sábado, 8 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO - 8 DE MAIO DE 2021


 COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
CONJURAR
ENQUANTO
OUTROS COGITAM
 
Nobres:
Enquanto as esquerdas sempre presente no cenário político nacional vendo a hora de sucumbir, bradando aos quatro ventos, quando a “batuta” da maior excelência corrupta que teve na história política brasileira, no outro lado fazem um sinal de alinhamento com o presidente da Câmara, Arthur Lira, o chefe do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que a forma como a reforma tributária irá seguir no Congresso deverá ser uma decisão política entre as duas Casas. Pacheco disse que a comissão mista da reforma tributária, que reúne deputados e senadores, deve concluir seus trabalhos com a apresentação do parecer final do relator Aguinaldo Ribeiro na semana que vem e a “bandidagem” nem sente o cheiro das decisões políticas quando eles estiveram no poder por razões óbvias. “Trabalho de Aguinaldo será concluído na próxima semana pelo presidente Roberto Rocha. Essa conclusão fará com que essa comissão entregue uma proposta de reforma tributária para o Brasil. Caberão à Câmara dos Deputados e ao Senado a condução da reforma tributária. Por conseguinte virá outro momento que é quanto a forma de se fazer e se será uma parte na Câmara, uma parte no Senado, se isso será fatiado, em razão dos conceitos e dos projetos de lei e da própria proposta de emenda constitucional, entre as casas legislativas, essa é uma negociação política que será feita entre Câmara e Senado oportunamente, tão logo se apresente a preposição pela comissão mista”, disse Pacheco no plenário do Senado. Segundo Pacheco que não houve extinção da comissão mista, que ela é propositiva e não tem prazo regimental para cumprir. Segundo ele, houve confusão que só pode fazer, nem por esta razão, mesmo que se extingue apenas a comissão da Câmara, relacionada apenas à PEC 45 como forma regimental. – Uma ressalva: Como está o caso comandado pelo Sr Renan Calheiros o senhor mais honesto que se viu na face da terra!
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 7 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA - 7 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
JUDAS NORMATIVO
 
Nobres:
Montar no governo brasileiro sem traíras é uma forma que procura os laboratórios para conter a pior doença do Brasil igual a “Covid 19” uma mera coincidência neste solo inédito onde aportaram corruptos portugueses onde a coroa trazia a ânsia corrupta desde os primórdios da nossa civilização. Daí porque os passos seguintes até a modernidade é sem igual. Querer mudar os destinos dessa civilização há mais de cinco século é impossível e os atraiçoaras estão sempre presente entre as ações descabidas e inconsequentes e o fato se dar ao ex ministro da saúde ao justificar que na Pasta da Saúde, ainda bem felizmente saiu, onde nunca deveria ter sido entrado. Na ânsia de enganar e se enganar justificou não ter autonomia. – onde se viu falar que um auxiliar do governo ter autonomia? a decisão é própria do Presidente da República ou ainda conforme o STF, uma anomalia na formação de Leis que ao mesmo tempo e julga, ou é assim, conforme ainda a Constituição onde o Presidente da República seria o senhor responsável pelas decisões pertinentes, ou é um subprefeito dos municípios como estabelece a “turma” (adjetivo adequadíssimo) no atual sistema politiqueiro do país. Segundo o estar ministro, graças a Deus, o Senhor Nelson Teich disse nesta quarta-feira (5), em seu depoimento à CPI da Covid no Senado, que não tinha autonomia para conduzir as políticas de combate à pandemia da maneira que achava mais adequada estabelecendo uma “tiriricada completa” vamos repetir a dose, falou: - "Eu percebi ao longo daquele período que eu não teria autonomia necessária para conduzir como eu acreditava fosse a forma mais correta", disse Teich, respondendo a questionamento do relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), um entre os demais corruptos o simbolismo da corrupção como não poderia ser outro. Além disso, o ex-ministro confirmou que seu pedido de demissão do cargo se deu pelo desejo do governo Bolsonaro de ampliar o uso da cloroquina, medicamento que, na época dos fatos, não tinha eficácia comprovada no tratamento contra a Covid-19. Mais tarde, estudos clínicos comprovariam que o remédio é ineficaz contra a doença. O pedido específico foi pelo desejo de ampliação do uso da cloroquina, mas o que eu quero colocar é que esse era o problema pontual. Não entramos no mérito da questão é um conceito complexo que se transforma nos laboratórios, consequentemente envolve a politicagem interna e externa do país. Considerando tão somente a autonomia do sistema presidencialista. Discordar de certos pontos todo cidadão conciso de seu dever de cidadania incontinente pediria demissão.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 6 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA - 6 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
LEMBRARAM-SE
DO ESQUECIDO
 
Nobres:
Neste país fantástico é deveras exponencial no último dia 26 de abril, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por maioria de votos, que o Planalto fixasse uma renda mínima para a população em situação de extrema pobreza – com renda per capita inferior a R$ 178. Entretanto, o que causou maior espanto foi à morosidade para a suprema corte fazer valer uma norma de 2004. Quando aquele ex-presidente (enfim apresentou um mérito para população) que ainda estava à frente do Executivo nacional, foi sancionada a Lei número 10.835, prevendo o direito de todos os brasileiros residentes no país e estrangeiros residentes, há pelo menos cinco anos no Brasil, não importando sua condição socioeconômica, receberem, anualmente, um benefício monetário. Contudo, é norma dele, não se preocupou em estabelecer quais pessoas poderiam receber e nem qual seria o valor desse benefício e, assim, o dispositivo foi deixado de lado e, aos poucos, sendo esquecido. Passados dezessete anos, o politiqueiro STF conforme sua conveniência se debruçasse sobre o tema para julgar se o governo federal da época se omitiu na regulamentação do auxílio o que realmente ocorreu. Durante o julgamento, os ministros Marco Aurélio, Edson Fachin, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski sugeriram, até, a possibilidade que o pagamento já começasse a ser realizado ainda neste ano, com valor equivalente ao salário mínimo – que, atualmente, está em R$ 1.045. A sugestão foi barrada pelos demais membros da corte. Afinal, o pagamento imediato e sem nenhum planejamento causaria impactos contraproducentes nas contas públicas, principalmente, no contexto pandêmico. À vista disso, ficou decidido que, a partir de 2022, a renda mínima entrará no orçamento anual e será debatida pelos deputados para estabelecer um valor. É dose de sabedoria!
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 5 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA - 05 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
POLITICAGEM COTIDIANA
 
Nobres:
Continua a velha retórica politiqueira bem distante daqueles que por força querem radicalizar governo/inimigos. Existe na face da terra personagem nefasto como ocorre neste Brasil retoma que não fosse abençoado por Deus seria exterminado. Tentam colimar pandemia, educação, saúde, economia, corrupção e a defesa da vida e “Cipriano” - “para salvar vidas” embora a cada minuto cresça os índices de pandemia o pior os homicídios principalmente do nosso Estado, conforme os relatos tímidos da imprensa rendida e confirmados pelas estáticas oficiais e o sistema de segurança do Estado, não há preocupação, são fatos rotineiros e inconcebíveis para uma sociedade ética. Sabemos que sem educação não prospera. As nossas escolas públicas são condenadas por terem a ousadia de concorrer com boutiques do capitalismo selvagem, empenhadas em preparar hienas a se entredevorarem no mercado financeiro das falcatruas e dos paraísos fiscais. Por imposição dos do centrão e das esquerdas conspiradoras (eles fazem negócios até com o diabo) a nossa diplomacia se recupera a passos cautelosos por uma instituição sempre a honrar uma tradição de parceria construtiva, ainda que frequentemente crítica, nos foros internacionais e nas relações bilaterais com praticamente todos os países do Planeta, independente de suas ideologias, doutrinas e religiões, até a nossa no sentido ideológico político, cristão socialista. Desde sempre, mais visivelmente desde os primeiros anos de nossa República, deslembrar do sistema, fizeram uma orgia, sabotaram a Constituição, ou pior todas inúmeras constituições que se modificam a cada interesse. As esquerdas firmaram e embromaram o esquecimento e dizem que fizemos do Direito Internacional, do respeito à igualdade soberana dos Estados. Anarquistas, o sistema político brasileiro se especifica no poder Central, foi instituído a República Federativa do Brasil nos anos sessenta e não a República dos Estados Unidos do Brasil, uma cópia carbono modelo da República dos Estados Unidos da América, composto pelos seus estados associados. Essa poderosa facção entranhada por partidos políticos e um só objetivo, roubar enquanto estiveram no poder desconhecem tudo em defesa da corrupção e em consequência não há desenvolvimento econômico o que tanto deseja.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 4 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA - 04 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
PERSISTIMOS
NAS REMINIS-
CÊNCIAS

Nobres:
Por esta etapa em que nos faz rogar desde o início dos tempos, o homem filosoficamente verdadeiro e natural, interage com o próximo, por suas questões fisiológicas, de segurança, sentimento de pertença, autoestima e, posteriormente, de autorrealização. Por conseguinte, esta evolução elevou suas necessidades a outros graus de demandas por meio do aprofundamento destas relações na sociedade em que vivemos, na qual a participação num grupo ou em diversos grupos torna-se comum a partir da identificação de interesses comuns, onde pessoas de raças, credos e distintas classes sociais se reúnem para a realização de um bem ou interesse comum. Quando um grupo de pessoas com o interesse comum pela música se reúne, podemos dizer que podem formar distintos grupos descritos por sua formação, finalidade e devida constituição e serem classificadas em subcategorias por seu respectivo adjetivo, quando for o caso. Para que faço o arrodeio para se destingir aquilo que é essencial na comunidade municipal seja qual for. Todos acalentam na formação de bandas de música com o objetivo de alegrar eventos sempre comuns e da necessidade de se apresentar sempre agregada às festas religiosas e de igual sentido a atividade pública ilustrando e empanando o complemento em sociedade. Como nos outros municípios a nossa cidade de Nova-Russas instituiu sua bandinha desde o comando da freguesia paroquial do Padre Francisco Soares Leitão, um projetista que acalentava seus sonhos e vê sendo transformado em realidade tanto no âmbito católico e constantemente voltava a educação e a cultura elos de sustentação da comunidade onde o pioneirismo empreendedor tornou-se empresário cooperativista onde fundou a maior cooperativa de crédito rural do Estado, “com status de banco” e do Círculo Operário, depois trabalhadores cristãos, também o maior do Estado em função do leque de associados em todo território do Estado do Ceará. Sabemos que se tem muito do que falar de positivo desse sacerdote que adotou de Nova-Russas como sentimento dentre as suas ações. Um pedaço da cultura então emergente, desde o princípio ele se instou e dentre esses conceitos se alargaram por esses vocacionados e integrantes da banda de música de Nova-Russas. Essas pessoas se tornaram imortalizados por vossas participações pelo largo espírito comunitário. Ao começar alguém pela pessoa do Bandeira que este foi uma exceção em não me recordar. Como toda lembrança é falha em todos os segmentos, recorremos ao empresário e comendador Luís Aguiar Vale um consultor mais próximo de minhas relações de amizade e também poderia me reiterar ao amigo José Nilton Aragão e Melo. (buscar os amigos seria essência de conhecimento e jamais acreditaria no individualismo inconsistente para tal fim. Por isso, que não tenho intenção no momento para editar livros) O primeiro, o Bandeira que recorri, O COMENDADOR enfatizou que não foi o Raimundinho, mas, uma pessoa que chegou a Nova-Russas e algum tempo e foi embora, ele brincava com o pandeiro, era muito bom, depois ficou Raimundinho Bandeira, o Alberto, musico tocava naquele instrumento de vara, e o mestre Zúla. – “Quem batia os pratos, não lembro no momento, tenho boas recordações; pontuou o Comendador”. Também conhecemos o Mestre Zúla, era um exímio humorista com seus "contos" era o pai do "Valentim e do Zé de Holanda" Também conheci, o Sr Alberto Panelada, tocava na "turba" (não sei se é nome correto). Lembremo-nos do José Romão, tocava na banda de música. O mestre Celso, era finíssimo, fazia o dublê de músico e alfaiate. Igualmente compartilhar é reforçar a nossa memória.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 3 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA - 3 DE MAIO DE 2021(POSTADO ÀS 10:06H)

COMENTÁRIO

Scarcela Jorge

SEQUENCIANDO

AS REMINISCÊN

CIAS

 

Nobres:

Sintetizando a nossa narrativa, época que vivenciamos e por evidência as personagens que marcaram época da nossa história com ocorrências complementares de princípio sintetizo na truanesca terra onde nascemos, crescemos e retornamos para cumprir os destinos que o “criador” estabelece. Nesta etapa focalizaremos as pessoas que passaram por esta terra com as atividades cotidianas urgiram ao modo “esdruxulo”, que lhes acentuavam. Falo das pessoas de comportamento “dementes” que se lançavam nas ruas de nossa cidade. Rememoro o comportamento característico da Joana Poluço em que a “negrada” - (vou ter cuidado com essa palavra! Que as esquerdas sem ideologia e espertas, pode tentar me processar como racista, em que estes santos se qualificam em especial a intelectualidade divina brasileira) - a ser provocada, exibia o seu sexo a olho nu); do Pedro Lidero, exibindo um grande “bigode” acompanhava “como indumentária” seu chicote, como bem ela titulava de “macaíba” ao se lançar ao tempo, sonorizava no sentido de afugentar os meninos que lhe provocava. Do Genário, muitos lhe chamavam de Renato da “Dona Do Virgem” era um deficiente físico que morada nas Flores, conduzia com fervor o catolicismo característico, a ponto de percorrer com dificuldade com as suas “muletas” entre sua residência e a Igreja Matriz de Nossa Senhora das Graças de Nova-Russas, por cerca de dezesseis quilômetros com fins de “assistir a missa dominical das nove horas” e após louvar as canções de Teixerinha o seu ídolo predileto. Recorrendo e associando a memória do nosso pioneiro nato do nosso torrão natal, o empresário Comendador Luís Aguiar Vale, que nos fez lembrar junto com ele, que desde mil novecentos e cinquenta e cinco pra cá, ano que se “incorporou” e se doou para Nova-Russas, citando por alguns, desde “do pequeno da cacimba nova”; tenêga, pirulito peneira e Ricúca. Em pessoal, uns me foge da memória, como em parte, acentuou o comendador. Continuarei com as minhas reminiscências. Quem esquece o passado não sabe viver o presente e nem assegura o futuro.

Antônio Scarcela Jorge.


COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 03 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
O COMPLEXO TRIBUTÁRIO BRASILEIRO
 
Nobres:
Falar de economia o povo se generaliza mesmo agora que seus governadores dos Estados descobriram conforme o STF é quem manda de verdade. Desta forma aberrante determina como era anteriormente que neste Brasil a sistemática do Estado se apropriou da economia e, como o dono de uma casa, passou a dar licença para quem nela quisesse entrar. Vem de longe, em janeiro de 1890, dois meses após a Proclamação da República, o governo de então decretou no qual estabelecia que "as companhias ou sociedades anônimas, seja civil ou comercial, poderiam estabelecer-se sem autorização do governo". Hoje, estamos afirmando que os negócios de baixo risco podem operar sem pedir licença. A economia é a casa do povo, que entra nela quando quer. Os prejuízos de um regime que exige que qualquer pessoa, para sustentar sua família, tenha que cumprir um rol de trâmites burocráticos que parece um labirinto evidente ocasionado pelo País com alto desemprego, baixo investimento e informalidade rompante onde estamos acabando com esta lógica. Na logica quanto mais empregos gerarmos, mais oportunidades, renda e crescimento para todos, seria a lei tem nesse condão e ela tem, basicamente, três pilares: atividades de baixa complexidade, listadas em rol nacional, não precisam mais pedir licença para operar; já os negócios de média e alta complexidade, terão prazo de até 60 dias, salvo exceções, para que o órgão público responda solicitações, de forma que, caso não seja cumprido, ocorrerá licença tácita; terceiro item diz respeito ao princípio da boa-fé, no qual se assume a boa intenção do empreendedor em criar seu negócio e deixam de serem exigidos diversos documentos e, mais do que presente simplesmente desburocratizar é a crença desta administração de que o povo é dono de seu destino.
Antônio Scarcela Jorge.
 

domingo, 2 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - 02 DE MAIO DE 2021 (POSTADO ÀS 10:21 H)

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
MINHAS REMINISCÊN
CIAS SE PROLIFERAM
 
Nobres:
Hoje saio do enfadonho cotidiano e enveredo nas lembranças de criança vivenciada nos anos cinquenta. “Cá com meus botões” rememoro na minha cidade pacata, Nova-Russas, que por ação do tempo transformou-se em “metamorfose ambulante” segundo o gênio louco Raul Santos Seixas, que nos deixou prematuramente em que suas melodias, anteviu o futuro.  Lembro-me do primeiro barbeiro (que na selvageria moderna apelidou-se de cabeleireiro por diversidade profissional). Guardo lembrança do meu primeiro corte de cabelo, tipo “príncipe de Gales” um modelo dos da família do imperador britânico e que naturalmente errôneo, os barbeiros chamavam de “crista de Gal”. A mamãe Dona Joaninha Jorge Scarcela, me levou ao Senhor Pedro Inácio embora o meu pai, preferisse o Senhor Moura, um ancião de pouca visão, pois meus pais embora discordassem, sendo ponderado nas suas ações bem diferente do que é hoje. Pedro Inácio na sua barbearia situava quase na esquina da Rua que foi denominada Santos Dumont, hoje Antonio Joaquim de Sousa, onde a mania de alterar de denominação é norma dos vereadores locais. No local que hoje se situa o Supermercado Martmarg na praça do mercado público. A barbearia ficava na pequena sala em 4x4. Pedro Inácio migrou para Brasília e depois voltou sem exercer a profissão, falecendo há muitos anos. Fui seu cliente, era moralista, de bom papo, camisa sempre por debaixo da calça, barba impecavelmente escanhoada. Não era só seu Pedro Inácio o barbeiro, integrando a trilogia que atraíram para o nome a profissão, ao lado de Senhor Moura, os dois barbeiros existentes na cidade. Tanta saudade nos meus tempos de menino é um videoteipe assentado em minha mente.
Antônio Scarcela Jorge.

                                   *****
Em homenagem aos historiadores novarrussenses: José Nilton Aragão e Melo; José de Maria Timbó; o escritor e historiador Juarez Leitão,ex-presidente e imortal da Academia Cearense de Letras, que teve passagem residencial e foi estudante e professor do Ginásio Monsenhor Tabosa nesta cidade, Luis Aguiar Vale, um novarrussense por adoção e autentico constituindo familia neste torrão, colimada as raízes desta cidade e agora Jesus Sales da Costa, um abenegado para as transcedentes questões de Nova-Russas, onde alguns de domínio de poder não se encontram e não desconhecem a razão da nossa história em particular e pública. (tenho digo e ainda direi). tenho retro: Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 2 DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
SALADA MISTA
 
Nobres:
A ânsia do lulismo ninguém escutou hoje o decréscimo da gasolina e outros derivados dos preços anunciados pela Petrobras, as bombas, como sempre não alteraram os preços e continua do mesmo jeito em todas as cidades do Estado do Ceará. Então viva Lula, o pior elemento corrupto da história da República, adorado, venerado e santo por um grupo medieval dos nordestinos que anseiam a sua volta. Ainda como diz a lógica FGs, onde o eterno candidato ao planalto Ciro Gomes, capaz de perder o pleito sem nenhum concorrente, o risco de previsão é evidente nem que seja alterar a legislação eleitoral e o “excelente” Governador, um pupilo deles, já vai como uma tentativa de aquecer a atividade econômica do Estado, sem deixar um gosto amargo na relação com o Confaz, acaba de alterar sua legislação referente ao diferimento parcial do pagamento do ICMS, colocando ainda mais lenha na fogueira da Guerra Fiscal. Em vigor desde 01de abril, conforme Decreto nº 55.797 de 19/03/2021, na prática tal mudança consiste em reduzir o custo tributário da cadeia comercial até a saída para o varejista. Ou seja: postergar o valor do imposto dos produtos com alíquota interna, resultando em percentual. Com isso, a parcela diferida deverá constar no débito das saídas subsequentes até o pagamento integral do imposto na venda para o consumidor final. Apesar de não ser considerado legalmente um benefício, que nesse caso exigiria a anuência do Confaz, a medida configura-se como mais uma brecha encontrada pelos estados na legislação para acirrar a competitividade fiscal dentro do País, e expor a complexidade e o desequilíbrio da política tributária nacional. Enquanto aguardamos a aprovação de uma Reforma Tributária que, de fato, vise a reduzir a burocracia e eliminar as cobranças desiguais entre diferentes setores, uma possível saída encontrada para minimizar o risco de falhas e evitar problemas com o Fisco tem sido recorrer à tecnologia e digitalização de tributos. Isso porque pesquisas já apontam que a automação fiscal é capaz de gerar uma economia de até 5% na carga de impostos das empresas, atualmente em torno de 34% no Brasil. O que significa que uma organização com faturamento de R$ 3 bilhões ao ano, por exemplo, que programe soluções de tecnologia tributária, pode experimentar economias de até R$ 55 milhões por meio da correta aplicação da legislação fiscal. Basta observar os dados estatísticos em alusão.  Afinal, quando falamos de negócios, sobretudo em meio a uma pandemia mundial, melhor do que passar uma batata quente adiante, é investir em soluções efetivas para que ninguém precise se queimar, é sábia esta gente e o povo sempre massa de manobra.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 1 de maio de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO - 1º DE MAIO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
LARANJAS INDIFERENTES
A MORALIZAÇÃO
 
Nobres:
Não tão bem longe das eleições de 2022, cuja campanha informal já está em evidência, acredite se quiser e também outros trabalham em vista as eleições municipais de 2024 cuja plataforma está focada nas suas reeleições por incrível que pareça se estabelece o círculo corrupto e vicioso neste país do “sem jeito”. São tantas ações desmoralizadoras onde se reintegra um conjunto que é o somatório de insanidades da politicagem dominante do sistema político brasileiro. De principio seria racional em nome do comprometimento moral deste país se revogasse o dispositivo da Lei Eleitoral de 1997 que introduziu um dos seus dispositivos a obrigatoriedade de candidaturas mulheres nas respectivas eleições como habilitadas para pleito concernente e ainda discorre essa imoralidade formal a candidaturas laranja bem a vista do cidadão no sentido no fundo partidário, uma página da “bíblia sagrada” desta gente que se diz eterna. Esses indivíduos que se profissionalizaram e lançam as suas “supostas” candidaturas. A palavra "laranja", sozinha, pode ser empregada para definir alguém que assume uma função ou responsabilidade no papel, mas não na prática. Isso significa dizer que “laranja” cede seu nome, com ou sem consentimento, para uso de outra pessoa. O termo, nesses casos, aparece geralmente em investigações policiais sobre fraudes que na prática tem efeito nenhum e só evidencia o alarde na mídia. Por isso, o candidato "laranja" é o candidato de fachada. Aquele que entra na eleição sem a intenção de concorrer de fato, com objetivos que podem ser irregulares, como desviar dinheiro do fundo eleitoral. Nessa hipótese, o candidato "laranja" empresta o nome para sair como candidato, mas na verdade faz parte de um esquema com outras pessoas. Têm vários “estragados” que não estão nem aí sobre os efeitos investigativos, por sinais bem encenados pela Justiça Eleitoral, (nunca ouvi falar de uma “excelência” presa por infringir as leis eleitorais e que a encenação seria condenada nenhuma) é o adjetivo mais adequado para se firmar desta forma que continuam insistentemente nesta prática absurda que venha ser desmoralizada e direcional no âmbito na justiça eleitoral. Por centenas de gravidade e desordem tem os institutos de pesquisas em lastima o IBPE em tempos normais de corrupção envolve eleitores, aqueles que se posicionam não querer o voto previamente vencido na premissa que - “não vou votar no candidato que perde” onde a imoralidade do eleitor vendido é uma irracionalidade, onde a manipulação do voto sempre evidente onde inspira a bandidagem deletéria nos tempos “anormais” de moralização.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 30 de abril de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 30 DE ABRIL DE 2021 (POSTADO ÀS 22.34 H)

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
RUMOS INCERTOS
 
Nobres:
Alguns países, como o Brasil, tentavam se recuperar economicamente quando um invisível vírus vindo da Ásia mudou todos os rumos, à deriva com pés na terra. Alguns tiveram que se isolar temendo perder a vida de uma doença que afeta uns de forma fatal enquanto outros sequer sabem que contraíram o vírus e levam suas vidas cotidianas. Hoje criticamos os governantes por não comprar vacinas suficientes para todos, uns tantos atacam os governantes por trancarem todos, empresários, funcionários, clientes em suas casas. Nem juízes de instâncias maiores sabem bem como agir nestes casos quando um pai precisa trabalhar para sustentar sua esposa, filhos e seus pais e, os governantes o proíbem de sair de casa para poder trabalhar. O patrão não pode abrir as portas de seu estabelecimento porque a polícia, por ordem de um prefeito, um governador ou presidente pode mandar prendê-lo por desobediência. Mas como resolver esta questão? Os impostos continuam chegando, mas o empresário não vendeu nada para arrecadar dinheiro suficiente para pagar o funcionário obrigado a ficar em casa e, nem o cliente tem dinheiro suficiente para comprar algo. No entanto, as redes sociais com pessoas conectadas, aumentando seus gastos na internet. Entram em cartões de crédito, vende o supérfluo, o que não precisam mais. Tudo pela rede social que tem cada vez mais adeptos. Mais páginas são seguidas, mais personagens e nunca vimos tantos aplicativos. Vamos ter na memória, nestes dias estranhos, mas vamos construir uma história de superação.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA - 30 DE ABRIL DE 2021

 

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
LARANJAS INDIFERENTES
A MORALIZAÇÃO
 
Nobres:
Não tão bem longe das eleições de 2022, cuja campanha informal já está em evidência, acredite se quiser e também outros trabalham em vista as eleições municipais de 2024 cuja plataforma está focada nas suas reeleições por incrível que pareça se estabelece o círculo corrupto e vicioso neste país do “sem jeito”. São tantas ações desmoralizadoras onde se reintegra um conjunto que é o somatório de insanidades da politicagem dominante do sistema político brasileiro. De principio seria racional em nome do comprometimento moral deste país se revogasse o dispositivo da Lei Eleitoral de 1997 que introduziu um dos seus dispositivos a obrigatoriedade de candidaturas mulheres nas respectivas eleições como habilitadas para pleito concernente e ainda discorre essa imoralidade formal a candidaturas laranja bem a vista do cidadão no sentido no fundo partidário, uma página da “bíblia sagrada” desta gente que se diz eterna. Esses indivíduos que se profissionalizaram e lançam as suas “supostas” candidaturas. A palavra "laranja", sozinha, pode ser empregada para definir alguém que assume uma função ou responsabilidade no papel, mas não na prática. Isso significa dizer que “laranja” cede seu nome, com ou sem consentimento, para uso de outra pessoa. O termo, nesses casos, aparece geralmente em investigações policiais sobre fraudes que na prática tem efeito nenhum e só evidencia o alarde na mídia. Por isso, o candidato "laranja" é o candidato de fachada. Aquele que entra na eleição sem a intenção de concorrer de fato, com objetivos que podem ser irregulares, como desviar dinheiro do fundo eleitoral. Nessa hipótese, o candidato "laranja" empresta o nome para sair como candidato, mas na verdade faz parte de um esquema com outras pessoas. Têm vários “estragados” que não estão nem aí sobre os efeitos investigativos, por sinais bem encenados pela Justiça Eleitoral, (nunca ouvi falar de uma “excelência” presa por infringir as leis eleitorais e que a encenação seria condenada porra nenhuma) é o adjetivo mais adequado para se firmar desta forma que continuam insistentemente nesta prática absurda que venha ser desmoralizada e direcional no âmbito na justiça eleitoral. Por centenas de gravidade e desordem tem os institutos de pesquisas em lastima o IBPE em tempos normais de corrupção envolve eleitores, aqueles que se posicionam não querer o voto previamente vencido na premissa que - “não vou votar no candidato que perde” onde a imoralidade do eleitor vendido é uma irracionalidade, onde a manipulação do voto sempre evidente onde inspira a bandidagem deletéria nos tempos “anormais” de moralização.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 30 DE ABRIL DE 2021 (POSTAGEM ÀS 17:47 H)

COMENTÁRIO­

Scarcela Jorge

ESPALHAFATO

DA SOCIEDADE

 

Nobres:

Hoje vamos mudar o rumo deste nosso e comentário no que se concerne o domínio do Brasil onde o socialismo marxista/comunista/nazista se uniu em torno da bandalheira e a perversidade que ora vivenciamos um caso similar do pretérito e do presente. Guerras e pandemias é o bem e o mau deles. Para o bem que sejamos seres humanos, alguns são infectados como péssimos seres vivos, até Jesus Cristo foi assassinado conforme as “escrituras sagradas” vindas de lá e que se contempla pela hipocrisia de que se dizem cristãos encenando o picadeiro de religião quando “estimam” até a verdade que é de in saecula saeculorum. Neste aspecto convivemos em evidência e regrada pela perplexidade dos que manipulam nos infernos e somos afazer-se dos quais necessitamos exercitar o convívio com os demais lhes incitando o desejo de sermos desejados ainda assim, nos envolvemos em um conflito reptiliano de sobrevivência onde os sentimentos egoístas e individualistas estão presentes em nossas atitudes e comportamentos. As ocorrências e os malefícios no presente se transformam em sentimentos e nos leva a nos distanciar daqueles que em determinados momentos se tornam imprescindíveis para atender nossas manifestações emocionais e biológicas. O caminho de nossa evolução através do autoconhecimento nos retroalimenta de forma suficiente para suprir nossas possíveis carências afetivas e biológicas. Embora a sensação proporcionada pelo maior alinhamento entre tempo, seja similar e vem a comprometer a nossa atenção a aqueles que estão em nosso entorno fazendo parte do ambiente em que vivemos. Encontramos nas pesquisas neurológias, estamos caminhando para a infelicidade dos tempos, reforçam que uma das maiores dores que o ser humano reluta em superar é a dor da indiferença, pois ao longo de nossa evolução temos a compreensão de que para uma sobrevivência longeva precisamos compartilhar nosso ambiente com os outros seres da mesma espécie é lutar para não vencer o desejo desta gente. Como então resolver essa equação conflitante entre o egoísmo evolutivo, safado desses que a sociedade ética retoma como marginais. Certos em encontrar algum outro ponto intermediário, porém, evitando o estabelecimento de rotinas contínuas que possam nos levar a uma menos valia daqueles que seria considerado de “nossos melhores momentos”. Se sempre ao lado da razão faz a sociedade ética se conduzir é também regra que sempre se impôs a naturalidade em verbalizar o pretérito e o presente, o futuro é somente previsão.

Antônio Scarcela Jorge.

COMEWNTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA - 30 DE ABRIL DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
ECONOMIA E A PANDEMIA
 
Nobres:
Os dias difíceis com a pandemia também confirmaram mais uma possibilidade no movimento de que ações de ordem fiscal podem andar junto da economia e ajudar o setor produtivo a enfrentar situações de adversidade. Cada cidade, estado e a União tem uma força diferente na hora de oferecer esses instrumentos e seria muito mais poderoso se houvesse a combinação de todos. Como não se construiu isso, cada um faz a sua parte como pode. A gente deixa de contar para aplicar nas próprias ações de enfrentamento ao coronavírus, além de todas as políticas de transformação em sociedade que a população quer e é imediatista em receber. Porém, se entende que é melhor abrir mão de uma receita que fará falta agora, mas que vai dar fôlego a quem, lá na frente, estará de volta. Sem diálogo e sem abrir mão dessa receita, o caminho tende a ser todo mundo “morrendo” abraçado lá na frente. Por isso, fica claro que a economia pode, sim, ser parceira e trabalhar junto da área fiscal. São conceitos que ajudam na travessia, principalmente quando não há decisões que vão ao encontro disso pelo governo federal, que tem o poder formal em aplicar medidas macroeconômicas que ajudariam todas as atividades econômicas do país a passar por essa fase ruim. O diálogo e a proximidade com o setor produtivo e a população sempre vai ser o caminho, especialmente quando se torna cada vez mais importante na vida das pessoas.
Antônio Scarcela Jorge. 

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 30 DE ABRIL DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge

ECONOMIA E A PANDEMIA
 
Nobres:
Os dias difíceis com a pandemia também confirmaram mais uma possibilidade no movimento de que ações de ordem fiscal podem andar junto da economia e ajudar o setor produtivo a enfrentar situações de adversidade. Cada cidade, estado e a União tem uma força diferente na hora de oferecer esses instrumentos e seria muito mais poderoso se houvesse a combinação de todos. Como não se construiu isso, cada um faz a sua parte como pode. A gente deixa de contar para aplicar nas próprias ações de enfrentamento ao coronavírus, além de todas as políticas de transformação em sociedade que a população quer e é imediatista em receber. Porém, se entende que é melhor abrir mão de uma receita que fará falta agora, mas que vai dar fôlego a quem, lá na frente, estará de volta. Sem diálogo e sem abrir mão dessa receita, o caminho tende a ser todo mundo “morrendo” abraçado lá na frente. Por isso, fica claro que a economia pode, sim, ser parceira e trabalhar junto da área fiscal. São conceitos que ajudam na travessia, principalmente quando não há decisões que vão ao encontro disso pelo governo federal, que tem o poder formal em aplicar medidas macroeconômicas que ajudariam todas as atividades econômicas do país a passar por essa fase ruim. O diálogo e a proximidade com o setor produtivo e a população sempre vai ser o caminho, especialmente quando se torna cada vez mais importante na vida das pessoas.

Antônio Scarcela Jorge.