quinta-feira, 1 de abril de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 1º DE ABRIL DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
AS ESQUERDAS
TRAPACEIAM MAIS
UMA RODADA
 
Nobres:
Sempre estimamos que o exercício de cidadania formatado na Constituição ficou bem distante deste estado de coisas para se proclamar que não somos, direita, centro ou de esquerda onde “criaturas” se dizem ideologicamente e esquerda, uma regra de fingimento para melhor se afirmar onde seus interesses de vida é surrupiar e conviver com as ações corruptas entre outras verdades capituladas ao longo de nossa história.  Ficou formatizado que as ditas esquerdas pretendem dominar o Brasil ainda mais transparente nesta ação, até com anuência de todos os setores e instituições do Estado “ditatorial democrático” vivenciado pelo estado de desordem e anarquia desta gente aparente impera o nosso Brasil. Por essa razão a última tentativa de restabelecer o sistema presidencialista. Mais uma vez as esquerdas desta regra mentirosa porque tem horror à militares e pregam a igualdade em todos os elementos, que foram os aliados do presidente tentam avançar com um projeto para dar ao chefe do Executivo o poder de instaurar uma condução típica de situações de guerra, tendo a pandemia como justificativa. A medida, caso aprovada, abriria caminho para Bolsonaro intervir nos Estados e derrubar restrições impostas por governadores esquerdistas dos Estados. O projeto foi apresentado em reunião de líderes para definir a pauta de votações da Câmara, sob a defesa do deputado, líder do PSL na Casa, Vitor Hugo (GO). O deputado, um dos parlamentares mais próximos do presidente, disse que a iniciativa partiu dele. - “Eu pensei em incluir mais a hipótese de pandemia para a Mobilização Nacional”. - O projeto autoriza o uso do instituto da Mobilização Nacional, mecanismo de gestão de crise previsto na Constituição para ser usado em casos de o País entrar em guerra. O dispositivo dá poder ao presidente, entre outros, para intervir nos processos produtivos, seja industrial ou agrícola, requisitar a ocupação de bens e serviços e a convocação de civis e militares para atuarem no enfrentamento da crise. O projeto ainda abre espaço para que o presidente da República assuma o controle das Polícias Militares estaduais. "Na decretação da Mobilização Nacional, o Chefe do Poder Executivo designará o órgão da administração pública responsável pela coordenação dos esforços e especificará o espaço geográfico do território nacional em que será realizada e as medidas necessárias à sua execução", diz trecho do projeto apresentado pelo ex-líder do governo na Câmara. O presidente da República, pode assim definir o território nacional como "espaço geográfico" e passar por cima de governadores, que adotaram uma série de medidas restritivas para evitar a propagação do vírus. Esta esquerda é tragicômica, passar pelos governadores é vulgar com o atual sistema federativo está em vigor de mentirinha editada pelo STF que diante do pretexto da Pandemia como o Supremo pode discorrer o Presidente da República, não pode, mesmo assim a proposta está sendo encaminhada em vias legais a Câmara dos Deputados e se aprovado irá ao Congresso Nacional e se aprovado, com sansão e ou veto presidencial. Sobre essas considerações são perfeitamente ao dizer que os rumos deste país no momento a canalha tenta impor seus desejos que jamais encontrar ressonância. A história é contemptora.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 31 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE, QUARTA-FEIRA, 31 DE MARÇO DE 2021- (POSTADO AS 20:24 H)

 

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
SUBTITUIÇÃO
DE MINISTROS
 
Nobres:
Nos acontecimentos do cotidiano que se transformaram em rotina da falácia, tem haver mais uma vez com a disposição das esquerdas “em construir crises militares” uma invenção fofoqueira que só sabem se discorrer no momento em que o Presidente da República promove a substituição na área das forças armadas de ministros, é uma rotina cujos cargos são considerados de nomeação e demissão e os canalhas veem com o lado da maldade para sensibilizar a população, os esclerosados na época do Governo LULA, um condenado pela justiça que demitiu o apaixonado Gilberto Gil, por telefone e Cristovam Buarque hoje parceiros numa situação humilhante e não deram tréguas aos apaixonados ideólogos. Isto sim é falta de pudor para que pessoas deste tipo e sem vergonha tenha em mente deste processo. Por este meio somos favoráveis da democracia brasileira desde que a mídia tendenciosa deixe o presidente governar. Não podemos deixar de apoiar o presidente atual. Visto que não tem nada que abone na sua equipe a conduta de corrupção o mal que deitaram e rolaram neste país em mais de 35 anos. Porque os comandantes, todas essas pessoas que estão na fila para os cargos, são altamente preparadas com formação e mentalidade institucionais e têm convicção do prejuízo que é o envolvimento político das Forças Armadas. Os noticiosos enchem-se de publicações midiáticas e tendenciosas por saberem que as Forças Armadas não estão aí para se comprometer com jogo de poder e interesses pessoais, políticos etc. podem detonar o presidente este é objetivo dos anarquistas que permanentemente tentam atormentar aqueles que estão efetivamente no poder e finalmente nenhum alcançam seus objetivos. A insensatez é própria do fanatismo desta gente que não assimila a verdade, são irracionais.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 31 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
DOMÍNIO PERVERTIDO
 
Nobres:
Com a epidemia imoral que atinge todos os poderes constituídos da República, que antes deram uma nova feição e que desrespeitam a Constituição numa forma interpretativa e intencional da mais alta corte do judiciário: Transformou a República federativa dos Estados e municípios num cenário vulgar e intempestivo cujos jograis são seus causadores. A pandemia do coronavírus completou “aniversário de um ano no Brasil”. Em março de 2020 as esquerdas sedentas ao sadomasoquismo e a igualdade de gênero lançou a regra de naturalidade atribuída ao presidente da República de a doença seria como uma “gripezinha”. Ora, esta gente que igual citação o condenado pela justiça comum e de colegiado de instância superior, Luís Inácio Lula da Silva, entre as sucessivas crises econômicas no seu império governista corrupto, também classificou como sendo a crise da economia continental em sua maioria como sendo uma “marolinha” esta canalha intelectualizada nada se lembra disso. Por esta razão cito o jornalismo midiático, infelizmente tenho formação acadêmica nessa área como estimo a parcialidade ora que infecta e sempre em permanência desde que acendeu o sistema republicano no Brasil. Exemplo o eterno conspirador de um jornal pernambucano cuja personalidade que em seu modo discursa e publica para os jornais num sentimento que sensibiliza as massas de manobra, natural e irracional em direcional ao nordeste uma região que está aquém “da idade da pedra lascada”. O mentiroso que vive nas benesses em Portugal, sendo um homem de posse, edita reforçado pelo poder e a fragilidade do governo que se alinha a este tipo de gente em consonância com as forças dominantes neste país esse é mais que se soma a milhares de má intenção que vivem aqui e alguns no exterior. Ele não está sozinho, claro e a tragédia que se enraíza em cada lar desde março do ano passado é um consórcio com muitos signatários como ele e os bandidos de ideologia de interesses naturalmente escusos que aglomeram os que desprezam os que tiveram oportunidade de desviam recursos públicos como se fossem seus orçamentos agregados à economia os que têm representatividade político-partidária. “Mas a tragédia”, acima de tudo e de todos, foram construídas em conjunto desses canalhas. O cidadão permanentemente perplexo fez o protesto no sentido de impor mudanças necessárias para o perfil do eleitor que foi as urnas na ultima eleição presidencial parece incorrer em malogro diante do quadro de complacência e frouxidão que no momento está no Brasil. Decepção!
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 30 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 30 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
CONCILIAR A ECONOMIA E PANDEMIA
 
Nobres:
Os dias difíceis com a pandemia também confirmaram mais uma possibilidade no movimento de que ações de ordem fiscal podem andar junto da economia e ajudar o setor produtivo a enfrentar situações de adversidade. Cada cidade, estado e a União tem uma força diferente na hora de oferecer esses instrumentos e seria muito mais poderoso se houvesse a combinação de todos. Como não se construiu isso, cada um faz a sua parte como pode. A gente deixa de contar para aplicar nas próprias ações de enfrentamento ao coronavírus, além de todas as políticas de transformação social que a população quer e é imediatista em receber. Porém, a gente entende que é melhor abrir mão de uma receita que fará falta agora, mas que vai dar fôlego a quem, lá na frente, estará de volta. Sem diálogo e sem abrir mão dessa receita, o caminho tende a ser todo mundo “morrendo” abraçado lá na frente. Por isso, fica claro que a economia pode, sim, ser parceira e trabalhar junto da área fiscal. São conceitos que ajudam na travessia, principalmente quando não há decisões que vão ao encontro disso pelo governo federal, que tem o maior poder em aplicar medidas macroeconômicas que ajudariam todas as atividades econômicas do país a passar por essa fase ruim. O diálogo e a proximidade com o setor produtivo e a população sempre vai ser o caminho, especialmente quando o papel do Estado se torna cada vez mais importante na vida das pessoas.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 29 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORRGE - SEGUNDA-FEIRA, 29 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PRIVILÉGIO AS EXCEÇÕES
 
Nobres:
De olho do futuro bem mais próximo de que se imagina poderá acontecer mesmo longe do nosso núcleo urbano que atinge os municípios de densidade maior da população, certamente no futuro bem próximo ocorrerá como nós e que está estagnado pelo circulo vicioso infelizmente se contempla. Então discorremos sobre o assunto que é de magna importância para o setor de transporte urbano Nas democracias desenvolvidas, essas regras parecem ter duas características extras: geralmente é a exceção, por sua própria natureza de beneficiar um único grupo em detrimento dos demais. Aqui a exceção é a regra é a República do meio, nos centros habitacionais demográficos do País cujos transportes urbanos se evoluí, temos o benefício para o estudante e o aposentado, para o jovem e o idoso etc. Se você é apenas um trabalhador que não se enquadra em nenhum dos asteriscos com regras específicas em letras miúdas no rodapé, sem problemas, ainda há a "regra geral" para quem paga a conta e essa não tem nada de miúdo. Se todos esses fossem destinados para os que mais precisam, tudo bem. E se o isento fosse apenas aquele que impossibilitado de pagar, podemos entender; mas o isento é também o estudante da universidade particular com mensalidade de milhares de reais ou o funcionário público, que mesmo aqueles, com sua polpuda aposentadoria integral não paga nada. Para o espanto de alguns, criar gratuidade não faz o custo do serviço e sumir.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 28 de março de 2021

COMENTÁRIO SARCELA JORGE - DOMINGO, 28 DE MARÇO DE 2021 (POSTADO ÀS 21:54 H)

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
O ABSURDO DA POLÍTICA
 
Nobres:
Quem de nós já não nos espantou replicando opiniões insubsistentes ao menor escrutínio racional. Incutiu na mente dos brasileiros um fanatismo comparável a “seita Tim Tones” Seja porque isso nos traz um sentimento de que ‘estão fazendo algo para mudar a situação’. Sejam pelo viés ideológico fatos ou ideias que confirmam nossos devaneios. Seja pelo desejo de pertencimento a uma tribo. Para a mídia aliada a esquerda ideológica, seria racional conquistar audiência se chamarem a atenção com o inusitado, absurdo, horroroso, sensacional, ou de fácil apelo. As deliberações nas democracias podem combinar as crenças das pessoas com políticas públicas racionais. No extremo das supostas razões, segmentos éticos de tradicionais são seletivos as instituições tal como elas foram herdadas de um passado glorioso. Progressistas tendem a acreditar em tudo que combata a velha ordem e seja percebido como capaz de alavancar as mudanças, sejam econômicas em sociedade. Esses desvios são racionais no plano individual porque se baseiam na necessidade de estima a um grupo político, entretanto levam a propostas que podem ser irracionais para o conjunto da sociedade.
Antônio Scarcela Jorge.

OMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 28 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
REPÚBLICA DO IMPEACHMENT
 
Nobres:
Iniciamos com o demonstrativo que impera o mundo inteiro, com raras exceções, sofre há mais de ano com a avassaladora pandemia do novo coronavírus. No Brasil, atual epicentro dessa hecatombe planetária, parece que ninguém mais fala de outro assunto. De norte a sul, de leste a oeste, recordes sucessivos no número de mortes e de casos assombram o país e povoam o noticiário de emissoras de rádio, televisão, revistas e jornais impressos. Também invadiram sites e redes sociais, estruturado para mensurar o impacto da pandemia na felicidade dos povos, o levantamento mostra que a COVID-19 afetou seriamente a famosa alegria dos brasileiros tendo que se concluir que a pandemia impôs graves perdas ao bem-estar social global, levando a um aumento da infelicidade em todo o mundo. A nossa temática objetiva nos encontra a pandemia e a economia caminha junta. Ao politizar ou pior politicar a pandemia no Brasil corrupto, forças de frente, antes tidas como ocultas estabeleceram um pacto de enfretamento pelo inconformismo do resultado das eleições presidências quando segmento majoritário do povo, em protesto elegeu o candidato que na sua meta de campanha seria diferente e combateria os corruptos que inconformados promoveu em seguida o impeachment dos presidentes, Collor e Dilma; (não entramos no mérito da questão) e ainda promoveram vários pedidos em entrada na Câmara dos Deputados, de todos; om exceção de Itamar Franco que equilibrou sistema monetário com a ascensão do real, e FHC, um esquerdista estando dentro a linha dos interesses destas pragas é tanto que introduziu a sua meta om as privatizações e a quebra do monopólio estatal conforme o bando esquerdista e colocou sobre o ralo evoluindo a exportação para os paraísos fiscais e internamente instituiu a “moeda podre” com a custódia do BNDE, que distinguia a seus compassas emprestar e consequentemente arrematar estatais com parceria de empreiteiras, e grupos corruptos da economia de então. Enfim, “comprou a reeleição” para Presidente; governadores e Prefeitos de municípios, este ultimo para fatiar a todas as comunidades municipalistas do Brasil. As forças da palhaçada em larga escala, inconformados, nem mesmo deixou “escapar” Michel Temer mesmo sendo da base desses asseclas. Ações que tiraram do sistema presidencialista a sua essência de poder, sobre o pretexto da Pandemia viral que ceifou milhares de vidas do povo brasileiro, como pretexto, o STF, se transformou em “superpoder” e com a parceria do Congresso Nacional, (Senado e Câmara dos Deputados) e reforçou o sistema parlamentarista, contraditório ao presidencialismo. O senhor presidente da República na iminência de ser mais uma vítima do impeachment; talvez, quiser concluir reformas se aliou “ao centrão” sempre dominou as estruturas do Parlamento, seja governo, passado e do presente, para proceder às devidas reformas. No entanto não poderá escapar do impeachment, hoje em aberto se mobiliza pelos rebeldes com este objetivo.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 27 de março de 2021

OMENTÁRIO SCARCELA JORGE (2) POSTADO ÀS 8:32 H - SÁBADO, 27 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
IMPÉRIO PERMANENTE
DE INSTABILIDADE
 
Nobres:
O domínio absoluto e tradicional dos políticos estabelece um legado corrupto principalmente com o advento da Nova República, onde na forma de um conciliador comandou a transição entre o “Regime Militar” e a plenitude democrática onde ao longo da história foi confiado a Tancredo Neves, esse mesmo “conciliador” que sobrepõe crises políticas sempre às esquerdas tumultuadas onde teve passagem livre  como chefe de Governo e Primeiro Ministro do Presidente João Goulart, (parecido com Bolsonaro onde as forças do mau se aperfeiçoam onde a raiz está sendo O STF, que direciona suas ações evidentemente parciais, que governa, edita, publica o seu imperativo normativo no exercício de criar leis, editar e julgar ao mesmo tempo. Tanto é que em parceria o chefe do tesoureiro nacional na figura do atual presidente, que em plena campanha eleitoral em vista á presidência da República, pregada em sua programática o contrário em que na prática hoje tem sentido inverso. Para não ser cassado, aliou-se ao centrão uma força política constituída por vários partidos que manda no império da república de acordo com seus interesses, pior as forças inimigas das esquerdas petistas que de regra elegem a mentira com padrão e, jamais alcançaram um objetivo sonhador a muito perpetra e chegou a ser governo, mas o joio de sua roubalheira, naufragou. Sobre o comando do centrão um força aniquiladora de ideologias de interesses, embora se diga, é a base de sustentação da economia do país, que comanda o agronegócio como base a região centro-oeste do país que impulsiona as regiões de consumo (sudeste/sul e as regiões de “sue existência”; norte e principalmente o estagnado nordeste do brasileiro, rendida as oligarquias políticas destas regiões onde o povo é contradição e endeusa seus políticos onde tem base o eixo dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro em segundo plano. É tão evidente por força do centrão Nessa a Câmara dos Deputados aprovou o orçamento da União para 2021. A mensagem principal transmitida foi que a criação de realidade paralela, sem muito suporte no mundo real, que tem caracterizado o atual governo, agora tomou conta também da gestão econômica e de forma provavelmente definitiva até o fim do atual governo. O orçamento foi aprovado com despesas obrigatórias claramente subdimensionadas. Entre elas, a que prevê gastos previdenciários baseados em um salário mínimo de R$ 1.067,00, sendo ele já fixado pelo governo federal em R$ 1.100,00. Além disso, as receitas previstas foram superestimadas com vistas a aumentar a expectativa de disponibilidade de recursos. Tais manobras foram mantidas com o objetivo de aumentar os recursos destinados às emendas dos parlamentares. Muitas delas, como outras despesas não obrigatórias, serão contingenciadas ao longo do ano para caberem os gastos necessários. Com isso, estabelece-se a possibilidade de se obter sucesso em realizar gastos, caso a gestão política do parlamentar junto ao governo federal seja eficiente. Caso ele não tenha sucesso nessa empreitada, terá suas emendas contingenciadas. Ou seja, quem agradar ao governo federal, um rendido às teses do comando por deste grupo vai destinar recursos para suas bases ou amigos. O toma-lá-dá-cá foi expandido a níveis nunca antes vistos na República brasileira. O Centrão, essa semana, finalmente conseguiu cumprir seu ideal ao transformar Brasília numa grande praça de barganha que está ao largo de qualquer noção de escrúpulos em que tanto os anarquistas do PT e legendas de aluguel tiveram o esquecimento antes reitero, tiveram no governo como regra é a ânsia em roubar, tanto é que construíram o populismo na figura de Lula e aliados interesseiros esquerdistas, foi um logro, preso om antecedente condenado pelo Judiciário uma “mola metra” as forças imperativas do país. No quadro permanente de crises e da instabilidade política da democracia brasileira, reunidos recrudesceram a economia, atribuíram por determinação do STF estenderam no pretexto da Epidemia da “Covid 19” aos governadores dos Estados e aos municípios, que na ânsia de “mandar” formalizaram os decretos, aí o cidadão o racional tem base sempre inconsequente como as atribuições seria cada qual em seu lugar. Um desses meios se estabelece a economia do país, em consequência induzido ao recrudescimento da inflação, inclusive forçou o Banco Central a elevar a taxa de juros básica da economia, algo que parece ser apenas o início de um processo que deverá estender-se para os próximos meses. Como consequência, a política monetária volta a ser um componente de pressão sobre o setor empresarial, aumentando seus custos financeiros, em momento de já tão elevada fragilidade do setor privado nacional. Mas, como se vê, não é só na área de saúde que toma conta do país por realidade paralela sem base real como se demonstra.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 27 DE MARÇO DE 2021


 COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
INSTABILIDADE DA DEMOCRACIA
 
Nobres:
Há quem defenda o atual estado imperativo das esquerdas no Brasil onde foi investido no poder pela politização ou pior pela politicagem rasteira do Super Poder do STF que se investiu e levou os inimigos pessoais do Presidente da República Jair Bolsonaro ou poderia ser outro não importa quem seja, onde a politicagem é regra de perseguição permanente deste grupo que bodeja o tempo todo, que em nome da democracia, citação celebre socialista/comunista, na manjada retórica das personagens de Fidel Castro e Maduro, onde sul americanismo é “mola-mestra” para impor ideologias, conforme seus interesses econômicos e socialista, fincado nas riquezas minerais principalmente os lenções prolíficos, exceção alguns países asiáticos onde se digladiam entre ideologias de interesses sempre comum desta gente. Assim foi desde aparente solidez do regime soviético e de suas confederações onde no princípio por si, promoveram sua derrocada. O cotidiano desta gente, alvo da imprensa e da esquerda é o Chanceler Ernesto Araújo, que vem mudando a política internacional brasileira, segundo pessoas sem identidade partidária e arroga o bem-estar do Brasil. Ernesto Araújo foi ao Senado para relatar sobre a atuação do ministério na crise da COVID-19, mas recebeu duras críticas de vários parlamentares é óbvio das esquerdas anarquistas em conjunto com forças de centro, o velho e manjado centrão que flutua de acordo com a conveniência, ora derivando à direita e a esquerda, isto vem acontecendo desde o governo de José Sarney no limiar da Nova República. Pregar para o povo, massa de manobra tendo em vista alcançar o populismo e até proclamou todo o bando aliado e estendeu ao ex-presidente Lula o líder esquerdista da nação onde os atuais estrategistas não esperavam sair da prisão e foi literalmente e provisoriamente anistiado por um de seu aliado o STF que paralelamente, procura opção que nem seja Lula, o maior corrupto da história da República. O outro poder irmanado o Congresso Nacional um poder que agrega universalmente é óbvio por sua representação urgido pela “vontade” do eleitor, “Aí entra segmento do povo em parceira”. Um dos argumentos dos parlamentares é que o Brasil não conseguiu vacinas a tempo para imunizar a população, aspecto que contribuiu para o aumento da média móvel de mortes no país para 2,2 mil em março. Puro pretexto na forma de regrar a ânsia permanente em e eternizar no poder. Neste aspecto, somos partidários em defender ou mesmo interferir em pastas de governo qualquer, onde é aval do chefe de governo “para nomear e demitir” conforme sua linha de atuação. São ofícios pertinentes conforme a formatação das legislações pertinentes, agora distorcidas pelo “superpoder” o STF mais em parceria com o Legislativo, arrogam e decidem.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 26 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 26 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
ABSOLUTISMO
DO JUDICIÁRIO
 
Nobres:
Aliada a pandemia estamos “viajando” as inconsequências causadas pela excessiva ação do judiciário promovida pela “CORTE MOR”- STF - onde por seus membros acompanhados da figura nefasta do Senhor Gilmar Mendes que faz da hipocrisia como ponto forte e conciso para atacar seus adversários políticos estabelecendo uma orgia politiqueira que na verdade seria isenta das suas atribuições. Para dar objetividade citamos Rui Barbosa, advogado, ensinou que “a pior ditadura é a do Judiciário, contra ela não há a quem recorrer”. Recentemente, o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, com a temperança que lhe é peculiar, ao falar sobre a prisão do deputado Daniel Silveira teceu o seguinte comentário, que deverá, por certo, ficar para história: - “Não se chega ao equilíbrio somando-se excessos. O deputado seguramente excedeu-se no exercício da imunidade parlamentar. Contudo, isso não autoriza que outros agentes se excedam também, porque assim o sistema de freios e contrapesos fica contaminado”. A arma do Supremo Tribunal Federal (STF) não está em instrumento bélico, mas em suas mãos, mais precisamente em suas canetas, eis que às decisões proferidas por aquela corte não cabem recursos, já que é a última instância do Poder Judiciário. Nessa condição, como de guardiões da Constituição, defensores dos sagrados e consagrados princípios constitucionais, devem (ou ao menos deveriam) exercer a autoridade conferida pela Carta Magna com parcimônia, equilíbrio, não havendo espaço para excessos. Infelizmente, esse não tem sido o exemplo que nós, cidadãos e jurisdicionados, temos vivenciado nos últimos tempos. Nas palavras do decano daquela corte de Justiça, ministro Marco Aurélio, tempos estranhos e muito estranhos.
 
Nos últimos anos, com toda a vênia, a corte constitucional tem-se demonstrado um verdadeiro Supremo Poder Federal, imiscuindo, inclusive, nas funções dos poderes Legislativo e Executivo. Apenas para citar pequenos exemplos, o STF criou o crime de homofobia em analogia ao crime de racismo, ferindo de morte o princípio da legalidade penal (não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal). E, como de corriqueira sabença, é função do Legislativo a criação de leis. Em outros episódios, o STF, através de liminares, impedem nomeações de ministro de Estado e do comando da Polícia Federal, atos privativos e discricionários do presidente da República. Este ano, que se principia, ao menos no calendário da Suprema Corte, tendo em vista que o mês de janeiro é recesso, tivemos duas surpresas: a primeira com a prisão em flagrante (através de mandado) do deputado federal, que se encontra, hoje, há quase um mês em prisão, no inquérito alcunhado pelo decano como sendo o inquérito do fim do mundo. E, em contrapartida, a anulação de todos os processos penais do ex-presidente Lula por uma decisão monocrática em embargos declaratórios com efeitos infringentes, no qual reconheceu em uma só canetada a incompetência do juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba.
Estranho no mundo Brasil em que vivemos.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 25 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 25 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
AUTOCRACIA ESQUERDISTA
DOMINOU O PODER
 
Nobres:
Estamos numa situação política onde as esquerdas pandêmicas se aliaram a todo tipo de organização criminosa e diabólica e há muito na prática retomou o poder. Escolheu como propaganda midiática no sentido de detonar a figura do Presidente Bolsonaro como referencial de uma nação onde a sujeira e lixo tomar forma mais natural imposto por esses deteriorados. Claro que é fácil culpar apenas o presidente, mas isso pode ser insuficiente e até injusto. Ficar apenas criticando o presidente equivale a um exercício de catarse quotidiano ou de autoajuda fundado no autoengano. É deixar de ver que Bolsonaro não é muito mais a expressão de uma sociedade adoecida do que um vírus que a fez adoecer. E o povo horrorizado com a corrupção do PT, até os perdidos admitem graças a infeliz pandemia, uma boa vinda para eles ao que parecem são todos imunizados. Estão na prática de volta ao poder em função da fragilidade do governo atual por motivos expostos, naturais e transparentes.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - POSTADO ÀS 7:50 H DESTA QUINTA-FEIRA, 25 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
PANDEMIA NAUFRÁGIO
 
Nobres:
O bom e velho Novo Coronavírus, como o Iceberg do Titanic, fez e continua fazendo muitas vítimas, mas não vai matar todos os “passageiros” de 2020 e 2021. A verdade continua a mesma do ano passado seria impossível sermos 100% otimistas ou pessimistas. Nem os 1001 especialistas em tudo advinham, arriscam o fim desta história, muito menos quando acontecerá. Mas vai ela vai acabar! A missão impossível já foi cumprida, a vacina em menos de um ano. Agora só falta o possível: produzir, distribuir e vacinar o maior número de pessoas, em todo o mundo. Diziam que nada poderia afundar o Titanic. Erraram feio, mas, com certeza, este vírus não será o fim do mundo. E esta certeza não é canto de sereia ou música de violino para disfarçar o inevitável. Melhor que comparar os dias de hoje ao Titanic, é contar com a não menos famosa luz no fim do túnel. Temos o túnel e sim, lá no fim, podemos ver a luz. Só não sabemos quando vamos alcançá-la. Os poucos privilegiados que podem ficar em casa, com todo o conforto, existem. Como sempre existiram e continuarão existindo. No mais, temos outros tipos, apesar do fim do verão, o sol nasce todos os dias. E mesmo quem perdeu alguém, para a Covid-19, ainda tem família e amigos que valem a pena. Mais que nunca, “Brasileiro, Profissão Esperança”. Humanos, Profissão Esperança. Esta pandemia é a nossa primeira, mas não é a única, nem a última a apavorar a humanidade. E por falar em profissão, quem pode deve trabalhar como nunca. Claro, respeitando todas as regras de segurança e as contra regras politiqueiras também e no mais, quem consegue quem pode trabalhar, deve ser valorizado e recompensado. Ainda podemos, sempre podemos ajudar o próximo, mais que nunca precisamos de reinvenções, adaptações, improvisos e solidariedade e, aí o show da vida deve continuar, desviando e fugindo do Iceberg. Paciência, resiliência e esperança. Está tudo muito difícil, complicado, incerto? Ótimo! Quando tudo voltar, vai voltar mais gostoso. O melhor é esperar a festa. Depois desta, seremos mais fortes e mais humanos. Ou não? A dolorida verdade é que estávamos mesmo precisando de um puxão de orelha, de valorizar as pessoas e coisas que temos, não só quando as perdemos. Temos dito.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 25 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
O PAÍS DAS CONTRADIÇÕES
 
Nobres:
Jamais ocorreu no Brasil quando em proveito a pandemia setores instituições de Estado, os poderes legislativos e do Judiciário, executou a nação o desconserto ausente de planejamento, decretaram semanalmente ações descabidas e amadoras, as vistas da população, e pasmem os governadores dos Estados e até Prefeitos também decretam os concernentes aludidos, em confronto o dito pelos governadores, promovendo um espalhafatoso e contraditório determinante que se enquadra uma sessão tragicômica. São arrogantes senhores (é palavra combativa para quem dirige a essas pessoas) excelências corruptas que infecta o nosso Brasil urgido pelo poder de mando encastelado, tem em mente a distorção dos fatos com as “bênçãos” da maioria da massa de manobra o povo brasileiro sem nenhum conteúdo de cultura, juntos, acreditam que agora só se morre por Covid. A generalização dos números foi tão intensa e o poder mentiroso decretou intervalo entre as eleições municipais de 2020 um acinte ao gênero natural, onde o tempo também foi determinado por decretos. Neste aspecto realístico, morrem cerca de 1,3 milhões de pessoas anualmente por várias doenças e situações no país. Divida por 365 dias e verá que algo não está batendo nesses números uma regra que até os anarquistas e desordeiros de elite politizada supera a ciência matemática. Por este meio a militância está tentando emplacar a narrativa contra o tratamento precoce que não sobrevive a uma bula de remédio é uma questão de anarquia, mentiras uma hipocrisia estampada na cara de palhaços, basta fixar o olhar neste tipo de gente e certamente constatará. Discursa por estabelecer a pobreza de espírito e de caráter atacar justamente aquele a quem o STF, com o superpoder e desacreditada por maioria sensata do povo brasileiro, “mandou amarrar as mãos da Constituição” em consequência os governadores e prefeitos se lambuzam no dinheiro público. Ainda o nível mais baixo de militância diabólica se torna impossível discorrer tanta mentira. Não enxergam os senhores infectados pela maldade em qualquer tempo devem (é palavra sem expressão crítica esses sim roubaram o erário como regra dos ladrões, desativaram hospitais de campanha, improvisaram  acabaram com os estádios a exemplo péssimo do Presidente Vargas da capital cearense depois de implantar uma fortuna naquela praça de futebol e a ânsia dos ladrões um péssima exemplo em que se situa a base corrupta de todo o país. Por este meio esqueceram o pronto socorro e o pronto atendimento esperando o investimento caro e ineficiente pra mostrar que não é atoa os altos e pesados impostos pra eles se sustentar como parasitas e hóspedes desse mal da humanidade. Ficar preso é regra “salvar vidas” é o palavreado impregnado para impressionar as pessoas de menor consciência. Na midiática em ficar em casa é má intenção de quem governa de fato o Brasil que está uma bancarrota em termos de economia.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 24 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 24 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
EDUCAÇÃO E A PANDEMIA
 
Nobres:
Com a pandemia da Covid-19, essa realidade foi acentuada e a disparidade socioeconômica ficou ainda mais evidente. Em 2020, com a pandemia, segundo a estatística que reza a realidade dos fatos, cerca de 5,5 milhões de crianças e adolescentes ficaram sem acesso à educação. A quantidade de alunos, com idades entre seis e 17 anos, que abandonaram as instituições de ensino foi de 1,38 milhão, o que representa 3,8% dos estudantes. A taxa é superior à média nacional de 2019. A educação escolar é o caminho natural e a oportunidade para a ascensão de milhões de crianças e adolescentes brasileiros. No entanto, reprovação, abandono do ensino e distorção entre idade e série escolar são problemas recorrentes no cenário educacional. Somada a isso está à situação de 4,12 milhões de alunos, ou 11,2%, que, apesar de matriculados e sem estar em período de férias, não receberam nenhuma atividade escolar, resultado do ensino pautado pelas aulas online. Além disso, temos a questão da sobrevivência familiar, pois muitos jovens tiveram que buscar ocupação com renda, para ajudar no sustento do grupo doméstico. Também contribuiu e continua assim a falta de acesso aos recursos tecnológicos e à internet, o que inviabiliza o acompanhamento das aulas remotas, algo que tem sido utilizado por muitas escolas, mas apenas nos grandes centros urbanos, os outros é exceção. Outra questão é relacionada ao despreparo dos governos anteriores que hoje mentem e só sabem criticar é uma pandemia de humanidade essa que apena projeta o mau.   É fato e o povão gota de ser engado. Ainda obre a pesquisa realizada ainda em 2020 pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), com quase quatro mil redes municipais de ensino, mostrou que apenas 33% dos domicílios brasileiros possuem computador e acesso à internet. Em 2019, o Censo Escolar registrou mais de 27,7 milhões de matrículas nas instituições das redes públicas municipais e estaduais de Educação Básica em todo o País. Deste total, 2,1 milhões de alunos foram reprovadas, a maioria das repetições, ou 42,6%, aconteceram nos anos finais do Ensino Fundamental. Além disso, mais de 620 mil estudantes abandonaram de vez os estudos, principalmente os alunos do Ensino Médio e dos anos finais do Ensino Fundamental. As reprovações e abandonos escolares trazem como consequência um terceiro problema: a distorção entre idade e série escolar. Em 2019, 6 milhões de jovens se encontravam nesta situação. Com o novo alvoroço da pandemia do coronavírus, temos milhares de adolescentes, principalmente no Nordeste e no Norte do Brasil, é claro o povão em sua maioria tem Lula, o maior corrupto da história da República como o novo Jesus Redentor, com toda sinceridade, “e eu torço que ele volte para vê como fica” que ele retome o poder de qualquer jeito. É mais uma tragédia que a Covid-19 deixa entre nós, não precisa ser profeta. Continuadamente tenho dito.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 23 de março de 2021

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 23 DE MARÇO DE 2021

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
A HOMENAGEM DO COTIDIANO
 
Nobres:
Temos como norma recorrer os mais diversificados em relação o Dia Mundial da Felicidade ocorrido dia vinte (20) de março. Trata-se de um estudo elaborado pelo um órgão até desconhecido do público o ‘Sustainable Development Solutions Network,’ ligado à ONU, com pesquisas do Gallup. Atentas estas estatísticas, em vez de instar o enfadonho cotidiano que vem tomando conta dos noticiosos em todo o Brasil e quiçá do mundo, passam despercebidas, umas ou mais, homenagens referente ao dia, exceção dos dias em destaque, por exemplo: O Dia das Mães, Internacional da Mulher, e o dos Pais, entre outros; onde lhes dão conotação internacional entre outros. Dia 20 do corrente com conotação secundária se prestou homenagem o Dia da Felicidade! Por esta razão rememoramos esta data e, ao invés de medir PIB per capita ou qualquer outro dado objetivo cotejar o nível de satisfação das pessoas com a própria vida e Seus humores, tristezas, ansiedades, alegrias e otimismos. O Dia Mundial da Felicidade lembra-nos que devemos almejar o bem-estar e não a mera riqueza, que será passageira se não formos mais eficazes no enfrentamento dos desafios do desenvolvimento sustentável. Por outro lado, a versão 2021 foca nos efeitos da Covid-19 para a qualidade de vida das pessoas em 95 países. E tenta explicar por que alguns países se saíram melhor que outros. Aqueles que estavam no topo dos escores de felicidade nos relatórios anteriores permaneceram liderando. Os três primeiros, Finlândia, Islândia e Dinamarca, já estavam entre os quatro melhores em 2017-2019. Uma das conclusões aponta para causas comuns à melhor desempenho no combate à pandemia e nos indicadores de felicidade. Entre esses fatores identificou-se a confiança onde os países cuja população tem mais confiança nos outros e nas instituições foram mais eficientes em relação à pandemia e tiveram índices mais altos de felicidade. Casos da Nova Zelândia e dos países nórdicos. A matéria chega a sugerir que “sentir que sua carteira perdida seria devolvida se encontrada por um policial, por um vizinho ou um estranho, poderia ser mais importante para a felicidade do que a renda, o desemprego e os principais riscos à saúde.” Alguns outros resultados elaborados por instituição especializada também surpreendem e, no geral, não houve um declínio no bem-estar avaliado pelas próprias pessoas sobre suas vidas. “uma possível explicação é que as pessoas veem a Covid-19 como uma ameaça externa comum que afeta a todos e que isso gerou um maior senso de solidariedade”. Os mais velhos, na média global, disseram se sentir melhor em 2020 do que em 2017. Ao contrário, os mais jovens sofreram mais com a Covid-19. Talvez porque sejam mais ativos nas interações e tenham sentido mais o isolamento em consequência, sofreram mais com o desemprego. Entre as regiões, impressiona como a América Latina (especialmente Brasil, México e Colômbia), registrou grande queda nos indicadores de felicidade. Em contraste com a Ásia que, no geral, acusou melhora em relação aos anos anteriores. Os autores avançam a hipótese de que, na América Latina, onde a felicidade dependeria mais das conexões pessoais que foram afetadas pelo isolamento. Na Ásia e na Escandinávia, a felicidade estaria mais baseada nos altos níveis de confiança social e institucional. Mais do que poder econômico, político ou social, o que os seres humanos querem mesmo é a felicidade. Às vezes se enganam com os meios para atingi-la. Esse relatório sobre a felicidade pode nos ajudar a traçarmos estratégias para sermos mais felizes. Pessoal e coletivamente como nação. Talvez os instrumentos tradicionais de poder não sejam os melhores meios para aumentarmos nossa sensação de felicidade. Essa questão da confiança e, portanto, da capacidade para a cooperação nis parece ser uma boa palavra.
Antônio Scarcela Jorge.