sexta-feira, 13 de março de 2015

COMENTÁRIO - SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 13 DE MARÇO DE 2015

COMENTÁRIO.
Scarcela Jorge.

O POVO BRASILEIRO NÃO ESTÁ ENGANADO.
Nobres:
É deveras evidentemente que a nossa história, é a da velocidade da informação, e nunca, em 12 mil anos de civilização, a informação foi tão veloz. Desde ao nascer do sol do século 21, a internet permite que as pessoas absorvam e transmitam informação a todo o momento obsessivamente, ansiosamente, num processo que é interrompido apenas pelas horas de sono. A transformação não ocorre mais na poeira dos séculos, nem de ano para ano. Ocorre em meses. Neste contexto, podemos afirmar que o grande engano do governo é não perceber a rapidez dessa mudança. É achar que estamos em 2003. Estamos no hoje: a realidade transparente. Desde ano passado até no presente cotidiano não é só a elite que está vaiando o governo. Não são só os ricos. É uma massa gigantesca de trabalhadores, de empresários e assalariados, de gente que produz e contribui. E quer saber? Essa gente está pouco se lixando para o PSDB ou para o Aécio Neves. Essa gente não é patrocinada pela oposição, não é mobilizada pela mídia burguesa e tampouco está indignada porque a classe média viaja de avião. Essa gente está vivendo mal no Brasil. Essa gente sente insegurança nas ruas, sabe que os professores de seus filhos ganham pouco e paga promessas e planos de saúde para não depender do SUS. Junte isso à corrupção que borbulha dos esgotos de Brasília e a uma presidente desconectada com a realidade e teremos, sim, ambiente para abalar um governo, é essa a impressão: - A triste impressão, e a não ser que a presidente e seus auxiliares compreendam o que está acontecendo. E, pelo discurso governista, é evidente que não estão entendendo nada. Nem ela e, surpreendentemente, nem Lula o mentor de tudo isso. Mas, se o governo não reconhecer pelo menos que a vida não vai bem, a vida "certamente" vai piorar. Tudo vai piorar. Inclusive, e principalmente, para o governo, de já podemos aguardar.
Antônio Scarcela Jorge.

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