domingo, 16 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 16 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
ALERTA DE
COSTUME
 

Nobres:
Nossa principal é formular consulta as pesquisas é o referencial lógico por ser verdadeira, exceção quando se trata da falsidade dos institutos de pesquisas de opinião pública sobre sucessão presidencial onde um senhor não se sabe o porquê não está encarcerado e que vem aplicando golpes junto a maioria do eleitorado brasileiro: (só vou votar naquele que ganha a eleição) que induz o eleitor e que o quadro ultimamente não vem dando certo, cuja fonte viciada vem dando certo desde que proclamaram a nova república, instituída pelo velho Ulisses Guimarães. Na explicita verdadeira, o IBGE liberou estatísticas sobre o desempenho do setor de serviços em março de 2021. Apesar de revelarem uma desaceleração no volume de serviços em relação ao observado em fevereiro no Brasil, quando se corrige para flutuações sazonais, os dados mostram que o setor cresceu levemente (0,3%) no primeiro trimestre de 2021, em relação a 2020. No entanto, esse desempenho nos estados nordestinos para os quais há pesquisa mensal, Pernambuco, Bahia e Ceará, foi negativo, sendo eles de 6,95%, 9,86% e 7,47%, respectivamente. A vigor da segunda onda da pandemia na região pode explicar parte desses resultados negativos, mas talvez não seja o único fator. O setor de serviços é evidente, todo mundo sabe já vem perdendo importância em relação ao agregado nacional. A Bahia e em especial o nosso Ceará só começaram a perder relevância nacionalmente em função dos agregados e parceiros sempre a serviço das organizações que delambem por aqui. No nosso caso, particularmente, os dados das contas regionais estaduais mostram que a perda de participação nacional no PIB de Serviços ocorre quando se exclui a administração, defesa, educação e saúde pública, ora manipulados e confundidos a se apresentar números. Esses dados mostram que por trás da crise da pandemia há um problema estrutural enfrentado pela região, desde longas datas e que persistiu na pandemia. Entre os poucos setores nos quais o IBGE desagrega os dados mensais para os estados, pode se perceber que nos três estados nordestinos os setores de serviços profissionais, administrativos e complementares, assim como os de informação e comunicação nos deixam impactados. Na Bahia e em nosso Ceará, uma categoria genérica e bem abrangente de outros serviços também encolheu acima da média nacional. Mesmo que pequena essa desagregação indica que aqueles subsetores em que a perda foi maior são exatamente os que permitem uma nacionalização mais elevada da sua oferta ao público ou empresas. O valor agregado localmente nesses segmentos é mais facilmente transferido para uma esfera de agregação nacional de valor. Com isso, as regiões periféricas perdem renda e emprego, que são transferidos para outros estados, mais comumente São Paulo e Rio de Janeiro. A percepção desse movimento de perda de serviços para estados centrais do país deveria gerar políticas públicas que venham a evitar essa tendência. As formas de cobrança de ISS podem ser importantes determinantes na redução dessa emigração. As regras de ISS no Brasil são complicadas. Não é incomum as empresas serem forçadas a pagar esse tributo duas vezes, em dois municípios diferentes. Um município que evite tal bitributação e consiga gerar regras que não penalizem as empresas duplicando o ISS delas passa imediatamente a ser um potencial destino de empresas que prestam serviços para todo o país. Forçar o pagamento duplicado pode gerar ganhos imediatos, mas no médio e longo prazo afasta empresas com atuação intermunicipal. Os dados para Pernambuco talvez estejam sinalizando que nossos municípios estão precisando ser mais eficientes e justos nos seus sistemas tributários que se tornou um circulo vicioso e meramente prejudicial aos setores de serviços, empresas e especial para os habitantes do nosso Estado.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 15 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 15 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
A FORÇA DA INFORMAÇÃO
 
Nobres:
Para se instar é necessário proceder a fonte de pesquisa sobre a imprensa tem por objetivo veicular a comunicação em todas as vertentes do Brasil. por esta razão no conceito de modernidade avançada As redações deixaram as máquinas de escrever e passaram a utilizar os computadores. Além disso, as novas tecnologias deram às notícias uma nova plataforma: a internet. A partir daí, começaram as dúvidas se os jornais impressos continuariam a existir ou se sumiriam gradativamente. Contudo, de acordo com a Pesquisa Brasileira de Mídia de 2016, o meio de comunicação que lidera o ranking de confiança da população continua sendo o jornal impresso. Mais da metade dos entrevistados pela pesquisa que afirmaram ler jornais (59% de 4.665 pessoas) confiam muitas vezes ou sempre nas notícias trazidas por esse meio. O rádio aparece em segundo lugar e a televisão em terceiro na escala de confiança. 57% dos entrevistados pela pesquisa que afirmam ouvir rádio confiam sempre ou muitas vezes nas notícias que são veiculadas no meio. Da mesma forma, 54% dos entrevistados que afirmam assistir TV confiam sempre ou muitas vezes nas informações assistidas. O quarto veículo mais confiável são as revistas; o quinto, os sites; o sexto, as redes sociais e, por último, os blogs. A pesquisa mostra, assim, que os sites, as redes sociais e os blogs ainda não se firmaram como fonte de informação confiável, apesar do crescimento no consumo de internet no país. Enquanto mais da metade dos brasileiros que leem jornais frequentemente (59%) afirmaram para a pesquisa confiar sempre ou muitas vezes nas notícias trazidas por esse meio, apenas 20% dos usuários da internet entrevistados disseram confiar sempre ou muitas vezes em notícias veiculadas em sites; 14% em redes sociais e apenas 11% em blogs.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 14 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 14 DE MAIO DE 2021 (POSTADO ÀS 12:19 H)

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
A BADERNA PREDILETA
 
Nobres:
A prioridade do governo do Ceará é aumentar impostos e não salvar vidas como ele tanto apregoa. O ventílogro criado pelos FGs faz a irracionalidade do segmento o povo masoquista sofrer e elogiar e por tabela (é uma regra deles) em que zomba disfarçadamente todas as ações que sejam de cotidiano para toda gente. Os recursos públicos são escassos e a sociedade não mais aceita criação ou aumento de impostos. No entanto, as necessidades de melhores e mais eficientes serviços públicos crescem, especialmente em períodos de crise como estamos vivendo. A maior dificuldade está em suas características de empresa pública, com uma legislação que dá pouca margem para a implantação de medidas de racionalização administrativa e adaptação em períodos de dificuldade. Isto se aplica a praticamente todas as atividades da companhia: recursos humanos compram de serviços e insumos, entre outros. Algo terá que ser feito, começando por um debate político honesto, em vez de um diálogo com Renan Calheiros, o senhor honestidade, que foi “expulso” várias vezes pela sana corrupta originária desse indivíduo.  A ordem é aumentar os impostos como forma de sobreviver o Estado. Por outro lado é promover para mídia concernentes dos decretos estaduais, que não surte efeitos nenhum, desobedecerem é a ordem do dia, é também zombar do governo em que certos indivíduos, colocam mulheres nas iscas, para promover badernas, orgias, vendas de bebidas alcoólicas, pondo as polícias em ação rotineira sempre as mesmas pessoas que usam dessa “papagaiada” principalmente nesta região que sedimenta as organizações criminosas em todos os quadrantes dos municípios.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 14 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
O SISTEMA DE SAÚDE NO BRASIL
 
Nobres:
A grave pandemia que assola o Brasil revelou a importância do Sistema Único de Saúde (SUS). E trouxe uma alerta: o SUS precisa ser reforçado. O Brasil sofre há séculos com profunda desigualdade em sociedade que infelizmente o compartilha e venera. Não restam dúvidas que avançamos. Mas, infelizmente, também recuamos. Em razão de crises econômicas e da pandemia, os indicadores sociais apresentaram piora. O desemprego está no dia a dia de parcela significativa da sociedade brasileira e neste contexto requer a presença do Estado para garantir proteção e desenvolvimento econômico. Não cabe, no momento o debate sobre controle de gastos públicos. O Estado brasileiro precisa de reformas uma reivindicação que também as esquerdas cegas que sua visão turva reivindica quando deliciou o poder e só teve tempo para roubar. Por o lado da coerência  o governo, estado, município e a União que experimenta o menor poder de mando com a anuência dos corruptos mesmo assim procura aumentar a sua capacidade de investimento público. Em particular o Estado presente de maneira eficiente na economia é lógico em situação normal, mercado e Estado não são concorrentes e são complementares. O presente e o futuro do Brasil são desafiadores onde tem as esquerdas tão somente bodejando. Com as políticas públicas e parceria com o mercado as subjugaremos.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 13 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA- FEIRA - 13 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO

Scarcela Jorge

CONTORNOU

CÍRCULO

CORROMPIDO

 

Nobres:

A pandemia atingiu todos os círculos da nossa vida e um desses fatores veio direccionalmente expor a taxa de desemprego atingiu a marca recorde de 14,3 milhões brasileiros no primeiro trimestre de 2021, segundo o IBGE. Por falta de oferta de empregos formais, a população busca na informalidade uma maneira digna de levar o sustento de cada dia. Inúmeros são os produtos expostos nas famosas banquinhas de camelôs ou “empresas de ruas”, que estão espalhadas em todos os pequenos e grandes centros do País e que não param de crescer. Mas o que pode estar por trás de produtos sendo comercializados por centena de milhares de trabalhadores informais. Diante deste cenário, temos pessoas que buscam exclusivamente o sustento para a sua família, mas que não os deixam isentos de assédios e cobranças dos “supostos donos” dos espaços públicos. Além disso, há interesses de quem deveria ter o controle sobre a situação, assim como oportunidades ocultas de ações criminosas que deveriam fiscalizar. Em países desenvolvidos com economia sólida, esse movimento seria um gatilho para uma forte pressão popular contra o governo por geração de empregos. E por que não há essa pressão por aqui? Simples, pelo fato de a informalidade ser uma válvula de escape, a qual se pode tudo e fiscaliza-se nada. Contudo, a omissão em não fiscalizar reflete em perdas de arrecadação para os cofres dos estados, que, por sua vez, escalona as próprias prioridades de investimentos e por aí vai. O interesse político tem a real consciência que é mais fácil deixar como está o povo levando a vida da maneira que for desde que não incomode ou pressione os nossos representantes no governo e, em contrapartida, as fiscalizações somente ocorrem para ganhar palco em reportagens na televisão, configurando um grande teatro. Em constante estado de atenção aos cenários, quem também vislumbrou oportunidades foi o crime organizado, que explora a falta de fiscalização, tornando os camelôs pontos de escoamento de cargas roubadas e contrabandos, entre outras atividades ilegais. E como sabemos se estamos comprando produtos lícitos ou ilícitos? Essa resposta não é algo simples de identificar, mas uma boa dica é: se o produto tem um preço incompatível com o real, desconfie. Possivelmente é um produto de origem ilícita e, ao fechar a compra, estamos alimentando e fortalecendo o crime organizado que existe em todos os quadrantes do Brasil corrupto e marginal. Não podemos fechar os olhos e achar que não temos nada a ver com isso. O momento indica a ineficiência governamental em todos os panamás envolve interesses comuns de todos os políticos por meio da proliferação da informalidade, que na ausência de empregos, permite o crescimento dessa modalidade sem analisar os malefícios futuros.
Antônio Scarcela Jorge.


quarta-feira, 12 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 12 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
COTIDIANO MUNDIAL
 
Nobres:
Como o cenário da pandemia sanitária, moral e inconsequente não temos como fugir. Na verdade estamos atravessando uma crise sem precedentes que vem se arrastando por longos meses cujo fim não pode calcular. Fomos tragados por ela quando mal sabíamos quais eram suas causas. Nesse momento continuamos mergulhados numa instabilidade que já dura cerca de quatorze meses e sem saber como se dará o seu encerramento. Essa situação vem afetando significativamente as famílias de distanciamento que geram uma situação de aperto para preservar os ativos produtivos e empregos e pela dificuldade em obter matérias-primas para atender seus clientes. A inadimplência voltou a subir e a tendência é de que continue em alta nos próximos meses, por conseguinte as famílias nunca estiveram tão endividadas, comprometendo a renda e o seu patrimônio. Teremos pela frente uma tarefa difícil, que é a recuperação do poder de consumo, haja vista a atual situação de praticamente uma “corda no pescoço”. É muito temeroso traçar cenários em meio a uma crise sanitária como essas e uma nova onda da Covid-19 está gerando uma maior incerteza e um estresse acima do normal para o povo e a economia brasileira. Uma eventual melhora das condições, no segundo semestre, não elimina a dificuldade da retomada e há muita incerteza sobre a duração e a intensidade dessa segunda onda e as cicatrizes que ficarão. O que se observa é que estamos mais experimentados e preparados para enfrentar as consequências dessa crise. Há uma perspectiva para a retomada, ainda que modesta, na atividade econômica, à medida que as restrições impostas pela pandemia se dissipem sendo possível especular uma sensível melhora da atividade econômica, elo principal de sintonia para se enfrentar a partir do mês de julho de 2021. Povo e economia que ainda tem poucas estão superando com menor dificuldade os desafios da retração na atividade econômica.
Antônio Scarcela Jorge.

 

terça-feira, 11 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 11 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
PELO TRAVESSÃO
 
Nobres:
No atual nem nos reportamos sobre o desgastado assunto sobre “pandemia e politicagem” mesmo não saindo da rota cotidiana. Sim, necessitamos de relacionamentos em que possamos servir para alguma coisa, e relacionamentos aos quais possamos nos referir no intuito de definirmos a nós mesmos e até para pensar a totalidade do mundo, observar o espetáculo desde os bastidores, que permite ver "como ser exatamente assim sem ainda ser". Somente nos atreveremos a pensar o que se acredita poder realizar através da vida; ou opostamente, após termos pensado em qualquer coisa teremos de vivenciá-la a qualquer preço. Torcemos pela vontade de controle cada vez mais eficaz do nosso mundo pelo poder de organização e de eficácia será naturalmente condicionado pela exigência de proteção e de precaução ilimitadas da vida. Jamais saberemos ao certo se o modo de vida é o melhor que se pode obter, aquele que provavelmente nos trará maior satisfação e podemos escolher por quanto tempo se apegar a ele. Fato é que precisamos de relacionamentos em que possamos servir para alguma coisa, e relacionamentos aos quais possamos nos referir no intuito de definirmos a nós mesmos. Pela primeira vez na história colima pelos princípios éticos devem se apontar na mesma direção e exigem a mesma estratégia como sendo a única escolha que temos é garantir a vulnerabilidade de todos e podemos chegar a isso a partir de suas origens, estende-se a todos os países do mundo e a todos os seus passados. Hoje, por mais afetados que sejamos pelas coisas do mundo por mais profundamente que possam nos instigar e estimular, elas apenas se tornam humanas quando podemos discuti-las como nossos contemporâneos quando se torna objeto de discurso. Neste contexto se determina implicações em relação aos contornos entre as esferas do privado e do público, acarretando novas maneiras de se comportar e de vivenciar e expressar os sentimentos e por dias que correm, a mobilização de homens e mulheres reclama forma de gestão que permita ampliar a responsabilidade das pessoas em todos os níveis de vida. Sempre digo e direi.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 10 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA - 10 DE MAIO DE 2021 (POSTADO ÀS 16:10 H)

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
A VIDA NOS ENSINOU
 
Nobres:
Antes de tudo precisa ter força de caráter uma origem fundamental para se estabelecer e muitas vezes as aparências passam uma identidade que não é real, talvez a pessoa possa estar muito triste, mas passa uma identidade opositora, apesar do sofrimento que está passando, não tira o sorriso do rosto, não deixando assim a sociedade perceber quais são seus sentimentos. As pessoas estão mais preocupadas com a aparência que vai passar para os outros, do que com o que está realmente sentindo, como por exemplo, a estética, as pessoas ficam preocupadas com a beleza e corpo perfeito ditado pela mídia e pela sociedade como padrão e se esquece do risco que isso pode trazer para a saúde, se preocupando apenas com o que as outras pessoas irão pensar. A necessidade de ostentar as artificialidades também tem um pouco de necessidade interna, mas uma influência externa muito grande e isso se tornam muitas vezes prejudicial para a sociedade que em vez se solidarizar ao mesmo tempo quer provocar a discórdia, quer vê que se rache. As pessoas aparentam ser o que não são enganando assim a sociedade e escondendo seus sentimentos que talvez pudessem ter soluções e serem resolvidos. Portanto, vivemos em uma sociedade em que as pessoas são muito preconceituosas e só veem da aparência, o que está por fora. Apesar da forte influência que a sociedade sofre, as pessoas tem que se aceitar da forma que é se conhecer melhor para um processo de valorização pessoal mesmo atiçado por parentes e amigos falsos que promovem a qualquer tempo a inveja e a discórdia. É necessário, conseguir diferenciar o que é útil para a sua vida, daquilo que a sociedade determina como padrão. O bom senso prevalecerá.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA - 10 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO

Scarcela Jorge

NOS TEMPOS DE ELEIÇÃO

 

Nobres:

Com a urna eletrônica instrumento de aquisição da modernidade política fez “retroagir”, no entanto um simples papelão faz às vezes de cabine para o eleitor enfiar os dedos nas teclas. Votou. Não há mais cédulas, não há envelope, não há goma arábica para fechar o envelope e levá-lo até a mesa, onde presidente, secretário e mesário o rubricavam, a paciência de aguardar o eleitor na angustiosa tortura de assinar, ou desenhar, o nome na sua folha de votação. Nos antigamente das eleições, os candidatos distribuíam sua cédula, que o eleitor, na cabine, colocava no envelope oficial, uma por uma. O envelope ficava gordo. As cédulas eram do tamanho de um cartão de visita, com poucas palavras: Para Governador Fulano de Tal. E daí por diante.  As cédulas eram disputadas. Próximo da eleição, os candidatos iam distribuindo. Depois da eleição, perdiam o significado, como, também, para a gente, perdia a graça. Mas, o que mais me marcou na eleição a última que antecedeu a urna eletrônica foi os cabos eleitorais devidamente uniformizados, uma senha que quem era. A invenção foi enaltecida pelos puxas sacos e tida como o catedrático capaz de “ganhar o “Prêmio Nobel” não sei de que”, mas, o mundo deu muitas voltas e se modificou em função dos tempos e, pouco tempo. O digníssimo até um dia desses foi parar nos costados da justiça pelas mesmas e outras peraltice. Hoje o sábio uniformizou mescla sua turma, senha perfeita. A sala da sessão, sem mais ninguém da mesa, que, assim, simplesmente foi sonegado e facilitava o fato de todas as sessões terem sido instaladas em vários lugares, as salas abertas, ninguém mais com autoridade suficiente para coibir a suave investida. O ambiente facilitava. Se, na seara da Justiça Eleitoral, foi tomada qualquer providência para se apurar, é fato que escapa aos meus conhecimentos. Se circulou qualquer notícia a respeito, não sei informar. E, aliás, nem precisava. Os culpados se denunciaram espontaneamente. Não que tivessem ido confessar a infração ao juiz eleitoral e da comarca. Ninguém teria essa iniciativa, nem tampouco se  atreveria. A denúncia. Dispensava explicação, fato como aquele é preocupação terciária, enquanto a Justiça Eleitoral seguindo pelo atalho em normatizar resoluções e sem estrutura para fiscalizar fatos que nos deixam em dúvidas.

Antônio Scarcela Jorge.


domingo, 9 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO - 09 DE MAIO DE 2021


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge

O MODO INTERPRETA

TIVO CONFORME A CULTURA DIVERSIFICADA

 

Nobres:

Os meios tecnológicos encorajam a proliferação de lugares comuns, de opiniões algumas sem fundamento. Faz-se necessário mais do que nunca, precisamos compreender o que lemos, e saber refletir criticamente sobre o que compreendemos, mas só enriquece a compreensão da realidade o estímulo continuado ao exercício do espírito crítico, sobretudo para diversos segmentos onde a leitura não é equacional que fundamenta o conceito interpretativo  através do diálogo permanente entre pessoas e muito mais entre sistemas políticos conflitantes, na sociedade onde o fanatismo prevalece, Tim Tones um bandido, mercenário e sádico a custa de sua ação de ladrão refugiou-se nas selvas e induziu milhares de fanáticos e desculpados que não dariam valor a vida foi induzido ao praticar o suicídio coletivo com repercussão das esquerdas dos amantes sem igual como ampla repercussão da mídia internacional como regra igual permanente, entretanto a sociedade ética não sentiu a falta desse cause da humanidade.

Antônio Scarcela Jorge.


COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO - 9 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
O MODO INTERPRETATIVO CONFORME A CULTURA DIVERSIFICADA
 
Nobres:
Os meios tecnológicos encorajam a proliferação de lugares comuns, de opiniões algumas sem fundamento. Faz-se necessário mais do que nunca, precisamos compreender o que lemos, e saber refletir criticamente sobre o que compreendemos, mas só enriquece a compreensão da realidade o estímulo continuado ao exercício do espírito crítico, sobretudo para diversos segmentos onde a leitura não é equacional que fundamenta o conceito interpretativo  através do diálogo permanente entre pessoas e muito mais entre sistemas políticos conflitantes, na sociedade onde o fanatismo prevalece, Tim Tones um bandido, mercenário e sádico a custa de sua ação de ladrão refugiou-se nas selvas e induziu milhares de fanáticos e desculpados que não dariam valor a vida foi induzido ao praticar o suicídio coletivo com repercussão das esquerdas dos amantes sem igual como ampla repercussão da mídia internacional como regra igual permanente, entretanto a sociedade ética não sentiu a falta desse cause da humanidade.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 8 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO - 8 DE MAIO DE 2021


 COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
CONJURAR
ENQUANTO
OUTROS COGITAM
 
Nobres:
Enquanto as esquerdas sempre presente no cenário político nacional vendo a hora de sucumbir, bradando aos quatro ventos, quando a “batuta” da maior excelência corrupta que teve na história política brasileira, no outro lado fazem um sinal de alinhamento com o presidente da Câmara, Arthur Lira, o chefe do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que a forma como a reforma tributária irá seguir no Congresso deverá ser uma decisão política entre as duas Casas. Pacheco disse que a comissão mista da reforma tributária, que reúne deputados e senadores, deve concluir seus trabalhos com a apresentação do parecer final do relator Aguinaldo Ribeiro na semana que vem e a “bandidagem” nem sente o cheiro das decisões políticas quando eles estiveram no poder por razões óbvias. “Trabalho de Aguinaldo será concluído na próxima semana pelo presidente Roberto Rocha. Essa conclusão fará com que essa comissão entregue uma proposta de reforma tributária para o Brasil. Caberão à Câmara dos Deputados e ao Senado a condução da reforma tributária. Por conseguinte virá outro momento que é quanto a forma de se fazer e se será uma parte na Câmara, uma parte no Senado, se isso será fatiado, em razão dos conceitos e dos projetos de lei e da própria proposta de emenda constitucional, entre as casas legislativas, essa é uma negociação política que será feita entre Câmara e Senado oportunamente, tão logo se apresente a preposição pela comissão mista”, disse Pacheco no plenário do Senado. Segundo Pacheco que não houve extinção da comissão mista, que ela é propositiva e não tem prazo regimental para cumprir. Segundo ele, houve confusão que só pode fazer, nem por esta razão, mesmo que se extingue apenas a comissão da Câmara, relacionada apenas à PEC 45 como forma regimental. – Uma ressalva: Como está o caso comandado pelo Sr Renan Calheiros o senhor mais honesto que se viu na face da terra!
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 7 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA - 7 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
JUDAS NORMATIVO
 
Nobres:
Montar no governo brasileiro sem traíras é uma forma que procura os laboratórios para conter a pior doença do Brasil igual a “Covid 19” uma mera coincidência neste solo inédito onde aportaram corruptos portugueses onde a coroa trazia a ânsia corrupta desde os primórdios da nossa civilização. Daí porque os passos seguintes até a modernidade é sem igual. Querer mudar os destinos dessa civilização há mais de cinco século é impossível e os atraiçoaras estão sempre presente entre as ações descabidas e inconsequentes e o fato se dar ao ex ministro da saúde ao justificar que na Pasta da Saúde, ainda bem felizmente saiu, onde nunca deveria ter sido entrado. Na ânsia de enganar e se enganar justificou não ter autonomia. – onde se viu falar que um auxiliar do governo ter autonomia? a decisão é própria do Presidente da República ou ainda conforme o STF, uma anomalia na formação de Leis que ao mesmo tempo e julga, ou é assim, conforme ainda a Constituição onde o Presidente da República seria o senhor responsável pelas decisões pertinentes, ou é um subprefeito dos municípios como estabelece a “turma” (adjetivo adequadíssimo) no atual sistema politiqueiro do país. Segundo o estar ministro, graças a Deus, o Senhor Nelson Teich disse nesta quarta-feira (5), em seu depoimento à CPI da Covid no Senado, que não tinha autonomia para conduzir as políticas de combate à pandemia da maneira que achava mais adequada estabelecendo uma “tiriricada completa” vamos repetir a dose, falou: - "Eu percebi ao longo daquele período que eu não teria autonomia necessária para conduzir como eu acreditava fosse a forma mais correta", disse Teich, respondendo a questionamento do relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), um entre os demais corruptos o simbolismo da corrupção como não poderia ser outro. Além disso, o ex-ministro confirmou que seu pedido de demissão do cargo se deu pelo desejo do governo Bolsonaro de ampliar o uso da cloroquina, medicamento que, na época dos fatos, não tinha eficácia comprovada no tratamento contra a Covid-19. Mais tarde, estudos clínicos comprovariam que o remédio é ineficaz contra a doença. O pedido específico foi pelo desejo de ampliação do uso da cloroquina, mas o que eu quero colocar é que esse era o problema pontual. Não entramos no mérito da questão é um conceito complexo que se transforma nos laboratórios, consequentemente envolve a politicagem interna e externa do país. Considerando tão somente a autonomia do sistema presidencialista. Discordar de certos pontos todo cidadão conciso de seu dever de cidadania incontinente pediria demissão.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 6 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA - 6 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
LEMBRARAM-SE
DO ESQUECIDO
 
Nobres:
Neste país fantástico é deveras exponencial no último dia 26 de abril, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por maioria de votos, que o Planalto fixasse uma renda mínima para a população em situação de extrema pobreza – com renda per capita inferior a R$ 178. Entretanto, o que causou maior espanto foi à morosidade para a suprema corte fazer valer uma norma de 2004. Quando aquele ex-presidente (enfim apresentou um mérito para população) que ainda estava à frente do Executivo nacional, foi sancionada a Lei número 10.835, prevendo o direito de todos os brasileiros residentes no país e estrangeiros residentes, há pelo menos cinco anos no Brasil, não importando sua condição socioeconômica, receberem, anualmente, um benefício monetário. Contudo, é norma dele, não se preocupou em estabelecer quais pessoas poderiam receber e nem qual seria o valor desse benefício e, assim, o dispositivo foi deixado de lado e, aos poucos, sendo esquecido. Passados dezessete anos, o politiqueiro STF conforme sua conveniência se debruçasse sobre o tema para julgar se o governo federal da época se omitiu na regulamentação do auxílio o que realmente ocorreu. Durante o julgamento, os ministros Marco Aurélio, Edson Fachin, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski sugeriram, até, a possibilidade que o pagamento já começasse a ser realizado ainda neste ano, com valor equivalente ao salário mínimo – que, atualmente, está em R$ 1.045. A sugestão foi barrada pelos demais membros da corte. Afinal, o pagamento imediato e sem nenhum planejamento causaria impactos contraproducentes nas contas públicas, principalmente, no contexto pandêmico. À vista disso, ficou decidido que, a partir de 2022, a renda mínima entrará no orçamento anual e será debatida pelos deputados para estabelecer um valor. É dose de sabedoria!
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 5 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA - 05 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
POLITICAGEM COTIDIANA
 
Nobres:
Continua a velha retórica politiqueira bem distante daqueles que por força querem radicalizar governo/inimigos. Existe na face da terra personagem nefasto como ocorre neste Brasil retoma que não fosse abençoado por Deus seria exterminado. Tentam colimar pandemia, educação, saúde, economia, corrupção e a defesa da vida e “Cipriano” - “para salvar vidas” embora a cada minuto cresça os índices de pandemia o pior os homicídios principalmente do nosso Estado, conforme os relatos tímidos da imprensa rendida e confirmados pelas estáticas oficiais e o sistema de segurança do Estado, não há preocupação, são fatos rotineiros e inconcebíveis para uma sociedade ética. Sabemos que sem educação não prospera. As nossas escolas públicas são condenadas por terem a ousadia de concorrer com boutiques do capitalismo selvagem, empenhadas em preparar hienas a se entredevorarem no mercado financeiro das falcatruas e dos paraísos fiscais. Por imposição dos do centrão e das esquerdas conspiradoras (eles fazem negócios até com o diabo) a nossa diplomacia se recupera a passos cautelosos por uma instituição sempre a honrar uma tradição de parceria construtiva, ainda que frequentemente crítica, nos foros internacionais e nas relações bilaterais com praticamente todos os países do Planeta, independente de suas ideologias, doutrinas e religiões, até a nossa no sentido ideológico político, cristão socialista. Desde sempre, mais visivelmente desde os primeiros anos de nossa República, deslembrar do sistema, fizeram uma orgia, sabotaram a Constituição, ou pior todas inúmeras constituições que se modificam a cada interesse. As esquerdas firmaram e embromaram o esquecimento e dizem que fizemos do Direito Internacional, do respeito à igualdade soberana dos Estados. Anarquistas, o sistema político brasileiro se especifica no poder Central, foi instituído a República Federativa do Brasil nos anos sessenta e não a República dos Estados Unidos do Brasil, uma cópia carbono modelo da República dos Estados Unidos da América, composto pelos seus estados associados. Essa poderosa facção entranhada por partidos políticos e um só objetivo, roubar enquanto estiveram no poder desconhecem tudo em defesa da corrupção e em consequência não há desenvolvimento econômico o que tanto deseja.
Antônio Scarcela Jorge.