sexta-feira, 12 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 12 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
A OUTRA FA-
CE DA MOEDA
 
Nobres:
Estamos vivenciando uma crise de imoralidade de proporções alarmantes em que os marginais da politicagem expelem o ódio em ação unanime procurando derrubar o atual Presidente da República por uma só razão: continuar com a roubalheira desenfreada e a corrupção enraizada há mais de duas décadas. Essa conspiração foi mais além das fronteiras brasileiras e se estabilizou nos países notadamente socialistas, onde instituições se fortalecem numa prova que agregou ao sentimentalismo religioso jamais visto na face da terra. No entanto é a sucessão de fatos que ocasionou no pretérito e está presente. A propósito disso o filósofo São Tomás de Aquino escreveu que “A lei injusta não é lei, mas corrupção da lei”. A vida tem mostrado que durante as noites mais traiçoeiras, quando as feras urram e mostram os dentes afiados, atacando os valores universais da dignidade, mas, sempre alguém aparece para defender a civilidade. Defender a casa comum. Defender a vida. Assim fizeram também os líderes mundiais depois das atrocidades da 2ª Grande Guerra Mundial. Nela foram mortos cerca de 45 milhões de pessoas, entre os anos de 1933 e 1945. E as motivações das feras são recorrentes: xenofobia, aversão à democracia que estes canalhas do lulismo, hoje têm uma estratégia de não mencionar o condenado porque está em baixo populismo e ainda mais disfarçam em nome da democracia. A história foi sempre assim; esses canalhas mentem. Oposição à ideia de que toda pessoa merece igual respeito e consideração. Após o mundo assistir à ascensão de um nacionalismo populista e de ideologias totalitárias, religiosas e políticas. São traíras, pior do que a traição dos  “intelectuais” é o seu silêncio e a sua omissão uma regra mundial o seu acumpliciamento perante o crime a sua acomodação o seu acovardamento quando eles preservam os seus interesses corruptos.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 11 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 11 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O FRANCO DA REALIDADE
 
Nobres:
Em toda verdade atualmente estamos vivenciando num mundo sem diálogo. Porque o “diálogo” poderá deixar de existir, por não mais estar em conexão com a experiência sensitiva do real. Temos as nossas percepções da razão pela qual vivemos essa “dissonância cognitiva” que nos impede de entender o outro. A profusão de conceitos vazios sem contato com a experiência real de cada um vem a ser, hoje, o objeto da imposição da cognição dissociada da realidade para todos e terminam aceitando o que a “intelligentsia invisível” quer que sejamos, mesmo quando a nossa experiência real diz o contrário. A imposição de uma convenção do coletivo sobre o individual, em forma digital ou política e até no nosso convívio familiar e afetivo no processo cognitivo e de aprendizagem do mundo, tem moldado nosso espírito a somente entender o que, aquele que domina e constrói os novos conceitos, impõe mediante repetição como sendo a única possibilidade de ser da verdade, tornando a palavra repetida, a autoridade invisível e atemporal, inquestionável até para aquele que, sem discernimento, repete à exaustão, ao ponto dessa mesma palavra se tornar irrefutável a qualquer experiência concreta que lhe faça contradita, e, com isso, até o próprio passado pode ser moldado, segundo a contingência do presente. O que pretendemos dizer com isso é que a experiência pessoal e do outro pouco importam, o que interessa é o que a consciência interpretada por ações individuais que jamais possa imaginar.
Antônio Scarcela Jorge.

Em tempo: Postado e publicado às 8:17 h de 11 de março de 2021.

 

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 11 DE MARÇO DE 2021

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RIO­

Scarcela Jorge

CORRIDA SUCESSÓRIA

Nobres:
Não bastasse, acabamos de conquistar mais um título: o de país mais incompetente no combate à Covid-19. Atraso fenomenal, mau exemplo dos governadores ineptos, irresponsabilidade dos aglomerados e inferninhos por todo o Brasil. Imagens espalhadas mundo afora. Hoje somos temidos porque daqui estão saindo variantes ainda mais perigosas do vírus. Os esquerdistas o deuses da safadeza por excelência, entre as excelências, incluindo há mais intensa forma de se corromper e imputa o Presidente da República sob o comando do nefasto Gilmar Mendes e, mas isso pode ser insuficiente e até injusto. Não esqueceu a esquerda que candidatos em eleições anteriores sofreram atentados à vida, inclusive o então candidato a Presidência da República, porém estes diabos  Estes diabos de portam como deuses. Por decisão do STF começou a corrida presidencial e não tendo alternativos onde elementos do PT, quase todos carregados por ações criminosas que foram presos pelos mais tipos de crimes e que anteriormente concorreram às eleições sem êxito, lançam o próprio Lula um manjado criminoso o imperador da corrupção no Brasil, condenado pelo judiciário em escala de tribunais, para concorrer às eleições presidenciais de 2022, onde parte do povão urge a irracionalidade juntada aos espertos e a imprensa uma mídia que se sustenta no ímpeto da utopia.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 10 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 10 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
A MÁGICA DO ESTADO BRASILEIRO
 
Nobres:
Dentre as sucessivas crises de pandemia, juntas as diversidades impostas neste Brasil seria indispensável à sobrevivência da economia. Até, porque, no primeiro momento de aparente honestidade neste país, uma da qual editada no pretérito do governo tucano, com a sanção da Lei da Lei de “Responsabilidade Fiscal” cujo processo de Lei complementar a LRF, até hoje lembrada na defesa de medidas de “ajuste” visando o equilíbrio entre as receitas e despesas nas contas do país. Em tese nada aconteceu. Daí veio o governo socialista-populista de Lula quais investimentos assumidos pelo Estado, é que a tal lei não é tão de “Responsabilidade Fiscal” como dizem, pois, se de um lado impõe limites aos gastos de pessoal como proporção da receita corrente líquida e exige que renúncias de receitas apontem seus impactos nos dois anos subsequentes, do outro, contudo, deixa livre de quaisquer controles os gastos com as despesas financeiras vinculadas à dívida pública, em especial com pagamento de juros e amortizações. Quando da sanção da LRF, em 2000, o presidente Fernando Henrique Cardoso vetou, no artigo 4º, inciso II, da lei, o limite imposto pelo Congresso Nacional às despesas com juros. Para FHC, “a introdução de limite para despesas com juros, ainda que com caráter referencial, suscitaria a interpretação de que o objetivo seria o não pagamento de juros” (texto original do veto). Haja imaginação. Além disso, no bojo da referida lei impõe a suspensão do pagamento de quaisquer despesas, seja em educação, em saúde, para investimentos, em segurança, caso não seja garantida uma economia nos gastos antes das despesas financeiras, para pagar os juros da dívida pública. A LRF prevê que, noventa dias após a sanção, seja enviado projeto de lei ao Congresso Nacional para firmar o teto da dívida mobiliária (em títulos públicos), que representa, há anos, a maior parcela de gastos públicos, a que mais desequilibra as contas do país, mas isso não foi feito até agora. Por isso não há honestidade no debate da “crise fiscal” quando não estão sobre a mesa, para análise, todas as parcelas que compõem os gastos públicos e o que representa cada uma delas o custeio, investimentos, demais despesas correntes-juros, e de capital-amortizações, seus valores, sua importância para o país e os interesses por trás de cada uma delas. Assim, como buscar o reequilíbrio, ou como administrar até mesmo um desequilíbrio provisório e produtivo entre receitas e despesas sem mexer na parcela que mais desequilibra as contas: assim formatou esta lei em complemento e seus incisos, fonte que buscamos nos anais da presente Lei ordinária. Como contradição vem sucedendo nos governos que sintetiza o não sentido ideológico e vem ao encontro das ações corruptas de interesses regradas a um país que especifica e não simula entre outras nações do mundo. No governo atual, não sabemos o porquê talvez manietado e amordaçado no fiel ofício de sua gestão, enveredou no mesmo caminho. Na proposta de lei orçamentária da União para 2021 é o pagamento de juros e amortizações, no montante de R$ 2,235 trilhões de reais, intocáveis para fins de ajuste fiscal, sem retornos quando pensamos nos investimentos, produção de bens e serviços, enquanto os gastos nas funções saúde, educação, habitação, saneamento, urbanismo, assistência social e ciência e tecnologia, já contidos, por vinte anos, representam quase sete vezes menos que isso. São, assim, desde sua promulgação há vinte anos, no governo Lula, um santo que voltará ao poder com certeza após um mecanismo parcial para beneficiá-lo impondo a condução do regime da Venezuela, (não precisa antevê-se dispensada a profetas) em que esta desfaçatez que especifica o imperativo da lei, e que paralelamente significa a desonestidade evidente o debate da permanente da crise fiscal do Estado brasileiro.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 10 DE MARÇO DE 201021

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
A MÁGICA
DO ESTADO BRASILEIRO
 
Nobres:
Dentre as sucessivas crises de pandemia, juntas as diversidades impostas neste Brasil seria indispensável à sobrevivência da economia. Até, porque, no primeiro momento de aparente honestidade neste país, uma da qual editada no pretérito do governo tucano, com a sanção da Lei da Lei de “Responsabilidade Fiscal” cujo processo de Lei complementar a LRF, até hoje lembrada na defesa de medidas de “ajuste” visando o equilíbrio entre as receitas e despesas nas contas do país. Em tese nada aconteceu. Daí veio o governo socialista-populista de Lula quais investimentos assumidos pelo Estado, é que a tal lei não é tão de “Responsabilidade Fiscal” como dizem, pois, se de um lado impõe limites aos gastos de pessoal como proporção da receita corrente líquida e exige que renúncias de receitas apontem seus impactos nos dois anos subsequentes, do outro, contudo, deixa livre de quaisquer controles os gastos com as despesas financeiras vinculadas à dívida pública, em especial com pagamento de juros e amortizações. Quando da sanção da LRF, em 2000, o presidente Fernando Henrique Cardoso vetou, no artigo 4º, inciso II, da lei, o limite imposto pelo Congresso Nacional às despesas com juros. Para FHC, “a introdução de limite para despesas com juros, ainda que com caráter referencial, suscitaria a interpretação de que o objetivo seria o não pagamento de juros” (texto original do veto). Haja imaginação. Além disso, no bojo da referida lei impõe a suspensão do pagamento de quaisquer despesas, seja em educação, em saúde, para investimentos, em segurança, caso não seja garantida uma economia nos gastos antes das despesas financeiras, para pagar os juros da dívida pública. A LRF prevê que, noventa dias após a sanção, seja enviado projeto de lei ao Congresso Nacional para firmar o teto da dívida mobiliária (em títulos públicos), que representa, há anos, a maior parcela de gastos públicos, a que mais desequilibra as contas do país, mas isso não foi feito até agora. Por isso não há honestidade no debate da “crise fiscal” quando não estão sobre a mesa, para análise, todas as parcelas que compõem os gastos públicos e o que representa cada uma delas o custeio, investimentos, demais despesas correntes-juros, e de capital-amortizações, seus valores, sua importância para o país e os interesses por trás de cada uma delas. Assim, como buscar o reequilíbrio, ou como administrar até mesmo um desequilíbrio provisório e produtivo entre receitas e despesas sem mexer na parcela que mais desequilibra as contas: assim formatou esta lei em complemento e seus incisos, fonte que buscamos nos anais da presente Lei ordinária. Como contradição vem sucedendo nos governos que sintetiza o não sentido ideológico e vem ao encontro das ações corruptas de interesses regradas a um país que especifica e não simula entre outras nações do mundo. No governo atual, não sabemos o porquê talvez manietado e amordaçado no fiel ofício de sua gestão, enveredou no mesmo caminho. Na proposta de lei orçamentária da União para 2021 é o pagamento de juros e amortizações, no montante de R$ 2,235 trilhões de reais, intocáveis para fins de ajuste fiscal, sem retornos quando pensamos nos investimentos, produção de bens e serviços, enquanto os gastos nas funções saúde, educação, habitação, saneamento, urbanismo, assistência social e ciência e tecnologia, já contidos, por vinte anos, representam quase sete vezes menos que isso. São, assim, desde sua promulgação há vinte anos, no governo Lula, um santo que voltará ao poder com certeza após um mecanismo parcial para beneficiá-lo impondo a condução do regime da Venezuela, (não precisa antevê-se dispensada a profetas) em que esta desfaçatez que especifica o imperativo da lei, e que paralelamente significa a desonestidade evidente o debate da permanente da crise fiscal do Estado brasileiro.
Antônio Scarcela Jorge.

 

terça-feira, 9 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 9 DE MARÇO DE 2021


 COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
OLIGARQUIAS
E PANDEMIA
 
Nobres:
Tornou-se evidente a politização da pandemia veio ao encontro de todas as espécies.  As ações vieram de encontro àquilo que delineamos; dos exemplos se abate em questões: No limiar deste ano começou sem fogos de artifício, planos instáveis e desconexos dos entes governos em captação em tese gerada pela pandemia. Veio Fevereiro e passou correndo, evitando aglomerações. Sem Carnaval, os blocos de rua são trocados por campanhas sociais, em prol de uma sociedade insegura e de apoio para que as atividades econômicas prossigam finalmente com segurança. E, nesse contexto, temperado com uma angustiante sucessão de tensões, incertezas e desencontros vindos dos estados e municípios e, quem tem feito à diferença: é a sociedade civil organizada. Alguns segmentos estão unindo forças em torno de uma causa coletiva: pela vacinação, que está chegando à boa hora, única forma de protegermos a população da Covid-19 e voltarmos plenamente à vida em sociedade e às atividades econômicas sem risco à saúde pública. Não existe vácuo de poder. Nos espaços vazios deixados pelos entes públicos em toda escalada, seja na saúde, na gestão ou em ações afirmativas, a sociedade se move e está fazendo a diferença com o que tem de mais poderoso nas relações humanas: união e solidariedade. E é preciso enaltecer o protagonismo da participação feminina para que projetos como estes se transformem em ações efetivas na vida das pessoas. A maior participação nos segmentos na sociedade, na saúde, ciência, ação social, política, comunicação e educação, entre outras está fazendo a diferença. Neste contexto é mais que natural infligir a necessidade de transformação dos métodos empregada que durante o ano passado, por decisão do STF, “amordaçando o princípio e a centralização do Poder Executivo conforme estabelece os princípios básicos da República Federativa do Brasil na Constituição de 88,” ampliando a autoridade federativa e, nomeado aos Estados da Federação e Municípios como fonte das ações direcionais na forma de Decretos conforme os quais lhe estimam que os frutos destas ações incorram sem o devido planejamento que deveria se formatar sem a devida consistência. Neste aspecto impõe duas laterais: uma de preservar vidas: tem sentido é verdade. Outra lateral na pratica provoca danos na economia de todo povo em consequência provoca o desemprego mesmo precário como tipo de ocupação nos médios e pequenos municípios em especial no Nordeste, uma região patrona das oligarquias sempre refém e consequentemente aliada o poder público de autoridade.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 8 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - (2) SEGUNDA- FEIRA 8 DE MARÇO DE 2021

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RIO­
Scarcela Jorge
É QUESTÃO NATURAL
 
Nobres:
De base os conceitos religiosos que sigo e estimo: (seu católico apostólico romano) cujos ensinamentos objetivamente preparam o materialismo para o espírito, (assim expresso o meu entendimento) em termos práticos desenvolve o homem em todas as áreas inserindo a larga representa a da perdição (ociosidade) e a estreita a da salvação (trabalho) Lei Natural, necessidade não só do corpo material, mas do espírito na medida em que nos faz expiar as imperfeições e aperfeiçoar a inteligência. Em outras palavras, toda ocupação útil é trabalho, todavia, os que mandam são responsáveis pelo excesso de trabalho que denotam a seus subordinados. Vejam! Numa sociedade corresponsável, o uso adequado da máscara social (papel que desempenhamos em diferentes esferas para garantir a adaptação social) possibilita-nos experimentar o ambiente de forma saudável. Dado o cenário que no momento nos apresenta: “É paradoxal que a tragédia estimule o espírito do ridículo”, por que não ao invés de enlouquecer, rir e nesse estado gerar fatos em ajuda mútua (superiores/subordinados), mesmo nos dias de “paradas” devido à pandemia? Despertos, mais do que nunca, precisamos buscar “O pão nosso de cada dia” nutriente material (trabalho, alimentos, medicamentos) e espiritual (fluido cósmico universal e seus derivados), sem se deixar envolver pelas reduções do mundo. O erro dos que mandam não é de agora, ao melindrar a base, correm o risco de perdê-la e serem reduzidos uma vez que o anseio de trabalhar e alegria de viver é a regra e, ninguém adquire sem trabalho/esforço o bem-estar. Na subliminar: o povo não deve morrer nem ficar só, vez que hoje será ontem quando estivermos no amanhã. Que cada um faça um mea-culpa: realize um exame e responda a si mesmo para não perder a encarnação. O futuro é do espírito em contradição o materialismo que me abraça.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 8 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
BRASIL GENERALIZA
DO
FAVORÁVEL A CORRUPÇÃO
 
Nobres:
Tornou-se aberta que a corrupção não tem partido no momento o Brasil inteiro deveria estar a favor da Lava Jato que já alcançou políticos corruptos de todos os entretons ideológicos e jamais foi tão fácil para o cidadão comum, de bem, escolher o lado certo. Pois em um flanco está o maior esquema de corrupção política e empresarial da História. Quem insiste em escolher errado é porque tem desvio de caráter. Não há argumentos nem cegueira que possam justificar uma pessoa de bem ficar contra uma operação que prende centenas de criminosos fraudadores e recupera bilhões de Reais desviados do erário. Os nossos conhecidos que são contra a Lava Jato devem ter certamente motivos inconfessáveis para agir assim. Havia muita teta, muita bocada e muita mamata. Em vários níveis. Desde o dono da JBS e de outros “campeões nacionais”, alguns passando por professores universitários e por artistas e empresários do show business. Era, sem dúvida, uma legião de bezerros que agora estão desmamados. Por isso o tamanho do rombo e do prejuízo, e por isso as dimensões da oposição e da choradeira. Esses governos corruptos em sequência fez um mal muito maior do que podemos imaginar. Corromperam enormes parcelas e inúmeros setores da população. A clivagem que a sociedade brasileira experimenta hoje em dia é a pior de todas essas heranças, pois com o país dividido, mesmo assim, com a resistência desta gente, as soluções para a crise ainda se arrastarão em conta deles.

NÃO HÁ MUTAÇÕES O VELHO E NOVO MODELO PARA SE PERPETUAR NA POLÍTICA
 
Precisa ser criteriosa a adesão politiqueira partidária neste tradicional e permanente na entrada de partidos no Ceará a escolha de novos filiados, deve-se observar a qualidade e não há quantidade para não ser detonado por esses “gastados” que tem por objetivo juntar-se a direção destes partidos, onde muitos destes políticos que tiveram evidência, alguns sofrem o amargou do ostracismo em evidência que no passado se promoveram e acreditei alguns não passam hoje como “homens de rua jogada a sarjeta”. O que lhes interessam estes grupos oligárquicos da região, comandados por prefeitos do "infecto PT estão propícios a se vacinar”, ingressando na sigla do governismo como de costume, fato que é regra destes espertos, ir com "malas e cuias" para qualquer governo, fato que, estes prefeitos, são originários do PDS-, é só conferir, deveria ter vergonha, vergonha tornam-se insensíveis velhos “Chacrinhas”.
Antônio Scarcela Jorge.


domingo, 7 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 7 DE MARÇO DE 2021


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DE GOVERNO
A GOVERNO, NADA CONSERTA O BRASIL
Nobres:
No ano passado (2020) foi assinalado por muitos revezes para a liberdade econômica no Brasil e não apenas porque a pandemia acelerou o gasto público e freou as reformas, mas também porque os negócios foram duramente afetados pelas medidas restritivas impostas por estados e municípios no combate ao coronavírus, conceitos estas que estão de volta em vários locais graças à nova onda de contágio e, uma vez que o Estado avança, é muito difícil retroceder. Ainda que a observação se referisse especificamente ao sistema tributário, ela se aplica muito bem a várias outras circunstâncias da vida em sociedade. Quando a pandemia se for, o país saberá até que ponto os governantes estarão dispostos a abrir mão dos poderes extraordinários que adquiriram sobre a atividade econômica. Mesmo porque se evidencia que a corrupção continua endêmica, “especialmente entre representantes eleitos”, enquanto o Judiciário é “sobrecarregado, ineficiente e sujeito a influências externas” e o Supremo Tribunal Federal vem adotando posturas de tom mais político. Neste contexto ainda destaca as dificuldades na aprovação da reforma tributária, o sistema brasileiro é descrito como “um dos mais pesados” entre as economias emergentes, segundo as pesquisas, o Brasil registrou queda de 0,7 pontos no item “peso dos impostos”. Mas a redução mais significativa entre 2019 e 2020, de 3,2 pontos, ocorreu no item “liberdade de comércio”, mostrando que outro objetivo assumido pelo governo no início do mandato, a maior inserção internacional brasileira, ainda está longe de se concretizar. Ainda que neste caso haja fatores alheia à vontade brasileira, como a demora na ratificação do acordo comercial assinado entre MERCOSUL e União Europeia, este acordo, sozinho, ainda não fará do Brasil um país genuinamente aberto ao mundo, pois ainda haverá muitas outras barreiras protecionistas a remover. Não é só culpar o Presidente Bolsonaro onde intelectuais e analfabetos ignorantes se dissertam em coro.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 6 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 6 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
APRESSAR
AS REFORMAS
 
Nobres:
O ano avança, e, com ele, as pautas de grande relevância para a nossa economia já se retomaram contanto através de grupo partidário que vem solidificar é promover amplo diálogo com as bases do governo da União. Por esta razão se deve gerar entendimento, mas, acima de tudo, se faz necessário avançar! Reforma tributária e reforma da Previdência são temas urgentes que não podem ultrapassar este ano. No que tange à previdenciária, as negociações já estão progredindo sendo aprovada em plenário da Câmara dos Deputados, com ampla maioria, mas ela precisa ser devidamente programada visto que nosso País está prestes a quebrar. Baseado nas estatísticas no ano passado, por exemplo, o rombo foi de R$ 120 bilhões, se deve a alguns fatores, que vem dos privilégios aos roubos na própria previdência, a atual do governo populista de Lula na época, tendo a retomada de pessoas e até parlamentares influentes que dominavam as indicações de diretores e até o envelhecimento da população onde os petistas só enxergaram após deixar o poder em tese. Como aqui no País o modelo de Previdência segue a premissa básica de que os mais jovens trabalham para financiar a aposentadoria dos que já contribuiu, essa transformação da pirâmide etária prejudica significativamente as contas públicas que é uma grande verdade. As “aposentadorias dos trabalhares rurais, onde agricultores (alguns não sabem o que é utilizar a enxada como instrumento do trabalho) sempre protegidos pelos pelegos sindicalistas estão gozando deste benefício. Quanto à reforma tributária, é importante deixar claro que ela será se bem formatada, uma das propulsoras de nossa economia. A unificação de tributos, com a criação do chamado Imposto sobre Bens e Serviços desburocratizaria muitos processos e acabaria com a guerra fiscal, visto que reuniria, em uma só alíquota, impostos como IPI, COFINS, PIS, ICMS e ISS. Entretanto, ao incluir ICMS e ISS, governadores e prefeitos reclamaram, principalmente os governadores do nordeste com sua rebeldia e conspiração, como eles são promoventes da anarquia em desacordo com os princípios que o poder central estabelece, como é natural do esquerdismo petista tenha contradição, ora é usar os seus interesses e não do povo da região, são “contrários em tudo” que venha de patrocínio do governo da União, visto que, sem a guerra fiscal, eles acreditam que todos os futuros empreendimentos se concentrariam nas regiões Sul e Sudeste no que não é verdade. Na raiz da questão em termos racionais e que carecemos simplificar a apuração dos impostos e diminuir o tempo para cumprir as obrigações acessórias.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 5 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 5 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
REFLEXÃO ADEQUADA
 
Nobres:
O que determina no sentido de evitar a disseminação da Covid-19 tem nos ensinado que precisamos manter o distanciamento, mas também mostrado que se não houver uma preocupação com o coletivo, não teremos sucesso nessa jornada. Com todas essas mudanças nos hábitos e no comportamento das pessoas, o que podemos esperar para o futuro no que tange ao relacionamento entre o público. Falamos exaustivamente sobre a importância da experiência de consumo em que precisam ter propósito e que as pessoas querem sentir que são importantes. Descomplicar, desburocratizar e ter empatia, desafio que precisamos enfrentar. Mas se fizermos uma viagem de volta ao conceito básico que nos orienta, teremos a resposta para muitas das angústias que permeiam os nossos pensamentos. Quase todas as pessoas mudaram durante este período turbulento e todos estão cansados de viver com as limitações que o novo momento nos impôs. A partir disso, precisamos repensar as necessidades e nossos desejos e que sejam adaptados alguns benefícios oferecidos. É preciso estar atento e analisar as motivações e as razões. Neste contexto é usar da premissa de que é mais importante na comunicação é ouvir o que não está sendo dito no momento que o conceito crítico de alguns segmentos imperativos do poder.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 4 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 4 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
OS PROGRAMAS SOCIAIS
 
Nobres:
Os programas sociais vêm desde que instituiu vários governos e se notabilizou efetivamente nos anos sessenta do século passado. Neste contexto nos reportamos no principal: A instituição da Bolsa Família copiado nos vários países, alguns de “ideologia socialista”, se programou pela mudável brasileira tinha muitas limitações cuja patente é relacionada alguns como sendo de parto atribuído ao lulismo em que parte do povo santifica, santifica e venera como sendo um santo injustiçado entre outras aberrações: O programa, de principio tinha como objetivo para os grupos em sociedade vulnerável e tinha um baixo valor e atendia a um número relativamente pequeno de famílias. O seu custo representava 0,5 do Orçamento da União, enquanto havia um cadastro de 38.000.000 de famílias aguardando a sua vez. Mas o seu diferencial eram as condicionalidades estabelecidas pelo governo (vacinação das crianças em dia, frequência escolar, média de renda familiar). Neste aspecto, ela se aproximava da proposta dos economistas neoliberais e não a dos socialistas europeus ou liberais igualitaristas contrários à reforma de condicionalidade. Passado os tempos não houve modificação desde o governo FHC e a continuidade nos governos lulistas do PT/PMDB aliados incondicionais a interação corrupta entre instituições bancárias, todos os sindicatos de classes, empreiteiras entre outros alvitres deste desconserto interagiam aos países fiscais internacionais. Surge agora na cena política que para manutenção no poder onde seus negócios estão condicionados especialmente para esse programa e outros de cunho socialista e neoliberal em comum. Na sua essência, nem de longe tal projeto de auxílio se aproxima do conceito de Renda Mínima, no entanto pode alimentar o populismo e a demagogia que o lulismo alimentou e que o “canalhismo” desta gente esquece as suas ações. Intelectuais em sua maioria em sua programática residem nos países capitalistas onde se contradizem e não em Cuba e na Venezuela, cujos satélites continentais é o autentico paraíso para se expressar seus desejos. Neste aspecto à bolsa família, mesmo que atribuía a permanência por séculos, não era vista para pessoas desempregadas e sem nenhuma forma de renda. Naquele momento foi totalmente desvirtuado e tornou-se uma política assistencialista, compensatória e consequentemente pode se tornar um grande ativo eleitoral se for visto como beneficência para quem se enquadra.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 3 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 3 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
IMPASSE INTERMINÁVEL
EM DESFAVOR DA SOCIEDADE
 
Nobres:
A sociedade cidadã se sente atingida em todas as escalas e segmentos estabelecendo principalmente nos setores da economia que gera apreensão em todos os segmentos ativos do Brasil, vem há muito tempo os problemas funcionais presente é quase uma ironia para um país que possui uma das legislações trabalhistas mais rigorosas, mas que, em termos práticos, mesmo com a recente reforma, por exemplo: - ainda tem um dos maiores volumes de ações judiciais em todo o mundo-. E, mais ainda, uma nação que não consegue oferecer a parcela expressiva de seu povo à prerrogativa do trabalho digno. A nossa dívida social decorre de equívocos acumulados nas últimas décadas, que implicam perda de competitividade, sintetizada no "Custo Brasil", provocada por causas como excesso de impostos e burocracia, desequilíbrio cambial, ondas de juros altos e falta de crédito e baixa produtividade decorrente do ensino precário. Tais fatores, ao longo de anos, têm parecido invisíveis aos olhos embaçados de um Estado superdimensionado, que serve mais a si próprio e relega as prioridades nacionais. Porém, nosso arcabouço legal, com as devidas correções de exageros, nos credencia, em questão, que baliza toda vez mais os investimentos. Precisamos tornar nossos ativos legais mais visíveis a nós mesmos, bem como ao mundo, e colocá-los a serviço do desenvolvimento e do crescimento sustentado de pelo menos 4% ao ano. Para isso, são prementes as reformas estruturais, como a tributária e administrativa, e a remoção de entulhos legislativos em sua concepção e assim poderemos com equitativa ênfase poderemos marchar objetivamente para o trabalho virtuoso.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 2 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 2 DE MARÇO DE 2021


 COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
EXPECTATIVA PARA O NORDESTE
 
Nobres:
É verdade, como aconteceu nos governos populistas do lulismo, onde a ansiedade é vulgar nesses casos, como sempre são grupos fechados sem o conhecimento das camadas sociais, mas, hoje em dia há um esforço de o governo incorporar da forma devida as políticas necessárias para a efetiva erradicação das desigualdades regionais no Brasil. O principal foco em educação sem roubalheira, não mantém a lógica das políticas anteriores, que não foram capazes de minimizar o Nordeste “do ciclo corrompido em relação à pobreza”. No plano apresentado pelo Governo da União, as novas tecnologias assumem papel preponderante. Sendo elas energias renováveis (solar e eólica) e tecnologia da informação. É certo que tais prioridades já fizeram parte de planos anteriores e de quase nada de eficácia. A ênfase em recursos hídricos volta a ter destaque nos investimentos em infraestrutura. A única novidade não existente em todos os planos anteriores é a especial atenção às cidades de porte médio. Mesmo sendo com poucos instrumentos para fazer diferença. Como nos demais planos, as prioridades revelam apenas um conjunto de pretensões voluntariosas de técnicos, que passam a acreditar no papel das forças de mercado bastante fragilizadas por governos anteriores. Entretanto é real que os instrumentos disponíveis ao setor público em uma economia de mercado não são capazes de resolver todos os problemas apresentados principalmente quando as políticas públicas voltadas ao apoio à população mais pobre tinha uma maneira assistencialista. Entretanto é inegável que o atraso do Nordeste deve-se apenas à defasagem de capital humano em relação ao que se encontra no Sul e Sudeste, contanto esse problema decorre da formação histórica das regiões brasileiras. Isso significa que a superação do atraso relativo demanda a eliminação dessa defasagem, principalmente através de investimentos maciços e eficientes basicamente em educação onde as licitações direcionais aos grupos dos governos oligargicos da região se tornou emperrado o desenvolvimento da região.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 1 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 01 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
NA ERA DIGI
TAL
 
Nobres:
Vamos nos reportar o que fundamenta e mobiliza os impactos e as consequências oriundas do fenômeno da digitalização se estendem por todas as áreas e esferas da vida em sociedade. Em particular, a transformação tecnológica está alterando estruturalmente a economia, isto é, a forma de produção de bens e serviços, e o modo de consumo, bem como o âmbito normativo regulatório das atividades econômicas. Expressões e conceitos como inteligência artificial faz parte da própria forma de existência da economia, o que vem impactando de maneira transversal os domínios em especial do Direito. Um dos desafios principais é garantir a proteção e segurança dos sistemas de tecnologia da informação a partir da própria configuração técnica. Na medida em que os sistemas eletrônicos conseguem se desenvolver autonomamente, sem intervenções de decisão humana, e muitas vezes por intermédio de algoritmos de difícil compreensão e rastreamento, impedem que sejam criados mecanismos de controle independentes que garantam a confidencialidade e a integridade dos sistemas de computação. Na modernidade concomitantemente se utiliza como fonte determinante em todas as rapidezes em sociedade.
Antônio Scarcela Jorge.