segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 4 DE JANEIRO DE 2016

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge

INTELECTUALISMO LULOPETISTA.

Nobres:
A crise brasileira na verdade foi um produto laboratorial do “regime do Lulismo” que fundamentou elementos corruptos, todos são sabedores dessa origem. A crise de aspectos moral e resvalou na economia está unida a setores políticos, sociais, ideológicos. Não apenas os planos econômicos do governo mostram plena inanidade. Eles não coincidem com os interesses coletivos, na elite ou na base da população. Ocorre fundamentalmente na inédita carência de lideranças democráticas no país, à esquerda ou à direita. Resulta uma abulia que favorece o fervoroso renascimento autoritário, fascismo espraiado em diversas ideologias e religiões. Em tal momento é preciso pensar sem os slogans das seitas ou partidos. Estes últimos, no Brasil, se transformaram em mera fábrica de votos e alianças incoerentes, propriedade de oligarcas sem compromisso com a democracia. Eles não garantem direitos ou liberdade só trata dos mesquinhos interesses dos seus burocratas, não raro corruptos. Com o risco de ser vituperado por corruptos aliados, engajados nas gangs do poder para definir os inimigos do pensamento. Maquiar e enfeitar resume as mazelas do relacionamento entre partidos, lideranças, multidões, aliadas a uma apreciação vigorosa da propaganda como instrumento que pode destruir a democracia. A sociedade ética em sua maioria é pisada pelos corruptos que estão entranhados no poder do lulismo e conseguem iludir os brasileiros de hoje são conduzidos e ludibriados pelo marketing político de geniais impostores como os atuais marqueteiros e nos planos estaduais e municipais que tem seu limite de raciocínio e a uma fonte de sobrevivência é bajular alguns que se interagem e se levam por manjadas figuras sem credibilidade. A seguir veio a propaganda petista, de “cabo a rabo” assinada no mesmo espírito, em que deusas grávidas levitam pelos campos na celebração da esperança a ser garantida por “Lula paz e amor”. A retórica política manipula anseios e “pasmem: eleva o pânico. Tais processos de acovardamento coletivo vêm de longe, já foram instaurados pelo DIP na “era Vargas e, que perduram até hoje, nos períodos de “ditadura e de democracia. Mas precisamos ir além, devemos refletir sobre a miséria política que gera tais crimes de lesa-consciência. Os mercadores de certezas, os assim chamados “marqueteiros”, são filhotes do  criador de embustes que alicerçou na mente de milhões de brasileiros, os intelectuais do lulismo, oportunistas e “surripiadores”. Precisamos observar a carência de agentes, brasileira e mundial, das lideranças democráticas. O fenômeno não é novo exame rigoroso dos clássicos no campo da sociologia política o quanto é preciso suscitar lideranças democráticas num mundo onde tudo se resolve em prol das finanças e com propaganda. Ao discutir as perversões totalitárias e demagógicas do século 20 e do início do XXI e até hoje, na era corrupta dos governos lulista, uma liderança circunstancial, obviamente em decadência tornou-se uma amostra paulatina num Estado democrático sem líderes: crises sucessivas levam à bancarrota das liberdades públicas e ao clamor pelos ditadores “honestos”. Em clima de impeachment, suas linhas ajudam a descobrir vias para o nosso amanhã.


            AUSÊNCIA DE VALORES NA POLÍTICA.

Presencia o nosso Brasil notabilizado pelas últimas notícias do meio político nacional revelam momentos preocupantes para a economia brasileira. A necessidade de reavaliação dos governos se faz iminente, pois o momento de incerteza política e econômica pede urgência em soluções no curto prazo, para iniciar a estabilização econômica e social necessária para o país nos próximos anos. Os problemas são num todo preocupantes, pois de um lado o mandato da presidente da República se encontra ameaçado por um processo de impeachment e, de outro, o presidente da Câmara também enfrenta sérias denúncias e pode ter o seu mandato cassado. Em resumo, há uma crise institucional generalizada na política nacional. Quem sofre com as conseqüências de um governo baseado apenas em vantagens políticas, tanto no Poder Executivo quanto no Legislativo, é a população brasileira. Quem está pagando pela situação de retração econômica são os trabalhadores e o empresariado.  Enquanto estivermos atravessando a atual crise, o nome do Brasil apenas irá de mal a pior nas agências de classificação de risco e noticiários internacionais. A falta de valores como a retidão, tão necessária para o governo de um país gigante como o Brasil, está entre os grandes fatores responsáveis pela instabilidade de nossos líderes, independentemente de partido. Conseqüentemente, as decisões do Conselho Monetário Nacional, que administra a moeda e os créditos no Banco Central, ocasionaram um quadro de recessão superando 3% e inflação acima de 10%, gerando quedas nas bolsas de valores e constantes altas no dólar. Analisando a situação atual, fica o questionamento aos responsáveis: onde ficou a visão de futuro de nossos líderes, especialmente com relação à economia, tão essencial para a construção de um país em franco desenvolvimento? Onde ficou a idéia de “50 anos em 5”, que poderia ser pensada em prazo ainda mais longo? Agora, todo o acompanhamento é necessário por parte da população, visto que neste momento passamos pelas turbulências de processos de impeachment e cassação de mandatos. Infelizmente rogar para os deputados federais e senadores do nosso Estado do Ceará, por força natural, que em sua maioria são subservientes ao poder central e do Estado cearense; que “balançam” conforme a oportunidade de cada um e, por mais esta razão, afinal, em breve podemos ter profundas mudanças para o país.
Antônio Scarcela Jorge.

Nenhum comentário:

Postar um comentário