quinta-feira, 25 de junho de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 25 DE JUNHO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
AÇÕES INCONSE
QUENTES

Nobres:

Chegou a ser inacreditável a ação de políticos encastelados no poder, ensejou  a intervenção do STF que “proclamou” ao superpoder entre os Poderes da República em proveito a pandemia viral que assola o Brasil “equacional a magistratura” que deveria ser imparcial a sua atribuição e transformou em politicagem, cujas ações são notícias e evidente diante de vários interpretativos em que a Constituição elege esse empenho.  Usar este atalho é comprovar o corporativismo por um individualismo de alguns integrantes do STF. Dai, instalou-se uma queda de braço entre o presidente Jair Bolsonaro e alguns governadores e prefeitos de capitais sobre a conveniência ou não da suspensão temporária das atividades econômicas. Enquanto Bolsonaro defendia a abertura total da economia, chefes de executivos estaduais e municipais trabalharam pelo isolamento social e a restrição ao funcionamento do comércio, indústria e serviços, a não ser os considerados essenciais, entre outras providências. O presidente vem reforçando que os governadores e prefeitos é que devem ser cobrados pelo aumento acentuado das taxas de contágio da enfermidade em que o STF decidiu que as ações contra a pandemia são obrigação dos estados e municípios, e não do governo federal, invertendo o poder do sistema federativo brasileiro para os Estados e os Municípios, desclassificando e enfraquecendo o poder do Presidente da República. A Corte definiu que a Constituição Federal prevê que nos casos de calamidade pública as normas federais gerais devem existir. Segundo interpreta a Corte maior do Poder Judiciário tem o dever de opinar quando ações de agentes públicos podem prejudicar a saúde da população. Nesse sentido, entende que o STF tem a obrigação de agir, numa pandemia para garantir um dos direitos fundamentais, que é o direito à saúde. Claro está que nenhuma autoridade federal, estadual ou municipal pode se eximir em danos a cidadania.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 24 de junho de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 24 DE JUNHO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
INTUIÇÃO DO PROFISSIONALISMO

Nobres:
Como a sociedade se intensifica em buscar desenvolvimento prende-se melhor articulação e não apelar para certas persuasões que de muito tempo está abolida. Um exemplo digno de se perceber onde a sucessão geradora desses desleixos ainda está à tona e, “um dos quais, vem contribuir” para o aceleramento nada objetivo a que se propõe constituindo “as horas intermináveis” nada justificando loas sem consequência nenhuma. Como “tiramos de exemplo”: O jornalismo tem compromisso não está vinculado aos ventos passageiros da política e dos partidarismos. Sua agenda é, ou deveria ser determinada por valores perenes: liberdade, dignidade humana, respeito às minorias, promoção da livre iniciativa, abertura ao contraditório. Por isso os válidos jornalistas profissionais, obviamente, com formação acadêmica, às vezes são vergalhados pelos que desenham projetos autoritários de poder especialmente os da capital cearense cujo fazem de seu bico é fundamentado pelo governo, o de ontem e de hoje e que nos parece será permanentemente, o essencial é bajular e isso não há senso profissional e também os “emprestados”. Culpar o povo é um ventrículo para o governo diante a pandemia e também entre as ocorrências anteriores sabendo que o eleitor se rende no dia da eleição por dinheiro, tudo ocorre em pleitos anteriores. Este remédio da pior pandemia sempre foi diagnosticado “esquecimento” a aterosclerose passageira  lesivo a eles próprios eleitores por igual políticos não escrupulosos que adita o profissionalismo como padrão. No entanto para se agrupar o jornalismo deveria sustentar a democracia não com engajamentos espúrios, mas com a força informativa da reportagem e com o farol de uma opinião firme, mas equilibrada e magnânima O bom jornalista ilumina a cena, o repórter manipulador constrói a história. A apuração de mentira representa uma das mais graves agressões à ética e à qualidade informativa. Prestem bem atenção! Matérias previamente decididas em ambientes sectários buscam a cumplicidade da imparcialidade aparente. A decisão de ouvir o outro lado não é honesta, não se aguenta na busca da verdade, mas num artifício que transmite uma máscara de isenção, uma ficção de imparcialidade. O assalto à verdade culmina com uma estratégia exemplar: repercussão seletiva. O pluralismo de fachada convoca pretensos especialistas para declarar o que o repórter quer ouvir. Mata-se a notícia. Cria-se a versão. A revalorização da reportagem, pautas próprias e o revigoramento do jornalismo analítico devem estar entre as prioridades estratégicas é a parcialidade em tese é o aprendizado nos bancos das aulas. É preciso atiçar meus colegas com matérias que rompam a monotonia do jornalismo de registro. “Menos aspas” e mais apuração. Menos Brasília, menos o Estado do Ceará e seja mais real. Construir cenas imorais, pejorativa, lacônica, redigir textos sem sentido não é parte da verdadeira imprensa.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 23 de junho de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 23 DE JUNHO DE 2020


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
INSTABILIDADE MORAL

Nobres:
São muitos os problemas para o Brasil superar, e o que menos se deseja nas atuais circunstâncias é confusão política para o governo, que já vem sofrendo com turbulências, notadamente na continuidade administrativa à frente do Ministério da Saúde onde que não serve e conspira como integrante do atual governo é um mau caráter e como tem safados no palácio do Planalto. Os aproveitadores espertos e imorais por ocasião das eleições até de filiaram ao PSL, uma legenda igual ou pior da “pandemia do PT.” Pode exonerar estes “deteriorados” exceção rara por motivos de conhecimento público e ninguém é insubstituível é norma da vida e deixam as esquerdas marxistas “bodejar” -Presidente da Republica- que é taxado como louco por que não adota ladrões e puxa sacos outra espécie humana que sobrevive a vida. Entretanto as esquerdas uma pandemia igual ou superior a “corona vírus” vem tumultuando querendo a todo gosto retomar o poder que foi conquistado nas urnas. Não tem respeito nenhum nem mesmo a Constituição entre os quais o Supremo Tribunal Federal tomou pra si como “superpoder da República” numa infeliz decisão de seus membros em sua maioria num acinte ao povo que de muito perdeu a confiança. Irmanados se juntam aos torcedores do pior para o Brasil que há muito desejam implantar o socialismo marxismo no Brasil, que antecipamos, desde o advento da República, deleitam as suas frustrações em qualquer tempo e nem deu certo. Segundo as esquerdas canalhas e interesseiras atribuem a pandemia que não dá sinais de trégua no Brasil, e também em outros países da América Latina, é fácil visualizar a preocupação generalizada da população, com problemas econômicos e falta de emprego. Pior que isso, falta de perspectivas de que a situação melhore. Cegos safados desfaçam um estado que não é real, o governo está trabalhando incessantemente com a construção de rodovias, transposição do Rio São Francisco atrasado há dez anos por obra de graças deles para priorizar a roubalheira que desviaram para os paraísos internacionais e que nesta semana o Presidente Bolsonaro entregará a etapa de transposição do São Francisco em Jati no Ceará, obra ativada no inicio do governo. Podem se omitir a regra desta gente é essa. Na área da economia, o alvo desta gente “santa” cujo patrono é Lula, (teriam ter vergonha os adeptos do lulismo depois que tudo ocorreu com ele). Por incrível que aparenta, reconhecem os há avanços, como a taxa básica de juros, a Selic, em percentual jamais antes alcançado, ao lado de crédito para o agronegócio, a indústria e os pequenos comerciantes. Única coisa de seus interesses. Em síntese estão procurando estratégias para se locupletar ou novos questionamentos surgiram, podem esperar.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 22 de junho de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 22 DE JUNHO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
EXISTIR UM NOVO CONCEITO DO ENSINO EDUCACIONAL

Nobres:
Neste emaranhado de contradições e consequentemente indecisões no cenário político e da pandemia da “corona vírus” se espelham em oportunismo vulgar. Há milhares de elementos para se instar. Revendo os noticiosos das mídias e das redes sociais em variedades nos vem chamado atenção  é o ensino que mudou radicalmente em função dos acontecimentos e  possivelmente não haverá aula presencial em 2020 especialmente no ensino universitário. A UFRJ, a USP, a Unicamp e a UNESP, afirmaram que não retomam mais, neste ano. A UFRJ afirmou, inclusive, que só terá alunos e professores juntos, novamente, depois da vacina contra o corona vírus. Observe que essas instituições são frequentadas por adolescentes acima dos 16 anos e adultos. Pessoas que, pelo menos em tese, sabem exatamente o que está acontecendo e são capazes (também em tese) de cumprir o complicadíssimo protocolo que tenta um mínimo de segurança, para a convivência coletiva durante a pandemia em que o risco é muito alto e isso não é força de expressão. As escolas (mesmo com distanciamento social) estão na categoria "risco muito alto" de contaminação. As universidades já entenderam que não há a menor condição de juntarmos alunos e professores em salas de aula, por enquanto. A situação que fez com que as escolas fossem fechadas, por todo o Brasil, apenas piorou, nos últimos meses, e não há qualquer previsão de melhora no horizonte. Um cenário dificílimo e muito diferente de todos os lugares que retomaram aulas presenciais e mesmo nos países onde tudo parecia seguro, onde aulas presenciais foram retomadas depois do pico dessa pandemia, muitas escolas voltaram a ser fechadas por causa de novos surtos de covid-19. Diante desse cenário, o que estão fazendo donos de escolas, no em termos de Brasil? Algumas escolas particulares  pressionam os governos estaduais e municipais (os donos do poder) para que possam reabrir logo, inclusive antes da rede pública de ensino. Uma postura que, além do problema ético evidente, é a prova mais contundente de que nos pensam próprios bolsos e não na saúde dos nossos filhos. Na nossa concepção há de educativo em brigar para exercer privilégios, aumentando ainda mais os já imensos abismos entre crianças e adolescentes de diferentes classes sociais. Ainda tentar nos convencer de que afastar cadeiras, obrigar crianças ao uso de máscaras e disponibilizar álcool gel protegeria a saúde dos alunos e funcionários. Na realidade está ensejando a obrigatoriedade de descontos nas mensalidades. É evidente que as instituições de ensino estão em crise, isso atinge em escala em todas as regiões do país. Queremos esclarecer que aqui os efeitos são consensuais e usam a racionalidade. Porém em outras localidades do País, torna-se uma postura desejável para humanos em diferentes atividades e empresários de diversos setores, é mais do que obrigatória para quem optou por trabalhar na formação de pessoas. Nas escolas, devemos encontrar bons exemplos, respeito à vida em todas as suas formas, respeito à infância e toda a sua subjetividade. Crianças e adolescentes não devem ter suas rotinas impactadas pelos interesses financeiros de empresários, não devem ser postas em risco pela necessidade financeira de terceiros. Nas escolas, alunos são ou deveriam ser a mais absoluta prioridade.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 21 de junho de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 21 DE JUNHO DE 2020 (POSTADO ÀS 16:21 H)

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PARECE QUE FOI ONTEM O TRI NO BRASIL

Nobres:
Parte da manchete em foco que plagiando o radialista Moésio Loiola e também se não me engano do nobre amigo Comendador Luís Aguiar Vale, que sintetizava o programa dominical “coisas que o tempo levou”. Nesta intricada história de nossos dias, rememoramos aquele dia, que estampou para sempre uma vitória memorável para o Brasil ao conquistar a Copa do Mundo pela terceira vez, um ambicionado título pela sua importância na época que nos marcará eternamente. Nesta ocasião naquele domingo ainda rememoro, estava servindo o Exército em Crateús, no 4º BEC então sediado naquela cidade. Nós brasileiros que viveram o dia 21 de junho de 1970 conseguem lembrar onde estavam, pois o jogo final da Copa do Mundo, entre Brasil e Itália, parou o país, com todos procurando assistir a partida nas poucas televisões que existiam na época. O Brasil tinha um time que contava com o goleiro Félix, os zagueiros Brito e Piazza, os laterais Carlos Alberto e Everaldo, no meio campo estavam Clodoaldo, Gérson e Pelé, completando o time os atacantes Jairzinho, Rivelino e Tostão. A seleção brasileira venceu todos os jogos que disputou, desde as eliminatórias, sendo considerada a melhor seleção de todos os tempos, com destaque para Pelé, que disputou sua última Copa do Mundo, sendo o único jogador que venceu três vezes a competição. A vitória brasileira na final começou com um gol de Pelé, cabeceando um cruzamento de Rivelino, mas a Itália empatou, após uma desatenção da defesa brasileira, Gérson acertou um belo chute de fora da área, virando o placar, depois veio o terceiro gol, marcado por Jairzinho, após um passe de Pelé. O quarto gol, considerado por muitos o gol mais bonito de todas as Copas, aconteceu após uma sucessão de passes do Brasil e uma assistência de Pelé para Carlos Alberto que fechou o placar de 4 a 1 para a seleção brasileira. Os 90 milhões de brasileiros em 70 vibraram quando o capitão Carlos Alberto levantou a Taça Jules Rimet, símbolo da conquista inédita do tricampeonato mundial do Brasil, o que resultou em muitas comemorações em todos os cantos do País, num carnaval fora de época. Pelé foi o grande destaque da seleção na Copa de 1970, sendo lembrado, além dos passes e gols marcados, pelas jogadas geniais que foram os quase gols, como a cabeçada defendida por Gordon Banks, da Inglaterra, o chute do meio do campo contra Tchecoslováquia, que passou raspando a trave e o drible de corpo no goleiro uruguaio Mazurkievicz e o chute que saiu rente ao gol. Essa é a história do Brasil futebol onde o espírito patriótico de seus jogadores e a comissão técnica comandada por Zagalo, não encontra a pátria e sim a internacionalização descaracterizada sem nexo e sem qualificação moral. Contanto que a nova geração, dominada por persistência dos ideólogos insensatos.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 21 DE JUNHO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O NOVO VALOR NO COTIDIANO

Nobres:
Teremos que nos acostumar a novos hábitos impostos pela “Corona Vírus” higienização reforçada e manutenção do distanciamento são fundamentais para afastar e minimizar os efeitos desta praga como de modo surgiu na China. O brasileiro é, por natureza, afeito ao contato, ao abraço, ao beijo. Essas atitudes, certamente, serão desencorajadas ainda por certo tempo. O cenário que se desenvolve manter distância e evitar o toque pode ser uma das maiores demonstrações de afeto e cuidado. Acima de tudo, é necessário um esforço coletivo para que possamos proteger o maior número de pessoas. O país já beira a casa dos quarenta e oito mil óbitos em que os governadores e Prefeitos atribuem a “Corona Vírus” Seria salutar que esses indivíduos acertassem mesmo como prioridade deixando a mostra de uma politicagem barata que quase toda sociedade brasileira “assiste” com perplexidade. Neste aspecto olhando para o futuro sob o prisma econômico, o mercado tem sofrido e ainda vai sofrer profundas mudanças. Em termos de Brasil priorizam a pandemia na prática não priorizam sinteticamente diante de uma “cachorrada incomum” a briga pelo poder em escala geral é evidente. Sabotar a economia é o propósito desses safados que ainda estão encastelados do poder de forma vitalícia desde que depois do advento da Constituição de 47 onde as seguintes se traduzem os remendos “encomendados”  em que diversos momentos se estabeleciam. Diante desse impasse em sequencia o que vivenciamos somos obrigados a imposição desses governadores sem planejamento (é norma  daqueles ideólogos interesseiros) determinou o fechamento do comércio, muitas empresas e empreendedores foram forçados a adotar os meios digitais de venda e comunicação com o cliente. O que poderia ser um incômodo para alguns, mesmo por falta de conhecimento, é uma enorme oportunidade de desenvolvimento. A internet conecta pessoas ao redor do globo, expandindo as possibilidades de negócios. O marketing digital, nesse contexto, ganha especial importância no traçado de estratégias online. Esses “jururus” sem desejar acertaram num movimento sem volta. Por essa causa as empresas começaram a revisar seus modelos de negócios a fim de se adaptarem à nova realidade e nessa definição, há bons exemplos de marcas de grandes, médias e microempresas que estão produzindo os fatos.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 20 de junho de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 20 DE JUNHO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
A REGIÃO NORDESTE DO PAÍS

Nobres:
Segundo alguns políticos espertos para justificar as promessas que diariamente concebem para não fugir da mídia um produto de sobrevivência para esses “gastados” ao ser cobrado, atribuem a pandemia “que pra eles” veio como anteparo para não resolver e consequentemente embromar a população que em vez, adora ser enganada, em função dessa cultura que advém de geração até a geração atual, e se proclama pelo povão os deuses da adoração a essa gente! É verdade, continua acontecer como ocorreu nos governos populistas do lulismo onde a ansiedade é vulgar nesses casos, como sempre são grupos fechados sem o conhecimento das camadas sociais, mas, hoje em dia há um esforço de o governo incorporar da forma devida as políticas necessárias para a efetiva erradicação das diferenças regionais no Brasil. Esta verdade o governo da União continua trabalhando desde sua posse em infraestrutura, como o sistema rodoviário em especial as BRs do Norte do País aonde o asfalto chegou e ainda está chegando, a transposição do São Francisco, entre outras atividades de obras. Em síntese: parem de enganar o povo! O Governo Bolsonaro, as novas tecnologias assumem papel preponderante. Sendo elas energias renováveis (solar e eólica) e tecnologia da informação. É certo que tais prioridades já fizeram parte de planos anteriores e de quase nada de eficácia. A ênfase em recursos hídricos volta a ter destaque nos investimentos em infraestrutura. A única novidade não existente em todos os planos anteriores é a especial atenção às cidades de porte médio. Mesmo sendo com poucos instrumentos para fazer diferença. Essas prioridades revelam apenas um conjunto de pretensões voluntariosas de técnicos, que passam a acreditar no papel das forças de mercado bastante fragilizadas por governos anteriores da irresponsabilidade do lulismo. Entretanto é real que os instrumentos disponíveis ao setor público em uma economia de mercado não são capazes de resolver todos os problemas apresentados principalmente quando as políticas públicas voltadas ao apoio à população mais pobre tinha uma maneira assistencialista. Entretanto é inegável que o atraso do Nordeste deve-se apenas à defasagem de capital humano em relação ao que se encontra no Sul e Sudeste, contanto esse problema decorre da formação histórica das regiões brasileiras. Isso significa que a superação do atraso relativo demanda a eliminação dessa defasagem, principalmente através de investimentos maciços e eficientes em educação onde as licitações direcionais aos grupos dos governos de “capitanias hereditárias” que ainda está emperrando o desenvolvimento da região.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 18 de junho de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 19 DE JUNHO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
FATOR DE MORALIZA
ÇÃO

Nobres:

A balbúrdia ocorre em plena pandemia, e as piores que se “adaptou” a sociedade brasileira, previsões sombrias assustam e ninguém encontra pelo menos a forma de minimizar crises principalmente imorais pelos políticos e segmentos interesseiros em preservar o ‘patrimônio corrupto’. “São moradores do poder” e que o cidadão pede a sua saída como “inadimplentes amorais” aonde a toda hora vem programar ações vitalícias de sobremodo emperrar o desenvolvimento social com a maior atenção para economia do País. Em consequência o Produto Interno Bruto caiu e empresas fecham as portas, o desemprego se multiplica, a pobreza aumenta, a fome cresce entre os mais vulneráveis. Sem vacina, sem remédio eficaz e sem conhecimento pleno do vírus, aumenta o clima de incerteza, insegurança e medo. Até em Países que anunciaram o fim da crise sanitária experimentam nova onda do mal e os Estados brasileiros que se apoderaram do poder da República também. Nesse cenário, afloram-se hipersensibilidades e sobressai a importância da palavra. Reafirmamos não pertencemos às “ideologias” enquanto permanecer esta anarquia, libertinagem e bandalheira, onde esses são fieis neste empenho. Segundo esses maus ditos esquerdistas que só servem para atormentar o país e que chegam a expectativa de se mandar para onde o que querem. Bem disse a imprensa sensata e não “comprada” pela mídia contrária ao governo. “A palavra não pertence a quem a profere, mas ao público, que recebe a mensagem de forma diferente” e, a comunicação não é o que se diz, mas o que se entende. Integramos e enrubescemos para quem raciocina deste modo.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 18 DE JUNHO DE 2020


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
O ABSURDO DA POLÍTICA

Nobres:
Quem de nós já não nos surpreendeu replicando opiniões insubsistentes ao menor escrutínio racional. As redes sociais são tanto quando a malícia de uma rede de comunicação que há muito “dominou o Brasil” explorando o “estancando” a cultura de um povo que eles trabalharam em retrocesso, a manipulação entre espertos e intelectuais que há décadas vivem a custa do poder. Incutiu na mente dos brasileiros um fanatismo comparável a “seita Tim Tones” Seja porque isso nos traz um sentimento de que ‘estão fazendo algo para mudar a situação’. Seja pelo viés ideológico (fatos ou ideias que confirmam nossos devaneios ideológicos). Seja pelo desejo de pertencimento a uma tribo. Para a mídia esquerdista, ressaltamos seria racional conquistar audiência se chamarem a atenção com o inusitado, absurdo, horroroso, sensacional, ou de fácil apelo. Mesmo que falseiem a realidade e as leis da lógica que vêm de Aristóteles. Como as deliberações nas democracias podem combinar as crenças das pessoas com políticas públicas racionais. No extremo das supostas razões, segmentos éticos de tradicionais são seletivos as instituições tal como elas foram herdadas de ‘um passado glorioso’. Progressistas tendem a acreditar em tudo que combata a velha ordem e seja percebido como capaz de alavancar as mudanças, sejam econômicas, sociais ou ambientais. Esses desvios são racionais no plano individual porque se baseiam na necessidade de estima a um grupo político. Mas levam a propostas que podem ser irracionais para o conjunto da sociedade.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 17 DE JUNHO DE 2020


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
HIPOCRISIA NAS AÇÕES


Nobres:
Certas autoridades constituídas que estão nos poderes constituídos da República elevaram a corrupção, um flagelo entranhado na política, encontrou campo fértil na pandemia da nova corona vírus. São inúmeros os estados onde as polícias Federal e Civil, com a participação do Ministério Público Federal, investigam o desvio de dinheiro público na compra de equipamentos e instalação de hospitais de campanha para tratar os enfermos da Covid-19, doença que já matou mais de 40 mil brasileiros. Recursos emergenciais têm de ser gastos sem o devido controle dos órgãos fiscalizadores o que atrasaria a aquisição dos insumos para o combate à doença, conforme prevê a legislação, depois de decretado o estado de calamidade pública. Em proveito disso o STF abaixou o poder do Presidente da República e promoveu o Congresso Nacional, governadores dos Estados e Prefeitos Municipais, Tribunais Superiores, instituições do Estado e de governo, num acinte a moral sempre atalhada na multinterpretação da Constituição de 88, pelo atalho dos interesses e do corporativismo uma nova versão mal copiada da “borra” do Regime Militar com mais de cem Artigos e incisos, complementando as disposições transitórias em sua maioria seria dispor também aquilo que lhes interessavam, se revestiu num labirinto repetitivo para instar a contradição. Em vez de convocar os de notáveis saber os constituintes também eram parlamentares, transformaram seus interesses que sinteticamente seria legislar em causa própria. Não é só a Constituição a que tem suporte para deliciar principalmente as organizações escusas se empurram para se vitalizar no poder. Somente o STF com “uma só canetada” transformou informalmente o sistema federativo do país para os Estados e Municípios. Pior para República dos Estados e Municípios do Brasil onde os seus entes instituíram solidez e enfraqueceram de forma direcional a Presidência da República em “baixo poder”. Os reflexos são transparentes e o prejuízo vai à conta dos brasileiros, especialmente que ainda exerce o princípio ético de cidadania. Exemplo: São Paulo ocupa a vexatória última posição no ranking da Transparência Internacional sobre a lisura das contratações emergenciais feitas pelas unidades da Federação. Espírito Santo está no topo da lista e Minas Gerais encontra-se na 11ª colocação. As autoridades policiais investigam contratos e compras que somam quase R$ 1,5 bilhão, em todo o país, para o enfrentamento à pandemia. O valor é muito maior do que os R$ 173 milhões pagos pelo corrupto governo de Luís Inácio Lula da Silva (PT), no mensalão, para que parlamentares votassem a favor dos projetos de interesse do Palácio do Planalto. Uma das mais importantes investigações  em curso diz respeito à compra, pelo governo paulista, de respiradores da China, ao custo médio de R$ 204 mil a unidade, bem superior ao preço de mercado. O Palácio dos Bandeirantes chegou a anunciar o pagamento de R$ 550 milhões pela aquisição do equipamento, que virou alvo do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado SP. Pressionado, o governo refez o contrato e reduziu o montante pela metade. Mesmo assim, as investigações prosseguem. No Rio de Janeiro, o governador Wilson Wetzel enfrenta um processo de impeachment por suspeita de superfaturamento nas ações de combate ao novo “corona vírus”. Antes de a Assembleia Legislativa votar pela abertura do impedimento do chefe do Executivo estadual, a Polícia Federal e o MP cumpriram mandado de busca e apreensão no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, dentro das apurações sobre superfaturamento de insumos e desvio de dinheiro público. No Pará, a polícia e o MP também cumpriram mandados de busca e apreensão contra o governador Helder Barbalho. “Investigações sobre a prática de corrupção também acontecem em Santa Catarina, no nosso Ceará onde o governador é considerado um santo e sem mácula nenhuma sempre aplaudida por segmentos dos cearenses em sua maioria seus puxas sacos” em contradição o maior número de vítimas em parte fatais numa bajulação sem precedentes num povo irracional e submisso as questões nunca vista. Outros Estados; Maranhão, Roraima, Amapá, Acre e Rondônia procedem de ações iguais sinteticamente. Na atual conjuntura, a corrupção mostra-se mais sórdida, ainda, já que os recursos desviados poderiam salvar vidas, como apregoam esses indivíduos da autoridade não é a verdade.

PRISÃO DOMICILIAR

Jamais imaginei o estado deprimente que situamos onde a inversão de valores é constatada pelos que estão no poder. Entre as aberrações de caso tinha que ser mesmo por mim, o adentrar um supermercado nesta cidade onde temos a obrigação de repor os proventos alimentícios, graças a Deus têm condições para se instar. Ao adentrar um Super Mercado, um ramo de comercio cogente  em plena 11;50 minutos de ontem, portando-me de máscara, no intuito de não importunar a quem quer que seja. Mesmo assim, veio em nossa direção uma “moça” travestida de “autoridade da saúde” sugerindo a minha a minha saída deste estabelecimento comercial porque me incluíram a um “tal grupo de risco”. Fico constrangido pela forma “ditatorial” desta gente até não procurei hospitais, graças a Deus e passo a largo e tenho pavor desta igual gente. Dentro deste conceito de cidadão reto concernentes nas minhas obrigações. Faço as minhas indagações? 1º: Porque neste ramo de comércio permanece aberto e em sua maioria “abarrotado de clientes” 2º: - A saúde é proclamada por médicos. Delegar poderes a outro segmento da saúde onde nos faz lembrar no Regime Militar foi um ponto desastroso naquela época onde a delegação “acredito que seja informal” quanto que seja de menor evidência, maior é a importância. Faz-me ainda lembrar que os “delegados conferidos para os fins propostos” quando um simples soldado de polícia era “macho e importante” sempre passando dos limites que sutilmente foram atribuídos. Delegar alguém por ser de menos importância, “o alguém se torna mais importante de que lhe é cominado. Transparece-nos que essas pessoas estão imunizadas dessa pandemia. 3. A saúde em nome de preservar vidas, “uma história da dona carochinha” que regra o governo presente por seus “corretos” governadores e prefeitos que nesta pandemia “governam “a torto e a direito”! – expressão incorreta ideologicamente que esses de associam. Como sou circunstancialmente obrigado a “ me pronunciar” – Tenho formação acadêmica na área de Comunicação e “bacharelando em Direito.” 4. Tenho 68 anos de idade, deficiente físico, fazia fisioterapia a cerca de 19 anos (em 2001) em função de um AVC. Recorri o poder público para vê a possibilidade de dar sequencia a um procedimento legal que o exercício de cidadania me contempla, mas infelizmente negado o que para mim seria normal. Entretanto as “justificativas” apresentadas: - “contenção de despesas-“! (os portais da transparências dizem dados em oposto) Sei que teremos que superar pandemias virais colimada momentaneamente pela política ora no poder. Espero, porém agir o que for necessário. Fui servidor público e conheço os “bastidores” de gestão durante décadas.                       
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 16 de junho de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 16 DE JUNHO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA

Nobres:
De princípio quando elevamos o tema “Educação à Distância” mesmo antes implantada os cursos preparatórios, os titulados objetivamente como cursos por correspondência onde o único meio era os Correios, onde a avaliação era interativa tipo resultado de provas arrastava há meses. Diante desta questão seria um dos fatores para que o MEC não o reconhecesse como cursos formais. Particularmente nos deslumbrou pelo alto-grau de entendimento entre professor e aluno, numa interação mais objetiva penetrada no decurso das aulas. Ainda o acesso a esta modalidade de ensino foi desprezada e se criou um senso pré-conceitual latente da nossa cultura. Mas, com a chegada da internet as aulas foram proferidas em áudio e vídeo e se caminhou aceleradamente. Por esta razão a educação a distância adquiriu um espaço significativo nas instituições de ensino superior aceitável há poucos anos, mas até então, na educação básica, essa modalidade estava engatinhando, principalmente quando se refere à própria legislação que tem diretrizes restritas para oferta neste nível de ensino. Neste aspecto o mundo on-line não parou muito pelo contrário, intensificou-se. Apresentamos os dados estáticos colhidos pelo MEC. E algumas empresas de plataformas de educação à distância registraram um aumento de quarenta e quatro por cento de adesão no mês de março. Houve muita aprendizagem por parte das escolas, professores, alunos e familiares. Acredita-se que a educação à distância na pós-quarentena é uma realidade e algo sem volta também da educação básica, não em sua totalidade, pois há fatores importantes no convívio presencial, mas nos remetendo cada vez mais ao ensino híbrido. O Brasil caminha a passos largos remetendo o estilo da educação nos outros países que há décadas foi implantado. A quebra pré-conceitual da cultura de nosso país nestes contermos já é uma realidade.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 15 de junho de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 15 DE JUNHO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
O ABSURDO DA POLÍTICA

Nobres:
Quem de nós já não nos surpreendeu replicando opiniões insubsistentes ao menor escrutínio racional. As redes sociais são tanto quando a malícia de uma rede de comunicação que há muito “dominou o Brasil” explorando o “estancando” a cultura de um povo que eles trabalharam em retrocesso, a manipulação entre espertos e intelectuais que há décadas vivem a custa do poder. Incutiu na mente dos brasileiros um fanatismo comparável a “seita Tim Tones” Seja porque isso nos traz um sentimento de que ‘estão fazendo algo para mudar a situação’. Seja pelo viés ideológico (fatos ou ideias que confirmam nossos devaneios ideológicos). Seja pelo desejo de pertencimento a uma tribo. Para a mídia esquerdista, ressaltamos seria racional conquistar audiência se chamarem a atenção com o inusitado, absurdo, horroroso, sensacional, ou de fácil apelo. Mesmo que falseiem a realidade e as leis da lógica que vêm de Aristóteles. Como as deliberações nas democracias podem combinar as crenças das pessoas com políticas públicas racionais. No extremo das supostas razões, segmentos éticos de tradicionais são seletivos as instituições tal como elas foram herdadas de ‘um passado glorioso’. Progressistas tendem a acreditar em tudo que combata a velha ordem e seja percebido como capaz de alavancar as mudanças, sejam econômicas, sociais ou ambientais. Esses desvios são racionais no plano individual porque se baseiam na necessidade de estima a um grupo político. Mas levam a propostas que podem ser irracionais para o conjunto da sociedade.
Antônio Scarcela Jorge.

15/06/2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
O ABSURDO DA POLÍTICA

Nobres:
Quem de nós já não nos surpreendeu replicando opiniões insubsistentes ao menor escrutínio racional. As redes sociais são tanto quando a malícia de uma rede de comunicação que há muito “dominou o Brasil” explorando o “estancando” a cultura de um povo que eles trabalharam em retrocesso, a manipulação entre espertos e intelectuais que há décadas vivem a custa do poder. Incutiu na mente dos brasileiros um fanatismo comparável a “seita Tim Tones” Seja porque isso nos traz um sentimento de que ‘estão fazendo algo para mudar a situação’. Seja pelo viés ideológico (fatos ou ideias que confirmam nossos devaneios ideológicos). Seja pelo desejo de pertencimento a uma tribo. Para a mídia esquerdista, ressaltamos seria racional conquistar audiência se chamarem a atenção com o inusitado, absurdo, horroroso, sensacional, ou de fácil apelo. Mesmo que falseiem a realidade e as leis da lógica que vêm de Aristóteles. Como as deliberações nas democracias podem combinar as crenças das pessoas com políticas públicas racionais. No extremo das supostas razões, segmentos éticos de tradicionais são seletivos as instituições tal como elas foram herdadas de ‘um passado glorioso’. Progressistas tendem a acreditar em tudo que combata a velha ordem e seja percebido como capaz de alavancar as mudanças, sejam econômicas, sociais ou ambientais. Esses desvios são racionais no plano individual porque se baseiam na necessidade de estima a um grupo político. Mas levam a propostas que podem ser irracionais para o conjunto da sociedade.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 1 de junho de 2020

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 1º DE JUNHO DE 2020

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
DIREITO A BADERNA

Nobres:
A cultura brasileira é imutável para um bando de pessoas depois que Lula, o pior entre os piores da “sujidade” brasileira promoveu os direitos e mais direitos para se igualar a sua irresponsabilidade. Muitos estão percebendo a irreverencia do santo que se mitificou pelas espertezas e os demais bandos que acompanha. Neste sentido vem ao encontro da educação familiar resvalando no conceito econômico e social. Neste sentido o forte poder de mando das famílias desordenadas e imorais atinge literalmente a escola. Como saiu na imprensa recentemente, é a bagunça que mais se encontra nas salas de aula não só hoje em dia, como há anos, motivo por que os professores tinham aposentadoria especial. Só quem já deu aula sabe que não é fácil aguentar apenas uma hora dentro duma sala de aula com alunos indisciplinados, desrespeitosos e com nenhuma vontade de aprender, ainda que existam as exceções de alunos excelentes e dedicados. Muitos adolescentes não pensam no amanhã, acham que o importante é apenas o hoje, se divertir, fazer amizades, namorar, se comprometer apenas com joguinhos de celular ou vídeos para dar risinhos. É uma vida feliz de riso e algazarra. Afinal, eles ainda não têm a responsabilidade de trabalhar, cumprir compromissos, pagar contas, se manter financeiramente. Como não pensam no futuro, alguns até largam os livros no sétimo e oitavo anos do ensino fundamental, depois, por causa das exigências do mercado de trabalho, precisarão voltar a estudar e muitas vezes procurarão os Núcleos Estaduais de Educação de Jovens e Adultos (NEEJA), porém terão enormes dificuldades de ser aprovados nesses exames, porque não estudaram quando tiveram a oportunidade, e recuperar o tempo perdido não é simples. Quando se derem conta de que gostariam de fazer um vestibular ou um concurso público para ter um emprego garantido e não passar fome como muita gente, estarão pagando o preço pelo descaso completo com o ensino que mostraram durante anos. Os teóricos de pedagogia gastam folhas e folhas, livros e livros para encontrar soluções didáticas que prendam os alunos em sala e façam-nos se interessar pelo estudo. Mas o problema não é esse. Não se trata de melhorar a forma de dar aula. O problema é bem mais profundo. Fazemos parte de um povo que não gosta de estudar, desrespeita a educação, não quer aprender. Tudo que for inteligente é deixado para último plano. Se os pais não estudam e não leem, os filhos também se afastarão da escola. Se os pais dos pais abandonaram os bancos escolares muito cedo, os netos também, por influência direta, farão bagunça, porque não querem estar ali. Milhões de adolescentes se veem cumprindo pena em regime semiaberto durante doze anos de suas vidas, quatro horas por dia. É duro mudar o conceito de irresponsabilidade.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 01 DE JUNHO DE 2020

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
NO IMPÉRIO DA IMPOSTURA

Nobres:
Nesta quarentena imposta pela pandemia da “corona vírus” não sabemos se pela nossa ignorância, pela vida, pela politicagem dos governadores e prefeitos municipais. Onde o STF pela sua sabedoria, ou pior, com a esperteza, segmentos conhecidos travam lutas inconsequentes onde o principio federativo do sistema do Estado republicado achou por mal modificar e interpretar ao seu modo de corporativismo esses entes federativos de modo pessoal rebaixando o atual Presidente da República como simples repassador dos recursos destinados aos Estados e Municípios e aproveitando de uma pandemia no modo que interpretam ainda formalizou o seu “com padrinho” o Poder Legislativo Através das suas Casas Congressuais igual ao super poder judiciário e super poder do legislativo informal do parlamentarismo em sub poder executivo por seu atual Presidente da República e ainda ensejando durante as crises de imoralidade e sanitária, inverteu sim o princípio de cidadania, libertando condenados em reincidência como modelo do ex-presidente socialista, que após liberado da prisão por condenação em ações escusas e corruptas em reincidência nas instâncias “intermediárias” do colegiado do judiciário, fato que já havia acontecido no regime militar, obviamente anistiado pelo período de transição da essência democrática promovido pelo citado regime. Consideramos um lapso incoerente em “bonificar este tipo de gente”. Aliada as estas questões decorreram décadas quando pensávamos que à revolução científica, em menos de cem anos redimensionamos os rumos da história. Em contradição evoluímos e retrocedemos a mentalidade deste povo, se aperfeiçoaram em termos do mal com o pretexto em ser esquerdista, uma retórica feliz, mascarada e cheia de hipocrisia. Brigam a todo lado onde a sua ânsia é apressar um potencial que só eles imaginam. São santos canonizados informalmente por chefes religiosos, beatificados por segmentos ideológicos, sociólogos, trambiqueiros e interesseiros. E o futuro que está às portas? Em sua minoria ou maioria neste contraditório estado das crises granjeou os holofotes dessa história e foi o marco da utilidade, necessidade e dependência para a contínua manutenção da vida na Terra. A história da guerra química sem arranhões nas estruturas se consolida agora. Isso é impressionante, ao passo que também é assustador. Ainda somos detentores de nossa liberdade por enquanto é estarrecedor, o PT por seus governadores e aliados, os espertos, corruptos e imorais, insatisfeitos com o resultado das eleições que fazem questão em dizer, uma praga falida pela vontade do povo, aproveitou a pandemia, nos tirou a liberdade, em nome da vida! É dose! São úteis para o mau. Mas tudo passará, no entanto, somos parte do futuro que está bem às portas. Talvez, use esta quarentena para pensar qual futuro desta gente das esquerdas que tentavam e incendiavam o país no que acontece hoje. Basta um aperto da sociedade ética e como “andorinhas” topam em retiradas. No retorno da democracia a história se repete nas crises que ocasionou o falecimento de Getúlio Vargas um político de ideologia eclética, foi da extrema direita, centro e de esquerda, conforme a sua conveniência. No período do governo Juscelino surgiu insurreições desta gente, no governo de Jânio um alucinado que renunciou e sonhava voltar aos braços do povo de uma cultura ignorante manipulada pela politicagem corrupta e “literalmente eterna” e, até que o regime militar amenizou e deu um basta neste desordenamento que eles sempre propiciam.com o retorno da democracia com a promulgação da Constituição de 88, se alastrou o encontro desta gente é uma essência de contradição e do corporativismo que sempre infectou esta ideologia insensata, com pandemias idênticas   Como sempre a história é retorcida por estes canalhas, do passado e do presente, mas, tudo é a repetição dos fatos desses figurões que nem tem senso humano.
Antônio Scarcela Jorge.