quarta-feira, 7 de agosto de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 7 DE AGOSTO DE 2019

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
REPRESENTAÇÃO POLÍTICA

Nobres:
O número de representantes do legislativo voltou à tênue por alguns de seus emissários vai provocar discussões no plenário das casas bicamerais. A temática não é nova. No Congresso Nacional, um punhado de propostas pretende reduzir a composição da Câmara dos Deputados. Para justificar o almejado enxugamento, seus intrépidos proponentes invocaram argumentos de variadas feições: inoperância pelo excesso de parlamentares, elevado custo público, predomínio de mentalidades assistencialistas, apresentação de projetos inúteis ou impossíveis, produção legislativa escassa ou irrelevante, indignidade nos debates e outros. Em termos numéricos, alguns mais sensatos, pregam uma Câmara Federal formada entre 250 e 450 deputados, como referencial e com no mínimo três e no máximo 70 representantes por Estado. Este seria um ajuste pertinente. Embora revestidas de alguma complexidade e escassas chances de aprovação, as formulações são plausíveis. Em que pese uma redução numérica não assegurar a superação dos descompassos que afligem a Câmara dos Deputados, é certo que a dimensão atual compromete não apenas o desenvolvimento, mas especialmente o desfecho dos trabalhos. São milhares de projetos relevantes e irrelevantes tramitando simultaneamente legislatura após legislatura sem deliberação que sucumbem quando o proponente não se reelege ou deixa o mandato. Pautas relevantes são adiadas, dispositivos permanecem sem regulamentação e leis deixam de ser atualizadas. A ampliação vegetativa de cadeiras ao longo das décadas não conferiu nenhum incremento democrático ou qualitativo ao parlamento, ao país e à elaboração das leis. Muito pelo contrário. Tudo evidencia que foi inútil. O inchaço revelou-se desmedido, e a profusão de parlamentares burocratizou demasiadamente a atividade legislativa criando percalços aos deputados mais produtivos e facilitando a sombra para os infecundos. Inequivocamente, vemos e lamentamos, em todas as legislaturas, as consequências de tais retrocessos. Há um nítido indicativo do esgotamento. Por força disso, qualquer redução levada a efeito seria bem-vinda porquanto promoveria uma adequação a parâmetros mais apropriados à realidade. Se houver desvantagens resultantes desta reformulação, certamente as mesmas serão inferiores às vantagens. Pelo visto que a reforma política é vista como inviável por corporações de forma especial pelos esquerdistas do lulismo que são contra em tudo que se deseja aprimorar o país, a ponto que “os santinhos” e politicamente correto da safadeza que aparentemente se tornam forte e prepotentes onde instituições de são de esquerda, (OAB), por exemplo, por seus presidentes que passaram e está por aqui, onde gerações pretéritas e do presente, sempre está em desacordo com que é de apropriado para o país, são sórdidos nesta premissa. A história destas instituições é recapitulada na edificação do país que não movem “nenhum tijolo”. Enfim segmentos majoritários do povo brasileiro estranham e condenam à ética, sempre acostumados com a safadeza. Talvez uma nova geração que certamente virá abdique da corrupção uma bíblia satânica petista intricada no meio dessa gente.     
Antônio Scarcela Jorge.

Nenhum comentário:

Postar um comentário