terça-feira, 3 de agosto de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 3 DE AGOSTO DE 2021(POSTADO ÀS 10:33 H)

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
PLANO EMERGENCIAL
NÃO SE PODE TRANSFORMAR EM PERMANENTE
 
Nobres:
Por várias vezes como um simples critico em espécie onde em sua maioria defendemos as questões que “seja alvo” o Presidente da República de forma intencional, no entanto discordamos em certas situações onde praticamos o exercício de cidadania em prol do Presidente quando se trata de condicionamento político. Iniciei na nossa participação política como espectador e participante tão somente, jamais tencionamos disputar cargos eletivos, mas, costumeiramente era convocado participar de palanques eleitorais. Entre estes fatos que deu atenção nos palanques e ouvi diversas personalidades e, um me chamou atenção, Aquiles Peres Mota (in memoriam) também de reuniões em defesa de projetos que eleve o cidadão a trabalhar buscando seu desenvolvimento e independência de valores sempre cortejado pelo paternalismo político que entrava esta espécie. Dizia Aquiles Mota, “o racional não dar a pesca; mais ensinar a pescar”. Aquiles, ha mais de três décadas que contraditoriamente pertencia ao grupo oligárquico do nosso Estado, mas, com uma visão equacional para esta questão. Agora muito depois de seu falecimento se consolida. Refiro-me na ajuda emergencial na verdade é uma questão neste tempo de pandemia, mas transformar definitivamente em programa permanente. Tanto que o governo federal apresentou ontem ao Congresso Nacional a proposta de criação do novo programa social, que inclui o parcelamento dos precatórios para viabilizar o benefício. O texto foi entregue pelos ministros da Economia, Paulo Guedes; da Casa Civil, Ciro Nogueira; da Secretaria de Governo, Flávia Arruda; e da Cidadania, João Roma, aos presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco. O novo programa vai substituir o Bolsa Família e ainda não tem nome definido. Os valores das parcelas estão condicionados a uma fórmula para pagamento dos precatórios, que deve saltar de R$ 40 bilhões para R$ 90 bilhões. O presidente Jair Bolsonaro já chegou a mencionar R$ 300 para o novo programa, mas a equipe econômica diz que pode chegar aos R$ 400 desde que as privatizações avancem e o governo federal consiga parcelares os precatórios, que são dívidas que a Justiça manda o governo pagar após decisão em última instância. Os dois ministros informaram a Pacheco e a Lira que o parcelamento será apresentado como proposta de emenda à Constituição, e o novo programa social por medida provisória transformando em proposta partidária. Bolsonaro justificou a aproximação dos blocos com a necessidade de aprovar o novo programa social, tudo “negociações” bem a modo natural a imposição do parlamento e de grupos notadamente “o centrão” que na verdade impulsiona a política dos agronegócios bem diferente a preguiça desacerbada das maleficias e “santas” esquerdas. O presidente em entrevista voltou a defender a presença de Ciro Nogueira na Casa Civil dizendo que alguém aprovar qualquer projeto sem o chamado Centrão. Preciso da maioria qualificada do Parlamento para aumentar o “Bolsa Família”, que espera que seja acima de R$ 300,00. Indiferente “do ensinar a pescar” um sonho irrealizável de Aquiles Mota, onde estabelecia choques nos seus correligionários sempre fincados no poder, mas, a forma “maquiavélica” se sobressaia, onde vantagens políticas sempre eram colocados de lado durante mais de três décadas serviu e sem ser servido no obstante da herança patrimonial sempre foi “rico” guardado as proporções. Retornando o contexto relativo ao governo, será criado um fundo meramente oriundo de fontes assistencialista por parte da União, esse fundo receberia recursos da privatização de estatais e da venda de imóveis da União, além de dividendos das empresas públicas. Dessa forma, os recursos seriam usados para pagar um benefício do novo programa social que consideramos ser eleitoreiro, que tantos governos promovem a união de interesses, seja de Lula e ou de Bolsonaro. Só tem objetivos comuns é considerada a principal medida do governo agora e de ontem, este no segundo semestre deste ano e busca melhorar a popularidade de Bolsonaro e de lula para a disputa presidencial. E o pior é notável a interferência do STF, um poder de politicagem que não requer voto popular, mais tudo é unanimidade de seus interesses. Neste aspecto os costumes da política e da politicagem se consolidam.
Antônio Scarcela Jorge.

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