


“Já solicitamos ao juiz Sérgio Moro essa famosa
planilha das 750 outras obras. Temos notícias pelos jornais, nem todas elas
federais. Há estaduais, internacionais. Mas, de qualquer maneira, já pedimos ao
juiz, formalmente, e temos certeza que ele vai compartilhar essa prova, como
tem compartilhado todas as outras, com exceção apenas dos depoimentos prestados
na delação premiada, que se encontram no Supremo Tribunal Federal”, disse o
ministro da CGU, Jorge Hage, após evento, em Brasília.
Perguntado se as obras com suspeita de irregularidade
poderiam ser paralisadas, Hage frisou que a lei não prevê a interrupção. “É
possível continuar o contrato? Entendemos que sim, desde que expurgadas todas
as gorduras de onde vem a propina”, ressaltou.
Segundo o ministro, as penas que a lei prevê não implicam,
necessariamente, na interrupção de obras em andamento. “Implicam no impedimento
[da empresa] de licitar ou contratar novas obras. Para as que estão em
andamento, no entendimento da CGU, o que o gestor [público] deve fazer é
renegociar os contratos se houver superfaturamento - sobrepreço embutido nas
parcelas futuras, naquelas por executar”, acrescentou Hage.
Fonte: Agência Brasil.
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- (UMA PEDRA NO CAMINHO)
O PRESIDENTE DA CGU PEDIU
DEMISSÃO DO CARGO, OBVIAMENTE A PRESIDENTE DILMA, ACEITOU...
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