quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 31 DE DEZEMBRO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
IMPLICAÇÕES CONSTANTES
 
Nobres:
De princípio estamos no último dia de 2020 um ano atípico que envolveu vários fatores. A perda da vida de milhares de brasileiros em função da pandemia “corona vírus” que estimulou a safadeza dos políticos que numa ação conjunta que certamente tornará individual pela ânsia do poder e certamente se destruíram onde as fações aliadas é processo fatal dessa desconexão ao contornar retórico a natureza corrupta causando efeitos nefastos que atingem a confiança do povo em suas instituições. Não a necessidade de se “profetizar” são acontecimentos que desaguam na podridão dos fatos desde o inicio dos tempos.  Neste infeliz estágio os recursos públicos são perdidos na rede de propinas e deixam de ser investidos no bem-estar da população, sem contar as barreiras criadas aos negócios do País. Para abrandar o fenômeno, foram ampliados os meios de controle dos atos públicos. Em contrapartida, cresceu o receio dos gestores na promoção das políticas públicas. Muitos deles preferiram reduzir os riscos de condenação por improbidade administrativa ao deixar de tomar iniciativas que envolvessem despesa pública. Esse caminho do combate à corrupção, ainda que necessário, mostrou ser capaz de produzir déficit de desenvolvimento. Alternativa é possível como a do desenvolvimento ancorado no ateio da cultura da integridade já é adotado na iniciativa privada com esse fim. Ressaltamos que nem somos microempresário, mas que dá aval para impulsionar a economia. Mas embasado nas ações elementares de cidadania presamos por isso, porém temerosos e que podem ocorrer distorções naturais nessa categoria. No meio empresarial, práticas como suborno e fraude acarretam danos à reputação, e afastam a empresa dos mercados internacionais mais exigentes. Os programas de integridade se dedicam a prevenir e detectar tais práticas, bem como definir ações caso elas ocorram. Nos estudos encontramos uma ferramenta pela qual um ente busca a conformidade às normas internas e externas a que está sujeito. Requer a criação de um canal externo de denúncias para apurar as ações indesejadas. Sua adoção implica no compromisso da alta autoridade com o programa, e que se estabeleça um código de conduta significa disponibilizar fonte de recursos e treinamentos para que sua implantação resulte em mais transparência. Com o estímulo à criação de um ambiente de integridade, e maior cuidado na seleção de parceiros de negócios, o resultado é a eficiência dos processos, a redução de custos e de riscos de corrupção. Contudo, para que o complane seja efetivo no setor público, requer mais do que normas que deverá ser definido como atividade de Estado, e não de governo. Sua continuidade independentemente das oscilações políticas aliada às demais ações de combate à corrupção é fator que favorecerá a cultura de integridade e ao desenvolvimento nacional que a partir desta geração se consolide.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 30 DE DEZEMBRO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
MOMENTÂNEO OU PERMANENTE?
 
Nobres:
O período da história representa um momento em que se manifestou de forma dramática um fenômeno característico do mundo presente. Por certo, de há muito o homem experimenta o conflito com estruturas de poder político, econômico ou religioso que, embora prometam sua libertação, não raro terminam por se apossar dele, abusando e explorando, isso é verdade. No entanto, ao longo do último século, o desenvolvimento dessas estruturas foi marcado pela crescente sofisticação das formas de apelo aos recursos encantatórios da linguagem de que estamos falando é a expressão mais evidente desse fenômeno lentamente fundamenta o papel decisivo que os mecanismos de propaganda assumiram na operação das instâncias de poder. Isso ocorreu com as esquerdas brasileiras nos áureos tempos da bonança fluida pela passagem de globalização econômica mundial dos anos 90. Os extremos do totalitarismo exemplificados ilustram o fenômeno com toda clareza: em ambos os casos, massivos programas de propaganda e doutrinamento cuidaram de potencializar a força mistificadora da linguagem. Nazista, fascista, comunista é a j unção de esperteza não similar no Brasil, onde o poder infectou com lorotas e mentiras uma regra desses sacanas que retomaram e para ser explicito encastelaram no poder, principalmente o parlamento e a “Corte Suprema” –o STF-  que diante de suas ações se transformou em chacota e peça de humor pela sociedade ética deste País. Eles permanente na agenda retórica e manjada “esses espertos que programam uma ideologia de interesses enveredada na usurpação dos recursos públicos”. Esses asseclas (é tão somente a melhor expressão para se instar) se embrenharam na carne e no sangue das massas por meio de palavras, expressões e frases impostas pela repetição, milhares de vezes, e aceitas inconsciente e mecanicamente e neste estágio “se possuíram” inúmeras repercussões teóricas e práticas; em sua aplicação à esfera política, por exemplo, pode ajudar a desvendar as estratégias comunicativas empregadas por aqueles que esperam mais da tolice das pessoas do que de sua sabedoria e independência de mente. As esquerdas deram uma lição que não aprenderam enquanto poder tão somente teve a “expiação” em defraudar.
Antônio Scarcela Jorge.
 

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 29 DE DEZEMBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
SAIR REAL DO PAPEL
 
Nobres:
Na década de 90 do século passado o imperialismo dos “tucanos” em tempos de globalização econômica do mundo nos municípios foi impulsionado um dos elementos para disfarçar a roubalheira aplicou-se muito dinheiro nos pequenos municípios o saneamento básico um programa que se fosse dirigido a esta população, mas no sentido de surrupiar ainda mais a população com a cobrança acintosa de taxas e “serviços”. A injeção de recursos se deu por parlamentares federais e lobistas que tiraram parte destes recursos. Incontinentes estes safados se voltaram contra o criador aplicando o efeito contra o criador. Neste aspecto, hoje, direcionamos este permanente programa que um Brasil no quais muitos milhões ainda não têm esse serviço básico e se tem precariamente improvisado, seria a função um grande indicativo para a preservação da saúde de crianças e das populações que estão fora do saneamento, à decisão é importante. Na justificativa do decreto está, corretamente, indicado que considerando que a titularidade do serviço é, em regra, dos municípios, o incentivo do novo marco legal à adoção de suas regras se baseia no repasse de recursos públicos da União, vinculados à observância de determinadas condicionantes. Agora segundo noticias inserida pelo governo está prevista uma série de atividades a serem executadas pelo ente federal ou com apoio deste com vistas à adaptação dos serviços públicos de saneamento básico, condicionadas à observância pelos entes de determinadas ações. O marco do saneamento foi sancionado em 15 de julho com veto ao trecho que permitia empresas estatais do setor renovar por mais 30 anos os contratos de programas atuais e vencidos. A possibilidade dessa prorrogação foi o que permitiu a aprovação da proposta, que enfrentou resistência no parlamento. A polêmica sobre o assunto e a falta de acordo com o governo fez a análise dos vetos presidenciais ao marco ficar para 2021, espera-se um bom de investimentos neste setor que a esperteza dos desonestos não venha prevalecer em todo o Brasil.
Antônio Scarcela Jorge.
 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA FEIRA, 28 DE DEZEMBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
INTOLERÂNCIA DA POLÍTICA
 
Nobres:
A polarização da política atual amplifica preconceitos, estereótipos, falácias, dogmas, fatos alternativos e clichês. O que tem colocado em dúvida a nossa capacidade de realizar a ambição do triunfo da razão, tão caro ao iluminismo. Compartilhamos posts que expressam nossas identidades. Fôssemos um pouco mais rigorosos, facilmente identificaríamos as fragilidades da ideia que estamos a ratificar. Quem de nós já não nos surpreendeu replicando opiniões insubsistentes ao menor escrutínio racional? As redes sociais são tanto quando a malícia de uma rede de comunicação que há muito “dominou o Brasil” explorando o “estancando” a cultura de um povo que eles trabalharam em retrocesso, a manipulação entre espertos e intelectuais que a décadas vivem a custa do poder. Incutiu na mente dos brasileiros um fanatismo comparável a “seita Tim Tones” Seja porque isso nos traz um sentimento de que ‘estão fazendo algo para mudar a situação’. Seja pelo viés ideológico (fatos ou ideias que confirmam nossos devaneios ideológicos). Seja pelo desejo de pertencimento a uma tribo. Para a mídia esquerdista, ressaltamos seria racional conquistar audiência se chamarem a atenção com o inusitado, absurdo, horroroso, sensacional, ou de fácil apelo. Mesmo que falseiem a realidade e as leis da lógica que vêm de Aristóteles. Como as deliberações nas democracias podem combinar as crenças das pessoas com políticas públicas racionais. No extremo das supostas razões, os conservadores são seletivos em tudo que realce as tradições e as instituições tal como elas foram herdadas de ‘um passado glorioso’. Progressistas tendem a acreditar em tudo que combata a velha ordem e seja percebido como capaz de alavancar as mudanças, sejam econômicas, sociais ou ambientais. Esses desvios são racionais no plano individual porque se baseiam na necessidade de estima a um grupo político. Mas levam a propostas que podem ser irracionais para o conjunto da sociedade.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 27 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 27 DE DEZEMBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
É O BRASIL DO ÓBVIO
 
Nobres:
A batalha à corrupção, exaustivamente apontada como pecado maior das administrações petistas, foi argumento exaustivamente repetido para apear o partido do poder e, dizia-se, retomar os bons costumes. O resultado como bandeira resultou nas eleições do governador do Rio de Janeiro de inicio simbolizou como cidadão e magistrado de primeira linha e pouco depois demonstrou o que é: um autêntico pilantra que foi levado a prisão aliado a máfia de todos os ex-governadores “em massa”. Muitos deles em plena essência da democracia foram levados à condição de presos levados pelo Judiciário que comprovaram de suas ações delituosas e corruptas. Muitos políticos hoje encastelados no poder travestidos de guardiões da honestidade estão inquietos, sobretudo provenientes das ações delituosas das roubalheiras, e da corrupção que em vez de minimizar se enraizou e contaminou igual a pandemia do corona vírus. No decorrer dos dias certamente parlamentares em todas as linhas da União, Estados e até dos municípios, paulatinamente, entrarão nesta rota escusa. Quando da eleição do Presidente Bolsonaro uma bandeira que ajudou a eleger muitos deles. Para não fugir da fama do nosso país que nas ultimas décadas se equipou os políticos com marginais da pior espécie é normal em outro lado, cujo exemplo mais recente foi à prisão do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, acusado de ajudar a surrupiar pelo menos R$ 50 milhões levando em consideração ser uma quantia emblemática e sem igual, como surrupiar moedas correntes no país nem que seja R$ 0,01 é crime, mas pelo valor de Sergio Machado (EX- PMDB - PSDB RETORNOU AO PMDB) de “dono” de uma subsidiária da Petrobrás, que acumulou bilhões de reais e vive das delícias como uns cem outros neste país das maravilhas corruptas, onde as esquerdas santas e onipotentes, reverenciam o maior corrupto da história da República, fato que não poderia dar outra coisa.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 26 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 26 DE DEZEMBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
CONSPIRAR É
A ORDEM-DO-DIA
 
Nobres:
Tem cada aberração encontrada em cada cotidiano ao deparar-me com um artigo publicado no Diário de Pernambuco, todos sabem ser de linha esquerdista. O “autor” publicou no caderno “opinião” daquele histórico jornal de nome Maurício Rands, advogado, que na verdade é PHD na área, “próprio do conceito do anarquismo, expele toda maldade e ódio em confronto com Bolsonaro e a favor de Lula, que por infelicidade governou o País e com laranjas “somou” pela sua incompetência como marco principal dimensionou as ações corruptas durante quase duas décadas. Em raciocinar certos comentários dos esquerdistas, anarquistas, lulistas não tem sentido quer um pretexto para difamar qualquer que seja que não comungue pelo sadismo eloquente do anarquismo da desordem. Aproveitando o momento próximo as eleições para a Mesa da Câmara dos Deputados para ele são relevantes por três motivos um deste é conspirar contra o presidente Jair Bolsonaro segundo os esquerdistas jornalistas de Pernambuco um estado “padrasto do Lula”, um anarquista e maior canalha da história da República como aliado, este indivíduo que programa todo conteúdo de safadeza. Juntar-se aos porcos onde a qualidade supera o grau acadêmico de quem quer que seja, ou melhor, os corruptos, é regra desta gente. Segundo esse senhor da esperança em vã, até 1º de fevereiro, muita água ainda vai rolar. Mas o cenário já se moveu para a formação de duas grandes frentes. A Bolsoranista em torno de Arthur Lira, com potencial de votos. E a liderada por Rodrigo Maia, alargada com o apoio da esquerda, com potencial de votos. Ele mesmo discorre de uma regra que é padrão do potencial porque é forte a tradição de traições e dissidências à posição oficial das bancadas. Não esconde a desconfiança elementar do sadismo socialista esquerdista.  Falou a verdade num delírio incomum, uma alma talvez salva ou mesmo pelo inferno. No holerite conjunto lançado pelos partidos do bloco do atual presidente da Câmara que navega rumo ao ostracismo ou coisa pior, prestar contas com o Judiciário. Este delirante imagina que Lula retome o poder chancelado por Maduro, Raul Castro e a China e pela ‘Ex-União Soviética’, destroçada pela então confederação dos países socialistas, este maluco jamais acordou de um sonho que imaginou.
Antônio Scarcela Jorge.

 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 25 DE DEZEMBRO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
RESUMIR
AO DESVAIRO
 
Nobres:
Movido ao conceito na formação acadêmica na área de comunicação para expor este comentário, embasado neste conceito estamos afeito em que nas modernas democracias, os meios de comunicação se constituem num quarto poder. Tem-se a impressão de que um dos pesos e contrapesos para o bom desempenho das democracias é o livre acesso às informações, bem como o irrestrito acesso à verdade, mas no momento no Brasil não é assim. Alimentado pelo poder da mídia expressa à parcialidade. Contrário a muitas teses invencionais não é essa impressão se justifica a partir da frase, atribuída a Francis Bacon, de que um dos modos de o poder se constituir é pela ciência, vamos mais além neste Brasil onde a safadeza a corrupção e o alinhamento destes deslavados tornam-se inédito em todo mundo, igual à pandemia que navega forte em todos os continentes. Em verdade pelo conhecimento, o homem torna-se senhor dos fatos, não seu refém: conhecimento é poder, diz o adágio. E os meios de comunicação fazem da informação a matéria prima do seu dia a dia: conhecem detalhes de contratos, conhecem os bastidores dos poderes, conhecem segredos pessoais. Essa relação entre os poderes constitucionais e os meios de comunicação é tão rica em todos os aspectos. Diante do exposto, aqui para desconhecimento de “analfabetos” que vivem à custa do poder impõe a fragilidade de terceiros para fazer refém do outro. Este modelo é costumeiramente usual nas brenhas do nosso Estado. Os “sabidos” (não confundir com sábios) tem como padrão “ignorar” e tirar de cena, principalmente os de saber, que eles consideram um importuno para expor os seus desejos em sua maioria escusos. Nesta exterioridade anuviar momentaneamente dessas pessoas é fato, o pior é se livrar das garras da justiça que a muito está em encalço, se faz desconhecedor, onde estará chegando de hora de agir.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - NATAL A ESSÊNCIA DO EVENTO - QUINTA-FEIRA 24 DE DEZEMBRO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
VERDADEIRO ESPÍRITO
DO NATAL
 
Nobres:
Neste dia o Natal chegou, embora em situação atípica os enfeites nas ruas nos indicam a chegada dessa festa cristã, cuja principal motivação é o nascimento de Jesus. A despeito da atual pandemia, a preocupação com festas, ceia natalina, compra de presentes, tudo isso agita a vida das pessoas. E, de vez em quando, surge diante dos nossos olhos um dos símbolos mais significativos do Natal: o presépio, cujo centro é a imagem de um frágil menino deitado na manjedoura. Feito de cerâmica, ou outros materiais, com muita ou pouca luz, organizado com imagens pequenas ou grandes, o presépio nos sinaliza para o verdadeiro sentido do Natal, narrado pelos textos bíblicos, principalmente, os evangelhos de Mateus e Lucas. Ao contemplarmos o presépio, o que Deus fala aos nossos corações? Que lições podem extrair para viver o dia a dia com o sabor do Reino de Deus? O presépio me provoca a ter uma atenção maior ao que Deus me fala por meio dos evangelhos, que dão destaque ao mistério do nascimento de Jesus, o Salvador da humanidade. De acordo com São Lucas, a boa notícia do nascimento do Salvador fora proclamada pelo anjo do Senhor aos pastores de Belém, que, por sua vez, “foram com grande pressa e acharam Maria e José, e o menino deitado na manjedoura” e essa risonha experiência de fé vivida pelos pastores pode nos ajudar a celebrar o Natal, tendo presente o quanto Deus faz questão de revelar seu plano de amor e salvação através de uma família simples de Nazaré da Galileia: Jesus, Maria e José. Impressiona-me o modo como Deus valoriza a família humana, a ponto de querer manifestar-se como Salvador da humanidade a partir da vida da Sagrada Família. O verdadeiro sentimento do natal o nascimento de Jesus Cristo é sempre esquecido que não aparecem nas manchetes dos jornais e revistas, nem nas grandes passarelas do último espetáculo, mas que hoje estão, sem dúvida, a escrever os acontecimentos decisivos da nossa história: médicos, enfermeiras e enfermeiros, trabalhadores dos supermercados, pessoal da limpeza, curadores, transportadores, forças policiais, voluntários, sacerdotes, religiosas e muitos, mas muitos outros que compreenderam que ninguém se salva sozinho. Neste Natal, vamos espiritualmente a Belém, como os pastores, e confiemos nossas famílias à intercessão da Sagrada Família. Em especial, que São José, “o homem da presença quotidiana discreta e escondida”, seja para nossas famílias um amparo e um guia nos momentos de dificuldade.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 24 DE DEZEMBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
DIREITO
DO CONSUMIDOR

É
MERAMENTE INFORMAL
 
Nobres:
Parece que neste Ceará a formalidade das leis se torna questionável para o cumprimento das determinações onde alguns comerciantes alguns atendem mal como se fosse um favor é o pior são prósperos na comercialização onde precisa que autoridade pertinente venha cumprir com seu ofício esclarecendo certas situações. Ora, nem temem as autoridades pertinentes no papel de oficio. Uma simples aquisição de mercadorias com o dinheiro no balcão é uma utopia ainda mais um dos direitos do consumidor é o direito de arrependimento, também chamado prazo de reflexão, o qual permite àquele que adquirir produto ou contratar serviço, fora do estabelecimento comercial, a sua devolução, no prazo de sete dias, a contar da assinatura do contrato ou do recebimento do produto/serviço. As instituições em apreço são impotentes para realizar seu dever de ofício e cabe maior evidencia ao Ministério Público que deveria agir neste processo. O cliente não precisa justificar o motivo e deve receber o valor pago. Chegamos a conclusão que esta cidade é fora da lei! Nas cidades potencialmente fiscalizadoras principalmente os grandes centros regionais do País cumprem rigorosamente a Lei do e-commerce (Decreto Federal nº 7.962/2013) é enfática ao tratar deste tema, dispondo, em resumo, que a empresa deve fornecer informações claras em seu site e disponibilizar link de fácil acesso para cancelamento. Com a distância, o cliente não tem a mesma percepção da loja física, não podendo trocar experiências com outros consumidores ou questionar vendedores, por exemplo. Sem contar que bastaria um clique no computador para comprar um bem ou serviço, ocorrendo compras por impulso. Por isso, o legislador estabeleceu o prazo de "reflexão". É ilusão a compra presencial nas aldeias nos médios e pequenos municípios é uma utopia usam a influência cotidiana do convívio de quem urge competência. No resto do país onde a esperteza não logra êxito, o e-commerce é, hoje, fomento à atividade empresarial, além de ser o modo como muitos negócios sobrevivem na pandemia e logo, é primordial às empresas que o praticam estejam atentas às imposições da lei e procurem agir preventivamente. Isso manterá e aumentará a confiança evidentemente evitará futuras demandas judiciais. No ensejo desejamos em dobro aqueles (tanto masculino, feminino) que passam a largo e nos desconhece.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 23 DE DEZEMBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
HISTÓRIA PERMANENTE
 DO
FOLCLORE DA POLÍTICA

Nobres:
Consultando os livros da história da política brasileira elevo este comentário uma das referências  na criação de personagens que entraram para a história do país e ficaram para sempre na memória coletiva da população. Alguns desses personagens jamais serão esquecidos e algumas situações que vivenciaram também. O cenário principal desta história encontrada desde o inicio do regime republicado se enquadra nas personagens populistas de Getúlio Vargas e Tancredo Neves. Repetimos os registros estão em livros ou no folclore político. Digno de registro na década de 1920 ocorreu no Rio de Janeiro, então capital do Brasil (DF) precisamente em 1926. Quando da posse do ministro da Fazenda Getúlio Vargas. Filas enormes para cumprimentá-lo e também para pedir algo. Mas, o último da fila se aproximou e disse que estava ali apenas para lhe desejar felicidades. Getúlio o puxou pelo braço e perguntou: Você não vai me pedir nada? Eu não vim aqui para pedir nada! E saiu apressado. Getúlio ficou emocionado com o gesto daquele homem. E, com os olhos marejados, disse a um assessor que não conseguia esquecer aquela cena. Foi quando o assessor esclareceu tudo: Dr. Getúlio, aquele homem é um maluco e uma das manias dele é ir para a posse de ministros, ficar no último lugar da fila e, na hora do cumprimento, dizer que veio apenas para desejar felicidades ao empossado!  Passada várias décadas em exatos primeiros anos de 60, o deputado Tancredo Neves caminhava pelos corredores da Câmara quando percebeu na direção contrária o também deputado José Maria Alckmin, outra raposa política. Tancredo ficou tenso porque Alckmin o havia convidado pro seu aniversário e ele não teria ido nem dado satisfações. Quando se cruzaram, Tancredo disse em alto e bom som: Alckmin, eu não fui pro seu aniversário, mas lhe mandei um telegrama desejando felicidades!  E Alckmin, que tinha uma astúcia invejável também, não titubeou: E eu já respondi seu telegrama, meu conterrâneo Tancredo! Nunca existiu nenhum dos dois telegramas. No Ceará onde o puxa saco faz a maior história do governismo deste Estado, é lamentável por esta referência, onde a esperteza dos otários que faz os governantes sérios rirem! (Mas, hoje estão governados de igual modo ao eleitor otário). Nos anos um homem entrou aos prantos no gabinete do governador Parsifal Barroso, dizendo que, se o seu pedido fosse atendido, nunca mais votaria contra o governador. Mesmo como um real acontecimento real incontinente transformado em folclore, o governador se lembrava de muito bem dele, era o maior traíra. Na época do Governador Virgílio Távora, um desses milhares de sujeitos, dirigiu-se a VT e pediu: - “governador pelo amor de Deus, meu filho se formou em agronomia e tem uma vaga na Secretaria de Agricultura”. Virgílio puxou um cartão de visitas e escreveu um bilhete indicando ao secretário a colocação do jovem agrônomo. Matreiro que só, o governador tinha um código interno com os secretários. Ao escrever “faça” um favor sem a cedilha, ele queria dizer “faca”, ou seja, corte! Seis meses depois daquela fatídica audiência, o governador foi visitar um município sertanejo e avistou o pai do agrônomo vindo em sua direção, todo contente e sorridente. Virgílio tentou se esquivar, mas não conseguiu. O homem chegou perto de Agamenon e foi logo dizendo:  Governador não tem palavras pra lhe agradecer. O meu filho se deu tão bem na secretaria que já assumiu um cargo de chefia. Governador, o meu menino é tão inteligente que, quando leu o cartão do senhor, percebeu que estava faltando uma cedilha e ele colocou uma cedilha porque um governador não pode escrever errado um bilhete pra ninguém! A história da política é recheada de esperteza principalmente quem navega nos mares da bajulação os fatos que se deu em tempos que a ingenuidade se imperava ao contrário dos atuais substituídos por uma nação corrupta que usa da pandemia para promover a “bíblia Cipriano” das licitações, dispensada como pretexto da pandemia onde os Poderes da República se dimensionaram em fatos deprimentes e corporativistas onde são semelhantes.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 22 DE DEZEMBRO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
NÃO
ENTENDO, 
PORÉM COMPREENDO
 
Nobres:
Ao criar a “frase” celebre que emplacou ao instar considerações sobre a política evidentemente politicagem que ao longo dos séculos uma pessoa semianalfabeta integrante da Câmara de Vereadores de um município pequeno da região naturalmente uma de suas lavras; “feitor das leis” neste contraditório Brasil da esculambação onde o desconhecimento e o humor é patrão desta gente. Natural objetivamente filosofou esta pérola. Em resumo a política é o complexo de alcance jamais imaginado, construir e desconstruir, inventar a qualquer modo de acordo com os seus interesses quase a toda hora e uma dessas coisas mexe com a vida do cidadão e uma destas distorções sempre recorre de benefícios previdenciários que objetivamente sempre demanda cálculos atuariais, a elaboração e a análise de séries estatísticas, mensurando a longevidade dos atuais e futuros beneficiários. No plano do custeio, é exigida expertise de alta complexidade, no que tange, por exemplo, ao estabelecimento de contribuições de natureza previdenciária que venham a ter como base de cálculo outras fontes que não exclusivamente a folha de pagamentos, em decorrência das modificações tecnológicas na seara das relações trabalhistas, com reflexos previdenciários. Em outra assentada, as relevantes funções desempenhadas pelo Ministério do Trabalho, desde a década de 1930, estão, hoje, flutua entre as Pastas ministeriais, hoje está sob a “custódia” do Ministério da Economia. Aí entra a santa esquerda “esclerosada” por mentira quando nada fez de produtivo em que governou durante trinta anos e mais acentuado pelo reino do corrupto e condenado reincidente pelo judiciário singular e colegiado, exceção o arremedo da guardiã da Constituição, onde na prática exerce função politiqueira acobertada pelo estado de emergência da pandemia que se “instalou” no mundo e que ainda impera.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 21 DE DEZEMBRO DE 2020


 COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DISCERNIMENTO PROFISSIONAL
 
Nobres:
Assim como a sociedade se intensifica em buscar desenvolvimento prende-se melhor articulação e não apelar para certas convicções que de muito tempo está abolida. Um exemplo digno de se perceber onde a sucessão geradora desses desleixos ainda está à tona e, “um dos quais, vem contribuir” para o aceleramento nada objetivo a que se propõe constituindo “as horas intermináveis” nada justificando loas sem consequência nenhuma. O jornalismo tem compromisso não está vinculado aos ventos passageiros da política e dos partidarismos. Sua agenda é, ou deveria ser determinada por valores perenes: liberdade, dignidade humana, respeito às minorias, promoção da livre iniciativa, abertura ao contraditório. Por isso os verdadeiros jornalistas profissionais, obviamente, com formação acadêmica, às vezes são vergalhados pelos que desenham projetos autoritários de poder. O jornalismo sustenta a democracia não com engajamentos espúrios, mas com a força informativa da reportagem e com o farol de uma opinião firme, mas equilibrada e magnânima O bom jornalista ilumina a cena, o repórter manipulador constrói a história. A apuração de mentira representa uma das mais graves agressões à ética e à qualidade informativa. Prestem bem atenção! Matérias previamente decididas em ambientes sectários buscam a cumplicidade da imparcialidade aparente. A decisão de ouvir o outro lado não é honesta, não se aguenta na busca da verdade, mas num artifício que transmite uma máscara de isenção, uma ficção de imparcialidade. O assalto à verdade culmina com uma estratégia exemplar: repercussão seletiva. O pluralismo de fachada convoca pretensos especialistas para declarar o que o repórter quer ouvir. Mata-se a notícia. Cria-se a versão. A revalorização da reportagem, pautas próprias e o revigoramento do jornalismo analítico devem estar entre as prioridades estratégicas. É preciso atiçar o leitor com matérias que rompam a monotonia do jornalismo de registro. Menos aspas e mais apuração. Menos Brasília, menos o Estado do Ceará e seja mais autêntico. Construir cenas imorais, pejorativa, lacônica, redigir textos sem sentido não é parte da verdadeira imprensa.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 20 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 20 DE DEZEMBRO DE 2020


 COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ETERNA EXPECTATIVA
 
Nobres:
É verdade, como aconteceu nos governos populistas do lulismo, onde a ansiedade é vulgar nesses casos, como sempre são grupos fechados sem o conhecimento das camadas sociais, mas, hoje em dia há um esforço de o governo incorporar da forma devida as políticas necessárias para a efetiva erradicação das desigualdades regionais no Brasil. O principal foco em educação sem roubalheira, não mantém a lógica das políticas anteriores, que não foram capazes de minimizar o Nordeste “do ciclo corrompido em relação à pobreza”. No Governo Bolsonaro, tem direção o plano que direcionava as novas tecnologias que assumissem um papel preponderante. Sendo elas energias renováveis (solar e eólica) e tecnologia da informação. É certo que tais prioridades já fizeram parte de planos anteriores e de quase nada de eficácia. A ênfase em recursos hídricos volta a ter destaque nos investimentos em infraestrutura. A única novidade não existente em todos os planos anteriores é a especial atenção às cidades de porte médio. Mesmo sendo com poucos instrumentos para fazer diferença. Como nos demais planos, as prioridades revelam apenas um conjunto de pretensões voluntariosas de técnicos, que passam a acreditar no papel das forças de mercado bastante fragilizadas por governos anteriores da irresponsabilidade do lulismo onde as esquerdas mentirosas arrogam a “falsa vitória” dizendo que pressionaram o governo, canalhas, são regrados a mentir ao obrigar a vacina chinesa um produto que a corrupção do STF, Congresso e o povo que “ironiza” os abestados e os espertos da famigerada patente do lulismo um bandido por excelência. Poderia esperar outra coisa! No entanto é verdadeiro que os instrumentos disponíveis ao setor público em uma economia de mercado não são capazes de resolver todos os problemas apresentados principalmente quando as políticas públicas voltadas ao apoio à população mais pobre tinha uma maneira assistencialista. Semelhança a Rodrigo Maia, que sempre criticou o presidente Bolsonaro com o seu semblante sério, outra ironia dos esquerdistas que sobrevivem a enganação com seu discurso atrapalhado dando o ar da corrupção já prever a retomada das ações centrais do poder da união.  Por outro lado é inegável que o atraso do Nordeste deve-se apenas à defasagem de capital humano em relação ao que se encontra no Sul e Sudeste, contanto esse problema decorre da formação histórica das regiões brasileiras. Isso significa que a superação do atraso relativo demanda a eliminação dessa defasagem, principalmente através de investimentos maciços e eficientes em educação onde as licitações direcionais aos grupos dos governos oligargicos da região se tornou emperrado o desenvolvimento da região.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 19 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
O TRABALHO É
A
MAIOR DIGNIDADE CIDADÃ
 
Nobres:
A nossa analise cotidiana se colima com o fundamental que temos na vida, viver em quarentena durante esta pandemia não é o obvio, então necessitamos de dinheiro para comprar comida, pagar aluguel ou remédios, adquirir roupas ou livros (depende do gosto) e usufruir de centenas de outras coisas mais, isso é acontecimento, embora existam trabalhos domésticos ou voluntários, muito cansativos e nobres, que não geram, ao menos não diretamente, remuneração. Há também a ideia da qual o trabalho em si é uma coisa boa. Alguns até encontram na filosofia ou na teologia a base para a “ética do trabalho” sendo comum a crença de que o trabalho é uma coisa boa, que o indivíduo tem o dever moral de trabalhar, a chamada ética do trabalho. Ademais, o trabalho gera status e sempre nos dar uma posição ou valor no mundo. Lembremo-nos é comum a gente perguntar a alguém que acabamos de conhecer ‘com o que você trabalha?’ e naturalmente como isso direciona o nosso relacionamento em seguida. Aliás, bem mais do que no Brasil, em muitos países europeus essa é quase uma pergunta introdutória necessária, para criarmos relacionamento com quem acabamos de conhecer. O trabalho gera relacionamentos. Conhecemos outras pessoas e estabelecemos amizades que pode durar uma vida toda. Tem-se às vezes quase uma rotina familiar. Há ainda o fato de que o trabalho é bom para a mente. Ocupa a dita cuja, evitando o tédio ou mesmo a depressão. Estimula a nossa capacidade cognitiva. É por isso que muitas pessoas fogem da aposentaria, pois têm medo de ter muito tempo para fazem nada. O ócio, se não criativo, é a “oficina do diabo” às vezes estimulada pela preguiça da sociedade carente e aproveitada pelo paternalismo onde a gestão pública dos pequenos municípios, põe a escravidão e leva ao banditismo enfim o ócio para esperteza de muitos. Sintetizando, o trabalho também é bom para o corpo, no caso não exaustivo, evidentemente e nunca em condições “análogas à de escravo” (nem precisava dizer isso) e naturalmente nas condições físicas dignas, evidentemente impede o sedentarismo o trabalho está relacionado a um ritmo natural do nosso corpo: trabalhamos quando estamos ativos, descansamos e recuperamos o corpo quando estamos exaustos e mesmo que, não temos aptidão e incapaz para a plenitude do trabalho constatado pela incapacidade comprovada em se locomover precariamente com a solidariedade por terceiros, procuremos outras opções para se instar. O trabalho e a vida.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 19 DE DEZEMBRO DE 2020

Scarcela Jorge

O TRABALHO É A MAIOR DIGNIDADE CIDADÃ

Nobres:

A nossa analise cotidiana se colima com o fundamental que temos na vida, viver em quarentena durante esta pandemia não é o obvio, então necessitamos de dinheiro para comprar comida, pagar aluguel ou remédios, adquirir roupas ou livros (depende do gosto) e usufruir de centenas de outras coisas mais, isso é acontecimento, embora existam trabalhos domésticos ou voluntários, muito cansativos e nobres, que não geram, ao menos não diretamente, remuneração. Há também a ideia da qual o trabalho em si é uma coisa boa. Alguns até encontram na filosofia ou na teologia a base para a “ética do trabalho” sendo comum a crença de que o trabalho é uma coisa boa, que o indivíduo tem o dever moral de trabalhar, a chamada ética do trabalho. Ademais, o trabalho gera status e sempre nos dar uma posição ou valor no mundo. Lembremo-nos é comum a gente perguntar a alguém que acabamos de conhecer ‘com o que você trabalha?’ e naturalmente como isso direciona o nosso relacionamento em seguida. Aliás, bem mais do que no Brasil, em muitos países europeus essa é quase uma pergunta introdutória necessária, para criarmos relacionamento com quem acabamos de conhecer. O trabalho gera relacionamentos. Conhecemos outras pessoas e estabelecemos amizades que pode durar uma vida toda. Tem-se às vezes quase uma rotina familiar. Há ainda o fato de que o trabalho é bom para a mente. Ocupa a dita cuja, evitando o tédio ou mesmo a depressão. Estimula a nossa capacidade cognitiva. É por isso que muitas pessoas fogem da aposentaria, pois têm medo de ter muito tempo para fazem nada. O ócio, se não criativo, é a “oficina do diabo” às vezes estimulada pela preguiça da sociedade carente e aproveitada pelo paternalismo onde a gestão pública dos pequenos municípios, põe a escravidão e leva ao banditismo enfim o ócio para esperteza de muitos. Sintetizando, o trabalho também é bom para o corpo, no caso não exaustivo, evidentemente e nunca em condições “análogas à de escravo” (nem precisava dizer isso) e naturalmente nas condições físicas dignas, evidentemente impede o sedentarismo o trabalho está relacionado a um ritmo natural do nosso corpo: trabalhamos quando estamos ativos, descansamos e recuperamos o corpo quando estamos exaustos e mesmo que, não temos aptidão e incapaz para a plenitude do trabalho constatado pela incapacidade comprovada em se locomover precariamente com a solidariedade por terceiros, procuremos outras opções para se instar. O trabalho e a vida.

Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 18 DE DEZEMBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
DANOS
A CIDADANIA
 
Nobres:
Os antigos sábios já ensinavam a dualidade das coisas, mas em seguida os espertalhões descobriam que, abaixo da superfície do mundo digital, podia se promover até guerras, vender armas letais e distorcer a realidade a tal ponto que o verdadeiro passou a ser falso e o falso vestiu as vestes da verdade. Sabemos que, a informática ensina-se até a fabricar um artefato nuclear, nem que seja uma "bomba suja", que emite radioatividade letal que envenena a região por milhares e até centenas de milhares de anos, dependendo do material usado. Não bastasse essa malignidade, a perversidade humana logo engendrou formas de espionar os outros, e, de pasmar, confessam candidamente que o fizeram, e, mesmo assim, não podem ser alcançados pelo braço da lei. O pior é que, dependendo do segmento ideológico, alguns hackers são considerados heróis. Um exemplo o Deputado José Guimarães, (PT) ‘um corrupto formal que escapou da prisão por seus agentes que conduzia “dólares na cueca” que foram presos no aeroporto de São Paulo’ nos anos anteriores e ninguém lembra; sempre de “tabela” venerado por pessoas que adoram bandidos em especial as pequenas cidades do interior cearense que infectam a pior pandemia que a humanidade vivencia “a bajulação de certos espertos que vivem do suor da população” como agentes do erário, pessoas interesseiras e vendidas “zombam” e se alegram dosa insensatos. Estas pessoas até o pessoal de grau acadêmico se distanciam da gente e dou graças A Deus, rogo que jamais me cumprimentem essa pandemia se revelou a falta de caráter dessa gente. Neste mesmo sentido, é o resultado imediato de milhares de asseclas sobrevivem no sentido para atrapalhar e anular tudo que vem de uma ideologia safada (alguns nem sabem quem é ideologia) onde presa seus interesses gatunos, consequentemente atrapalhar aqueles que têm objetivos sensatos. Neste contexto chegamos a um ponto no Brasil em que uma atividade ilícita tem que ser respondida por agentes lícitos como se criminosos fossem, e não o contrário. Os últimos acontecimentos estão aí para demonstrar esse princípio. É a inversão absoluta para quem não presta. A navegação dos homens de bem aparentemente leva a algum porto seguro. Sejamos ponderados que certamente chegaremos lá.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 17 DE DEZEMBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
NATAL
E O 
LIMIAR DO ANO NOVO
 
Nobres:
Ao aproximar as festas de natal de Cristo e ao raiar o ano de 2021, no que se renova o sentimento da humanidade, permanentemente se consolida o “Adeus Ano Velho”, comum entre nós, manifestam agora as despedidas de uma temporada que se mostrou traumático esta saudação nunca foi tão oportuna. Já o “Feliz Ano Novo”, nunca foi tão desejado e aguardado. O ano que termina deixará amargas sequelas e ainda assim não devemos descartar o velho ano colocando-o na prateleira das coisas inúteis. Sempre vamos aprender com as experiências e os mais experientes. Com eles teremos sábios ensinamentos e obter na certeza de que todas as atividades ensejando o trabalho continuarão sendo uma das bases indispensáveis para reconstruirmos a economia e alicerçar o futuro. Mesmo que a retórica equivocada dos governadores dos Estados da Federação, em sua maioria PT travestidos com as demais agremiações partidárias políticas como se ocultam na ânsia de regrar e enganar o povo natural com fins da politicagem ideológica onde o conceito ditatorial é mesmo, impor a vontade de dominar o povo sempre alcançado e patenteado por puxas sacos que expressa a maior pandemia infecciosa mesmo superior, constatada pela sociedade racional e ética, na questão é o joio eterno. Contrária às determinações desses governadores politiqueiros onde já não há força desses descarados para determinar algo que venha encontrar quase todo povo. Tanto é que se tornou evidente a força do trabalho que durante este ano, as instituições não pararam. O cinismo desta gente a pior em termos de governadores dos Estados em todos os tempos trazem para o povo como sendo seus próprios méritos. Além da presença de federações de diversas atividades associativas, na defesa da iniciativa privada, atenta ao segmento tecnológico, avanço indispensável para se reinventar produtos e serviços dos quais contribuíram para os resultados. Neste tempo em conjunto da sociedade e de nós, certamente, reconstruiremos o que foi atrapalhado e agora sempre tenta arranjar esse objetivo que alcança de princípio este feito no decorrer sempre derrotados e consequentemente teremos um Bem-sucedido Ano de 2021.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 16 DE DEZEMBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
TEMPOS
DE VIOLÊNCIA SE INSERE
A LINGUAGEM
 
Nobres:
Consideramos de forma pessoal para se instar o senso crítico que estimo em certas ocasiões naturalmente não anega certas asneiras que ouço para repassar a imprensa nacional por desse afamado noticiarista que se diz intectual principalmente os ideólogos das esquerdas que se proclamam como os melhores do mundo. Para enfatizar talvez por consequência de uma pandemia, a ocorrência parece irrelevante. Mas há uma circunstância que relativiza essa aparente irrelevância. Neste ensejo me reporto é a língua é o conjunto dos elementos que constituem a linguagem falada ou escrita peculiar a uma coletividade. É o idioma (Dicionário Aurélio). No caso específico a ser tratada, a língua portuguesa. Vou aos livros para discorrer, segundo Olavo Bilac (1865 a 1918) a tratou como “Última flor do Lácio, inculta e bela”.  E completou dizendo: “És, a um tempo, esplendor, e sepultura”. Isso por ser ela  a derradeira língua neolatina, falada pelos soldados da região italiana do Lácio. Com a sua beleza, quanto mais fosse sendo falada, mais o latim iria morrer. E Caetano Veloso, em canção, disse: “Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões”. E adiante, acrescenta: “Minha pátria é minha língua”. “Minha pátria é a língua portuguesa”. E nesse embalo de autores expressando amor ao seu idioma, sintetizo, lembrando Mário Vargas, ao afirmar ter sido a língua a maior contribuição da Espanha à América Latina. Nenhuma outra se igualaria, sentenciou. Pois bem, em contraste a tudo isso, dias atrás ocorreu um vilipêndio à língua de Luís de Camões (1524 a 1580). Reporto-me para o jornalismo brasileiro sempre gozou de prestígio, principalmente a imprensa escrita. Lembro-me de quando comecei a atuar nos jornais do nosso Estado nos meio dos anos setenta (Tribuna do Ceará e o Povo) como correspondente da editoria do interior constantemente ia à redação da Tribuna do Ceará ver as máquinas de escrever em sinfonia. Nas oficinas o chumbo era derretido para dar forma aos clichês. No inicio da tarde, o jornal estava nas ruas, mas ninguém podia imaginar quanto trabalho. Apesar dos grandes nomes do jornalismo e de textos impecáveis e cuidadosos, havia uma figura fundamental: o copidesque, alguém de muito talento que caprichava para o jornal sair sem erros linguísticos. Daí vem à fama. Nas escolas mandavam ler os jornais para aprender a escrever. Vejo cada aberração, “Se não cuidam do povo que fala a língua (as pessoas estão morrendo aos milhares diariamente, disse), e completou, como é que vão cuidar da língua que esse povo fala?” por vocação muito depois estendi por formação acadêmica e procurei cada vez me aperfeiçoar nas questões vernáculas. Em certa ocasião encontrei-me uma destas: o exemplo desconcertante. Dias atrás ocorreu um vilipêndio à língua de Luís de Camões (1524 a 1580). Uma empresa multinacional de telecomunicação, de logotipo famoso, estava no ar falando das vacinas contra a Covid-19. Como de costume, as televisões colocam no rodapé no monitor ou aparelho o assunto que está sendo tratado na reportagem ou entrevista, a fim de que qualquer pessoa tome conhecimento do tema em debate assim que entrar em sintonia. A manchete em destaque dizia que uma determinada vacina teria alta “eficácia” como a maioria das redes sociais pratica a falsa notícia, inclusive os Poderes da República onde a pratica é tudo igual onde direita, centro e esquerda, tudo é safado onde se fazem de vítimas todo governo não se sabe que é verdade ou mentira. Agarrado nas questões um grande amigo, (aliás; coisa rara de se encontrar) sempre “cuidadoso na correção linguística” através do Facebook que interajo semanalmente, me narrou esse fato. Perguntou se eu tinha visto. Eu disse que não. Ele me enviou o print da foto que tirou do monitor. Estava revoltado. “Isso é um absurdo e uma falta de respeito com o país e seu povo”. De logo adiantou que os “memes” estavam tomando conta da internet. Passei a acompanhar. Um deles dizia que a emissora estava SERTÍSSIMA, à semelhança do pronunciamento de um ex- secretário do governador na área que de certa feita divulgou nas ditas redes sociais que estava IMPRECIONADO com alguma coisa. “verdade ou mentira essa incorreção”. Não sei, não acredito na utopia brasileira. Digamos transcender a visão utópica para a realidade? Certos “conceitos” se apelam na esperança de que seja tudo mudado. A referência é comum na límpida verdade. Se o acaso comum o Secretário para ser nomeado pelo governador um intransigente que faz a vez os ditames de um grupo politico oligárquico sempre irmanado pelo povão “massa de manobra” cuja aptidão para o cargo é o manjado QI (de quem indica) perpetra a principal “qualidade” que o corrupto ostenta. Tem mérito “Brasil” no setor, nem se fala é normal, prolifera uma corrente de insensatez que infectou toda nação; é o vírus transcendente generalizado entre os estados e municípios! É uma falácia conjugada. Nada nos estarrece de sobremodo.
Antônio Scarcela Jorge. 

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 15 DE DEZEMBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
INVIABILIDADE DAS REFORMAS
 
Nobres:
Sempre que o governo desde o inicio de sua gestão tem como temática as propostas de reformas advindas do projeto de campanha política. Como é retórico enseja a realidade esbarra numa força plural espelhado pelo parlamento em consequência não há mesmo disposição para que o Congresso Nacional nesta legislatura no sentido para aprovar as reformas empreendidas por iniciativa do Poder Executivo. A razão é natural: Com o potencial irmanado aos interesses e privilégios de senadores e deputados onde impera a principal bíblia a corrupção na pratica sempre se emperrou exceção às negócios que vão aos seus interesses sempre escusos sempre o defeso deste sistema que putrefaz a nação. Nestas analises se questiona a fuleiragem das esquerdas santificadas como principal elemento para promover o impasse que repassa para a sociedade povão insensata e acompanhada ao populismo a corrupção, a bandidagem sob a proteção da mídia que o sistema em vigor acarreta baixo crescimento econômico, aumento das desigualdades sociais uma retórica manjada empregada por esta espécie. Na realidade os esquerdistas majoritários no poder desta República ensejam a falsa realidade. No contexto real que as reformas que em momento algum serão consolidas pelo bando imperialista do momento, sem falar em reflexos negativos como estímulo à sonegação, inadimplência, informalidade e renúncias fiscais. Se houver mudanças por outra gente poderá batalhar contra o aumento constante das alíquotas dos impostos como sempre ocorre no Ceará onde nos últimos governos estaduais o Ceará é o primeiro no país a encargos arrecadatórios, ainda promovendo a antecipação de alíquotas numa filosofia hipócrita onde se olhar pela face destes últimos governadores descreve a unanimidade transcendente e como qualquer resposta é a arrogância, a falta de catequização, a estupidez e a ignorância desta caterva. Esse diagnóstico vem sendo discutido à exaustão nos últimos anos, mas embates políticos e interesses nem sempre republicanos tem impedido que o país progredisse em torno de uma política tributária que seja efetivamente aliada do desenvolvimento econômico e da sociedade por inteiro. Em que pese diferenças pontuais sobre o entendimento do que seja uma proposta ideal, algumas questões chegam perto do consenso. Uma delas é uma tentativa de equidade, que faça com que o peso da tributação recaia de forma equilibrada de acordo com a situação econômica de cada pessoa é o que esperamos.
Antônio Scarcela Jorge.