quinta-feira, 17 de julho de 2014

COMENTÁRIO - SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 17 DE JULHO DE 2014

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge.

SOCIEDADE CLAMA POR AÇÃO EFETIVA DE GOVERNO, MUITO MAIS PRIORITÁRIA, QUE ELEITORAL.

Nobres:
Persiste a sociedade comum expressando o seu descontentamento e o mais importante, sem conotação política. O que se pode verificar é a desconexão de setores do governo que se soma a insegurança, os crimes que se cognominam de “transgressões” promovidas por menores em sua maioria são agenciadas por redes criminosas organizadas e ou desorganizadas. Dentro deste contexto o que “abona”, são integrantes do alto escalão do governo contrários à revisão penal para os menores de idade. O que nos chama atenção que a cúpula perde muito para não se atentar com a situação inerte alcançada pelos setores essenciais, notadamente a Saúde, Educação, Segurança e Infraestrutura; escândalos e desvios de recursos; “do mensalão”, dentre outros: Num analise do conceito que se agrega diretamente não só os problemas que não são fundamentados pelo social, mas atinge o setor econômico que já se mostra com nitidez a decadência de programas que foram aplicados como paliativos. É oportuno discorrer em detalhes, que os cidadãos brasileiros vêm tendo as suas liberdades dificultadas em nome de ideais de maior crescimento econômico e menor desigualdade social. Para “garantir” esses objetivos que na realidade não estão próximos de ser alcançada a ferramenta utilizada tem sido a intervenção governamental crescente. Uma premissa básica parece estar sendo ignorada: a de que os cidadãos diretamente são os verdadeiros responsáveis por gerar riqueza, e não o governo, que apenas a distribui. Assim, ao reduzir a liberdade e regular excessivamente às ações desses agentes, estamos, na verdade, contribuindo para um menor crescimento econômico, o oposto do que o governo objetiva em seu fim. O papel do Estado está cada vez mais distante das suas funções essenciais: proteger as vidas, garantir as propriedades e dar liberdade para os cidadãos buscarem seus próprios fins e objetivos. Os índices de violência são exorbitantes e as propriedades não são mais garantidas em todas as ocasiões, Enfim não podemos esperar do Estado que esse regule os mercados, estabeleça os preços ou legisle para que haja igualdade de resultados. Uma vez que essas forças são controladas pelas pessoas, e não pelos governos, os mercados agirão sempre conforme o desejo dos indivíduos. Os resultados dessa crescente interferência governamental têm sido um crescimento pífio do PIB brasileiro nos últimos anos e um cerceamento da liberdade individual, com excessivas regulações que apenas incentivam o seu descumprimento.

Antônio Scarcela Jorge.

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