Ideias/opinião.
21.02.2014
Violência
Dentro das limitações do espaço destinado ao texto, como também do autor, procuramos realizar algumas reflexões sobre a crise universal da violência. Para efeito da reduzida análise, nos concentramos nos Estados Democráticos, vez que nas ditaduras e nas pseudo-democracias o problema é indiscutível e generalizado. Todavia, mesmo nos Estados ditos democráticos, infelizmente, a violência vem aumentando tanto no aspecto físico, como no psicológico.
Dentro das limitações do espaço destinado ao texto, como também do autor, procuramos realizar algumas reflexões sobre a crise universal da violência. Para efeito da reduzida análise, nos concentramos nos Estados Democráticos, vez que nas ditaduras e nas pseudo-democracias o problema é indiscutível e generalizado. Todavia, mesmo nos Estados ditos democráticos, infelizmente, a violência vem aumentando tanto no aspecto físico, como no psicológico.

Os governos passam o Estado fica.
Ademais, ética e governabilidade devem caminhar juntas, buscando uma
organização socialmente justa. É claro que para reduzir a violência um País
necessita de caminhos pavimentados pela crença e pela largueza de propósitos,
observando-se os reais interesses da população. É chegada a hora de se colocar
na agenda de debates a transformação de Estados democráticos de direito em
Estados democráticos de justiça. Segundo Cícero: "Summum jus - summa
injuria", isto é, o supremo direito é a suprema injustiça. O mundo carece
de um novo Amós (Bíblia - Livro de Amós).
Gonzaga Mota
Professor e escritor
*ex-governador
do Ceará.
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