quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

RESPOSTA DA JUSTIÇA PARA COMBATER A CORRUPÇÃO QUE DILMA PROTEGE: SEU DÊS GOVERNO NÃO ALCANÇA AS INSTITUIÇÕES DO ESTADO BRASILEIRO, POR ESTA RAZÃO, INVENTOU QUE ABRIU AS PORTAS PARA PARA COMBATER OS CORRUPTOS, (MAIS UMA INVERDADE - SEUS ALIADOS CORRUPTOS - UMA FORMA MENTIROSA DE SE INSTAR - RETALIAR CONTRA AÇÕES DA PF COM AUTORIZAÇÃO DA JUSTIÇA - E SIM, PROJETA INDULTAR A QUADRILHA QUE ALINHA SUA DESASTRADA GESTÃO


DILMA CORTA DINHEIRO DA PF, MAS SÉRGIO MORO REPASSA RECURSOS E GARANTE A LAVA-JATO.


A presidente Dilma Rousseff (PT) cortou R$ 133 milhões do orçamento da Polícia Federal, o que pode comprometer as centenas de operações em curso, além da Lava-Jato.



Tanto é assim, que em Curitiba, onde está sediada a Força Tarefa da Lava-Jato, o órgão estava com as contas atrasadas e corria o risco de ter a energia elétrica cortada, não fosse um repasse de recursos que o juiz Sergio Moro fez para a Polícia Federal. A informação é do Radar Online, da Veja:  

“Apesar de o Ministério da Justiça ter assegurado que o corte do orçamento da Polícia Federal não atingiria as operações em curso, as restrições de recursos já se fazem sentir na principal delas, a Lava-Jato, informa Rodrigo Rangel.

Até a conta de luz da superintendência de Curitiba, base da operação, estava atrasada. 

Os policiais federais estavam correndo risco de ter a energia do prédio cortada. O superintendente precisou pedir ajuda ao juiz Sergio Moro, que usou parte dos recursos arrecadados com as condenações da Lava-Jato até aqui para repassar para a PF quitar a conta. A dívida acumulada segundo pessoas ligadas à PF, era de 400 mil reais em dezembro.”

Atualização:

A coluna Radar, da revista Veja, publicou novas informações sobre o assunto em “Ministério nega, mas comprovantes mostram que Moro ajudou a pagar a luz da PF; “os dados da nota estão corretos". 

Em 17 de dezembro de 2015, a secretaria da 13ª Vara Federal, de Moro, informou os pagamentos de luz e também de combustível à PF nos autos da representação. 5031707-10.2014.4.04.7000.

Os comprovantes dos pagamentos foram juntados ao processo e, portanto, podem ser consultados por funcionários do MJ.
Fonte: Agência Brasil.

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