domingo, 15 de setembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 15 DE SETEMBRO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ZANZOU A MIRA

Nobres:
Depois de acertos para sociedade ética e sempre os desacertos para anarquia lulista/esquerdista/comunista que ainda não se contentou com o resultado nas urnas, os “ininterruptos” democratas que no esteio da safadeza arroga as pessoas de igual naipe (as massas populares de manobras) foi em consequência da   vitória de Bolsonaro foi decorrência lógica de uma série de fatores que durante muitos anos foram minando a paciência do povo brasileiro. No campo político, por exemplo, a desastrosa política do PT, com milhares de casos de corrupção, um presidente corrupto, uma presidente fraca e desequilibrada, uma política externa vexatória ao país com aproximação e acenos a ditaduras no Oriente Médio, África e América Latina, não contribuiu em nada e isolou o Brasil de grandes países democráticos no globo. Empréstimos bilionários de nosso dinheiro via BNDES a países que claramente dariam calote na pátria e o perdão de dívidas de ditaduras africanas são apenas alguns exemplos. O envolvimento de diversos partidos e nomes tradicionais da política nacional completaram o cenário de desastre e descontentamento geral. Parecia ao cidadão comum que não havia sequer um parlamentar digno de confiança em todo território nacional. O clima de desconfiança e descrença com a classe política explica a queda de nomes tradicionais. Abriu-se uma via no cenário cultural do país e novos nomes hoje conhecidos do público ocuparam espaço no rádio, televisão, jornais, canais no “YouTube” entre outros tiveram o desempenho fundamental no levante da sociedade no confronto de ideias em nossa nação. A crise político/econômica/cultural, fez abrir os olhos de milhões de brasileiros que, foram despertados à realidade por influência destes que hoje estão na mídia e na internet. Definitivamente o Brasil está em uma nova era. O momento atual mostra que a hegemonia de pensamento acabou e, pela primeira vez em muitos anos, a esquerda tem um adversário preparado e motivado a fazer do Brasil um país decente e respeitável dentro e fora de suas fronteiras. Então Jair Bolsonaro tem mérito em sua vitória. Bolsonaro teve uma visível evolução de pensamento e comportamento desde que ganhou a mídia num cenário onde não parecia haver honestidade, ele surgiu como uma rara visão de esperança. Honesto e de retidão inquestionável, Bolsonaro ganhou conceito e a admiração de expressiva parcela da população. Desprezo ao politicamente correto e opiniões firmes e claras, sem ficar sob o muro como de costume entre políticos, fez de Bolsonaro amado e odiado. Amado pelo povo desperto do encanto esquerdista, e odiado pelos ainda iludidos e por aqueles que ganham direta ou indiretamente com o estado de coisas atual. A classe artística e a mídia, por exemplo, durante anos fizeram tudo o que estava ao seu alcance para destruir a reputação de Bolsonaro, sem sucesso. Rótulos diversos: racista, fascista, nazista, misógino e até estuprador os anarquistas famosos artistas manjados que receberam benesses milionárias, ou simplesmente laranja das roubalheiras do condenado por corrupção sempre considerado puro, santo, mas que ao mesmo tempo humilha engana, sacaneia, não tem respeito a cidadania e as instituições que sempre imaginou como o dono; o dono da roubalheira. Contudo, a violência explícita e visivelmente forçada com que a mídia ataca Bolsonaro. Impossível não sentir compaixão por uma pessoa simples de espírito e com um sonho de tentar mudar ainda que minimamente nosso país. É na verdade fácil imaginar o que passa na cabeça de Bolsonaro, uma vez que não deve ser nada muito distante do que passa pela nossa. E essa aproximação com o pensamento dele o tornou um fenômeno eleitoral poucas vezes visto no país. Enquanto grandes partidos e caciques políticos insistiam cegamente em fazer a velha política de sempre, Bolsonaro manteve seu discurso e soube, como nenhum outro, usar as redes sociais para propagação de suas ideias. O que revoltou a Rede Globo e aliados. Recorrer às redes sociais evidencia que o tempo de TV e rádio não surtiu mais tanto efeito na campanha eleitoral “recém – passada”. Ficou demostrado a realidade dos fatos, a utopia ficou com os anarquistas lulistas que se bodejam sempre.  Ficou patenteado que o eleitor sensato quer ouvir verdades. O discurso vindo da filosofia petista proferido pelos Guimarães da vida e os dos patéticos humoristas como do palhaço Tiririca não colam! Em suma hoje se discorre o que vem do coração, e não um escrito por assessores. O eleitor quer conhecer o candidato real, e não um ator, uma encenação de si mesmo. Neste contexto, Bolsonaro foi ajudado pelas circunstâncias internas e externas e soube surfar na onda da mudança. Uma nova política acabou de florescer e quem ainda não entendeu o explícito cenário que o eleitor desenhou será um eterno perdedor político. Pela primeira vez os candidatos precisam dançar conforme a música do eleitorado e não o oposto como ainda está acontecendo. Nas idas e vindas o presidente Bolsonaro será o condutor dessa missão mais difícil de sua vida que será presidir essa enorme nação chamada Brasil e esta se proclamará a mais inequívoca expressão da realidade.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 14 de setembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 14 DE SETEMBRO DE 2019


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
AVAL INFINITO

Nobres:
É da própria cultura do nosso povo em dá aval em sentido amplo as nossas representações parlamentares para qualquer decisão que passam obviamente despercebidas pelos seus representados. Neste sentido é que estamos “antenados” sobre a previsão orçamentária da União no sentido direcional é quem provoca todos nós cidadãos. Segundo a previsão o governo federal vai abrir mão de R$ 331,18 bilhões em 2020, por conta de renúncias tributárias conforme o orçamento do próximo ano, os números são relativos às renúncias fiscais por parte da União. O valor equivalente a 4,35% do Produto Interno Bruto (PIB) foi enviado ao Congresso Nacional pela Receita Federal para compor a peça orçamentária de 2020. Por essa estimativa, as renúncias vão subir 8,09% em relação ao gasto tributário deste ano. A questão que se coloca é o retorno dessas renúncias para a sociedade, isto é, se, de fato, estão gerando mais empregos e produtos de qualidade. Esses benefícios estão sendo analisados pela equipe econômica, que pretende analisar a concessão dos incentivos tributários. No Congresso Nacional, o tema também é alvo de debates, especialmente nesse momento de crise fiscal, que provoca a retirada de recursos de áreas como educação, saúde, infraestrutura e outros investimentos. A maior parte das renúncias será concedida para as empresas e pessoas físicas na Região Sudeste, com 50,83% de tudo que o governo deixou de arrecadar com as políticas de isenções e benefícios tributários. Os estados do Sul ficam com 14,59% das renúncias. A Contribuição Previdenciária, segundo a Receita Federal é o tributo que concentra a maior parte das isenções, quando está sendo aprovada uma PEC para restringir e endurecer as regras de aposentadorias e pensões do INSS, a reforma da Previdência. Assim, não se critica renúncias fiscais feitas para setores em dificuldades ou que precisam de incentivos para investir, se instalar ou para aumentar a produção e gerar empregos, especialmente em zonas menos desenvolvidas do País. Mas isso tem que ser feito com muita acuidade para comprovar, depois, um bom retorno à sociedade.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 13 DE SETEMBRO DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
UTOPIA OU ESPERTEZA

Nobres:
Durante os últimos quarenta anos a imprensa brasileira foi um dos pilares fundamentais para o exercício e a própria existência da democracia no país. Entretanto essa base moral e verdadeira vem se decompondo rapidamente nos últimos anos por três fatores: seu comprometimento ideológico com a esquerda, a dependência econômica das verbas de publicidade de governos, sindicatos e empresas públicas e pela subversão do conceito de democracia. O empenho ideológico é um fenômeno que vem sendo construído ao longo das ultimas décadas e prevê a tomada do poder através das estruturas educacionais e jurídicas elaborada como estratégia do foro de São Paulo para toda a América Latina, foi colocado em andamento e acelerado nos diversos governos esquerdistas em todo o continente. A Academia Brasileira, formada e formadora de professores em todos os níveis e em todas as áreas, tornou o pensamento socialista hegemônico. a própria essência da universidade hoje se encontra subvertida e o outrora ambiente livre para discussões passou a ser uma ditadura de pensamento e o resultado direto disso é que toda a formação do jornalismo brasileiro possui o viés socialista e uma novilíngua habita as redações, na mídia através do rádio atingindo as rádios comunitárias um novo implemento para se aliada as esquerdas que o povão irracional “papagaia” este desleixe. Atentados terroristas são classificados como naturais o próprio senso da justiça é subvertido quando o “criminoso” passa a ser chamado de “jovem” ou “suspeito”. Isto é que vemos no nosso dia a dia. Suspeito, povo especialmente das favelas do inferno carioca que é regra, ao se atentar a verdadeira guerra, onde o combate aos bandidos e se tornam vítimas fatais, os entrevistados dizem que são inocentes sem passagem pela polícia, sem contas a pagar e indiciados na justiça, são verdadeiros santos. Neste aspecto entra todo tipo das milícias em comum com o crime organizado em comum com autoridades. Tudo sobe com  este compromisso ideológico se traduz no apoio a partidos específicos, no nosso caso, PT, PSOL, PCdoB e seus aliados temporais. Onde está a indignação dos meios de comunicação e da esquerda em geral? Esse relacionamento ideológico promíscuo é a raiz da produção do que o presidente americano Donald Trump apelidou de “fake news” que, diga-se de passagem, a frase de esquilo (525 A.C - 456 A. C.) “na guerra, a verdade é a primeira vítima” não é nova e a mentira fez e faz parte do mundo real. a guerra do século XXI, por enquanto, não é realizada com armas de forma generalizada, mas estamos vivendo uma guerra de ideias, de conquista do poder e de posições. O jogo da mentira tomou na mídia e uma espécie de “vale-tudo” está em curso. quando lemos algo, temos que relacionar vários veículos, checar as fontes e pesquisar, para depois poder estabelecer algum juízo minimamente razoável. é claro que grande parte das pessoas compra o que lhes dizem e agem como papagaios digitais, repartindo as “fake news” como se verdade fossem. a produção da mentira não é, infelizmente, exclusividade da esquerda. Outro ponto importante que demonstra a decomposição da solidez da imprensa é a enorme transformação que a tecnologia produziu nos últimos anos e que segue em curso e até pouco tempo a origem da notícia era o veículo de mídia que informava o mundo dos acontecimentos e eventualmente se posicionava. No cotidiano, a mídia é produzida, divulgada, confirmada ou desmentida pelo público. No entanto o jornalista está completamente perdido neste universo e frequentemente, quando se posicionam, o fazem como se ainda estivessem naquele mundo anterior, deixando claro seu fracasso, sua arrogância, sua falta de compreensão e de atualização. o que se vê é uma massa de jornalistas que, para manterem seus empregos, informam e comentam sobre desastres ecológicos, crises financeiras, eleições e a moda em paris da mesma forma. Provavelmente seu campo de conhecimento é o futebol  (recuso-me a dizer esporte, porque no Brasil o jornalismo esportivo só fala de futebol) e eles se arvoram a ter de falar sobre o que não entende ou o que não gosta. Consequentemente, temos análises e comentários rasos, com alto grau de desconhecimento e onde eles comentários baseados em seu ideário básico, frequentemente equivocado e ultrapassado quando não se utiliza “especialistas”, termo genérico para alguém chamado às pressas para dar uma opinião sobre algo que entende superficialmente, momento em que este “especialista” terá seus 15 minutos de fama. Neste aspecto a internet e o universo virtual são o novo mundo, muito real para dar sustentação financeira da mídia, proveniente dos anúncios publicitários, diminuiu radicalmente. Por esta razão no Brasil, só o governo federal investiu, entre 2010 e 2017, a quantia de r$15,2 bilhões, uma média de r$ 1,9 bilhões por ano, sendo que entre 2010 e 2015 esta média era de r$ 2,04 bilhões, tendo a frente rede globo, campeã em verbas, recebeu entre 2000 e 2016 cerca de r$ 10,2 bilhões e ainda não estão contabilizados nesta conta os governos estaduais, as prefeituras e as estatais estaduais, todas em crise, nem os sindicatos de empregados e patronais, o sistema s e outros monstrengos paraestatais que vão diminuir de tamanho ou desaparecer. Vocês têm nos portais da transparência terão os elementos para conferir. Está evidenciado o esforço que a rede globo faz para desestabilizar o governo Bolsonaro, uma vez que a fonte, com certeza, vai diminuir radicalmente e o pobre às vezes desinformados e mau intencionados, partidário da bandidagem, “os manés vão com os espertos” se aliam e desse lado as verbas em queda generosamente despejadas fará que um mundo em transformação estão fazendo com que a mídia tradicional tenha que ou mudar, ou diminuir de tamanho, ou desaparecer. Nos conclusos, o resultado da soma de uma formação pobre e ideologicamente incorreta e um futuro econômico incerto colocaram os veículos num canto perigoso do ringue. “as piores batalhas em uma guerra são as últimas, quando o inimigo nada mais tem a perder”. No jornalismo tradicional e pedinte, alguns ainda sobreviventes, principalmente no interior nordestino, respiram com dificuldade e não sabe disso, não está sabendo se reinventar e não consegue enxergar um novo horizonte, em que pese alguns jornalistas já entendam a realidade em torno de si. Alguns veículos tentam mudar o contexto do próprio país, procurando manter a nação e os brasileiros em um obscurantismo messiânico, em uma pocilga ética e em um mundo sem esperanças para que possam reinar absolutos, pautando a sociedade e impondo sua agenda, fazendo e desfazendo reis e rainhas, mas, o mundo mudou e o Brasil se deu conta disso o momento está para realizarmos uma completa mudança de conceitos e de rumos, temos um país relativamente desenvolvido e uma grande economia, mas um nível educacional pífio, corrupção desenfreada e valores éticos e morais invertidos e deturpados. Continuo escrevendo, clamando e dizendo e por hoje, sem mais.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 12 DE SETEMBRO DE 2019


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
BRASILEIRO CONSCIENTE
Nobres:
Um movimento gerado pelas redes sociais que ganhou proporções, paulatinamente vem produzindo efeitos práticos na vida das pessoas é o sentimento que ainda está no centro dos protestos é a insatisfação pelo que devia ter sido feito e que o domínio dos políticos teimam desconhecer. A parcialidade premente nos leva a imaginar que o tempo dos governantes nem sempre é o tempo do povo. Isso é fato! As manifestações por parte da sociedade ética (os outros anarquistas vivem permanentemente de prontidão, para orientar aquilo que não presta, essa é a adesão) não se importam em reestruturar aquilo que destruíram. Revigorar pela sociedade/governo a saúde e educação são elos imprescindíveis ao cotidiano de cada cidadão. Os brasileiros têm direito à saúde, à educação, segurança e também impor ética para que se pratiquem ações que com obviedade possam considerar para sua melhoria. Precisamos por melhores condições de vida é absolutamente legítima. Por esse lado, sim, devemos rejeitar os atos de vandalismo, que se misturam às manifestações cívicas, temos que repudiar a corrupção e exigir do governo a apuração rígida de todas as possíveis denúncias são novos episódios que se renovam a cada de origem desses segmentos “doente”. Uma sequencia para o “câncer da politica é acabar com a compra de voto” uma forma sutil de não compromissar gestores no ato de seu mandato. A compra do voto é um costume generalizado onde se negocia os próprios indicativos onde a “partilha” se proclama como elemento de negociação.  No caso de qualquer eleição, está generalizado, deixando de ser um pleito limpo em vez de “negociar o poder”. Devemos acompanhar essa imoralidade e exigir a vigilância da Justiça uma ação mais decisiva onde a credibilidade é questão fundamental no que venha a apurar. E deixar “dormir em berço esplêndido”.  Se raramente encontra-se provação evidente e transparente, porque empurrar de barriga? É também o paralelismo que se evidencia esta indagação.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 11 DE SETEMBRO DE 2019


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
ASTÚCIA DIRIGIDA

Nobres:
Neste país onde os certos imprudentes expõem do que tudo é comum, normal, em se tratando de falsas notícias inventadas pelos “anjos do mau” em sua maioria de convicção esquerdista onde a geração lulista é uma premissa. Por exemplo: - Lançar a culpa no governo atual os virgíneos e imaculados cheio da razão. Anarquistas, por formação original, são sórdidos neste conceito. Um grande mérito que se “estimam” é ser revelado sutilmente. Este segmento, fanáticos, espertos, intelectuais do manobrismo e ao mesmo tempo os rudes se comparam como a lama de personagem. Alguns são por enquanto vinculados a várias instituições, categorias, religiões, não importa a “qualificação” semeiam malefícios que proliferam por toda parte. Neste contexto se agrega as redes sociais que na era digital obteve evolução incontestável. Discorremos de princípio seria para buscar informações com a verdade um bem para sociedade universal. Entre aspectos tornou-se lesiva aos costumes de quem assim vem procedendo para seu uso, é um mau paralelo em sua maioria ao expelir comentários que “mentirosamente” nos apresentam. Por este meio na modernidade, estamos vivenciando a decorrência da combinação de “novo e falso”. Será que estamos indiretamente compartilhando verdades? Como é possível identificar o que recebemos na rede? O cognominado “fake news” é exatamente a exploração de notícias falsas usadas para privilegiar ou simplesmente denegrir a imagem de algo ou alguém. A cada segundo milhões de notícias falsas são espalhadas sem nenhum tipo de base comprobatória. Isso se deve por dois fatores presentes no nosso dia a dia, enfim, encontramos o cenário perfeito para o crescimento exponencial das notícias falsas. Estejam os seguidores, patrocinadores de páginas ou simplesmente vender uma ideologia. Existem ainda fatores um dos quais é a falta de conhecimento nas redes sociais. Muitos usuários não se atentam para informações básicas da origem do site, qual é a fonte, qual é o interesse por trás da notícia e porque deve compartilhar. Esses questionamentos ajudam a diminuir em 90% todos os fake news. É importante conhecer mais sobre o que se compartilha. Difundir uma notícia falsa pode ser um multiplicador de problemas. Quem cria fake news só consegue êxito se pessoas comuns também compartilharem as informações falsas. A rede social pode se transformar em uma tatuagem virtual. Compartilhar notícias falsas, o recrutador pode analisar o seu perfil e logo se frustrar. Não podemos perder grandes oportunidades por conta do uso indevido das redes sociais. Arrisque analisar com cautela se aquela notícia merece um compartilhamento.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 10 DE SETEMBRO DE 2019


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
QUADRO ECONÔMICO CONTINUA INSTÁVEL

Nobres
Não é preciso ser técnico em economia se o “produto” vem para provocar o tão combalido bolso do cidadão. Neste aspecto, fez bem o presidente Jair Bolsonaro em voltar atrás e garantir que o Palácio do Planalto não encampará a sugestão de alguns integrantes do governo de mudar a emenda do teto de gastos aprovada na gestão do então presidente Michel Temer, que proíbe que as despesas governamentais cresçam acima da inflação do ano anterior. Tida como um dos únicos feitos do mandatário que chegou à Presidência da República depois do impeachment da petista Dilma Rousseff, juntamente com a reforma trabalhista, a medida foi aplaudida por amplos setores da sociedade por ser instrumento eficaz para conter as exorbitantes despesas públicas, muito comuns em administrações passadas. Se a proposição prosperar, as consequências podem ser desastrosas para a economia brasileira. Não se pode esquecer que a aprovação da emenda do teto de gastos, em 2016, deu confiança para os investidores quanto à questão da seriedade do governo em enfrentar a crise fiscal. O temor é de que uma alteração na legislação, agora, possa ser interpretada pelo mercado como sinal de relaxamento fiscal e alongamento do esforço para ajustar as contas públicas. As pressões para a mudança no teto de gastos partiram de grupos políticos que gravitam em torno do presidente Bolsonaro, diante da falta de recursos causada pelo aperto fiscal. Essa possibilidade foi prontamente afastada pela área técnica do Ministério da Economia, que se coloca, de forma intransigente, a favor do teto, tido como peças-chave para a recuperação das combalidas contas públicas e, por consequência, da confiança nos rumos do Brasil, que ainda não conseguiu se recompuser da pior recessão de sua história nos últimos tempos. A crise fiscal é de tamanha grandeza que economistas acreditam que o arrocho não vai terminar tão cedo, mesmo com a esperada retomada econômica e a entrada, nos cofres da União, de bilhões de dólares que serão arrecadados no megaleilão de petróleo para exploração de campos no pré-sal, previsto para o fim do ano. Isso porque os gestores estão engessados pelo teto de gastos, que não deixará de subtrair da receita a mais que receber. A medida foi introduzida no governo passado justamente para tirar as contas do governo do vermelho o mais rapidamente possível. Na Esplanada dos Ministérios, é grande o medo de que o governo fique sem recursos até para tocar a máquina pública. O presidente chegou a dizer que se nada for feito ele será obrigado a cortar a energia elétrica dos quartéis. No entanto, os governantes têm de se preocupar em encontrar maneiras de diminuir os constantes aumentos das despesas obrigatórias, como o pagamento de salários e aposentadorias, e não modificar a legislação que limita essas despesas. Certo é que não se podem criar mecanismos que aumentem o volume do déficit fiscal, que no ano que vem deve ser de R$ 124 bilhões. Toda a expectativa de que a economia começará a crescer a taxas satisfatórias com a aprovação das reformas vai por água abaixo, se houver afrouxamento no controle dos gastos públicos. As esquerdas infelizmente torcem para que o país não dê certo. A potencialidade dessa canalha é evidente.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 9 DE SETEMBRO DE 2019

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
A DEMOCRACIA EM TENSÃO

Nobres:
Diz os especialistas no momento atual ao descrever que o debate é mundial, mas aponta o Brasil como um dos epicentros. Em sua maioria acentuam que a polarização crescente torna ainda preocupante quanto às perspectivas de futuro. É real e tudo começa no voto. Mas não para nele. A instabilidade democrática hoje identificada em diferentes países tem início em um dos pilares da própria democracia, que são as eleições. Rompe, porém, as paredes da política. Diz respeito a leis, poder, sociedade, comunicação, contradições. No fim, ser democrático significa ter vínculos de convívio e tolerância em grupos diversos. E é nessa perspectiva que há a fragilidade. "Não podemos dizer que há uma crise na democracia. Temos crise de alguns processos dentro do modelo democrático. A democracia não é só o processo eleitoral, mas é a governança, a consulta, a intermediação", torna-se um dos processos mais afetados, conforme segundo os analistas da política, é inquestionável a falta do diálogo e da ausência de relação direta entre eleitores e eleitos que podem ser acentuados pela metodologia de proporcionalidade dos votos e pela postura de gestores que, eleitos, esquecem que a vitória foi produto de um processo democrático. Uma situação paradoxal, onde o indivíduo eleito acaba trabalhando contra os princípios da democracia. Diversidade, oposição, diálogo, tolerância, faria que essa reação, prevalecesse também à relação direta entre consciência política e grau de consolidação das instituições públicas. Segundo os analistas, nos países onde essas características são mais baixas a ameaça é maior e a reação menor. Recai diretamente sobre o processo democrático pode estar também à economia, seja por corrupção ou manipulação de votos. As esquerdas não reconhecem como sempre não respeitam o processo das eleições, consequentemente, mas, depois que a eleição se conclui que outra parte do ambiente democrático precisa ser efetivada. É salientar que a alternância de poder, o respeito às leis e o reconhecimento da legitimidade dos outros eleitos também são fundamentais para fortalecer a democracia. E assim, tornando-se autocrático. A harmonia entre os três poderes constituídos Um dos melhores mecanismos para prevenir que a democracia se fragilize é a relação harmoniosa entre eles. Nessa relação, quem cria as leis, não as executa. Quem as avalia é o Judiciário, que não as faz e não tem poder de gestão. No entanto o Brasil tornou-se diferente de outros países, o processo político-eleitoral não permite prever o que vai acontecer. Os políticos de domínio do poder são homens com certo altruísmo que saibam que a sociedade brasileira é maior e plural. E é preciso trabalhar esse conjunto, entendendo que as vitórias temporais podem ajudar no processo de crescimento civilizatório. No Brasil, são pouco mais de três décadas. Só numa ampla reforma política, eleitoral e sinteticamente moral viria equacionar o processo.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 8 de setembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 8 DE SETEMBRO DE 2019


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
A RASTEIRA DOS POLÍTICOS
Nobres:
Mais uma data cívica foi “comemorada” dia 7 de setembro, adentro dessa expectativa relembramos a nossa história, com 197 anos separados oficialmente de Portugal, não atingimos uma maturidade governamental, social e econômica compatível com a grandeza territorial e as riquezas naturais de que dispomos. Mas se a Independência do Brasil, com Dom Pedro I e o Grito do Ipiranga, em 7 de Setembro, ocorreu, ainda não temos uma independência financeira e administrativa. Não como gostaríamos, pois temos ciclos de crise e instabilidade. Porém as instituições têm resistido, mesmo que criticadas por decisões, algumas realmente equivocadas, segundo a opinião pública. Mas são os poderes constituídos e devem ser prestigiados. Claro que problemas ocorrem em todos os países, pois as transações comerciais e os mercados estão totalmente globalizados, e, literalmente, o que acontece na China repercute no Brasil. Para 2019, um déficit nas contas públicas menores do que os previstos R$ 139 bilhões, quando precisamos gerar superávit para pagar os juros da astronômica dívida de R$ 3,9 trilhões do governo federal. (alguns intelectuais safados do lulismo aqui na região dizem que o santo Lula, pagou a dívida externa, é inacreditável ter vermes como esse mentir descaradamente) De maneira redundante, a Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso País, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram, e muitas pessoas morreram na luta por esse ideal. Podemos citar o caso por demais conhecido: o de Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade da então colônia, durante o processo da Inconfidência Mineira. Os déficits do Tesouro Nacional e do cofre do estado (UF) causam prejuízos às populações em geral, incluindo os que protestam com razão contra parcelamentos de vencimentos ou altos juros e impostos em demasia. Precisamos combater a corrupção, cobrar dívidas, repatriar fortunas não declaradas, enfim, uma faxina administrativa e financeira, acabando com a crise econômico-financeira, terminará ou minimizar ao máximo a nossa situação como cidadão e quanto sociedade.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 7 de setembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 7 DE SETEMBRO DE 2019


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
EXPECTATIVA DANOSA

Nobres:
7 de setembro “comemora-se a Independência do Brasil”, como marco central da pátria, assim seria que o anarquismo de alguns indivíduos encastelados no poder, onde estão fincados a discórdia entre aqueles que seriam defensores do guardião constitucional, hoje transformados em políticos defensores de grupos e partidos. Diante de um país não há contribuição dessas infectas personalidades sem qualquer liderança estabelece um vazio em que o Brasil está devastado pela corrupção e incapacidade do lulopetismo, um condenado pela justiça na PF em Curitiba, um líder desses se faz avaliar a péssima índole que assola esta nação. Mesmo assim, os Partidos e líderes políticos destruídos pela Operação Lava Jato. A geração de um povo revoltado e um Congresso despedaçado. Num quarto obscuro de hotel, o chefe do maior bando criminoso da história do ocidente, atualmente preso em Curitiba, corrompia seus últimos asseclas. Após o impeachment, como que emergindo de um pântano escuro e fétido, o Brasil começou a virar a página (vermelha) em que havia estacionado. Michel Temer e Henrique Meirelles deram um “cavalo de pau” no país, e reverteram os desastrosos números deixados pelo PT de Lula e Dilma. Se Temer não fosse Temer, Fachin não fosse Fachin, o Brasil não fosse o Brasil, estaríamos melhores. Um sobrevivente e lutador Jair Bolsonaro trouxe consigo aquilo que os brasileiros haviam esquecido há tempos: o orgulho e o patriotismo. Com uma bandeira brasileira nas mãos e não a de uma quadrilha travestida de partido político, com a sua linguagem ironizada pela gaiatice esquerdista lulista fez a sociedade ética, não os sórdidos sorrir outra vez para desespero “do Camilo, do Ciro, & Cia, um, arranca-toco”, mas, contraditoriamente estão juntos como um só objetivo. Rememoramos a leitura histórica recente que, em primeiro (1º) de Janeiro de 2003, o maior calhorda que esta pátria já viu nascer sobre seu solo, também levava milhões de brasileiros a sorrir e a chorar. Também levava milhões de brasileiros a terem esperança e a encherem o peito de orgulho ao dizerem que eram brasileiros. Mas este crápula traiu seu povo, e após tornar-se um meliante condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, um criminoso serial e multi-réu penal, hoje definha merecidamente na prisão. Esta é a história real e não o da enganação. Ainda lembre-se de Lula e Dilma, tintim por tintim, de tudo o que essa dupla maldita produziu. O destino natural de ambos: um na cadeia, outra a caminho. É fato natural não precisa ser vidente para que seja certo o futuro.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 6 DE SETEMBRO DE 2019


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
VOLUBILIDA-
DE ÉTICA

Nobres:
No estado de anarquia que em pendência o país, onde o formato constitucional é ignorado pelos seus próprios agentes de defesa onde setores da República são altamente difusos destaca a função do Ministério Público concedida pela Constituição de 88 é específica, e tornar-se intenso que não basta defender as individualidades se o coletivo estiver enfraquecido. O País precisa de políticas públicas e serviços sociais efetivos. Por isso, o Ministério Público estruturou-se em todo o Brasil. A instituição, que conquistou o respeito e o apoio da sociedade brasileira, como uma instituição permanente e essencial à função jurisdicional do Estado brasileiro. Entendemos que o MP tem funções para fiscalizar a corrupção e o crime organizado segue sendo combatidos com ética e rigor. Neste aspecto “combate” a supressão e o mau uso do dinheiro público que fere diretamente o cidadão. Verbas desviadas para o bolso de alguns fazem muita falta para o cotidiano de muitos. Aqueles que anteriormente eram "intocáveis" e foram responsabilizados, civil e criminalmente, e tiveram que devolver bilhões de reais à Nação. Ao mostrar o que antes não era mostrado, a atuação do Ministério Público, sempre embasada na legalidade, incomodou àqueles que tinham muito a esconder. O órgão passou a sofrer ataques na tentativa de enfraquecer sua atuação. O Ministério Público nunca teve a pretensão de se julgar melhor do que os outros ou imune a erros. Mas jamais vai se intimidar. Para analisar acertos e equívocos e aprimorar sua atuação. Os direitos fundamentais e a efetividade da instituição é fator natural do encontro democrático que vivenciamos. “Nesta contradição eleva o estado anárquico onde elemento de projeção nos poderes constituídos, especialmente no STF, como figura “sem caráter” de Gilmar Mendes, se proclama em termos práticos como o exterminador da Lava Jato” é o apêndice da instabilidade da nação que fere diretamente o MP. Mesmo tendo “supostos” impedimentos, a sociedade pode ter certeza de que seus direitos serão preservados.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 5 DE SETEMBRO DE 2019

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
INTRANSIGÊNCIA DA POLÍTICA

Nobres:
A polarização da política atual amplifica preconceitos, estereótipos, falácias, dogmas, fatos alternativos e clichês. O que tem colocado em dúvida a nossa capacidade de realizar a ambição do triunfo da razão, tão caro ao iluminismo. Compartilhamos posts que expressam nossas identidades. Fôssemos um pouco mais rigorosos, facilmente identificaríamos as fragilidades da ideia que estamos a ratificar. Quem de nós já não nos surpreendeu replicando opiniões insubsistentes ao menor escrutínio racional? As redes sociais são tanto quando a malícia de uma rede de comunicação que há muito “dominou o Brasil” explorando o “estancando” a cultura de um povo que eles trabalharam em retrocesso, a manipulação entre espertos e intelectuais que há décadas vivem a custa do poder. Incutiu na mente da maioria dos brasileiros um fanatismo comparável a “seita Tim Tones” Seja porque isso nos traz um sentimento de que ‘estão fazendo algo para mudar a situação’. Seja pelo viés ideológico (fatos ou ideias que confirmam nossos devaneios ideológicos). Seja pelo desejo de pertencimento a uma tribo. Para a mídia esquerdista, ressaltamos seria racional conquistar audiência se chamarem a atenção com o inusitado, absurdo, horroroso, sensacional, ou de fácil apelo. Como as deliberações nas democracias podem combinar as crenças das pessoas com políticas públicas racionais. No extremo das supostas razões, os conservadores são seletivos em tudo que realce as tradições e as instituições tal como elas foram herdadas de ‘um passado glorioso’. Progressistas tendem a acreditar em tudo que combata a velha ordem e seja percebido como capaz de alavancar as mudanças, sejam econômicas, sociais ou ambientais. Esses desvios são racionais no plano individual porque se baseiam na necessidade de estima aos grupos da política e levam as propostas que podem ser irracionais para o conjunto da sociedade.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 4 DE SETEMBRO DE 2019


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
MUDANÇA GRADUAL

Nobres:
Um novo governo seja federal, estadual ou municipal, sempre traz consigo a esperança de que avanços serão obtidos para a melhoria de diversos setores da sociedade. No caso brasileiro, as aspirações recorrentes são aquelas ligadas à educação, à saúde e à segurança. No entanto, em nível federal, a equipe de Jair Bolsonaro (PSL) tem anunciado muitas mudanças e metas. Todavia, na prática, pelos mais diversos motivos um dos quais a esquerda lulista tem torpedeado com a forma natural associando a mídia com a construção parcial das notícias, as organizações criminosas no poder, assim o governo pouco tem conseguido. Esses são fatores reais e deprimentes que não exercem o patriotismo de fato. Por outro lado não se pode criticar o conhecimento técnico da equipe montada, a qual, modo geral, tem luminares em diversos setores, nomes até consagrados pela opinião pública antes mesmo de serem ministros ou ocuparem cargos de importância. Para analistas que estão se debruçando sobre as causas desse fenômeno de dificuldades em implantar medidas que são apoiadas pela maioria, sob a liderança do ministro Paulo Guedes, da Economia, é que há uma interceptação do lulismo, inclusive os parlamentares petistas e outras siglas compartilhadas, também os governadores do nordeste em sua maioria, inclusive do nosso Ceará, quando chamado pelo governo é uma coisa, aqui, sobe nos palanques eleitorais é outra retórica. Entretanto, dificilmente seriam imaginadas tantas dificuldades para governar e fazer mudanças socioeconômicas, com resistências diversas em especial no Congresso. Tudo indica que para superar a possível paralisia socioeconômica não há fórmula outra que não seja insistir nas reformas, começando pela Previdência e seguindo com a do orçamento, além da tributária, a patrimonial, com a privatização e venda de ativos do governo, a redução da burocracia e a abertura comercial. Mesmo com manifestação favorável em diversas cidades do País, aprovar reformas está literalmente difícil onde os espertos interesseiros alguns parlamentares desordeiros, a CUT, centrais sindicais, MST, uma célula do sindicalismo tuquininquim, enraizados nas pequeninas que eles chamam comunidades os “lulas da Silva” que esses acrescentam o apelido, mudança de nome é fator de marginal para se esconder da verdade.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE -TERÇA-FEIRA 3 DE SETEMBRO DE 2019

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
ESQUERDA LITERALMEN-
TE INCEN-
DIÁRIA
Nobres:
Enquanto a canalha petista em comum com as pesquisas da “Data Folha” o senador diz que tem vergonha de ser esquerdista, revelando ser oportunista e esperto instável como os ponteiros do cotidiano, enquanto a floresta arde, surge uma multidão de ambientalistas e defensores da natureza estabelecendo uma corrente de personagens para este mesmo fim. Sem entender o que realmente acontece, os ecologistas neófitos não percebem serem vítimas da oligarquia globalistas, um sistema financeiro internacional, corporações industriais transnacionais, fundações, clubes e organizações secretas que caminha célere no cumprimento da sua agenda. Tal poder controla a economia, e a mídia de massa no planeta usa as estruturas que possui para atacar qualquer que represente ameaça aos seus interesses. Umas das armas de controle são as ONGs (ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS), conceito criado nos anos 1960, que, sob a égide da Organização das Nações Unidas (ONU) e a facilitação de governos jacobinos, se estabelecem debaixo de bandeiras humanitárias, ambientais, culturais, mas que, na verdade, trabalham desmoralizando estados, prospectando riquezas, insuflando conflitos e revoluções "democráticas". São centenas de milhares no mundo, na Amazônia são milhares. Quem sabe os incêndios sejam a resposta a interesses ameaçados. A região Amazônica é estratégica área de riquezas minerais, vegetais e possibilidades agropecuárias para sustentar esse regime perverso. Sabemos nós que as florestas devem ser protegidas em todas as partes do planeta, é nosso dever para conosco e as gerações vindouras, mas não podermos ser transformados em marionetes numa peça que desconhecemos as mãos que manejam desfaçado por um governo que tentam desmoralizar.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 2 DE SETEMBRO DE 2019

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
PERSISTE A TEORIA

Nobres:
Na atual sociedade de risco em que vivemos, mostra-se candente o tema dos direitos fundamentais de terceira dimensão, em especial dos instrumentos para garantir a sua tutela. Assentados na fraternidade, esses direitos fundamentais extrapolam os interesses de certos grupos sociais, que se confundem com as aspirações da sociedade ética. Com forte conteúdo humanístico e de universalidade, certos espertos da política perturba o gênero humano na sua repercussão universal mais expressiva em termos de existenciais em significado concreto. Neste contexto, são exemplos de direitos fundamentais de terceira dimensão o direito ao desenvolvimento, o direito à paz, o direito ao meio ambiente, o direito de propriedade sobre o patrimônio comum da humanidade e o direito de comunicação que tanto apregoa as esquerdas anarquistas e nada fizeram no tempo de domínio, esqueceram e hoje estão esclerosados.    Apesar da evolução experimentada, é possível perceber-se diariamente dos noticiários o quão ainda são frágeis os sistemas de salvaguarda dos direitos fundamentais de fraternidade, mesmo nas nações mais desenvolvidas. Muitas vezes as violações a esses direitos são praticadas pelo próprio Estado. Nesse contexto, releva o papel da Justiça na qualidade de agente da efetividade das normas judiciais.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 1 de setembro de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - 1º DE SETEMBRO DE 2019


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
DENTRE AS VICISSITUDES DE GOVERNO

Nobres:
No Brasil se experimentou diversos governos entre os quais destacamos: A social-democracia também teve seu tempo de glória. Em termos gerais, foi um achado para algumas nações do Primeiro Mundo. Hoje, infelizmente, foi por água abaixo. Seguindo o bom exemplo dessas nações, o Brasil também teve, à sua maneira, sua experiência socialdemocrata. Na época do governo tucano de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), como presidente da República, e de Marco Maciel (PFL), como vice. Uma dobradinha que poderá voltar, com outros atores, após a recém-anunciada fusão entre PSDB e DEM. Depois da experiência socialdemocrata, onde se experimentada bonança no contexto da economia mundial sempre acobertada pelos tucanos que governava em comum acordo com as nações sul-americanas, também governadas por esquerdistas, assim, passaram despercebidas que geraram ações como “moeda podre” empregada pelo BNDS para empresas que venceram leilões de privatização (ótima, desde que não lance mão do erário para tais fins e finalmente promoveu negócios escusos com o sempre infeto congresso nacional para aprovar a reeleição presidencial, e como “orquestra a também a reeleição de governadores e prefeitos”). Diante daquilo que se estimada a construção de um império “com ainda os alicerces se desmoronaram” e o pior, seguidamente, surgiu o Brasil de Lula e Dilma, que deu no que deu. O ex-presidente petista está preso. Dilma foi cassada, com os direitos políticos automatizados no ato de sua cassação, por meio do então presidente do STF, bum politiqueiro aliado ao paternalismo que só vê no Brasil, neste país que é “multi-campeão” do mundo da esperteza da corrupção, da sabedoria e outros aspectos “infinitos” de se dê espécie nesta nação. Decorridos oito meses de sua posse no Planalto, eleito com cinquenta e seis milhões de votos (a maioria votou contra o Lula e o PT), não paira mais dúvida sobre o presidente Jair Bolsonaro. O presidente tem demonstrado que não aceita a autonomia de instituições, “programa” firmeza e austeridade em certas ocasiões principalmente pelo fato que as esquerdas anarquistas sobre a batuta de um ex-presidente preso e condenado por ladroagem em várias entrâncias do judiciário, é um presidiário impar, com a prerrogativa incomum, de privilégios que este enganador fala com as massas e diz ter um ideal voltado para os pobres, prega a igualde e como ele não é igual. Ainda têm a prerrogativa de ser um preso “encarcerado” em uma das dependências da Polícia Federal em Curitiba, um lugar excelentemente previsto para que seja cumprida a prisão na condição de preso comum como procedem as normas legais. Para ele, é letra morta não observa a lei pertinente conforme os anarquistas do lulismo. Não fica por aí as distorções, está concedendo entrevistas para o único fim: ironizar autoridades constituídas consolidando o seu estilo natural de “moleque”.
Antônio Scarcela Jorge.