terça-feira, 4 de dezembro de 2012

COMENTÁRIO - REPORTAGENS - OPINIÃO - COLUNISTAS. 04/12/2012



COMENTÁRIO
 
ECONOMIA E O DISPARATADO CORRUPTO

NOBRES: - O Brasil conseguiu significado passo na política externa mundial nestes últimos anos em função de uma política econômica estável sobre os principais aspectos e evoluiu consequentemente no campo da economia exterior. Quando o modelo de capital adotado pelas grandes nações do mundo retrocedeu, abrindo crises no mercado econômico. Neste aspecto o país vai suportando e se apresenta aparentemente imune no intrincado “jogo” de conjunturas que o mundo capital nos proporciona, tanto que se posiciona entre as seis primeiras nações econômicas do mundo. Contudo a política interior da nação remota costumes do colonialismo em relação o emprego distributivo, forma que não alcança por considerar uma política contraditória; mas pela nossa cultura política emperra empreendimentos em função dos costumes corruptos dos políticos que se posicionam a Priore. No contexto o Brasil navega com as dívidas negativistas com a sociedade. Dentro do próprio governo existem correlatos que o lulopetismo adotou: como molde as privatizações, agora intensamente adotada pelo governo e “condenada” anteriormente pelo PT. Em contrapartida a base de governo se estar indiretamente do seu partido se envolve no numeral corrupto de seus agentes estabelecendo exemplos incomuns que a sociedade reclama: o comparativo na ação evidenciada pela falta de ética, e a moral comprometida. Mesmo com pronta ação da Presidente Dilma Rousseff demitindo os indiciados no seu governo diferente de seu antecessor que abraçou o modelo de fazer política servindo - a “Deus e o Diabo”-, introduzindo um péssimo conceito onde a premissa é a sustentação sólida no governo de Lula. Por outro lado o negativismo perante a opinião pública referente às ações do Congresso como o poder de maior representação popular ao se curvar diante do fisiologismo - teve no Executivo - um abnegado sócio. O maior exemplo que tivemos: - foi a interação da fisiologia e o clientelismo ensejou os crimes praticados a dois. Em consequência disso se deu péssimo exemplo aos agentes dos municípios, que até o presente ainda não foi alcançado pelos “mensalins municipais” “estrutura existencial” bem evidente, se disposiciona desses desvios para certas “negociatas” bem a gosto deles, comprometendo por individualidade os parcimoniosos recursos obtidos pelos municípios ensejando entendimento para as questões próprias de costumes de uma gente que olha o presente, com solução vitalícia e definitiva usando o interesse próprio em detrimento a atividade pública.   
Antônio Scarcela Jorge.


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