sexta-feira, 31 de julho de 2015

PLANO DA SALVAÇÃO

26 ESTADOS E DF SE REÚNIRAM COM DILMA EM BUSCA DE SAÍDAS PARA A CRISE.


Presente governadores e representantes.

Todos os estados brasileiros e o Distrito Federal aceitaram participaram de reunião com a presidente Dilma Rousseff (PT) ontem, às 16 horas, no Palácio do Planalto. O vice-presidente Michel Temer (PMDB).

O centro da discussão foi à governabilidade, ajuste de contas e mudanças no ICMS. O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), afirma que também espera debater o novo pacto federativo, que define a distribuição de recursos para estados e municípios. “É fundamental ampliar o diálogo sobre o pacto federativo. Esse momento não é de radicalização. (a maioria dos governadores está sob o telhado de cristal) < Temos que estar unidos”, diz, sobre a crise política. O petista lembra que a proposta de reunião com todos os governadores já havia sido pedida pelos representantes do Nordeste em prévio encontro com a presidente no início deste ano.

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), também pediu trégua nas diferenças em prol da superação de dificuldades. “Sem uma grande união vai ser muito difícil vencer essa crise que acertou em cheio todos os brasileiros”, argumenta.

Câmara avalia como um ponto positivo a busca pelo diálogo. “É importante que o governo federal dê sinais de que quer superar a crise com transparência e medidas efetivas para que possamos ter investimentos e geração de empregos”, declara.

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), afirmou, na última terça, 28, que “não via nada demais” em a oposição participar das conversas com a presidente.

Em São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) já havia aberto as portas para o diálogo com o governo federal. Mesmo indo em direção oposta ao crescente embate do presidente da legenda, Aécio Neves. O senador mineiro e candidato derrotado afirmou que convocará a população para os protestos previstos para o dia 16 de agosto.

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), (um dos piores da safra de governador do Paraná de todos os tempos – incluso o do Ceará) criticou a atuação de Aécio e disse que impeachment é “medida extrema e nunca desejável”. 

Richa tem sido alvo de protestos. 

A administração paranaense atrasou a divulgação das contas que aponta para um rombo bilionário nos cofres do estado., agora mais dependente da ajuda federal. Por um lado, governadores diferem em ideologias e partidos. Por outro, todos buscam saídas para as dificuldades. Para tanto, se submetem a proximidade que Dilma tanto precisa politicamente em troca da simpatia da União.

Fonte: Agência Brasil.

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