domingo, 18 de março de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O ESPELHO DOS POLÍTICOS

Nobres:
E normativo empreendido pelos políticos do Brasil em busca da disputa dos novos cargos as peças começam a mover-se com rapidez, melhorando as posições de uns e piorando a de outros. a de uma guerra de gerações, com os “novos” querendo entrar enquanto os mais antigos lutam para manter-se. Em política, existe um fenômeno tradicional, conhecido como “estar na fila” - antes de concorrerem aos principais cargos, os “novos” fazem como que um “percurso de reconhecimento”, galgando aos poucos as posições que lhe levarão à disputa dos principais cargos. Quando este “sistema” é atropelado, diz-se que aquele que o fez “furou a fila”.  espaço para pensar em consequências. É impossível prever, nesse embate de gerações que estamos vendo, quem sai vencedor. Nenhuma geração entrega o poder a outra sem lutar muito para que isso não aconteça. E também não se pode dizer que, no entrechoque de posições,  uma ou outra garanta uma hegemonia tranquila. No espaço de quatro anos o período de uma eleição muita coisa pode mudar. Política é a guerra em tempos de paz para ser mais transparente: a política e os políticos em ação e até dos primórdios da nossa história, onde os portugueses desfaçadamente " vieram pela primeira vez ao Brasil, implantaram as raízes da corrupção e safadeza eterna, tudo sem exceção se tornou retórica. seguidas gerações como a atual procuram atenuar o círculo vicioso que se transformou em câncer o mote natural das exterminações. neste contexto a de se proclamar a esperança, aguardamos como as urnas tratarão os adeptos dessa opção, parecendo ser a política seja que sistema for se faz lutar por um legado permanente de interesses que não fogem ao poder, assim não consolidado, permanece como uma monarquia transcendental.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 17 de março de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 17 DE MARÇO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CADA DIA O PIOR

Nobres:
O Rio de Janeiro está como foco de domínio das organizações criminosas, domínio das favelas e os bandidos agem como nada acontecem. É o desafio e o enfrentamento no asfalto, nas favelas. Um lulista “transloucado” aqui na terrinha está associando ao crime organizado estando de prontidão para o enfrentamento, se o anarquista quiser. Afinal ele tem razão. uma desfaçatez incomum após decretada intervenção federal de “uma banda” para completar o governador Pezão, aliado a corrupção deveria está preso. Esse presidente Temer não tem forças suficientes para se instar. Tem fins eleitoreiros. Alguém alertou sobre a força do voto. Porém os eleitores são encargo da ausência de cidadania, segundo eles, isto se resolve no Dia da eleição com a compra de votos. Lula sabe disso quando declarou antecipadamente a derrota de figurões da república na sua segunda reeleição em 2006, tirando do páreo (compra de votos) um de seus inimigos e entronizou o correto santíssimo Jaques Vagner que hoje está preso. No “nosso” e deles o Ceará, Tasso Jereissati, onde a cultua governista perdura desde Raul Barbosa; Ainda em Pernambuco Marco Maciel e Amazonino Mendes na Amazônia. Entretanto o país espera que retome o império da ética e, hoje o poderoso anarquista condenado por mais de doze anos de prisão seja consolidado. Neste contexto a sociedade ética lança direto a um desafio: significa que estamos num vácuo de autoridade, de confiança na impunidade e de agressão à atividade política e social.  O primeiro passo é o de esclarecer o crime e chegar aos culpados. O segundo é o de todas as forças democráticas se convencerem de que as eventuais diferenças entre elas não deve impedir uma ação conjunta contra esse estado de coisas. A situação em que vive o país, poderes em xeque, governantes e líderes políticos atacados em sua credibilidade, ascensão de sentimentos agressivos em relação ao diferente, retórica hostil tomada como normal, cria uma ambiência favorável ao mesmo tempo, é assustador pela ousadia que carrega e pelo que pode estimular no futuro, se não houver uma reação efetiva e exemplar. É fundamental que em todo o país a sociedade demonstre sua desaprovação. Essa é uma das maneiras não só de impedir que os criminosos fiquem impunes, mas também de fazer com que a barbárie não siga adiante em nosso país.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 16 de março de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 16 DE MARÇO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

BRASILEIRO SEM RUMO

Nobres:
As recentes pesquisas CNT/IBOPE que proliferam o País no ano eleitoral é consequência da desordem que um senhor (estou tratando muito bem! Que ora  rasga a legislação eleitoral expele o “manto da agitação” onde o anarquista Lula, promove a quase todo dia realizando comícios, atacando o judiciário, uma imundice incomum neste triste cenário corrupto que impera no momento. Dentro deste contexto sob seu comando, faz a sociedade entender pela falta de opções, a situação corre riscos de piorar ou manter-se ruim. A desconfiança reflete diretamente a crise de representação política que temos visto nos últimos anos, e não só no Brasil, com o questionamento da legitimidade de lideranças e legendas partidárias. Este é o dado que se enquadra como sinal de alerta. Já o resultado que entra como sinal de alento é o dos otimistas com as eleições: são 20%. Pouco menos que a metade do grupo anterior, mas mesmo assim suficiente como uma espécie de âncora do sistema em meio ao tsunami de denúncias, processos, revelações escabrosas, práticas condenáveis, em meio a tudo isso há um percentual de brasileiros que acredita que a situação pode melhorar com os nomes que estão aí. As principais razões do otimismo desses entrevistados são a expectativa de mudança e renovação (32%), esperança no voto e participação popular (19%), o sentimento de que se espera melhorias de forma geral (11%) e melhorias econômicas (9%). Depois dos “pessimistas” e “otimistas”, a pesquisa identificou que 23% não se definem como uma coisa nem outra, e 13% não quiseram dar opinião.
Sabemos todos que pesquisa é “retrato do momento”, mas o mundo da política deveria prestar atenção nesses resultados, porque eles mostram a ebulição em que está o país. Ou, melhor dizendo, em que estão os brasileiros.  Não podemos ver os “pessimistas” como aqueles que já abandonaram suas convicções democráticas, nem os “otimistas” como lenientes com a crise ética e política. Os dados do levantamento CNI/Ibope podem ser lidos de diversas maneiras; nós preferimos interpretá-los como mostra de um sentimento que todos nós cultivamos: o sentimento de um Brasil melhor,  sem os maus exemplos que temos visto.
Antônio Scarcela Jorge.


quinta-feira, 15 de março de 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
BRASIL CONTAMINADO

Nobres:
Foi no tempo do desastrado governo Collor, regra padronizada de todos os governos corruptos, se desestima desta forma muito se generalizava em ‘surrupiar’ (roubar) apenas em mil reais ou milhões de reais, atualmente a coisa beira a bilhões. Hoje em dia as contas já vêm vinculadas em dólar porquanto onde está depositada a maioria do espúrio dinheiro, é feita em dólar. E, repare bem, dependendo da pessoa de quem estão falando, traduzem por dólares, porque a maioria dos brasileiros nem sabe o real valor da moeda americana que deve estar multiplicado por três, para se souber o valor em Reais. Neste caso é assim: O tal político fraudou o país surrupiando a quantia de $250,00 (duzentos e cinquenta mil dólares), sem dizer que isso significa para o povão, um milhão de reais. Os que se locupletaram com dinheiro surrupiado já não têm vontade de ficar escondidos. Vem com a maior calma e alma lavada porque sabem que vão aparecer na mídia e nada mais. De repente, também, uma reclusão ainda que pequena e notificada por benfeitorias e outras benesses, as quais outros presos não merecem ter, deva ser julgada como um procedimento de ajuda psicológica. Gostaríamos de idealizar o que vai acontecer em nosso País, conhecido no mundo inteiro pelo alastraste império de corrupção que se tornou se não der em nada. Mais de dezenas de presos, que o Supremo resolveu soltá-los em função do julgo e multipluralismo ordenamento constitucional que regalia “o jeitinho brasileiro imoral”      formatado para este fim propiciando os seus interesses comuns e convenientes. Será que tudo continuará como d’antes na terra de Abrantes? Sim e sim, certamente; é a lei da natureza Brasil! Uma piadinha aqui outra acolá e o tempo vai passando sem ver as punições e, o povo carente de uma boa Educação e sem Saúde. Não convêm estar aqui enumerando e anunciando quais são os elementos causadores e, nem muito menos, me interessa versar sobre os partidos políticos (sucursais de empreiteiras) a que pertencem, pois não sei se haveria salvação para nenhum. Celeradamente toda essa cambada que participam deste tipo de patifaria ou de outras ações delituosas estimam seu poderio.
Antônio Scarcela Jorge


terça-feira, 13 de março de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 13 DE MARÇO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

QUESTIONAR A IMPUNIDADE

Nobres:
Neste país maravilha para os políticos corruptos onde neste ano, só o ministro Fachin julgou uma dezena de milhares dos casos. O Supremo não tem estrutura para rever todos os processos. E, em um país com tão alentado leque de recursos processuais, pode-se garantir que quase todos os condenados permanecerão soltos. Beneficiados pela prescrição. Em 2016 (fonte, EBC), tínhamos 726.712 presos. Hoje, devem ser mais. Entre eles traficantes, estupradores, corruptos em geral. Queremos que todos permaneçam em liberdade depois de condenados por tribunal.  Se a lei é isonômica, por exemplo, (péssimo), Marcola e Fernandinho Beira-Mar passariam a responder em liberdade. Queremos isso? E tudo só por conta desse caso de agora? Ruim, nisso tudo, é que a tese beneficia quase sempre, apenas poderosos. Os políticos e economicamente poderosos. Que pobres não têm recursos para custear advogados nas altas cortes. Enquanto gente como Bendine, do Banco do Brasil e da Petrobras, condenado (por corrupção, em favor do PT e de seus próprios bolsos), tem de sobra. Para uma ideia mais clara da desimportância institucional do tema, somente 0,6% dos recursos apresentados ao STJ levaram à revisão dos julgados. E sempre em razão de problemas formais reconhecimento de prescrição, negação do direito de defesa, por aí. Sintetizando, não há uma epidemia de presos inocentes, como pretendem alguns militantes, partidários de comícios permanente, “a troco de pão e circo” prática milenar, onde se juntam milhares de pessoas sem noção do que é a verdadeira realidade, onde os corruptos são considerados deuses. Tanto é que o governador do Ceará, fez um ajuntamento para enganar onde o Estado é tranquilo, navega num mar de tranquilidade, onde o atalho é “brigas das torcidas organizadas, que em sua essência, não cabem nem um ônibus” A república da igualdade é uma tônica. O Ceará é o centro das atenções do universo onde se implantou a educação de quantidade para deliciar os governos populistas onde candidaturas “loucas” se convergem aos interesses deles. Em síntese; nos outros Estados da federação “estão fora do mapa desta utopia”  onde o judiciário entende as condenações, como início promissor na construção de uma sociedade verdadeiramente democrática e aonde os culpados vão para a cadeia, independentemente de suas pompas e circunstâncias gente do povo, milionários, estupradores, deputados, senadores, milicianos, ministros, traficantes, presidentes e outros de impar individualidade.
Antônio Scarcela Jorge.


segunda-feira, 12 de março de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 12 DE MARÇO DE 2017

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
REFORMA DA PREVIDÊNCIA DEIXOU DE SER PRIORIDADE PARA O GOVERNO

Nobres:
Não obstante de ter saído da pauta legislativa para este ano, a necessidade de reforma da Previdência permanece e parece entrar em consenso entre as diversas forças políticas, incluindo-se aí economistas da (pseudo) esquerda defensora dos privilégios da classe média alta. Ou seja, os líderes daqueles segmentos que se julgam de esquerda, mas que insistem em defender veementemente a concentração de renda e os privilégios de poucos que tomaram de assalto o estado para se beneficiar de suas políticas, agora parecem começar a concordar que a reforma da Previdência é necessária. Recentemente, Nelson Barbosa, economista de confiança de Dilma Rousseff e que a ajudou a quase destruir o Brasil, em entrevista reconheceu que a reforma da Previdência é necessária. Mas argumenta que ela deve contribuir para a justiça social e será necessário elevar a contribuição para a Previdência com o fim de equilibrá-la. Obviamente a ideia de justiça social dominante para ele e a sua senhora, além de setores retrógrados do PT, é distribuir renda em favor da classe média alta que vive pendurada no estado, como foi a tônica do governo dela. Mas a própria ideia de que uma reforma é necessária já é um passo importante. O Brasil já é um dos países que mais gasta com Previdência no mundo. Além desse fato, existem vários estudos acadêmicos que mostram que a Previdência Social no Brasil concentra renda, especialmente o Regime Próprio de Previdência Social, que é responsável pelas aposentadorias do setor público. Isso significa que não cortar os privilégios consolidados nas aposentadorias do alto escalão dos funcionários públicos é defender a concentração de renda no país. Nesse contexto, defender aumento da arrecadação para reduzir o déficit ao invés de controlar esses gastos excessivos, é uma proposta de manter a concentração de renda no país, algo que pode ser considerado como uma proposta de ultradireita, pois sua consequência é concentrar renda em mãos de uma minoria privilegiada. Isso não quer dizer, contudo, que não haja categorias de trabalhadores que não possam ter suas contribuições elevadas, como aqueles que atuam como pessoas jurídicas ou empregados em micro e pequenas empresas. Essa maior equidade das contribuições das diversas categorias de trabalhadores poderia estancar algumas perdas previdenciárias, além de equilibrar melhor os preços relativos de bens e serviços e, com isso, tornar o sistema de preços mais eficientes na alocação de recursos em nossa economia. Obviamente, a elevação da contribuição rural é a mais importante mudança a se introduzir, pois isso inclusive tornaria nossas exportações de produtos industrializados mais competitivas internacionalmente. Esses aumentos, contudo, vão cobrir pouco do rombo da Previdência. A redução das super- aposentadorias e a redução de aposentadorias precoces são os caminhos necessários e mais eficazes. A nossa classe média que vive pendurada no setor público tem que aprender que trabalhar não faz mal não. Ao contrário, faz até bem para a saúde mental. Os preguiçosos é mais que protestam com a revisão da previdência, entre eles a nação lulista composta por pelegos sindicalistas.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 10 de março de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 10 DE MARÇO DE 2018 (POSTADO ÀS 16:41 H)

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
INCLINAÇÃO COSTUMEIRA DO NOSSO PAÍS

Nobres:
O invencível jeitinho brasileiro o indicador genético de nosso povo mostra a cara novamente: até na delação o brasileiro busca uma forma de contornar a realidade ao seu favor. Depois de estremecido o país, liquidarem um presidente, entregarem esquemas e quase saírem impunes do maior esquema de corrupção do mundo, os irmãos “Esley” lançaram, agora, uma nova modalidade criminal: a delação à brasileira. “Nós não ‘vai’ ser preso”, afirmou Joesley convicto. Considerando-se um gênio do empresariado, JB orgulhava-se por saber os caminhos dos bastidores e os segredos do enriquecimento criminoso. Após fazer fortuna, restava-lhe, apenas, salvar sua cabeça e o império Batista. E arquitetando uma gigantesca conspiração para entregar os nomes mais preciosos embora nefastos da República, Joesley grampeou-se e foi ao abate! Gravou ministros, deputados, senadores, governadores e o presidente. O problema, porém, é que JB estava tão disposto a grampear bandidos que se esqueceu de que, dentro de si, havia um dos maiores criminosos do esquema: aquele que ostenta a veia do empreendedorismo para encobrir sua farsa e lavar as mãos. E foi assim que o Senhor Friboi gravou a si mesmo e entregou de bandeja, a própria cabeça. Joesley tentou enganar a Procuradoria Geral, o Supremo e a Polícia Federal omitindo informações numa delação incompleta e seletiva. Sem limites, JB diz ter influência com cinco ministros da suprema corte e um fechado ao seu lado. Em suma, a corrupção comprou os três poderes! O jeitinho brasileiro mostra a cara novamente: até mesmo na delação o brasileiro busca uma forma de contornar a realidade ao seu favor. E o melhor: acredita-se que os áudios recentes tenham sido entregues por engano à PGR. Ou seja, a negligência típica de quem faz da vida um improviso leva, pois, ao fim da linha; crendo que o mundo é dos espertos, Joesley rifou-se. Os irmãos Batista eram, até então, os símbolos máximos da impunidade, o rótulo clássico de que o crime compensa. A mentira, contudo, não permite falhas. Em verdade, a gafe mortal dos “Esley” é a prova viva de que a corrupção consome até mesmo o próprio corrupto principalmente a “corrupção a brasileira” que sempre tardou, mas chega como o ímpeto da própria justiça em puni-los.
Antônio Scarcela Jorge.

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 10 DE MARÇO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
INCLINAÇÃO COSTUMEIRA DO NOSSO PAÍS

Nobres:
O invencível jeitinho brasileiro o indicador genético de nosso povo mostra a cara novamente: até na delação o brasileiro busca uma forma de contornar a realidade ao seu favor. Depois de estremecido o país, liquidarem um presidente, entregarem esquemas e quase saírem impunes do maior esquema de corrupção do mundo, os irmãos “Esley” lançaram, agora, uma nova modalidade criminal: a delação à brasileira. “Nós não ‘vai’ ser preso”, afirmou Joesley convicto. Considerando-se um gênio do empresariado, JB orgulhava-se por saber os caminhos dos bastidores e os segredos do enriquecimento criminoso. Após fazer fortuna, restava-lhe, apenas, salvar sua cabeça e o império Batista. E arquitetando uma gigantesca conspiração para entregar os nomes mais preciosos embora nefastos da República, Joesley grampeou-se e foi ao abate! Gravou ministros, deputados, senadores, governadores e o presidente. O problema, porém, é que JB estava tão disposto a grampear bandidos que se esqueceu de que, dentro de si, havia um dos maiores criminosos do esquema: aquele que ostenta a veia do empreendedorismo para encobrir sua farsa e lavar as mãos. E foi assim que o Senhor Friboi gravou a si mesmo e entregou de bandeja, a própria cabeça. Joesley tentou enganar a Procuradoria Geral, o Supremo e a Polícia Federal omitindo informações numa delação incompleta e seletiva. Sem limites, JB diz ter influência com cinco ministros da suprema corte e um fechado ao seu lado. Em suma, a corrupção comprou os três poderes! O jeitinho brasileiro mostra a cara novamente: até mesmo na delação o brasileiro busca uma forma de contornar a realidade ao seu favor. E o melhor: acredita-se que os áudios recentes tenham sido entregues por engano à PGR. Ou seja, a negligência típica de quem faz da vida um improviso leva, pois, ao fim da linha; crendo que o mundo é dos espertos, Joesley rifou-se. Os irmãos Batista eram, até então, os símbolos máximos da impunidade, o rótulo clássico de que o crime compensa. A mentira, contudo, não permite falhas. Em verdade, a gafe mortal dos “Esley” é a prova viva de que a corrupção consome até mesmo o próprio corrupto principalmente a “corrupção a brasileira” que sempre tardou, mas chega como o ímpeto da própria justiça em puni-los.
Antônio Scarcela Jorge.


quarta-feira, 7 de março de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 7 DE MARÇO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
“AUXÍLIO NIN TUDO”


Nobres:
No país singular onde tudo pode para o bem-estar dos corruptos onde se impera “a mendicância imoral” que vergonhosamente proclamam os auxílios privilegiados aos servidores públicos em quase todos os elementos. Enumeramos “alguns padrões” como o auxílio-moradia, auxílio-saúde, carro oficial com motorista, uso de aviões da Força Área Brasileira (FAB), foro privilegiado; é grande a lista de regalias bancadas com dinheiro público para autoridades e membros do Executivo, Legislativo e Judiciário. E parte desses benefícios já poderia estar extinta ou pelo menos o pagamento com limitações e realizado de forma mais transparente caso projetos em tramitação na Câmara dos Deputados e Senado já tivessem sido aprovados pelos parlamentares, mas se torna legislar em causa própria, quando não atende as questões de ordem da palhaçada. Ainda se estende aos todas as instituições de poder do Brasil sendo que a bola da vez é o auxílio-moradia, aquela verba de R$ 4.377,73 paga mensalmente a deputados estaduais e federais, senadores, magistrados, procuradores e promotores de Justiça em todo o país. A verba é depositada em conta sem qualquer desconto de Imposto de Renda ou Previdência Social e independentemente de o beneficiário ter casa própria. A única exceção ao pagamento é se houver imóvel funcional à disposição do servidor ou ele morar com alguém que já receba o auxílio. O gasto para morar está na pauta do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) para julgamento ainda este mês. Estará em discussão pelos ministros uma liminar concedida por Luiz Fux em 2014, que estendeu o auxílio-moradia a todos os magistrados do país. Enquanto o Judiciário não resolve se a verba é legal ou não, uma consulta popular no site do Senado sobre o fim da regalia já havia recebido, na sexta-feira, a adesão de 1.092.974 pessoas. Apenas 5.685 disseram ser favoráveis ao gasto com dinheiro público. Na Câmara dos Deputados os parlamentares discutem o PL 6.726/16, que redefine o que deve ou não ser submetido ao teto remuneratório de R$ 33,7 mil, o correspondente aos salários dos ministros do STF. O texto tem origem na proposta 449/16, da Comissão Especial do Extrateto, que debateu no Senado o fim dos “supersalários”. Se não sofrer modificações na Câmara, ficarão submetidos ao teto, dentre outros benefícios, abonos, prêmios, adicionais e gratificações, horas-extras, auxílio-moradia e verbas de representação. O uso de transporte oficial também está na mira do Congresso Nacional. Um dos projetos em tramitação diz respeito às aeronaves da Força Aérea, criando regras mais duras para os vôos de autoridades; a discussão é antiga. Há nove anos, foi apresentada uma proposta prevendo transparências nos voos da FAB e na prestação de contas de passagens áreas compradas pelo poder público. O texto foi para a gaveta e, em 2013, mas, nova proposta foi protocolada. O assunto estava em voga na ocasião, em meio à divulgação do uso de jatinho pelo então presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (MDB-RN), e seis acompanhantes, para viagem até o Rio de Janeiro para assistir a jogo da Seleção Brasileira de futebol. Ainda assim, no ano seguinte, o texto foi arquivado. Tem mais outra aberração: O gasto com carros oficiais é tema de projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados. A proposta restringe o uso de veículos oficiais apenas aos presidentes da República e vice, do Senado, da Câmara e do STF, aos ministros de Estado, aos comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica e ao chefe das Forças Armadas. Este privilégio está em plena vigência e tem ampliado excessivamente o uso dos automóveis oficiais até para chefes de gabinete, ocupantes de cargos de natureza especial e dirigentes de órgãos e entidades públicas. É duro a sociedade assistir por relação a usurpação do erário quanto a situação precária vivenciada na saúde pública, educação e segurança publica.

O DERROTADO
O Superior Tribunal de Justiça – negou o pedido de habeas corpus dos advogados do Lula, um baderneiro e condenado em segunda instância – TRF 4 – após fundamentação do Juiz Sergio Moro da “Lava Jato e que foi ampliada pelo “inocente! A mais de 12 anos de prisão em regime fechado. Tão “dócil a safadeza” deste corrupto que todos os recursos foram unanimemente confirmados em instância superiores da justiça. Lula, ladrão, arrogante e trapaceiro lançou a sua candidatura com o objetivo de promover tumultos e que não mais sensibiliza o povo, exceção de seus fãs (que existe muita coisa por detrás associando aos interesses e personalidade comum, só instar nos seus currículos). Por outro lado, a margem da Lei, segundo o relatório dos Ministros do STJ se for novamente presidente da República, mandará prender os procuradores dos Tribunais que cumprem a lei. O resultado urge a lógica para suas ameaças que solidificam o caminho da prisão.   
Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 6 de março de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 6 DE MARÇO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ULTRAJE AO POVO HONESTO QUE SÃO MILHÕES DE BRASILEIROS.

Nobres:
Não há como atacar a ficha limpa promovida por aliados patrimonialistas do enganador e corruptos do Lula. Inventam tudo; alias a mentira é a tônica desses indivíduos. Querem vê, é o fruto da mentira: Alguns safados que empestam o território nacional usam  Sérgio Moro, vai pedir exilo!!! Que graça dos palhaços! O mais grave é que instituições de classe, como é padrão Brasil - a "velha OAB - sempre se posicionou a favor de causas que estarrece a nação, vem desde os anos sessenta com o pretexto de se instar. não é novo isso!  outras instituições similares na ânsia de se promover atacam uma das mais altas relevâncias ao MST organização protetora do anarquista Lula, condenado pela justiça numa demonstração isonômica da organização do Estado brasileiro, também condenou seu chefe do bando José Rainha, da mesma forma condenou ex-governadores, senadores, deputados, vereadores por determinadas ações criminosas o Fernando Beira Mar e outros.  a Não há duvidas, sim, que o “super-deus” (com o minúsculo mesmo) todo mundo sabe o que vai acontecer! Mas pelo lado ético, a Operação Lava Jato se tornou o maior marco do combate à corrupção em nosso país e um alento para a população brasileira, mobilizando a sociedade civil de maneira jamais vista e obrigando a classe política a assumir posições para atender ao clamor das ruas. Não é demais relembrar que a Lava Jato passou a contar com a aceitação dos tribunais superiores quando a questão já havia se tornado notável, em virtude das amplas manifestações populares favoráveis à Lava Jato, assim como em razão da maciça cobertura pela mídia da força-tarefa, mesmo diante de manifestações reticentes e críticas à atuação do juiz Sergio Moro. Outra questão é relativa aos tribunais de contas onde na prática, em um país onde impera um modelo de governança por cooptação, ou seja, onde presidente, governadores e prefeitos geralmente possuem a maioria legislativa em troca da distribuição de cargos e benesses, os saudáveis efeitos da Lei da Ficha Limpa correm enormes riscos. Por essa benesse a ladroagem que o Supremo contemplou, ex-prefeitos serão imunizados. E aproximadamente R$ 4 bilhões não retornarão aos cofres públicos como ressarcimento. Nós respeitamos a decisão, “mas somos contra”. Esta atitude traz a preocupação de que outras ações eticamente positivas, como a Lei Anticorrupção, também fiquem seriamente comprometidas. Neste aspecto a sociedade ética se faz vigilante promover o combate à corrupção construída ao longo dos últimos dois anos não pode ser seriamente comprometido. Por fim, a divisão harmônica dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário no Brasil exige que estes, de forma igual, prestem contas à sociedade brasileira. Acima de qualquer interpretação legal de acordo com o julgo interpretativo está o interesse maior do país.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 5 de março de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 5 DE FEVEREIRO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
FRAGMENTA-
ÇÃO DE CANDIDATOS

Nobres:
Neste país da excelência contraditória e como se fosse um imagem, a corrida pela Presidência da República mostra, neste momento, um quadro de desunião. O chamado “centro” tornou-se uma espécie e todos consideram que quem alcançá-lo terá alcançado a salvação ou, no caso, a faixa presidencial.  Ao contrário das eleições anteriores, quando se ajuntaram em um palanque só, dessa vez as legendas que orbitam neste espectro articulam-se para lançar candidaturas próprias, aí incluída a troca de farpas. Por exemplo, o presidente da Câmara de Deputados, Rodrigo Maia (DEM), que cultiva esperanças de ser candidato, propôs uma candidatura alternativa do centro e colocou um molho extra na proposição: disse que o atual nome do PSDB, Geraldo Alckmin, não tem chances de ganhar.  “ Se não construirmos uma nova candidatura no campo do centro, vamos entregar a eleição para o PT, para Marina (Silva) ou para o Ciro (Gomes)”, afirmou ele.
Há uma série de nomes que gostariam de encarnar o papel dessa “nova candidatura” como o atual ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que já anunciou que tomará a decisão até abril. Meirelles defende uma candidatura de centro com uma variante: a de ser um “defensor do legado das reformas” empreendidas no governo Michel Temer.
Enquanto isso, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse na semana passada que “quem for o candidato do mercado vai perder” e não se sabe até agora se ele mirou em alguém ou se apenas fez uma avaliação do cenário político nacional. Do outro lado, declarações de Lula da Silva esta semana também repercutiram. Lula disse que, “pela direita, ninguém será presidente sem o apoio dos tucanos. Pela esquerda, ninguém será presidente sem o  PT”.  A frase ganhar mais amplitude se substituirmos “direita” por “centro” e “esquerda” por “centro-esquerda”.  Ao pronunciá-la, o ex-presidente petista reagia a críticas do pré-candidato Ciro Gomes (PDT) ao PT.  Em resposta, Ciro disse que “Lula parece não estar percebendo corretamente o que está acontecendo no país”. Pode ser que tudo isso seja espuma de pré-campanha, quando cada força busca fortalecer-se para chegar valorizada à mesa de negociações. Mas pode ser também, o que é mais provável, que diante do vácuo de lideranças e do abalo da polarização que marcou as últimas eleições (entre PT e PSDB), as diversas legendas estejam dispostas a montar seu próprio palanque, visando ocupar espaços e aumentar seu eleitorado. Nesse caso, caminhamos para a eleição mais fragmentada desde 1989, quando tivemos 22 candidatos à presidente. É uma inovação e renovação com velhas caras e como vai reagir o eleitor.
Antônio Scarcela Jorge.


domingo, 4 de março de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 4 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
NO REINO DA ANARQUIA

Nobres:
O ex-presidente Lula ao contrário das pessoas que tem grande religiosidade por ele, mas diante das leis ele na condição de corrupto não é indefectível. Num processo judicial onde se respeitou o direito à ampla defesa, foi condenado pelas práticas de supostas ações criminosas. Recorreu à instância superior e recebeu novo julgamento desfavorável. Sua equipe jurídica tem o direito de explorar todos os recursos legalmente existentes visando à absolvição. A existência de uma escala e escada judicial serve para aumentar a análise e revisão das decisões, pois somos falíveis, inclusive os juízes. No Estado Democrático de Direito, baseado na divisão independente e harmônica dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, cabe ao primeiro criar as leis, ao segundo executá-las e ao terceiro interpretá-las, quando provocado. E assim aconteceu com o ex-presidente, como, aliás, acontece com milhares de pessoas diariamente. Ora, houve uma suspeita que gerou investigação, seguida de denúncia e ação penal, cuja conclusão (até agora) foi pela condenação. O descontentamento é natural e esperado; afinal, ninguém gosta de ser condenado, seja no âmbito cível, seja (principalmente) na esfera criminal. Advogados são contratados para, observadas as regras do jogo, defender os interesses de seus clientes. A imprensa livre tem a função de divulgar os fatos e à sociedade é preservado o direito de manifestar-se desde que no tempo, local e maneira apropriados contra ou a favor das decisões que julga equivocada ou correta.  Lula construiu um caminho tortuoso. Apesar de ser um político desigual, é um cidadão igual, sob o império da lei, e deve respeitar o epílogo de seu destino a ser escrito pelo Judiciário brasileiro. Curiosamente, o que se vê hoje são dois extremos: de um lado, uma desnecessária e provocativa expectativa festiva daqueles que preconizam e torcem pela prisão do ex-presidente ou sua inelegibilidade no pleito presidencial de outubro. De outro, líderes partidários não hesitam em conclamar a militância e fiel eleitorado para, lamentável e perigosamente, empunhar a bandeira da desobediência civil.  No momento atual, é do Judiciário o poder/dever de decidir o destino político e pessoal de Lula. A sua sorte não é tarefa dos estúdios de televisão, megafones em palanques, ruas ou estradas interditadas. Assim como todos nós, Lula logo passará, mas o Brasil ficará. Mas como ficará? Há muitas questões que merecem atenção urgente, como saúde, educação, investimentos, e a recuperação dos empregos entre outras que estão em questão e deverão prover mais ações. É preciso sempre fortalecer as instituições e pensar no médio e longo prazo para que se aumente o poder de competição e riqueza do país. O mundo não está esperando o Brasil amarrar o tênis para começar a corrida presidencial, marco direcional do poder das decisões do país. Aos lulistas tem que se convencer que a anarquia preconizada e aplaudida por eles está passando.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 3 de março de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 3 DE MARÇO DE 2018


COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ABERRAÇÃO PADRONIZADA

Nobres:
Estamos num país, onde privilégio individual é ético como defende um magistrado em segundo grau como não poderia deixar de ser é do nordeste onde a ladroagem e a corrupção pauta pela normalidade. Reportamos-nos do “auxílio-moradia” para os servidores públicos e magistrados, entretanto o outro Brasil realmente ético refaz este conceito. - Por que o nordeste meus Deus! - É safadeza mesmo de um desembargador que defende esses privilégios demonstrando que esses são “auxílios da necessidade da pobreza de caráter desses que infelizmente tem o poder de julgo, repetimos, infelizmente. Vamos mais além existem raízes corruptas e corporativistas em alguns tribunais e até no STF conforme toda sociedade desconhece. O corporativismo dá privilégio também a “condenados” que numa interação incomum em qualquer país, mas aqui, é alvo de determinação destes marginais para instar nas suas “condenações” Há Brasil! Dentro deste contexto que se alude os servidores públicos, do judiciário não, merecem ter essa vantagem pecuniária. Num país que voltou a ser o campeão mundial de desigualdade, onde apenas cinco cidadãos têm riqueza equivalente à de cinqüenta por cento da população, existe espaço para tal “contradição”, isto é, ter imóvel residencial e ainda receber uma ajuda moradia numa nação tão carente de bons exemplos tal “direito” não seria um desserviço à tão desejada consolidação dos valores republicanos. Ético é marco teórico e filosófico (que pode ser agrupado como um conjunto de conceitos, princípios ou ideologia) relacionados com a existência e a experiência humana, que se tornam hegemônicos em determinado momento histórico, podendo expressar tanto uma “consciência” coletiva e amadurecida de uma determinada comunidade quanto representar apenas visões, valores e interesses de indivíduos, grupos, classes ou países dominantes (podendo, até mesmo, serem impostos). Esta Ética vai então definir, justificar e valorar (do ponto de vista do bem e do mal, do certo e do errado, apropriado e inapropriado) uma prática e conduta, que incluem direitos e deveres. Por sua vez, estas, quando também se tornam hegemônicas, passam a ser conhecidas, em seu conjunto, como Moral (que pode ser expressa em leis, códigos, constituições, etc.) que, dialeticamente, pode muitas vezes influenciar a construção de uma nova Ética, pois ambas sempre interagem e se retroalimentam. Em outras palavras: apesar, do ponto de vista vernacular, de Ética e Moral ser a mesma, a primeira seria “a teoria” hegemônica e a segunda “a prática” hegemônica, sendo que ambas sempre mudaram ao longo dos tempos, nos diferentes grupos populacionais à nossa caminhada existencial, individual e coletiva. Defendo também que deveríamos tentar construir uma Ética e Moral Universal, através de uma reflexão coletiva, com respeitoso diálogo intercultural, onde o Bem-Comum seria o maior de todos os valores e a Justiça, a serviço do Bem-Comum, a maior de todas as virtudes. A valorização, respeito e responsabilidade A visão dessa Excelência deve ser considerada apenas como a expressão de valores e princípios pessoais e nunca como uma ética. Além disso, no entendimento coletivo e hegemônico da comunidade brasileira, isto é, na Ética expressada na nossa Constituição e leis, portanto na moral nacional pactuada e escrita, o seu abono salarial (e muitos outros privilégios nos diferentes poderes da República) pode até ser “burocraticamente” legal, mas é ilegítimo e antiético.
Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 2 de março de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 2 DE MARÇO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
SEM CONCEITO MORAL

Nobres:
O Brasil transformou-se na maior ilha de contradição e de desonestidade por parte da “classe de políticos” que estabelecem regras ditadas por eles mesmos que “desprezam e rasgam a Constituição conforme o canalhismo o comprometimento com os grupos aliados “temporariamente” no poder. Neste contexto se enquadra o apoio incisivo de alguns membros de forma clara envolvendo o poder judiciário que se expressam pela falta de caráter sendo assim, um julgo descabido por parte Nosso sistema político, multipartidário ao extremo, faz com que o processo de angariamento de apoio político seja extremamente custoso para o Estado e para o povo, sempre baseado na troca de favores entre partidos e congressistas. Em paralelo e como um produto do sistema político, o arcabouço vigente, entre eles e notadamente o previdenciário, favorece uma casta política totalmente desinteressada e descompromissada com as mudanças necessárias e muito mais dedicada à manutenção atual. Pior ainda é a utilização de medidas extremas (tal como o decreto que autoriza a intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro) para servir de justificativa à impossibilidade jurídica da votação da reforma da Previdência (apresentada como uma PEC) pautada no Congresso. Objetivamente, a intervenção federal no Rio de Janeiro justifica-se há anos; porém, fazê-la agora nos parece criatividade excessiva por parte do governo. Nesse contexto, o pior rebaixamento me parece o rebaixamento moral, aquele que todos os brasileiros têm de digerir diariamente para encontrar força e motivação antes de sair para o trabalho e, novamente, antes de dormir. O sentimento de alienação e manipulação é cada vez mais sufocante, especialmente na ausência de sinais de mudança estrutural. Nosso novo ciclo político, que se inicia nas eleições de 2018, será de importância histórica. O eleitor deve exigir uma agenda positiva e pragmática por parte da classe política e ao mesmo tempo terá de julgar com sabedoria para escolher o projeto que mais responde às nossas necessidades. Sucessivos erros crassos nos colocaram na situação de rebaixamento moral na qual nos encontramos atualmente. Chegou a hora de encontrarmos os caminhos corretos. Mais uma vez confiamos no eleitor consciente, o resto é massa de manobra.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 1 de março de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 1º DE MARÇO DE 2018


COMENTÁRIO
Scarcela Jorge

O ESSENCIAL É PROFISSÃO

Nobres:
Não é ‘engraçado’ o que se transforma em comédia pelos atuais políticos que estão no poder (Deus seja passageiros) ao querer a reforma política, desde que ela entre em vigor somente em 2040, quando todos já terão deixado a política. Em outras palavras, ninguém almeja, de fato, mudar um sistema pelo qual foi eleito. Os motivos são vários, mas podem ser sintetizados na declaração dada por um desses parlamentares e ao que parece formam consenso nas suas opiniões. É uma pena se isto de fato ocorrer porque o Brasil estará dando uma sobrevida a um sistema político que não representa ninguém. Os partidos estão desacreditados e os seus integrantes são rejeitados e acusados de corrupção. O sistema eleitoral elege candidatos com poucos votos enquanto derrotam outros que tiveram o dobro da votação. E o que se vê são alguns defendendo esta deformação com necessária à renovação. As esdrúxulas coligações nas eleições para os cargos legislativos enganam o eleitor ao levá-lo a eleger candidatos com quem não tem a menor afinidade. Ou seja, o eleitor vota em um candidato de um partido contrário à pena de morte e acaba elegendo alguém de outro partido que defende a medida. E são tantos os partidos, trinta e cinco no total que ninguém é capaz de dizer o nome de um terço deles. E, acreditem: nos próximos dias, será autorizado a funcionar o 36º partido político brasileiro, o Muda Brasil, que, na verdade, não mudará nada, já que tem como um dos líderes um ex-deputado condenado no mensalão e há 67 outras legendas em processo de formação. O que motiva a formação de tantos partidos é o acesso ao fundo partidário uma bolada de R$ 819 milhões e o tempo de propaganda gratuita no rádio e na TV dentro e fora do período eleitoral. É evidente que essas deformações dos sistemas político e eleitoral deveriam ser expurgadas de nossa legislação. Mas, o que está prevalecendo é o interesse de cada um: os partidos nanicos rejeitam a cláusula de barreira que exigiria uma votação mínima para o acesso ao fundo partidário e ao tempo de rádio e TV; os deputados sem-votos não querem acabar com as coligações nas eleições proporcionais e lutam contra a criação de distritos; e há até quem só aceita mudanças se for criado outro fundo de recursos públicos para financiar as campanhas. No meio de tantos desencontros, fica a esperança de que o Congresso tenha pelo menos o bom senso de aprovar uma cláusula de barreira que reduza a fragmentação partidária, a proibição das coligações nas eleições proporcionais e alguma forma de reduzir os gastos com as campanhas eleitorais, mas é praticamente uma ‘exibição’. Com referência a reforma eleitoral dentre elas aspiram ‘voltar’ a clausula de barreira, com a nova roupagem, sim retornar! – antes existiu de forma disfarçada nos anos 50. (XX) POR EXEMPLO; “nos municípios nos anos 50 os partidos colocaram uma lista de candidatos formais a cargo de vereador e, no dia da eleição, era eleito a quem interessava o grupo oligárquico. Muitos vereadores foram eleitos que nem o eleitor tomava conhecimento dessas candidaturas. Existia uma interação das oligarquias a quem presidia o pleito eleitoral! A safadeza vem de longe! Hoje apresentam como sendo novidades. Mas é plena retórica. Este país da plena autonomia aos “ditos” sacanagens dos políticos transformando o “impossível no possível”.   
Antônio Scarcela Jorge.