quinta-feira, 14 de agosto de 2014

COMENTÁRIO - SCARCELA JORGE - 'QUINTA-FEIRA', 14 DE AGOSTO DE 2014

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge.

EM VISTA AS ELEIÇÕES.

Nobres:
Estamos no ano eleitoral quando se evidência o pleito sucessório em eleições gerais em que a sociedade brasileira tem por finalidade escolher entre os candidatos à presidência da Republica; os governadores das 27 unidades federativas – Senadores; Deputados Federal e Estadual, Câmara Legislativa DF. e formalizar os vices e suplentes do senado com representantes dessas unidades da federação. Torna-se a essência da analise criteriosa direcionada ao pluralismo das crises que se acentua desde a econômica, desconserto social no sentido da ética política, o de empenho corrupto promovido por segmentos de políticos; a perspectiva dos movimentos populares que reivindicam ações incisas do governo e a seca do nordeste uma permanente crise climática que atinge o governo que a séculos parece não encontrar disposição para resolvê-la. Sinteticamente para o governo é o ano de alta complexidade. O requerimento de soluções contrasta com a fama dos políticos brasileiros, genericamente nunca foi boa. Daí porque ecoa a miopia e meio desmemoriada, a afirmação tão repetida entre a sociedade politizada de que as instituições democráticas e nossos representantes estão em situação ineditíssima, presentemente de descrédito. Uma falência múltipla e escandalosa que explicaria a crise de representatividade capaz de abalar os alicerces construídos por anos e anos de má-fé, corrupção e indiferença diante dos ideais e expectativas da população que não temem discordar do tenebroso discurso que põe no lixo as instituições, os políticos, os partidos e o sistema eleitoral brasileiro. Este pleito deve refletir parcialmente sobre os levantes que começaram no junho do ano passado, estabeleceu de forma natural e o impacto sobre a democracia brasileira certamente causará reflexos em um pleito político, por um lado tentando se afirmar “custe o que custar” o outro uma perspectiva plausível dentro do dinamismo de se aperfeiçoar ações políticas dentro de uma plataforma de campanha corriqueira e costumais, priorizando farpas a adversários principalmente candidatos oposicionistas, nunca visto pelo “xiismo ideológico” dos anarquistas do pretérito, que “empolga as massas populistas em vez de tentar corrigir projetos que já foram elaborados pelos grupos partidários que não lograram muito êxito. Para reverter uma situação teria que conseguisse superar outro momento no que o atual, o Congresso e partidos estivessem em situação de ‘crédito’”, aparentemente no fundo uma defesa de nossas instituições.  Os reflexos tornam-se evidentes em função das crises da densa desigualdade de renda e de direitos, e também dos deveres, acentuando o estado de violência que impera entre nas comunidades pobres e outras mazelas. Por outro lado, ignoram a imensa liberdade de que se goza, a pluralidade de opinião e de difusão da informação em escala inédita, a universalização do voto que faz do Brasil uma das maiores democracias eleitorais do mundo, e outros indicadores que fazem uma democracia digna do nome. Resta-nos aguardar com confiança que seja a escolha modulada o processo participativo de politização política, um ganho paulatino do eleitor, enfim saindo das diversas tendências do povo brasileiro estejam consolidados por racionalidade os eleitos missionados para municiar antes de tudo a honestidade, a ética e o desenvolvimento da nossa nação.

Antônio Scarcela Jorge.

Nenhum comentário:

Postar um comentário