segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 18 DE FEVEREIRO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
EXIBIÇÃO DE UM PODER

Nobres:
O que é inegavelmente notável neste cenário de contradições, onde o Congresso Nacional em sua maioria “instituem as leis” em consonância com o corporativismo e de seus interesses obviamente contrários à sociedade. Em contrapartida “por um deslize dos corruptos” editariam por pressão popular incluíram as Leis eleitorais, nacionais, da maior importância, são de iniciativa popular. A chamada Lei da Ficha Limpa. Uma lei considerada pelos organismos internacionais como uma das melhores leis que existem, como discorreu sobre o pertinente preceito, a Senhora Ministra Cármem Lúcia um raro exemplo de dignidade naquela Corte. (STF) “emendou” na liberdade democrática e do Direito, sobre a legitimidade de governos que foram escolhidos a partir do voto. O PT na ânsia e a regra de enganar as “massas populares” sempre frágeis para os espertos e malandros desta sigla: sempre inventou a ponto de contestar a legitimidade de Michel Temer, quando este foi escolhido pelo o insano partido, vice-presidente da república, companheiro de chapa de Dilma Rousseff, eleita para infelicidade geral da nação, que sempre guardou convicção! a ilustre companheira e guerrilheira nos tempos dos governos militares. A clara evidência e se for eleito segundo as normas constitucionais e eleitorais, a pessoa que foi levada por nós cidadãos, nós eleitores, com a responsabilidade que temos com nosso País, tem legitimidade. Ainda em referencia as leis de iniciativa popular, que se insere notadamente a vida sistemática da sociedade, que o "local próprio ao julgo é a urna", formalizada pelo voto nas últimas eleições. Ainda há a entender o que precisamos é de homens públicos que observem que o cargo ocupado é para servir aos semelhantes, e não para aquele que está no cargo servir em benefício próprio e em benefício da família. A esperança no Brasil melhor ininterruptamente recai na responsabilidade do eleitor.
Antônio Scarcela Jorge.

Nenhum comentário:

Postar um comentário