terça-feira, 13 de outubro de 2015

NO REINO DA "FRASCARICE"

 AS DERROTAS DE DILMA ESTÃO SENDO OS DESTAQUES NA POLÍTICA NACIONAL.


No cenário político nacional e local, o clima foi quente esta semana. Nos últimos sete dias, um dos fatos que mais marcou foi à série de derrotas impressas contra o governo da presidente Dilma Rousseff (PT).

A primeira delas foi com a continuidade da Ação de Impugnação de Mandato Eletivo impetrada pelo PSDB no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A segunda diz respeito a falta de votos suficientes no Congresso Nacional para a manutenção dos vetos dela a projetos polêmicos, como o que concede reajustes aos salários dos servidores judiciários.

Outro ponto melindroso para a presidente veio da Corte. No mesmo dia, o Supremo Tribunal Federal (STF) desconsiderou o mandado de segurança contra o Tribunal de Contas da União impetrado pelo governo e autorizou que o órgão julgasse as contas da gestão de 2014 da petista.

< (No pretérito declarou isso,  e no presente se uniformizou como político interesseiro - O Brasil é sabedor - não vai mais pra frente em termos nacionais)

 O TCU, por sua vez, rejeitou por unanimidade a prestação de Dilma Rousseff. A medida ainda passará pelo crivo do Congresso, mas causou críticas da oposição e aliados.

Apesar de todo o desconforto, a presidente deu posse, nesta semana, aos ministros escolhidos após a reforma ministerial anunciados no último dia 3.

Entre as mudanças está a do ministro Jaques Wagner (PT) que assumiu a Casa Civil no lugar do ministro Aluízio Mercadante (PT), que retornou para o comando da Educação. 

Também no cenário nacional, mas no Congresso, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), foi alvo de críticas entre os pares, por ser acusado de manter contas bancárias clandestinas na Suíça.

Há indícios de que o valor mantido no banco internacional era oriundo das irregularidades nos contratos da Petrobras. Deputados e o PSOL pediram o afastamento dele do comando da Casa. 

Interdição.

No âmbito local, o que chamou a atenção esta semana foi a autorização dada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) para que o governo interditasse o prefeito de Gravatá, Bruno Martiniano (sem partido).

Ele é acusado de ter cometido diversas irregularidades à frente da prefeitura do município, entre elas, a falsificação de processos licitatórios e desvios nos recolhimentos previdenciários.

De acordo com o auditor do Ministério Público de Contas (MPCO), Cristiano Paixão, que assina o pedido foi encontrado 14 diferentes tipos de indícios de irregularidades nas prestações de contas do gestor.

Os relatórios dos auditores do tribunal também apontam para a possibilidade de crimes de corrupção e improbidade administrativa.
Fonte: G1. DF.

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