sexta-feira, 16 de novembro de 2012

COMENTÁRIO - 16.11.2012



COMENTÁRIO

O CENÁRIO DA UTOPIA

‘TEMÁTICA GERADORA DO COMUM’

NOBRES: - Dois temas nos fazem reportar e, por ensejo direcionado à cultura do povo. Entre os costumes, segmentos, têm por “afeição” consultar o calendário e se “contemplam” os dias que virão transcorrer os prolongados feriados, seja a pretexto, os eventos religiosos inseridos historicamente. Até protestam com veemência contra municípios que “prensam” o dia antecedente ao feriado quando o prefeito não decreta “feriado”. – Em quase todos os lugares, são pública o resultado negativo dessas tidas como folga decorrem o engordo estáticos de acidentes fatais especialmente os gerados pelo transito, que decorrem do consumo de bebidas alcoólicas, aumento consequente da violência, dado o fluxo de deslocamento de pessoas em espécie. O que se pode constatar é provindo das raízes “indolentes” que é um místico condutor do caráter que quem procede. Nos países de primeiro mundo os eventos que se tornam comemorativos e dias “santificados” tornam-se “dias comuns”, não eleva prejuízos para as partes. - Quando é feriado, “os galardões” aproveitam o ensejo para bebedeira assaltada e outros crimes. A gente percebe que segmentos da população do país tem que cobrar maior responsabilidade dos governos, mas tem que vê o seu fiel cumprimento com o seu dever moral, no sentido de fortalecer e se mobilizar para prover de eventuais conquistas. Um exemplo à nossa vista: Os feriados da “Semana Santa” (exceção do carnaval) - as pessoas procuram participar de atos as avessas-, e o resultado é trágico; enseja a maior incidência de mortes por causas diversas, principalmente os acidentes de transito, homicídios e assaltos se completam, ceifando vidas, que tragicamente perde o melhor sentido do valor humano. Além no acentuado numeral de tragédias que nem mais sensibiliza a sociedade e os políticos do Poder: - As ocorrências é fator implícito com outro formato que traz nova dimensão causando interação obediente da sociedade com os políticos que em sua maioria se calham as redes corruptas. Por este prisma é que vivemos num mundo irreal e cheio de fantasias, já não se mede quantidade de verdade e mentira. De tão irreal, não sabemos mais se é vida ou encenação. Fomos traídos pela maioria dos políticos que fazem o uso da corrupção generalizada neste país. – Como senhor da razão, encenam magnificamente seus papéis perante a sociedade. - “Hoje em dia que a corda está apertando” para os corruptos, o povo espera à cena seguinte.  Uma vez que sabemos que os “atores” poderão ou serão levados para enfermaria ou se sairão ilesos pelo aspecto moral. Talvez o fiapo da “respiração” poderá ser revivido, reanimado pelas máquinas da engrenagem despudorada. A sociedade precisa se ajudar no sentido de refletir e agir evidentemente nesta calamitosa situação onde quase todo lugar é palco dos enganadores por profissão e cobra para que a gente possa sentar no cinema da vida. Esse ator talvez por está “arreliado” é o único talvez, o que poderá “declarar” de que não aguentará mais vir à público para interpretar o bom político; mesmo assim há duvida desse comportamento! - Depois das eleições vem aflorar diante de uma sociedade perplexa de sobremodo. Porém implica do é que real, e que deve normalmente transformar-se em “irreal”. Poderíamos ser mais uma vez atraiçoados pelos grandes “atores” que sucessivamente interpretam a função de políticos, como de costume acontece.
Antônio Scarcela Jorge.


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