segunda-feira, 25 de junho de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 25 DE JUNHO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

INTOLERÂNCIA E VILEZA

Nobres:
O populismo é um vírus que destrói o organismo das sociedades politicamente organizadas alimentando-se da catarse coletiva. Parece ser o grande mal destas primeiras duas décadas do século XXI. É tão evidente em nosso País entre os fanáticos de Lula, o maior corrupto da história do Brasil que seus adeptos transformaram em seita, acompanhado de segmentos anarquistas, bandidos, aproveitadores em amplitudes, que “emprestam a religião” quase todos os “cantores dos anos 60”, reforçados por uma nova geração de compositores cuja apologia é a desagregação da família e a devassidão como implementos amoral e se tronam beneficiários e compartilhadores do erário deixando a sociedade ética perplexa e o pior o cidadão fiel pagador do roubo que causou espécie nos últimos treze anos do domínio anárquico um paradoxo existente neste Brasil. As consequências são evidentes e vivemos em um mundo inflacionado por catarses, lotado de indefinições e crises. As nossas questões se assemelham um mundo paradoxalmente predisposto a embarcar em todas as catarses, a qualquer preço. Não por outro motivo, seja nas democracias sedimentadas, seja nos redutos fanáticos do fundamentalismo religioso, o populismo passou a ser um risco constante e, quando vitorioso, tem traçado parábolas trágicas com impressionante frequência, é isso que vem ocorrendo no Brasil. Da queda em desgraça sem qualquer glória do “Socialismo do Século XXI” europeu e latino-americano passando pelo populismo muçulmano turco-iraniano, o mundo tem acumulado sucessões de experiências negativas desta ordem populista. No teatro da vida em sociedade, fazer uma pessoa um líder populista “uma personagem em busca de um papel”. Sua trajetória é oportunista, dramática e parabólica. A mistura bem sucedida desses componentes na química do Poder, se não houver energia da sociedade poderá produzir o desastre.
Antônio Scarcela Jorge.


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