segunda-feira, 15 de abril de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 15 DE ABRIL DE 2019


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
A SEMANA SANTA

Nobres:
Vamos tão somente contemporizar o sentido único na história. Fato que nunca aconteceu antes nem tornará a acontecer. Só aconteceu uma única e solitária vez. Por isso mesmo, é o fato absolutamente decisivo e tão decisivo que nos interpela e exige de nós uma posição.  Depois de três anos de íntima convivência, em que assistiram a alguns milagres espantosos praticados por aquele mestre que os convocara inexplicavelmente e dele aprenderam lições surpreendentes e notavelmente superiores, muito além de tudo quanto a sabedoria humana viera construindo ao longo dos tempos, aqueles anos sublimes acabaram de repente com a realidade brutal da prisão, condenação e morte, pregado numa cruz. O mestre, que tanto os encantava, estava indiscutivelmente morto. E eles, os discípulos, amargamente desiludidos. Três dias depois, porém, o morto ressuscitou. Pode-se imaginar o que é isso? Ver ressuscitado, indubitavelmente ressuscitado, alguém que morrera, indubitavelmente morrera, e que eles, segundo o costume, haviam depositado num túmulo aberto na rocha? O que faríamos nós diante de semelhante maravilha? É claro que os apóstolos ficaram fascinados, completamente tomados de entusiasmo por aquele que os reunira e os viera instruindo e agora, ao cabo, fora morto, mas espantosamente ressuscitara. Não somente ele era diferente de todos os outros homens (o que eles já achavam que era), contudo era superpoderoso, a ponto de se desprender da morte por conta própria, fazer consigo mesmo o que fizera com alguns outros mortos, Lázaro, por exemplo, poucos dias antes e aquilo, a ressurreição de Lázaro, já era portento inacreditável, quanto mais o próprio morto, por sua própria força (como, força de um morto?), levantar-se da morte! Donde, Ele era de fato Deus, o filho de Deus, como dissera aquele que falava “Abba”, paizinho, e dizia “quem me vê, vê o Pai”, e de si mesmo assegurara: “Eu sou a ressurreição e a vida”. Portanto, Deus mesmo, vivo e verdadeiro, estivera com eles, três anos eles haviam passado na amizade, na proximidade, de Deus! Não podiam ter dúvida alguma dessas duas verdades absolutas: o Mestre de fato falecera pregado numa cruz; e três dias depois reaparecera, vivíssimo, e passara com eles mais 40 dias, e não era nenhum fantasma, mas concreto e real, como eles próprios, no qual podiam tocar, e que falava e comia com eles. Não têm, não podem existir aqueles discípulos, outra coisa a fazer doravante senão sair anunciando esse acontecimento, o único acontecimento. Dar testemunho. Gritar, por toda parte, a todas as gentes, que Deus esteve entre nós. Enfim, fazer o que o mestre mesmo mandara: irem por toda a terra, batizar todos os povos, a todos levar a boa nova. E admitirão ser mortos como ele foi e não terão mais nenhum medo da morte porque sabem que Jesus ressuscitou. A salvação dos homens, a reconciliação com Deus, foi o sacrifício da cruz que fez. O que a ressurreição faz é não deixar dúvida nenhuma sobre a identidade dele. Ela é essencial para a nossa fé. Como dizia São Paulo: “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé”. Ela é o fato único e inigualável da história: Jesus Cristo ressuscitou dentre os mortos. Sim ele será o único.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 14 de abril de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 14 DE ABRIL DE 2019


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PESQUISA DIRECIONADA

Nobres:
Voltamos mais uma vez enfatizar algo que chama atenção do povão, mas prioritária para alguns institutos de pesquisas há muito assentadas aos seus interesses parciais que vem ocorrendo nos pleitos anteriores em função da ineficiência do TSE, em termos de fiscalização, em várias formas como aconteceu nas eleições de 2018. O atual modelo em tese seria racional, entretanto sempre distorce e desinforma, trabalha no sentido de enxurrar pesquisas, sem critério de se instar. Todo povo sabe que se colocam em dúvidas pesquisadores e “pesquisados” em função de quem promove as pesquisas. Porque direcionar contra o atual chefe do governo? As pesquisas vêm de encontro as ultimas eleições presidenciais em que a mídia não aceita o resultado por razões deles que são óbvias Em segundo lugar, esse modelo predominando nas campanhas inibe a formulação de políticas alternativas e de soluções criativas. Favorece a reprodução cômoda do senso-comum. Diminui o potencial transformador da política. As soluções para os problemas nacionais deixam de ser apresentadas pelas forças vivas da sociedade e pelos estudiosos. Muitas das propostas “desses guias” não passam de fórmulas vazias e superficiais criadas por eles e não raro precisam de conexão real com a sociedade, para não falar de preparo intelectual. Por isso são tão facilmente exportáveis para outros estados, regiões e até outros países. Aliás, a exportação do ‘marketing’ de pesquisas por estes institutos manjados tem contribuído para manchar a imagem do Brasil no mundo. O envolvimento de grandes construtoras brasileiras com a corrupção em países da América Latina e África comumente foi de par com esses institutos de “opinião pública” Não obstante, o foco das investigações tem se concentrado em políticos e empresários, sendo poupados alguns marqueteiros notórios. Surpreende  essa desatenção com um dos setores das campanhas por onde os recursos ilícitos mais transitam o que pode continuar a alimentar o fenômeno na campanha eleitoral que após as eleições continua insistentemente. Que sejam autênticos e fieis na verdade no que servia de contraponto às ‘Fake News’ que contradizem, sem os ‘contrafaças’ e nem mascarar-se.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 13 de abril de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 13 DE ABRIL DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
A SOCIEDADE CIDADÃ É FAVORÁVEL A ÉTICA

Nobres:
Temos plena consciência em que o atual e péssimo estado político em que vivemos velhas raposas apodrecidas dando de bonzinhos se compadecem do nosso povo que no íntimo “satirizam” a esperteza como força de mal e ausência de caráter que acompanham pela própria sombra de seu corpo. Diante desta questão tenho firme propósito de não abrir mão a esses facínoras em que o povo bem sabe em “escolher” ao ser convocado a urna de votos dando resposta incisiva, coisa que se repete ao longo das décadas, só os espertos fingem. Neste contexto, abordamos comentários sobre tema do cotidiano, por demais variados como elementos robustecedores e excelentemente real. Discorremos em termos nacionais dos que não fazem os grandes privilegiados para manter os próprios privilégios. Como podem não perceber a enormidade de suas pretensões arrogantes, o absurdo das regalias que se dão? São cínicos e incorrigíveis. Bem entendidos, são incorrigíveis por iniciativa própria. Porque precisam ser corrigidos. E vão ser corrigidos. Mais cedo ou mais tarde. A força da sociedade vai corrigi-los. Não deve continuar assim, com tamanho despudor, tamanho menosprezo pela ética mais elementar, tamanho deboche relativamente a todo o povo brasileiro. Vamos além: triste os sabidos representantes da velha política (que, sobretudo no Congresso, não é fácil sepultar) – entende que o Legislativo pode legislar em favor de si próprio sem quaisquer limitações, sem que suas decisões sejam fundamentadas e coerentes, sem que tenha de respeitar nem a Constituição, nem a ética, nem a razão. Uns destes tristes exemplos o do “surrado” Congresso Nacional que instituiu aberrantes privilégios se o Parlamento pode conceder “muitos auxílios” pode qualquer coisa em seu próprio benefício e o pobre do eleitor frustrado, o pobre do cidadão comum, o pobre do brasileiro honesto que paga impostos esses que fiquem assistindo ao espetáculo das elites e das castas, privilegiadas e presunçosas. No mesmo sentido, muitos membros dessas castas privilegiadíssimas os respeitáveis membros do Ministério Público, começaram a inventar mais outros auxílios e “mal seria” instituir o auxilio corrupção uma forma de formalizar a cretinice! São insaciáveis. São cínicos e incorrigíveis. Ou o país ataca frontalmente essas indecências do Legislativo, do Judiciário e do Ministério Público, ou ainda demorará muito a reforma ética pela qual o brasileiro comum sonha e em quem votou fervorosamente. Não basta, para o Executivo, fazer sua parte, cortar despesas, suprimir milhares de cargos comissionados. Há que pensar no conjunto nacional. Está ele, assim, diante de difícil, porém decisivo dilema: ou bem denuncia claramente essas indecências dos outros Poderes e consegue o entusiasmo popular contra tantas indignidades e o pior o povão safado e ladrão da inconsciência abona tudo.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 12 DE ABRIL DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
FAKE NEWS TENDE ENFRAQUE
CER

Nobres:
Em dado momento as notícias falsas se generalizaram, não só nas redes sociais e, sim na grande mídia nacional que cria tudo o que é de ruim contra o governo Bolsonaro. A parcialidade é evidente. Na ânsia de manter os incentivos econômicos e políticos dos autores e divulgadores das notícias falsas: não nos tomem como sugestão e não há necessidade disto. É só questão em cortar as benesses que foram proclamas por políticos que reinaram desde o governo de José Sarney o primeiro que se contemporizou no advento da “Nova República”. As postagens falsas tendem a explorar a natural atração humana pelo inusitado, sensacional ou conspiracional. As teorias conspiratórias insuflam o sentimento de que o leitor está ‘entendendo’ algo que está por trás das aparências. Um sentimento de que está descobrindo uma verdade não percebida pelos demais. Ao lado do burlesco é do espetáculo, esse tipo de post facilmente viraliza a audiência exponencial gera muito dinheiro e influência política.  Por isso, uma linha de solução para o problema é forçar as plataformas a proibir propaganda em matérias consideradas fake news. E, assim, diminuir-lhes os lucros. Uma rede de insatisfação que povoava o então Ministério da Cultura onde em sua maioria era beneficiada para divulgar “porcarias” com tida obra da música.  O atual governo ao acenar seriedade veio as retaliações e ainda mais sobre “a maldição da Rede Globo, Folha e outros segmentos da comunicação rendida o potencial e a “fragilidade do esquerdismo lulista” estão a bodejar!    Paulatinamente a sociedade e governo estão consciente. Fruto destas ações que dominavam o pretérito do governismo” por esta razão quase todas as fontes que urgiram dessa espécie, agora numa ação incisiva basta ‘Seguir o dinheiro’ e coimar quem lucra com as fake news deve ser um caminho propício.  Também modernizar o direito eleitoral para punir os candidatos beneficiários das fake news também passa a ser um desafio. Na verde tem jeito, sim.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 11 de abril de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 11 DE ABRIL DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
INSTINTO ANTIBRASILEIRO

Nobres:
Continua o processo da imprensa oficiosa dos lulistas – “Rede Globo e Datafolha” e outros safados e oportunistas que vem ao longo do inicio deste século onde foi implantado o canalhismo lulista. Esses safados iniciaram o processo de reforma da previdência e agora se voltam diante de um governo que encorajado resolver assumir reformas. O povão coitado criado numa cultura onde a lassidão é o forte se agarra num projeto que jamais leram e agora discutem ‘sobre custódia’ desses elementos aborrecíveis e o pior o Congresso Nacional o patrão das negociatas escusas e corruptas tem a função de modificar projetos onde o sistema presidencialista se tornou refém desse poder de mando. No padrão das inverdades repassam para uma camada da sociedade, fato que não é assim: O déficit das aposentadorias e pensões, de R$ 355 bilhões no ano passado. Até a pouco, a ênfase do governo na defesa da reforma estava na insustentabilidade do sistema previdenciário e consequentemente ensejaria o fim dos privilégios. Para pesquisadores da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), o Brasil é o único país do mundo que tem uma população jovem e os gastos com Previdência como se fosse uma nação velha. Temos aposentadoria precoce em alguns casos, abaixo dos 50 anos de idade -, a falta de limites para pagamento de pensões e a reposição da renda acima da média de outros países, ainda segundo técnicos da FIPE. Outra importante questão é a crise na previdência nos estados e municípios, que tem tomado praticamente toda a receita. Em alguns casos, os gastos vão além da receita, como nos estados do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro. Finalmente, ao contrário do alardeado de que os brasileiros regidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é que pagarão a conta da reforma, a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Economia reafirmou que os magistrados e políticos serão atingidos pela proposta. Para pesquisadores da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), o Brasil é o único país do mundo que tem uma população jovem e os gastos com previdência como se fosse uma nação velha. Finalmente, sabe-se que é impossível se fazer um ajuste dessa magnitude sem cortar alguma coisa de todo mundo. Com antagonismos tão grandes contra Bolsonaro os deputados francamente contrários a qualquer reforma. No entanto, a Câmara tem o poder de debater e aprimorar o texto da PEC. Que faça isso, então. O desafio está à frente, mas não querem, o objetivo é que melhor, o pior.
Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 10 de abril de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 10 DE ABRIL DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
BRASIL HABITUADO

Nobres:
Não pode negar que o sistema político brasileiro comprometido pela fraqueza dos partidos existentes, como alternativa no sentido de fortalecer as ações corruptas de seus “donos” em sua maioria parlamentares ou grupos oligargicos que se comungam, em sua maioria envolvida na Lava Jato. Tal situação mostra que nossa sociedade precisa avançar. O único caminho que a história dos povos nos mostra, nas nações que de fato se desenvolveram, foi o investimento em educação! No Brasil nunca conseguimos avançar muito, porque nosso povo nunca teve acesso à maior riqueza, a educação de qualidade. Afinal, sabemos que os problemas de uma nação têm por base a falta de educação do seu povo. Um povo sem educação ou com baixa e fraca escolaridade, “os manés vão com outros”  é que não compreende e não sabe interpretar o que lê, assiste ou ouve e que, por consequência, é massa de manobra fácil de guiar, não conseguindo conquistar sua liberdade e ficando à mercê da dominação, da violência, da falta de perspectivas. Neste feitio se inclui um intelectualismo interesseiro e bruto que se assemelha com o analfabeto, esses sim, “se formaram” na geração que o esquerdismo predominou manietado por um restolho permanente que acompanha o ideal inconsequente que persiste há séculos. Tudo isso se reflete em todas as áreas, nossas instituições se tornam frágeis, ficando os poderes longe de ser aquilo que o povo exige, mais interessadas em garantia de privilégios do que em ver todos se desenvolvendo. Temos então a grande massa da população em situação miserável e uma classe média oprimida e explorada, todos pagando altos impostos sem o devido retorno em serviços básicos de qualidade. Essa lógica precisa ser mudada! Temos que apostar no governo para que conduza o processo de educação que dê novas perspectivas de futuro as nossas crianças e adolescentes para que a democracia possa afirmar com justiça igualitária, onde esta “geração rede globo” em sua maioria tem a irresponsabilidade como meta e que as novas gerações consigam se afirmar com a paz é o que esperamos.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 9 de abril de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 9 DE ABRIL DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CRÍTICA
DOS ESQUERDIS
TAS

Nobres:
Não há no momento que contenha a política que visa tornar a nação brasileira joguete de interesses globalistas. O Brasil, como Estado soberano, mantém as relações com Israel no nível que bem quiser ninguém tem nada a ver com isso. Os brasileiros não desmerecem os árabes ou o Islã, porém, quem decide os interesses da nossa nação são os brasileiros. Ah! O Brasil será prejudicado comercialmente, mas a política externa de um país não pode ser pautada pela venda de commodities (o que vem sendo a prática nas últimas décadas). O Brasil não é um armazém. As relações externas orientam-se por perspectivas muito além do compra e vende. Ora, é bom que todos saibam a ligação do Brasil com os judeus é histórica e se inicia no surgimento do grande império português, onde os judeus estruturaram a base financeira e comercial daquele país, que nos legou o Brasil de hoje. Nestas terras tropicais, os cristãos novos e o “cripto judeus” tiveram marcante atuação nas artes e ofícios. E o Brasil retribuiu, contribuindo no trabalho de fundação do Estado de Israel, cujo epílogo guardado nas páginas da História foi na presidência de Oswaldo Aranha na Assembleia Geral da ONU, quando reconhecida a existência do Estado hebreu. Aproximar-se de Israel, para o Brasil, é caminho natural, não desmerece povo algum e nem desfaz amizades com países islâmicos. A história será escrita sem que interesses ocultos dirijam Brasil. O cinzel judaico ajudou a dar forma ao Brasil. Israel será valioso parceiro intelectual, cultural, espiritual e comercial. E é provável que, numa política conciliadora, o Brasil possa ajudar, em muito, a diminuir as tensões no Oriente Médio. É certo que o esquerdismo brasileiro do lulismo carregado de ódio com a chancela dos “descarados e corruptos da Rede Globo” e outras redes que vivem a mercê da subserviência, que estão tentando destruir o atual governo, porém, é uma questão de sobrevivência no sentido de preservar máfias diversas, não promove questões até que venha minimizar as crises permanentes, não que assola o Brasil deve se posicionar como nação para as políticas de relações exteriores.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 8 DE ABRIL DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ESSENCIA DA DEMOCRACIA

Nobres:
A dilatação democrática estar sujeito a uma minúscula realidade, de um quase nada: apenas da vontade das partes. Vontade de respeitarem a Constituição, vontade de cumprirem as regras do jogo. Partes aqui são, essencialmente, o governo e a oposição, cada uma com sua pretensão mais do que legítima, aquele, de continuar no poder, e a outra, de inverter as posições e virar governo. O essencial é que uma e outra queiram perseguir esses objetivos pelos meios definidos na Constituição e somente por eles. Não queira o governo continuar no poder, mas restaurando um golpe de Estado, como Getúlio fez em 37, por exemplo. Havendo essa disposição interior tanto no governo quanto na oposição, a prática da democracia continua. Não havendo, planejando o governo manter-se no poder por outros meios, ou imaginando a oposição tomar o poder sem ser pela voz das urnas. Essa vontade sendo reiterada, sendo afirmada e reafirmada ao longo das gerações, renovando-se sucessivas vezes, vai gerando uma cultura, um hábito, uma mentalidade geral, a consciência, em todos os cidadãos, de que a democracia é mesmo o melhor dos regimes desde que eliminados todos os outros. Então, um século de experiência democrática, sem interrupções, dois séculos, três séculos, podem permitir concluir que ali a democracia está consolidada, passou a ser instituição nacional, convicção geral, modo de ser do país, esta é a sua consolidação e o povo obviamente triunfará em todos os aspectos.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 7 de abril de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO 7 DE ABRIL DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
EMBARAÇAR O BRASIL

Nobres:
Certa vez discorreu o brilhante economista, diplomata e político Roberto Campos, segundo o qual "o Brasil nunca perde uma oportunidade de perder oportunidades". Este é fato realmente concreto em relação ao estado das coisas em relação aos políticos quem no íntimo não querem mudar nada. Exemplo promover reformas que o Brasil se volte a conceituar. Como essa gana de interesseiros corporativistas canalhas e anarquistas numa só junção é impossível promover a reforma política quanto mais à reforma da Previdência, que levou forte reação da pequena camada de “papagaios analfabetos” que modulam a vontade dos espertos e os interesseiros está uma situação apavorante criada pela “imprensa oficiosa” – Rede Globo, que manda na vontade do povão brasileiro-.  Neste contexto por naturalidade esta reforma no caso a previdenciária em ‘dissertação’ poderá funcionar como ponto de partida, com forte conteúdo simbólico de um processo mais amplo de ajustes nas contas públicas. O programa de concessões e privatizações pode colocar em curso um movimento de enxugamento do Estado, dotando-o de eficiência e criando oportunidades para a iniciativa privada. Por consequência irmanará a reforma tributária implicará o necessário aumento da produtividade e da competitividade das empresas, complementada pela abertura da economia e pela aproximação ao fluxo de comércio global. Somando a esse quadro propostas consistentes para demandas críticas da sociedade nas áreas de saúde, segurança e educação, até agora desconhecidas ou não formuladas, estará estabelecido o rumo que alicerça o otimismo e, por consequência, a expansão econômica. Tal cenário já seria promissor. Pelo potencial do esquerdismo político aparentemente ideológico formou pressão global e o governo diante dessa fortaleza que tem divulgação em bloco com as “maldições” do Congresso Nacional por parte de alguns de seus parlamentares anarquistas muitos de espécie marginal e que infelizmente é foco de decisão entre os poderes de vê tomar esses sinais como prenúncio de reversão de uma agenda que processaria o graúdo da reforma. Mas, sem demonstrações plenas sobre o propósito de levar as reformas, e com a insegura recuperação da economia onde o país é consequência da globalização mundial e que se reflete aqui, pode dar lugar a outro ciclo de retração. Evidenciou outra crise a crise moral por políticos inescrupulosos engordados por declarações ociosas, embates dispensáveis e polêmicas sem sentido, o mal-estar direcionado ao Executivo pelo segmento podre do Congresso trava decisões importantes e cria um sentimento de insegurança na sociedade ética e cria no empresariado na área econômica reprimindo os já tímidos níveis de investimentos no Brasil. É justamente do que não precisamos. Com essa situação constrangedora resta ao governo preservar as linhas gerais concernentes a sua atuação na economia e firmemente colocar ordem na confusão em áreas críticas como educação em que “os contra” da filosofia do pior, melhor, torcem como é próprio dos malefícios da nossa história.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 6 de abril de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 6 DE ABRIL DE 2019


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
FICÇÃO PARA O REAL

Nobres:
Uma das causas que nos leva a afirmar concernente ao nosso comentário em função da velocidade do tempo se transpor a realidade quando no pretérito se estima a ficção e que hoje fazem parte do nosso cotidiano. Tamanha evolução em tão pouco tempo resulta no fato de que dificilmente há quem se pergunte se há algo que ainda possa ser inventado. Pelo contrário, mantemos nossas expectativas em alto nível, ansiosos pelo o que vem de inovador, ainda que não façamos ideia do que possa ser. As possibilidades são muitas e vão desde novas formas de gerir, comunicar e solucionar problemas até o desenvolvimento de procedimentos médicos cada vez menos invasivos e a descoberta da cura para diversos males que ainda nos afligem. Aliás, é exatamente no campo da medicina onde são encontradas algumas das inovações mais significativas. Menos de cem anos separam a descoberta da penicilina do desenvolvimento de robôs capazes de realizarem cirurgias complexas e de forma precisa, inclusive comandada por um profissional situado a quilômetros de distância. No entanto, como a efetiva compreensão das transformações e a mudança de comportamento possuem relação de tempo e espaço distintos da verificada no avanço tecnológico e científico, nossa sociedade tem experimentado contradições e desafios como a formação de profissionais capazes de atuar em um cenário cada vez mais competitivo, inovador e disjuntivo. Hoje dispomos de ferramentas educacionais capazes de promover o acesso ao conhecimento acadêmico de maneira atraente e eficiente, ao passo em que competências como dinamismo, autonomia e criatividade são desenvolvidas. Nossa cultura ainda está fortemente enraizada em concepções ultrapassadas que não só dificultam olhar a frente, mas já refletem no descompasso entre o que é aprendido e o que é demandado pelo mercado de trabalho e pela sociedade atual. Por outro lado o termo educação a distância foi cunhado no início do século XX para designar cursos de datilografia por correspondência em uma época na qual computadores e internet eram impensáveis, “o ontem” foi outra realidade. Mas o que existe hoje é outra coisa completamente distinta. O que ainda é apresentado como EAD nada mais é do que educação intermediada pela tecnologia. A fria troca de correspondências entre aluno e tutor deu lugar a ferramentas modernas e seguras que permitem a interação do estudante com professores, colegas e conteúdos enquanto ampliam a intimidade do aluno com o universo tecnológico. Além disso, nosso marco legal da educação determina que o processo educacional, seja ele presencial ou intermediado por tecnologia, deve dialogar com diretrizes curriculares previamente estabelecidas e sobre as quais são construídos os projetos pedagógicos dos cursos de graduação. A modernização do processo educacional é inevitável, assim como as inovações que nos surpreendem cotidiano a cotidiano.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 5 de abril de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA 5 DE ABRIL DE 2019

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DISCORRER A RETÓRICA

Nobres:
É regra por não dizermos que o nosso Brasil seja a nação que mais explique insucessos e fatos políticos negativos.  Repetem-se as velhas justificativas. E os discursos “orquestrados” por uma banda que não sai dos seus primeiros acordes! Portanto, não levam a lugar nenhum. E a falta de pragmatismo acompanhado da irresponsabilidade vivenciado nestes treze anos da praga do lulismo. Não é só no Brasil que os canalhas e safados avançam. Mas em termos continentais não é de agora que a América Latina ficou com o laivo de lugar de bons discursos e péssimos resultados onde um marginal da pior espécie, ajudado por um eleitorado rendido e comprado num Estado (Paraná) o berço atual da moralização, mas em contradição se especifica. Vamos torcer para um dia superar esta “deformidade”. Entre sistemas esconde o real. A república precisa ficar forte, consolidada. O tempo passa e o tempo perdido não se recupera. Estamos no fim da segunda década; vinte por cento do Século XXI. Quando será que o Brasil vai entrar nele? Que canseira. Haja “resistência”. E a barbárie está perto. De simples calçadas esburacadas ao crescente consumo de crack em todas as cidades brasileira, núcleos urbanos e rurais e aí não há exceção. Como direção resvala a há indisposição das autoridades no sentido de instar a carência de saneamento básico à falta de remédios em postos de saúde em quase todos os quadrantes do país, o universo de problemas é enorme. Nele, a corrupção, matriz de tudo, vem sendo tratada com êxito pela operação Lava-Jato, mas essa deu certo desde o início. Há registros que são estarrecedores. Como um recente divulgado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), de que nos últimos vinte anos, entre 1997 e 2016, mais de cento e quarenta e cinco mil crianças e jovens faleceram no Brasil em consequência de disparos de armas de fogo, acidentais ou intencionais, como em casos de homicídios ou suicídios. A maioria dos casos, quarenta e cinco por cento (45%) em 2016, aconteceram nos estados do Nordeste onde a oligarquia de velhas e novas raposas políticas são louvadas pelo povão carente pobre, analfabetos, espertos e intelectuais interesseiros onde “feudos” se proclamam. Existem alternativas onde os marginais da política não querem se expor. Por este lado a sociedade ética precisa reagir, urgentemente, com novas e eficazes políticas para combater esta tragédia, de caráter reacionário, pois é a causa principal é a deficiência na educação a sua raiz. Missões e desafios, recuperadores e de avanços, em todos os setores e instituições, estão nas mãos deste novo governo e parlamento, o segundo, que não pode permanecer com as mesmices dos anos anteriores, opugnar paulatinamente os malandros. Que façam acontecer, independentemente de partido e uma aparente ideologia de está abaixo de seus interesses.  O objetivo é um só, o bem da nação, que não se encontra bem, justamente pelo canalhismo reinante neste segmento.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 4 de abril de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA 4 DE ABRIL DE 2019


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
DISPOSIÇÃO COSTUMEIRA

Nobres:
O invencível jeitinho brasileiro o indicador genético de nosso povo mostra a cara novamente: até na delação o brasileiro busca uma forma de contornar a realidade ao seu favor. Depois de estremecido o país, liquidarem um presidente, entregarem esquemas e quase saírem impunes do maior esquema de corrupção do mundo, os irmãos “Esley” lançaram, agora, uma nova modalidade criminal: a delação à brasileira. “Nós não ‘vai’ ser preso”, afirmou Joesley convicto. Considerando-se um gênio do empresariado, JB orgulhava-se por saber os caminhos dos bastidores e os segredos do enriquecimento criminoso. Após fazer fortuna, restava-lhe, apenas, salvar sua cabeça e o império Batista. E arquitetando uma gigantesca conspiração para entregar os nomes mais preciosos embora nefastos da República, Joesley grampeou-se e foi ao abate! Gravou ministros, deputados, senadores, governadores e o presidente. O problema, porém, é que JB estava tão disposto a grampear bandidos que se esqueceu de que, dentro de si, havia um dos maiores criminosos do esquema: aquele que ostenta a veia do empreendedorismo para encobrir sua farsa e lavar as mãos. E foi assim que o Senhor Friboi gravou a si mesmo e entregou de bandeja, a própria cabeça. Joesley tentou enganar a Procuradoria Geral, o Supremo e a Polícia Federal omitindo informações numa delação incompleta e seletiva. Sem limites, JB diz ter influência com cinco ministros da suprema corte e um fechado ao seu lado. Em suma, a corrupção comprou os três poderes! O jeitinho brasileiro mostra a cara novamente: até mesmo na delação o brasileiro busca uma forma de contornar a realidade ao seu favor. E o melhor: acredita-se que os áudios recentes tenham sido entregues por engano à PGR. Ou seja, a negligência típica de quem faz da vida um improviso leva, pois, ao fim da linha; crendo que o mundo é dos espertos, Joesley rifou-se. Os irmãos Batista eram, até então, os símbolos máximos da impunidade, o rótulo clássico de que o crime compensa. A mentira, contudo, não permite falhas. Em verdade, a gafe mortal dos “Esley” é a prova viva de que a corrupção consome até mesmo o próprio corrupto principalmente a “corrupção a brasileira” que sempre tardou, mas chega como o ímpeto da própria justiça em puni-los. Outro fato que faz parte do cotidiano político; em síntese, importunar com os corruptos aliados a Rede Globo que ainda impera e determina a mente dos irracionais do analfabeto a esperteza dos criminosos intelectuais do lulismo, um populista que sacode as massas com as invenções de seus comparsas esta personagem que se diz mundialmente famoso por contradição é um preso comum condenado pela justiça sobre o que emana a Constituição plena dos direitos democráticos com sua amplitude permite canalhas, vagabundo acobertados por mandato parlamentar, bagunçou e esperneou o fanatismo “do que tudo é contra – quanto pior, melhor” – empanaram  no seu ”terreiro” perdão os demais parlamentares que não ‘comungam’ de gestos dos banditismo petista e legendas aliadas onde canalhas como um dos Josés, Rosários e Gizeles  qualqueis, como são naturais, não respeitaram um recinto que emana o poder de representação popular. Ainda se bandam com o MST de Rainha que por várias vezes ocuparam as galerias com o só objetivo, bagunçar e agredir pessoas com a parcimônia daquelas “autoridades” nos tempos tempestivos do “chefão”.
Antônio Scarcela Jorge.


quarta-feira, 3 de abril de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA 3 DE ABRIL DE 2019


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PRIMAZIA NA EDUCAÇÃO
Nobres:
Agitada a ficção ajuntada por elementos corruptos que dominam os poderes constituídos da República, onde os incautos fazem o Brasil maravilha e de grande prestígio internacional que na realidade é considerada pelas nações é de péssima imagem e que tem enormes prejuízos desconhecem os fatos. Só ser realista de que situação é ruim, ela pode ficar ainda pior evidentemente com o agravamento da crise econômica e principalmente a moral. Como deveria ser prioridade a qualquer momento sem esses desleixes deveria ser a educação como fator natural. Entretanto vemos a situação da rede pública, já sucateada e desmotivada, passará a ser dramática com o ingresso de alunos excluídos da rede privada por incapacidade de pagamento de suas famílias. Não há no horizonte perspectiva de que a arrecadação pública volte a crescer e não podemos nos dar ao luxo de esperar para enfrentar os gargalos na educação. Sem recursos adicionais, precisamos mirar na contenção no gasto público. Dar mais eficiência para o orçamento exigirá aperfeiçoar ferramentas de gestão, inclusive instrumentos de controle que nos permitam corrigir o que está dando errado e multiplicar o que está dando certo. Na realidade o professor deve encorajar os estudantes a fazerem suas próprias pesquisas científicas e a desenvolver melhorias inovadoras e novos produtos que atendem as necessidades locais. É necessário melhorar a infraestrutura das escolas e capacitar melhor nossos professores. Mas é preciso acrescentar um ingrediente fundamental no processo de ensino, o entusiasmo. O desafio de governo e sociedade é “fazer mais” com mais. Com mais gente, com mais esperança, com mais comprometimento podemos fazer um Brasil com mais saúde, mais segurança e mais educação, para se tornar o país da esperança e pelo menos minimizar a corrupção desenfreada liderada pelo enorme  potencial de corruptos liderada pelas mentiras da globo.
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 2 de abril de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA 2 DE ABRIL DE 2019


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ARTRÓPODES NUMA ILHA DE FANTASIA

Nobres:
É inegável que o lulismo através de seus governos frustrou esperanças ao causar a maior recessão de nossa história através de sua desastrada política econômica pretensiosamente intitulada ‘nova matriz econômica’. Que nos deixou um legado de 14 milhões de desempregados formais principalmente nos grandes e médios centros habitacionais do Brasil. De comum, também a atração por regimes autoritários. Pelos de ‘esquerda’, como as ditaduras de Maduro e Ortega. Do alto de sua frágil formação intelectual, promoveu a corrupção o roubo ao erário. Elevou o patronalíssimo as grandes empreiteiras firmaram contratos principalmente com as nações esquerdistas, uma desordem jamais veja em toda história do país.  Como se verificou na rede de corrupção na Petrobrás e outras estatais brasileiras montadas pelos principais líderes do seu partido e de seus governos. Fazem-nos estarrecer que o intelectualismo lulista, alguns da região nordeste e de seu Estado, como santos, e que tem acesso à imprensa lulista, fazem críticas contundentes sobre a inspiração e o alinho corrupto. São desgraçados e que não aceitam o resultado das urnas onde o povo foi chamado Tem contas a prestar mais tarde com a justiça, e não tem caráter, são verdadeiros fabricantes de notícias, inventam na doentia mania de quem não desejam o progresso do Brasil, são incendiários da palavra.   E nisso eles também se assemelham. Cruz credo!
Antônio Scarcela Jorge.


Pinceladas !!!

ainda há de chegar a hora

O jornalismo investigativo colocou em uma emissora de TV (SBT) já hoje pela madrugada em sua reportagem discorreu sobre a máfia das licitações com laranjas agregadas sobre os shows promovidos iniciando pelo Estado de Sergipe.  Esses municípios oficializam o roubo em comum acordo com membros essencialmente corruptos em sua esmagadora maioria seja também "acolhida" por segmentos de todos os poderes. Compreendemos de que esses senhores" , ditas magníficas excelências corruptas sempre desviam evidentemente se atalham no sentido de enganar o povão. Salientamos ainda, também agora passamos entender que esses gestores se aproximaram tanto do PT e e acolheram para suas hostes membros dessa agremiação corrupta. Enganar o povão sempre se estima o momento, apostando no dia da eleição com a "velha e surrada compra do voto". Também apostam na derrubada do governo da união, na pressa de sobreviver a iminente "contas a prestar com a justiça" que todos sabem as conseqüências (uma dezena de presos - ex-presidente; ex governadores   aliados aos grandes empreiteiros do Brasil. Marcamos o próximo encontro,que com certeza veremos. 
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA 1º DE ABRIL DE 2019


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ÉTICA É EXEMPLO INQUESTIONÁVEL

Nobres:
A palavra “ética” está pautada com a moral e está presente nos bons costumes, em nosso comportamento e na boa-fé. No que se refere a “ética” no trabalho, esta tem uma importância fundamental no exercício da profissão, na ação de fazer e de agir. O que fazer diz respeito à competência, à eficiência e à eficácia no exercício da profissão. O agir está relacionado às atitudes a serem tomadas na execução da atividade. A maioria das profissões deveria possuir o seu próprio código de ética profissional, indicando como a pessoa deve se comportar no âmbito da sua especialidade. Faz parte do código de qualquer profissão um conjunto de normas para cumprimento obrigatório, cujos princípios éticos passam a ter força de lei. Na prática, quando falamos em uma pessoa ética, queremos ressaltar a honestidade, a moral e o bom caráter do indivíduo. É uma reciprocidade de obrigações. Além disso, deve abordar, entre outras preocupações, o cumprimento das leis, os conflitos de interesse, a proteção ao patrimônio, bem como combater a prática de suborno e corrupção, os assédios moral e sexual. Sua principal intenção é a de disciplinar o modo como cada um deve lidar com esses temas, no dia a dia, sendo indispensável à participação dos funcionários sendo no serviço público ou privado. Por este lado, atualmente há uma pressão da sociedade para que as empresas sejam mais transparentes e corretas. As empresas que não se esforçarem para fazer a união entre a “ética” e as boas práticas de governança, mais cedo ou tarde, serão envolvidas por grandes crises. As que cometerem erros muito graves desaparecerão. As demais amargarão longos períodos de dificuldades. Os valores éticos são nascentes da acumulação de forças indispensáveis para a entrada em um novo período em que práticas escusas sejam rechaçadas e contrapostas por outras saudáveis e úteis à sociedade. Portanto a ética é uma ação decisiva para todo fim.
Antônio Scarcela Jorge.