COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
FIDELIDADE EM COMPLETA AVALIAÇÃO
Nobres:
Como é
regra a instituição cotidiana de eventos que procedem de várias formas. Dia
vinte deste mês de julho “elegeram a data recente como O DIA INTERNACIONAL DA
AMIZADE” para enaltecer, que atribuímos o que seja nossos verdadeiros amigos. Conhecer
ser amigo não se restringe apenas à gentil prestação de serviços entre duas ou
mais pessoas embora gratuitamente. Assim, não nos custa averiguar: para que
serve a amizade? Um amigo possui um efeito ainda maior sobre a saúde de outro
amigo, até mesmo do que o cônjuge ou parente, embora ainda não esteja claro
porque ela exerce este efeito tão benéfico. Sejamos nós próprios a responder:
para usufruirmos de uma vida mais saudável. Muitos seres humanos recorrem a
medicamentos ou a livros de autoajuda e esquecem um meio importante eficaz para
combater a solidão, o estresse, a depressão, acelerar a cura das enfermidades,
adiar o processo do envelhecimento: cultivar o relacionamento com os amigos. Como
existem fontes de pesquisa para todo modo, uma pesquisa de origem australiana
“por sinal fidedigna de crédito”, divulgou que pessoas idosas com um grande
círculo de amigos tinham vinte e dois por cento menos probabilidade de morrer
durante a fase do estudo do que as que tinham menos amigos. Quem tem
amigos sabe da veracidade desse fato. As legítimas amizades sobrevivem às distâncias,
ao casamento mesmo bem-sucedido, ao divórcio, e outras crises enfrentadas no
decorrer do tempo e da vida de cada ser humano. A propósito, alguns
estudiosos começam a valorizar as verdadeiras amizades iniciadas nas redes
sociais, como fator de bem-estar dos indivíduos. Lamentavelmente a outra não!
Constatou-se que, até via internet, fortes laços afetivos reforçam a saúde do
cérebro à medida que trocamos ideias, desabafamos, buscamos o divertimento,
dividimos contentamentos e tristezas. Enfim, virtual ou real, a amizade é
sempre satisfatória. Graças a Deus nos deu a prerrogativa natural da escolha
dos amigos e no caso pessoal, pela alma lavada e pela cara exposta, queremos
também sua maior alegria. O verdadeiro amigo (os pseudos não existem) que não ri
junto, não sabe sofrer junto. Para os amigos embora seja poucos, mas de
magnitude inquestionável e neste argumento, abraçamos os ensinamentos bíblicos ativados
por Deus: - “a repartição do pão e vinho”-, que estimou a multidão. E um
milagre da vida.
Antônio Scarcela Jorge.
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