terça-feira, 14 de abril de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 14 DE ABRIL DE 2020


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
AÇÃO EM COMUM

Nobres:
A vida da humanidade é carregada de crises na área da saúde, mas sempre conseguimos sobreviver a essas pandemias graças a um tripé: - ciência, intervenção do Estado e participação das pessoas-. A história evidencia que na pandemia de cólera, por volta de 1800, a ciência descobriu que a contaminação se dava pelos alimentos e pela água contaminada. Resultou numa política pública fundamental de tratamento do saneamento básico, que até hoje não é seguido à risca. A gripe espanhola contaminou mais de 25% da população existente em 1918, matando mais de cinquenta milhões de pessoas. Foi combatida pela ciência. Em 2020, vivemos com o coronavírus e a ciência segue nos orientando cujos agentes de certo modo são contraditórios devido aos seus interesses políticos e corruptos.  se deixarem de lado que nunca imporem seriedade nesta geração de interesseiros a raridade em comum. A ciência é a principal se fosse universalmente colocada em prática. Fica muito claro o papel do Estado em princípio em olhar para as pessoas. O governo federal sancionou uma renda básica emergencial de R$ 600,00 durante três meses para trinta milhões de pessoas em vulnerabilidade mínima. Apesar da boa iniciativa existe como é natural a controvérsia. A torcida do mau o esquerdismo quando há interesse recorre às estatísticas segundo o IPEA, mais de 50 milhões de pessoas estão em vulnerabilidade social. Eles torcem e dizem descaradamente que o coronavírus deverá ser combatido em três meses, mas segundo suas previsões a economia não se recupera neste intervalo de tempo. As esquerdas praticam a torcida do IBIS de Pernambuco, exatamente a terra natal daquele condenado pela justiça. Por outro lado, o Presidente da República está corrigindo e antevendo a possibilidade de prorrogar se for o caso. Fica claro o desempenho de cada um nessa história alguns com seriedade e os outros “gaviões safados” que querem a todo modo incendiar o país mesmo dentro da malvadeza que ora essa peste nos ronda. O alarde é tamanho, que quando a prevenção é a modo de politicagem eles tomam ações algumas descabidas até porque a hipocrisia é latente, até hoje não são confirmados nos laboratórios (foram negativos os exames. E agora hipócritas!
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 13 de abril de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 13 DE ABRIL DE 2020


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
SINTETIZAR O DESVAIRO

Nobres:
De princípio levado a esse conceito embasado na nossa formação acadêmica na área de comunicação para expor este comentário, embasado neste conceito referente à matéria curricular inserida nos textos escolares, estamos afeito em que nas modernas democracias, os meios de comunicação se constituem num quarto poder. Tem-se a impressão de que um dos pesos e contrapesos para o bom desempenho das democracias é o livre acesso às informações, bem como o irrestrito acesso à verdade. E essa impressão se justifica a partir da frase, atribuída a Francis Bacon, de que um dos modos de o poder se constituir é pela ciência. Pelo conhecimento, o homem torna-se senhor dos fatos, não seu refém: conhecimento é poder, diz o adágio. E os meios de comunicação fazem do conhecimento a matéria prima do seu dia a dia: conhecem detalhes de contratos, conhecem os bastidores dos poderes, conhecem segredos pessoais. Essa relação entre os poderes constitucionais e os meios de comunicação é tão rica em todos os aspectos. Diante do exposto, aqui para desconhecimento de “analfabetos” que vivem à custa do poder impõe a fragilidade de terceiros para fazer refém do outro. Este modelo é costumeiramente usual nas brenhas do nosso Estado. Os “sabidos” (não confundir com sábios) tem como padrão “ignorar” e extrair de cena, principalmente os de conhecimento em que eles os políticos agarrados e constituídos como profissionais, desprezando a vocação  consideram um importuno para expor os seus desejos em sua maioria escusos. Rogamos o povo que nesta exterioridade momentaneamente se livrar dessas pessoas de passagem, mas o pior é se livrar das garras da justiça que há muito tempo e de forma gradual está no acossamento e é só aguardar.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 12 de abril de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 12 DE ABRIL DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
CIVILIDADE DIANTEIRA
Nobres:
Neste período de pandemia que alcança o coronavírus em quase todo mundo, o povo se previne com larga atenção pela grave intensidade em que poderá nos rondar. Segundo estudos da área da saúde, as infecções respiratórias, em muitos casos, advêm das condições das habitações. Estudos comprovam que moradias com insuficiente luminosidade solar, umidade excessiva, ventilação inadequada, em regiões com superlotação e sem saneamento, tornam seus habitantes mais propensos a doenças como gripes, resfriados, faringite, sinusite, bronquite, pneumonias entre outros males. O Brasil possui, desde 2008, uma lei que assegura às famílias de baixa renda a assistência técnica de profissionais especializados, denominada Lei de Athis e, embora arquitetos e suas entidades propaguem seu teor, quem deve aplicá-la, o poder público por seu presidente como muitas dificuldade dos descarados que “polui” o poder como Rodrigo Maia, um palhaço quem manda entre os poderes incomuns nesta anarquia latente que estima muito pior do “Corona Vírus”. De ordem pessoal associado a sociedade lamentamos um endurecimento por parte do Presidente, (o fez Getúlio Vargas no Estado Novo). As propagandas enganosas em que o povo adora até em pequeninas cidades interioranas são distinguidas com honraria por um grupo de “lobistas” abrigados no poder público que objetiva as ações corruptas como qualidade de vida. As causas que os políticos safados procuram desconhecer, se determinam confinar pelos governadores petistas e aliados corruptos, qual transformaram o pretérito como República dos Estados Unidos do Brasil, enfraqueceram o sistema republicano de governo que “passa a limpo” e sem desordem repetimos milhares de vezes sobre o pretexto de delegar ações do regionalismo, mas intencionalmente ferem  dispositivos constitucionais contrariando estas ações, determinam o confinamento dos cidadãos e soltam presos os marginais de alta periculosidade a pretexto do sistema prisional não tem estrutura para tais fins e no entanto os inimigos do Presidente tem só um objetivo retirar do poder. Esses indivíduos que ocupam o poder alguns sobre a sombra do presidente, são aproveitadores de péssimas pessoas se aliam aos marginais. O pretexto disfarçável dessa gente sem índole e mau caráter, ignoram as suas regiões centrais apresentam inúmeras edificações que, abandonadas, viram depósitos de ratos, pombas, morcegos, suas zonas periféricas resistem, carentes de urbanização, saneamento básico e moradias saudáveis. Não são apenas os arquitetos que estão dizendo isso. O “coronavírus” presente e se agrega nesta questão, não é causa, pode ser umas das consequências.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 11 de abril de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 11 DE ABRIL DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
ATENUAR A CRISE NO PAÍS

Nobres:
Diante do quadro desolador que devasta em quase toda parte do mundo o governo da União editou as Medidas Provisórias (MPs) que buscam exatamente ampliar o leque de socorro aos setores da sociedade.  Como não só atinge a saúde do povo, acertou à economia e o governo poderá gastar mais do que o previsto na dotação orçamentária no combate ao coronavírus. Com a ajuda aos trabalhadores informais, medidas do governo federal chegam a R$ 159,6 bilhões. O que importa é que ações estão sendo tomadas, ainda que, no início da crise, com a moléstia cujo epicentro foi à cidade de Wuhan, na China. Mesmo que o Brasil ainda apresente, felizmente, uma taxa de morbidade, a situação merecia medidas desde logo na área da saúde para evitar o pior. Agora, podemos ter uma consciência, achamos difícil acontecer pelo corporativismo de interesse que só o Brasil pratica o ineditismo entre todos os Poderes sobre a situação, cujas consequências socioeconômicas só poderão ser mensuradas quando o pior passar. Talvez fique um grande aprendizado sobre como enfrentar algo que vem desde séculos passados, pandemias que mataram não milhares, mas milhões de pessoas. Mas, não se emendam e se estancam na “filosofia do extinto MOBRAL”. No início do século passado, a Gripe Espanhola atacou e matou milhões no mundo. A esperança é a de que a partir de agora diante desta epidemia abra um novo conceito e por obrigação e por sobrevivência dimensionando o princípio de isonomia de vida.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 10 de abril de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA SANTA 10 DE ABRIL DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PANDEMIA E FINGIMENTO

Nobres:
Uma regra em que os inimigos de praxe, os esquerdistas apetecedor se aproveitam na atual tragédia de saúde pública e de economia, que o Brasil e o mundo atravessam, e que certos personagens, no Brasil, inconformados com a derrota eleitoral, querem transformar em tragédia também política, para conseguir aí qualquer pretexto a fim de derrubar o presidente, vem-me espantando o nível de hipocrisia reinante. Hipocrisia cínica, sem nenhum pudor. É para ficar em casa toda a população? É para se adotar o tal isolamento “horizontal”, não o “vertical”? Mas, é mesmo? Ou esse recolhimento doméstico está sendo tremendamente seletivo? Há não pequena hipocrisia nesse confinamento. Porque  nem todos são obrigados a ficar em casa. E não são somente os médicos e enfermeiros, cuja missão é atender os doentes, que não ficam em suas casas o que seria muito compreensível. Também não ficam em casa os trabalhadores das padarias e dos mercados, onde se compram os alimentos. Nem os caminhoneiros que os transportam. Nem os entregadores de refeições. Nem os porteiros dos prédios, encarregados de garantir o acesso e controlar as entradas. Também estes últimos são serviços essenciais? E por que seriam serviços essenciais? Sobretudo: essenciais para quem? Para nós e para a boa classe média (e a alta) que pode ficar um ou dois meses em casa sem especiais prejuízos. Todos aqueles que de um modo ou de outro, servem a essas classes, estão podendo sair para as ruas, vir de suas casas para os seus locais de trabalho, e, portanto correm risco de se infectar. Mas todos aqueles outros (e são uma população imensa, nesse nosso Brasil tão desigual) que precisam das ruas para trabalhar, para ganhar o seu sustento? Aqueles para os quais as ruas são essenciais, essenciais para viver (melhor: para sobreviver)? Os serviços que prestam, nas ruas, são essenciais para eles, mas disso os governantes “sensíveis” não se incomodam, ou apenas transferem a responsabilidade para o governo federal. E essa parcela enorme da população, impedida de ganhar nas ruas o seu pão cotidiano, vai sobreviver como? O que acontecerá, quando vier à fome? Farão saques ou padecerão de outras doenças? O confinamento já é, portanto, seletivo, já é, como se diz, “vertical”. Quanto à massa dos que desenvolvem pequenos negócios e dos que vivem na informalidade, na prestação de pequenos serviços e com boa vontade o governo tudo fará  para chegar a eles e acudi-los em tempo. Identificá-los não é tarefa nada fácil em função de delegar elementos contrários a ele. E, pior: se a verba chegar até eles, e não for desviada, no caminho,  por esses muitos prefeitos e alguns governadores demasiados “ímprobos” que infestam o Brasil. Enfim, são os dois dramas da sociedade, a pandemia, de um lado, e a economia pessoal das pessoas, sobretudo a preocupação desses hipócritas onde a afeição pelo dinheiro do povo é costume para se locupletar de certo modo tentam adiar a eternidade.

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AÇÕES JÁ NÃO SÃO SINGULARES

Entre das aberrações contidas no momento existem vertentes “descomunais” que só no nosso Estado vivencia. Este fato é o “Álcool Gel que os espertos majoraram em quase 100% no momento de pânico do ocasionado “Corona Vírus” tem um grande aliado, o Governador do Estado! Sabes porquê? As representações do comércio em todo estado apelaram para o governador que “reduzisse o imposto relativo ao gel” fixado em 25%! Resultado, de pronto, negou! Tudo continua como dantes. É incrível que pessoa dessa qualidade chefie o Estado e venha dizer que o povo suas ações, até agora não surtiu efeito nenhum, a não ser que a população fique confinada e consequentemente retirar segmentos que querem trabalhar no intuito de sobrevivência. A hipocrisia é regra do caráter dessas pessoas que adoram o maior corrupto da história dos nossos dias. É lógico que pode ser PT e os aduladores o chamam de “meu governador” em que o governo não dimensiona o estado de governo pós eleição. Nesta condição entre o governo e segmento do povo, nós que em momento nenhum não queremos se associar por esse desleixe. A distância prevalece à lógica.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 9 de abril de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 9 DE ABRIL DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DO PRINCÍPIO FEDERATIVO

Nobres:
Politico em sua maioria nem com as suas más e boas intenções se associam a vontade do primitivismo de nossa gente. Para ser prático em nossas afirmações, tem gente neste Brasil pra tudo, diz o que quer, a bem da verdade é a essência da democracia. Porém, uns não têm a percepção do que “gagueja” diz que o Presidente da República não está preparado para assumir o cargo e ainda mais além é um analfabeto. Ouvi da “boca suja” dessas pessoas os absurdos. “dizer que o Presidente da República é um analfabeto” coisas inadmissíveis mesmo antes da praga da “Corona vírus” existiam essa de tamanho que essas figuras se estimavam. Analfabeto? O presidente concluiu o nível superior em uma academia militar e esses irracionais e de nenhum conhecimento, não sabem o que é uma Academia Militar das Agulhas Negras uma escola de formação acadêmica com todos os méritos de uma entidade similar entre as nações. Outra desconexão que essas pessoas maldosas em tese têm na sua formação diabólica entre esses sugeriram que um Deputado Federal renunciasse e fosse ser candidato a Prefeito de uma cidade do interior do Ceará que em seu perímetro urbano tem pouco mais de cinco ruas, é incrível, no ímpeto da bajulação única coisa que tem a se apresentar, pensa ou mal intencionado que esse político com mandato eletivo federal seria um “bom samaritano” que nestes dias só está nos termos bíblicos. Esses são ostentadores de que universo se limita lá! E até são folclóricos nos seus míopes conhecimentos. Eles como em sua maioria são apaixonados pelo lulismo, que primam pela preguiça numa regra que o país quase se afundou diante da irresponsabilidade de um corrupto e criminoso, condenado pela Justiça. Neste contexto deveria pelo menos saber que “essas tais pessoas” rudes e também, “imaginem”, sabendo que as maiorias dessas pessoas estão com os governadores dos estados, interesseiros por excelência enganam o povo, numa regra inquestionável que ideologicamente interesseiros principalmente os do PT e aliados. Que o Brasil tem o sistema de república federativa e que essas questões usam a controvérsia, ou melhor, a malícia. Neste princípio tudo recai no seu habitar, o povo mora nos municípios, que ficam nos estados, que compõem a Federação. Não haveria até não ser necessário esta menção. Entretanto o nosso habitar é no munícipio. Se a água falta na torneira, ocorrem inundações, o lixo se acumula nas calçadas, a segurança falha, o trânsito se congestiona, o ônibus se atrasa, a merenda some da escola, os professores escasseiam nas salas de aula, o cidadão cobra providências da prefeitura. Nem se lembram de que no Planalto Central estão o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal. Na pandemia do coronavírus não tem sido diferente. Medidas de isolamento social, fechamento do comércio não essencial, interrupção das aulas e de atividades adiáveis têm sido tomadas pelos diferentes entes federados em obediência às orientações da Organização Mundial da Saúde, mas adaptando-as às características particulares de cada ente. É contrariar o bom senso imaginar que as urgências de São Paulo em termos de munícipio, com seus treze milhões de habitantes sejam idênticas às de Boa Vista, que abriga trezentos mil moradores, mas absorve dois mil refugiados venezuelanos. Igual delírio seria supor que iniciativas adequadas à capital deste ou daquele estado seja o paradigma para os municípios do interior. Não por acaso a Constituição deixa explícito que a República Federativa é “formada pela união indissolúvel de estados, município e do Distrito Federal”. O conceito de federalismo, pois, não se confunde com o de Estado nacional. Mas, apesar das responsabilidades dos entes federados, os recursos de que dispõem não correspondem às urgências pelas quais precisam responder. O sistema tributário distribui assim as receitas: o governo da União faz as transferências obrigatórias em especial para os parlamentares num sistema presidencialista onde o Congresso Nacional governa. Além desta razão “formal” os estados ficam com a fatia de 24%; os municípios, 18%. Ora, com as exigências impostas pela administração da crise do coronavírus e pela queda na arrecadação, os já sintéticos limitados recursos tornam-se deveras insuficientes. No entanto com os fundos constitucionais repassados aos municípios rigorosamente em dia, seria natural se usasse o bom senso pelos costumes retóricos os prefeitos deixem de usar “suposta falta de recursos” para justificar em quer que seja no que ouvimos daqueles gestores há mais de meio século como sempre testemunhamos.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 8 de abril de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 8 DE ABRIL DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PREVENÇÃO É O ESTADO LÓGICO

Nobres:
O desespero da pandemia levou a uma desnecessária corrida aos supermercados e farmácias, em busca de mantimentos, mas ao mesmo tempo, aproveitadores aplicam golpes e mentirosos espalham notícias falsas, desde receitas milagrosas a recomendações em nome de órgãos públicos. Muito disso inclusive as fatalidades seriam evitadas com apenas uma coisa: a informação está sim fundamentada não a parcialidade da “Rede Globo & Cias”, outra pandemia que estava acostumada a imperar a informação, os costumes e devassidão a imoralidade a corrupção aa convivência com grupos criminosos a internacionalização com grupos de políticos corruptos e empresários, a sonegação fiscal foram outras pestes que este meio de comunicação subestimou a ética. Felizmente restou na comunicação na informação e no conhecimento contatos para tudo: resolução de problemas, desenvolvimento pessoal e profissional, enfim, para a vida em si. Em todo projeto que se pretende fazer, é preciso informação. Sem ela, nem mesmo se combate uma doença. É preciso saber por aonde ir, e da melhor forma. Por isso, é preciso que tenhamos conhecimento para vencermos a guerra contra o coronavírus. Na ignorância, permanecemos à mercê dos acontecimentos, sem protagonismo algum e sem capacidade de escolha. Viramos sujeitos passivos no mundo. Os meios de comunicação têm procurado transmitir toda a informação necessária da melhor forma, para que ela chegue a todos. Nas redes sociais, dicas e orientações sérias, embasadas cientificamente, estão fartamente disponíveis. Basta saber onde encontrá-las. O que não se pode é permanecer no obscuro do desconhecimento e acreditar em qualquer coisa que é dita. É tempo de manter a calma, acompanhar o noticiário diário e procurar dar ouvidos sempre a fontes oficiais de informação. Não há maneiras milagrosas de combater a Covid-19; álcool em gel caseiro não tem o mesmo efeito que o industrial; templos cheios de fiéis não são uma boa opção quando temos um vírus circulante com alta taxa de transmissibilidade. Os pesquisadores do mundo inteiro se empenham em decifrar o código genético do vírus e desenvolver uma vacina para frear seu contágio. É importante que essas informações sejam amplamente divulgadas, pois é um alento às preocupações do cidadão comum. Ao mesmo tempo, charlatanismos devem ser duramente reprimidos, pois só trazem prejuízos. Imaginemos outros períodos de crises sanitárias globais, em que doenças dizimaram parte da população. O que faltava, à época? Conhecimento. E hoje temos todas as ferramentas tecnológicas para que esse conhecimento seja desenvolvido de forma rápida e propagado e não os fakes tão comuns na região.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 7 de abril de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 7 DE ABRIL DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
LITÍGIO E A INSENSATEZ

Nobres:
Por alguma razão difícil de entender o excessivo desvairo promovido por alguns governadores dos estados da federação principalmente no nosso, gerou situação inédita de confinamento em casa e distanciamento social entre as pessoas por causa de um vírus em pleno século XXI compete no enredo de romances de anomalias ou de filmes apocalípticos de ficção científica. Na realidade, entretanto, essa trama pode vir recheada de desconfortos, situação de stress, desequilíbrio emocional e até alguma neurose. Em tempo de novo coronavírus é preciso prestar atenção e cuidar da saúde mental no dia a dia. Segundo os especialistas em educação e saúde, a situação vivida em todo o planeta era impensável há poucos meses por causa do domínio absoluto da ciência e da disponibilidade de tecnologia para inclusive deter doenças. No entanto a atual geração estava muito vaidosa de que não experimentaria riscos de morte em massa, como ocorreu no passado. Neste instante a natureza, impõe nova realidade. Ainda os psicólogos tem expressão em que a situação nos desequilibra, mexe a fundo com o bem-estar e abala as relações entre as pessoas. Entretanto a mudança de hábito teve que ocorrer muito rapidamente e algumas pessoas podem se sentir angustiadas. e como milhões de brasileiros, mudou sua rotina. As tecnologias que viabilizam o “tele trabalho”, compras e diversão, não contornam, entretanto, os problemas da interação humana. As gerações de conflitos podem surgir na família, entre pais e filhos e entre os casais. Precisamos trabalhar a comunicação, compreender que temos personalidades diferentes e interesses diferentes. Neste contexto as pessoas precisam estar atentas a outras adversidades do cotidiano em tempo de pandemia. Apesar das dificuldades impostas pela reclusão, dos riscos de superexposição midiática ao novo coronavírus e das possibilidades reais de contaminação e alastramento da covid-19, onde a tal rede globo e algumas más companhias, o rádio adepto ao lulismo principalmente os que têm a subserviência ao patronalíssimos, o amadorismo latente nos médios e pequenos núcleos populacionais dos municípios transforma como um mal maior em termos de sensacionalismo estatístico parcial. Neste sentido é bom às pessoas não terem medo. A Situação anômala torna-se geralmente congênita. Trocar ações de interesses em confronto com o governo central quem tem prejuízos incalculáveis para sociedade em detrimento por esse tipo de gente.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 6 de abril de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 6 DE ABRIL DE 2020


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ABUSANDO DA TENSÃO

Nobres:
No momento em conjunto (união eles não tem) com a mídia, políticos corruptos encastelados entre os três poderes da República indivíduos membros são reconhecidamente majoritários aproveitam da situação do “corona vírus” ditando normas, algumas descabidas aos olhos da sociedade.  Escolas fechadas, trabalho em esquema home office, suspensão das atividades não essenciais, (pasmem os senhores a modo de qualificar o comércio) no sentido  de determinar o isolamento social. É uma contradição o que está acontecendo especialmente neste Estado. Por determinação do governador que pensa que manda em tudo em desobediência o princípio federativo uma regra em que o seu partido (PT) especifica. Não queríamos que que fosse assim, seria um governo participativo pois as eleições é um indicativo opcional para escolha dos cidadãos, mas como é lógico desta gente continua pelo governo a cisão partidária e é tão evidente que os “otários puxa sacos” definem como o “meu governador”. É um primitivismo igual a idade da pedra mas por esta razão, “podem ficar com ele” não faz falta para a sociedade ética e racional. Por outra razão, é estranho que o Poder Central da República Federativa do Brasil suporta essa anomalia. Seria correto em outro lado o poder central delegar ações desde que contrarie a Constituição em vigor, além do mais o PT obedecer a Constituição não tem valor nenhum, eles foram contrários a Constituição em tempo de promulgação, a essência de ser eternos clandestinos da anarquia faz parte de um contexto que as esquerdas PT. Neste tempo de corona vírus seria estranho os anarquistas e bandoleiros não se aproveitarem do momento para enganar e aterrorizar parte do povo sempre “construído o oportunismo latente desses sanguessuga. Deixe o povo em paz, sabemos que promover guerras é uma permanência dos frustrados que vem ao longo dos séculos. Nesta pandemia as “esquerdas “percorrem”  unilateralmente no sentido de mau servir a nação.

REVOGAR O REVOGADO

DECRETO DO GOVERNADOR FOI REVOGADO O QUE FOI ANTERIORMENTE REVOGADO

A manchete acima nos faz transparecer ser irreal estabelecendo um mundo de balburdia desconexa neste mundo tomado pela “peste Chinês”. É deveras deprimente quando um governo não manda em nada, “só formaliza os carimbos” determinaram as forças poderosas do Estado que fosse revogado o que tinha sido revogado! O fato foi constatado horas depois no que fizeram baixar outro decreto determinando ações nas áreas do comércio, indústria e serviços que seriam reiniciar o trabalho das fontes econômicas como acontece em várias unidades da federação (Mato Grosso como exemplo). Os tais decretos de governos dos Estados não delegam e sim ultrapassam as normas constitucionais que todo mundo sabe tem objetivo: “a pedido dos seus reais mandatários no sentido de detonar o governo da União sob o pretexto do “corona vírus”. É deveras hilariante quando este “senhor” proferiu em várias ocasiões que o governo federal não tem planejamento nenhum para prover todas ações de governo. E aí, as suas ações são delineadas em qualquer planejamento? – “diz um adágio real quando “papagaio quando fala o periquito leva a fama”. Porém os “conchegas” fiéis a qualquer que seja o governador, a pessoa não interessam “como é de regra aplaudem-os não sei o quê”. !!! Reconhecemos a gravidade da peste que assola o planeta, contando as medidas preventivas em sua maioria são necessárias, mas a questão e ou “mérito” sempre foi outro.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 5 de abril de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 5 DE ABRIL DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O DIA QUE A TERRA PAROU

Nobres:
Numa antevisão do transloucado Raul Seixas (in memoriam) para que após décadas fosse consolidado em ritmo musical como “o anuncio das trombetas dos anjos” Sou firmemente cristão católico, mas abdico a hipocrisia reinante por certos elementos que não tem convicção e fazem da vocação sacerdotal uma profissão como outra qualquer. Essa há muito nos deixou de sensibilizar. Questionamentos diversos e evasivos evidentemente procedem. Quanto às profecias de Raul, (existem espertos que se dizem profetas e existem em todo lugar), agora quando tudo parou, a serenidade chegou. Pude ver as borboletas amarelas planando e voam na mesma direção, como cardume e movem-se vigilantes, variam a altitude, fazem manobras de curvas, de acordo com as animações da líder, tudo ao sabor das correntes de ventos e a propulsão de suas asas e vence com suavidade a força de resistência ao avanço, resultante da ação do meio. Trafegam com pássaros que igualmente melhor desfrutam da paisagem ante a ausência quase total de humanos, veículos e zoada nas ruas e pouca sobre a ação “dos burros” e valentes que não nos impõe medo nenhum e sim aborrecimentos. É um trajeto corriqueiro desses incautos a vista de alguns políticos insanos que pensam viver sobra a sobra do poder em toda eternidade. As borboletas amarelas não pousam, apenas passam. A visibilidade horizontal delas parece ser grande, maior do que a nossa, pois se alinham em direção a um alvo que daqui não conseguimos ver. Não há desvio de curso onde suas proas tomam um curso muito provavelmente selecionado com antecedência. Quanto à humanidade, de onde vem e para onde vai? Muitas teorias já foram concebidas. Tentam explicar como surgiu o mundo, e até o universo. Passam da conta ao se autorizarem dizer como tudo será no futuro e, ademais, como tudo irá acabar e, mas só não se lembra de pensar que tudo pode findar amanhã. Este momento em que o mundo está parado serve para lembrar como ele pode acabar rápido. O que pode acontecer amanhã. A pandemia serviu para nos mostrar que vivemos em pandemônio. O mundo não se entende mais. A humanidade se perdeu no caminho da ida e esqueceu o caminho da volta.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 4 de abril de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 4 DE ABRIL DE 2020 - POSTADO ÀS 18:15 HORAS

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ALÍVIO DA CLAUSURA

Nobres:
Às vezes perdemos a noção das datas, nós que, em tempos normais, carregava o calendário do mês na cabeça. Agora, excluindo o dia, e, assim mesmo parando para meditar, repetimos perdemos na tarefa de indicar a data. Ora não de deficiência mental e temos a plena convicção que estamos perfeitamente lúcidos. “Eu e outros”. Imediatamente comento o individualismo sempre raro nas minhas considerações. O embaraço repousa na atualidade atípica que estamos a viver, reclusos em nossas casas, tenho o receio de ir às ruas, obrigado agora a ver o sol nascer e se esconder, completamente engaiolados, embora não sejamos parentes de passarinho nem de papagaio. O pior é que não se vê onde o “vírus” mora e se localiza e se vai aparecer em disco voador pilotado por alienígenas, ou em foguetes que algum país vai lançar contra nossa aldeia. O que se anuncia se pede e se implora é o isolamento, na transformação do lar em prisão, temporária reclusão que não se sabe, com absoluta certeza, quando vai terminar, quando o cidadão pode, enfim, retornar a sua vida de antes. Saudades mais saudades igual a um caminhão de saudades. Vigio submisso, sem mais contar os dias, na mente o desejo de um acidentado, sem cura, que, quando se acordava de manhã já desejava que chegasse a hora de dormir. Estou quase assim e não arredamos os pés fora de casa. Pode ser que, na esquina, o inimigo se encontre a me esperar, dardo venenoso na mão e aí, não terá rezas a Santo Antonio que me salve. (Aliás, no meu pronome do meu santo protetor que eu carrego o meu nome!) então ficamos em casa, digitando o que vem na cabeça, tomando café, almoço, janto, ajudando nos serviços domésticos, forro cama, coloco a mesa, passamos álcool nas mãos, e o gel recomendado, não existe é que os “furtados” e desonestos desabasteceram o mercado em termos estaduais, mas quando aparecem majoraram em 1000%. Dar ares a esses “incautos” são imunes à honestidade do “corona vírus”. Enfrento o dia, fotografando o nascente e o poente quando for à sala, ou melhor, a garagem não me concentra, o imperativo da desordem é eloquente, carros estacionados na minha porta quando os cegos da irracionalidade nem percebem que existem placas horizontais e verticais e preciso ter a humilhação de pedir para poder sair quando necessário. É um esterco imoral que vivenciamos. Apelar pra quem se sumiram tudo! Sou deficiente, aí dou graças a Deus, em situação normal não teria que expelir esse entrave. Mas por este lado o limite é não saber a data em que termina a “prisão domiciliar”, onde contraditoriamente os presos e condenados estão sendo enaltecidos e santificados pela irracional população em massa. O Brasil sempre foi assim, construiu “ídolos de barro” que ao longo do cotidiano vai de desintegrando. Não se assimila aos interesses de políticos patrimonialistas, interesseiros e amantes da corrupção que tanto temem fingindo ser bonzinho para o povo sabendo que este povo em sua maioria carente de raciocínio são os primeiros estarem na defesa destes deteriorados.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 4 DE ABRIL DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
FIEL VIGILÂNCIA

Nobres:
Neste momento em que a sociedade perplexa assiste o estarrecedor “corona vírus” devastando e contagiando vidas em todo o planeta. Milhares de versões são publicadas por aproveitadores aterrorizam a sociedade esses manjados “artrópodes humanos” parece ser imunes a esse vírus e se pegar adeus vermes ideológicos interesseiros e ladrões da humanidade. Neste aspecto buscamos a história milenar da humanidade retórica em espécie ao instar que uma epidemia precisa de um reservatório, ou seja, uma população que armazene uma bactéria ou vírus e permita que esta ou este se manifeste periodicamente em uma profusão de novas infecções. Quando nossos ancestrais vagueavam por planícies e montanhas, e a terra era pouco habitada, as pessoas estavam espalhadas demais para prover tal reservatório. A doença contagiosa e epidêmica é, em grande parte, um produto da urbanização, quando as pessoas vivem em um número suficiente e próximo o bastante para tornar a transmissão entre elas um meio efetivo de disseminação de uma doença. Não precisa ser muito esperto para entender isso. Basta não ser fanático. O maior desenvolvimento urbano gera cada vez mais oportunidades para as doenças contagiosas. As viagens e o comércio transportam doenças para outros lugares. Aqui mesmo e por extensão na nossa América do Sul, os conquistadores espanhóis contraíram sífilis em seu violento ataque à América pré-colombiana, mas trocaram-na por doenças como a varíola, o sarampo e gripes que devastaram populações locais ainda mais rapidamente que as armas dos europeus. Nossas cidades são insalubres ao extremo é um ambiente perfeito para o desastre. Basta recorrer à história pretérita e por consequência preparar nosso serviço de saúde numa corrida contra o tempo e testar as pessoas o máximo possível no sentido de planejar os próximos passos e ao mesmo tempo instituir uma rede de proteção de toda sociedade e econômica para os mais vulneráveis é uma “forçosa” opção para encontrar o possível.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 3 DE ABRIL DE 2020


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CONSCIÊNCIA CHISTOSA

Nobres:
Conscientização para alguns, e os outros demonstram a incapacidade de ser humano é ser um animal ou fera irracional que povoa nas entranhas ainda nos primórdios da civilização. Vejo-os precisamente que sejam principalmente os “metidos a intelectuais” e alguns que primam pela bajulação incessante e natural bem distante dessa “praga do “coronavírus” que relata a cada momento o número de vítimas em todo mundo. A sua mentalidade oscila pela vontade do pratão, geralmente um político em todas as esferas. Se tem consciência é difícil entender, mas que esse seria um dos maiores ensinamentos desse período. Para a sociedade racional é lógico se fizer sempre a sua parte ou, pelo menos, o melhor a partir de si mesmo, certamente, teremos um mundo mais evoluído, agora e depois. Neste momento tudo é válido  as “esquerdas santas e corretas” que Nossa Senhora nos proteja desta gangue e que tudo era proibido, se silenciaram! os babacas já não se sentem ofendidos porquê o setor industrial está  produzindo e até doando milhões de itens descartáveis de Norte a Sul do Brasil como forma de colaborar com o combate à propagação do coronavírus, esse grande mal que nos assola. São utensílios médico-hospitalares, como máscaras, seringas, respiradores, vestimentas para médicos e enfermeiros, assim como embalagens para alimentos, medicamentos, produtos de limpeza e até para o tão concorrido álcool gel. E aí mais uma vez nos “reportamos” em conscientização: em casa precisamos ter clara a importância de separar os resíduos adequadamente para que o descarte do plástico e de qualquer outro material seja eficaz. Enfrentar a Covid-19 é questão de sobrevivência: das pessoas, das empresas, dos governos que seja um ciclo reto: o ser humano seguindo as recomendações dos órgãos oficiais de saúde para que a indústria e os serviços essenciais produzam e os espertos (ladrões por excelência) não deixe de arrecadar para então investir novamente numa sociedade ainda mais consciente é fato real.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 2 de abril de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 2 DE ABRIL DE 2020


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CONSISTÊN
CIA ABREVIA
DA

Nobres:
É preciso trocar pânico por moderação, incerteza por afirmação, rumores por informação e falta de civilidade por solidariedade. O crona vírus tem imposto a toda humanidade um dos maiores desafios da nossa história e, certamente, de nossa geração. Medidas extremas de precaução modificaram profundamente a normalidade dos nossos dias. E aquilo que nos torna humanos, que temos de mais precioso, está sendo rigorosamente restrito: o convívio na sociedade. Neste momento requer o isolamento e do impacto que isso pode causar no controle da expansão da pandemia e nos recursos de saúde que dispomos. Diante das crises e ao longo desse processo, a distância vai nos aproximar. As novas tecnologias de comunicação e os meios digitais podem colaborar para que nossas características humanas não sejam tão afetadas e nos forneçam o suporte para enfrentar essa situação com condições mais confortáveis que outras pandemias globais; hoje podemos juntar informação e proteção, o que, ao longo da história, nem sempre foi possível. O ser humano tem uma incrível capacidade de se reinventar, de inovar. E esse período pode possibilitar um olhar para fora na experiência que o mundo e as pessoas enfrentam seus problemas, dilemas, convicções, acompanhados de uma profunda reflexão interna que possibilite a todos sair desse episódio de maneira renovada. A sociedade pós coronavírus não será a mesma e devemos desenvolver a nossa capacidade humana para inovar e transformar o mundo. Não vivenciamos uma situação normal, mas essa anormalidade está criando uma nova maneira de educar e aprender em essencial para uma sociedade racional. Indagamos no que deve surgir depois dessa egressão! Ainda não sabemos, mas temos uma certeza: o amanhã não será igual ao ontem. Solidariedade e resiliência talvez sejam as palavras de ordem para que sigamos em frente com serenidade, mas com firmeza. Andando juntos, ainda que de mãos dadas virtualmente, vamos superar esse desafio.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 1 de abril de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 1º DE ABRIL DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DIGNIDADE EM CORROSÃO

Nobres
Formar uma nação de homens é tarefa longa e árdua. Antes é preciso eliminar a ratazana que infesta os rodapés dos corredores da política brasileira em razão do fétido corporativismo dos nossos "legisladores", aliado ao objetivo principal de seus mandatos, qual seja, manter e ampliar seus privilégios e dar sustentação para suas nefastas reeleições impedem a condução de reformas necessárias e indispensáveis.  O proveito do desempenho de tais senhores nos trouxe desde muito aos dias que vivemos gerando a sua nova metodologia  especialmente a deseducação nas escolas, degradando a qualidade de vida do cidadão e sua família. Se fosse eles não se glorificavam e sim se envergonhasse de ser representantes do povo, mas o caráter tem força de administrador de picadeiro. O mesmo ocorre nas esferas estaduais e municipais, sufocando o Poder Executivo na aplicação de suas receitas nas ações indispensáveis ao atendimento da população que, através do seu trabalho, gera recursos para manter tais senhores e suas alcateias. Presenciamos, nos dias de hoje, todo um cenário irresponsável na condução das indispensáveis reformas em que a cultura em sua maioria bruta promovida pela esperteza desta gente. Por outro lado o forte corporativismo em manter privilégios imorais já existentes em que a Nação se sustenta a partir do cidadão ordeiro. Por outro lado abdicar as pressões do podre corporativismo e de seu íntimo de veleidade em manter suas benesses e suas quadrilhas. A concertação da bagunça que ainda vivemos não se dará com decisões futuras e sim atuais.
Antônio Scarcela Jorge.