domingo, 16 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 16 DE JULHO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O GRAVE MOMENTO POLÍTICO.

Nobres:
O Brasil reside, nestes dias, talvez o seu pior momento no que concerne à paz e à harmonia social. Ideologias à parte é nítida a falta de governabilidade de Temer que neste seu mandato não encontrasse ambiente favorável às iniciativas asseguradas. Começa pelo desatino de escamotear da nossa gente o bisonho cenário econômico em que se encontra o país apesar de divulgar pelo seu governo um progresso econômico que a sociedade nunca viu. Foi ilógica em pintar de azul o que já se lhe mostra avermelhado. A crise política é indutora de instabilidade econômica. Uma e outra se situam em vasos comunicantes, alimentando e se alimentando mutuamente dos maus momentos. Ficamos pasmos com a paralisação do Governo, preso nas amarras da política, sem encontrar saída para trilhar o caminho da gestão. Um país enlameado pela corrupção, pelo desemprego, por índices econômicos, todos, desfavoráveis, do PIB à inflação real vivida pelo povo, responsáveis pelas malsinadas carestia, fome e desassossego presente por segmentos miseráveis. Aos olhos do mundo, em descrédito. Os institutos controladores da segurança econômica, fundamentais aos investidores, desabonando o Brasil, deixando-nos na descida de um plano inclinado, como se estivéssemos despencando ladeira abaixo. Os noticiários, a cada dia, mostram a indesejada corrupção, e, paralela e conseqüentemente, os manipulados índices econômico-sociais. Os seguidores e camaradas, de Temer (o país treme mesmo ao vê-lo constantemente) tanto faz PMDB e PT tudo ruim é a mesma coisa nesta semana deram uma demonstração de desonestidade com a prisão de seu pupilo Gidel Vieira Lima e as denúncias formuladas contra ele em que seus advogados não admitem que o seu desgoverno está na UTI e, responderam com ironia e desespero aos jornalistas! Entretanto não está na “UTI” é verdade numa forma mais explícita é a formalização do crime que o ronda. Por este mesmo lado o ex-presidente Lula transformou-se no maior corrupto do país, não se trata de gostar ou não gostar dele, aliar, como é que podemos aceitar um elemento que sua péssima índole foi apresentada para sociedade que não acredita em mentiras, molecagem e roubalheira, espelha o decesso do Brasil, até então considerado um país de economia emergente. E parece que, num efeito “dominó”, o nosso chão vai faltando, não somente pelo que aqui expusemos, mas também por fatores supervenientes e inopinados, inimagináveis, que começaram a nos rodear. Entre outros fatos deprimentes para o negativismo do País. E o pior apareceu no cenário político em evidência o Presidente Michel Temer em que o Senhor Ciro Gomes, intempestivo e temperamental, em momentos de rara lucidez; disse: - “O Brasil não sabe quem é Temer é o maior cientista corrupto do Brasil e, profetizou em outras palavras; se tiver chance; um dia o povo saberá quem ele (Temer) é” com o apoio incisivo do Senado e o segmento da cúpula da Câmara dos Deputados, que se alinha ao atual governo por defendê-lo e ao mesmo tempo instar os seus interesses e guardar a culpa no cartório, apóiam ocasionalmente as reformas como pretexto de salvar o país, ou melhor, para salvar-se e, por ser uma minoria de poder de mando no congresso, está menos parlamentar e mais para lamentar. Parece ser impossível esse desacerto que tomou conta do Brasil e que a presente geração tome conta e venha abater essa imoralidade bem autenticada pela desmoralização deste desgoverno.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 15 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 15 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
RESPONSABILIDADE GOVERNO.

Nobres:
Estabelecendo conceito de nomear é privativo do Presidente da República e uma nomeação não se faz sem grandes sacrifícios, até mesmo porque existe muita gente “ruim” que cerca o está presidente Michel Temer. Os que estão implicados nas delações premiadas são os que fazem tudo para permanecer no governo com rarísmas exceções enquanto não condenados, isto é uma organização criminosa que está sucumbindo. O Presidente Michel Temer teve a maior chance e colocou tudo fora em nome da corrupção. Poucas vezes alguém teve com tamanha condição de reverter uma situação de impopularidade com tão pouca atuação. O problema é saber com que pressões e com que jogo de interesses o Presidente está se defrontando. O Governo deixou de lado a sociedade para fins exclusivos de atender a sua base parlamentar no sentido de aprovar as medidas que estão tramitando no Congresso Nacional. Deputados e Senadores sabem que não podem se der ao luxo de ir contra alguém que possui aprovação popular, porque isto significa perder votos. Mas, é muito difícil imaginar que um governo, que até agora se mostrou fraco, aliado aos corruptos e inconsistentes, e enfrentando pressões, até mesmo pode estar implicada na Operação Lava Jato e nos seus desdobramentos. Finalmente, é preciso que se considere que seria extremamente positivo que o frágil governo acompanhado de seus aliados e inseparáveis corruptos ainda encastelados neste governo.

Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 15 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O OUTRO LADO DO LULISMO

Nobres:
Caiu por terra a infâmia do ex-presidente Lula, que a todo custo procurou enganar a população apresentando fatos incabíveis para racionalidade dos brasileiros. Reiteramos as nossas observações de cunho imparcial uma norma do caráter ético para se instar. Sobre a primeira sentença judicial das inúmeras ações respondidas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desnudou com provas cabais um ato de corrupção e lavagem de dinheiro por ele cometido. Em pouco mais de 200 páginas, o juiz Sergio Moro refutou o questionamento que a defesa do ex-presidente fazia sobre o julgamento, descartou seus álibis apresentados à Justiça e o condenou a nove anos e meio de prisão. Olhando-se o conjunto de fatos trazidos na sentença no contexto do que já veio à tona na Operação Lava Jato fica cada dia mais claro que Lula era de fato o líder de uma organização criminosa. Embora esse não fosse o objeto dessa ação, fica patente que o ex-presidente tinha uma posição de liderança diante de outros membros de seu partido e diretores da Petrobras que orquestraram o desvio de recursos da estatal. A sentença está calcada em provas documentais e depoimentos que permitiram à Justiça reconstituir de forma detalhada e inquestionável a narrativa da prática criminosa cometida por Lula. Era ele quem mantinha nomeada de políticos que faziam a intermediação do pagamento de propina entre empresas e partidos políticos. E ele depois se beneficiou do dinheiro desviado. O delito pelo qual Lula foi condenado ocorreu na Petrobras e a propina foi paga pela empreiteira OAS. Ela fazia parte de um cartel de construtoras que pagava para conseguir contratos com a estatal. O dinheiro era repartido entre executivos, os partidos – entre eles o PT e membros das cúpulas partidárias. Parte do dinheiro ia para uma “conta” do PT, da qual foram abatidos R$ 2,2 milhões referentes à transferência e reforma de um triplex no Guarujá para o ex-presidente Lula. As provas são robustas. Documentos apreendidos na casa de Lula, na cooperativa que iniciou as obras (a Bancoop) e na empresa que a sucedeu, a OAS Empreendimentos, mostram que o triplex estava “reservado” ao ex-presidente. Depois que o Condomínio Solaris ficou pronto, o triplex foi reformado a pedido do ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro. Mensagens encontradas nos celulares dos envolvidos na obra demonstram que ela foi planejada para atender aos desejos de Lula e de sua falecida esposa, Marisa Letícia. Os depoimentos de ex-executivos da empreiteira confirmaram como o apartamento e as reformas foram pagas: com o uso da propina reservada ao PT. Durante o andamento do processo contra Lula, houve muitos questionamentos sobre a politização do julgamento e a competência do juiz Sergio Moro para julgar Lula. Eram apenas parte da estratégia da defesa e, como a substância da sentença demonstra também o receio da condenação iminente. A existência do esquema de corrupção na Petrobras já foi fartamente documentada, gerando inclusive dezenas de condenações. A sentença sobre o triplex adiciona à trama da Operação Lava Jato a punição do responsável pelas indicações políticas que mantiveram o esquema de desvio de dinheiro funcionando por uma década. O fato de Lula ter negociado vantagens para si comprova que o Petrolão não foi uma ação isolada de diretores e funcionários corruptos, mas um esquema de financiamento de um projeto político. Apesar da existência de provas incontestáveis para a condenação, muita gente ainda vai questionar a decisão da Justiça. Lula foi um presidente popular e sua gestão não foi desprovido de mérito que se somam ao seu papel de liderança para uma parcela significativa da população. Já passa da hora, no entanto, de Lula ser visto como é realmente: um político que usou sua função pública para desviar dinheiro e se beneficiar da corrupção. Isso deveria ser suficiente para afastá-lo para sempre da vida pública e para ser rejeitado pelo eleitorado. Lula responde a mais três ações, com grandes chances de condenação. A Justiça ainda poderá acolher uma quinta ação, a respeito de um sítio em Atibaia, que também seria fruto da corrupção. É certo que o ex-presidente ainda tem o direito de recorrer e tentar provar sua inocência. Mas a cada fase processual, em cada uma das ações, sua figura fica menos defensável. É uma realidade e só não cabe entre os adeptos do Lula.

Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 14 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PREVALECE A HIPOCRISIA

Nobres:
Vamos discorrer grandes conquistas no campo desportivo com exaltação, mas, sempre presente as ‘Ganges’ que se deliciam pelo brilho dos brasileiros. A história do Brasil conta que este país sempre foi o refúgio de para os criminosos internacionais que sempre aportaram aqui, lembram-se do assaltante do trem pagador da Inglaterra e ao adentrar aqui, foi transformado em herói nacional com o apoio das mais altas autoridades do Brasil. Este caso é entre centenas. Entretanto o Brasil não é sério, onde tanto “filosofou o General Charles De Gaulle”. Diante desta razão,   são criminosos encarcerados nos países onde a justiça é de fato nomináveis, diferente do Brasil onde se transforma eternamente no paraíso Brasil da impunidade e os aqui “cognominados de grandes deuses da política” sempre encastelados no poder e, sobre as bênçãos de elementos dos Três Poderes da República, incluso alguns membros do STF onde se destaca em termos negativos a figura infecta de Gilmar Mendes, onde toda sociedade ética sempre foi sabedora de seus atos. “Em espécie” o título de pentacampeão mundial de futebol masculino tem-se como orgulho desta nação brasileira, mas que regra a contradição deste país, cuja conquista após anos 70 (as duas ultimas conquistas (treta e penta) sob a égide do modernismo da FIFA, entidade que se iniciou a “fraude programática” a corrupção cuja prioridade da Copa do Mundo não foi o “embate no campo do jogo” e sim promover a lavagem de dinheiro e os depósitos em paraísos internacionais. Tanto é verdade que alguns de seus dirigentes e destas células estão implicados em máfias internacionais, que para não fugir a regra, existem brasileiros presos, que não foram encarcerados no país da impunidade o Brasil. Ainda sobre o Brasil é lógico em que as leis funcionam mal no país inteiro. As causas desta surpreendente realidade são muitas. Mas há uma, a principal delas, que reflete talvez o maior desafio da raça humana: a recusa das elites em admitir que a lei deva ser para todos: aos miseráveis, a justiça; aos poderosos, a morosidade do Poder Judiciário. Quando a hipocrisia ceder lugar à igualdade, o ambiente no mundo das leis será mais sereno, os processos mais simples e o Judiciário mais rápido, assim haverá de fato a isonomia das leis o passo fundamental para se ‘estabelecer’ no Brasil.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 13 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ESSÊNCIA DA DEMOCRACIA.

Nobres:
Ao contrário de outros regimes políticos, crises na democracia superam-se somente com mais democracia ao oposto do que muitos afirmam. Isso advém de um profundo descompasso, sendo eufemístico, na relação entre representados e representantes, gerando assim uma grave crise de representatividade. Perceber essa questão como algo individual a cada país é ter a atenção desviada do essencial o que está em crise pelo globo é a própria democracia, pelo menos como que praticamos atualmente. Superar esse mal-estar é perfeitamente possível. A democracia é uma idéia no mínimo radical e discorrer que cada indivíduo tem o direito de opinar sobre os seus destinos políticos, independentemente de sua religião, cor, gênero, posses, posição social e assim por diante é um grande alento considerando a gestão da política em termos históricos. Porém, ao longo do tempo, a democracia parlamentar, que é como em geral a democracia é exercida pelo mundo, foi deixando alargar a distância entre representantes e representados. O mesmo precisa ocorrer com a democracia. Contudo, é preciso que os cidadãos deixem de ser tratados como meros espectadores do processo democrático e que a interação vá para além do vaiar e aplaudir. O caminho é democratizar a democracia abrindo-se mais espaços para que os cidadãos, enquanto indivíduos, possam diretamente decidir questões ligadas às suas vidas. No passado, a dificuldade para ter várias pessoas em um único local debatendo era enorme. Contudo, hoje há tecnologia disponível para que milhões reúnam-se, discutam e votem sobre temas dos seus interesses. É preciso caminhar para uma democracia de maior intensidade. Mais abertura à participação cidadã certamente resultaria em uma alocação e execução de recursos mais condizente com as necessidades e anseios da população.
Antônio Scarcela Jorge.

PINCELADA  “e PT”


Enfim o Juiz Sergio Moro condenou o “São Lula” por lavagem de dinheiro. Este crime é semelhante a qualquer criminoso “pé rapado” guardado as proporções; Se prevalecer a isonomia das Leis. Os lulistas restam “grunhir” e vem mais ainda, conforme a essência de democracia que impera no país.


quarta-feira, 12 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 12 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
COSTUMEIRA ROTINA.

Nobres:
Retorno corriqueiro que a educação no país veio nos mostrar as estatísticas, que não houve avanços na qualidade da educação básica brasileira. De 70 países, o Brasil ficou na constrangedora 65.ª posição, à frente apenas de Argélia, Tunísia, República Dominicana e de duas ex-repúblicas da antiga Iugoslávia, Macedônia e Kosovo. Essa revelação envergonha e preocupa. Mais de 70% dos estudantes brasileiros não atingiram o nível 2 de ensino, numa escala que vai de zero a 6. A pesquisa mostra mais uma vez como o país não está fazendo o dever de casa, ao deixar de priorizar a educação, maior alavanca do desenvolvimento humano e, por conseguinte, econômico e social. Os números negativos, se devidamente mapeados, podem ajudar a lançar luzes sobre como podemos virar o jogo e ainda servir como bússola orientadora do caminho a ser percorrido. Simples? Nem um pouco, dada a nossa dimensão geográfica de proporções continentais, retalhada por toda sorte de desigualdades. Mas não há dúvidas de que podemos fazer melhor. Essa guinada necessita de um movimento da nação que promova um diálogo sério e comprometido com a prática de mudanças no menor espaço de tempo possível, envolvendo profissionais da educação e instâncias governamentais de todas as esferas. Está cada vez mais claro que o professor em sala de aula precisa aperfeiçoar metodologias de ensino para assegurar o direto de aprender. Deve ser capaz de fazer qualquer aluno aprender, potencializando os conhecimentos anteriores e paralelos em favor da construção de sentido e significado para ensinar.


ACEPIPE RETÓRICO.

Ao anunciar pela manhã nas redes sociais o Governador Camilo Santana (não tem porta-voz e assessoria de imprensa e comunicação, tudo aí se assemelha a fragilidade do desgoverno Temer) – usou da sua inteligência privilegiada, aliar e empregar pelos ‘sinistros’ petistas, como justificativa da sanção: - não é mérito e sim obrigação a aumentar os salários dos professores: - “JUSTIFICATIVA DO GOVERNADOR” – (é regrado pela Lei, toda matéria que implica uma proposta enviada a qualquer parlamento e, por concluir a sanção e a conquentemente transformação em lei para a devida publicação em vigência.) “todas as categorias profissionais passam o aprendizado pelo professor”! – é uma inteligência que ‘abona’ aos intelectuais, bagunceiros do idealismo lulista. – Por fim torna-se até engraçado!
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 11 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 11 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
VIROSE DO GOVERNISMO.

Nobres:
Como é nosso modelo raciocinar sobre questões a nível nacional o qual direciona o cotidiano da sociedade brasileira; esta é, a linha de entendimento e o rogamos descrever. É incrível a cada dia que passa o Brasil corrupto dominado pelo governismo absoluto dos consagrados astutos gerenicamente devassos, “que vem desde a base á cúpula” Um balanço dos trabalhos no senado revelou uma taxa de 88% de apoio ao governo Michel Temer. Embora com a popularidade em baixa nas pesquisas, e dirigindo um país em plena crise, o presidente do pós-impeachment não tem do que se queixar. No seu partido, o PMDB dono da bancada mais numerosa na Casa, assim como no PSDB, legenda ainda aliada, Temer a bem pouco tempo obteve 97% de adesão incondicional às propostas que submeteu à chancela do Parlamento. Essa alta taxa tem algumas explicações empíricas. Uma delas é um vírus político, apelidado de “doença do governismo”. Em geral, costuma assolar países de regime presidencialista, nos quais a Carta Magna outorga ao chefe do Executivo plenos poderes de mando e, claro, a chave do cofre. No caso do Brasil, em particular, pesa ainda o fato de o presidente manter um relacionamento estreito com o Legislativo, sinalizando com afagos e benesses. Uma expertise adquirida por ele próprio ao longo de seis mandatos de deputado e três passagens pela presidência da Câmara. O tal vírus, entretanto, não está restrito aos plenários e corredores das Casas bicamerais do Congresso Nacional. É óbvio em contradição a crise imoral do governo Temer ainda deve se alastrar por todo o país, turbinado exatamente pelas características referidas acima e que atualmente integram a base do governo Temer estão comandado 81% dos 5.570 municípios brasileiros, incluindo-se aí as capitais mais importantes e mais populosas. Com a crise econômica devorando impiedosamente os parcos recursos municipais, além de um Fundo de Participação dos Municípios cada vez mais minguado e uma máquina administrativa sofrendo de inchaço crônico, é praticamente impossível evitar que se repitam as já conhecidas romarias de prefeitos ao Planalto Central, estancado por enquanto esta semana e se dê o que está previsto, carregam a bandeira de que são “Rodrigo Maia, desde que nasceram no intuito  em buscar recursos federal para conseguir gerir suas cidades. Some-se a isso o desequilíbrio formal da distribuição das verbas da arrecadação fiscal, introduzido pela Constituição de 1988 que concede à União o direito de abocanhar uma fatia superior aos 70% do bolo, deixando menos de 30% das sobras para serem distribuídas entre Estados e municípios e tem-se uma inevitável propagação do vírus. Ficar contra o governo é sinônimo de inanição financeira e conseqüente falência administrativa. Os parlamentares tiveram sucessivas chances de trabalhar numa vacina para essa doença, que viria por meio de uma reforma política ampla e condizente com a realidade atual, agregada à formulação de um novo pacto federativo que equilibre a distribuição dos recursos fiscais entre União, Estados e Municípios. Nada disso, porém, consegue avançar num Congresso Nacional que parece preocupado única e exclusivamente com interesses menores e, muitas vezes, de “foro íntimo”. Sendo este o atual cenário, não é difícil imaginar que índices como este a uma imensa leva de prefeitos endividados ou, no mínimo, com gestões engessadas por falta de recursos, carentes de atenção por parte da União e dispostos a trocar apoio político por verbas. Uma contaminação viral nacional sem perspectiva de cura, que só tende a reforçar a base de apoio do governo, criando uma epidemia com forte influência na disputa eleitoral de 2018. Não precisa se previr, é uma autêntica realidade, estabelecendo a troca de favores entre o governo da União, Estados e Municípios e o povo sempre será eternamente o fiel das excrescências, pagará os prejuízos para “farra” dos governos especialmente o lulismo e seu pupilo Temer” corrupto que faz tremer a sociedade brasileira.

Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 10 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DESGOVERNO IMINENTE.

Nobres:
A que ponto chegou o Brasil neste período em que está Michel Temer no “comando” da Presidência da República, gerando desconfiança do povo ético da nação que chama pelo desembarque de uma personalidade que c se aliou e fortaleceu os atos corruptos. Damos a palmatória para o Ciro Gomes que antes discorria sobre o caráter de Temer entre relações corruptas. Como é natural dentro da nação corrupta encastelado no poder, enquanto a ansiedade pelo medo de serem presos pela prática dos crimes comuns, inserida nas Leis, o óbvio, gerou a desconfiança cada vez maior do Palácio do Planalto, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), fez um desabafo ao saber que estava sendo criticado pelos auxiliares mais próximos do presidente Michel Temer. - "Não tenho o que fazer! Por isso, fico parado. Sem fazer nada, já estou sendo falado no Planalto. Imagina se tivesse feito um movimento mais explícito", - O presidente da Câmara avalia que a situação política de Temer é cada vez mais complicada. O governo tem pressionado para Maia acelerar a tramitação da votação da primeira denúncia contra Temer em plenário. No entanto Rodrigo Maia como é público, já “lavou as mãos” em relação ao destino de Temer e que não tem como acelerar a votação da denúncia, como pediu o Planalto. E que vai ter que seguir rigorosamente o regimento. Prestes a despencar para o fundo do poço se faz agravar pelas reformas que no momento que experimenta o escândalo promovido por eles, não sejam necessárias, são recessivas, cruéis e pensadas para deixar o trabalhador sem proteção jurídica e com vínculo precário de contrato. Em dois lados, Maia está sem saída, mas poderia ser leal ao Presidente Temer ‘deveria perpetrar dolos’ para apressar a votação fica muito difícil é real existir uma oposição suprapartidária muito forte a continuidade de o Presidente Temer que devesse se conscientizar e, que não tem mais condições morais para governar o país. Mais as enxurradas de delações que ficou impossível sua continuidade. Está por vim à delação do Eduardo Cunha e do Lúcio Funaro, que devem atingir o presidente e caciques do PMBD. Seguramente os aliados de Temer no Congresso que votarem a favor destas medidas vai receber o prego no caixão em 2018.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 9 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 9 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CAUSA REAL E NÍTIDA

Nobres:
A estas horas pulula o cenário político nacional com os constantes escândalos de corrupção que não acabam mais, emendas da madrugada, gastos de gabinete excessivos, propostas de lei absurdas: foram muitos, muitos mesmo, os deputados e senadores que deram uma mancheia de motivos para que a população tenha fechado o juízo a cerca da imoralidade e incompetência do Congresso Nacional, assim mesmo, no coletivo. O clima geral é de ceticismo com “a classe política”, por razões absolutamente compreensíveis. Infelizmente, não há ainda lideranças políticas maduras o bastante e em número suficiente para fazerem frente ao que temos hoje em Brasília. O resultado é que restou um vácuo político que acabou por ser preenchido por aqueles que gozam (ou pelo menos gozavam) de alguma credibilidade perante os brasileiros. Concomitantemente Executivo Legislativo e o Judiciário não estão moralizando a política, mas se contaminando com o que a de pior nela. Esta vem de encontro à instabilidade política entre os poderes da nação. Temos que está Presidente (Temer) do “turismo” de volta a Alemanha onde a mentira privasse ao desespero em uma dessas, se pronunciou ao dizer que não existe crise econômica e política no Brasil, que ele continuou com atos corruptos e que se viu foi alguns chefes de estados “sorrirem” mais um ato que envergonha a nação e, em contradição tem o apoio do senado (felizmente os que pleiteiam a reeleição, estão queimados perante a sociedade, agravado por alguns ministros do STF que usam o interesse e o corporativismo, não vê à hora para se manifestar através do voto, antes, porém se resolver o ‘veredicto’ com imparcialidade.

Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 8 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 8 DE JULHO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O POLÍTICO INCORRETO.

Nobres:
Não se concebe tanta insensatez partindo de grupos ideológicos raciais aliados ao lulismo. Não se deve falar algo que esta corja ameaça processá-los e, entretanto na prática se calam quando o assunto interessa e guarda enorme preconceito. Só num país da vagabundagem, onde não tem o que se fazer, instituíram o Ministério da Igualdade Racial, é graça! Se todos nós somos livres de preconceito, cor ou raça tem-se enorme contradição e elegem um ministério para dar “cabide de emprego” e outras regras semelhantes a algumas pastas. Todo é igual e, somos qualificados pelo caráter de cada um. A Constituição referenda isso. Talvez devêssemos questionar se a fidelidade partidária, ou ideológica, deve ser prevalente em relação a princípios. Temos dúvidas se esses personagens se manteriam inertes, impávidos, fosse outro a fazer aquelas comparações. Os direitos das minorias acabam com essa atitude subserviente dos que aplaudem, reduzidos na sua significação. E no seu valor. Tudo a depender de quem fale. Se um adversário, cão danado, todos a ele. Se alguém do mesmo credo, do mesmo lado, palmas. Assim é, meus senhores. Mas peçamos vênia para tratar, aqui, não desse alinhamento automático e tão pouco enobrecedor. E, sim, da praga do politicamente correto e se trata de uma forma de mau-caratismo. Mas, simplesmente, não consigamos acreditar que a tese do politicamente correto possa fazer sentido a quem pense com amplidão. Escusas por expor essa visão, talvez, para muitos, politicamente incorreta. É como primeiro valor de uma democracia, a liberdade de consciência. O que traz algumas limitações óbvias. Uma retrospectiva. Que é não se poder aceitar censura. Nenhuma consciência livre se forma num ambiente de censura. E, outra, prospectiva. Que é o direito de se poderem dizer tudo que se quiser. Quando e onde se quiser. Mesmo se ética ou politicamente incorreto. Fora disso, temos só um puritanismo repaginado. Uma nova inquisição, a serviço de certas convenções sociais cômodas. Quando a questão central, assim considero, é outra. É saber até onde vai o direito de pensar livremente. Qual seria o sentido de ser assim, livre, se não pudermos exprimir, sem limites, essa liberdade de consciência? Enquanto poderíamos dizer, à vontade, o que quiséssemos. Poderemos, então, dizer o que nos der na veneta. O que quisermos. Tudo o que pensarmos. Até mesmo aquilo, hoje, considerado politicamente incorreto. Pena que só no futuro. Por não ser ainda tempo de exercer, sem limites, essa liberdade. As resistências permanecem grandes. Mas que essa mudança será inevitável. E vai mudar porque é preciso mudar por ser importante, para a democracia.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 7 DE JULHO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O GRAVE MOMENTO POLÍTICO.

Nobres:
O Brasil reside, nestes dias, talvez o seu pior momento no que concerne à paz e à harmonia social. Ideologias à parte é nítida a falta de governabilidade de Temer que neste seu mandato não encontrasse ambiente favorável às iniciativas asseguradas. Começa pelo desatino de escamotear da nossa gente o bisonho cenário econômico em que se encontra o país apesar de divulgar pelo seu governo um progresso econômico que a sociedade nunca viu. Foi ilógica em pintar de azul o que já se lhe mostra avermelhado. A crise política é indutora de instabilidade econômica. Uma e outra se situam em vasos comunicantes, alimentando e se alimentando mutuamente dos maus momentos. Ficamos pasmos com a paralisação do Governo, preso nas amarras da política, sem encontrar saída para trilhar o caminho da gestão. Um país enlameado pela corrupção, pelo desemprego, por índices econômicos, todos, desfavoráveis, do PIB à inflação real vivida pelo povo, responsáveis pelas malsinadas carestia, fome e desassossego presente por segmentos miseráveis. Aos olhos do mundo, em descrédito. Os institutos controladores da segurança econômica, fundamentais aos investidores, desabonando o Brasil, deixando-nos na descida de um plano inclinado, como se estivéssemos despencando ladeira abaixo. Os noticiários, a cada dia, mostram a indesejada corrupção, e, paralela e conseqüentemente, os manipulados índices econômico-sociais. Os seguidores e camaradas, de Temer (o país treme mesmo ao vê-lo constantemente) tanto faz PMDB e PT tudo ruim é a mesma coisa nesta semana deram uma demonstração de desonestidade com a prisão de seu pupilo Gidel Vieira Lima e as denúncias formuladas contra ele em que seus advogados não admitem que o seu desgoverno está na UTI e, responderam com ironia e desespero aos jornalistas! Entretanto não está na “UTI” é verdade numa forma mais explícita é a formalização do crime que o ronda. Por este mesmo lado o ex-presidente Lula transformou-se no maior corrupto do país, não se trata de gostar ou não gostar dele, aliar, como é que podemos aceitar um elemento que sua péssima índole foi apresentada para sociedade que não acredita em mentiras, molecagem e roubalheira, espelha o decesso do Brasil, até então considerado um país de economia emergente. E parece que, num efeito “dominó”, o nosso chão vai faltando, não somente pelo que aqui expusemos, mas também por fatores supervenientes e inopinados, inimagináveis, que começaram a nos rodear. Entre outros fatos deprimentes para o negativismo do País. E o pior apareceu no cenário político em evidência o Presidente Michel Temer em que o Senhor Ciro Gomes, intempestivo e temperamental, em momentos de rara lucidez; disse: - “O Brasil não sabe quem é Temer é o maior cientista corrupto do Brasil e, profetizou em outras palavras; se tiver chance; um dia o povo saberá quem ele (Temer) é” com o apoio incisivo do Senado e o segmento da cúpula da Câmara dos Deputados, que se alinha ao atual governo por defendê-lo e ao mesmo tempo instar os seus interesses e guardar a culpa no cartório, apóiam ocasionalmente as reformas como pretexto de salvar o país, ou melhor, para salvar-se e, por ser uma minoria de poder de mando no congresso, está menos parlamentar e mais para lamentar. Parece ser impossível esse desacerto que tomou conta do Brasil e que a presente geração tome conta e venha abater essa imoralidade bem autenticada pela desmoralização deste desgoverno.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 6 DE JULHO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O VELHO INFAME

Nobres:
Fico a imaginar que tem milhões de indivíduos, são profundo admiradores desta espécie de gente, porque “mamaram” nas tetas corruptas de um partido político instituído para dar suporte às ações e o protecionismo a marginalidade e segmentos as organizações criminosas em todo país e sentem-se feridos, mas incomodados e sobressaltados a espera do momento em que prestaram contas a justiça que embora seja tarde, mas virão. O conjunto das ações persistentes comandada pela canalhice de Lula não tem limites. Agora, ele diz que a Lava Jato, principal força anticorrupção do país, está trazendo prejuízos. Só se for para ELE e seu partido, (Lula). O engraçado é que sempre existe um culpado pela situação do país que não seja o PT. Agora tem um novo discurso, colocando a maior operação de investigação policial da história so Brasil, sob o fundamento de que esta "prejudicando a economia brasileira". Bom, em contra argumentação, basta ver a alta da bolsa Ibovespa nos últimos dias, juntamente com a queda do dólar. Espere Sr. Lula, sua hora esta chegando, gente falsa sem nenhuma vergonha na cara. Deveríamos parar de dar ibope a esse camarada e enfatizar as ações do judiciário e as investigações do MPF e PF, não faz sentido ficarmos batendo na mesma tecla de que esse sujeito é um embuste, isso está provado. Como alguém ainda acredita nesse senhor? Nem conseguimos entender, única platéia que ele tinha que ter é de presidiário, mas ele ainda consegue atrair essas pessoas. Alguém avisa esse velho embusteiro, que é só não roubar, que não vai ter investigação, assim a economia não pára. A Lava Jato é o que de melhor poderia ter acontecido para a economia. Pois abreviará a presença do PT no poder. Depois que ele se for, não podemos esmorecer. Há muitos que precisam sair da vida pública. Que a PF, o MPF e os juízes em sua maioria sejam capazes de ir até concluir o que de fato a população espera.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 5 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O INEDITISMO IMORAL.

Nobres:

O atual estado de imoralidade política comandada pelo Presidente Temer que insista em se enterrar com o Brasil, onde enormes prejuízos pelo seu grupo mais aproximado denominados de, seus assessores ou ex; fator inegável e notoriamente público em função das prisões, esta ultima, do Gidell Vieira Lima, principal elemento de assessoria e coordenadoria da presidência da República e como é natural referendada pelo maior corrupto da história do Brasil em todos os tempos, o Lula que (Lula e Temer) priorizaram o protecionismo de sua infecta política como  padrão de sobrevivência. Por esta razão ‘não deram de si’ a a nossa Constituição Federal que prepara nos seus ditames em que o Congresso Nacional só poderá entrar em recesso, em meados de julho, se votar a LDO, que orientará a construção da proposta orçamentária para o ano seguinte. O Poder Executivo deve encaminhar o Projeto de Lei Orçamentária até o final de agosto de cada ano e o Congresso Nacional deve aprová-lo até o final do ano. A LDO fixa os parâmetros e as diretrizes que orientam a elaboração da proposta que ordenará receitas e despesas públicas no ano seguinte. A LDO/2018 está sendo relatada por mim. Vivemos a maior crise de nossa história e que o centro da crise é o desequilíbrio fiscal do setor público. É ele que impõe juros altos, inibe o crescimento da economia e ameaça o controle da inflação. A situação fiscal brasileira é gravíssima. O Governo Dilma cancelou o compromisso com a responsabilidade fiscal e desencadeou uma trajetória de grave deterioração das contas públicas. A LDO/2018 se embasa num crescimento projetado do PIB de 2,5%, que caracterizaria a superação da recessão, uma inflação anual de 4,5%, a taxa de juros Selic de 9,0% e o salário mínimo de R$ 979. O desafio central é vencer o grave déficit que impede a economia brasileira de deslanchar. O déficit primário (receitas e despesas operacionais sem juros e amortização da dívida) estimado na LDO/2018 é de inacreditáveis R$ 131,3 bilhões. E o déficit nominal projetado (despesas financeiras incluídas) é próximo a 6,0% do PIB, nível parecido com a Grécia no período que levou à sua profunda crise. O ajuste fiscal não é nada fácil, porque a receita depende do dinamismo da economia e tem crescido abaixo da inflação, e as despesas são extremamente rígidas. As despesas obrigatórias representam 82,63% do gasto primário, em que se destacam os benefícios previdenciários (43,4%), pessoal ativo e inativo e encargos (21,95%) e Saúde excluída pessoal (8,05%). No princípio deste governo tentou  diferenciar do anterior, em optar por total transparência nos números, mas no decorrer dos meses ao aliar uma quadrilha acostumada a saquear a nação, não soube reconquistar a credibilidade e a confiança da sociedade ética do país.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 4 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 4 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
INSTABILIDADE MORAL

Nobres:
Há de se considerar no momento de intensa instabilidade política do país, causadas pelos sucessivos governos que atendem prioritariamente o “gosto da corrupção” gera entre outras imperfeições que atinge direcionalmente o nosso sistema representativo, um dos focos dos poderes da República, que se manifestam, também, no processo legislativo e não podem servir como justificativa para que um grupo, especialmente quando ele representa uma parcela específica da sociedade, pretenda tomar para si a missão de decidir o que pode ou não pode ser votado. Sempre haverá discordância e descontentamento, mas a solução, em um ambiente de normalidade democrática (que, repetimos, não deve ser confundida com a perfeição total), está sempre na via institucional: pela pressão legítima, pelo convencimento, pelo recurso ao Poder Judiciário, se for o caso, mas jamais pela força bruta, pois, ainda que ela não quebre nada ou ninguém de forma literal, sempre termina fraturando a democracia e, se ela for repetidamente golpeada, a recuperação e a cura se tornará cada vez mais difícil e dolorosa. Em ‘virtude’ disso, por exemplo: - as reformas-; políticas, previdenciária, trabalhistas e fiscais, só deveriam existi-las, antes de tudo, depois de debelar o conceito moral de quem hoje está comandando, o governo, (executivo) é uma lastima. Este que está no momento, no grupo de domínio político não tem moral nenhuma pelos motivos expostos da população. Sobrepondo a estas destorcidas  imoralidades, surge algum mérito, mesmo assim, tratando-se de um conjunto de reformas, a trabalhista andou no Congresso Nacional, apesar de solavancos como a rejeição na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, e há chance de que seja aprovada nesta quarta-feira, ela será analisada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Não é a reforma ideal, mas é melhor que o corpo de leis que está vigendo hoje. Entretanto, a crise política e a redução do grau de manobra do governo podem colocar a perder mais uma oportunidade de melhorar a legislação. Se isso ocorrer, quem perderá o país e os trabalhadores é que se pode aguardar.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

COMENTÁRIO SCARCEÇA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 3 DE JULHO DE 2017








COMENTÁRIO.
Scarcela Jorge

OPORTUNISTAS IMPERFEITOS.

Nobres:
É notório que a maior geração não poderia ter bons frutos desse contingente da “origem lulista” cuja raiz defensora do profissionalismo incomum em vez da vocação, literalmente abolida no quase extinto conceitual, onde o grau acadêmico é um “arranjo profissional” de seus governos dos últimos anos  incluso o atual que foi aliado destes como por ação é o exercício do oportunismo desde a fundação do pluripartidarismo onde seu partido o PMDB é o ‘eleito’ governista. Dentro deste padrão de negociatas a frente reiteramos o intelectualismo foi presente para esses governos  transformado na prática do abuso e o ruim e desumano atendimento, principalmente na saúde pública é deveras calamitosa e que poderá escolher o confronto da sociedade onde basta com tanto desleixo. O dinheiro disponibilizado é do governo, na realidade é do cidadão, revestido, desviado e roubado por agentes de qualquer ente governo. Pois é, infelizmente, para nós e felizmente para o governo, quanto mais deseducado econômica e financeiramente um povo, melhor para governar. Quando tivermos consciência que os R$ bilhões roubados da Petrobrás saíram do nosso bolso, e que a sua falta provocou a morte de milhares de brasileiros em hospitais sem médicos, medicamentos e procedimentos injustos. O governo sabe que é o dinheiro nosso, na forma de impostos, de inflação, de contribuições sociais, de empréstimos. Não é um terceiro. Se perguntarmos por segmentos brasileiros em sua maioria pouco informada, de onde sai o dinheiro para a saúde, imediatamente vão dizer que do governo. O que representa inflação manipulada ao ano seu bolso em 14 anos, poucos vão saber responder. Que reforma política, que reforma tributária, da previdência e trabalhista que nada. A solução depende só deste desastrado governo. Se algum dia a sensibilidade política estivesse voltada para o bem-estar da população, em vez de priorizar a corrupção. A primeira medida que deveria tomar para mudar esse país é: melhorar a educação, colocar sob seu comando uma Pasta uma pessoa especialista no ramo de atuação, não onde se abriga “a intelectualidade lulista” por ideologia, por legítimo oportunismo em espécie. Olha, será muito mais difícil enganar as futuras origens éticas desta nação.
 Antônio Scarcela Jorge.