quarta-feira, 14 de outubro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 14 DE OUTUBRO DE 2020


 COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
CENÁRIO
EM REPRISE
 
Nobres:
Como era de se esperar que a pandemia virasse o conhecido script eleitoral de ponta cabeça, mas posturas erráticas, discursos não condizentes com a prática, falta de clareza das agendas, sem falar da miríade de denúncias que pulularam na imprensa Brasil afora nos últimos ciclos com relação a agentes públicos das mais diversas agremiações, parecem ter embaçado o interesse do cidadão quanto ao cardápio de escolhas passíveis de sufrágio em novembro próximo. Mesmo ante o “novo normal” e o “mais do mesmo” dos enredos partidários, merece elogio o MPE/CE, cuja gestão atual, a par de organizar atinadamente a dinâmica eleitoral, destrinchando as vicissitudes dos pós-quarentena, tem em boa hora orientado a população inclusive via entrevistas televisionadas, de modo a que o inalienável direito ao voto possa ser exercitado em consonância com a lei posta e com as recomendações sanitárias. Aí tudo bem, mas o difícil é cumpri-las com a parceria dos candidatos e eleitores que nem estão aí com as recomendações e determinações da Justiça Eleitoral. A prática é deixar vê como é que fica numa orgia eleitoral. Mas, por mais que o Judiciário Eleitoral atue de forma prospectiva, não pode se substituir aos candidatos, que “há, de per si,” para além dos discursos enfadonhos meros reprises de atos já descortinados e saber discernir os anseios dos eleitores. Ainda que a maior fatia das pautas econômicas seja da alçada nacional, não é preciso ser marqueteiro para intuir que candidatos alinhados às regras orçamentárias, transparência de contas, economicidade, estímulo à iniciativa privada, que cultivem posturas republicanas sem radicalismos estéreis, respeitando a diversidade de visões, por certo despertarão a empatia dos seus concidadãos. Afinal, executivos e legisladores municipais são indiscutivelmente aqueles mais aptos a captar o sentimento das ruas. Tudo em tese. Ninguém mas só Deus é infinitamente superior para dar uma nova direção que a humanidade intelectualizada da até a ante civilizada, aí está raramente a unidade de (má) intenção para esse período de transformação ante as eleições municipais superando pandemias, politicagem, ansiedade, sonhos que o povo em sua larga maioria crer em relação aos ânimos exaltados e os moderados, além disso, pela falta de opção, ex-candidatos “copa do mundo” que agora se ressuscitam apostando a sensibilidade do eleitor.  Por esta razão, diz o adágio popular que Deus é brasileiro, crê merecer credo a esperança os que abraçam o cidadão por um país melhor a cada quadriênio, país que é o encaixe dos 5.570 municípios que integram o “quebra-cabeça” da nossa pátria. Novembro está chegando. Só depende de nós. Tudo é difícil e não será impossível.
Antônio Scarcela Jorge

terça-feira, 13 de outubro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 13 DE OUTUBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
ERRO OU MÁ
INTENÇÃO
NA AVALIAÇÃO
 
Nobres:
É notório o comportamento dos políticos neste período de pandemia tem servido para comprovar, mais uma vez, que há sempre uma distância significativa entre discursos feitos na hora da emoção e a prática. A metodologia empregada de uma forma geral pelos governadores dos Estados principalmente o do nosso Ceará e os demais aliados e filiados do PT, que aproveitando a obscuridade de seu chefe da seita Lula, que estava cumprindo pena condenado pela Justiça (que bonito, é farinha do mesmo saco) aplicam “o slogan midiático salvar vidas é a nossa prioridade” fechando segmentos da economia, fecharam escolas, e ao tempo diziam que a educação é ponto colimado estabelecendo a tiriricada incomum. Em coro, muitas companhias aproveitaram “o afrouxamento” das leis trabalhistas para reduzir jornadas, salários e antecipar férias dos níveis hierárquicos mais básicos, do ponto de vista do alto escalão, pouco foi feito no sentido de contribuir para preservar a saúde financeira das organizações neste momento de crise. Apesar das notícias dando conta de que alguns diretores executivos, em uma demonstração de solidariedade, renunciaram a parte das suas remunerações, as estatísticas reais revelaram que o sacrifício foi mínimo. De acordo com o levantamento, os cortes foram mais focados nas remunerações variáveis, mantendo a base da folha de pagamentos intacta. Mesmo entre as empresas que cortaram os salários dos executivos, dois terços delas não enxugaram mais do que 10% desse valor. Isto nos grandes centros regionais do país, nos médios e pequenos municípios, nem pensar, alguns quebraram mesmo em função da dependência destes governos e municípios em que parte da população ainda vivenciada a pouca civilidade lhe santifica, numa insano sadismo peculiar desta gente. No atual contexto da pandemia, e consequente crise econômica em escala global, as empresas precisam ajustar suas prioridades e repensar a maneira de conduzir os negócios. A necessidade de reinventar os negócios, ação impulsionada pelas incertezas de uma pandemia que já deixou a marca irreversível de mais de 100 mil mortos no país, e uma taxa de desemprego recorde, demanda das empresas uma atenção maior a métricas de governança. Neste sentido, a gestão de pessoas, sem dúvida, é um pilar extremamente relevante para retomar o ciclo virtuoso de crescimento que o país precisa principalmente na economia do nosso habitar.
Antônio Scarcela Jorge.
 

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 12 DE OUTUBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
ESTÁ CAINDO
NO VAZIO
 
Nobres:
Os excessivos decretos dos governos estaduais estão caindo no desvisto, teriam que se esvaziar primeiro e manter a proibição de quarentena  não faz mais sentido nenhum. Primeiro, porque não há como convencer as pessoas de que há lógica em não poder ir ao comércio, apenas supermercados e farmácias onde alguns meses o cliente por necessidade ia aos supermercados era só assediado e até proibido em vê  os suprimentos em alguns casos, por aberração e trapalhada de certos agentes de saúde que se aproveitavam e se exibiam com o convite a sair. Fomos vítimas deste diálogo constrangedor há poucos meses passados. Entre outras ações desconexas, fecharam os pequenos comércios, escolas e em contra partida os políticos em campanha, sem o uso da mascara é só o que se vê, mas poder sentar no bar, no outro lado da rua é um disfarce que só coisa de PT e aliados (tudo é a mesma coisa)  segundo, porque o descumprimento da regra é flagrante. Diante da proximidade das eleições, e da necessidade de sobrevivência econômica das cidades, a maioria dos prefeitos achou que seria pouco simpático desconhecer a proibição. O resultado é que, desta vez, até a fiscalização sumiu de cena. Se não há meios de proibir a praia, faz mais sentido reconhecer o problema e passar a regrar de forma coerente a permanência do povo nas ruas em especial a colocação de panfletos onde certos políticos, até um senador desconcertante ágil sim, para colocar nos veículos sem a permissão dos proprietários, isso transformou em palhaçada, uma sessão de humor, por exemplo: - o atendimento de bares e restaurantes seria uma forma de reduzir a aglomeração em espaços restritos, mas também não há cumprimento por parte da população usuária. Controlar as medidas sanitárias tomadas pelos ambulantes é outra frente que precisa deveria ser atacada pelos municípios. Da maneira como estamos hoje, as regras são "para inglês ver”.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 11 de outubro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 11 DE OUTUBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
SOCIEDADE ÉTICA
 
Nobres:
Temos plena consciência em que o atual e péssimo estado político em que vivemos velhas raposas apodrecidas dando de bonzinhos se compadecem do nosso povo que no íntimo “satirizam” a esperteza como força de mal e ausência de caráter que acompanham pela própria sombra de seu corpo. Diante desta questão tenho firme propósito de não abrir mão a esses facínoras em que o povo bem sabe em “escolher” ao ser convocado a urna de votos dando resposta incisiva, coisa que se repete ao longo das décadas, só os espertos fingem. Neste contexto, abordamos comentários sobre tema do cotidiano, por demais variados como elementos robustecedores e excelentemente real. Discorremos em termos nacionais dos que não fazem os grandes privilegiados para manter os próprios privilégios. Como podem não perceber a enormidade de suas pretensões arrogantes, o absurdo das regalias que se dão? São cínicos e incorrigíveis. Bem entendidos, são incorrigíveis por iniciativa própria. Porque precisam ser corrigidos. E vão ser corrigidos. Mais cedo ou mais tarde. A força da sociedade vai corrigi-los. Não deve continuar assim, com tamanho despudor, tamanho menosprezo pela ética mais elementar, tamanho deboche relativamente a todo o povo brasileiro. Vamos além: triste os sabidos representantes da velha política (que, sobretudo no Congresso, não é fácil sepultar) – entende que o Legislativo pode legislar em favor de si próprio sem quaisquer limitações, sem que suas decisões sejam fundamentadas e coerentes, sem que tenha de respeitar nem a Constituição, nem a ética, nem a razão. Uns destes tristes exemplos o do “surrado” Congresso Nacional que instituiu aberrantes privilégios se o Parlamento pode conceder “muitos auxílios” pode qualquer coisa em seu próprio benefício e o pobre do eleitor frustrado, o pobre do cidadão comum, o pobre do brasileiro honesto que paga impostos esses que fiquem assistindo ao espetáculo das elites e das castas, privilegiadas e presunçosas. No mesmo sentido, muitos membros dessas castas privilegiadíssimas os respeitáveis membros do Ministério Público, começaram a inventar mais outros auxílios e “mal seria” instituir o auxilio corrupção uma forma de formalizar a cretinice! São insaciáveis. São cínicos e incorrigíveis. Ou o país ataca frontalmente essas indecências do Legislativo, do Judiciário e do Ministério Público, ou ainda demorará muito a reforma ética pela qual o brasileiro comum sonha e em quem votou fervorosamente. Não basta, para o Executivo, fazer sua parte, cortar despesas, suprimir milhares de cargos comissionados. Há que pensar no conjunto nacional. Está ele, assim, diante de difícil, porém decisivo dilema: ou bem denuncia claramente essas indecências dos outros Poderes e consegue o entusiasmo popular contra tantas indignidades e o pior o segmento do povão safado é da inconsciência abona tudo.
Antônio Scarcela Jorge.

 

sábado, 10 de outubro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 10 DE OUTUBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
NOSSO PAÍS
FORMALMENTE IMPUNÍVEL
 
Nobres:
O Brasil gerou a imoralidade causa sem escrúpulo quando as instituições e puder constituído se se afirmaram como autênticos deteriorados quando a pandemia do “corona vírus” se politizou normatizando a catinga dessas “criações” além de um povo em sua maioria adora bandidos, como nos últimos trinta anos operou as esquerdas comandada por um condenado formal em vários crimes antecedentes, aliás crimes comuns o grande representante da rapinagem Lula, que ontem afirmou em um de seus trechos (como ouvidos ocasionalmente se audição) que se cansou em enganar o povo e este gosta do alargamento TIN TONES) onde o imperialismo corrupto de instituições partidárias de desfaçamento de centro-esquerda que governou o país e parte da América do Sul onde as figuras patéticas de FHC, um dos símbolos corruptos, José Serra, & Cia; Tasso Jereissati e os transloucados do Ciro e irmãos entre outras pestes que assolaram o país nos anos 90 e, tentam sobreviver o profissionalismo político neste Estado. Neste aspecto sempre está à cidadania ética brasileira que não se locupletou. A minoria desses políticos sensíveis ao apelo da população, jamais largaram e tiraram do abismo previsto e nos últimos anos, sucessivas operações contra a corrupção e irregularidades no serviço público desmontaram esquemas em todo o País. O combate aos desmandos se tornou um imperativo nacional, sendo acompanhado obviamente de perto pela população que exige gestões eficientes, transparentes e, principalmente, probas é que reiteramos. As tentações desses espertos que sempre sobrevivem o náufrago político acompanhado das máfias continentais fazem laboratório ímpar à pandemia vivenciada por nós. Entretanto existem infiltrações em quase todas essas instituições de Estado e até do governo. Referimos-nos a mais “uma célula contagiosa” e, apresentaram o substitutivo ao Projeto de Lei 10.887/2018, em discussão no Congresso Nacional, traz enormes riscos a esse avanço. O texto modifica a Lei de Improbidade Administrativa, gerando, entre outras mudanças, a extinção de atos culposos, mesmo graves. Na prática, pune apenas quando for provado dolo e se o malfeito levar ao enriquecimento ilícito, excluindo inclusive do seu raio de ação a infringência aos princípios da Administração Pública que é aval de dependência do povo. A proposta ainda limita punições como a perda de função pública e de direitos políticos, além de abrandar prazos de prescrição. Alterações que dão margem para a impunidade no País, criando uma série de obstáculos à fiscalização e reparação dos danos ao erário. Além disso, dá exclusividade ao Ministério Público para iniciar ações dessa natureza, aviltando o desempenho das funções da Advocacia Pública. Uma recente decisão do Supremo Tribunal Federal declarou que os procuradores estaduais não precisam de autorização do governador para propor ações de improbidade. Esse julgamento consagrou a unicidade das Procuradorias-Gerais dos Estados e a autonomia funcional dos seus membros, valorizando sua atuação na defesa do interesse público. Assim, o texto do Parlamento, ao retirar essa atribuição dos procuradores, já nasce inconstitucional. É um paradoxo: se o Estado do Ceará, a Lei de Improbidade Administrativa é um dos maiores instrumentos do País contra as ilegalidades e em favor da moralidade administrativa. As mudanças em debate abrirão caminho para a impunidade e tornarão mais difícil o trabalho da Advocacia Pública e do Ministério Público. Evitar esses retrocessos é um dever de todos que acreditam na ética, na transparência, na probidade e em um Brasil melhor no que piora.
Antônio Scarcela Jorge.

 

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 09 DE OUTUBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
O ÓBVIO
DA NEGAÇÃO

Nobres:
Aqui no Ceará não vale as considerações publicadas pelo índice de desenvolvimento da educação onde segundo o governo PT, tudo decorre nas maravilhas onde a educação e a melhor do mundo como referência a cidade de Sobral quando a história do Brasil se iniciou com sua magnífica santidade o condenado Lula, aqui pra nós, sendo referencia mentirosa é o eterno padrão dessa gente. Cansamos de valorizar esses gaiatos. Neste aspecto a realidade é evidente e racional para a sociedade ética, e os canalhas procuram enganar os outros. Foi publicado o (IDEB) cuja referência é bem atrasado em função das avaliações sistematizadas do IDEB. Os resultados desanimadores do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, recentemente divulgados, deixam claro que a educação brasileira precisa mudar. No ensino fundamental houve um pequeno avanço. Já no ensino médio o resultado ficou estagnado em 3,7, abaixo da meta de 4,3. Estudos e pesquisas com jovens brasileiros mostram, de forma recorrente, a falta de interesse pela escola, a defasagem entre o ensino e a sua realidade,  o excesso de disciplinas e a baixa qualidade da educação. O resultado aparece nos indicadores de desempenho, como o citado acima. Diante desse contexto, está mais do que na hora de se pensar numa concepção inovadora  para a educação, iniciando pelo ensino médio, que é a etapa mais crítica, com novo currículo, novo modelo pedagógico e formação integral do estudante, estruturada na ciência, na cultura e no trabalho, para atender as necessidades dos jovens e do Brasil do século XXI. Desde 2008 o Ministério de Educação  vem desenvolvendo estudos sobre a reestruturação e expansão do ensino médio, trabalho que resultou na Medida Provisória 746.  Dentre as vantagens do modelo proposto estão à flexibilização da matriz curricular do ensino médio, de acordo com o perfil do aluno; e a oferta de formação profissional, permitindo ao estudante escolher o itinerário que deseja seguir, a partir do seu projeto de vida. Trata-se de uma oportunidade de valorização do ensino técnico, fundamental para o futuro dos jovens e para o desenvolvimento do País. Segundo pesquisa da New Media Consortium, apenas 13% dos jovens brasileiros de 15 a 19 anos fazem cursos técnicos, enquanto na União Europeia, por exemplo, esse índice é de 50% (fonte: Centro Europeu para o Desenvolvimento da Educação Profissional). A oferta de formação profissional, concomitante com o ensino médio, abre a possibilidade de colocar o Brasil em linha com os melhores sistemas educacionais do mundo. Claro que a proposta pode e deve ser aprimorada, mas a lógica da MP do Ensino Médio vai à direção certa. A escola precisa ser mais atrativa e  mais dinâmica, para formar profissionais e cidadãos mais preparados para um mundo em permanente transformação, mesmo que os oportunistas da ideologia interesseira tentam dar outro segmento onde a politicagem prevalece bem acima da educação.
Antônio Scarcela Jorge.

 

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 8 DE OUTUBRO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PERSPECTIVA
PARA
O NORDESTE
 
Nobres:
é inegável que o atraso do Nordeste deve-se apenas à defasagem de capital humano em relação ao que se encontra no Sul e Sudeste, contanto esse problema decorre da formação histórica das regiões brasileiras como aconteceu nos governos populistas do lulismo, onde a ansiedade é vulgar nesses casos, como sempre são grupos fechados sem o conhecimento das camadas sociais, mas, hoje em dia há um esforço de o governo incorporar da forma devida as políticas necessárias para a efetiva erradicação das desigualdades regionais no Brasil. O principal foco em educação sem roubalheira, não mantém a lógica das políticas anteriores, que não foram capazes de minimizar o Nordeste “do ciclo corrompido em relação à pobreza”. No plano apresentado pelo Governo Bolsonaro, as novas tecnologias assumem papel preponderante. Sendo elas energias renováveis solar e eólica e tecnologia da informação. Nem se fala na infraestrutura de desenvolvimento cujo objetivo foi retomar obras paralisadas nos governos anteriores cuja estratégia dos grandes empreiteiros, políticos corruptos foi uma das causas depositar nos paraísos internacionais, bilhões de reais, cujo alvo foi a Petrobrás e outras estatais que se tornaram referenciais no mundo. É certo que tais prioridades já fizeram parte de planos anteriores e de quase nada de eficácia por razões naturalmente corruptas. A ênfase em recursos hídricos volta a ter destaque nos investimentos em infraestrutura. A única novidade não existente em todos os planos anteriores é a especial atenção às cidades de porte médio. Mesmo sendo com poucos instrumentos para fazer diferença. Como nos demais planos, as prioridades revelam apenas um conjunto de pretensões voluntariosas de técnicos, que passam a acreditar no papel das forças de mercado bastante fragilizadas por governos anteriores da irresponsabilidade do lulismo. Entretanto é real que os instrumentos disponíveis ao setor público em uma economia de mercado não são capazes de resolver todos os problemas apresentados principalmente quando as políticas públicas voltadas ao apoio à população mais pobre tinha uma maneira assistencialista. Entretanto. Isso significa que a superação do atraso relativo demanda a eliminação dessa defasagem, principalmente através de investimentos maciços e eficientes em educação onde as licitações direcionais aos grupos dos governos oligárquicos da região se tornaram emperrado o desenvolvimento da região.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 7 DE OUTUBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
NORMATIZAR O VERDADEIRO ESTADO DE DEMOCRACIA
Nobres:
No perturbado estado em que o Brasil, as malditas esquerdas brasileiras com a sua ideologia de rapinagem predominam como os senhores da razão, arrogantes e prepotentes sob a imperiosa custódia de seu chefe “o senhor corrupção” condenado pela justiça brasileira, cujos antecedentes levaram a prisão, não de agora, mas sim, quando foi preso ainda no Regime Militar, não como preso político, mas como preso comum que a Justiça do Trabalho mandou prender em desobediência os preceitos emanados pela categoria. É inegável que o cidadão de forma majoritária não apoia esse jogo de interesse, e ainda espera a confiança depositada nas eleições de 2018, que manifestou através das urnas o seu conceito de mudanças moralizadoras que o Brasil ainda reclama. Neste contexto, recordamos o limiar dos anos setenta e até agora capitaneados por segmentos e instituições do estado brasileiro, simpatizantes da ideologia castrista, fincada numa ilha das Américas, onde a proteção da mídia oficiosa da rede globo & Cia, organizações criminosas internacionais, governadores dos estados brasileiros do PT, aliados, em sua maioria. Apesar de condenado em reincidência “o santo milagreiro” onde a cultura enraizada na hipocrisia incentiva com a formação original de moleque, que eleva uma vasta folha de serviços prestados a rapinagem corrupta brasileira, nos faz lembrar que alguns safados que foram demitidos do cargo ministerial, obviamente então estavam no poder onde era Presidente da Republica, numa comprovação que algumas dessas pessoas não servem nem pra ele, têm alguma coisa a esconder. Por este lado a chamada normatização imperativo-atributiva da conduta humana porque as demais ordens não têm essa qualidade. Estamos no estado onde o nosso país se expressa à tese das nações globalizadas, onde o Estado é uma criação do homem, pessoa jurídica de existência moral. Diferente da pessoa física, de existência visível. Como organização jurídica não é o criador do direito, mas apenas uma das fontes de sua validade; como sociedade política, tem objetivos essenciais: realizar o bem comum e promover os meios necessários para que as pessoas e as sociedades não políticas existentes sobre o seu território alcancem os seus próprios fins para realizar os objetivos, é investido de autoridade e dispõe de poder; a autoridade, que lhe é intrínseca, confere o direito de mandar e de exigir obediência; o poder, também intrínseco, lhe dá a força necessária para impor essa obediência dentro dos limites traçados pela própria organização jurídica. Com efeito, direito e Estado devem buscar uma integração profícua, a fim de realizar a justiça e ajudar, portanto, a que todos alcancem a sua realização como pessoas, isto que esperamos. A justiça é o fim último do direito, mas de difícil realização e a época a contempla de uma forma. Mas os valores mudaram essa visão de do país e até do mundo que se identificam diferenciados conceitos de justiça talvez desde a antiguidade até a atualidade: mesmo com mutações esquisitas para o nosso conceito de visão, se expressa  a mesma coisa; a cada qual segundo seus “méritos” entre equivocados e interesseiros conforme suas precisões segundo sua posição.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 6 de outubro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 6 DE OUTUBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
DIGNIDADE
EM DESGASTE
 
Nobres
Formar uma nação de homens é tarefa longa e árdua. Antes é preciso eliminar a ratazana que infesta os rodapés dos corredores da política brasileira em razão do fétido corporativismo dos nossos "legisladores", aliado ao objetivo principal de seus mandatos, qual seja, manter e ampliar seus privilégios e dar sustentação para suas reeleições impedem a condução de reformas necessárias e indispensáveis.  O proveito do desempenho de tais senhores nos trouxe desde muito aos dias que vivemos gerando a sua nova metodologia  principalmente a deseducação nas escolas, degradando a qualidade de vida do cidadão e sua família. Se fosse eles não se glorificavam e sim se envergonhasse de ser representantes do povo, mas o caráter tem força de chefe de picadeiro. O mesmo ocorre nas esferas estaduais e municipais, sufocando o Poder Executivo na aplicação de suas receitas nas ações indispensáveis ao atendimento da população que, através do seu trabalho, gera recursos para manter tais senhores e suas alcateias. Presenciamos, nos dias de hoje, todo um cenário irresponsável na condução das indispensáveis reformas em que a cultura em sua maioria bruta promovida pela esperteza desta gente. Por outro lado o forte corporativismo em manter privilégios imorais já existentes em que a Nação se sustenta a partir do cidadão ordeiro. Por outro lado abdicar as pressões do podre corporativismo e de seu íntimo de veleidade em manter suas benesses e suas quadrilhas. A concertação da bagunça que ainda vivemos não se dará com decisões futuras e sim atuais.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

COMENTÁRIO JORNALISTA SCARCELA JORGE - POSTADO ÀS 16:50 EM 05 DE OUTUBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
IMPERATIVO
DA INSENSATEZ

Nobres:
Na realidade estamos em confronto com certos espertos que se dão bem como aquilo que se proclamam “a idade da pedra”. Até porque se coloca a educação com referencia para o povo num descaramento daqueles que ostentam o poder e o povão como secularmente nada direciona e a pobreza é pior de todas. Como disse um filosofo, - que a "educação não transforma o mundo, educação muda às pessoas e as pessoas, então, transformam o mundo". A mudança, de verdade, começa de dentro, com muito mais "sim" do que "não", com atitude. Não podemos negar que vivemos em um país onde a saúde de qualidade não está ao alcance de todos, e a pandemia da Covid-19 veio para intensificar isso, apesar de tentar enganar principalmente no nosso estado do Ceará PT, é revência no planeta e a maciça humanidade manobrada acredita, hoje mesmo, uma cidade vizinha está sendo manchete estadual, onde a estrutura física e funcional, professores, não capacitados para esse tamanho. A publicidade só se compara aos doutorados. Ao mesmo tempo é contração latente, gestor menospreza e ironiza, não cumpre com o dito onde espalha a sua arrogância, e pior o povo de um melhor poder aquisitivo se vende como fosse, ou melhor, escravo aos seus próprios interesses e compartilha com o esperto. Indagamos: Onde está sensibilidade de um povo, poucos se atreveram discordar, obviamente fazer oposição e em contrapartida foram agredidos? Antes até foram aliados e incorreram em agressões suntuosas um normativo contumaz daquela gente. Hoje esqueceram tudo, estão aliadas, pessoas que jamais imaginarmos proceder desses gestos. É a cultura da insensibilidade e do descaramento. Para se generalizar vamos além: desde os grandes até os pequeníssimos municípios brasileiros onde a pandemia é eloquente, mesmo antes, não há leitos suficientes em unidades de saúde, também não há medicamentos, não há materiais suficientes. Por esse motivo, utilizamos o que podemos nos protegemos com o possível e optamos por meios alternativos e eficazes, como os descartáveis, como forma de mantermos o vírus distante. Vamos aos descartáveis, sacolas plásticas, produzidas pelos EUA, onde os esquerdistas safados tudo protestam, antes proibindo a sua emissão tudo em defesa do meio-ambiente! A mesma matéria-prima que te protege em casa, embala com higiene os alimentos no supermercado, está também dentro dos hospitais, nas seringas, nas bolsas de remédio e sangue, nos tão falados respiradores e nos EPIs, que mais uma vez protege médicos e enfermeiros. O exemplo das sacolas plásticas, já tão criticadas, mas que ganharam valor nesse período de pandemia, mais uma vez como um item de proteção. Muitas pessoas as utilizam, inclusive, na falta de luvas, para ir ao mercado com segurança e realizar outras tarefas do cotidiano. Isso que não falamos em copos, talheres, canudos e outros descartáveis que evitam a contaminação. O fato é: proibirmos os produtos será mais eficaz do que educarmos a população ambientalmente? Quando a falta de consciência do ser humano será, então, proibida? É natural a falta de senso desta gente.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 05 DE OUTUBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
RECONHECER
A VERDADE
 
Nobres:
Esta história de utopia que cuidar das pessoas e depois cuidar da economia. Cuidar da economia é cuidar das pessoas também. Economia real ė comida no prato do povo. Alguém do campo democrático precisa aparecer com uma alternativa que não seja o simplesmente "fiquem em casa". Alguém precisa desmascará-lo falar claramente em renda mínima, em expropriação dos lucros dos bancos para distribuição universal de renda. Mas ficaram “só no fica em casa, fica em casa". Uma propaganda midiática dos governadores do PT, um desses é o daqui, que engana e a população agradece vivenciado aos seus interesses, rico ou pobre, tudo é a mesma lastima que nos direcionassem o inicio dos comitês municipais, onde políticos que buscam suas eleições e literalmente pior descartaram as suas próprias recomendações e “caíram na gandaia” sem pudor! Fique em casa obedecendo às imposições durante a pandemia que ainda ceifa vidas, e daí, nem eles se por acaso sejam vítimas dessa pandemia, é algo real, vão embora do mesmo jeito, eles não dão valor a própria vida. Há um adágio que “o justo paga pelo pecador” é real e obviamente incontestável. Enquanto uma senhora nos recriminou: “só Deus perdoa”, e ao mesmo tempo santifica os super-deuses da politicagem que decretaram informalmente o fim da pandemia! O senso crítico é igual só os covardes se recolhem no âmbito da bajulação. Neste contexto á fé na safadeza, recolher em quarentena não por determinação destes esquerdistas que arrotam a verdade e, enquanto as pessoas comem como? Bolsonaro, politicamente está dando um banho nas esquerdas, segundo eles, a fala de Bolsonaro contraria as recomendações da Organização Mundial de Saúde em sua maioria esquerdista também, afirma que, se os contatos não forem restringidos, o Brasil verá casos de Covid-19, a doença causada pelo coronavírus, dobrarem a cada três dias. Mas Bolsonaro passou por cima de tudo isso e foi à TV apresentar-se como defensor da renda e do trabalho do cidadão. Enquanto isso, do lado deles, só discorrem em quarentena, em isolamento. Alguns destes esquerdistas afirmaram publicamente que não existe cuidar das pessoas e depois cuidar da economia. Ora, cuidar da economia é cuidar das pessoas também. Economia real ė comida no prato em que segmentos sentem-se a cruel realidade.
Antônio Scarcela Jorge.
 

domingo, 4 de outubro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 04 DE OUTUBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
GRAFITOS RACIONAIS
 

Nobres:
Neste confinamento imposto pela pandemia da “Corona Vírus” é salutar que estamos ocupando o nosso preciosíssimo tempo para empreender conteúdos opinativos dos mais variados, desde segmentos espertos, intelectuais esquerdistas, o pior gerado pela pandemia que se continue um germe bem maior do que o tempo que vivenciados. Alias não vamos se importar com o bodejo dessa gente que se posiciona de acordo com as suas conveniências, rico ou pobre não há distinção, generaliza o mau caráter, olhar desta gente diz tudo. O Brasil da “gente fina” é assim, um sujeito que ontem era direitista e de repente passou a esquerdista e “vice-versa” esses sim, uns patéticos a venda de seus interesses, “embastecer” o dinheiro é a forma de indivíduos. Passar a largo quando antes dizia ser amigos, eu dou graças a Deus, essas pessoas serem meus inimigos é uma forma de expressar a falta de caráter. Deus trouxe a dádiva que mostrar certos indivíduos em função Das eleições municipais e a pandemia, pensam ser transitórios e depois, pensam que tudo voltará ao normal e o orgulho podre e que tentam se ocultarem na pobreza de espírito e financeira, currículos criminosos como se toda história tomou conta do esquecimento. O que nos interessa é a raiz da questão que de pronto expomos: a nossa questão mais elevada é que atinge a todos nós, estamos em um novo mundo globalizado, e os espertos acostumados a andar de “braços dados”!!! - aí ma pandemia revelou a transparência em andar de braços dados, uma mentira bem a modo da hipocrisia, cumpre com as mãos cerradas revela mais uma reinante neste País da corrupção e generalizado pelo disfarce. Nesta questão de andar de braços dados a infecta politicagem também disfarçada vivencia e morre, apodrecem em vida e sabiamente que a raiz da questão é outra, pois ao longo de nossa história e até o ano de 2015, o Estado brasileiro enfrenta sério problema fiscal, tendo, ano após ano, déficits crescentes. E desde então, e mesmo antes, medidas têm sido adotadas para tentar solucionar o problema. E inegável que algumas tiveram como foco a redução de gastos do governo, aliada à manutenção da margem de lucro das empresas que por imposição dos governadores petistas e aliados, fecharam indústrias e comércios. Contudo, se podemos dizer que o Brasil está doente, o tratamento adotado tem sido o de atacar os sintomas. A raiz do problema, entretanto, continua intocada. Se estes são sintomas, caberia, então, perguntar o que tem provocado os déficits do Estado! Tomaram medidas incabíveis e irracionais em proveito de uma ideologia similar no mundo inteiro. Parar a economia em defesa da vida, que não se aproveitaram de resultados positivos quando o alvo seria promover a politicagem barata investimentos vultosos na mídia, enganar os abestados que se consideram espertos e intelectuais. É de se perguntar o porquê dessa insistência, já que as medidas adotadas até agora não chegaram nem perto de resolver o problema. Se a questão que o Brasil enfrenta é de estagnação econômica, isso significa que não há motivação por parte do empresário para investir, fazer girar o ciclo de negócios. Como consequência, a arrecadação de impostos diminui, e o caixa do governo encolhe e a consequência é produzida de pronto e a origem do problema, então, claramente, não está no déficit de governo é muito mais consequência do que causa da estagnação econômica. Não precisamos ser economistas está à luz da razão e direccionalmente, sentimos o impacto.  O governo e boa parte da sociedade, entretanto age na ilusão de que a simples redução de gastos do Estado levaria ao crescimento econômico. Todavia não há exemplo, no mundo, que comprove tal crença. Os países que venceram situações de estagnação econômica tiveram sempre, em comum, uma atuação determinante do Estado, como orientador, e, mais do que isso, indutor do crescimento. Em circunstancia motivar o investimento privado, a simples redução de gastos do governo em nada contribui. Ao empresário, é preciso que haja perspectiva duradoura de lucro, e isso só virá quando perceber seus estoques diminuindo, ou seja, quando houver um crescimento nítido se não optará por solução eloquente.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 3 de outubro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 03 DE OUTUBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
MOMENTO
NO BRASIL
 
Nobres:
Neste mundo brasileiro da ironia, da impunidade, da violência da corrupção e da esculambação reinante onde o interesse sobrepõe a falsa democracia segundo o nefasto STF cujos majoritários apelidados de magistrados com afeição lulista onde os maiores segmentos da sociedade cidadã há muito reclamam pelas suas ações intencionais que uma só “tacada” em prol da pandemia mudou o sistema de estado e de governo.  É deprimente neste caso em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), na Praça dos Três Poderes, em Brasília, a estátua de olhos vendados esculpida por Alfredo Ceschiatti tem como nome aquilo que representa: a Justiça. De espada sob o colo, a imparcial dama de pedra posa todo dia para fotos de turistas e formandos de Direito e ainda é convocada a protestar com faixas contra injustiças, muitas delas praticadas por juízes que compõem o plenário ao seu fundo. Além da icônica escultura, tornou-se também popular a célebre frase de Ruy Barbosa, repetida hoje nos quatro cantos do País: "A pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer". O povo sabe que nesses tempos obscuros até ações em favor de um País melhor são violadas por usurpadores de toga, que corrompem a sua instituição com interpretações forçadas das leis, mostrando que os fins justificam os meios. Inaceitáveis decisões monocráticas que violam a Constituição, as leis e o respeito aos demais Poderes ocorrem cotidianamente, enquanto dormitam nos escaninhos dos tribunais superiores processos envolvendo criminosos notórios. Em adição, jurisprudências são alteradas a cada composição dos tribunais. Pleno em exorbitância, o STF amplia o seu descrédito. Após provocar revolução nos costumes, investigando, indiciando, julgando e condenando centenas de importantes políticos e empresários, a Operação Lava Jato seguia sua missão com independência e transparência, sempre submetida a corregedorias e tribunais superiores. Mas, repentinamente, ela passou a ser acusada de procedimentos irregulares e abusos, enquanto o inquérito sobre supostas notícias falso (este sim ilegal) avançava. É tudo surpresa ao assistir à ascensão da ditadura do Judiciário. Com o inquérito ilegal, um dos tantos exemplos, confirma-se o arbítrio e nega-se o óbvio conhecido até pela estátua de Ceschiatti: uma pessoa não pode ser ao mesmo tempo, investigador, acusador e julgador. A posse do ministro Luiz Fux na presidência do STF dá esperança de que as coisas possam melhorar principalmente no tocante ao combate à corrupção. Neste aspecto ainda resta o apoio dos cidadãos conscientes, protestamos às crescentes práticas autoritárias. Enquanto ministros da Suprema Corte levam adiante seu desprezo pela Constituição, a Lava Jato deve sobreviver ela está com o apoio dos brasileiros e não com anarquistas, esquerdistas/lulistas com mentiras de patriotismo, se enganam em sensibilizar a nação e sempre foram derrotados em chegar a hora em alusão. A história é retórica.
Antônio Scarcela Jorge.

 

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 2 DE OUTUBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
O IMPERATIVO
DA INSENSATEZ
 
Nobres:
Dizem os filósofos que o conhecimento e a melhor compreensão da realidade e, tais recompensas fornecem a liberdade e a independência intelectuais, que nos permitem sermos donos das nossas próprias decisões, buscando a felicidade pelos nossos meios e sendo responsáveis por todas nossas escolhas. Torna até senso de humor, embora prejudiciais àqueles que se expressam na liberdade de expressão em que a Constituição estabelece e tem por aplicação os normativos das Leis quando extrapolam sua responsabilidade e consequentemente criminalizam esta espécie. Um bando de governadores especialmente o daqui, na sua arrogância e ou influenciado por uma corrente política em decadência, que insulta seus antagonistas políticos sendo produzido como eles acentuaram na escolha de seu sucessor “classificado como um poste para vencer as eleições, enviou uma proposta e formalmente aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado, uma lei semelhante do regime militar (instituindo o fake news) como referencial os atos de exceção, como o AI 5, substituído hoje por medidas provisórias, impeachment etc.,  pelo passado de um regime de combate a eles mesmos no sentido de reforçar a anarquia reinante naquele época. Ora, copiar é regra de quem faz nada de produtivo e racional, direcional ao exercício de cidadania que ora deprime o nosso País.  Na luz da verdade, tanto se fala em fake news e na possível criminalização delas que nos esquecemos da existência da premissa do pensamento independente, a necessidade de questionar tudo o que é dito e de sempre buscar a veracidade das coisas, não apenas no dia 1º de abril. A liberdade de expressão, que devemos defender com dentes e unhas, inclui a permissão de emitirmos qualquer opinião, e cabe ao indivíduo analisá-la para tomar a decisão de aceitá-la ou não. Ideias ruins se combatem apenas com ideias boas, e estas não requerem o uso da coerção. Censurar ideias ruins ou discursos intolerantes, se condena uma atitude, apenas mascara a possibilidade de enxergarmos os indivíduos como eles realmente são, desaprova o debate a uma pobreza intelectual de impedir uma concorrência no mercado das ideias e penaliza as pessoas a viverem sob um nebuloso véu de um mundo pretensioso e sem contrapontos. A liberdade de expressão consiste não apenas na sua autonomia em defender aquilo que você acredita, mas também defender a manifestação de todos indivíduos, inclusive daqueles que dispensam o uso da razão. Repetimos a lei é punitiva, apenas o indivíduo é responsável pelo seu consumo de informações e sobre a decisão própria de seguir boas ou más opiniões. Ideias ruins podem vencer no curto prazo por afluências que ignoram a busca por conhecimento e que procuram uma bengala intelectual personificada em formadores de opinião que advogam pela imoralidade e pelo tolhimento de liberdades individuais; já as ideias boas sempre vencerão em longo prazo, desde que as pessoas atinjam a maturidade de lutar pela sua independência intelectual. É assim que funciona em um livre mercado e é assim que funciona a meritocracia de fantasias e não insistam intelectuais baratos neste alucinado juízo.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 1º DE OUTUBRO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
ADJUDICAM  ENSINO HABITUAL
 
Nobres:
É evidente que os excessivos decretos do governador do Estado um dos quais retornaria as aulas presenciais com data marcada, comprovou que ações planejadoras de sua equipe, que são por eles “considerada a melhor do mundo, não é tão lá essas coisas que eles sutilmente publicam. Todo mundo sabe que a retomada da “Corona Vírus” com vítimas fatais em algumas regiões do estado do Ceará (unidade da federação) se tornou mais intensa quando a regra petista é negar e criar dados imaginários e por outra confundir com as estatísticas reais e fantasiosas. Com a reação principalmente do povo eles retroagiram. Com esta intempestiva ação, seria de uma hora para a outra, professores teriam que “replanejar” as rotinas de suas aulas, relacionando-se presentemente com os estudantes. Difícil encontrar ocasião em que o segmento da educação precisou aprender tanto e em tão pouco tempo. Ao longo das duas últimas décadas, o ensino a distância que na ânsia da paternidade “apelidaram de virtual, remota e outro adjetivo”. Aproveitando a pandemia viral politiqueira e imoral, a força seguiram os passos do mundo avançado quando não aceitavam o ensino presencial pela razão deles onde os repasses alimentavam estados e municípios, instituíam o transporte escolar para os alunos cujo objheti8vo alimentavam os cabos eleitorais, vereadores e deputados, ora estes indivíduos focalizavam o povo tão somente nos seus subsídios, representações, diárias, ajuda de custo, auxílio paletó, entre outras roubalheiras que “embutiram” numa forma legal nas Constituições dos Estados e Leis Orgânicas Municipais, numa prática legal e, porém imoral. Que País é este? Ainda com referência a educação presencial e virtual é contraditório que esses gestores pularam aquilo que se prevê o futuro, hoje, a guarda de seus interesses em sua maioria corruptos. A pandemia, contudo, não deixou escolha: se práticas de ensino remoto não fossem implementadas como alternativa às aulas presenciais suspensas, a função de escolas e Universidades deixariam de acontecer durante tempo indeterminado. A necessidade de isolamento, contudo, repercutiu de maneiras distintas nas redes pública e privada. Dispor de computador e internet para a realização de estudos é uma realidade para diversos estudantes brasileiros. Na rede privada, a infraestrutura de acesso dos estudantes ao ensino remoto não foi propriamente uma barreira a vencer segundo os intelectuais acima de Deus esquerdistas que habitam aqui, sem nenhum senso pátrio e anárquico querem resistir. Ao contrário: escolas com recursos tecnológicos deficitários puderam se beneficiar do acesso das famílias à internet e aos seus próprios computadores, retirando das instituições de ensino a responsabilidade por eventuais sobrecargas às suas redes de dados. Isso significou certa "igualdade de condições" entre as escolas privadas e que é possível deixar a leitura de textos e as listas de exercícios para fora do tempo da presencialidade coletiva. E mais: que as tecnologias educacionais se mostram eficientes para apoiar tarefas repetitivas dos professores. Boas escolas serão mais facilmente reconhecidas após a pandemia, não mais pela estrutura física, mas, pela forma como integrarão as novas tecnologias, garantindo a melhor efetividade dos momentos presenciais. Reiteramos; só os esquerdistas se explodem e criticam este conceito, a cada dia estão caindo no desvisto.
Antônio Scarcela Jorge.