SCARCELA JORGE
REFORMA
EQUIVOCADA.
Nobres:
O
que nos transparece sobre esta reforma da Previdência é um sonho dos
comandantes do capital, que desejam empurrar os trabalhadores para o plano
privado. A mudança aponta para a perda de direitos e tem como justificativa um
déficit propagado, há anos, que teve na crise financeira a desculpa que faltava
para ser efetivada. Pois bem, esse déficit não existe. A Previdência Social
integra o sistema de Seguridade Social, criado a partir do artigo 194 da Constituição
Federal, e é formado pelos setores da Saúde, Assistência Social e Previdência
Social. Os recursos destinados para esse grupo, oriundos das contribuições, não
são distribuídos especificamente para a Previdência Social, mas para a
Seguridade Social, o que compreende outras políticas públicas. Para esta
analise recorremos aos dados da Associação Nacional dos Auditores-Fiscais da
Receita Federal do Brasil (ANFIP), e a Seguridade Social obteve, em 2010, um
superávit de R$ 58 bilhões, e, nos últimos cinco anos especificamente, R$ 100
bilhões. Esse valor é bem superior aos divulgados R$ 50 bilhões arrecadados
pela Previdência. Diante disso, não há déficit, mas sim, superávit. Com o
desmonte, a arrecadação ficaria vinculada à Fazenda, dando um passo largo para
a privatização do setor. Por outro lado, a gestão dos benefícios ficaria a
cargo do MDA, que administra as políticas de transferência de renda. Outro bom
exemplo do avanço no processo da privatização da Previdência Social é a reforma
da Previdência, que, dentre as principais mudanças, deverá elevar para 65 anos
a idade mínima da aposentadoria para homens e mulheres, ou seja, mais tempo de
trabalho e de contribuição. A medida equipara o nosso sistema ao modelo
europeu, o que é impraticável, pois no Brasil as pessoas começam a trabalhar
muito cedo e em condições precárias, e, quase sempre, sem concluir a formação
superior. Essa conta vai sair ainda mais cara para as mulheres, que já acumulam
três jornadas de trabalho e ainda terão que trabalhar por mais tempo para
atingir o teto máximo de contribuição e de tempo de trabalho. Nesse caso,
muitos trabalhadores devido ao desgaste físico e às constantes mudanças
econômicas por que passa o Brasil podem morrer sem sequer alcançar o benefício
com o qual contribuíram a vida inteira. O trabalho movimenta a economia, mas é
realizado por pessoas que precisam ser priorizadas e terem acesso a uma
aposentadoria plena e feliz. Precisamos obter uma reforma plena e de direitos
adquiridos com objetividade para se instar.
Antônio
Scarcela Jorge.
Em tempo:
Alerta aos que tem como a vida inteira cuidar pelos seus interesses. por estamos sendo colocado de lado em razão do exposto. Só os medíocre atende desta forma. Por outro lado, "não estamos nem aí" para este lado: - É racional ficar com as minhas convicções e a liberdade. "não pautamos pela delação " longe deste conceito, mas levado pela circunstância iremos revelar que são (a população é sabedora quem se trata os figurões expressivos ou melhor inexpressivos da nosso "decadente torrão" parte desse, nem que seja através de escritos (livro) que até hoje não tencionaria lançá-lo. essas "personalidades" tenho plena certeza, "abalaria suas "noites de sonos" é só aguardar.
Em tempo:
Alerta aos que tem como a vida inteira cuidar pelos seus interesses. por estamos sendo colocado de lado em razão do exposto. Só os medíocre atende desta forma. Por outro lado, "não estamos nem aí" para este lado: - É racional ficar com as minhas convicções e a liberdade. "não pautamos pela delação " longe deste conceito, mas levado pela circunstância iremos revelar que são (a população é sabedora quem se trata os figurões expressivos ou melhor inexpressivos da nosso "decadente torrão" parte desse, nem que seja através de escritos (livro) que até hoje não tencionaria lançá-lo. essas "personalidades" tenho plena certeza, "abalaria suas "noites de sonos" é só aguardar.
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