segunda-feira, 22 de outubro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 22 DE OUTUBRO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

DESAFIAR A SOCIEDADE

Nobres:
Não só nas redes sociais se proliferam com as falsas notícias sobre o 2º Turno das eleições de forma especial a sucessão presidencial. Chamamos atenção do eleitor quem vem sendo alvo desta campanha no sentido de pressionar a mudança de votos que a anarquia tenta sobremodo esta questão. Estabeleceu uma união entre todos os segmentos da região capitaneados por emissoras de rádios espalhando notícias que não condiz com a verdade. (até a previsão do tempo acredito que erraram ao dizer que não há nenhuma possibilidade de chuvas para região e o melhor que choveu em mínima intensidade aqui no inicio da manhã, norma própria de quem simpatiza a seita)  no contexto já se torna manjado pois não há efeito nenhum junto as instituições de representação dos poderes constituídos em face da precariedade e ou omissão em todos os sentidos. Estabeleceu uma rede parcial entre a grande mídia que agora lidera essa lástima para o Brasil. Sabemos que a sociedade sadia, não adota em espécie e tem o poder e o mando do voto em termos práticos não é possível mais conviver com a proliferação de informações inverídicas plantadas por toda parte, notadamente nas redes sociais, em que o caráter e a honestidade das pessoas, entre tantos outros atributos, são colocados, sob suspeição, sem qualquer prova, principalmente em meio a uma das disputas eleitorais mais radicalizadas a que o Brasil tem assistido. Tem de se dar um basta à prática tão nefasta no decorrer da consagração do processo democrático, que é a escolha, pelo voto, do mais alto dignitário da nação. As iniciativas tomadas para coibir a proliferação das fake news não vêm surtindo os efeitos desejados, haja vista a grande quantidade desse tipo de informação que toma conta dos canais de comunicação entre os eleitores e os candidatos à Presidência da República e aos governos dos estados. As campanhas, sob a supervisão da Justiça Eleitoral, precisam chegar a bom termo e seus coordenadores devem assumir a responsabilidade de combater, sem trégua, os autores das notícias falsas. O aparato policial nacional tem os meios para se chegar à origem das informações manipuladas e distorcidas. Se medidas preventivas duras e efetivas tivessem sido adotadas no início da campanha eleitoral, os brasileiros não estariam tão vulneráveis à campanha. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, antes de passar a presidência do TSE à ministra Rosa Weber, prometeu severo combate às notícias falsas para garantir maior lisura ao pleito, mas pouco foi feito. No entanto, ainda há tempo para que as graves distorções causadas cessem, definitivamente. Basta vontade política e a imparcialidade e nada mais.
Antônio Scarcela Jorge.


domingo, 21 de outubro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 21 DE OUTUBRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

REALIDADE ELEITORAL

Nobres:
Os eleitores brasileiros fizeram valer, democraticamente, a autonomia e o poder de análise e decisão que possuem. Diante da desastrosa realidade política e econômica nacional optaram, nestas eleições gerais, sem piedade, por sérias mudanças na sua representatividade. Com os resultados das urnas anunciados explodiram lamentações e interpretações por todos os quadrantes do vasto território verde-amarelo. Até os institutos de pesquisas e cientistas políticos foram atingidos; ficaram à deriva. É verdade, nada acontece por acaso. Há muito tempo que a classe política vinha subestimando os eleitores. Poucos estiveram atentos às reais necessidades e sentimentos da coletividade sob o ponto de vista da nação. O povo tomou as medidas cabíveis, através do voto. Enfim, o poder emana do povo, como registra a nossa Constituição no Artigo 1º, parágrafo único. 2018 tornou-se um capítulo importante na história política do Brasil. O recado foi bem dado pela maioria da população: Queremos reformas; queremos soluções efetivas; queremos dignidade. As alterações foram significativas para a legislatura a partir de 2019. Parlamentos, com novas caras, vão ser energizados, principalmente o Congresso Nacional. Uma nova forma de fazer política é a esperança. A tendência é entrarmos em um período de mais ecos das ruas voltados aos interesses do país, não partidário, não ideológico. No próximo dia 28 acontece o segundo turno para eleição do presidente da República. Não vai ser um clássico. Distante disso. É uma disputa do que foi possível, com respectivas identidades. Que tudo ocorra em paz. As discussões já estão vogando. Que sejam claras, sem subterfúgios.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 20 de outubro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 20 DE OUTUBRO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

CONCEITO DA SOCIEDADE

Nobres:
Como a verdade retrocede a mentira um padrão dos lulismo, anarquistas sem lei e evidentemente sem domínio do próprio bando que resultou no eleitorado perante as atuais eleições presidenciais. De certo modo não se dar credibilidade na maioria dos segmentos da mídia, que a estas horas “bodeja” sem o menor sentido prático o que vem desmitificando que a cultura do nosso povo é mutável.  “As esquerdas se preparam para um jogo em que os safados” se diziam favoritos, mas como sempre fizeram gol contra. O intelectual o homem da leitura o professor Lula, sendo a tapeação de outro intelectual que até isso tenta colocar na cabeça da maioria da sociedade ética, o atual presidiário Lula, que uma vez se definiu como “metamorfose ambulante”, a campanha de Fernando Haddad neste segundo turno tem se caracterizado pelo abandono gradual de certos trechos do plano de governo e até mesmo da estratégia que os petistas davam como certa para atingir a vitória. Uma mudança que a militância já viu ocorrer outras vezes, e à qual dá seu aval, já que o que interessa é chegar ao poder, e para isso, como disse uma vez Dilma Rousseff, faz-se o diabo. Mas agora este diabo que ela tanto apregoou não lhe deu resultado e dos seus abnegados Esta senhora que o Brasil teve a infelicidade em ter um governo que desconstruiu o Brasil. A estratégia derrocada gorou mesmo porque escolheram, não por ter opção o seu candidato oficial onde o  cinismo e hipocrisia é marca registrada do Petista Haddad, ao mudar tudo na sua ideologia que coincide com projetos de seu governo. Uma mudança, mas continuam a mesma, conforme os anseios da população. Outro estrategista José Dirceu - vale tudo para tomar o poder! Inclusive anular as eleições conforme os anarquistas da região que só pensa em se enriquecer onde estão de bem com seu patrimônio onde nenhum recebeu herança, pois seus antecedentes viveram em extrema pobreza. Enganar com as falsas notícias aos menos esclarecidos que poderão temer com o resultado das eleições. Surge aí uma suposta articulação do desloucado Ciro Gomes, que pedia a presidência do Senado para Cid Gomes. Continue espalhando falsas estórias, um marco da enganação. Mas não contava com o aval do povo e certamente irá sim, prestar contas com a justiça.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 19 DE OUTUBRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
UM NOVO TEMPO

Nobres:



O desespero tomou conta do lulismo que finge o que não vê diante da derrocada que o eleitorado impôs no primeiro turno das eleições presidenciais, inclusive um lulista mais de que o condenado Lula o Ciro Gomes, um senhor que toma “balão” a toda hora desta seita fanática do lulismo onde os FGs são chutados promovendo a eles o efeito “cururu”. Querem os anarquistas e bandoleiros que se dizem “esquerdistas”. Diante dos fatos políticos em que o cotidiano nos impõe o Brasil do momento não é fruto de onda conservadora. Já se caminha para o resultado de um choque ético. A população brasileira, indignada com a corrupção sistêmica, instalada por um condomínio partidário, mandou para casa políticos corruptos, patrimonialistas, clientelistas. O eleitor soltou o grito de fora ladrão que estava na garganta. Os votos, que a impressão eletrônica não deixa mentir, são palmas para o juiz Sérgio Moro. Houve uma celebração cívica no domingo eleitoral: o voto buscava a ética.  Lula é o passado que representa José Dirceu, Dilma Rousseff e outros. Lula chefiou um esquema que vem do mensalão. Surge uma nova era a quem passa pelo aspecto moral imposta pelo eleitor. Aguardamos a ultima rodada do 2º Turno, basta se consolidar.
Antônio Scarcela Jorge

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 18 DE OUTUBRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

EMBATE NA VERDEIRA DEMOCRACIA

Nobres:
A Constituição de 1988 em vigência especifica que o  Estado Democrático de Direito, é mais de direitos do cidadão que de poderes do Estado e assim  o Estado Democrático de Direito é essencialmente um Estado Constitucional de Direito e no qual a liberdade do cidadão predomina perante o poder de punir do Estado, o que é consagrado em vários textos constitucionais. Apesar em ser a realidade legal, porém a realidade objetivamente considerada vem a contrariá-la pela omissão do Estado que não cumpre com os seus deveres constitucionais. Infelizmente, em nosso país, desde a Constituição Imperial de 1824 as nossas Constituições têm sido mais violadas que aplicadas, muitas vezes por tribunais superiores que deveriam ser os seus guardiões e assim sendo a vigente Constituição  de 05 de outubro de 1988, com mais de 100 Emendas até a presente data não escapou a tal destino e muitos dos seus textos sobre os direitos individuais e sociais  não são obedecidos, tornando-se letra morta ou abstrata realmente inaplicável pela omissão do Estado. Assim, um dos mais expressivos princípios do Estado Democrático de Direito que é o da  igualdade de todos perante a lei (art. 5º) é claramente negado pela impunidade penal dos poderosos políticos ou economicamente. Um dos focos que abate a Constituição é a impunidade principalmente os criminosos de “colarinho branco” com mandatos e que dominam os poderes da República e que atinge até a um grau de surrealismo, pois atualmente  muitos dos que são suspeitos ou acusados de corrupção vivem como se nada existisse contra eles, são até bajulados politicamente, ainda possuem poder político e chegam até o serem aplaudidos de pé. Existe até acusado de improbidade e de corrupção que não pode ser preso no Brasil, porém se viajar para qualquer outro país será detido por uma ordem  de  prisão internacional. Seria cômico se não fosse trágico. Portanto, lamentavelmente em nosso país muitos estão acima da lei e da Justiça (muitas vezes até motivo de deboches por tais figuras), e vivem com a maior “cara de pau” socialmente. É um imperialismo dominante das facções lulistas e os que assim procedem deveriam se envergonhar. Por outra parte, o art. 2º proclama que os poderes da República (o Executivo, o Legislativo e o Judiciário) são independentes e harmônicos entre si, o que é uma ilusão, porque o único poder que realmente existe é o Executivo, uma vez que afinal ele é o único que pode fabricar “o vil metal”. Atualmente, em nosso país, o Legislativo não legisla e sim o Executivo através de “medidas  provisórias” basta a tal respeito à estatística dos textos que foram aprovados o ano passado e no corrente ano  que foram oriundos do Executivo ou do Legislativo. Assim o Legislativo e o Judiciário é como se fossem “figuras de adorno”, efetivamente sem  o poder maior. Muitos políticos e autoridades continuam a confundir o que é “público” com o “privado”, tornando “privado” o que é “público”. Por outra parte, o dever do Estado com a saúde, com a educação,  com a cultura, com a defesa do meio ambiente, com a proteção da maternidade  e da infância, com a duração razoável do processo, tornam-se verdadeiras utopias constitucionais inegáveis e lamentáveis. Contanto o que se vê, é uma veneração total a esses malfeitores que deliciam por parte de quem nunca poderia se imaginar.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 17 DE OUTUBRO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

NO CONTO DA MAROLA

Nobres:
As consequências que vem notabilizando o país em vários aspectos carregado pelo populismo barato de uma nação anarquista que ensejou fragmentos da economia sem credibilidade internacional a corrupção patrocinada por seu líder e a manipulação da mentira como se adiasse permanentemente. Outro fator que só os irracionais, “ cabeças ocas” partidários permanentes do governismo fanatizou este segmento e ainda hoje acredita na mentira, quando o condenado, segundo ele, o Deus imaculado da nação brasileira o santo Lula formalizado por várias igrejas cristãs do PT quando diz categoricamente que o seu paraíso terrestre o seu PT retirou 40 milhões de brasileiros da pobreza. - A verdade: Cerca de 80% dos considerados pobres estão endividados. Destes, mais da metade estão inadimplentes. Estes dados conflitam o fanatismo dessas pessoas. O PT, especialmente seu líder macabro, aquele que se diz o homem mais honesto do Brasil arruinou a vida dos mais necessitados. Ao assumir a presidência o “pai dos pobres” surfou na onda de uma casa arrumada por seu antecessor e por um extraordinário momento macroeconômico mundial e ao invés de programar as reformas que o país precisava investiu no populismo fácil. Responsável e honesto como só um populista barato poderia, ao contrário do que deveria fazer, ou seja, anunciar medidas de contenção e prudência à população, logo partiu para sua especialidade: mentir e bravatear! Chamou a mega crise de “marolinha” e recomendou ao povo que comprasse. E mais: Aumentou a facilidade de crédito, reduziu os juros, baixou os impostos de bens duráveis, como automóveis e eletrodomésticos, e incentivou o endividamento extremo, sobretudo dos mais carentes, que ávidos por bens de consumo que nunca possuíram correram para o crediário com  juros acachapantes. De pessoas pobres sem nada, passaram a pessoas pobres endividadas; e hoje em dia novamente sem nada, pois ou perderam os objetos que compraram por conta da inadimplência ou pela própria depreciação dos mesmos. O período do aumento da renda (do trabalhador) deveria ter sido aproveitado para poupar ou investir em educação, por exemplo. Mas isto deveria ter sido estimulado pelo governo, que, ao contrário, só estimulou consumo e endividamento. O Brasil é um país pobre e um dos que possuem menores taxas de poupança interna.  A lógica diria para “poupar, poupar e poupar”. Mas desde quando essa gente petista pensa em lógica? Desde quando lhes interessa a verdade e o bom senso? Repetiram, à exaustão, as glórias de um país que jamais existiu, e convenceram a maioria desinformada dos brasileiros a viverem como ricos. Deu no que deu: Com carro, mas sem dinheiro para o IPVA e gasolina. Com Iphone novinho, mas sem crédito para ligações. Com geladeira, TV e micro-ondas, mas com a energia cortada por falta de pagamento. Estamos mentindo? Por outro lado, na mesma intensidade em que destruiu os pobres, fez a maior alegria jamais vista pelos bilionários da pátria: Banqueiros, empreiteiros, industriais, varejistas e outros potentados da economia assistiram aos próprios patrimônios atingirem alturas imorais diante o caos econômico produzido pelo governo. Nunca antes neste país, como sempre repetia o falsário, houve tamanha transferência de renda dos mais pobres para os mais ricos. Finalizamos com uma mensagem aos “militontos” que certamente virão aqui, com aquele lero-lero petista: - que nós, que somos chamamos de antidemocráticos por eles e que estou na essência de democracia, uma utopia a modo castrista, que não gostamos que pobre tenha carro, celular, e que viajem de avião etc., um manjado lelo, lero e a modo    Tiririca, Guimarães e outros da mesma espécie: - Deixem de ser bobões e vão se informar-! Mais de 65 milhões de pessoas estão com seus nomes negativados por inadimplência. Então, parem de repetir as besteiras que lhes zurram aos ouvidos e comecem a pensar por si mesmos.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 16 DE OUTUBRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

NÃO HÁ FORÇA PARA PERSUASÃO

Nobres: 
Diante do resultado das eleições presidenciais em seu 1º Turno que na realidade nos número e não as falsidades dos estatísticos programas pelo PT que se lançou ao desespero com a enorme e incisiva derrota nas urnas que estabelecerá o fim do lulismo uma “seita” que sucateou a nação. O candidato oficial petista à Presidência da República, Fernando Haddad, disse querer uma aliança com vários dos derrotados no primeiro turno, como Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB) e até Henrique Meirelles (MDB). Neste contexto discorreu todo o interesse em que as forças democráticas progressistas estejam unidas. A escolha de palavras é intencional, a de colocar o adversário Jair Bolsonaro (PSL) no campo antidemocrático enquanto Haddad e os demais adversários seriam os democratas. Desta forma bem a modo dos safados, é óbvia, uma enganação própria da nação corrupta do lulismo no sentido de contentar “as tribais lulistas” em que a sociedade ética não vai perder tempo com esta gente. Entretanto se “desestima” uma leitura atenta do plano de governo protocolado pelo PT no Tribunal Superior Eleitoral mostra que não há nada de democrático nas intenções dos petistas. Enquanto esteve no Planalto, o PT tentou submeter as demais instituições republicanas ao partido pelos mais diversos meios. Houve a corrupção pura e simples, como nos escândalos do mensalão, da Petrobrás, empreiteiras, e cem números de casos, como financiamento aos países puramente socialistas e que ainda mais reforça o a irresponsabilidade para com o erário. Chamamos maior atenção da sociedade ética do país no sentido de confirmar o pleito que colocaríamos o Brasil na trilha da confiança entre os demais países desenvolvidos.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 15 DE OUTUBRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

SUPERFICIALIDADE DO SISTEMA POLÍTICO

Nobres:
No Brasil na prática vivemos em um sistema denominado cientista de “presidencialismo de coalizão”. Trata-se de um sistema presidencialista no qual a fragmentação do poder parlamentar em vários partidos faz com que o Executivo tenha que costurar o apoio do Congresso Nacional aos projetos do seu interesse no “varejo”, o que faz com que frequentemente se renda ao fisiologismo, ao “toma lá, dá cá” e aos interesses, nem sempre republicanos, de bancadas de interesses. A crise da representação política é um fenômeno mundial, na qual a legitimidade dos partidos políticos como agentes de representação de interesses em corresponder efetivamente às demandas da sociedade é posta em xeque. O Congresso Nacional brasileiro, hipertrofiado em face dos Poderes Executivo e até mesmo do Judiciário, não discute os grandes temas importantes para o país e não funciona como a caixa de ressonância dos interesses da sociedade que representa.  Mas de quem é a responsabilidade? É evidente que é do eleitor. Muitos sequer entendem como funciona o sistema das eleições proporcionais, no qual o seu voto pode servir para eleger um companheiro de chapa com ideias diametralmente opostas do candidato. Outros trocam o seu voto por dinheiro vivo cuja procedência se põe em dúvida, também por uma promessa de emprego ou até mesmo votam simplesmente por amizade, sem conhecer as propostas do candidato. Rememoramos Ulisses Guimarães quando no inicio da nova república se instou sobre o Congresso Nacional eleito naquela época - “Está achando ruim essa composição do Congresso? Então espera a próxima: será pior”. – Suas palavras se fazem eco no dia de hoje. -Tem safados que foram agora e serão eleitos quantos pleitos tiverem, é norma da palhaçada que sempre se deram bem e, porque pra eles, não mudar? Ainda resta esperança que o eleitor neste contexto seja  votar com consciência, analisando detidamente o histórico dos candidatos e as suas propostas. E depois de eleitos, acompanhar o mandato, fiscalizando-os, lembrando sempre que, enquanto não vem à aguardada reforma política, para os males da democracia, o remédio é sempre mais democracia de fato e não a manjada castrista como se apregoaram no inicio dos anos sessenta principalmente nas Américas do Sul e Central.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 14 de outubro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 14 DE OUTUBRO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

EDUCAÇÃO SEM QUALIDADE

Nobres:
Para quem interessa possa no caso fazemos questão em alijar o fanatismo lulista, senhores da razão estando acima de tudo e de todos, conforme o idealismo castrista. Para outros estes nos interessa, em momento em que o país está na reta final da disputa pela Presidência da República. O plano de governo de Jair Bolsonaro, candidato do PSL, tem como prioridades a educação básica e os ensinos médio e técnico. Ele pretende modificar a metodologia escolar, revisar os conteúdos, “expurgar” a ideologia de Paulo Freire, a fim de impedir a aprovação automática e os aspectos disciplinares dentro das escolas. Mas não só isso. Bolsonaro se opõe ao sistema de cotas sociais e étnicas nas universidades. Entende que é necessário fomentar o empreendedorismo na faculdade; ampliar o ensino de disciplinas, como matemática, ciências e português, “sem doutrinação e sexualização precoce”. Diante da utopia  do lulismo vimos ao encontro das estatistas obviamente retratam a realidade. O Brasil destina 6% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação. Os gastos superam os de países vizinhos, como Argentina (5,3%), Colômbia (4,7%) e México (5,3%). O país chega a investir mais do que os Estados Unidos (5,4%), a maior potência mundial. Está ainda acima da média (5,5%) das nações integrantes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Mas os resultados têm sido pífios, revelam as sucessivas edições do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). No último exame, a maioria dos estudantes não tem compreensão do conteúdo dos textos nem consegue fazer as quatro operações básicas de matemática. Entre 70 países, o ensino brasileiro ocupa a 63ª posição em ciências, a 59ª em leitura e a 66ª em matemática. Entre especialistas nacionais e estrangeiros há consenso de que, sem uma política de educação que garanta o direito à aprendizagem de crianças e adolescentes, o país não conseguirá vencer a crise econômica na qual está mergulhado e se reencontrar com o desenvolvimento social. Sem qualquer vínculo político-partidário. Entidades especialistas na educação repassaram aos presidenciáveis, ainda na primeira fase da campanha eleitoral, sete pontos para ajudá-los na formulação de políticas públicas para o setor. O documento inclui aprimoramento do processo de alfabetização na idade certa, criação de um sistema nacional e mudanças legais no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb), de modo a torná-lo permanente enfim acabando com as falsas estatísticas promovidas por governadores de forma lasmável promovi9das pelo PT.

P I N C E L A D A S

Entre as milhares de declarações da seita petista, um de seus apóstolos só “poderia ser o “desprovido de condita” José Guimarães um sortudo” que escapou, em relação aos dólares na cueca, graças o perdão da Assembleia Legislativa do Ceará, na época Deputado Estadual, e que se fosse agora, se tornaria pior pelo corporativismo e o interesse deste frágil poder de representação legislativa pela maioria de seus parlamentares. Segundo ele, se alia a inverdade com é força de sua expressão de dados estatísticos em que o seu partido (PT) cresceu !!!) diz ser a maior número de deputados na Câmara – é “verdade” - mas não disse que o partido foi a consequência do encolhimento das bancadas do MDB e do PSDB em função do eleitorado que quase o sucumbiu em termos das respectivas bancadas. Discorreu para o povão, alguns seus sócios do destino. Falou da pobreza que cresceu atribuindo o impacto negativo do seu partido. Ora, o santo PT e o seu principal apóstolo, “o condenado”, ajuntado com os seus intelectuais interesseiros, todos consagrados, formais e informalmente, se contradiz, que Lula tirou o país da pobreza, como enredo manjado em função de tapeá-los.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 13 de outubro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE, SÁBADO 13 DE OUTUBRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

O PONTO DAS PESQUISAS

Nobres:
Passadas as eleições em primeiro turno, chegamos às seguintes conclusões: além de inúteis, porque o eleitor não agrega nada de positivo ao saber antecipadamente quais os prováveis vencedores do pleito, restou demonstrada ainda a pouca ou nenhuma confiabilidade que merecem, tendo em vista as projeções que resultaram em monumentais equívocos em vários Estados. Em Minas Gerais, por exemplo, Dilma Rousseff aparecia como favorita ao Senado, restando um melancólico quarto lugar, registrando pouco mais de 15% dos votos, quando o Datafolha lhe conferia 27% e o Ibope 20%. Ela liderou todas as pesquisas desde o primeiro dia da campanha com, pelo menos, o dobro dos percentuais atribuídos ao então segundo colocado. A apuração dos votos das eleições gerais deste domingo mostrou a precariedade das pesquisas de intenção de voto no Brasil, pelos dois principais institutos, Ibope e Datafolha. No Rio de Janeiro, o fiasco não foi diferente: ao governo, Wilson Wetzel (PSC), aparecia no Ibope com 12% dos votos válidos e 11% no Datafolha. Abertas a urnas, eis a surpresa: Wilson com 41% dos votos. Os especialistas atribuem os erros das pesquisas eleitorais ao impacto das redes sociais na circulação das informações, fato que tornou o comportamento do eleitor mais volátil, mudando o voto numa velocidade maior do que a coleta pode demonstrar. Assim, errando cada vez mais, os institutos de pesquisas vão progressivamente perdendo a sua razão de ser, demonstrando ser sua atividade fim totalmente inútil, quando mais, prejudicial ao processo democrático no Estado de Direito. Afinal, para que servem? Indicar os prováveis vencedores das eleições, atendendo aos interesses de alguns candidatos, inflando seus percentuais de votos, para induzir ao seu favor, o pernicioso voto útil? O processo democrático poderia existir com melhor eficácia política, caso eles não existissem. Em médio prazo, os institutos de pesquisas, de tanto errarem, perderão a credibilidade ao ponto de encerrarem definitivamente suas atividades.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 12 DE OUTUBRO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

NO PALCO 
DA INTOLE
RÂNCIA

Nobres:
Há mais que se possa procurar entender é notório a contradição existente no que se refere ao extremismo desacerbado do segmento de intelectuais que não há comportamento no momentâneo quadro desolador que ainda passa a classe de políticos muitos encastelados no poder. Mesmo que os recusados do lulismo decidiram neutralidade conforme decisão disfarçada dos partidos esquerdistas e formalizada como regra os aliados petista embora sejam rejeitados e “expulsos formalmente quando participavam do staff dos governos lulistas, onde até muitos, foram despedidos com um simples, humilhantes telefonemas. Vamos seguir de exemplo duas pessoas perante dezenas de abnegados do PT e dos partidos aliados: Marina Silva. É incrível que ainda tenha gente que leva Marina a sério. No mais evidente é que ditos-cujos, intelectuais, tidas como cientistas políticos, obviamente todas elas de nível superior e bem situadas, profissional e financeiramente que votaram nela nessa eleição e na anterior para presidente. Em geral, fazem aquele perfil típico da “esquerda-caviar”-: são pessoas de classe média alta, que vivem muito bem nos melhores bairros nobres das capitais brasileiras e as demais grandes cidades, mas acham que têm "consciência social" (leia-se: consciência culpada por estarem bem financeiramente), alguns não são de esquerda nem radical o suficiente para votarem no PT, aí foram de Marina (ou de Ciro Gomes, pior ainda, para outra banda do Brasil, exceção do nosso Ceará, que continua o mais sábio do mundo e santo, conforme certas igrejas). Na nossa modesta opinião, falta a essa gente antes de qualquer outra coisa estudar um mínimo suficiente principalmente a economia, cujo aprendizado chegou até a camada alfabetizada, por sentir-se na pele esta questão. Não entendemos esta intelectualidade inclusa principalmente economistas, após  conhecimento através do site do TSE,  e votou em Marina ou Ciro Gomes, após ler as propostas deles (e isso para ficar só na Economia, sem falar do resto.) No fundo, no fundo, a verdade é a seguinte: essa turma toda, mesmo sendo de classe média ou alta, adora é um grande Estado, e treme ao ouvir falar em qualquer coisa parecida com Liberalismo ou privatização. Não é para menos que o Brasil continua sendo o que é, após tantas décadas de república e democracia. Roberto Campos já dizia, com relação a esse tipo de visão econômica e política predominante por aqui, inclusive nas nossas elites: "Desse jeito, não corremos o menor risco de dar certo". E sim, ele estava correto.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 11 DE OUTUBRO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

SEM TIROCÍNIO

Nobres:
Diante do resultado das urnas que só a nação anarquista do PT não vê e continua a premissa de enganar o povo, mas que desta vez, o povo em sua maioria os enganou; exceção do nordeste que nas mentes doentias tudo é alegria e tranquilidade. Mas dentro da sanidade da sociedade ética de cidadania dentro da responsabilidade de cumprir os direitos e deveres em que a Constituição estabelece formalmente em detrimento ao exercício do direito e da anarquia da nação do condenado e corrupto Lula, mas, dentro desta análise que repassamos em seguida: A derrota incontornável do PSDB. Sem Alckmin no segundo turno presidencial. Sem Anastásia na liderança eleitoral em Minas. Sem Beto Richa, no Paraná. Sem Marconi Perilo, em Goiás. Sem espaço, no Rio de Janeiro, evidentemente estabelecendo o enfraquecimento do PMDB. Com as derrotas de Eunício Oliveira, no Ceará; de Edison Lobão e Roseana Sarney, no Maranhão. Junto com a derrota de Roseana, a de seu irmão Zequinha Sarney. E, juntando o declínio do até então invencível, José Sarney. É o fim de uma das oligarquias mais resistentes no Nordeste. Fragilização do PT. Com as derrotas de Fernando Pimentel e Dilma Rousseff, em Minas. A não eleição de Eduardo Suplicy e Luís Marinho, em São Paulo. E os insucessos de Lindbergh Farias e da senadora Vanessa Graziotin. O Nordeste surge como reserva política do PT. O Nordeste foi a única região do país na qual Jair Bolsonaro perdeu. O PT elegeu quatro governadores no território nordestino: Ceará, Bahia, Rio Grande do Norte e Piauí. Aqui no Ceará, o governador e o petismo, presente de forma irracional na mente das “cabeças tontas” proclamam que Camilo Santana, obteve a maior vitória de toda história republicana no Estado do Ceará, estabelecendo a regra que se insta. Por outro lado indagamos: Se instar a realidade não houve praticamente oposição no Ceará e alguns dos oposicionistas regraram ao “entendimento” (!!!) foi o empenho para o sucesso.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 10 DE OUTUBRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
A MENSAGEM DAS URNAS

Nobres:
As eleições de domingo provocaram a maior renovação Congresso Nacional, desde a redemocratização do país. Um fato histórico a ser comemorado. No Senado, o índice chegou a 85%. Das 54 cadeiras em disputa, só oito será ocupada por reeleitos. O restante 46 está reservado para novos senadores. Na Câmara, as mudanças chegaram a 47,37%, a maior renovação em duas décadas. A partir de janeiro próximo, a casa receberá 243 deputados novos. Em meio aos 444 que concorreram à reeleição, 251 (56%) tiveram o retorno chancelado pelos eleitores, além de 19 ex-deputados de legislaturas passadas. O Partido Social Liberal (PSL), antes, tinha apenas oito deputados. Com o crescimento de seu candidato Jair Bolsonaro, que conquistou 46% dos votos válidos no primeiro turno da disputa pela Presidência da República, a legenda terá 52 deputados, em 2019, formando a segunda bancada, atrás só do PT, que garantiu 56 cadeiras, 12 a menos do que na eleição de 2014. No atual pleito, os brasileiros disseram “não” aos velhos caciques da política, romperam com as tradicionais oligarquias, em que os pais tornavam os filhos herdeiros do mandato. Foi assim com a icônica família Sarney. No Maranhão, o ex-presidente não conseguiu eleger a filha para o governo do estado nem o deputado Sarney para uma vaga no Senado. Os votantes maranhenses não renovaram o mandato do senador Edison Lobão, que iniciou carreira como parlamentar no fim dos anos 1970. Igual decisão tomaram os eleitores de Roraima, que deixaram sem mandato o senador Romero Jucá. O PSDB minguou e terá menos cadeiras na Câmara no ano que vem 23 a menos do que conquistou em 2014. O MDB chegará, ao ano que vem, com 34 deputados. Em 2014,  o partido de Michel Temer elegeu 66 representantes. A Rede Sustentabilidade da ex-senadora Marina Silva, cuja candidatura ao Planalto derreteu ao longo da campanha, conseguiu eleger um deputado (no Senado, terá cinco representantes). O perfil do Congresso se mantém conservador e, como sempre terá figuras sem qualquer preparo para o cargo. Mas o brasileiro sinalizou, por meio do voto, que reprova a prática legislativa atual. Exige que tanto o Legislativo quanto o Executivo modifiquem a forma de fazer política e tenham olhar e propostas que atendam às principais demandas da sociedade, a começar por um “basta” à corrupção. Ressalte-se que a Lava-Jato foi preponderante para essa guinada eleitoral. A rejeição aos velhos caciques pode ser entendida também como um recado dos eleitores, que querem mais segurança, saúde e educação de qualidade. Mais: avisaram que, caso suas demandas não sejam atendidas, em 2022, não terão dificuldade de, mais uma vez, substituir os que foram vitoriosos no domingo último. O Congresso tem que legislar a favor do povo, não para poucos privilegiados como aconteceu até então.


P I N C E L A D A S

Enquanto o resultado das urnas de domingo enterrou de vez Ciro Gomes do cenário político nacional. Aqui na região os lulistas “o velam” dizendo que Ciro irá decidir as eleições em seu 2º Turno! – Ainda não perceberam que o Ceará não é o centro do universo e não tem densidade eleitoral para qual. A mentalidade doentia e também exerce o misto de oportunismo e cinismo, e até um mérito que ainda expõe em público. Depois são governistas de primeira linha com aconteceu em regra. Mas a “experiência” conforme a evolução cotidiana não dará certo. a velha premissa em enganar o povo, parece que as velhas raposas "tupiniquim" o povo está em frente, é, que  está enganando. Vamos esperar, tem poucos dias; E aí!
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 9 DE OUTUBRO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

SURGE UM NOVO CONCEITO

Nobres:
No atual contexto político é evidente que por este lado desta banda do nordeste divido pela astúcia enganosa do lulismo entre os espertos, bandidos ignorantes, analfabetos e marginais que só enxergam por um lado estamos excetuando esta gente para discorrer o que escrevemos para uma sociedade útil e responsável com seus direitos e deveres. Neste contexto iremos ao encontro no ano de 2013, o Brasil explodiu numa série de manifestações espontâneas, apartidárias, suprapartidárias e antipartidárias, num protesto pela renovação da política, pela ética na vida pública, que até hoje confunde os analistas. Esses protestos só arrefeceram diante da intromissão (proposital?) de uns “black blocs” (infiltrados?), que, promovendo saques, depredações, badernas e outros vandalismos,  não só contaminaram a natureza daquelas manifestações como sobretudo afastaram a grande massa que queria protestar, mas em ordem e em paz. Seja por isso, seja pela incapacidade dos políticos, que não entenderam aquela hora e não procederam a renovação alguma, o fato é que a voz das ruas de 2013 não se refletiu nas eleições de 2014. Terá tido uma primeira expressão, admirável, inédita, no heroísmo dos juízes da Lava-Jato. E pode ser que também se esteja expressando agora. Senão, vejamos:

1.     Dos 33 senadores que tentaram se reeleger, 25 foram derrotados, inclusive nomes dos mais conhecidos e influentes. Isso significa importante renovação no Senado.

2.     Consagradas lideranças perderam o foro privilegiado e passarão a poder ser processadas na 1ª instância, não mais contando com a lentidão e a inaptidão do Supremo para a instrução processual. Perspectivas, portanto, de afastamento da vida pública, por condenação criminal, de notórias e lamentáveis personagens.


3.     Fim de carreira para surradas figuras da política nacional. É de esperar que jamais voltemos a ouvir falar, ao menos em disputas presidenciais, de nomes manjados como Geraldo Alckmin, Ciro Gomes, Marina Silva, Aécio Neves, Dilma Roussef. Doravante os nomes serão outros, novas lideranças de um lado e do outro.

4.     Importantes derrotas também de outros nomes que, mesmo querendo ingressar na política agora, parecem muito ligados à velha política, um Paulo Skaff em São Paulo, ou um Henrique Meirelles, que o Brasil felizmente resolveu não “chamar” para nada e que, com seus 45 milhões de reais, perdeu para o cabo Daciolo!


5.     Impressionante enfraquecimento dos partidos que viviam dominando a cena brasileira: PSDB, PT, PMDB, cujas lideranças tradicionais foram refugadas pelo eleitor. Ou se renovam ou podem tender a desaparecer.

6.     Surpreendente, por outro lado, o desempenho de nomes desconhecidos, ou muito pouco conhecidos, como Wilson Witzel, no Rio, Romeu Zema em Minas, Márcio França em São Paulo. Arejamento da política. Lideranças novas, pensamentos novos, até um novo partido, o Novo.


Por mais que os velhos políticos, da imunda e viciada política habitual, tenham feito tudo para se manter no poder, não somente se dando fartos recursos públicos mas também diminuindo substancialmente o tempo da campanha eleitoral, para facilitar a reeleição dos próprios nomes, já muito conhecidos. A evidência é que o eleitor quer mudar, quer outra gente, outro Brasil, outra prática. Léguas distante da corrupção, das trocas, dos cambalachos, do toma-lá-dá-cá, dos donos ou sócios da coisa pública. Pode ser que, afinal, 2013 esteja começando a dar seus frutos. E começou bem!
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 9 DE OUTUBRO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

A VERDADEIRA DEMOCRACIA

Nobres:
O país vive uma de suas mais graves crises ética, econômica e política. Uma escolha errada pode transformar o que está ruim em pior. A economia não cresce com treze milhões de desempregados a maioria de jovens sem esperança em relação ao futuro. Há, entre a população, um sentimento de repúdio aos políticos, que se tornaram sinônimos de corruptos. Não há democracia forte sem um sistema político confiável. As surpresas que as urnas mostraram em vários estados, em que desconhecidos venceram no primeiro turno ou levaram a disputa para a segunda etapa, em que figurões que tinham lugar cativo no Senado perderam a cadeira, indicam que os eleitores procuram um novo caminho. Apontam que a direção seguida até este momento não lhes satisfaz mais. Muito dessa vontade de mudança vem dos escândalos revelados pela Operação Lava-Jato, que desnudou um esquema sem precedentes de corrupção e explicitou um sistema pobre feito para privilegiar poucos e punir a grande maioria. Os insatisfeitos vão questionar os resultados, apresentar justificativas simplistas, como a de que os eleitores não têm conhecimento suficiente para escolher seus mandatários. Pura demagogia. Não só os eleitores sabem o que querem como fazem suas escolhas da forma mais democrática possível, por meio das urnas. Mais: não se deixaram contaminar pela enxurrada de notícias falsas que tentaram minar um modelo vitorioso. As fake news é uma praga que precisa ser combatida com todas as forças. E o caminho para isso é a transparência do processo eleitoral. Quanto maior, melhor. Já perdemos tempo demais. O projeto escolhido com a decisão soberana das urnas terá de ser respeitado e deverá contemplar a todos.
Antônio Scarcela Jorge.