sábado, 25 de junho de 2016

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 25 DE JUNHO DE 2016

SCARCELA JORGE

ALTERNATIVA PARA OS MUNICÍPIOS.

Nobres:
Mesmo passando o Brasil as piores crises de sua história no aspecto moral e com a economia e a corrupção sendo homogenias em todos os aspectos, dos casos que estão apreciados pela sociedade e dos políticos de bom senso se reflete a excessiva concentração de recursos promovidos pelo governo da União e ao mesmo tempo este esteio mais danoso é a transferência de responsabilidade para os seus “confederados” (Estados e Municípios); reiteramos: - é fato, e evidente inegável para essas gestões-, se assim agir com responsabilidade. Entretanto se reveste como aval para realizar atos inescrupulosos estendendo o caos administrativo como forma de se justificar. No lado da centralização exposta se percebe como melhoria da gestão pública seja essencial para que especialmente os municípios sejam capazes de entregar serviços adequados. É preciso ser menos burocrático, menos voltado para si mesmo. O governo precisa ser mais ágil, capaz de atuar de forma eficaz nas áreas prioritárias e chegar aos que mais precisam. O acordo de resultados praticado desde o início do governo, é uma ferramenta para a execução das ações prioritárias: permite o acompanhamento dos projetos, identifica os gargalos e traça estratégias para as correções necessárias à realização das atividades. Além disso, os municípios deveriam como opção firmar parcerias para projetos e programas que tragam benefícios às comunidades. Juntos, podemos avançar e construir um município melhor com mais oportunidades, desenvolvimento sustentável e equilibrado. Em um cenário de grandes dificuldades financeiras, configura-se em alternativa para investimento. Talvez com boas intenções mesmo sendo o caminho longo, a união e o trabalho quem sabe poderão colocar no rumo mais eficiente e capaz de oferecer bons serviços. Sendo consciente neste sentido, a direção administrativa empreenderá benefícios para o município.


SITUAÇÃO DESORDENADA.

Decorrem desde o ano de 2012 onde a situação de seca é fator permanente, aliada a desestrutura administrativa, por estranha a seus objetivos convenente ao abastecimento d’água. Ninguém de sã consciência pode admitir que a nossa população se contorne “doente” por um dos fatores para desse malefício criminoso é o tratamento d’água que deveria ser concedido pelo SAAE, empresa pública do município que hoje carece de encargo do Prefeito Municipal. Fatos gravíssimos em todos os setores vêm sendo levado a público e nem autoridades que compete aos casos no momento não tomaram providências.    Dos setores em que o gestor é alocar os investimentos e melhorar a qualidade dos serviços oferecidos à população é o saneamento, sobretudo o tratamento e distribuição de água de abastecimento público. Sabe-se que as dificuldades são maiores, mas não se deve descuidar da água, tanto em termos de quantidade quanto de qualidade. A nossa situação quanto à água tratada não é motivo de orgulho, Mas o pior é que estamos falhando até mesmo quando se trata o que tivemos. Precisou-se chamar atenção de autoridades de outros municípios que “talvez por compaixão” esclareceram de sobremodo a capacidade de armazenar água que está viável nos mananciais e fontes alternativas deste município. Diante do que foi exposto, cai por terra as justificativas inconseqüentes de que o município não dispõe de recursos hídricos no sentido de elevar a politicagem promocional do governo do Estado, participe indireto para discorrer uma adutora do Araras e neste sentido para capitalizar permanentemente a ação eleitoreira. Neste mesmo sentido, se compartilha, aqueles que se dizem representantes do povo, em função de terem sido votados neste município tentam sobremaneira dificultar ações desta natureza. Neste sentido, nos faz perguntar, que “diabo” de representação é esta Para que não pairem dúvidas, é necessário que apresente ao público as razões que a tem levado e o descumprimento fiel do exercício de gestão administrativa, e ignorar aleatoriamente a culpabilidade e até que posse ser que seja apenas inoperância, mas a mão que haja razões que a sociedade precisa conhecer e discutir.
Antônio Scarcela Jorge.

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