sexta-feira, 17 de abril de 2015

COMENTÁRIO - SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 17 DE ABRIL DE 2015

COMENTÁRIO.

Scarcela Jorge.

HIANTE O COMPARTILHAMENTO DO GOVERNO COM CORRUPTOS.

Nobres:
O que mais nos transparece evidentemente que o PT vem acatando a roubalheira compartilhada de grupos excelentemente corruptos com a ação solidaria do seu tesoureiro, que está preso pela prática criminosa na participação do rateio para base aliada que direciona desde a simples capitação da ladroíce que resvala a sustentação dos partidos para promover o resultado de várias eleições, onde se promove o “balcão de negociatas”, de forma literal o último com o eleitor. Considerando por vários aspectos, a presidente por seu partido está integrada ao meio, e por aqueles que usam atalhos para divergir: Cabe conceitualmente a prática de dezenas de crimes em um dos quais os capitulados na legislação eleitoral, o que não impede o seu afastamento a frente do governo: Mesmo por que; é no mínimo surpreendente que, diante das contundentes evidências apresentadas pelo Ministério Público e pela Polícia Federal para a prisão do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, o partido tenha reiterado ontem sua “confiança na inocência” do dirigente. Se já era difícil entender a demora no seu afastamento depois de tantas denúncias de irregularidades, causa perplexidade que o PT tenha manifestado em nota oficial, sua “solidariedade” a João Vaccari Neto. O mesmo dirigente que negou qualquer participação no escândalo da Petrobras teve sua prisão justificada por “reiteração criminosa”, apurada pelas investigações policiais. As acusações são extremamente graves e agora aparecem fundamentadas por indícios claros, como o enriquecimento injustificado de familiares e o uso de notas por serviços não prestados para legalizar propinas. Por isso, a mais recente fase da Operação Lava-Jato tem potencial para municiar tanto a oposição quanto movimentos de rua que defendem a responsabilização do governo. Como advertiu o juiz Sérgio Moro, responsável pelo caso, “o mundo do crime não pode contaminar o sistema político-partidário”. E é isso o que ocorre quando alegadas doações oficiais servem para acobertar ilícitos como lavagem de dinheiro, de forma reiterada. Diante da CPI, o dirigente preso, preferiu recorrer a respostas evasivas e padronizadas. Agora, terá a chance de ser acareado com seus acusadores, para que a Justiça e o país saibam quem está falando a verdade. Mas o que o caso envolvendo o tesoureiro do PT revela, de forma estarrecedora, militantes do partido insistem em negar, é o quanto crime e política podem andar juntos se as instituições não se mantiverem permanentemente atentas para investigar e punir. Fatos concretos como que vem tomado pelo judiciário preliminar, não há argumentos. “Por mais do que a razão”- corre paralelamente ações preliminares e naturais que tomará o rumo para promover o impeachment da presidente por razões imperativa da sociedade em comum. Segmentos de céticos deverão discutir enquanto o fim.  
Antônio Scarcela Jorge.

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