sábado, 11 de junho de 2016

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 11 DE JUNHO DE 2016

COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE

PERIPÉCIAS DOS POLÍTICOS.

Nobres:
Iniciamos este comentário para discorrer o grau de baixaria que desestima o eleitorado brasileiro, em sua maioria, não presta pras nada e vivencia a corrupção que participam através do protecionismo corrupto do dito protecionismo dos programas sociais que na prática estimula a preguiça um meio de estimular a violência entre todos os aspectos e encarrega o modernismo dos currais eleitorais, como por exemplo o  - “Bolsa Família” – que não objeta as questões envolvendo a baixa renda da população onde estão inscritos, e, sim, “os ricos”, funcionários públicos e até ostentares de cargo eletivo nos municípios, especialmente o Ceará, o “super-campeão em fraudes” (seria surpresa se não fosse) como não poderia deixar de ser, são todos safados em sua maioria. Neste contexto ficamos inteirados na última pesquisa de um instituto de pesquisa em que dar preferência o símbolo da corrupção do Brasil – Lula, como preferido nas intenções de votos para o futuro pleito presidencial: usando uma expressão bem a modo Brasil – é de lascar! O que se espera de um povo que convive com o roubo, a corrupção a falta de moral que reflete diretamente na política econômica, com o alto índice de inflação, desemprego e outros malefícios causadores que vem a falta de segurança desde os grandes centros populacionais as pequenas comunidades do interior, incluindo o Ceará, (se ouve aqui diariamente as sirenes da polícia anunciar diariamente assaltos, quando ao mesmo tempo, o governador diante de seu palco, desvia o “atalho” os índices de violências cair, numa forma proposital de enganar a sociedade). Outros aspectos analíticos da questão do cotidiano imoral da política nos reproduziram, mas em termos nacionais, sobre as últimas delações premiadas, as gravações das tenebrosas articulações, os pedidos de prisão de altas autoridades da República e a “qualidade ética” de boa parte da atual equipe do presidente provisório comprovam aquilo que recusávamo-nos a crer: nosso povo aqueles em sua maioria sensatos e que expressam  a sua cidadania, os outros são os eleitos da corrupção; o país estão reféns de uma gang que se disfarça de homens públicos. Sócrates, que definia o político como sendo aquele que lida com a coisa pública e que deve ter uma vida aberta e sem máculas, não acreditaria no que todos nós estamos tomando ciência, isto é, que aqui muitos deles são, em verdade, mafiosos cínicos, hipócritas e nauseantes que zombam, humilham e nos “abusam” diariamente. E que, para preservar seus interesses vis, são capazes de qualquer coisa. Criar uma crise política, econômica e pôr em risco nossa democracia e nossas instituições, ajudando a criar um clima generalizado de intolerância (cujos desdobramentos podem nos levar a uma inaceitável e desastrosa guerra civil) é “café pequeno” para tal quadrilha. Vale tudo para fugir da Justiça dos homens, no caso específico da Operação Lava-Jato. Tornaram-nos motivo de galhofa da opinião pública mundial, expresso em reportagens e editoriais de grandes jornais e manifestações. Mesmo considerando que a atual crise de valores éticos e morais, Defendemos não só que a corrupção deva se tornar crime hediondo, mas também que as penas deveriam ser mais duras quando envolvessem autoridades públicas. Entretanto, não podemos nem devemos desistir do Brasil e ele tem jeito sim. Nosso atual “inferno astral” é resultado, dentre muitas históricas variáveis causais, de uma cultura de exploração vil, de desvalorização do bem comum e de uma Justiça que não está a serviço do mesmo que nos tornou uma das nações mais injustas e desiguais do planeta e por um sistema econômico e educacional que ainda “sustentam” este apartheid social. Mas já fomos muito piores. E a série histórica dos dados, antes da crise, confirmava que aos trancos e barrancos estávamos “caminhando”. É obvio que temos que melhorar (e muito) em todas as áreas, mas mesmo os mais pessimistas não têm como negar os avanços do país. São números referendados por todas as mais respeitadas instituições nacionais e internacionais e no âmbito interno os diversos segmentos e instituições da sociedade brasileira que tendo a clareza da complexidade, da gravidade e dos riscos da atual situação como um importante passo para tentar unir o país, resgatar a democracia e dar continuidade ao longo e árduo processo de tornar-nos a nação justa, fraterna, livre, feliz e soberana que todos almejamos. Existe esperança, apesar de termos um incerto desta geração, em todos os aspectos, comprovadamente adora e venera os ladrões do “outrora poder” e se possível fosse, pudesse delegar as devidas "santificações" - isto é BRASIL.
Antônio Scarcela Jorge.

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