sexta-feira, 13 de março de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 13 DE MARÇO DE 2020

COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE
SERÁ CONSENSO NOS PODERES

Nobres:
Com constrangimento vivenciamos o Brasil no pleno exercício de democracia não corresponde às normas constitucionais onde o imperativo da desordem e da anarquia promovido pelo lulismo um sujeito que está no cenário político como herói e abençoado formalmente, na realidade deveriam se ditar um ripícola condenado pela justiça e que cumpre sentença em casa e agora “vagabunda” nos estados brasileiros e as nações que professam o socialismo. Mas a questão é sintética em vários aspectos e tem gente de toda espécie se vê no desejo de urtigar o atual Governo da União como se fosse esta gente provida de responsabilidade, coisa que nunca tiveram. Eles se espelham no evidente descompasso entre os poderes, que não pode continuar tornando um das mais sérias dificuldades ditadas no ornamentado na Constituição brasileira vigente, que é o equilíbrio entre os poderes, que devem ser conforme mais letras apagadas se aplicadas em sua essência seriam “independentes e harmônicos entre si”. Neste estado de desordem que reza o anarquismo lulista, na prática não é assim; á dois excessos a evitar: No antigo, de uma verdadeira sujeição dos outros poderes ao Executivo; e o atual, que, para corrigir o abuso anterior, criou o regime de uma praticamente absoluta autonomia, da qual resultaram poderes ricos, o Legislativo e o Judiciário, que definem livremente suas despesas, para o Executivo pagar. Não é razoável que o Judiciário e o Legislativo possam se dar os aumentos que quiserem, os quais a receita comum do governo, deste modo, o Executivo tem de suportar. Nem é razoável que aleguem fazer isso porque contam com dotação orçamentária suficiente, isso apenas mostra que essa dotação folgada está errada. Enquanto o Legislativo e o Judiciário vivem nababescamente, o Executivo sobrevive em estado de penúria. Enquanto essa magna questão não se define, bem que algumas medidas concretas específicas poderiam ser tomadas. Uma, definir que os aumentos anuais dos servidores aumentos cuja razão de ser é recuperar o poder aquisitivo da remuneração têm de ser iguais para todos os Poderes. Não somente iguais para os ativos e inativos, mas também para o Judiciário, o Legislativo e o Executivo. Porque a inflação é a mesma para todos. Mais uma, definir que as regras de aposentadoria sejam iguais para os três poderes. Por que o Legislativo e o Judiciário não poderiam ter regras próprias, tempo de trabalho é tempo de trabalho; tempo de contribuição é tempo de contribuição. As distinções que houver devem ter outra razão, mais objetivas, mais gerais, mais iguais para todos: para beneficiar trabalhos em condições de risco, e jamais distinções em função do Poder a que o servidor tem vínculo. Decidir explicitamente que esses auxílios que ficam inventando! Auxílio-moradia, saúde, vestuário, e outras aberrações inseridas nas normais que privilegiariam naturalmente. Mesmo sendo hilariante daqui a pouco, pode surgir formalmente “o auxílio-não reeleição”, para “ajudar” os que não forem reeleitos, que existem normativos para a vitalidade prematura no cargo; as aposentadorias, que sai do erário, na informalidade, “o pior dos pioreis”, senadores que não se reelegeram ainda mantém a mesma assessorias, num acinte as normas legais juntos com as esquerdas vigilantes e santas informais e formais “berram” enganando o povão a maior fatia da “massa de manobra” dos espertos. Alias existe indiretamente ligada a certas vitaliciedades  absolutamente não têm caráter indenizatório, são elementos da remuneração, são itens a que a remuneração normal deve atender, conforme está explícito no art. 7º da Constituição. Se tiver seriedade seria essencial ainda: reduzir a, no máximo, um terço o atual número de assessores e cargos comissionados de que desfrutam os membros do Legislativo e do Judiciário. Indagamos: para que tantos? Se o Executivo está cortando esses cargos, por que os outros poderes não podem reduzi-los também?  O Legislativo e o Judiciário não podem continuar sendo casta de privilegiados. Precisam dar exemplo o que é difícil com os elementos que aí povoa um dos poderes de mando. Se a Constituição prega a independência entre os Poderes, dobra também a harmonia e não pode haver harmonia se se mantiver a imensa disparidade, mas na pratica triste corrupta e deprimente, não pode haver harmonia onde há desigualdade e privilégio, na regra gera controvérsias. Pregam uma coisa e como é norma destes anarquistas, e enganam outras, mas o primeiro a protestar é o povão em defesa de seus compassas que foram eleitos por eles. Assim os espertos “gozam” na cara da sociedade ética principalmente as oligarquias que se fazem de vítimas.  Desta forma o Brasil não vai.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 12 de março de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 12 DE MARÇO DE 2020

COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE
COMPROMETIMENTO DE GESTÃO

Nobres:
Torna-se evidente onde a norma encontrada pelos seus gestores é colocar servidores comissionados para fugir da Lei de Responsabilidade Fiscal como equação e esperteza. O serviço público absorve em média principalmente nos pequenos municípios se estimula a manutenção das oligarquias caracterizada a sua solidificação. Enfim em termos adicionais desencadeia o aumento do custo dos servidores para o Estado brasileiro se soma ao custo do Estado para o cidadão, que paga uma alta carga tributária sem receber de volta serviços e investimentos proporcionais às demandas do País. A reforma administrativa em formulação com décadas de atraso vai levar em conta esse custo, bem como as idiossincrasias dos burocratas, alguns dos quais não se envergonham de agir como proprietários do espaço público, à imagem e semelhança de políticos e servidores de elevado escalão que se esquecem da natureza temporária dos postos que ocupam. O Brasil faz tempo que espera um choque de gestão com dois objetivos essenciais: eliminar o desperdício de recursos com os agentes do atraso e despertar no corpo funcional o espírito público focado nos fins da prestação de serviços, não nos processos intermináveis que fazem o nosso gigante estatal andar como um sonâmbulo. Os números mostram que a quantidade de indivíduos pendurados na máquina estatal aumentou em mais de 82%, passando de 6,2 milhões para 11,5 milhões de servidores. No mesmo período, a população cresceu em 30%. Outro dado interessante diz respeito aos valores salariais para funções similares no serviço público e na iniciativa privada. No Brasil, o servidor público ganha, em média, quase o dobro de um trabalhador que desempenhe a mesma atividade numa empresa. Complicado é encontrar um brasileiro que aponte a melhoria da qualidade dos serviços prestados pelo Estado, apesar do inchaço observado, e do bom pagamento pelo trabalho realizado, entretanto os salários têm recebido aumentos além da inflação, e os gastos relativos a esse item suplantam o que se gasta em outros países latino-americanos. Não é por falta de funcionalismo que o serviço público, aqui, em larga medida, peca em eficiência. Segundo as previsões poderá até 2030, no horizonte de apenas uma década, cerca de 40% dessa massa de servidores poderá se aposentar. É com tal perspectiva que a reforma administrativa em preparo deve se preocupar. Além disso, aperfeiçoar os mecanismos de gestão para inibir ataques ao erário, como se viu justamente nos anos em que o Estado mais cresceu, com a corrupção se aproveitando, sem cerimônia, dos aparelhamentos políticos que pouco tem contribuído para o benefício da coletividade. Nos pequenos centros urbanos o místico é latente sobre a estabilidade onde predomina a vontade dos servidores públicos no tocante aos seus interesses onde os gestores permanecem com o bolsão eleitoral.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 11 de março de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 11 DE MARÇO DE 2020

COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE
CARACTERIZADO
O CORPORA
TIVISMO

Nobres:
Em ação inusitada por decisão do Supremo Tribunal Federal referente ao cumprimento de pena somente após o esgotamento de todas as possibilidades de recurso esgota-se por enquanto as ações da Corte que estimula à impunidade a imoralidade em atos que se vem constatando nos últimos anos. Numa justificativa emaranhada na Constituição na forma interpretativa, pluralista e corporativista o Senhor Presidente do STF encontrou e numa justificativa inconsequente, emendou: - “Para não perder os notáveis avanços recentes no enfrentamento da corrupção, o Brasil não pode se tornar presa da radicalização das disputas políticas e debates estéreis, que ameaçam se agravar com a libertação de réus como o ex-presidente Lula e outros condenados por corrupção”. Eis a razão dos fatos para proteger uma só pessoa um condenado pela própria justiça em tribunais menor com atos que lhe “consagram” como o maior corrupto da história da República. Nesse aspecto a Corte vai direcional aos seus interesses num outro poder, o legislativo, uma fonte de aliados a safadeza corrupta. Finalmente as principais autoridades dos Poderes da República adquiriram da sociedade o descrédito pelos múltiplos desacertos e se emposse seriedade deveria se debruçar com seriedade sobre reformas legais que podem racionalizar os sistemas recursal e prescricional da Justiça brasileira. Por outro lado, órgãos pertinentes como a Transparência Internacional e a Fundação Getúlio Vargas mobilizaram centenas de especialistas brasileiros e internacionais na produção das Novas Medidas contra a Corrupção, que oferecem um amplo repertório de soluções e reformas que podem ser adotadas pelas autoridades competentes. São notórias as aspirações da sociedade brasileira na luta contra a corrupção onde as esquerdas que ainda povoam e se esfacelam com as suas absurdas propostas que no momento que eram governistas se esqueceram “de má fé” como agir um esteio regrado e corporativista desta gente.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 10 de março de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 10 DE MARÇO DE 2020

COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE
TODOS SÃO ALIADOS À ECONOMIA

Nobres:
A crise econômica “contabiliza” todo o povo mesmo leigo tem as suas contas em se instar como “economistas” neste aspecto é notória a “utopia” financeira nacional em praticidade que os bancos captam recursos para emprestar. Maravilha! Banco “vende” dinheiro com um “ágio” a ser pago de volta meses ou dias depois, com o intuito de remunerar os “sócios” depositantes, cobrir seus custos, e receber lucros para novamente poder aumentar o seu ciclo de negócios. Ao emprestarem esses recursos, se há inadimplência, o custo da recuperação do crédito é altíssimo e de difícil operacionalidade o que justificariam esses juros altíssimos, amparando ainda esses argumentos com a informação de que, segundo o Banco Mundial, o Brasil é classificado como o pior país emergente do sistema financeiro na capacidade de recuperar créditos (170° de 180 países). Novamente tudo bem, mas, com tudo isso, tornamos a iterar; o lucro médio dos bancos no Brasil cresceu 18%, com uma soma de 81,5 bilhões de reais. O fato é que a política de juros no Brasil é a única variável macroeconômica que destoa, de forma evidente, de toda a experiência internacional, o que torna o Brasil uma “sinecura” de poucos, sustentados por uma massa de falidos e no subdesenvolvimento de uma grande maioria de pessoas.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 9 de março de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE SEGUNDA-FEIRA 09 DE MARÇO DE 2020

COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE
O DESENVOLVIMEN
TO DA SOCIEDADE

Nobres:
A sociedade brasileira vem assimilando bem o processo de consciência política onde está sendo imprescindível transformar os setores econômicos com base para moralizar um país amoral quando as esquerdas anárquicas imperaram o poder quase duas décadas sobre a batuta do intragável Lula. Neste feitio, também se ensejou uma verdadeira revolução tecnológica impulsionada pela globalização nos dias que correm é evidente e são fatores preponderantes para se adaptar ao meio da sociedade para se destacar destacam a importância da construção de instituições adequadas e populares. A necessidade a habilidade para coalizões de setores da sociedade. Neste lado é dinâmica a importância dos componentes históricos e dos fatores externos impactantes, como foi o caso das guerras do passado onde as esquerdas insistentes se proclamam pelo insucesso retórico e natural não conclamando alternativas para desenvolvimento do país. A crítica inconsistente são normas inerentes de que tem haver como esse processo manjado e frustrado que retoma desde século passado. Heróis de barro como o caso Mariete uma santa canonizada informalmente, pelas mídias e grupos religiosos onde esses marginais intelectuais das esquerdas imputam direccionalmente o presidente da República esquecendo as santidades que Adélio Bispo quase ceifou a vida com facadas o então candidato a presidência da República. O tiro saiu pela culatra, foi a regra zanzada desses canalhas. Acatem a sociedade ética que colocou em função dos resultados da eleição presidencial de 2018. Tenho dito.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 8 de março de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 8 DE MARÇO DE 2020 - DIA INTERNACIONAL DA MULHER

COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE
DO PRÓPRIO PROCEDIMENTO

Nobres:
De princípio algumas pessoas nos procuram identificar como sendo da direita por defender em certos casos as ações do governo da União, entretanto não temos partidos políticos quer seja de direita ou de esquerda enquanto se estabelecer um processo que consolide as forças das agremiações não que seja interesses de vivência com os fundos partidários ainda “elege” a financiamento público de campanha, para nós, pior para a população que está ou virá promover os gastos dirigidos a ela. Diante destas razões que me estima em resposta: - não somos da direita e sim partidário do que é direito. Neste contexto consideramos que o Brasil onde a corrupção dos entes governamentais é transparente e vergonhoso para a população e descarado para as excelências onde segmentos do parlamento o principal domínio do sistema domina a toda hora aliado também a “banda apodrecida moralmente do STF se selecionam para o bem comum deles”, tanto qual na teoria regrada “especifica” em que a execução orçamentária sempre foi prorrogativa do presidente da República e dos seus ministros, com os respectivos orçamentos longe da prática que estabelece entre ações. Na verdade o sistema presidencialista brasileiro é uma farsa que provocada vira refém entre os poderes republicanos. Neste aspecto o principal mandatário entre os poderes. O Presidente do Congresso Nacional sentindo só entre seus Pares e pela força do corporativismo corrupto vem por um viés de oportunismo analisou o projeto que obriga o governo federal a pagar todas as emendas parlamentares indicadas neste ano e na prática esta formalidade com todas implicou acordo entre líderes para manutenção dos vetos do presidente Jair Bolsonaro. Para a próxima semana, os congressistas devem votar os três projetos encaminhados pelo governo regulamentando o orçamento impositivo e definindo as regras para liberação e bloqueio do pagamento das emendas. Mas, para tanto, os parlamentares conseguiram junto ao presidente em acordo, pelo qual, no Executivo, as prioridades estão nas áreas de defesa, com R$ 6,01 bilhões; transporte, principalmente manutenção de rodovias, com mais R$ 5,8 bilhões; saúde, que terá R$ 1,2 bilhão; e, finalmente, educação, que terá R$ 1,1 bilhão. Já o Legislativo priorizou urbanismo, habitação e saneamento, com R$ 6,6 bilhões, seguidos de investimentos em saúde, com R$ 3,1 bilhões; educação, que terá R$ 3 bilhões; além do transporte, com R$ 2,07 bilhões. São três projetos enviados ao Congresso pelo Palácio do Planalto, feitos a toque de caixa e para homologar o ajuste que permitiu a manutenção do veto 52, no caso o veto à emenda que bloquearia nada menos do que R$ 30,1 bilhões do orçamento federal, em favor das emendas impositivas dos parlamentares. Uma tendência a colocar, na prática, um governo semelhante ao parlamentarismo, quando o nosso modelo é presidencialista, mas é a mais viva realidade. Aliás, não isenta o Presidente da Câmara dos Deputados Deputado Rodrigo Maia que em sua face dispensa comentário também embarcou no intuito da sobrevivência, por maioria de seus Pares, (Câmara e Senado) prometeram votar tudo às pressas, para manter o veto à emenda 52, o que acabou ocorrendo. Pelo acordo, os R$ 30,1 bilhões serão divididos entre o governo, que ficará com a metade; a Câmara, com R$ 10 bilhões; e o Senado, com R$ 5 bilhões. Nesses dois casos, os valores terão que ser aplicados pelo governo de forma impositiva e naquilo que os parlamentares indicarem, ou melhor, continua tudo a mesma coisa, o remédio não surte efeito a não ser aplicado o paliativo ainda desolador e por este lado a cultura política e deletéria, segundo um “filosofo” por estas bandas da região, político de “poucas ou quase nenhuma letras” provocado a se instar, pontuou: “Aqui é Brasil, se não fosse o Brasil, o Brasil não era Brasil”.
Antônio Scarcela Jorge.

homenagem

O Dia Internacional da Mulher
Essa data simboliza a luta histórica das mulheres para terem suas condições equiparadas às dos homens. Inicialmente, essa data remetia à reivindicação por igualdade salarial, mas, atualmente, simboliza a luta das mulheres não apenas contra a desigualdade salarial, mas também contra o machismo e a violência.

sábado, 7 de março de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 7 DE MARÇO DE 2020


COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE
EXTENSÃO DA DEMOCRACIA

Nobres:
A essência de democracia se fará presente enquanto as ditaduras não interessam mais ao mercado, muito pelo contrário, só atrapalham. Na mídia castrista é Cuba a nação mais democrática do mundo transformando num anedotário que percorreu o mundo, chancelado pela falida União Soviética um sistema socialista que nunca deu certo. Neste contexto os aglomerados políticos de plantão nos governos seguiram as regras ditadas pelo capital até segmentos de ideólogos esquerdistas raramente medita o bom senso. As discussões acadêmicas podem ser muito interessantes “na prática, a teoria é outra”. Mas o que nos interessa é qualidade da democracia. Isso diz respeito a todos. Acima de tudo enseja o paralelismo do direito e o dever. A responsabilidade tem que ser dividida. Trata-se mais de uma questão de cidadania, ou seja, de à liberdade em contrapartida à responsabilidade de todas as pessoas. A qualidade da democracia depende de atitudes individuais e coletivas, não apenas de belos discursos ou acaloradas discussões. Estimamos em interior da nossa nação enquanto as pessoas no Brasil continuarem a desrespeitar os seus semelhantes e a viverem apenas em função dos seus interesses egoístas, não atingiremos o status de uma verdadeira cidadania e a qualidade democrática estará sempre prejudicada. Perdemos por enquanto as mais sofisticadas tecnologias, no entanto continuaremos sendo o mesmo país tupiniquim atrasado de sempre se não há consciência e “conscientização”. A nossa incisiva contribuição ajudaria o governo adquirir uma qualidade democrática superior e passa prioritariamente pela Educação sem ideologia sem palhaçada, mas sempre aliada ao conceito de educar no interior familiar, ensejando o comportamento, dedicação e a família. Deste modo veremos transformar a “literatura” distorcida por um plano das esquerdas incendiárias, terroristas e anarquistas que provoca a todo tempo direcional ao nosso país.
Antônio Scarcela Jorge.


sexta-feira, 6 de março de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 6 DE MARÇO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DA UTOPIA A REALIDADE

Nobres:

A imoralidade política fincada com licença da palavra por segmentos das excelências tão somente deste ou daquele governo ou partido é realidade no Brasil é fato. Inserindo dos milhares de casos toda sociedade sabe exceção dos lulistas do PT e a espécie de “sublegenda” agremiações alugadas do PSOL um Partido infectado por salteadores que torcem não pelo Brasil, mas “assaltam” um jogo de interesses ideológico socialista. O governo atual devido a conjuntura globalizada das crises internacional reflete direccionalmente na economia dos países em desenvolvimento teve a bravura de promover reformas, mas os bandidos esquerdistas e interesseiros tentam interceptar não olhando o necessário para o País. Velhos e novos pilantras bem conhecidos com a cara deslavada não estão nem aí para o país. Criticam o PIB, mas sabem que no período do governo papal do condenado pela justiça por corrupção o Lula houve decréscimos no PIB no período de seus governos mais precisamente nos anos entre 2010/14.  Enganar as massas populares é regra. A cartilha da esperteza das esquerdas são sabedores que dizem em prol da democracia, uma retórica dita pelo Fidel Castro (de aliviada memória) e que está prestando contas com o satanás aqui tem milhões de seguidores do espelho de humanidade que ainda está no Brasil. O santo Lula um figurão patético e corrupto temporariamente “solto” aposta na imunidade e sai zombando com ironia em caravana pelo país pregando a discórdia que se fosse outro Brasil seria o oposto.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 5 de março de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 5 DE MARÇO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
COMINAR QUE O MUNDO É AQUI

Nobres:
Para estas bandas é cômica a ação de segmentos da “titulada” da imprensa "regionalizada"  que se alto proclama como uma das melhores do Brasil é “especialista” em se promover para as falsas notícias onde a maioria nossa população é ingênua em confiar onde tem como meio o maior veículo de comunicação. Ora desconhecem a função da imprensa praticando um amadorismo estancado sem evolução evidentemente. Bastou desencadear “o corona vírus” como palco de apreensão em todo mundo, foi logo “fabricando” suspeição onde um cidadão nem sabe o que é o exterior e pouco conhece o Brasil. Por outro lado e pelo “bem da verdade” se faz rogar os veículos de comunicação sérios, comprometidos com a informação correta, têm prestado relevante serviço à comunidade. Fato que não estranha que cause apreensão e imponha cautela às autoridades e à população. Dados fornecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelos governos estrangeiros e  brasileiro mantêm o cidadão ciente do real significado do mal que chegou aos cinco continentes: trata-se de uma gripe. Talvez as medidas iniciais rigorosas tomadas pela China, país de origem do surto aliadas ao desconhecimento da evolução do vírus tenham contribuído para a instalação do medo, parece ser espertos uma norma que programa o comprometimento da noticia. Mas, à medida que as pesquisas avançam, sabe-se que a 'Covid-19' é menos preocupante que o sarampo. Curiosamente, porém, longe de reduzir o temor, parece que o amplia e o dissemina. O fenômeno não ocorre só no Brasil. Espalha-se mundo afora. A atuação técnica do Ministério da Saúde deixa claro que o país está preparado para enfrentar um possível avanço do corona vírus em território nacional. Agiu com eficiência e eficácia nos dois momentos em que foi posto à prova na repatriação dos brasileiros da China e na detecção da 'Covid-19' em São Paulo. Além do medo, o preconceito ganha força graças à cegueira e à desinformação. Talvez em nenhum outro tema a informação correta seja tão importante  disseminação de fake news pode acarretar uma corrida aos hospitais e levar ao colapso o sistema de saúde pública. Gerar-se-á um caos cujo resultado será perda de vidas presentes e futuras é importante checar dados repassados pelas mídias de credibilidade e confrontá-los com os dados oficiais o resto é promoção barata e gera pânico um crime capitulado nas Leis de Comunicações.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 4 de março de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 4 DE MARÇO DE 2020


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DECOMPO
SIÇÃO IMPERIOSA

Nobres:
Isto já pode admitir que no pretérito não distante por onde passou a inficionada e corrupta política brasileira onde se tornou regra para estabelecer o “troca-troca” mesmo que se negocie a própria alma, isto é existe alma no conceito filosófico cristão. Hoje existe esperança de que o atual governo tenta se abrir mão de ministros indicados em sua maioria por aptidão técnica possa colocar a sua base moralista em função das mudanças que deve empreender e consiga aprovar reformas no Congresso. É deveras difícil no Brasil dentro de um sistema de parlamentarismo disfarçado onde o chefe de governo brasileiro tinha como norma “negociar” com as forças congressistas em regra ações de interesses sempre escusos e patrimonialistas onde a mais alta cúpula de senadores e deputados, era de costume manter o Executivo refém de seus interesses políticos, tanto é, se os corruptos deixarem poderá realizar uma intensa reforma política, principalmente com restrições à criação de partidos e com a redução das estruturas públicas Entretanto no estágio atual se faz necessário para a governabilidade nesse estranho presidencialismo em que fragmenta o poder entre múltiplos interesses dos políticos “politiqueiros”.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 3 de março de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 3 DE MARÇO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
INCLINAÇÃO POR
SINGELEZA

Nobres:
O ardor pelo jornalismo sempre acontece muito cedo e para instar e consolidar para certo “grau pirrônico” em contradição visando mostrar ao mundo todo que o Brasil representa muita coisa, inclusive uma crescente potência. O verdadeiro jornalismo tende analisar os fatos, achamos as razões que me levaram a afirmar o que acima foi dito, pois, afinal, as influências existem desde criança. As nossas convicções definia uma vocação. A formação acadêmica de jornalista tem objetivo comum, jornalismo e humanismo, o objetivo na sua formação universitária. Mesmo conhecendo que não há regulamentação por interesse mesmo nos governos militares, (64/85) passando pelo de centro e para os esquerdistas que são de praxe no sentido de conservar as suas veleidades e interesses (uma série de erros incomum) para colocar numa função elementos sem formação para o ramo, que busque personagens autênticos. Por outro lado essas contradições visam estimular os bajuladores e autênticos puxa sacos de “patrões” geralmente empresários de comunicação e políticos que adoram se interagir momentaneamente, até que cessem a sua paciência e logo são “postos no olho da rua” pelos seus patrões. É um filme reprisado naturalmente passado e presente.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 2 de março de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 2 DE MARÇO DE 2020


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
SINTETIZAR O DESVAIRADO

Nobres:
De princípio levado a esse conceito embasado em nossa formação acadêmica na área de comunicação para expor este comentário, embasado neste conceito estamos afeito em que nas modernas democracias, os meios de comunicação se constituem num quarto poder. Tem-se a impressão de que um dos pesos e contrapesos para o bom desempenho das democracias é o livre acesso às informações, bem como o irrestrito acesso à verdade. E essa impressão se justifica a partir da frase, atribuída a Francis Bacon, de que um dos modos do poder se constituir é pela ciência e o homem torna-se senhor dos fatos, não seu refém. Os meios de comunicação fazem do conhecimento a matéria prima do seu dia a dia: apreciam detalhes de contratos, conhecem os bastidores dos poderes. Essa relação entre os poderes constitucionais e os meios de comunicação é tão rica em todos os aspectos. Diante do exposto, aqui para desconhecimento de quem vivem à custa do poder impõe a fragilidade de terceiros para fazer refém do outro. Este modelo é costumeiramente usual nas brenhas do nosso Estado. Os “sabidos” (não confundir com sábios) tem como padrão “ignorar” e tirar de cena, principalmente os de saber, que eles consideram um importuno para expor os seus desejos em sua maioria escusos. Nesta exterioridade anuviar momentaneamente dessas pessoas é fato, o pior é se livrar das garras da justiça que a muito está em encalço, se faz desconhecedor está chegando a hora de agir.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 1 de março de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 1º DE MARÇO DE 2020


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DISPARATE & CIA LTDA

Nobres:
Alguns acompanham e muitos desconhecem o fosso político atual vivido por parte de nossa sociedade que não é espelho, como interlocutor possível, tornando a vida política em sociedade numa luta irracional e constante do bem contra o mal. E assim vamos tornando superficial o debate como equação de nossos problemas. Todos vivem numa espécie de eterna “Primeira Página” de Jornal, com desapego à profundidade e reflexão. Uma sociedade de manchetes. Vivemos uma incapacidade absurda das pessoas se instarem nas primeiras leituras e refletir, construir, argumentar. O que é mais espantoso é ver pessoas e amigos abdicando da razão. “É uma guerra cultural, temos que barrar esses filmes mesmo, há uma lavagem cerebral que as esquerdas corruptas e interesseiras bodejam há mais de um século e agora estão presentes neste mundo safado que querem construir. Papa político partidário incita o momento como Chefe de Estado de uma nação que na prática se posiciona como oposição no Brasil no que deveria ser mediador e não tomar partido em conjuntura, acompanhado de subalternos neste país e nos Estados da Federação brasileira, tal qual um sacerdote de conduta comprometedora que diante do altar “excomungam” pessoas que discordam de seu partidarismo ideológico, contraditório no sentido de tentar construir, no absurdo, partindo de uma pessoa que tem a moral comprometida pelo fato de que toda sociedade é conhecedora, certamente as palavras de Deus que eles estimam não encontrará ressonância. Chegamos à conclusão de quem não presta, tenham raciocínio e que está sendo conduzido pelos manjados políticos sábios e que souberam se sair quando num passado alguns se voltavam e no algo do poder “concederam o “honroso título de “persona non grata” a um bispo da igreja católica “in memoriam” Presentemente essas patéticas personalidades supostamente ocultas na política, hoje, está idolatria e santifica de acordo com os seus individuais e eternos interesses. Entre outros, o episódio é que essas pessoas têm nível Superior de conhecimento, os tipos se arvoram em saber o caminho para a solução de todos nossos problemas, porém, esse tipo de comportamento alimenta os extremos e como não se dialogam, atingem seu objetivo, solapar a ponderação e o razoável tanto na direita, quanto na esquerda, pois sugerem um falso debate a partir da mistificação dos fatos e das pessoas.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 29 de fevereiro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 29 DE FEVEREIRO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O DRAMA DO JUDICIÁRIO PATÉTICO PARA O BRASIL

Nobres:
Os demais membros da “banda contaminada” inclusive o ministro Celso Melo decano do STF tem as suas razões pessoais quando se alinha aos corruptos (não é por ser “gagá” como segmentos apelidaram, ao contrário está otimizado em sua lucidez e ainda tem o mérito em ser culto e sábio jurisdicional por consequência ascendeu o maior grau do poder judiciário como ministro do STF porém é um argucioso comum entre personalidades que infecta o país) é evidente e percebido quando nos deparamos por consequência com a prestação jurisdicional de nosso País, trata-se do drama do Judiciário. Por conseguinte e segundo o Relatório Justiça em Números, divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o estoque de processos judiciais pendentes no ano de 2018, foi de quase 79 milhões de ações, sendo que as despesas totais do Poder Judiciário somaram R$ 93,7 bilhões e corresponderam a 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Equivalente ao custo médio de R$ 449,53 por habitante, inequivocamente, os processos em andamento nos tribunais de norte a sul do País significam um dos gargalos mais evidentes do custo Brasil. Servem para afastar a indispensável segurança jurídica necessária para atrair investimentos, prejudicando o ambiente de negócios e a geração de novos empregos. Os inúmeros litígios que tramitam nos escaninhos do Poder Judiciário, demandam mais do que nunca soluções céleres e ao mesmo tempo eficientes. A sociedade deve se conscientizar que não pode ser tão dependente do Estado para resolver seus conflitos. Indispensável a adoção de métodos privados e extrajudiciais de solução de litígios. Em vez das partes e seus advogados ficarem anos discutindo o bem da vida a ser tutelado pelo Estado-juiz, o que é na maioria das vezes um desperdício de dinheiro público e privado, os meios alternativos de solução de conflitos são métodos que podem ser de grande auxílio. A “transação” como é comum no âmbito do nosso país infectado pela “corona vírus da corrupção”, com ética, poderíamos promover a resolução de conflitos menos custoso e célere para as partes que poderiam ajudar a evitar demandas desnecessárias e a produzir com mais eficácia. Sim se for para tirar o Brasil do limo.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 28 DE FEVEREIRO DE 2020


COMENTÁRIO
SCARCELA JORGE
DEVER O CONSENSU-
AL ENTRE 
OS PODERES

Nobres:
Com o constrangimento em que vivenciamos o Brasil no pleno exercício de democracia não corresponde às normas constitucionais onde o imperativo da desordem e da anarquia promovido pelo lulismo sacana que protestava em pleno regime militar numa obsessão em consonância com a cultura petulante do povão brasileiro. Tem gente de toda espécie se vê no desejo de urtigar o atual governo da união como se fosse esta gente provida de responsabilidade, coisa que nunca tiveram. Eles se espelham no evidente descompasso entre os poderes, que não pode continuar tornando um das mais sérias dificuldades ditadas no ornamentado na Constituição brasileira vigente, que é o equilíbrio entre os poderes, que devem ser conforme mais letras apagadas se aplicadas em sua essência seriam “independentes e harmônicos entre si”. Neste estado de desordem que reza o anarquismo lulista, na prática não é assim; á dois excessos a evitar: No antigo, de uma verdadeira sujeição dos outros poderes ao Executivo; e o atual, que, para corrigir o abuso anterior, criou o regime de uma praticamente absoluta autonomia, da qual resultaram poderes ricos, o Legislativo e o Judiciário, que definem livremente suas despesas, para o Executivo pagar. Não é razoável que o Judiciário e o Legislativo possam se dar os aumentos que quiserem, os quais a receita comum do governo, deste modo, o Executivo tem de suportar. Nem é razoável que aleguem fazer isso porque contam com dotação orçamentária suficiente, isso apenas mostra que essa dotação folgada está errada. Enquanto o Legislativo e o Judiciário vivem nababescamente, o Executivo sobrevive em estado de penúria. Enquanto essa magna questão não se define, bem que algumas medidas concretas específicas poderiam ser tomadas. Uma, definir que os aumentos anuais dos servidores aumentos cuja razão de ser é recuperar o poder aquisitivo da remuneração têm de ser iguais para todos os Poderes. Não somente iguais para os ativos e inativos, mas também para o Judiciário, o Legislativo e o Executivo. Porque a inflação é a mesma para todos. Mais uma, definir que as regras de aposentadoria sejam iguais para os três poderes. Por que o Legislativo e o Judiciário não poderiam ter regras próprias, tempo de trabalho é tempo de trabalho; tempo de contribuição é tempo de contribuição. As distinções que houver devem ter outra razão, mais objetivas, mais gerais, mais iguais para todos: para beneficiar trabalhos em condições de risco, e jamais distinções em função do Poder a que o servidor tem vínculo. Decidir explicitamente que esses auxílios que ficam inventando! Auxílio-moradia, saúde, vestuário, e outras aberrações inseridas nas normais que privilegiariam naturalmente. Mesmo sendo hilariante daqui a pouco, pode surgir formalmente “o auxílio-não reeleição”, para “ajudar” os que não forem reeleitos, que existem normativos para a vitalidade prematura no cargo; as aposentadorias, que sai do erário, na informalidade, “o pior dos pioreis”, senadores que não se reelegeram ainda mantém a mesma assessorias, num acinte as normas legais em que safados juntos com as esquerdas vigilantes e santas informais e formais “berram” enganando o povão a maior fatia da “massa de manobra” dos espertos. Alias existe indiretamente ligada a certas vitaliciedades  absolutamente não têm caráter indenizatório, são elementos da remuneração, são itens a que a remuneração normal deve atender, conforme está explícito no art. 7º da Constituição. Se tiver seriedade seria essencial ainda: reduzir a, no máximo, um terço o atual número de assessores e cargos comissionados de que desfrutam os membros do Legislativo e do Judiciário. Indagamos: para que tantos? Se o Executivo está cortando esses cargos, por que os outros poderes não podem reduzi-los também?  O Legislativo e o Judiciário não podem continuar sendo casta de privilegiados. Precisam dar exemplo o que é difícil com os elementos que aí povoa um dos poderes de mando. Se a Constituição prega a independência entre os Poderes, prega também a harmonia e não pode haver harmonia se se mantiver a imensa disparidade, mas na pratica triste corrupta e deprimente, não pode haver harmonia onde há desigualdade e privilégio, na regra gera controvérsias. Pregam uma coisa e como é norma destes anarquistas, e enganam outras. Desta forma o Brasil não vai.
Antônio Scarcela Jorge.