quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 14 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

IMPOSIÇÃO DE GOVERNO

Nobres:

A Câmara dos Deputados sempre foi parceira do governo, principalmente do atual, quando os interesses escusos, as negociatas entre Executivo e Legislativo se entendem e se “confabulam”. Mas o cenário político da Casa em função das eleições deste ano retrocedeu, pondo em “prioridade a reeleição dos deputados em que muitos se agarram ao profissionalismo político visando manter-se de forma vitalícia, como num misto imperial expressando a naturalidade “comum” desta gente. Neste aspecto surgem ‘pseuda’ reformas promovidas pelo presidente Temer e que serão votadas em plenário. “Se vo­tar na Re­for­ma do Te­mer, vo­ta, mas não vol­ta”. Es­tra­nho o tro­ca­di­lho né?! Mais pa­re­ce uma mar­chi­nha de car­na­val. En­ten­dam o pa­no­ra­ma que se en­con­tra a pos­sí­vel vo­ta­ção da re­for­ma pre­vi­den­ci­á­ria: De­pois do Car­na­val, o pa­ís po­de­rá so­frer um du­ro gol­pe com a vo­ta­ção da re­for­ma da Pre­vi­dên­cia na Câ­ma­ra dos De­pu­ta­dos. Mes­mo sem to­do o apoio po­lí­ti­co e po­pu­lar es­pe­ra­do, a equi­pe do pre­si­den­te Mi­chel Te­mer es­tá con­vic­ta de que o tex­to que es­ta­be­le­ce no­vas re­gras pa­ra a en­tra­da na apo­sen­ta­do­ria no Bra­sil se­rá vo­ta­da ain­da nes­te mês de fe­ve­rei­ro. En­tre­tan­to, se a vo­ta­ção não for re­a­li­za­da até o pró­xi­mo dia 28, exis­tem gran­des chan­ces da re­for­ma nau­fra­gar. A ofen­si­va do go­ver­no em prol da re­for­ma é tão gro­tes­ca, que ne­nhu­ma TV bra­si­lei­ra es­tá pro­du­zin­do ma­té­rias equi­li­bra­das so­bre as re­ais con­di­ções da Pre­vi­dên­cia bra­si­lei­ra. Em su­as en­tre­vis­tas, Te­mer e seus ali­a­dos tra­tam os nú­me­ros le­van­ta­dos pe­la CPI da Pre­vi­dên­cia co­mo um equí­vo­co. Na ver­da­de quem es­tá equi­vo­ca­da é a equi­pe do Pre­si­den­te, por não re­a­li­zar um tra­ba­lho de au­di­to­ria mi­nu­ci­o­so so­bre os gran­des gar­ga­los do sis­te­ma pre­vi­den­ci­á­rio e por di­zer que vai com­ba­ter pri­vi­lé­gios sem al­te­rar as re­gras pa­ra po­lí­ti­cos e mi­li­ta­res. Ou se­ja, ape­nas os tra­ba­lha­do­res se­gu­ra­dos do Ins­ti­tu­to Na­ci­o­nal do Se­gu­ro So­ci­al e  os ser­vi­do­res pú­bli­co pa­ga­ri­am a con­ta da má ges­tão de dé­ca­das. A CPI da Pre­vi­dên­cia es­can­ca­rou que o Go­ver­no Fe­de­ral, em 253 pá­gi­nas, er­rou a di­re­ção na pro­pos­ta de re­for­ma apre­sen­ta­da. O ei­xo cen­tral e úni­co da re­for­ma é o de au­men­tar a ida­de mí­ni­ma pa­ra a con­ces­são da apo­sen­ta­do­ria pa­ra 65 anos, no ca­so dos ho­mens, e 62 anos, no ca­so das mu­lhe­res. Co­mo não bas­tas­se, quem pre­ten­de se apo­sen­tar com o be­ne­fí­cio in­te­gral te­rá que con­tri­bu­ir por 40 anos no mí­ni­mo. E os tra­ba­lha­do­res ru­ra­is te­rão que, con­tri­bu­ir por 15 anos. Sem con­tar que a apo­sen­ta­do­ria es­pe­ci­al do ser­vi­dor ape­nas se­rá con­ce­di­da se ele efe­ti­va­men­te ti­ver da­no a sua sa­ú­de (não bas­ta à ex­po­si­ção do se­gu­ra­do ao agen­te no­ci­vo), e não ha­ve­rá mais a ex­clu­são dos 20% me­no­res sa­lá­ri­os de con­tri­bui­ção no cál­cu­lo dos be­ne­fí­ci­os. O cor­re­to se­ria o go­ver­no es­ti­pu­lar me­tas tam­bém pa­ra o equi­lí­brio do sis­te­ma pre­vi­den­ci­á­rio bra­si­lei­ro, co­mo me­ca­nis­mos de com­ba­te às frau­des, mais ri­gor na co­bran­ça dos gran­des de­ve­do­res e o fim do des­vio de re­cur­sos pa­ra ou­tros se­to­res. Se­gun­do a CPI da Pre­vi­dên­cia, a idéia é de aca­bar com a pre­vi­dên­cia pú­bli­ca e cri­ar um cam­po pa­ra atu­a­ção das em­pre­sas pri­va­das. Além dis­so, os relatórios finais dos trabalhos dos senadores identificaram que a pre­vi­dên­cia so­ci­al bra­si­lei­ra não é de­fi­ci­tá­ria. Em re­su­mo, o cha­ma­do rom­bo da Pre­vi­dên­cia não exis­te. Exis­te uma dis­tor­ção no dis­cur­so da equi­pe de Te­mer, em di­zer que o au­men­to de apo­sen­ta­do­ria é prin­ci­pal pro­ble­ma do sis­te­ma. Is­so por­que, ao lon­go dos anos não atuou no com­ba­te da so­ne­ga­ção na área pre­vi­den­ci­á­ria e nem es­ti­pu­lou uma po­lí­ti­ca con­cre­ta de co­bran­ça dos prin­ci­pa­is de­ve­do­res da Pre­vi­dên­cia. Se­gun­do o re­la­tó­rio da CPI, as em­pre­sas pri­va­das de­vem R$ 450 bi­lhões à pre­vi­dên­cia e, pa­ra pi­o­rar a si­tu­a­ção, con­for­me a Pro­cu­ra­do­ria da Fa­zen­da Na­ci­o­nal, so­men­te R$ 175 bi­lhões cor­res­pon­dem a dé­bi­tos re­cu­pe­rá­veis. Ago­ra, por­que se­rá que Te­mer não fa­la so­bre is­so em su­as en­tre­vis­tas na TV? e outros mei­os de co­mu­ni­ca­ção, pois en­tre os gran­des de­ve­do­res da Pre­vi­dên­cia es­tão, gran­des anun­ci­an­tes e cli­en­tes da mí­dia. Por­tan­to, não é um ab­sur­do di­zer que a de­fe­sa da re­for­ma é or­ques­tra­da. En­tre­tan­to, a opi­ni­ão pú­bli­ca não es­tá “com­pran­do” es­te dis­cur­so. Sa­be que a re­for­ma é na­da mais, na­da me­nos, que um “sa­co de mal­da­des” con­tra o tra­ba­lha­dor bra­si­lei­ro. Não exis­te qual­quer ti­po de bô­nus. Exis­te ape­nas o ter­ror po­lí­ti­co e a pres­são em­pre­sa­ri­al, de que não se­rá pos­sí­vel pa­gar as apo­sen­ta­do­ri­as no fu­tu­ro. Dá sim, bas­ta ape­nas co­lo­car a Pre­vi­dên­cia So­ci­al nos ei­xos. E trans­for­mar a re­for­ma nu­ma dis­cus­são mais am­pla, com po­lí­ti­cas pú­bli­cas que re­for­cem as co­bran­ças dos gran­des de­ve­do­res e tam­bém do acom­pa­nha­men­to de to­dos os re­cur­sos, que já des­vin­cu­la­dos dos co­fres pre­vi­den­ci­á­rios. E pe­lo an­dar da car­ru­a­gem, a re­for­ma po­de em­per­rar nas ques­tões po­lí­ti­cas que tan­to des­vi­ram seu re­al fo­co. O ano de elei­ção as­sus­ta os de­pu­ta­dos e também os se­na­do­res que ten­ta­rão sua re­e­lei­ção, mas sa­bem que tem gran­des pos­si­bi­li­da­des de “se vo­tar na re­for­ma do Te­mer, vo­ta, mas não vol­ta”. Exa­ta­men­te, por­que a po­pu­la­ção não es­tá na­da con­ten­te e nem a fa­vor da mu­dan­ça na ida­de mí­ni­ma da apo­sen­ta­do­ria. E, além dis­so, sa­be que o tex­to da re­for­ma ga­ran­te os pri­vi­lé­gios de po­lí­ti­cos e mi­li­ta­res. As reformas estão sendo postas no “ângulo” inverso do que o governo Temer apregoa. Por outro lado a “seita” lulista se aproveita da ocasião apregoa o moralismo, que jamais tiveram  e como padrão, o Deputado José Guimarães, como é natural representante do PT do Ceará, um apêndice incomum no cenário político nacional, para “banda ética” um “moralista, imoral” rindo, “sua cara não nega” com ele aconteceu anteriormente promovendo atos corruptos que macula sua reputação. Em síntese se estabelece o golpe no golpe como central, Lula, Dilma e Temer.   

Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA DE CARNAVAL - 13 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO
Scarcela Jorge
SEM DIGNIDADE E SEM AUTORIDADE.

Nobres:
Neste “hemisfério brasileiro” continuamos pasmados vendo passar e acontecer tantas coisas que era inimaginável. Mesmo durante o carnaval não houve pausa para prática do desleixe das ações desmoralizadas pelos políticos onde constituiu regra nacional. Os atos de corrupção são notórios como nunca se viu na história de nosso País, nem em quantidade de vezes, assim como em número de milhões e bilhões. Pelo contrário, os que estão no poder e no gozo das piores condutas, atraem seus eleitores de tal maneira, às vezes com a política do pão e circo e os fazem se comportar como incrédulos. Excêntrico; exibe prova, mostra fotos, mostra fatos reais, explica, desenha, mas não adianta. Principalmente a nação da anarquia lulista, um condenado que vive insultando o judiciário, querendo se passar por santo, como característica de enganar o povo que é peculiar do seu caráter, referendado por alguns de sua “seita” e outros que passaram por tribunais superiores que de fato “era melhor se recolher pela idade avançada em vez mostrar a sua safadeza. No fim continuam cegos de paixão e nós aparecemos como o errado. Diariamente se criaram a teoria do: "Não fiz. Não sei. (quando na verdade “estamos desesperados). Estamos assistindo a um espetáculo pernicioso, desqualificado que enoja em vê pela TV e também, pelos jornais essa coisa. Crêem tanto em seus argumentos de defesa que faz réus os que descobriram suas mazelas. Colocam-se como paladinos da ética se sorvem aos goles a impunidade. Estão, de verdade, abusando de nossa paciência. Isso pode levar ao incauto e pacato brasileiro a se descobrir como enganado e movê-lo a mexer-se em favor de seus pares e de seu País. Dizem: "Não brinque com fogo. “Deixe em paz quem está quieto”. Estamos assistindo abestalhados políticos dos maiores cargos, tripudiando uns aos outros, sem o menor respeito, usando em suas falas palavrões que a boa ética nos impede de usá-los aqui. Nas primeiras vezes não substituíram as palavras por algum barulhinho e depois por impropérios. A verdade é, entre outras, que não sabemos onde pode desaguar tudo isso que estamos vendo, ouvindo e nos espantando. Horizontes escuros e sombrios se apoderam de nossa Política e de nossos mandatários governamentais. O pior vê tantos, ainda bem que em número muito menos expressivo, nas ruas gritando e defendendo os malfeitores, claro que, muitos deles a peso de algumas moedas e, no entanto o horizonte se põe cada vez mais sombrio porque não encontramos pela frente, políticos e partidos que possam nos garantir mudanças de comportamento essencialmente ético que o momento requer e que chegaremos naturalmente a se concluir. Esta lastima vai passar, trazemos o dito.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 12 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O IMPERIO QUE SE DESMONTA PAULATINAMENTE

Nobres:

O desmonte é iminente se tem uma visão realística com a retomada do empenho pleno da democracia, cujo lema é cumprir o direito e responsabilidade no exercício de cidadania. Dentro deste processo, veremos que no momento altamente negativo, que a corrupção generalizada atual, rouba os recursos que poderiam ser usados em programas de inclusão social. Só um desses velhos ladrões locupletou-se em mais de um bilhão de dólares. Imaginem o total apropriado pela coletividade larapia de colarinho branco. Não há país que agüente, não há sociedade que não se desintegre, pois o tecido social tem limites à sua manutenção íntegra. Já assistimos em alguns estados da federação a falta de recursos para manter o aparato de segurança do Estado. A experiência mostrou o retorno à idade da pedra, da lei do mais forte, com saques, roubos e assassinatos numa escala sem precedentes como se vivêssemos numa sociedade sem lei nem rei. A desordem financeira decorre da incompetência irmã gêmea da corrupção. Generalizando-se tal desordem não tenho dúvidas quanto ao futuro da nossa unidade nacional, pois onde falta pão sobra confusão. As medidas de modernização das estruturas administrativas do Estado e uma luta constante e eficaz contra os malfeitos e malfeitores da vida pública são urgentes, pois o Brasil encontra-se no limite de sua existência como nação. As diferenças sociais com raízes seculares, pois tem origem na escravidão, são mantenedoras da grande violência urbana que aterroriza o Brasil em seus quatro cantos. A corrupção generalizada rouba os recursos que poderiam ser usados em programas de inclusão social. A experiência mostrou o retorno à idade da pedra, da lei do mais forte, com saques, roubos e assassinatos numa escala sem precedentes como se vivêssemos numa sociedade sem lei nem rei. O retorno á sociedade ética caminha-se a passos largos, porém resistente projetado pela nação “corrupta” que ainda impera no país.
Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

SCARCELA JORGE - DOMINGO, 11 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
RUK CARNAVAL, HUMOR SARAPATEL NA SUCESSÃO PRESIDENCIAL 

Nobres:

Quem país que guarda o misto de humor, corrupção, safadeza, riqueza, pobreza que se vão ao extremo e outras ‘anomalias’ bem ao seu modo de nação.  Entramos nas festas carnavalescas e quem diz que o Brasil para durante o Carnaval, não conhece a política ou, pelo menos, não inclui a política entre as atividades que paralisam seus trabalhos. Vejamos agora, por exemplo. Em pleno período das festividades carnavalescas com uma candidatura que poderia ter sido e não foi e, de repente, parece que pode ser: a do apresentador Luciano Huck, da TV Globo, à Presidência da República. É hilariante isso! Pode surgir um novo Collor “às avessas no sentido ético, daquele que se colocou em primeiro lugar no 1º Turno das eleições presidenciais de 1989” ‘derrubando’ notável da política e em seguida ganhou as eleições no 2º Turno, tornando-se um desastre administrativo e moral que ensejou a sua cassação.  O ressurgimento da possibilidade de ele voltar à corrida eleitoral deu-se após o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmar em entrevista, na última terça-feira, que a candidatura de Huck “seria boa para o Brasil” este "velho gagá, com principio de demência é alvo da mídia comprada e corrupta vive um cenário igual a Lula elemento péssimo como ela pensa no sentido inverso pra o Brasil e que em seu último governo que foi negociado com o Congresso, em troca de "benesses".  em todos os aspectos  com potencial para “arejar” e “botar em perigo a política tradicional”.  Tal raciocínio, expressado pelo nome de maior relevância do tucanato nacional, eta PSDB alma gêmea do PT partido formado pela dissidência do PMDB evidentemente que tem força para ser interpretado como um estímulo à candidatura que objetivamente é humor para quem raciona, e não aqueles que adotam a irracionalidade, droga, "o tiro" uma apologia a quem quer viver e não elementos que não tem respeito a própria vida - são guetos humanos. Colocando Huk como um herói nacional "capaz" de resolver os problemas da nação, que todos nós sabemos que não, gerou problema no seio dos tucanos já têm um candidato à presidente: o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Ligando os pontos, é plausível interpretar a fala de FHC como, no mínimo, uma avaliação cética sobre as chances do governador, muita gente interpretou assim, a tal ponto que FHC, ontem, precisou dar explicações. Nestes quatro dias de folia que teremos pela frente, Alckmin, FHC e Luciano Huck não vão desligar da tomada suas articulações e aspirações. O Brasil pode até parar, enquanto o povo festeja nas ruas. Mas a política continua a todo vapor e conseqüentemente um “embaralho” para escolha do eleitor.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 10 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 10 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
INSPIRAR CONFIANÇA PARA SOCIEDADE

Nobres:

Por deveras inegável o resgate a confiança perante a sociedade ética, parte dos juízes e procuradores dando hoje ao Brasil, na medida em que destemidamente prosseguem “desmontando” a podridão política brasileira, lição inesperada e magnífica, ponto de partida, talvez, para um novo País. Ao mesmo tempo, porém, estão dando também o péssimo exemplo de uma luta indigna pela manutenção de privilégios injustificáveis, como o calamitoso ‘Auxilio-Moradia’. Chegam a organizar passeatas para pressionar os julgadores do processo que estava retido por anos a fio por Ministro que concedera indecente liminar. ‘Como mostragem’ se descobre que um juiz da Lava-jato recebe dois auxílios-moradia, um dele, e outro da esposa, morando na mesma casa. Claro que é abissal a diferença do volume dos valores em causa, mas, no fundo, são privilégios e regalias o que uns e outros querem os acusados da Lava-jato e os juízes que os condenam. Pretender-se-á que a diferença está na lei? Que, enquanto os empresários e políticos corruptos buscam privilégios fora da lei e até contra a lei, os juízes e os promotores querem garantir os privilégios que a lei lhes dá? Primeiro, é sumamente discutível que a lei realmente dê esses privilégios. Por que, para juízes e procuradores, moradia, alimentação, etc, serão “auxílios”, verbas indenizatórias, que podem e devem ficar fora do teto remuneratório, ao passo que, para todos os trabalhadores comuns, são itens da remuneração (que esta serve precisamente para assegurar, aos trabalhadores e a sua família, habitação, moradia, alimentação, etc, como está no art. 7º, IV, da Constituição)? Quando alegam que o Auxílio-moradia serve para compensar a falta de reajuste, o que fazem é explicitamente reconhecer o caráter remuneratório desse pretenso Auxílio. Moradia até poderia ser verba indenizatória, mas somente para alguns casos específicos, jamais para todos os juízes e procuradores. Depois, se o Auxílio-moradia de fato estivesse na lei, não é, afinal, tão difícil assim colocar na lei também a legalidade do caixa 2, o adicional das contratações de obras públicas para financiamento dos partidos ou até como pro-labore dos seus contratantes. Por que não? Um pouco mais de ousadia e os legisladores, tão pródigos em legislarem em favor de si mesmos, fariam isso. Se a lei não precisar obedecer a certas exigências da razão e da ética pode incluir o caixa 2, e os outros desvios, porque pode institucionalizar privilégios qualquer um. Inadmissível é a defesa cínica, explícita, arrogante, das regalias e dos privilégios. Os juízes e procuradores que não percebem o escândalo e a indignidade que é o Auxílio-Moradia, no fundo não podem se levantar contra os crimes da Lava-Jato. São casos de aberração e aí se tornam efetivamente isonômicos, sim, que impera a macilento processo que ausenta o nosso país.

Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA - POSTADO ÀS 9:44 HORAS, 9 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CONVITE FORMALIZADO

Nobres:

Estou sendo convidado por um colega jornalista, que lançou um livro, por experiência própria, “achou-se por bem” me propor para lançar-me um livro, objetivando retratar a face da nossa terra - Nova-Russas -. Os aspectos seriam múltiplos em que evidenciariam todas as faces do nosso torrão. Confesso, anteriormente tinha sido sondado por outros, porém não era o meu objetivo. Entretanto, poderei: estou relutando e já vi “escritores da terá” através dos escritos manifestarem os seus pensamentos, palavras e ações em decorrência própria e outros desleixes que refletem por várias normas de entender. Mas, ao meu modo “seria um impresso” consubstanciado de fatos que testemunhei durante a minha trajetória.  Neste aspecto expressaria a minha visão de ser por este lado: quando a profissão de escrever resgata e o texto reflete, aos poucos, a construção de sua personalidade que aponta para os seus sentimentos. Dessa forma, quem escreve se debruça sobre os seus sentimentos. Por isso devemos sempre respeitar os escritos que fluem das mentes verdadeiras, que não foram ainda violentadas pela compra de opiniões de terceiros que pagam para obterem apoio popular às suas idéias ou opiniões, muitas vezes, mentirosas. Infelizmente também temos lido autores que são pagos para escreverem epopéias inimagináveis com o objetivo de enganar os leitores, revertendo verdades através de sofismas e querendo tornar verdadeiros os mitos. Esses, por força do poder econômico, tornam-se formadores de opinião através das mentiras postadas entre todos os meios de comunicação. É a poluição que acontece em qualquer área do conhecimento e atividade do ser humano. Agora, mais do que nunca, tem proliferado esse tipo de jornalismo e escrita de livros, que existe para contemplar os que comandam o poder. Fala-se, nos dias de hoje, sobre a importância do diploma de jornalista para aqueles que praticam essa profissão. Talvez essa seja uma boa solução para evitar a falta de cidadania daqueles que agem sem critério dentro de uma profissão tão importante para a sociedade brasileira. Claro que muitos livros têm sido escritos com a tônica de um preparo mental da sociedade para o mal, mas as crônicas e artigos do dia a dia, com o mesmo intuito jornalístico, têm tido uma influência maléfica muito maior do que os livros. Esperamos uma maior crítica dos nossos leitores para que saibam separar o joio do trigo e abominar esses falsos profissionais e assim se possa ver, cada vez mais, crescente o número de escritores e jornalistas do bem! Só o poder das mentes esclarecidas é capaz de selecionar a boa leitura daquela perniciosa ou passional. Para tanto é preciso uma formação intelectual que inclua em seu bojo uma grande escola.
Antônio Scarcela Jorge.

EM TEMPO:

Saudação Dúbia:

"Boa noite imprensa! - que imprensa? qual atividade no sistema de comunicação exerce! - é a falta de critério desta gente e a credibilidade abaixo da verdadeira crítica. Tudo é sintético neste país e Estado (Ceará) maravilha! - "se engana que o povo gosta!

Antônio Scarcela Jorge.
  

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 9 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CIDADÃOS SOFRÍVEIS


Nobres:
Poderia ser surreal, mas é verdade, onde milhões de pessoas se esforçam diariamente para ao fim do esforço conseguir apenas o necessário à sobrevivência, a grandiosidade das somas mencionadas no decorrer das investigações recentes no país. Fala-se em dezenas e até  centenas de milhões de reais como quem se fala no preço do ingresso do cinema ou de algum produto no supermercado. A comparação pode a princípio parecer raciocínio com pano de fundo populista, afinal, em toda sociedade democrática tem gente contando tostões e outras acumulando milhões, mas nesse caso é outra coisa. É um raciocínio revelador de um momento doloroso para o país e particularmente doloroso e sofrido, até para quem está sentindo na pele os efeitos da crise. Temos hoje no Brasil, segundo as últimas estatísticas, 14,2 milhões de pessoas desempregadas. Nos últimos doze meses, mais de três milhões engrossaram essa cifra. À margem da frieza dos números, é possível imaginar que não há um brasileiro hoje que não tenha um familiar, um amigo, um colega de trabalho desempregado. Entre eles, muitos que há tempos buscam retornar ao mercado de trabalho e não conseguem. E que, para sobreviver, enveredam por ocupações informais ou contam com ajuda de parentes. Para que essas pessoas voltem à condição de empregados, ou consigam o primeiro emprego, é preciso que o país saia da crise, que os investimentos retornem que a economia encontre o caminho da estabilidade e da melhoria dos seus indicadores. É este diagnóstico que traz para a vida de cada um a comparação feita acima. Enquanto, cá embaixo, as pessoas padecem lá em cima; o Brasil  patina na incerteza. As atenções do país estão voltadas, com razão, para a revelação de práticas ilícitas e para a investigação de personalidades políticas e empresariais. Os mecanismos da privatização da coisa pública estão sendo expostos em toda sua crueza, para que todos vejam. Mas há outra parte do país igualmente merecedora de atenção a dos brasileiros que estão sem emprego e dos que lutam para garantir o básico a suas famílias. Para essa parte do Brasil não interessa qual partido está mais envolvido, ou qual liderança mais traiu a confiança popular. Para esses brasileiros que estão sentindo na pele os efeitos da crise, a prioridade é outra. É fundamental ter a atenção voltada para eles. Ao fazer isso, nos damos conta que tanto os inflamados discursos pseudomoralistas quanto encobertam tolerâncias ao ilícito os tratam como meros coadjuvantes. Não estão nem aí para a sorte deles. Mas qualquer eventual solução para a crise que não contemple as necessidades desses brasileiros será, em qualquer circunstância, uma solução incompleta. Esta é a nossa realidade.

Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 8 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
PROTEGER O COMPANHEIRO.

Nobres:
Antigamente (é raríssimo neste contexto) alguns governos adotaram a seriedade e a responsabilidade de cidadania, hoje, bem diferente da predominância da cultura neste Brasil que é brincadeira e irresponsabilidade. Baseado neste conceito, é que o atual governo, “embargou uma decisão anterior do governo ao conceder ao regime tirano de Fidel Castro, (que o diabo lhe proteja) e fisicamente de seu irmão Raul reatar relações diplomáticas a Cuba, interrompida quando a ilha maldita tornou um satélite da Confederação Soviética. Neste contexto quem esteve radiante de alegria foi o corrupto Lula, simpatizante fiel do idealismo marxista, que sempre m suas normas internacionais sempre anarquistas, qual o corrupto e que sustentou recursos à custa dos imbecis companheiros e de todo povo brasileiro para sustentar um regime deficitário. Neste país tudo pode acontecer por ação do PT, o dia se transformaria em noite, devido os milagres políticos (roubos) do ora santificado por uma parcela irracional do povo brasileiro. Única e exclusivamente a impedir que Lula voltasse ao Planalto, outro farsante da “quadrilha” que seria apenas mais uma tentativa de fazer de Lula um “intocável”, alguém que está acima da lei. Em resumo, trata-se de proteger Lula, assim como tentou fazer Dilma Rousseff no episódio em que ela nomeou seu antecessor ministro-chefe da Casa Civil, posição que lhe garantiria foro privilegiado. causa espatifa e "aparente" em outra espécie o Temer, nomeou Cristiane Brasil, Ministra do Trabalho, imagine, o presidente guardou sua forma corrupta, (há Brasil "escumado") em prestigiar um seu aliado, o Senhor excelência corrupta, Roberto Jefferson, cassado pela Câmara, por "falta de decoro parlamentar" uma extremidade em tese, porque lá abriga as figuras que dá nojo para sociedade ética, sem potencial onde essas figuras apodrecem a Casa.  que em um país sério estaria na prisão, mas hoje comanda o PTB nacional, " isto é verdade) Agora, não se trataria de uma blindagem formal, como a concedida por um cargo de ministro, mas de uma proteção informal, da opinião pública se voltaria contra as operações Lava Jato, Zelotes e Janus por estarem condenando alguém que manifestou a intenção de se tornar presidente. É surreal que alguém imagine que o curso normal num julgamento na esfera criminal sejam alterados pelo simples fato de o investigado ou réu manifestar a intenção de se lançar candidato ao Planalto em 2018. Como se os processos devessem parar graças a um anúncio de pré-candidatura, ou como se o fato de um pré-candidato condenado tivesse necessariamente ligação com o panorama eleitoral, e não com os atos cometidos por ele. Esta é apenas mais uma tentativa de fazer de Lula um “intocável”, alguém que está acima da lei e não pode ser tratado como os demais brasileiros. O próprio ex-presidente já manifestou essa idéia em várias ocasiões não com essas palavras, obviamente, mas deixando a entender que nenhuma das medidas judiciais tomadas contra ele ou membros de sua família tem qualquer justificativa e que, se a “alma mais honesta deste país” está sendo levada à Justiça, prova, aliás, de que o choro não tem servido para livrar o ex-presidente, só pode haver intenções mesquinhas da parte dos que o acusam, motivações que nada têm a ver com o objeto das ações penais. Ela pode servir para a militância, que já nem prestigia Lula como antigamente a vaquinha para ajudar a pagar a defesa do ex-presidente atingiu pouco mais da metade da meta. parte da militância entendeu que o crime, só é um inicio de uma série de acusações, evidentemente e previamente "comprovadas pela sociedade, serviu para robustecer a "lavagem de dinheiro" 'apropriação inabita' e roubalheira, que certamente capitularia uma série de crimes ornamentadas pela legislação pertinente. Para refrescar a memória, os fatos aconteceram e obviamente  não convence a população, que em outubro derrubou o PT e, em São Bernardo do Campo, impôs uma derrota pessoal a Lula negando a um de seus filhos a reeleição como vereador. Se Lula chegar até lá, não deverá ser diferente. Esse é o atual estado das coisas dos aliados de Lula, um bom disfarce é o Presidente Michel Temer o companheiro de chapa das duas últimas eleições presidenciais. Não precisa pressagiar o que na época será concreto.

Antônio Scarcela Jorge.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUARTA-FEIRA, 7 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
QUESTÕES A RESOLVER

Nobres:
No momento de indefinições que direciona o poder executivo e o legislativo da União, questões de grande repercussão política e social estão sendo solucionadas pelo Poder Judiciário e não pelas instancias tradicionais; o Congresso Nacional e o Poder Executivo. Cumpre salientar que a ‘Judicialização’ somente ocorre quando o Poder Judiciário é provocado. Neste contexto para os devidos esclarecimentos dos nossos leitores, aqueles que desconhecem objetivamente os termos em alusão, por meio de importantes questões políticas, sociais e morais são resolvidos pelo Poder Judiciário ao invés de serem solucionadas pelo poder competente, seja este o Executivo ou o Legislativo. Assim, a Judicialização significa levar ao conhecimento do Judiciário, matéria que não foi resolvida, como deveria, pelo Poder Executivo ou pelo Poder Legislativo. Naquele, há um conjunto de ações inspiradas em princípios de política judiciária, tendo como escopo o zelo e o respeito à Constituição. Tudo se decide dentro da lei. O ativismo judicial ocorre também quando os Juízes ou Tribunais adotam uma nova interpretação do Direito Positivo de uma forma difusa, não contemplada pela lei. Nesta estar afeito ser designado como uma postura proativa do Poder Judiciário na interferência de maneira regular e significativa nas opções políticas dos demais poderes.São decisões de política judiciária que devem ser inspiradas em princípios de Justiça substancial. O ativismo judicial e a Judicialização devem ser vistos com bons olhos, pois são indicadores do bom funcionamento das instituições no Estado de Direito brasileiro. Nesse sentido, o reconhecimento de direitos pelo Judiciário, ao invés de configurar o chamado ativismo judicial, que é considerado pelos seus opositores como uma ofensa à separação de poderes e ao Estado de Direito, apresenta-se mais como uma confirmação da própria Democracia. A nós parece que o ativismo judicial chegou nesse início do século 21, como marco histórico de uma evolução natural dos mecanismos responsáveis pelo bom funcionamento do Estado de Direito Democrático. Temos que seguir a Constituição que implica a divisão entre os poderes que deveria ser feita de uma forma que “O Poder detenha o Poder”. Assim, quando um deles se mostrar excessivamente autoritário ou ultrapassar suas atribuições, os demais têm o direito de intervir a fim de ser mantida a harmonia entre eles.

Antônio Scarcela Jorge.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - TERÇA-FEIRA, 6 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O POPULISMO ESTÁ EM ASCENSÃO

Nobres:
Neste momento não se pode negar que o populismo está em ascensão, principalmente no Brasil, diante das pesquisas que implementa por estes institutos de opinião pública. Apesar de ter sofrido algumas derrotas em 2017 aqui e no continente sul-americano. Diante desta razão e, por desejar expressar os “reais” interesses do povo, seus líderes atacam as elites insensíveis, a mídia, como sendo pintados como ameaça e causa para o abandono e exclusão experimentado pelas massas. Simplificam pretensas soluções para problemas complexos. Prega a divisão das sociedades, - o ‘nós (puros e bons) - contra o ‘eles’ (os malvados e culpados pelos males do povo). Dizem representar a verdadeira vontade do povo. Atacam as instituições públicas e as organizações da sociedade civil. O populismo pode-se apresentar sob diversas variantes: étnico, homofóbico, misógino, ético, nacionalista, classista, identitário, judicial e militarista. No mais das vezes, as distintas versões combinam mais de uma dessas facetas. Os populistas tendem a afirmar que só eles representam o povo (puro e unificado) que é traído por elites corruptas e moralmente inferiores. Na raiz do crescimento do populismo regressivo está o sentimento de exclusão, hoje tão forte tanto em países do centro como da periferia. O difícil é enfrentar as causas do populismo. Governos que valorizam as instituições, a sociedade civil, a democracia e o multilateralismo têm diante de si o enorme desafio de programar outro tipo de desenvolvimento. Para isso, vão ser instados a desenhar políticas públicas inovadoras capazes de endereçar os males do tempo. Que incentivem a inclusão dos desfavorecidos. Verdadeiros democratas, de matizes liberais ou socialistas, vão precisarem levar a sério a hipótese de cooperação se quiserem manter os compromissos democráticos proclamados. Isso vai ser necessário para superar o populismo.
Antônio Scarcela Jorge.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEGUNDA-FEIRA, 5 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O QUEM DIZ A TECNOCRACIA

Nobres:
É deveras inegável sobre todos os aspectos o que tem a tecnocracia ampla ciência relevância no que se concerne qualquer sistema econômico do hemisfério.  Salientamos, não há desprezo para a política social como estimam os esquerdistas, que em tese, se auto-intitulam serem os donos da razão, entre outros pontos que se destinam. “Mas, eles têm ‘a palavra’ para discorrer quanto os maiores problemas do nosso país reconhecido principalmente pelos economistas que objetivamente vão ao ponto das questões” que atinge o cidadão; – exemplo -: a baixa taxa de crescimento possível; desigualdades de renda elevada; e ineficiência na alocação dos recursos hoje existentes, o que gera baixa produtividade total dos fatores de produção e compromete a capacidade de crescimento. Várias são as mudanças estruturais necessárias para resolver esses problemas: A reforma da Previdência figura entre os maiores consensos defendida pelos economistas para tal. Ela á necessária para promover o ajuste fiscal estrutural de médio e longo prazo, reduzir privilégios de alguns segmentos sociais e melhorar a distribuição de renda do país. Outro consenso é que precisamos ter regras completamente diferentes para definir os investimentos em infraestrutura econômica, de forma que haja incentivos para os agentes privados se envolverem com mais agressividade. Regulação, regras de concessões, e sistemas de fiscalização são algumas das mudanças que precisamos para incrementar e tornar mais eficientes os investimentos em infraestrutura. Hoje investimos irrisórios do PIB em infraestrutura e precisamos investir mais, para assegurar eficiência produtiva. Outro consenso é que precisamos de uma reforma tributária que simplifique os tributos e gere incentivos melhores para a eficiência produtiva, além de promover a distribuição de renda. Hoje nosso sistema tributário é neutro, mas com os níveis de desigualdades que possuímos, precisamos de uma estrutura tributária mais distributivista. Além disso, ele fomenta muitos incentivos produtivos inadequados, gerando ineficiência. As mudanças precisam superar esses problemas. Precisamos requer mudanças que levariam a mais investimentos das empresas nos seus funcionários e com isso elevaria a produtividade da economia, os salários e o bem-estar. Por outro lado o Brasil se atrasa tecnologicamente e não gera um ambiente de evolução permanente da produtividade no meio empresarial. Melhores incentivos também são necessários na política de inovação no país. No comércio exterior, tivemos um processo lento de isolamento da economia brasileira, o que deixou o país fora das cadeias produtivas globais, ao longo dos governos Lula e Dilma. Isso prejudicou o crescimento de nossa produtividade, inclusive pela redução da concorrência a que nossas empresas estão sujeitas. Maior abertura comercial, com queda das barreiras tarifárias e não tarifárias, é um instrumento importante para impulsionar o nosso desenvolvimento. Políticas sociais precisam de mais focalização, simplificação e ganho de eficiência, além de serem mais justas. A Previdência social é a maior política social do país, só que transfere dinheiro dos mais pobres para uma elite de funcionários públicos, consistindo numa política altamente concentradora de renda. Daí a necessidade de reformá-la. Na educação, o foco agora deve ser a qualidade do ensino. Para isso, a expansão das escolas de tempo integral e a criação de incentivos a professores e diretores, além da utilização de mecanismos que elevem a gestão das escolas são instrumentos fundamentais. Enfim, a agenda é extensa e bem conhecida. Remover os obstáculos enraizados em privilégios (ou direitos) adquiridos é o grande desafio que políticos aliados a corrupção tentam resistir por todos os meios.

Antônio Scarcela Jorge.

domingo, 4 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - DOMINGO, 4 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
CIVILIZAÇÃO, EDUCAÇÃO E A ESCOLA

Nobres:
O nosso comentário norteia por várias vertentes e passamos a inserção dos fatos. Após o intervalo diário que começo o dia pela madrugada, sento-me a calçada rotineiramente para contemplar as pessoas num vai e vem constante e aí vejo o comportamento desta gente que diversifica a toda hora. (a razão da calçada: Só me locomovo com a ajuda de terceiros - sofri AVC, e o mais grave é impor a discriminação latente desta gente) Vamos aos fatos: Algumas de todas as idades como num gesto civilizatório chega a nos cumprimentar sem que alguns nem mesmo tenha-me visto. Porém, outros alguns raramente nos ignoram, até conhecidos (infelizmente) mostram o irracional espúrio e inconsequente. Contanto fico a “estudar” a forma de comportamento deplorável e bruto, que não têm condições de avaliar que “uma simples saudação é fator positivo de interação neste meio e, inicio a avaliação mais ampla que dá retoque inicial para esta questão". A educação é criada pela própria personalidade de alguém e acompanhada pela cultura que se destina uma nação. O primeiro processo é dom natural do mundo interior – “a criação em casa” - como se educar. “a educação vem do berço” o segundo processo vem do exterior da educação e se reinicia aos primeiros passos, rumo à escola, seja pública e particular desde que seja capaz de mobilizar forças para agarrar inicialmente a criança no sentido de se responsabilizar e dar continuidade o conhecimento plural para sociedade. Esta etapa requer tão somente o aprendizado. Para isso requer condições estruturais e ainda sem ideologias, que entende tão somente a prioridade educacional. Para este aspecto, não há povo desenvolvido e civilizado sem que tenha passado por um longo e planejado processo educacional. Isso é inquestionável. Basta dar uma rápida olhada nos países considerados hoje como de primeiro mundo e se constata facilmente que eles, em algum momento da própria história, romperam com o imobilismo e levaram a sério os projetos de educação de sua população. São muitos os exemplos. Até nações que, algumas décadas atrás, tinham padrão de desenvolvimento igual ao do Brasil, ou um pouco mais atrasado, superaram as suas dificuldades sociais e econômicas, por uma razão simples: investiram forte e incansavelmente em educação. Numa conjuntura de um país ainda que deficitária em termos educacionais, a função do educador é fundamental para que se eleve o nível de aprendizado e conhecimento. Dessa forma, o educador assume um papel que transcende a sua própria missão primordial, que é a de ensinar. Ele passa a ser importante protagonista no processo de superação dos sofríveis padrões pedagógicos do país. Nas nações que suplantaram os seus déficits educativos, com resultados surpreendentes e rápidos, os professores foram reconhecidos (e ainda o são) como profissionais imprescindíveis para que os objetivos fossem alcançados. A grande e irresolvida questão é fazer com que a sociedade brasileira se conscientize que a boa Educação é o caminho sustentável para a superação dos problemas sociais e econômicos. A escola deve ser a encorajadora dessa aspiração. Deve procurar avançar, ir além, ser a linha de frente de uma nova e transformadora mentalidade.  Cabe ainda à escola suscitar nos alunos, professores, funcionários e nas famílias, os valores que norteiam a boa educação. Valores que induzam à convivência civilizada, respeitosa e fraterna. A escola deve ser a formadora de bons cidadãos e cidadãs, conscientes de seus deveres e direitos. Afinal, as crianças e os jovens de hoje estarão amanhã no comando das empresas, corporações e dos destinos do país. A escola é isto: a sociedade do presente e do futuro, a um só tempo, num mesmo espaço. E sem ideologias como está sendo implantado no país.
Antônio Scarcela Jorge.

sábado, 3 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO, 3 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
O VOTO NULO



Nobres:
Com relação à intelectualidade política que nos deprime com as “cenas bulescas” que ora fortalece a seita lulista. Vem sempre em toda eleição desperta num segmento da população despolitizada e perigosa para o regime democrático. É uma convocação para o povo votar nulo: “Todos são corruptos, vamos votar nulo e as eleições serão anuladas”. Na realidade, tecnicamente não existe “voto nulo”. O voto é o “ato político que materializa, na prática, o direito público subjetivo de sufrágio”, o voto é processo de escolha. Portanto, quando a opção é pelo voto nulo ou branco não há tecnicamente voto, pois não houve escolha e, então, não pode causar nulidade de uma eleição por um motivo simples: na eleição majoritária e na proporcional, o número de votos válidos não é aferido sobre o total de votos apurados. Leva-se em consideração tão somente o percentual de votos dados aos candidatos, excluindo-se os votos nulos e os brancos. Entendo que o voto, por si só, não é obrigatório. Se fosse, o eleitor não poderia anular sua manifestação de vontade política. As manifestações “nulas” e a “em branco” não podem ser consideradas “voto” em sentido técnico, pois não são aproveitadas, nem no sistema majoritário, nem no proporcional. “O que é obrigatório” é o comparecimento do eleitor no dia da eleição. Nossa lei eleitoral é clara: na majoritária, será considerado eleito o candidato que obtiver a maioria absoluta de votos, não computados brancos e nulos. Na proporcional, determina-se o quociente eleitoral dividindo-se o número de votos válidos pelo de lugares a preencher em cada circunscrição eleitoral, desprezada a fração se igual ou inferior a meio, equivalente a um, se superior. Mas se a nulidade atingir a mais de metade dos votos? Haverá ou não nova eleição? Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do País nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, serão julgadas prejudicadas as demais votações e o tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 a 40 dias. Nesta hipótese votar nulo para haver nova eleição! Não é possível anular eleição com as opções “nulo” e “branco”. Devemos ter consciência que, na democracia, o povo, com mais ou menos perfeição, governa-se a si mesmo e decide o seu destino. Faz-se representar, porque o povo é muito numeroso e o instrumento de representação é o voto. Sempre a manifestação nula como um fator alienante. Não deve ser encarada como um protesto de pessoas politizadas, afinal, só serve para manter o “status quo” dos que estão no poder. Portanto, por mais que o eleitor esteja decepcionado com os políticos brasileiros, “vote”, e se você se decepcionar, vote novamente: sempre deve haver uma alternativa melhor. Os “intelectuais” do voto nulo esquecem-se de Maquiavel: na política quem não toma partido é dominado pela política dos que a tomam e manter-se inerte diante da injustiça é escolher o lado do opressor. A intelectualidade opressora transmite ao povo diversas pobrezas: a de espírito, com a estratégia “todos são assim e nada vai mudar”; a material, com a estratégia “pobre é ser um pedinte, necessitado e facilmente comprado”; e intelectual, com a estratégia “quanto mais analfabetos menos politização e mais votos adestrados”. Só existe uma solução: começar a gostar de política, debater como pode melhorar o país, votar consciente e nunca desistir de construir uma rica nação cidadã. Porque, se você vota “nulo”, alguém vota no corrupto. Sua manifestação não tem efeito pois o corrupto é eleito. Só há um método de protesto válido e que causa efeito: votar consciente e excluir do processo eleitoral os corruptos. O voto consciente, eis a grande vacina contra a epidemia da corrupção uma sociedade só é democrática quando ninguém for tão rico que possa comprar alguém e ninguém seja tão pobre que tenha de se vender a alguém. Vamos colocar em prática a sua decisão é válida no sentido de desbancar os corruptos, hoje, encastelados no poder.

Antônio Scarcela Jorge.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 2 DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
SEM CONSISTÊNCIA MORAL

Nobres:
Dentre as aberrações contidas no momento político desta nação onde a corrupção é eleita como prioridade para poder “governar” em certos casos, tem-se por análise a maior chaga da recessão ainda está aberta e sangra: mais de 12 milhões de trabalhadores desempregados. O mercado informal e a abertura de vagas precárias, com baixos salários, têm amenizado o drama dos que buscam ocupação. É nesse cenário, pouco alentador, que o governo federal enfrenta mais uma batalha. O Ministério do Trabalho está sem comando. Com o olhar voltado às eleições gerais de outubro próximo, o deputado Ronaldo Nogueira (PTB) deixou o cargo em 27 de dezembro. Para substituí-lo, o presidente Temer convidou o líder do mesmo partido, deputado Jovahir Arantes, que também recusou o cargo. No intuito de preservar o espaço dos petebistas no primeiro escalão, uma vez que eles compõem a base parlamentar de apoio, Temer recorreu ao presidente da legenda, Roberto Jefferson, para que indicasse outro nome. Jefferson recomendou a filha, deputada Cristiane Brasil, que chegou a ser nomeada para comandar o ministério. Mas uma ação popular, acolhida pela Justiça do Rio de Janeiro, embargou a posse da deputada, por ela ter duas condenações em ações trabalhistas movidas por dois ex-empregados. O Superior Tribunal de Justiça (STJ), que seria a última instância no caso, reconheceu o direito de Cristiane tomar posse. A ação chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), e a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, manteve o impedimento. A Advocacia-Geral da União (AGU) e a própria deputada recorreram, mas o impasse ainda persiste. No momento em que o Planalto se empenha para aprovar a reforma da Previdência, o PTB de Roberto Jefferson parece ignorar os danos que a indicação da deputada tem causado. Aliados e integrantes da legenda dão sinais de grande desconforto para a deputada. A resistência de Cristiane só tem causado constrangimentos ao partido, ao governo e a ela. Apesar de toda a polêmica em torno da indicação da deputada, é preciso respeitar o que determina a Constituição, que assegura, privativamente, ao presidente da República a prerrogativa de nomear e exonerar ministros de Estados. No aspecto constitucional é perfeitamente legal, porém, no atual descalabro imoral que assola o país, vindo de todos os lados, 'a sociedade ética admite', contudo na prática moral torna-se desastrosa esta nomeação, partindo da indicação ao Presidente da República, por parte de uma pessoa que ocupou o cenário político, como parceiro das ações corruptas “o pai da ministra” que motivou a sua cassação pela Câmara dos Deputados, por falta de decoro (moral) e por esta razão encontrou um parceiro que abonou a corrupção como marco de sua sustentação no mais alto cargo da nação.
Antônio Scarcela Jorge.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 1º DE FEVEREIRO DE 2018

COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge
ASSENTADOS NA CORRUPÇÃO

Nobres:

De que adianta essa hipocrisia de prisão domiciliar para esses políticos, doleiros e empresários, se o principal que é o dinheiro roubado não volta aos cofres públicos. Deveria sim, haver uma mudança na Constituição Federal no que diz respeito aos crimes contra o patrimônio público com a prisão em regime fechado, sem direito a progressão, indultos, visita íntima, entre outras bobagens. Condenando o corrupto ladrão, ele teria a alternativa de devolver todo dinheiro roubado e teria sua liberdade com sua ficha criminal suja e outros agravantes que seriam estabelecidos na lei. Diante destas alternativas, a corrupção neste país não iria ser uma coisa do passado. Mas o essencial seria promover um amplo debate e se escolheria cidadãos éticos, através de debates serviria para mostrar de quem seria ao guarda da corrupção.  Neste mesmo aspecto evidenciaria o momento que os condenados foram agraciados com penas de prisão domiciliar entre eles o Fernando Baiano, Alberto Youssef, Paulo Roberto Costa, Marcelo Odebrecht, entre outros, que estão gozando de merecidas férias em mansões paradisíacas que custaram milhões de reais e que foram compradas com dinheiro o roubado. Por que não foram e não serão confiscados os bens de todos esses implicados em crimes contra o patrimônio público? Mas gozam com o beneplácito perdão do Judiciário e estão curtindo uma vida de milionários com o que roubaram. Vejam agora o exemplo do Roberto Jefferson que até pouco tempo era execrado como o responsável pelo escândalo do mensalão e agora está unido ao Temer e até está tentando nomear a sua filha Cristiane Brasil como ministra do Trabalho, pasmem, apesar de já ter sido condenada em dois processos trabalhistas sendo que um deles foi pago por uma sua assessora. Não tenham dúvidas que os Renans, Jucás, Maruns, e outros políticos ladrões serão reeleitos este ano. É um ciclo que se repete, pois todos que aí estão se juntam, fazem conchavos, para se manterem no poder. Será que nosso país algum dia vai ter jeito. Acredito que não, pois estamos entregues nas mãos de bandidos, é a atual realidade dos fatos em apreço.
Antônio Scarcela Jorge.