terça-feira, 27 de outubro de 2015

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 27 DE OUTUBRO DE 2015

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge


EXCESSÃO DA IMPUNIDADE.



Nobres:

A exceção da impunidade promovida em “desfavor” da célula do mensalão comandada pelo governo Lula foi à extradição do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato no processo do mensalão, era uma questão de honra para a Justiça brasileira. Pizzolato foi, por algum momento, o único réu foragido do esquema montado pelo PT para comprar apoio no Congresso. Sua localização na Itália e, a partir daí, as iniciativas para que fosse extraditado são exemplos da capacidade de mobilização da polícia, do Ministério Público e da Justiça. Todas as instituições contribuíram para o êxito da empreitada, que permite, finalmente, o retorno de Pizzolato, para que preste conta dos seus atos onde os cometeu. Já não cabe mais debater os argumentos do ex-dirigente do BB sobre a sua condenação e a decisão das autoridades de vê-lo cumprindo a pena em uma cadeia brasileira. Essas são questões superadas. O réu que burlou controle e afrontou a Justiça, ao tentar ficar impune na Europa, utilizando inclusive documentos de um irmão morto, finalmente foi encaminhado para onde deveria estar desde sua condenação. O episódio Pizzolato é mais um caso exemplar de como o Brasil, com pressão popular, autoridades pertinentes estão dando maior visão no sentido de combater a impunidade, de princípio vem seguindo alguns servidores e dos que contribuíram, como corruptores, para que os desmandos se propagassem nas últimas décadas. Entretanto há de se convir que, estão na cadeia, políticos, empresários, servidores de alta patente e vários criminosos do colarinho branco que foram investigados, julgados e literalmente “punidos”. Pizzolato era um símbolo da falsa esperteza o que acontece com os figurões da república do Lula e, sua própria pessoa. Neste sentido e com o apoio da sociedade ética brasileira tem que “programar” o Brasil moderno, que não pode mais tolerar esse tipo de conduta, com a sua extradição, que sabe, deve servir de exemplo para outros espertalhões.
Antônio Scarcela Jorge.

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