sexta-feira, 15 de maio de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 15 DE MAIO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DIVERSA MODALIDADE DA CORRUPÇÃO NO BRASIL

Nobres:
A epidemia difundida em todo mundo causando milhares de vítimas fatais no planeta aqui no Brasil acarretou à uma antiga mazela brasileira: o ativismo judicial produza não apenas sobre um determinado brioso, mas sobre todos os brasileiros, diante do alcance cada vez maior das decisões que deveriam ser tomadas apenas por parte de quem ficou com o compromisso constitucional de executar as diretrizes de Estado: o Executivo. Afinal, se por um lado o presidente da República se articula as “desgraçadas” esquerdas aliadas as esses asseclas desde que gerou tentam emperrar a capacidade de gestão para suprir as necessidades da população dão esses safados e sem pudor. Como a política de Fidel Castro sempre tentou caminhar para o imperialismo político há mais de cinquenta anos quando satélite da falida União Soviética, aqui no Brasil com o lulismo, um corrupto manipulado pela esperteza de certos intelectuais, ou pior terroristas no passado, como o modelo do socialismo frustrado desde o século passado disfarçaram  “como fora do cunho governamental” mas é uma mentira se interver no estilo ditatorial, criaram as ONGs para cada vez se imperar. Este movimento com grande profusão ocorreu nos anos 90 que por vezes encenavam substituir o Estado, fazendo com que serviços básicos chegassem a certas camadas da população e além de ser também uma solução à moda do jeitinho brasileiro agregada ao “dicionário político brasileiro”: corrupção. Sobre o STF, entra nas questões de alcova do Presidente da República, é uma aberração vulgar jamais imaginada em nossos dias. As decisões do governo nas esferas municipal, estadual e federal e verdade, expõe a fragilidade da harmonia entre os Poderes projetada pelo um poder da República. Hoje, mais do que nunca, é necessário olhar atento para distinguir o que é Poder e o que é dever, para que este, ao final, sempre se sobreponha àquele. Por outro lado às esquerdas simpatizantes do condenado duas vezes pela Justiça por corrupção e fraude ao erário, que Lula volte exibindo a espada da retaliação. É um delírio infundado ao deitar no âmbito da “imaginação” e no infinito sonho infernal.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 14 de maio de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 14 DE MAIO DE 2020


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CONTUMÁCIA INSÓLITA

Nobres:
Nos tempos de crises de indecência politica e de pandemia de vírus, que no momento assola o Brasil, todo e qualquer cidadão conciso de seus deveres, exceção dos anarquistas procuram dominar todos os setores da nação mesmo sendo “neófito” em economia, saúde, educação, elos essenciais para minimizar soluções. Na quarentena imposta por segmentos do poder de mando, estudar é norma para se instar no período em que estamos em casa. Na razão que encontramos é de plena gravidade da “corona vírus” os políticos corruptos inclusive o desacreditado STF estão preocupados nas atividades intimas do Presidente da República quando impõe sem necessidade de um resultado da “Corona Vírus” exigida a pessoa do Presidente da República; uma papagaiada incomum a patifaria mudando informalmente o princípio constitucional onde o Presidente da República como Chefe de Estado e de Governo quando o primeiro mandatário da nação tirara do poder a sua inferioridade dos governadores dos Estados e Prefeitos Municipais. Como no impetuoso pluralista interpretativo que a Constituição lhes concebe, Demudou informalmente a FEDERAÇÃO DA REPÚBLICA, como hipoteticamente “REPÚBLICA DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS DO BRASIL”. Porque a razão de atribuir individualmente o Presidente Bolsonaro? A resposta dos segmentos éticos da sociedade que vem protestando em todo Brasil, onde o Presidente tem o seu aval em função de ser sido eleito em eleições diretas e limpas na última eleição presidencial. Surpreende-nos o STF não observar os preceitos constitucionais dentro do Palácio da Justiça, onde excelências jamais foram magistrados, com exceção rara, e se foram levados para indicação da Corte, foi dentro de um contexto político de quem indicou, e o pior com os seus currículos comprometidos para o exercício de cidadania. Paralelamente programado as crises geradas por setores de oposição em todos os segmentos, agregadas as categorias da academia profissional, o intelectualismo aproveitador e a pandemia da “corona vírus” foi o melhor para esta gente. O presidente da Republica deixou transparecer em duas vertentes: A saúde sanitária do povo e os efeitos da economia que bate a porta de cada cidadão brasileiro. No Brasil, o cenário de incertezas gerado pelo avanço da doença trouxe prejuízos para os pequenos negócios que atuam principalmente no mercado internacional. Mais uma preocupação, mas é preocupação, não é embromação daqueles que torcem o pior que melhor. Estamos vivenciando a alta do preço dos insumos e da cotação do dólar, bem como a dificuldade de alguns segmentos exportadores de encontrar mercado para itens de consumo considerados não essenciais, o governo e empreendedores terá que uma elevada capacidade de negociação com clientes e fornecedores. Para os pequenos negócios importadores, a falta de insumos é uma das maiores preocupações, em especial para as empresas que atuam na indústria de base tecnológica. O presidente tem por seguir o racional adietaria como a melhor forma de enfrentar o problema seria negociar prazo, preço e entrega com fornecedores com os quais já existe um relacionamento bem estabelecido. A alternativa será encontrar novos parceiros e ofertas buscando simultaneamente fornecedores do produto no mercado nacional. De acordo com técnicos de agronegócios as empresas precisam planejar seus recursos para o fluxo de caixa, a logística de entrega dos produtos e até mesmo com a fiscalização de produtos perecíveis pelos órgãos responsáveis em cada país, uma vez que a operação no mercado internacional tende a ser mais complexa. Apesar dos receios dos produtores, há demanda tanto no mercado interno quanto externo. Existe uma grande necessidade por insumos relacionados à alimentação, por exemplo, tanto no Brasil quanto fora. Com a queda na produção, existe um mercado a ser explorado pelos pequenos negócios. Então, cabe aos empresários buscar novos compradores, oportunidades de vendas, parcerias e negociações. Nessa hora, o produto de qualidade pode se destacar. Por este lado o Governo Bolsonaro, por meio da Câmara de Comércio Exterior, do Ministério da Economia, anunciou que foi zerada a alíquota do Imposto de Importação de equipamentos de proteção e higiene, como vestuário unissex de proteção, máscaras de papel/celulose, sacos de eliminação de resíduos de risco biológico, dentre outros itens. A medida faz parte de um conjunto de ações que vêm sendo adotadas pelo Brasil no enfrentamento à pandemia do Covid-19. Trabalho e dignidade é o lema de quem procura desenvolver o Brasil.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 13 de maio de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 13 DE MAIO DE 2020 (POSTADO ÀS 10:18 H)

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CONCEITO DE VIDA

Nobres:

Orientamos a nossa vida (graças a Deus) distanciada desta gente que desde o inicio dos anos cinquenta (SÉCULO XX) década em que nasci onde se (Dês) estimava o conceito do orgulho e a discriminação embora estas pessoas de alta projeção perante a sociedade, padecem no paraíso, uma generosa qualificação daqueles que são testemunhas vivas. Neste aspecto a universalização da embromação tornou-se regra neste País não sei se foi abençoado por Deus, quando à mídia, não é de agora, “mapeia o elementar” O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, que é médico ortopedista, saiu clamando por “ciência, ciência, ciência. Decreta, uma nova moda dos governadores do nordeste, mais de São Paulo e do Rio de Janeiro tem por outro objetivo bastante conhecido: ou derruba “a corona vírus ou tem a clara intenção de derrubar o Presidente da República”, onde se viu o Presidente da República como o maior mandatário da nação ir depor como marginal na Polícia Federal, só no PT de Lula e “companheiros podem agir assim” é uma tiriricada comum um palhaço que virou filósofo neste desacreditado País por seus mandantes que impera a corrupção. Falando na anarquia política e referência da “Corona Vírus” onde entra a ciência nessa pandemia? Médicos que estão na linha de frente do combate ao vírus não são cientistas, a menos que sejam também pesquisadores. Os cientistas estão, de fato, nos laboratórios de universidades e entidades privadas, onde há uma corrida pela vacina contra a Covid-19. A medicina é uma prática cujo objetivo é o cuidado dos doentes e a prevenção das doenças. Trata-se de um trabalho fundamental em qualquer país, principalmente durante uma pandemia como a que enfrentamos agora, mas nenhum ortopedista ou cardiologista pode falar em nome da ciência. Muito menos alguém como o diretor-geral da OMS, cargo a que chegou através da política e com o explícito apoio da ditadura comunista chinesa. Nenhum médico, dentro dos hospitais e centros de saúde, tem tempo e formação para pesquisar novos medicamentos. O que os médicos fazem é ministrar remédios que podem ou não curar os pacientes, de acordo com os protocolos da medicina e dos órgãos de saúde, além das práticas cirúrgicas. E aqui nestas aldeias até auxiliar de enfermagem, entidades religiosas aconselham e determinam o que seja feito nesta pandemia. Senhores e Senhoras, não tem conhecimento ao não ser ouvir o que falam diversos segmentos e repassam a população como forma de esperteza para sustentar o cargo público. Me desculpem, usar desta forma é prova medíocre. Neste momento nada de realmente novo existe que não seja resultado de pesquisa científica. A ciência e a tecnologia revolucionam permanentemente todos os setores: social, econômico, político, militar, industrial, além de cultural e intelectual. É necessário reconhecer, porém, que, apesar de todos os avanços, o modo científico de pensar ainda está longe de ser universal. A tecnologia já conquistou os corações, mas a ciência não alcançou as mentes. O fato é que a cultura científica, de que o homem necessita para compreender o mundo em que vive e nele sobreviver, não se consolidou nem mesmo nos países economicamente mais avançados. Estamos fadados à leitura neste período de quarentena imposta, no que trás de bom para os nossos estudos, entre os demais, a Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAS), em seu ambicioso “Project 2016”, são pressupostos dessa cultura: familiarizar-se com o mundo natural, reconhecendo sua diversidade e sua unidade; entender os conceitos fundamentais e os princípios científicos; perceber a inter-relação entre matemática, as ciências e a tecnologia; levar em conta que a ciência e a tecnologia são empreendimentos humanos e, como tais, sujeitas a erros e limitações; e, finalmente, adquirir a capacidade de pensar de acordo com as exigências do rigor científico. Podem me detestar: nas fronteiras deste pequeno mundo das barreiras é um fenômeno é o natural, agradeço muitíssimo, sabendo que o meio e o fim se transformarão em agradecimentos. Rotineiramente temos dito.  
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 13 DE MAIO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
NO PICADEIRO EM ACHAQUE

Nobres:

Inusitada é a pandemia política gerada pelos irresponsáveis do lulismo, no nosso modo de acrescentar nem passo a discorrer em que o Brasil não existe esquerdista, mas elementos encachados no poder escolho pela acunha de “corrompestes” um “doutorado” corrupto que fizeram o país a desordem e a bagunça sedimentadas pelos Três Poderes da República. Em consonância com os ditames da Constituição onde o pluralismo interpretativo dessa gente, diante de uma pandemia da “corona vírus” – caiu como uma luva – deixou a vontade para quem produz o corporativismo em todos os setores. O Brasil é ímpar e não só é campeão do mundo no futebol (pentacampeão) nos setores o que mais de nojento na face da terra. Entre milhares de safadezas umas delas é a economia globalizada entre as demais nações. O país que passou boa parte da história recente preocupado com a inflação seja com a hiperinflação finalmente controlada pelo Plano Real, seja com os episódios recentes de inflação alta gerada pela política econômica irresponsável do lulopetismo, manter o IPCA sob controle vem sendo algo a comemorar, já que a inflação não deixa de ser algo perverso, que destrói o poder de compra da população, especialmente a mais pobre, que não tem como se proteger da alta dos preços. Olhando por essa lente, a deflação registrada pelo IPCA o recuo dos preços em 0,31%, o maior desde agosto de 1998 seria um bom sinal, caso não fosse, na verdade, o primeiro indício de que o país pode viver um ciclo de “má deflação”, sintoma de uma doença grave na economia. A deflação brasileira em nada tem a ver com aquela verificada em outros países, como o Japão, com sua cultura de poupança de tão acostumados a verem os preços caírem, os japoneses muitas vezes adiam suas compras quando podem fazê-lo, o que leva a preços ainda mais baixos pela demanda fraca. A consequência de médio e longo prazo é uma economia estagnada, ainda que o fenômeno acabe por beneficiar os mais pobres, funcionando como uma espécie de transferência de renda. O caso brasileiro foi o de uma redução simultânea e súbita tanto da oferta quanto da demanda, causada pela pandemia do coronavírus. Ressaltamos os que nos dá a leitura desse comentário, já viram essas “tiriricadas” comentadas disfarçadamente por esses elementos aventurar-se, na esperteza de quase todos especialistas de várias categorias acadêmicas: principalmente os “doutores em economia que adoram o lulismo”? - de político safado e corrupto, reitero dispensamos comentar-! Esses elementos discorre o inverso, sensibilizando o terrorismo para segmento do povo em contradição e sente-se acreditado e até venera e santifica esses cabreiros. Esta história até agora não teve fim.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 12 de maio de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 12 DE MAIO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
LEMBRAR OS ESQUECIDOS

Nobres:
Em presença da realidade exposta pela crise sanitária, chamamos atenção para o poder público presente que sucedeu principalmente o atual Presidente da Republica, eleito pelo voto universal dos brasileiros, (genericamente alfabetizados ou não) e empossado pela expectativa de uma minoria “da ideologia” à que não se conforma do resultado das eleições passadas, expressa essa mutação, conforme a cultura política dos corruptos interesseiros em quase todos os segmentos. Neste contexto, ora no presente que na visão cega dos lulistas onde seus governos corruptos se deliciavam diante dos mensalões, da Petrobrás, de queimas de arquivos entre outras ações satânicas contraditoriamente abençoadas por religiões, a católica principalmente, que sempre abrigou terroristas em nome da igreja espalhando nas pequenas comunidades rurais neste país desde os anos sessenta do século passado. Em outro contexto, é fato ao deparar-nos com políticas tão frágeis quanto o sistema público de saúde ambos, subfinanciados há décadas pelos sucessivos governos, antes e depois da redemocratização do país. Nesse quadro sombrio, o contingente de treze milhões e quinhentos milhões de brasileiros que vivem na extrema pobreza, com renda mensal de apenas receberão mais de cinco milhões de pessoas, novecentos mil vítimas a mais do que na crise econômica que permeava os governos lulistas & laranjas. Segundo ele, a crise que estava rondando em todo o continente não passava de uma “marolinha”. Os esquerdistas agregados ao lulismo fingiam não perceber que a maior parte delas que estão concentradas no Norte e no Nordeste, regiões que têm bolsões de miséria e precários recursos para suprir as necessidades da população e resgatar esses desvalidos. A Covid-19, que se alastra pelo país em ritmo frenético, deixando mais dezenas de milhares de mortes pelo caminho, conforme as estatísticas denominadas por eles que se tenha uma “causa morte” inconsistente, tirou da invisibilidade mais de setenta milhões de brasileiros, que buscam o auxílio emergencial de seiscentos reais pagos pelo governo federal. Essa parcela da sociedade supera em seis vezes a população de Portugal e vinte vezes a do Uruguai. Reiteramos são estatísticas deles. Passada a crise epidemiológica, o processo de reconstrução do país se eleva o que o governo atual está fazendo, a investimentos em setores que sempre receberam atenção do governo, também ter foco econômico. A visão financista e concentradora de renda não poderão continuar prevalecendo onde nos governos de então, desde a era FHC, se omitiram cujo grau de irresponsabilidade foi real e agora consequente. Diante da realidade exposta pela crise sanitária, não dá para o poder público ora no presente que na visão cega dos lulistas onde seus governos corruptos se deliciavam diante dos mensalões, da Petrobrás, de queimas de arquivos entre outras ações satânicas contraditoriamente abençoadas por religiões, a católica principalmente, que sempre abrigou terroristas em nome da igreja espalhando nas pequenas comunidades rurais neste país desde os anos sessenta do século passado. A essa parcela de brasileiros faltam educação, saúde, saneamento básico, água potável, emprego e vida digna. Como bem lembrou um dos economistas renomado sobre o período pós-pandemia “será a oportunidade de transformar o Estado cartorial em favor do povo”. É que esperamos sim do atual governo que administra gestão em pouco mais de um ano, e dos futuros governos. O passado parece os esquerdistas foi riscado do mapa do Brasil.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 11 de maio de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 11 DE MAIO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
BUSCAR OS ZOMBETEI
ROS

Nobres:

O presidente Jair Bolsonaro acompanhado por ministros e um grupo de empresários atravessou a Praça dos Três Poderes rumo ao STF; espantou principalmente os anarquistas. O agendamento, feito às pressas, levou o presidente do STF, “um santo” segundo descreve um advogado esquerdista bastante conhecido em Pernambuco, a organizar uma reunião em que nem todos tiveram lugar para sentar-se. É palhaçada receber o Presidente da República sendo proibido por qualquer  indivíduo como ele. A presença dos representes de variados segmentos industriais seria capaz de reforçar a dimensão do problema da economia em função de fatores principalmente a “corona vírus” e a paralização parcial das atividades em quase todo o país. Em março, a produção caiu em comparação com fevereiro. Nesta oportunidade o Presidente da República reuniu setores da economia em particular para verificar a saída medidas seguras e graduais para a retomada sustentada da economia. Em pronunciamento no STF, Bolsonaro frisou a apreensão do setor com o isolamento social e a perspectiva de aumento por causa da aceleração da pandemia. Segundo nem sabe se respondeu pomos em dúvida deste bando que o Presidente do STF embasado no interpretativo constitucional onde seus pares dão as “cartas” se eles interessam: que à volta ao trabalho não é atribuição da Justiça. Devem ser compartilhado com Executivo, governadores e prefeitos. Na ótica do Presidente da Corte constitucional, o princípio da República Federativa do Brasil mudou para outro sistema de governo, formatado por eles mesmos onde as unidades federativas (Estados e Municípios) por seus governadores e prefeitos tem o império das decisões não sobpostas a esse infame interpretativo onde na prática se interpreta: “REPÚBLICA DOS ESTADOS E MUNICÍPIO DO BRASIL” Os bandoleiros apelaram para histórica edificação dos três poderes da república, segundo “anedota dele” transformada em sonho, Lucio Costa (in memoriam) seu projetor disse a eles que posicionou os prédios do Legislativo, Executivo e Judiciário com a mesma distância um do outro para deixar clara a igualdade dos três pilares da democracia. Independentes e harmônicos, definido na Constituição, neste caso se interessar o ordenamento constitucional desprezado e aclamado conforme a sádica interesseira e de esperteza, felizmente frustrada por esta gente e se for possível chamar.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 10 de maio de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 10 DE MAIO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CONFLITOS PERMANEN-
TES

Nobres:
Terminada a segunda guerra mundial há setenta e cinco anos, facções ideológicas são permanentemente acossadas quando um louco o austríaco Hitler que governou a Alemanha neste conflito queria dominar o mundo onde a Força expedicionária Brasileira (FEB) se destacou nos campos antagônicos onde o território era infinitamente desfavorável em quase todo o ambiente climático, mas enfim lutou resultando numa retumbante vitória. Foram muitas vidas ceifadas e a FEB trouxe entre seus militares com sequelas irreversíveis em função da guerra. Saldos positivos e negativos são consequências de um estado de guerra a nível internacional, mas, no entanto os heróis combatentes se sobreporem a vitória em especial do Brasil entre as nações do hemisfério. Apresentamos um resumo histórico de um conflito gerado pelo sadismo inconteste vivenciado no século passado e por outro lado da questão as ideologias representadas em permanência se agrupam por questões sintéticas e similares, renovando o cotidiano, s décadas se apresentando com o mesmo perfil onde hoje tenta retroceder os fatos. Entramos no modernismo, na era digital, o mérito maior no final e início do século, acentuadamente no limiar da quase segunda década de 2020 onde gerações sucessivas hoje tem um conceito estranho e de raciocínio abstrato.  Por questão o Ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, criticou o multilateralismo e defendeu o "sentimento nacional" durante uma sessão informal do Conselho de Segurança da ONU para marcar o fim da Segunda Guerra Mundial. Segundo o seu pronunciamento o ministro ressaltou em que devemos evitar a palavra multilateralismo para falar sobre instituições internacionais e multilaterais. Palavras que terminam em 'ismo' normalmente designam ideologias, como fascismo, nazismo, comunismo. “Vamos não fazer do multilateralismo outra ideologia”, reiteramos, ao se pronunciar no encontro, que foi realizado por videoconferência. O ministro afirmou ainda que o oposto de todas as ideologias não é outra ideologia. - "O oposto de todas as ideologias é a liberdade” Não a gente deixar cair no erro de atacar aqueles que defendem a soberania, nem desprezar aqueles que defendem o sentimento nacional, disse reiteradas vezes o Ministro. O Chanceler Ernesto seguiu um tom parecido ao de outros pronunciamentos que costuma criticar instituições internacionais e promover valores como soberania e nacionalismo. Assim como os diplomatas e líderes que participaram da sessão, o ministro descreveu a pandemia da Covid-19 como a maior crise enfrentada pela comunidade internacional desde a Segunda Guerra. Sem citar nominalmente o comunismo, Ernesto alertou que a ideologia totalitária surgida após o conflito não morreu. Para ele, a doutrina tentou sequestrar e perverter causas como direitos humanos, Justiça e a política ambiental, além de tentar “manipular a ONU a seu favor”. O mais racional ainda no pronunciamento do Ministro que no contexto da crise do coronavírus, as Nações Unidas deveriam ser um espaço de coordenação entre os países, e não um instrumento para substituir os Estados e se a ONU ignorar os desafios reais de hoje e, em vez disso, optar por bobagens politicamente corretas, seu papel será reduzido. As nações não são o problema, elas são os bons moços neste cenário. Brasil na Segunda Guerra lembrou a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial que o país enviou cerca de 30 mil militares para combater ao lado dos Aliados. O Brasil desempenhou um papel importante no esforço de guerra. Nós ajudamos a libertar a Itália, e, logo, a Europa da tirania fascista, o que é talvez o maior prêmio do país. Que ignora e não tem conhecimento nenhum, aliado aos intelectuais esquerdistas lulistas, santos da honestidade controvertida, os espertos e malandros inclusos os segmentos das excelências, enraizadas no poder em especial o legislativo e o judiciário em grau maior da magistratura judicial do País, "com padrinhados" obviamente aliados pela mídia parcial ensejou concomitantemente criou pandemias imorais entre políticos ao lado da saúde sanitária em termos mundiais que ora assola e atemoriza o nosso Brasil. É  logística infernal percebe e discorre a todo momento. Enfim estejamos certos de que a vitória é retórica e natural será a maior derrota dos frustrados secular.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 9 de maio de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 9 DE MAIO DE 2020


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
A PROCURA DA CONCILIAÇÃO

Nobres:
Temos ido reiteradas vezes ao rádio local com objeto em combater ideologias que sempre perturbou e emperrou o Brasil por ação manjada e sempre frustrada ditas esquerdas em especial no Brasil onde se reúnem interesses incomuns cujos “ideais” são sós de interesses acima de tudo pessoais e de grupos. Agora de tantas crises institucionais, amorais, e sanitária fez com o Presidente Bolsonaro, do Palácio do Planalto em tomar a iniciativa de “ir a pé” para STF, acompanhado de representações do comércio, indústria e serviços da sociedade ensejou o diálogo com o Presidente do STF enfim conciliatório para desenvolver o país. Neste aspecto estamos mais uma vez, no Brasil, sob a ameaça de termos que decidir sem as lentes necessárias da razão. A partir de uma abordagem que me parece bastante confusa, impulsionada nas redes sociais por tribos despreparadas para, com pertinência, fazer o debate público responsável, refletimos por ser importante termos um pouco mais de clareza sobre o que é ser progressista, reacionário, conservador, capitalista, socialista, liberal, fascista, social democrata, nazista e comunista. Infelizmente, a maioria das pessoas tende a agregar esses conceitos políticos em dois grandes blocos. Os de esquerda composto pelos (progressistas, sociais democratas, comunistas e socialistas) e os de direita composto pelos (conservadores, capitalistas, reacionários, liberais, fascistas e nazistas), reduzindo-se mais ainda a comunista/esquerdopatas x direita/nazifascistas. O que não me espanta, pois toda essa simplificação atende apenas ao interesse quase “diabólico” das lideranças em querer encapsular o discurso e o pensamento contrário em algum conceito de (mal contra bem) visando obliterar o debate calçado no empirismo e na realidade, e este debate é impulsionado por uma “manada” de “intelectuais” de redes virtuais que se sentem livres para impor suas ideias sem filtros, seja ela qual for. Essa simplificação está na ideologização de tudo. Qual o problema da ideologia de direita-fascista-reacionária e de esquerda-socialista-progressista? Ambas trabalham, necessariamente, com lentes de projeção de mundos. Uma com a projeção de um mundo melhor futuro, no qual todos poderão ter a felicidade garantida por um estado coletivo social, e que este futuro será necessariamente bom; e a outra, por um mundo passado idílico supostamente vivido e de livre iniciativa que era perfeito. Ambas irreais, pois nem esse futuro, nem esse passado, existem. São construções retóricas, virtuais Entendo que não podemos levar com seriedade qualquer política ideológica, pois ela será, quase sempre, uma falsificação da realidade, do futuro ou do passado. Assim, quando matizamos a realidade, afastamos quase sempre as experiências exitosas reais para aplicarmos a resposta automática para tudo, calçada nas ideologias. No Brasil, após a CF de 1988, todos os partidos que trabalharam na redemocratização assumiram o poder. MDB/PMDB, Partido da Frente Liberal, PSDB e PT. Bem ou mal, tiveram êxito em alguns pontos que devem ser conservados, notadamente, na estabilidade da nossa moeda, por exemplo. Mas falharam quando não diminuíram o fosso da desigualdade no Brasil e não aplacaram a chaga da corrupção. Precisamente, essas duas falhas propiciaram a ascensão, ao poder, do atual presidente, uma distorção ao que chamamos de evolução progressiva das boas experiências e práticas de uma sociedade. Por isso, faz-se necessário que haja uma convergência de muitos para o que deveremos fazer agora. Ouvimos discursos de estatização de tudo ou discursos de que o liberalismo será a nossa única salvação cuja experiência no governo FHC, o “padrasto do Real” o pai foi Itamar Franco e delegou o maior mérito da economia brasileira de todos os tempos, a estabilidade da moeda  já ocorreu num neoliberalismo incomum corporativista e corrupto que intempestivamente falou mais alto os conchavos que levou a sociedade a quebra do monopólios estatais, e grandes negócios no Congresso, que ensejou a sua reeleição, acobertada e amenizada com as demais reeleições em uma só vez para os governadores dos Estados e o Distrito Federal  e todos os prefeitos municipais do país. Senhores políticos temos que acabar com esta desfaçatez costumais e perçoenta. Ouse a realidade a fundamentação ética por verdade. É preciso que os “progressistas” assumam o discurso contra a corrupção e os eles dizem serem conservadores, o discurso pela necessidade da sociedade ética se dispor de tudo em contra ataque. A sensatez tem que falar mais alto, Si o acaso não acontecer continuaremos sendo uma invenção mal acabada em prejuízo da sociedade brasileira.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 8 de maio de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 8 DE MAIO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DIGNIDADE EM CORROSÃO

Nobres
Formar uma nação de homens é tarefa longa e árdua. Antes é preciso eliminar a ratazana que infesta os rodapés dos corredores da política brasileira em razão do fétido corporativismo dos nossos "legisladores", aliado ao objetivo principal de seus mandatos, qual seja, manter e ampliar seus privilégios e dar sustentação para suas nefastas reeleições impedem a condução de reformas necessárias e indispensáveis.  O proveito do desempenho de tais senhores nos trouxe desde muito aos dias que vivemos. Deseducação nas escolas, péssimo atendimento na saúde e desemprego gigantesco, degradando a qualidade de vida do cidadão e sua família. Se fosse eles não se glorificavam e sim se envergonhasse de ser representantes do povo, mas o caráter tem força de chefe de picadeiro. O mesmo ocorre nas esferas estaduais e municipais, sufocando o Poder Executivo na aplicação de suas receitas nas ações indispensáveis ao atendimento da população que, através do seu trabalho, gera recursos para manter tais senhores e suas alcateias. Presenciamos, nos dias de hoje, todo um cenário irresponsável na condução das indispensáveis reformas. Por outro lado o forte corporativismo em manter privilégios imorais já existentes em que a Nação se sustenta a partir do cidadão ordeiro e verdadeiramente trabalhador. Por outro lado abdicar as pressões do podre corporativismo e de seu íntimo de veleidade em manter suas benesses e suas quadrilhas. A concertação da bagunça que ainda vivemos não se dará com decisões futuras e por conseguinte será gradual e ainda que o tempo requer.

                                                 *****

"Li no Jornal" - 'Governo da União libera indústria e comércio , mas o decreto do governador sobrepõe o federal e continua válido no Estado'. Com esta anarquia de Camilo Santana do PT, (combinado com a sua sustentação política/familiar PDT, PSD e os FGs) é ocasional quando seu familiar há poucas décadas passadas foi "eternos governistas) ARENA; PDS; PMDB, PSB, PSDB, PDT e PT, iguais aos seus compadrinhos, conforme a "banda toca" obviamente navegando nas ondas do destino que vinha dando certo. A clarividência  obviamente cristalina é função formal. nada nos surpreende instar a desobediência aos preceitos constitucionais.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 7 de maio de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 7 DE MAIO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CONFUNDIR ALHO COM OS BUGALHOS

Nobres:
Neste Brasil de hoje nada vem de surpresa, é norma preservar interesses pessoais distantes dos preceitos constitucionais, ainda mais promovido por seus agentes. Observamos a mais uma polêmica jurídico-política, a nomeação, pelo presidente da República, do diretor-geral da Polícia Federal, dificultada, de imediato por decisão do Supremo Tribunal Federal por decisão monocrática de Alexandre de Morais, que há pouco tempo exerceu o cargo de Ministro da Justiça do então Presidente Michel Temer. E veio a discussão sobre se essa decisão do STF não ofendia o princípio/doutrina da separação dos poderes, uma vez que é prerrogativa do presidente da República nomear o diretor de nossa polícia judiciária federal (CF, art. 84, XXV e Lei Federal 9.266/1996, art. 2º-C). De fato, a doutrina da separação de poderes sugere, ou mesmo exige que as funções legislativa, judiciária e executiva do Estado sejam exercidas por órgãos ou poderes distintos sobretudo se imaginarmos aquela concepção rígida de separação de poderes, fruto da Revolução Francesa e da desconfiança nos juízes do Antigo Regime, segundo a qual os poderes Legislativo e Executivo são exercidos, através de seus representantes, em nome do povo soberano, não cabendo aos juízes imiscuírem-se nas atividades próprias a esses dois poderes. Entretanto na prática nojenta que estamos vivenciando, a coisa não é assim, segundo a regra parcial desta corte de justiça constitucional que na prática se transformou em corte da politicagem conforme os interesses de um político como o “magistrado” que intencionalmente provocou esta celeuma. Segundo os santos esquerdistas alguns que exercem esse poder no âmbito de sua sabedoria e esperteza indignam em confundir o preceito emanado pela Constituição que “é riscada” conforme o seu parcialíssimo. Até os ensinamentos bíblicos segundo São Tomaz de Aquino é invo9cado pela sua ideologia cristã e católica logo agora que este senhor se converteu temporariamente após a “a corona vírus” e certamente se reencontrou após a pandemia em termos de saúde. Como o modismo dos espertos avoca a tal classificação científica das funções do Estado ou mesmo um dogma do sistema democrático, é, sim, uma receita de liberdade, cuja extensão e valor prático dependem das circunstâncias dadas. – não é grotesco-! Atribuem os parciais de interesses em comum que no  constitucionalismo deles, os exemplos de exercício, por um dos poderes do Estado, de função típica de outro, são muitos e bastante conhecidos. À ideia de controle de constitucionalidade que é, muitas vezes, uma atividade legislativa negativa e ninguém se opõe. E as pessoas só falam de ativismo no judicial quando a decisão dada lhes é desagradável. Certamente foi por isso que o ministro Alexandre de Moraes, na decisão concessiva de liminar, anotou não caber ao Judiciário moldar subjetivamente a Administração, “porém a constitucionalização das normas básicas do Direito Administrativo permite ao Judiciário impedir que o Executivo molde a Administração Pública em discordância a seus princípios e preceitos constitucionais básicos, pois a finalidade da revisão judicial é impedir atos incompatíveis com a ordem constitucional, inclusive no tocante às nomeações para cargos públicos, que devem observância não somente ao princípio da legalidade, mas também aos princípios da impessoalidade, da moralidade e do interesse público”. Isso é utopia. As questões se sobrepõe a razão dos frustrados esquerdistas! Lembro-me de quem interessar possa, não sou de direita, centro e esquerda, mas me identifico no que acho ser direito, legal e cristalino, e só.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 7 DE MAIO DE 2020

COMENTÁRIO­

Scarcela Jorge
CONFUNDIR ALHO COM OS BUGALHOS

Nobres:
Neste Brasil de hoje nada vem de surpresa, é norma preservar interesses pessoais distantes dos preceitos constitucionais, ainda mais promovido por seus agentes. Observamos a mais uma polêmica jurídico-política, a nomeação, pelo presidente da República, do diretor-geral da Polícia Federal, dificultada, de imediato por decisão do Supremo Tribunal Federal por decisão monocrática de Alexandre de Morais, que há pouco tempo exerceu o cargo de Ministro da Justiça do então Presidente Michel Temer. E veio a discussão sobre se essa decisão do STF não ofendia o princípio/doutrina da separação dos poderes, uma vez que é prerrogativa do presidente da República nomear o diretor de nossa polícia judiciária federal (CF, art. 84, XXV e Lei Federal 9.266/1996, art. 2º-C). De fato, a doutrina da separação de poderes sugere, ou mesmo exige que as funções legislativa, judiciária e executiva do Estado sejam exercidas por órgãos ou poderes distintos sobretudo se imaginarmos aquela concepção rígida de separação de poderes, fruto da Revolução Francesa e da desconfiança nos juízes do Antigo Regime, segundo a qual os poderes Legislativo e Executivo são exercidos, através de seus representantes, em nome do povo soberano, não cabendo aos juízes imiscuírem-se nas atividades próprias a esses dois poderes. Entretanto na prática nojenta que estamos vivenciando, a coisa não é assim, segundo a regra parcial desta corte de justiça constitucional que na prática se transformou em corte da politicagem conforme os interesses de um político como o “magistrado” que intencionalmente provocou esta celeuma. Segundo os santos esquerdistas alguns que exercem esse poder no âmbito de sua sabedoria e esperteza indignam em confundir o preceito emanado pela Constituição que “é riscada” conforme o seu parcialíssimo. Até os ensinamentos bíblicos segundo São Tomaz de Aquino é invo9cado pela sua ideologia cristã e católica logo agora que este senhor se converteu temporariamente após a “a corona vírus” e certamente se reencontrou após a pandemia em termos de saúde. Como o modismo dos espertos avoca a tal classificação científica das funções do Estado ou mesmo um dogma do sistema democrático, é, sim, uma receita de liberdade, cuja extensão e valor prático dependem das circunstâncias dadas. – não é grotesco-! Atribuem os parciais de interesses em comum que no  constitucionalismo deles, os exemplos de exercício, por um dos poderes do Estado, de função típica de outro, são muitos e bastante conhecidos. À ideia de controle de constitucionalidade que é, muitas vezes, uma atividade legislativa negativa e ninguém se opõe. E as pessoas só falam de ativismo no judicial quando a decisão dada lhes é desagradável. Certamente foi por isso que o ministro Alexandre de Moraes, na decisão concessiva de liminar, anotou não caber ao Judiciário moldar subjetivamente a Administração, “porém a constitucionalização das normas básicas do Direito Administrativo permite ao Judiciário impedir que o Executivo molde a Administração Pública em discordância a seus princípios e preceitos constitucionais básicos, pois a finalidade da revisão judicial é impedir atos incompatíveis com a ordem constitucional, inclusive no tocante às nomeações para cargos públicos, que devem observância não somente ao princípio da legalidade, mas também aos princípios da impessoalidade, da moralidade e do interesse público”. Isso é utopia. As questões se sobrepõe a razão dos frustrados esquerdistas! Lembro-me de quem interessar possa, não sou de direita, centro e esquerda, mas me identifico no que acho ser direito, legal e cristalino, e só.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 6 de maio de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 6 DE MAIO DE 2020


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
INSTÂNCIA INSÓLITA

Nobres:
A pandemia coloca um antagonismo entre duas posições. A de que as pessoas se isolem para não propiciar contaminação e a de que a economia suspensa em suas atividades tirará o sustento das pessoas, provocará a derrocada das empresas e o caos social. A verdade é que as autoridades estão procurando graduar a flexibilização para encontrar uma espécie de equilíbrio. As convicções são fortes de parte a parte, e os que portam a caneta precisam ouvir bastante, receber informações atualizadas e, mais do que nunca, utilizar estatísticas. A seta que indica o caminho carrega a intensidade dos fatos. Neste aspecto encontramos os livros assentados em nossas prateleiras a obra de Paul Veyne intitulada “Foucault: sa pensée, sa personne” expressa que "os contemporâneos estão, portanto, tão encerrados em discursos como em aquários falsamente transparentes, e ignoram que aquários são esses e até mesmo o fato de que há um. As falsas generalidades e os discursos variam ao longo do tempo; mas a cada época eles passam por verdadeiros." É necessário, pois, como dizia Foucault, programar a arqueologia, que Veyne denomina de "balanço desmistificador". Deveras tal balanço é fundamental para entender certos aquários, onde os peixinhos, ignaros e/ou desinformados em sua quase totalidade, desconhecem o que se passa acima do nível em que vivem, hábitat de peixes grandes que lembram o Pacheco, personagem de Eça de Queiroz no livro A Correspondência de Fradique Mendes. Pacheco, estudante da Universidade de Coimbra, em Portugal, era um sujeito tido como brilhante. Virou deputado, ministro e primeiro-ministro. Quando morreu, a pátria toda chorou. Os jornalistas foram estudar sua biografia e descobriram que ele não tinha feito nada. Era uma fraude. Ostentava falsas grandezas. No Brasil oficial, aquário que lembra o País de Cocagne, sobeja Pacheco com aparência de Catão e uma ambição pessoal desmedida, obnubilada por alegada servidão aos interesses do País. Esses especialistas em artes cênicas, ao longo do tempo, sempre agiram sem qualquer rubor, objetivando tornar históricos momentos em que são pronunciados discursos, declarações e arroubos indignados quando atos ilícitos são descobertos, ou quando a ocasião é propícia para tirar proveito dos acontecimentos, geralmente em meio a crises, cujas consequentes agruras são sentidas apenas no Brasil real, o que remete a Benedetto Croce, que doutrina que, assim como nenhum homem é uma ilha, nenhuma crise pode ser tratada como fenômeno isolado. Ela é sempre, de certo modo, uma infecção generalizada. Não é sem razão, pois, que a ética dominante no Brasil oficial é na verdade controlada, regulada e legislada pelo Estado. Essa ética do poder nasceu em uma comunidade de antanho, formada por juízes, servidores públicos, civis e militares, etc., a qual irá compor, ao longo dos séculos, mas, diante desta pandemia o Presidente da República procura modelar sua autoridade ferida pelos Governadores dos Estados na ânsia em disputar as próximas eleições presidenciais, depois que estas feras irão se degradar continuando gerando crises muito pior desta pandemia que ora aspiram à sucessão presidencial agora com pressa para colocar o presidente em impedimento, onde quase todos foram “cassados” não discuto o (dês) mérito das questões, todos em sentido comum. Na esclerose corrupta dos políticos que predominam o poder com as ações determinadas pelo legislativo da União, e o pior com anuência do STF por seus membros majoritário que observam o interpretativo que lhes facultam constituído pela Constituição vigente e ainda fortalecidos pelo poder da mídia, radicais e espertos, lembrou daquilo que o saudoso Raymundo Faoro denomina de "estamento burocrático" (Os Donos do Poder), entidade anônima, parasítica do Brasil real, que necessita de uma urgente tomada de providência, no entanto entrar na bancarrota.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 5 de maio de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 5 DE MAIO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ESTRATÉGIA COMPILADA

Nobres:
A nossa visão, hoje errônea principalmente “confabular” na cúpula e trazer no bolso os nomes para postular o cargo de Prefeito em todos os municípios brasileiros em se tratando de eleições é exceção do planeta em se tratando de anomalia. A prática em questão anteriormente costumeiramente deu certo. “conversar” com o eleitor no dia da eleição e até na hora de votar é de praxe na cabine de votação após acertar com os negociadores políticos e alguns figurões das instituições direcionadas ao pleito é sucessivamente norma para complementar o sucesso do pleito para quem desejou e está “disputando” a reeleição. Na pratica o Brasil é diferente “põe-se em desprezo as normas institucionais”. Teoricamente se falseia a verdade como a mentira é o maior mérito desta gente. Reitero o Brasil é assim, sempre foi um País abençoado por Deus em alguns espertos das religiões inventou no sentido de enganar as massas de manobra, essa é a maior “bíblia” que eles estimam. Na farsa do preceito constitucional “rabiscam como sendo verdade” que em matéria de política ninguém é proprietário da verdade e ela somente se aprimora ouvindo, doando-se, participando, indo ao encontro com o povo buscando seus anseios, encurtando distâncias e posteriormente apresentando propostas plausíveis que resultem no crescente saber de ir ao encontro da sociedade: Bonito isso! Seria necessário “a ferro e fogo” que certamente virá aos desafios da gestão pública, diante de uma população cada vez maior, onde numerosas individualidades buscam diariamente diferentes oportunidades, é essencial que ao meio da política promovida pela esquerda anarquista, canonizada que vivemos ser obrigado no estágio atual político numa pseuda ditadura ideológica desses anarquistas comunistas (é mentira, eles são mentirosos e descarados) os diabos dizem que novos raciocínios que possibilitem inovações e revelem soluções eficazes ao curto, médio e longo prazo para um futuro promissor. Esta história bem fantasiosa e carnavalesca como eles querem aprender. No algo da sua soberania, o senhor democracia como era conhecido Ulysses Guimarães, frisou: “Democracia é o convívio de contrários”, não tem melhor referência quando ele conviveu com as feras políticas durante três décadas no palco das negociatas onde o cenário é o principal poder da República o legislativo (Senado e Câmara dos Deputados e agora agravado pelo STF que se constituiu um poder politiqueiro entre quase todos os seus membros. A oposição ou pior a inimizade construída em prol da decomposta corrupção há muito instaurado nesses segmentos em que testemunhamos no contorno deprimente e desrespeitoso em desfavor do Presidente da República, mas só para o Brasil em que essas lástimas então se importando. Na verdade não haveria situação sem oposição, ambos estariam em permanente integração, nessa lacuna que separam opostos encontra-se a democracia. Na pratica a redemocratização que tanto se vangloriaram é uma farsa, continua na prática onde conquistas em larga amplitude foram amoldadas para prestigiar o povo em que o regime anterior quase suprimiu em reação a essa podre gente. o exemplo marcante para conquistar o povo “massa de manobra o seu maléfico referencial, por exemplo: o voto do analfabeto, o excessivo e uno direito aos menores marginais da pior espécie, a irresponsabilidade criminal em toda sua extensão, estatutos que diante de seus interesses corporativos e até individual enseja um grau de patifaria normatizada pela legislação constitucional, institucional e criminal em consonância com códigos, resoluções e decretos que seriam da União e não só por delegação aos Estados e Municípios quando em obediência    os preceitos normativos da Federação da República, agora “surrupiados” pelos governadores dos estados, a pretexto da “corona vírus” constituindo uma real convulsão num estado que sinteticamente inspira o regime democrático, cuja retórica diziam os Castros e os Maduros & Cia que tentam retomar o sistema similar na América do Sul em especial.  Nesta razão Dos fatos se constata o povo que é sábio nas suas decisões; o resultado das eleições anteriores onde exerceu sua vontade e soberania universal do voto.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 4 de maio de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 4 DE MAIO DE 2020

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Scarcela Jorge
RETROCESSO CULTURAL

Nobres:
Se não existem os grandes professores de antigamente homens eruditos, dedicados exclusivamente à sua ciência, portadores, além do domínio técnico e bibliográfico de suas matérias, de uma compostura moral que emprestava às suas disciplinas uma aura de dignidade e respeito em função de uma metodologia de ensino que priorizada ideologias e contextualmente seria sequenciar os cursos sem a devida avaliação. O ensino por ser generativo desde o fundamental ao universitário. Foram substituídos atribuídos à proliferação e ao culto da pós-graduação por “pesquisadores” de olho na “produção de conhecimento”, manifestada na aferição quantitativa de artigos. Os antigos escreviam e publicavam, não para atender a exigências de carreira e de currículo. Escreviam por gosto, por vocação, não por carreirismo burocrático. O resultado é a espantosa distância hierárquica entre os próprios docentes aqueles que têm títulos e publicam, e os outros, de segunda classe, que apenas dão aulas. Quase ninguém está mais preocupado em ser um bom professor, preparar e ministrar uma ótima aula. A própria noção de aula vai perdendo seu sentido e se transformando em tediosos seminários ou simples leitura de slides. O professor preocupa-se com o financiamento da pesquisa, Os professores de segunda categoria são condenados a dar aula! Que humilhação! A sala de aula tornou-se lugar simbolicamente desqualificada quando possível entregue a substitutos. São raros os professores que ainda encontram prazer e interesse no ensino. A descrição é perfeita, tanto quanto o quadro é horripilante. De modo direcional chamo a atenção do professor Antonio Roberto Mendes Martins  em que generalizo o ensino fundamental a o universitário. A universidade pública brasileira melhorou? Desejo a sua manifestação. Para mim transformou uma entidade nominalista, burocrática, formal, meramente quantitativa, sem nenhuma consideração dos conteúdos, ou verdadeiro à meritocracia. Tivemos a oportunidade de ouvir o professor Adalberto Filho que discorre como fator fundamental o ensino a distância, agora compreensível em função da “corona vírus” que há muito vem conceituando de forma paulatina em função do forte aparato “oposicionista” da educação onde as aulas presenciais é um misto de lazer com deslocamento contaste à sala de aula sem se atentar pelo objetivo de aprender. Neste aspecto a nossa cultura está atrasada há meio século, por exemplo: os Estados Unidos institui prioritariamente o ensino a distância desde os anos cinquenta, onde pessoas natas residentes nesta cidade se graduam sem sair daqui. É um retrocesso cultural, ainda pior com a proliferação de cursos universitários em quantidade e de duvidosa qualidade, exceção de alunos que instam se vocacionar pelos estudos. Implantar e interiorizar cursos universitários se estrutura e sem técnica laboratorial com raríssimas exceções. Por esta razão construí um currículo baseado no ensino a distância principalmente no advento da internet onde aulas são proferidas por professores de notável saber educacional onde alunos se interagem e discorrem suas dúvidas. Em particular em termos graduais se notabiliza a Ambra, com cursos integrais a distância (Direito 100%) destinado a direcionar pessoas que não adquiriram mobilidade em função das doenças (AVC) que por força de Deus e abaixo a INTERNET está prestes a concluir (no caso em licença pelos altos custos e a saúde precária que desestimo). No momento, ainda por “divindade” está sendo reconhecido e convalidado pelas autoridades específicas em educação no País. No passado bem recente, devo concordar em que há muita coisa contestável no ideal meritocrático, mas essa prática não tem nada de meritocracia. É seu oposto. Porque o mérito real não é identificado nem exaltado por ela. Quantidade não é sinônimo de qualidade, e produção não demonstra,  por si mesmo valor absolutamente idiotas, irrelevantes, sem nenhuma verdadeira contribuição cultural. E conhecemos (ainda hoje) docentes do melhor nível que quase nada produziram. Por isso que a educação brasileira se posiciona entre os piores do planeta é não fingir, mas despertar a realidade.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 4 DE MAIO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
NA ANOMALIA COTIDIANA

Nobres:
Nesta segunda que se inicia quatro de maio, como todas as outras, terá suas particularidades. Algumas delas se destacam. Além de mais avanço de contaminações e caos na saúde, haverá também a maior explicitação de desajustes econômicos causados pela Covid-19.  Os governos, em todos os níveis, irão pagar salários com queda substancial de arrecadação, seja de ISS (prefeituras) ou ICMS (governos estaduais). As empresas reduziram pagamentos de tributos porque tiveram receitas reduzidas. Em termo nacional é variável, mas tem sentido comum, na média, pouco menos de 50%, mas várias delas com faturamento quase zero. Algumas empresas que obtiveram algum recurso de origem as União, certamente não utilizarão para pagar tributos, mas para folha de salários e fornecedores. Boa parte do caixa que as empresas tinham em março já foi exaurida nos pagamentos de abril. Ou seja, esta semana desnudará fragilidades que vêm se acumulando, desde o início da crise do Covid-19.  Vários governos estaduais e municipais já anunciaram que não conseguirão pagar salários aproveitando a crise e ânsia de serem não pagadores e se pagam foram sucessivamente por decisão judicial. Está a vista, ou melhor, de conhecimento da população. As empresas berram menos publicamente, obviamente com exceção das residências da cúpula do setor público. O emprego informal (sempre existiu há décadas nos governos “dos bonzinhos corruptos”.) onde o lulismo se fazia que o país vivesse no céu, ainda os seus fanáticos se fantasiam na utopia, deverá sofrer novo impulso com as dificuldades das empresas de honrar salários. Ou seja, a pressão sobre governadores e prefeitos para relaxar medidas de distanciamento terão ainda mais apelo, pois serão importantes para a sobrevivência política deles. No entanto, na saúde, as subnotificações de contaminações tornar-se-ão cada vez mais óbvias, pois é mais difícil ignorar os contaminados. Jogá-los na conta de outras enfermidades e causa mortis está se tornando cada vez mais difícil. Desta forma, nesta semana que se inicia, o conflito entre motivações econômicas e de preservação da vida se tornará mais concreto. As autoridades mais próximas dos cidadãos terão que tomar decisões cujos sacrifícios gerados serão mais óbvios. Com isso, o ônus político do caos pode ser jogado nas costas deles como é natural. Aproxima-se a corda que sempre corroem no lado do povo que cabe dirimir o seu destino.
Antônio Scarcela Jorge.