ainda não parecem ter substituído os anteriores no afeto das pessoas. Pode-se então imaginar um cenário de muitos riscos e incertezas. Talvez maiores do que em 1989. É uma perspectiva sombria.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 8 DE JUNHO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

REALISMO PESSIMISTA

Nobres:
Neste momento vivenciando a realidade quem direciona o Brasil é evidente está pessimista por razões que transcende a  realidade. A decadência da economia brasileira, iniciada em 2014, está longe de ser superada. Em 2017, o país entrou, timidamente, em recuperação. Passou a respirar, mas sem fôlego suficiente para chegar à rota do crescimento exigido. As previsões otimistas feitas no fim de ano passado não se sustentaram. A frágil situação foi agravada pela paralisação, por 10 dias, dos caminhoneiros, que se insurgiu contra a política de reajustes do diesel estabelecida pelo então presidente da Petrobras, Pedro Parente. As contas mais otimistas apontam que o país amargou prejuízos de R$ 60 bilhões, mas, certamente, as perdas foram muito maiores. Como reflexo do impasse entre os transportadores responsável pela movimentação de quase 75% da produção nacional e a estatal, o governo terá que desembolsar cerca de R$ 10 bilhões para garantir redução de R$ 0,46 no valor do litro do diesel cobrado em 21 de maio. Com um rombo fiscal para este ano previsto em R$ 159 bilhões, o Palácio não viu outra opção senão o corte orçamentário na maioria dos programas de investimentos e de projetos sociais, além da desoneração da folha de salários de vários segmentos produtivos, inclusive, a indústria, que vem se arrastando nos últimos anos, sem conseguir dar contribuições robustas à economia. As limitações vão retrair o consumo das famílias beneficiárias das ações governamentais. Como de fato recorremos as estatísticas que expressam o fato. No presente momento os brasileiros desempregados ou subempregados somam 28 milhões, ou quase 30% da população economicamente ativa, sem perspectivas concretas de retorno ao mercado de trabalho. Em 2016, 5,9 milhões de pessoas ficaram abaixo da linha da pobreza. Pelo segundo ano consecutivo, a miséria cresceu. O país chegou em 2017 com 22 milhões de miseráveis. Cenário construído pela recessão dos desastrosos anos de gestão Dilma. O Brasil segue capengando, com espasmos de crescimento, mas nada que consolide um roteiro de avanços. Ao fim, percebe-se que a ausência de um projeto de nação deixa o país sem rumo. As crises políticas impactam a economia e retraem os investimentos nacionais e estrangeiros. Como apostar em um país que não sabe aonde quer chegar e cria políticas ao sabor de ideologias ou pautadas pelo populismo? No Congresso, predomina o “salve-se quem puder”, com a larga maioria dos legisladores sendo alvo de inquéritos pelos mais diversos delitos, o mais presente deles, a corrupção. As reformas estruturais, indispensáveis ao reequilíbrio fiscal e à recuperação da credibilidade e da confiança no país, foram postergadas pelo Legislativo. A menos de quatro meses das eleições, o foco de deputados e senadores está concentrado na conquista de votantes, para que se mantenham protegidos pelo foro privilegiado. Os postulantes ao Palácio do Planalto têm se dedicado à troca agressões, no período pré-eleitoral. Nenhum deles faz menção a qualquer proposta concreta para tirar o país do atoleiro. A responsabilidade pela mudança, mais do que em outro período da história republicana, está nas mãos dos eleitores. Caberá a cada brasileiro avaliar e reavaliar os candidatos e dar o seu voto aos que realmente têm proposições factíveis para que o Brasil se torne uma nação desenvolvida e com menos desigualdades sociais e econômicas. O Brasil “sem andar no presente” sobre todos os aspectos como acontece em termos rotineiros à sociedade instar pessimista.
Antônio Scarcela Jorge.   

quinta-feira, 7 de junho de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 7 DE JUNHO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

AS INCERTEZAS SE PADRONIZAM

Nobres:

Estamos a menos de quatro meses de uma eleição presidencial, em que boa parte do Congresso Nacional também poderá mudar. Diante disso, as propostas dos candidatos com alguma viabilidade eleitoral passam a ser bem importantes no desempenho moral social e institucional, pois o presente depende muito das expectativas quanto aos desenvolvimentos futuros. Infelizmente os candidatos com potencial têm optado pela postura populista, defendendo conjuntos de ideias incompatíveis entre elas e que facilmente trarão mais problemas, dadas suas bases irrealistas e teóricas. As expectativas, então, são que teremos em 2019 um novo 2015, com o presidente eleito traindo seu eleitorado ou jogando o país em uma nova aventura (Dilma conseguiu fazer as duas coisas), que será difícil de suportar. Isso gerará muita insatisfação, cujas consequências são difíceis de prever. Se as perspectivas eleitorais continuarem como estão em suas expectativas. Essa postura dos candidatos viáveis mostra que o Brasil tem um problema sério de maturidade política. A população prefere acreditar em magia (conjunto de políticas que não darão os resultados que se diz que vão acontecer) e ser enganada por candidatos que defendem o infactível, a escolher candidatos responsáveis. Ao serem questionados sobre os reais problemas do país e sua posição em relação àquilo que já se sabe tem que ser feito os candidatos simplesmente tergiversam e evitam o desgaste com grupos organizados. Essas incertezas e falta de um projeto consistente que seja discutido com a população, para que ela possa fazer suas escolhas, no entanto se a nossa população tivesse a maturidade que precisa para fazer suas escolhas, mesmo que difíceis, poderíamos acelerar o fim da imoralidade política que assola o país. Para isso, precisamos de lideranças e liderados com perfil diferente do que nosso contexto histórico está nos proporcionando, o que é lamentável.
Antônio Scarcela Jorge.