terça-feira, 21 de maio de 2013

COMENTÁRIO - 21 DE MAIO DE 2013



COMENTÁRIO
Scarcela Jorge

DESACERTO EM GOVERNAR




Nobres:
A sociedade conhece bem e se torna retórica na análise das questões que incide vícios costumeiros que se padronizou no nosso cotidiano. Todo o caráter político de uma eleição não restringe a importância de uma gestão administrativa séria e especializada, incorporando técnicas e conceitos modernos. É exagerado cobrar de executivos políticos o conhecimento e experiência em administração, mas não se pode deixar de exigir a capacidade gerencial de atribuir funções, definir o planejamento de “curto e em longo prazo” montar uma equipe de caráter técnico e profissional, de forma a dar conta da complexidade que é um orçamento municipal. Todo início de governo vem cercado da expectativa de transformações, de mudança de rumos, até porque os eleitos passaram pelo crivo das urnas definindo suas prioridades e afinando o discurso com os anseios ditados pelos cidadãos. Não à toa que as maiores especulações recaem sobre a composição do quadro de colaboradores, cujo perfil permite adiantar a capacidade de gerenciamento ou conhecimento da área. Em virtude disso a nova administração criou uma expectativa mais acentuada ao anunciar um projeto de uma reforma dos costumes e que implicaria um novo modelo de gestão, fortalecida pelo empenho desses, mas o que acontece é a mesma retórica de sempre, estabelecendo uma disputa individual sempre em desacordo com os princípios condutores para uma gestão de qualidade. Para se desenvolver se faz necessário o empenho, contanto, o que se percebe é a anomalia de caráter e soberba que não passa dos limites quase sem espaço que esses cuidam de se estabelecer. Dentro de um raciocínio lógico dessa questão: - o tempo vai andando, veloz por excelência. Quando de imediato deveria promover a fusão de setores, redistribuição de funções, melhor desempenho e/ou a substituição de assessorias totalmente desconectadas no empenho interpretativo e no âmbito de suas atribuições. O povo vem sofrendo consequências na área básica de governo que se coloca em choque com a população: algumas “iscas encasteladas” estão permanentemente montadas para a qualquer momento pularem do barco como é de costume. – “só um cego não vê” – não só é cego de visão, sim o racional. O “conceito” é dimanar que vai se submergindo lentamente. Parece que o imperativo da incompetência é deveras latente e outros que estão bem juntinhos e exercitam o princípio da bajulação, retórico em gestões e indisposto por excelência vem retocando e pronto para uma reprise de ações ou deserções pertinentes. Repetimos: requer coragem, altivez, força de gestão para promover um choque de gestão no modelo então existente. Bastava isso para que se especulasse onde aconteceriam as principais mudanças e qual o modelo a ser adotado. Essa equipe em desalinhada sequências de informações que colocam em dúvida se realmente existe um projeto fechado, definido, concreto, que atenda às necessidades do organograma da administração. Querer impor a vontade de assessorias para demarcar determinadas ações no intuito de “mostrar serviço, para ganhar mais dinheiro” aceitar essas excrescências é se atestar incompetente é estar na contramão da racionalidade. O amanhã será o julgo dessas questões.  
Antônio Scarcela Jorge.

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