terça-feira, 12 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 12 DE MARÇO DE 2019


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
O BRASIL É, MAS NÃO É AO ESTABELE
CER O SENSO É CONTRASSENSO

Nobres:
Em consideração o que ouvimos há tempos de um senhor retentor de poucas letras, mais soberbo as contemplações dos fatos, que o transformou na infinita intelectualidade propicia as personagens pelo “Brasil mundo a fora” contraditório por natural. Baseado neste empenho expõe a “flama” o analise proferido por um jornalista de renome e identificado como sendo de esquerda que no regime militar simbolizou a resistência de facções tidas como terrorista. Usado pela larga experiência ao longo das décadas. Segundo as suas palavras o presidente usa a mesma tática da imprensa sensacionalista: isola um fato escabroso, mostra-o nos detalhes e tempera com uma lição de moral, para atenuar a culpa da curiosidade mórbida. Mas nem a imprensa sensacionalista mostraria o que Bolsonaro mostrou. Ainda em suas reflexões: - “o jornalismo ao considerar a divulgação do vídeo um marco na história do governo Bolsonaro, nunca um presidente fez isso”. É a transposição de um limite válido para todos na vida pública pontuou. Ora qualquer afirmação em que o presidente da república, a sua rede de TV, que radicalmente é inimiga de Bolsonaro, consequentemente provoca intensamente o povão, a mola-metra da irracionalidade, aceitam os protestos e protesta para um fato que não é de seu conhecimento. A rede que movimenta toda e qualquer manifestação sobre o poder de mando desde que se instituiu ao lado de qualquer governo onde é refém e potencializa a nossa cultura que urge do mais variados e interativos interesses. A reação de certa forma foi inesperada reuniu grandes segmentos de políticos em especial ao PT que opera impatrioticamente suas ações de canalhismo neste país. As lições do cotidiano deverão arguidas aos ensinamentos para uma preparação que busca o desenvolvimento do país em sua preciosidade.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 11 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 11 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
DOIS PRESIDENTES DESUSADOS NA HISTÓRIA

Nobres:
Num vai e vem em que história nos expressa tudo tem coincidência que vivenciou fatos no sequencial de presidente da República; reportamo-nos sobre Jânio Quadros, na “velha república” renunciou o seu mandato surpreendentemente e Collor de Melo, com o advento da tida redemocratização foi impedido de governar conforme os ditames constitucionais formalizados pelo impeachment. Em princípio discorremos acentuadamente sobre o segundo após a nova república. Collor alcançou a Presidência sem suporte partidário importante. Sua candidatura foi lançada por partido sem tradição e sem expressão parlamentar: o Partido de Representação Nacional - PRN. A falta de organicidade de sua sustentação partidária serviu para tornar ainda mais nítida a figura real do presidente: arbitrário, inflexível. Nesse contexto, passou a usar, cada vez mais intensamente, o populismo. Invadiu a televisão com voos supersônicos em caças a jato e caminhadas apolíneas para acentuar o vigor físico. Seu governo, a partir do segundo ano, apresentava fragilidade econômica e defeito moral. A inflação não baixava. E a corrupção aumentava. O presidente foi atingido por dois movimentos: um movimento de dentro para fora do governo, na ineficiente gestão econômica. E um movimento de fora para dentro do governo, nas limitações políticas do governo. A solidão política esmaeceu a figura hercúlea de Collor na metade do mandato. Solidão feita de silêncios políticos. Populismo alimentado pela inaptidão republicana. Retrato em preto e branco de gestual antes colorido, murro que socava o ar. Inconsequência tocando o vazio. Chegou a um beco sem saída. Economia estagnada. Política colapsada. Resultado: impeachment. Um cenário pouco brasileiro, de líder que dispensou traços culturais do homem tropical, dialogal e cordato. Jânio e Collor tinham três pontos em comum: eram ambos introspectivos, populistas e céticos. Não cultivavam as instituições republicanas. E não estimulavam a seiva do otimismo. Trabalhavam impossibilidades. E não, viabilidades. Por isso, presidentes possíveis e inviáveis. Jânio cultivou o poder no voto. Fingiu desprezar o poder para ampliá-lo. Collor manipulou o poder. E do poder foi sendo afastado inevitavelmente. Jânio afastou-se para aproximar-se do poder. Collor aproximou-se e foi afastado. Ambos, por caminhos diversos, deixaram a trilha do poder. E, pela mesma falta de vocação cultural, perderam o senso do Brasil. Por outro lado, se experimenta atualmente um novo conceito de responsabilidade e moralização onde anarquistas, esquerdistas, oportunistas, imorais, corruptos, artistas intelectuais sábios, ou melhor, sabidos da cultura se comungam se confabulam, onde os escândalos do carnaval permanente é “bíblia destes vermes” e orquestrados pela Rede Globo onde a direção de vários governos foi imposta pela sua soberania sempre a custa dos governos anteriores deste país.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 10 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 10 DE MARÇO DE 2019


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
FAKE NEWS A PATROA DO BRASIL

Nobres:
Neste clima onde os certos imprudentes expõem do que tudo é comum, normal, em se tratando de falsas notícias inventadas pelos “anjos do mau” em sua maioria de convicção esquerdista onde a geração lulista é uma premissa. Por exemplo: - Lançar a culpa no governo atual os virgíneos e imaculados cheio da razão, defensores de marginais-. Esses maus caráteres são sórdidos neste conceito. Um grande mérito que se “estimam” é ser revelado sutilmente. Este segmento, fanáticos, espertos, intelectuais e ao mesmo tempo os rudes se comparam como a lama de personagem. Alguns são por enquanto vinculados a várias instituições, categorias, religiões, não importa a “qualificação” semeiam malefícios que proliferam por toda parte. Neste contexto se agrega as redes sociais que na era digital obteve evolução incontestável pensamos de princípio seria para buscar informações com a verdade seria um bem para sociedade universal. Entre aspectos tornou-se lesiva aos costumes de quem assim vem procedendo para seu uso.  e um mau paralelo em sua maioria ao expelir comentários que “mentirosamente” nos apresentam. Por este meio na modernidade, estamos vivenciando a decorrência da combinação de “novo e falso”. Será que estamos indiretamente compartilhando verdades? Como é possível identificar o que recebemos na rede? O cognominado “fake news” é exatamente a exploração de notícias falsas usadas para privilegiar ou simplesmente denegrir a imagem de algo ou alguém. A cada segundo milhões de notícias falsas são espalhadas sem nenhum tipo de base comprobatória. Isso se deve por dois fatores presentes no nosso dia a dia, enfim, encontramos o cenário perfeito para o crescimento exponencial das notícias falsas. Estejam os seguidores, patrocinadores de páginas ou simplesmente vender uma ideologia. Existem ainda fatores um dos quais é a falta de conhecimento nas redes sociais. Muitos usuários não se atentam para informações básicas da origem do site, qual é a fonte, qual é o interesse por trás da notícia e porque deve compartilhar. Esses questionamentos ajudam a diminuir em 90% todos os fake news. É importante conhecer mais sobre o que se compartilha. Difundir uma notícia falsa pode ser um multiplicador de problemas. Quem cria fake news só consegue êxito se pessoas comuns também compartilharem as informações falsas. A rede social pode se transformar em uma tatuagem virtual. Compartilhar notícias falsas, o recrutador pode analisar o seu perfil e logo se frustrar. Não podemos perder grandes oportunidades por conta do uso indevido das redes sociais e principalmente já estabelecida por redes de TV, rádios, jornais e revistas de natural tendência oportunista e esquerdistas. Incumbirá nos prezar a procedência de informações úteis, verdadeiras e acolhedoras. 
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 9 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 9 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

O BRASILEIRO ININTERRUP
TAMENTE SOBREPUJADO

Nobres:
As ações dos corruptos levaram o alto poder de manipular aquilo que formalmente chamamos de partidos políticos que na prática é o verdadeiro aval dos “estragados” em muito infaustos parlamentares que empesta o cenário político do Estado brasileiro ao exercitar o atalho desolador e usurpador do erário, em minúcias acionando o caixa 2, fundo partidário que retalha a “herança de um país que retrocede as capitanias hereditárias” com gravidade, distribuir o farto dinheiro que está no poder de mando destes políticos malfazejo. Nas últimas décadas o povo brasileiro mostrou uma imensa vontade de mudar o funcionamento de nossas instituições. Rejeitou a corrupção e a ineficiência do Estado, mas fez tudo isso sem maturidade política. Ao mesmo tempo em que condenava esses problemas incrustados nos nossos governos e instituições, rejeitou propostas óbvias para reduzi-los, como redução do tamanho do Estado, apoio ao fim da estabilidade do funcionalismo público, e reforma da Previdência para reduzir os gastos dos governos e privilégios dos funcionários públicos de alto escalão. Ou seja, não houve formação de consenso ou algo próximo em torno de uma agenda óbvia com o objetivo de reduzir a corrupção e a ineficiência dos governos, quanto combatidas ao longo desses anos. Os velhos canais de benefícios do Estado continuaram a ser usufruídos por aqueles com acesso a eles. Apesar disso, a maioria da população excluída dos privilégios não conseguiu se unir contra a existência e abuso dessas benesses. Não houve a pressão necessária aos congressistas e a população preferiu se dividir entre os contra ou a favor de políticos específicos, alguns deles até reconhecidos promotores das distorções rejeitadas. Ou seja, o esforço de repulsa foi consumido de forma desorganizada, sem ter sido organizado por qualquer liderança que pudesse transformar as aspirações em propostas concretas com bom suporte da população. O Brasil estava dividido, apesar de alguns consensos básicos quanto aos maiores problemas. Os políticos tradicionais continuam a exibir as mesmas práticas e a se comportarem da mesma forma. Constituir organizar palanques continuam as mesmas. Os interesses são direcionados apenas para a manutenção do poder e elevação das perspectivas de vitórias nas urnas, desprezando-se completamente ideologias e conteúdos programáticos. Aperfeiçoar e conquistar as preferências dos eleitores também permanece a mesma. Promessas de benefícios individuais, invenção de mentiras e oportunismos associando-se a políticas bem-sucedidas das quais não se tem de fato autoria. Inventar notícias falsas sobre os adversários também continua uma praxe largamente utilizada especialmente para o PT uma legenda em nome de seus filiados e segmentos que conservam seus interesses e pelas mesmas manjadas práticas que eles estimam. Apenas os meios de divulgação desses instrumentos alteraram-se um pouco, e quem saiu vitorioso das urnas tentando reduzir as possibilidades de corrupção, diminuindo o poder econômico do Estado. Entretanto com o governo de Bolsonaro que segue os primeiros passos para moralização deste país com o apoio da consciência do povo.
Antônio Scarcela Jorge.


sexta-feira, 8 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 8 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
VALORIZAR O DESVALER

Nobres:
Analisamos por vários aspectos perante do oportunismo das esquerdas brasileiras sob o protecionismo da seita lulista, criou a mira em que chegou o potencial da rede globo em tentar polemizar uma questão levantada pelo Presidente Jair Bolsonaro sobre o carnaval que aliada a esta rede, sempre acostumada em impor e direcionar governos anteriores. Provocar o chefe do governo é uma tática que vem dando certo diante do temperamento pessoal de Bolsonaro é verdade: o presidente tem que ponderar e não dar o devido valor a coisa tão ridícula. Todo mundo sabe, que o carnaval sempre assumiu uma postura perante a sociedade a bem da verdade, sempre foi um elo de sustentação da economia na época carreando sobremodo recurso interior em especial para o Rio de Janeiro como aposte turístico internacional. Por outro lado também sabemos que a promoção deste vento através de escolas de samba e blocos carnavalescos tem segmento maior às organizações criminosas, este é fato. Dentro de uma oposição implacável que a rede globo faz ao atual governo que esta taxa que mesmo no limiar de um governo é julgada todos os malefícios da nação. Hipocrisia e safadeza têm como religião desse grupo interesseiro que vem desde sua expansão quando da decadência dos diários associados. O pior dentro de seus interesses endeusa a pornografia e condena o atual governo! Sabe-se, porém se estima por certo atalho em disfarçar apoio ao ex-presidente Lula, tido como santo e canonizado em vida até por segmentos religiosos. Por trás de tudo isso e desde que chegou ao poder, em 2003, o PT deixou de ser um partido para se transformar em uma seita que adora um único santo, certo Luiz Inácio Lula da Silva. Não é uma constatação nova nem apenas minha. Mas o depoimento do ex-ministro e eterno petista Antônio Palocci e as reações do petismo a ele tornaram ainda mais explícitos o espírito de seita. O que Palocci vem dizendo indica que o partido, de ideais originais tão transformadores, adaptou-se a tudo o que sempre combateu. Palocci, peça central nos governos Lula e Dilma, não pode ser acusado de perseguir seu partido e companheiros. Não dá para o lulismo aceitar que seu sumo sacerdote não seja santo. Fazê-lo destruiria os pilares em que se sustenta a seita. Guardadas as imensas diferenças, a reação às denúncias contra Lula lembra a proclamação de Jim Jones, da seita “Templo do Povo”, que se suicidou e levou ao suicídio mais de 900 pessoas. Proclamava que agências de inteligência conspiravam contra o Templo e avisava que iriam “atirar em alguns dos nossos bebês inocentes” e “torturar nossos filhos, torturar alguns dos nossos membros, torturar nossos idosos”. É o que diz Lula agora e repetem seus seguidores, a respeito da Lava Jato. Só não prega o próprio suicídio ou de seus seguidores porque a seita não quer o céu, quer mesmo os bens terrenais advindos dos negócios devidamente apontados primeiro pela Odebrecht e por Palocci. Nem chega a ser novidade: a promiscuidade de Lula com as empreiteiras, não apenas com a Odebrecht é notória faz algum tempo. Vê-se que o profeta Lula não é bom em profecias. Segundo a sua palavra alia, não tem nenhum sentido que cause efeito para a sociedade, exceto o seu bando aliado: - “Palocci é meu amigo, uma das maiores inteligências politicas do país”. Ele tá trancafiado, mas não tenho nenhuma preocupação com delação dele pontuou-. Quando uma das maiores inteligências políticas do país abandona a seita e confessa os pecados que testemunhou, é hora de procurar outro santo. Ou, de preferência, voltar a ser um partido político com propostas e não com “bravatas”, como o próprio Lula, quando presidente, definiu as ideias que o partido proclamava antes de chegar ao poder federal. Daí é tempo de mudar a retórica, principalmente a imprensa paulista que unanimemente “fabrica falsas notícias” - (Globo; Jovem e outras bem similares neste aspecto) falsas pesquisas que sendo como o eleitor de Bolsonaro está arrependido por não priorizar as redes de televisão, rádios, jornais e revistas, em sua maioria (são anarquistas, desordeiras, esquerdistas, imorais, e transexuais, em sua maioria, condenam o presidente e santificam a orgia, a decadência moral, intelectual, comprometidos com os grupos corruptos sujeitos a interação na roubalheira) neste aspecto a sociedade avalia improcedente as lorotas e os “bodejados” naturais de quem procedem.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 7 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 7 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
SINAL DE PRONTIDÃO

Nobres:
Diante da premissa que as quatro operações da aritmética somam e multiplicam, subtraem e dividem. Subtrair ganha destaque no tipo dos Delitos Contra o Patrimônio. Enquanto somar e, sobretudo dividir ganha destaque. Os efeitos “ínfimos” e aparentemente sintéticos foram atingidos por uma mídia poderosa dos inconformados, esquerdistas safados que contemplam a “justificação” do sexo travestido, da violência praticadas por marginais, desde delitos comuns aos mais graves que são tachados de “rapazes” até por membros da Justiça! Que heresia! Ou até os que guardam no íntimo de suas contradições! Uma dessa excrescência imoral em que a sociedade se perplexa é o uso indiscriminado da maconha por usuários/viciados em alguns países, “como amostragem” o vizinho Uruguai onde a liberação desenfreada aumentou a violência, principalmente homicídios, conforme as estatísticas pertinentes. Sempre se projetou pelo anarquismo socialista. Da ideologia do castrismo, do chavismo e do lulismo e se conectaram a legião fanática do anarquismo. Como a desordem gerou padrão desta gente? O Brasil se torna uma “ilha” cercada por todos os lados, onde o acesso no momento é dificuldade para o intectualismo interesseiro o “poder central” que são travestidos de ideais esquerdistas. A ameaça permanente desta gente equaciona para o alerta a quem de direito para esta grave questão.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 6 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 6 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
A POTENCIALI
DADE DOS CORRUPTOS

Nobres:
O Brasil apanhou mais um contratempo em avaliações internacionais com a publicação, pela Transparência Internacional um movimento global que acompanha a evolução da corrupção mundial, do Índice de Percepção da Corrupção (IPC), o principal indicador do mundo relativo a malfeitos perpetrados no setor público. O país teve a pior colocação nos últimos sete anos, passando a ocupar a 105ª posição (35 pontos num total de 100) entre 180 nações avaliadas. Os resultados em alusão nos faz envergonhar pelo altíssimo grau de corrupção promovida pelo Brasil de forma especial pelo poder legislativo o pulsou em espécie, deste em todas as escalas de governo (União, Estados e Municípios) a Lava-Jato sozinha não será capaz de reduzir os índices, mesmo a considerando de vital importância para romper a impunidade histórica no Brasil, “principalmente de réus poderosos”. A Transparência entende que o baixo desempenho brasileiro se deu por causa da inércia do último governo e do Congresso em fazer avançar políticas públicas e reformas anticorrupção, mesmo sendo uma das prioridades da população, como atestam pesquisas de opinião. Apesar das ressalvas, o organismo avalia que o Brasil está tendo uma oportunidade única para apertar o cerco aos agentes públicos corrupto. Brandão lembrou que, no ano passado, a sociedade se mobilizou com o apoio da Transparência Internacional Brasil e da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e desenvolveu o maior pacote de reformas anticorrupção do mundo. Ele contém 70 projetos de lei, propostas de emenda à Constituição e resoluções administrativas para atacar as raízes do problema. As organizações sociais apostam na criação de uma frente parlamentar para que a proposta, denominada Novas Medidas contra a Corrupção, não seja engavetada. Se depender do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, a iniciativa terá o apoio do governo federal. O ex-juiz que comandou a Lava-Jato crê que a percepção mundial sobre a corrupção no país poderá mudar, se o parlamento aprovar alterações em dispositivos legais de combate a esse tipo de crime. Moro disse que o governo precisa liderar o processo de mudança da legislação enviado ao Congresso projeto de lei anticrime, com foco em ações contra a corrupção, crime organizado e crime violento. São justamente atitudes como essa que a sociedade espera de seus governantes, para a adoção de práticas eficazes no combate a um mal que corrói as estruturas sociais. E que seus representantes na Câmara dos Deputados e no Senado não se furtem à responsabilidade de aprovar medidas há muito reclamadas por todos. De princípio a reação foi esperada por parlamentares que ostenta o poder corrupto e ri da imbecilidade do povo o condutor como massa de manobra os sindicatos que tinham os privilégios de manobrar seus filiados. Reiteramos é o povão imbecil que ainda não sabe o teor do projeto: pobres brasileiros num país manobrado por bandos de toda espécie. A Transparência, eles querem mesmo ocultar, roubar a vontade sendo que o país é o centro maior do universo da gatunagem, do menor ao maior daqueles que participam do bolo. Foi à falta de reformas legais e institucionais que sempre impediram o avanço do combate à corrupção, irracionais! Mesmo colocando em “ ordem do dia” essas reformas irão demonstrar, de forma cabal, que o país está comprometido com a eliminação das causas estruturais do grave problema. Em sua maioria os povões, ladrões institucionais do Estado brasileiro não, reconhecem que o mau desempenho do Brasil no ranking do Índice de Percepção da Corrupção (IPC), o principal indicador do mundo relativo a malfeitos perpetrados no setor público e não significa que o que foi feito nos últimos anos, principalmente no âmbito da Operação Lava-Jato, não tenha surtido os efeitos desejados. Na avaliação do organismo, a prisão de políticos e empresários de peso é a prova que o Brasil está sendo feito algo de efetivo.
                            ***
Em tempo:
Protestos contra Bolsonaro: É evidencia de que uma escola de samba, blocos, infectados por criminosos, homicidas por criminosos, homicidas e alguns praticaram as maiores atrocidades da humanidade. Os palhaços que nesta época mostra sua ausência de caráter destes vermes travestidos de “seres humanos” para sociedade ética, não é preocupação. A repercussão “construída” pela Rede Globo compactua com outras redes aliada a marginal de toda espécie e sem distinção de classes, inclusa ainda a intelectualidade corrupta de “ideologia interesseira”, e segmentos alguns doutores maus intencionados. Mamou; grunhiu! É natural no tempo de se afirmar a moral.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 5 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 5 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ÉTICA É PADRÃO DO BEM VIVER

Nobres:
A palavra “ética” está relacionada com a moral e está presente nos bons costumes, em nosso comportamento e na boa-fé. No que se refere a “ética” no trabalho, esta tem uma importância fundamental no exercício da profissão, na ação de fazer e de agir. O que fazer diz respeito à competência, à eficiência e à eficácia no exercício da profissão. O agir está relacionado às atitudes a serem tomadas na execução da atividade. A maioria das profissões deveria possuir o seu próprio código de ética profissional, indicando como a pessoa deve se comportar no âmbito da sua especialidade. Faz parte do código de qualquer profissão um conjunto de normas para cumprimento obrigatório, cujos princípios éticos passam a ter força de lei. Na prática, quando falamos em uma pessoa ética, queremos ressaltar a honestidade, a moral e o bom caráter do indivíduo. É uma reciprocidade de obrigações. Além disso, deve abordar, entre outras preocupações, o cumprimento das leis, os conflitos de interesse, a proteção ao patrimônio, bem como combater a prática de suborno e corrupção, os assédios moral e sexual, a violação ao direito especialmente o do trabalho, entre outros, neste aspecto, Sua principal intenção é a de disciplinar o modo como cada um deve lidar com esses temas, no dia a dia, sendo indispensável à participação dos funcionários da empresa. Por este lado, atualmente há uma pressão da sociedade para que as empresas sejam mais transparentes e corretas. As empresas que não se esforçarem para fazer a união entre a “ética” e as boas práticas de governança, mais cedo ou tarde, serão envolvidas por grandes crises. As que cometerem erros muito graves desaparecerão. As demais amargarão longos períodos de dificuldades. Os valores éticos são a fonte da acumulação de forças indispensáveis para a entrada em um novo período em que práticas escusas sejam rechaçadas e contrapostas por outras saudáveis e úteis à sociedade. As empresas que adotarem padrões de conduta ética, como prioridade corporativa, se beneficiarão pela elevação da sua reputação, do fortalecimento da sua marca, da ampliação dos seus produtos e serviços, tornando-as mais atraentes e valorizadas. Portanto a ética é uma ação da atividade profissional e se começa por ali.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 4 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 4 DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
BENDIZER COM A LEITURA

Nobres:
No momento em que os fanáticos do lulismo procuram justificar perante a sociedade, após Lula ser preso por condenação por atos corruptos. Agora surge a “lorota” de que Lula virou um intelectual com a falácia extremamente disseminada de que Lula não lê parece ter sido gerada de maneira proposital. Supostamente seria uma tática para lhe aproximar do povão como forma de alimentar o ideário sobre o trabalhador braçal e de pouco estudo que venceu na vida. Viu, venceu e roubou! Essa história, que ele próprio, não à toa, fez questão de alimentar, não se difundiu tanto por mero acaso. Pode até ter sido uma breve escorregada de comunicação em tempos idos, mas se tornou puro cálculo político. Ao fazer troça acerca da sua aversão à leitura Lula se alimenta certa visão romântica que lhe confere dividendos político-eleitorais num país em que, de forma geral, se enxerga que a leitura é um hábito elitista. Contudo, que uma pessoa com todas as horas do dia disponíveis para ler consiga concluir é algo totalmente impossível e incoerente. Invenção da turma intelectual do lulismo.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 3 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 3 DE MARÇO DE 2019


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
REGIME DEMO
CRÁTICO

Nobres:
A extensão democrática estar sujeito a uma minúscula realidade, de um quase nada: apenas da vontade das partes. Vontade de respeitarem a Constituição, vontade de cumprirem as regras do jogo. Partes aqui são, essencialmente, o governo e a oposição, cada uma com sua pretensão mais do que legítima, aquele, de continuar no poder, e a outra, de inverter as posições e virar governo. O essencial é que uma e outra queiram perseguir esses objetivos pelos meios definidos na Constituição e somente por eles. Não queira o governo continuar no poder, mas restaurando um golpe de Estado, como Getúlio fez em 37, por exemplo. Havendo essa disposição interior tanto no governo quanto na oposição, a prática da democracia continua. Não havendo, planejando o governo manter-se no poder por outros meios, ou imaginando a oposição tomar o poder sem ser pela voz das urnas. Essa vontade sendo reiterada, sendo afirmada e reafirmada ao longo das gerações, renovando-se sucessivas vezes, vai gerando uma cultura, um hábito, uma mentalidade geral, a consciência, em todos os cidadãos, de que a democracia é mesmo o melhor dos regimes desde que eliminados todos os outros. Então, um século de experiência democrática, sem interrupções, dois séculos, três séculos, podem permitir concluir que ali a democracia está consolidada, passou a ser instituição nacional, convicção geral, modo de ser do país.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 2 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 02 DE MARÇO DE 2019


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
A ESSÊNCIA DA DEMOCRACIA
Nobres:
Neste período em que vivenciamos o carnaval, é fato que a nossa cultura esquece-se da grave crise moral e que os políticos corruptos torceria no sentido que prorrogaria durante todo ano concomitantemente para instar as suas peraltices diante das instituições do Estado brasileiro. Sairia do foco e constituiria atenuada a prática inescrupulosa onde aconteceu  os desvios de bilhões de reais praticados pela corrupção que se tivessem sido bem aplicados em nossas rodovias, sistema elétrico, portos e aeroportos, bem como nas áreas essenciais como educação e saúde melhorariam substancialmente a vida do nosso povo. O pedido de perdão não serve para nada. Ladrão será sempre ladrão. Não interessa quem ofereceu a propina. Tampouco importa quem a recebeu. Os dois lados são cúmplices do mesmo crime. Esse tipo sórdido de comportamento sempre acompanhou o ser humano. O dinheiro é a raiz de todos os males é o móvel de todos os crimes. A ganância humana é infinita. O ser humano, não conseguiu entender ainda que sejam passageiros. Dessa vida não levamos nada. Apenas deixamos o que de bom, e de ruim produzimos. Mas essa situação não pode se constituir na regra. Ela precisa conhecer seus limites. Não somos obrigados como homens de bem a continuar assistindo esse quadro horroroso que a política nos impõe todos os dias. Os homens, decentes e dignos, também são encontrados em todos os campos da atividade laboral. Da inteligência do magistrado que distribui a Justiça à do incansável professor que na singeleza do seu labor constroem o nosso futuro e ainda, dos que produzem bens e riquezas e são fomentadores de princípios nobres e elevados. Nesse extenso campo da atividade humana certamente encontraremos as lições de heroísmo, de amor à Pátria, às liberdades civis e democráticas, bem como os valores morais, culturais e éticas, que tantos necessitamos para a condução dos nossos negócios políticos. Nesse diapasão o poder central e os decorrentes dos demais entes federados precisam repor nas mãos de pessoas honestas e decentes. Não precisamos de mais nada. Temos que olhar para frente. Precisamos dar o devido valor para as nossas conquistas. Esses valores todos aliados àqueles relacionados com a nossa família, com os nossos sentimentos de liberdade e de civismo para com os nossos iguais precisam urgentemente se constituir no alicerce que sedimentará o estado democrático de direito, ambição e desejo de todos nós. Por isso, precisamos observar atentamente como os líderes das grandes nações conduzem os seus povos.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 2 DE MARÇO DE 2019


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
SOBREVIVEM
A METODOLO
GIA 
SISTEMÁTICA

Nobres:
Muitos ainda dizem que o “Brasil está sem jeito” para instar o ajuste moral em que a sociedade tanto reclama. E há razões neste contexto diante do domínio dos políticos com tendências escusas para promover o atalho para prática corrupta não vem tão somente de empreiteiras e sim dos desvios orçamentários a cada ano se faz o vilão desse “desleixes”. O que vem acontecendo se tornou praxe nos últimos governos o Palácio do Planalto pretendeu com regra escusa adotar estratégia no sentido de destravar as emendas, como ideal para aprovação das reformas. Ao todo, os 513 deputados e 81 senadores Tiveram e tem o direito a apresentar emendas parlamentares para o exercício anual orçamentário que na prática transforma o poder parlamentarista. Mesmo assim se volta estabelecer o presidencialismo, um regime confuso e por consequência o país não anda. A prática de usar as emendas como moeda de troca nas votações não é uma tática hodierna. Isso não é exclusividade do Temer, do PT ou do PSDB e vêm, desde o governo de José Sarney, As emendas são instrumento de barganha há anos. Não se discute o direito do parlamentar ter dinheiro, mas no Brasil isso é visto como uma oportunidade de relacionamento entre Executivo e Legislativo. O especialista lembra, ainda, que até 2015 a lei era mais favorável ao governo. Presentemente, pelo menos, a postura política em relação ao Executivo não altera o montante aos quais os deputados têm direito. Diante da necessidade de aprovar medidas, isso pode não ocorrer, embora vivamos momento de economia de gastos pede o governo torna-se excrescência no domínio do erário por esta razão deverá se processar medidas mudancistas que obviamente que desenvolva o Brasil. Entretanto a fortaleza desta sistematização torna-se intransponível neste aspecto.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 1 de março de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 1º DE MARÇO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PENETRAMOS NA MESSE

Nobres:
Temos como normativo discorrer sobre as questões políticas partidárias sem exceção. O que nos trouxe essas considerações é sobre a insistência do PT outrora uma grande referência entre os partidos políticos que esteve envolto aos sucessivos escândalos de seus adeptos por quase duas décadas agravando o desgaste desta agremiação, consequentemente por seus aliados. “Em tese” ficamos surpresos em vê a legião petista não reconhecer o lógico e racional encetado no fanatismo, nos interesses passageiros do intelectualismo lulista. Apoiadas nesta premissa da vamos analisar a trajetória atual do PT e seus notórios erros, sem perder tempo com criticas à estratégia ou a falta dela nas eleições de 2018. Os erros foram tantos e tão seguidos que abriram caminho para um grupo até então sem notoriedade eleitoral (PSL) entre a quase meia centena de partidos, conquistar o poder sobre o Estado brasileiro. Seus adeptos continuam numa tática aberrante tentando sensibilizar as massas com puras ilusões, ou são, inverdades. Permanece o PT tendo grande responsabilidade sobre esse fato que transformou não só, mas em desacertos do passado, mas, também os atuais. Sob a ideologia das esquerdas, o seu chefe maior Lula, um preso condenado pela justiça por corrupção, lavagem de dinheiro, etc. naquele tempo, Lula exercia a presidência da República se aliou com Chávez em 2003 e o pior (pra eles) com a morte de Chávez posteriormente continuou a apoiar Maduro. Com a santidade que lhe é peculiar, criticam os outros como sabem (não são doidos) como se estivesse nos “píncaros da glória eterna” outra estratégia como sendo magnífica, a Presidente do PT foi à posse de um desgraçado, fracassado e inviável  Maduro  é inexplicável, muito mais que um crime! A liderança ardilosa do PT é um fracasso absoluto no momento em que há um jogo complexo que exige estrategistas brilhantes e não os fanáticos monotrilhos de visão estreita, provincianos e sem uma exata compreensão. Foi bom para o país, como sempre fracassou em embates que se “meteram”, as esquerdas perderam suas identidades, principalmente na construção do populismo, outro, que nunca deu certo! Seja de direita, centro ou esquerda, a história globalizada sempre expõe este fato, seja no pretérito, e no presente e seguramente no futuro.  E para felicidade geral da nação, a sociedade brasileira está exultando.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 28 DE FEVEREIRO DE 2019


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
NOBREZAS DESMORALI
ZADAS

Nobres;
É notório que a política e dinheiro mantêm uma devassidão irrefreável. Muito maior e mais intensa que a massa ignara e até a tropa de elite intelectual poderia imaginar. A família Odebrecht até o nome é invocado, resistir, resistiu, desconversou, até que a recalcitrância perdeu o passo. Ficou claro que o Senhor das empreitadas tem o sangue dos brasileiros, o suor dos desempregados, o pesadelo dos congressistas. Diante desse fato um ex-presidente sentenciou: - não conheço político eleito sem caixa 2-! Este Senhor “se proclama pela inconveniência, pelo desleixe e que sabe” a esclerose “bate em sua mente” se não, é um cafajeste. A que ponto chegou? Uma empresa privada suplanta o Ordenamento Jurídico, passa por cima da Lei, faz pouco do Estado falido e goza dos direitos inerentes ao individuo humano. A desumanidade flagrante mora na mansão do cinismo, no Império dos Ímpios, nos alforjes dos Vendilhões do Templo, da saúde, das escolas, do saneamento básico. Pela mão dos Fariseus, do século XXI, o que era mel virou cabaça, santo virou pecado, somente “republicou” a comilança política. As instituições públicas têm que emergir do caos, recompor a boa fé. Até hoje governam em todas as especialidades e do jeito que os corruptos estabelecem. O povo sensato não os criminosos manifestantes marginais e aliados de Lula que ainda tentam “incendiar” as ruas. A esses vermes em qualquer circunstância receberam também o protesto da sociedade ética brasileira, desde os incendiários que antecederam 1964 e até hoje. É a história retrocede os mesmos fatos. Que tal um robusto não, sem ódio, sem medo; avante Brasil, mesmo saqueado, usurpado e roubado, com a insanidade de milhões de cafajestes lulistas alguns expressam o fanatismo, o banditismo e o intelectualismo interesseiro, tentam exultar.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 27 DE FEVEREIRO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CRISE DA VENEZUELA

Nobres:
Ao contrário da torcida anarquista do Brasil, opera bem o governo brasileiro na delicada crise da Venezuela. Em momento algum optou pelo confronto. Ao contrário. Em obediência a Constituição, que estabelece como o Brasil deve se comportar internacionalmente, segue os ditames de autodeterminação dos povos, não intervenção, defesa da paz e solução pacífica de conflitos. Em hipótese alguma, segundo o porta-voz Otávio Rêgo Barros, brasileiros porão os pés do lado de lá. Espera-se que prevaleça o bom senso e que se encontre forma negociada de fazer chegar o socorro ao povo castigado por privações crescentes. É complicado predizer o que acontecerá. O Brasil tem especial interesse no conflito, que vai além da simples proximidade territorial. Roraima é a única unidade da Federação não interligada ao sistema nacional de energia. Apoiar-se a transmissão de energia elétrica produzida em uma hidrelétrica venezuelana. Sem ela, tem por opção é o possível racionamento. Neste sentido reafirmou o general Augusto Heleno, o governo não irá fazer nenhuma ação agressiva contra Caracas. A decisão é acertada. Mas não significa cruzar os braços. O Itamaraty pode voltar à tradição e negociar uma saída honrosa para Maduro, como sugeriu o vice-presidente da República. É hora da diplomacia, que sempre encontra palavras para promover o diálogo com obviamente acontece embora os radicais esquerdistas brasileiros, velhos canalhas que torcem o contrário conforme Gleisi Hoffmann e seu bando.
Antônio Scarcela Jorge.