domingo, 4 de dezembro de 2016

COMPROMETIMENTO MORAL DO PARLAMENTO

^'EXCELÊNCIA CORRUPTA
AQUI É BRASIL ESCULHAMBADO'








SENADORES CITAM 'CONSTRANGIMENTO' POR RENAN TER VIRADO RÉU NO STF.


Alguns parlamentares dizem que situação 'afeta credibilidade' da Casa; outros, porém, avaliam que assunto é 'privado'.

Após o Supremo Tribunal Federal (STF) tornar réu o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), alguns parlamentares ouvidos pelo G1 citaram "constrangimento" com a situação. Outros, porém, afirmaram que o assunto é "privado".

Na quinta (1º), por 8 votos a 3, os ministros do STF aceitaram parte da denúncia oferecida pelo Ministério Público e decidiram abrir uma ação penal contra o presidente do Senado pelo crime de peculato, ou seja, por desvio de dinheiro público.
Presidente do Senado Renan Calheiros se torna réu.

Renan é acusado de destinar, em 2005, parte da verba indenizatória do Senado para uma locadora que, segundo o Ministério Público, não prestou os serviços.

O senador, por sua vez, diz que a denúncia é "recheada de falhas" e vai provar a inocência dele no caso.
O que dizem os senadores.

Para Lasier Martins (PDT-RS), o episódio envolvendo Renan Calheiros "agrava o constrangimento" do Legislativo.

Passamos a ser presididos por um senador réu em um processo criminal. Não há muito o que fazer porque Renan está no final do mandato de presidente.

Então, acho que essa situação constrangedora será aceita por serem poucos dias, afirmou o parlamentar.

Na mesma linha, o líder do PPS, Cristovam Buarque (DF), disse que a confiança da população no Senado ficou "abalada" após a decisão do Supremo, ainda que o processo ainda não tenha sido concluído, Renan ainda será julgado.

O fato de Renan ser réu afeta a credibilidade da Casa. 

Não é um assunto pessoal. Uma pessoa que é presidente do Congresso, o segundo na linha de sucessão da Presidência.

Não se trata de um assunto pessoal, pois, nesses casos, os assuntos repercutem na República inteira, declarou.

A assessoria do líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), informou que a bancada discutirá a situação de Renan Calheiros nesta segunda (5).

Na reunião, os petistas deverão decidir se pedem ou não a renúncia do peemedebista do cargo de presidente do Senado.

'Questão pessoal'

O líder do governo no Senado, Aloysio Nunes (PSDB-SP), por sua vez, avaliou que a situação de Renan no Supremo Tribunal Federal não atinge os demais senadores.

"É uma questão pessoal. Cabe a ele, Renan, apresentar a defesa, e não ao Senado. 

Evidente que não é uma coisa boa, mas os senadores não se sentem atingidos porque a denúncia se dirige a Renan", disse. 

Na avaliação do líder do PSDB, Paulo Bauer (SC), disse que o assunto é "privado" e, além disso, o partido só se manifestará sobre uma eventual saída do peemedebista do comando do Senado quando o Supremo decidir se réus podem ocupar cargos na linha sucessória da Presidência da República.

Da mesma forma, o presidente do DEM, senador Agripino Maia (RN), afirmou que o episódio "não desmoraliza" o Senado. Além disso, acrescenta, Renan está no fim do mandato de presidente da Casa (um novo presidente será eleito em 1º de fevereiro). 

Não há nenhuma regra que o obrigue a deixar a presidência do Senado, e ele está no fim do mandato. 

Cabe a ele decidir se sai ou não, se ele se sente confortável para continuar, disse.
Fonte: G1 – DF.

HOMENAGEM PÓSTUMA








O INTER VAI USAR ESCUDO DA CHAPECOENSE EM RODADA FINAL DO BRASILEIRO.

O Internacional segue envolvido em polêmicas em relação ao cancelamento da última rodada do Campeonato Brasileiro.


Em meio ao pedido e aos ataques de outros clubes pela atitude, o Colorado tenta deixar claro seu sentimento de solidariedade com a tragédia da Chapecoense.

Camisa do Inter com o escudo da Chapecoense que será utilizada pelos jogadores colorados na última rodada do Brasileirão.

Nesta sexta-feira, o Inter divulgou que utilizará o símbolo da Chape em seu uniforme no confronto com o Fluminense, dia 11, no Giulite Coutinho, no encerramento do Brasileirão.

O time gaúcho também confirmou que assinou o documento que será enviado para CBF onde concorda que a Chapecoense não seja rebaixada pelos próximos três anos e que seu presidente e outros dirigentes comparecerão no velório coletivo deste sábado, em Chapecó, das vítimas da tragédia na Colômbia.

Na última quinta-feira, o pedido de cancelamento de parte dos atletas gerou polêmica, com o Vitória e o próprio STJD chegando a acusar o Inter de estar tentando se livrar do rebaixamento no 'tapetão'.

O Colorado é o atual 17º colocado na tabela, com 42 pontos. O Sport, 16º, soma 44 pontos.
Fonte: G1 – DF.

sábado, 3 de dezembro de 2016

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SÁBADO 3 DE DEZEMBRO DE 2016

SCARCELA JORGE








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

EMBATES IDEOLÓGICOS E, OU ALIENADOS CORRUPTOS.

Nobres:
O Congresso Nacional, maculado por figuras comprometidas com a corrupção, dentre elas o Presidente da Casa, Renan Calheiros, cada vez mais promove o descompasso entre o Legislativo e o povo. Mas, embora a Justiça tenha demonstrado força na atual conjuntura, não é possível fazer vistas grossas a casos envolvendo os altos salários de seus membros, inadmissível, para aqueles que devem zelar pela Constituição do país, que quer ser justa com seus filhos. As 10 Medidas propostas pelo Ministério Público e endossadas pela população com mais de dois milhões de assinaturas, foi em parte, desfigurada na Câmara dos Deputados, para não melindrar seus próprios interesses, conquanto fosse necessário avaliar e aprimorar algumas delas, por exemplo, "Provas ilícitas" desde que colhidas de boa-fé e o "teste de honestidade" para servidores. Outra notícia que correu o mundo foi a morte do ditador cubano, Fidel Castro, que para muitos é um sacrilégio denominá-lo ditador entre eles o puritano e inocente Lula, o referencial corrupto da nação brasileira, populista e adorado por maior parte dos irracionais e interesseiros que povoa os pequenos núcleos populacionais do país, os municípios brasileiros e notadamente cearenses, também, fruto da ignorância, onde obviamente impera o “coronelismo” onde é alienado e conduzido por um deputado federal corrupto conhecido nacionalmente e que tem a sua base eleitoral na região, onde o atual presidente é chamado de bandido! Seria uma contradição se Fidel ficou quase 50 anos à frente do governo da Ilha, e passou a seu irmão Raul a chefia da nação, mas dizem, nunca deixou de mandar. Fala-se dos avanços na saúde e na educação, mas, podem-se constatar também muitos mitos. Todos são alfabetizados, entretanto não podem pensar diferente dos Castros, quem ousar fazê-lo - vai para a cadeia; todos têm direito a saúde, mas 90% do salário ficam nas mãos do Governo. Contraditório que Fidel tenha fechado os sindicatos de esquerda que se contrapunham ao governo ditador de direita, liderado por Fulgêncio Batista, e tenha fuzilou aproximadamente 17 mil compatriotas. Augusto Pinochet foi outro ditador de direita, que governou o Chile de 1973 a 1990, portanto, 17 anos, consta que sob seu comando cerca de 3.200 mil pessoas foi mortas, um número infinitamente menor do que o cubano. As diferenças econômicas entre Cuba e Chile são gritantes. Não às ditaduras de direita e de esquerda. Por que Fidel e não Pinochet? Se um deles tivesse matado uma só pessoa em nome das suas causas, não poderia ser apresentado como estadista. Chocamos alguém defender um ditador que matou 17 mil compatriotas porque não pensavam igual à ele. Mas, como toda crise, é também oportunidade de expurgar o mal, quem sabe a sociedade não se mobiliza e acorda também para estes fatos, procurando avaliar seus representantes, as leis que influenciarão nossas vidas, e exigir atitudes éticas daqueles que fazem as leis e têm o dever de por elas zelar. Quem sabe a proximidade do Natal, possa ajudar a refletir sobre o que desejamos verdadeiramente da vida resta entrar na consciência de cada um, principalmente os fanáticos das causas dos outros.
Antônio Scarcela Jorge.

ENFADONHO AJUSTE









TEMER OUVE COBRANÇA PARA MUDAR RUMO DA ECONOMIA.

Senadores demonstraram ao presidente apreensão com o ambiente de recessão do país e com a política monetária com taxa de juros muito elevada.

No jantar da última quarta-feira (30) na casa do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), o presidente Michel Temer foi abordado por vários senadores que tinham a mesma preocupação: a necessidade de dar uma mudança de rumo na condução da economia.

A frase que Temer mais ouviu é que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, tem que encontrar outras soluções além do discurso fiscalista.

Esse filme, a gente já viu. Depois de alguns meses, esse era o mesmo discurso de aliados no governo Dilma Rousseff em relação ao então ministro da Fazenda, Joaquim Levy.
Fonte: Agência Brasil.

RELAÇÃO CASTRISTA E CHAVISTA









CHANCELERES COMUNICAM VENEZUELA DE SUSPENSÃO DO MERCOSUL.

Venezuela não cumpriu com obrigações, dizem chanceleres de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.


Os chanceleres da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, países fundadores do Mercosul, anunciaram nesta sexta-feira (2) que comunicaram a Venezuela de sua suspensão do bloco, segundo comunicado divulgado pelo Ministério de Relações Exteriores da Argentina.

Na quinta-feira passada, a Venezuela completou quatro anos de adesão ao Mercosul, e este foi o prazo máximo dado ao país pelos outros membros para que os venezuelanos cumprissem todas as normas de adesão.
  
"No dia de ontem foi analisado o estado de cumprimento das obrigações assumidas pela Venezuela, constatando-se o estado de descumprimento", diz a nota.

Mais cedo, antes da divulgação do comunicado, a ministra de Relações Exteriores da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse em sua conta do Twitter que o país não foi suspenso do Mercosul, reagindo a notícia da decisão pela suspensão, que foi antecipada nesta quinta pelas agências de notícias Reuters e France Presse, citando fontes ligadas ao bloco.

Venezuela é suspensa do Mercosul.

A Venezuela foi admitida no Mercosul em 2012, em uma manobra dos governos de Dilma Rousseff e Cristina Kirchner, da Argentina.

Depois da suspensão temporária do Paraguai, causada pelo impeachment do ex-presidente paraguaio Fernando Lugo, Brasil e Argentina convenceram o Uruguai a acelerar a admissão da Venezuela, que só dependia da aprovação do Congresso paraguaio.

O país entrou oficialmente no bloco em dezembro do mesmo ano e, depois de ser readmitido, o Congresso do Paraguai, em uma negociação tocada pelo presidente Horácio Cartes, concordou em aprovar sua admissão para regularizar a situação.

A Venezuela, no entanto, descumpriu a maior parte dos prazos de adesão ao bloco, especialmente nas questões econômicas.

O problema foi à solução encontrada por Brasil, Paraguai e Argentina, para evitar que o país assumisse a presidência pro tempore do bloco em julho deste ano, como deveria ter acontecido, e abriu caminho para a suspensão.

Divisão ideológica.

Após uma década de forte crescimento econômico e políticas de esquerda ao redor da América do sul que levaram o Mercosul a abraçar a Venezuela, a suspensão agora enfatiza a divisão ideológica na região, que sofre com a queda nos preços das commodities e com a fragilidade econômica.

A decisão do bloco também isola ainda mais o governo do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que é acusado de exacerbar as crises política, econômica e humanitária que assolam o país.

Reingresso.

Para reingressar ao Mercosul, bloco formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, a Venezuela terá de renegociar os termos de sua participação de acordo com as regras comerciais e de imigração do bloco, segundo informações divulgadas pela Reuters.

A Venezuela disse ao bloco que cerca de 130 normas, que inclui um acordo sobre direitos humanos, são "inadmissíveis".

Isso sinaliza que qualquer negociação para uma readmissão deve ser tensa e levar anos, disse uma autoridade brasileira envolvida nas negociações com a Venezuela, citada pela agência.

"Eles não poderão reingressar no bloco se houver alguma coisa que vá fundamentalmente contra o Mercosul", disse a autoridade, que pediu por anonimato para poder falar livremente sobre o assunto.

'Entraremos pela janela'

Em setembro, o presidente venezuelano Nicolás Maduro reagiu a um ultimato feito pelos países fundadores do Mercosul, dizendo que se eles expulsassem seu país do grupo, ele entraria no bloco "pela janela".

"Expulsar-nos? Pois sim! Se nos mandam embora pela porta, nós entramos pela janela, mas do Mercosul ninguém tira a Venezuela", afirmou.

"O que está tentando fazer a tríplice aliança dos governos neoliberais, de direita, antipopulares, pró-imperialistas de Paraguai, Brasil e Argentina não tem nome", disse Maduro.
Fonte: Reuters.


COMENTÁRIO


'TUDO É A MESMA COISA'.

BEM QUE NEM O DITADOR CUBANO AINDA NÃO FOI SEPULTRADO E CANONIZADO PELA CURRIOLA DO LULA. OS APÓSTOLOS DILMA E LULA, IRÃO AOS “FUNERAIS” DO SANGUINÁRIO, SERIA BEM MELHOR SE ELES FICASEM POR LÁ!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - SEXTA-FEIRA, 2 DE DEZEMBRO DE 2016

SCARCELA JORGE








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

CARÊNCIA DE FORÇA MORAL.

Nobres:
De princípio estamos falando do Brasil que é uma das maiores potências econômicas do mundo. E, fica muito difícil entender como um país com as condições que o Brasil possui chegou nesta condição de crise econômica e financeira, obvia muita incompetência e incapacidade de governar. É necessário que se considere, também, que o país possui uma das maiores reservas de minerais do planeta, com abundância de minério de ferro, alumínio, cobre, manganês e outros, inclusive de petróleo. E, como a natureza não repõe o quociente já consumido de minerais, vai chegar o momento em que a escassez irá determinar a volta dos preços avantajados para os produtos do setor. E, como o Brasil é grande produtor, também deverá se beneficiar deste momento favorável. Portanto, o cenário econômico é grandemente favorável para o país. A única coisa que falta ao Brasil é gente. Mas, como se pode falar nisto, se nós temos mais de 204 milhões de habitantes? É, mas deste quociente muito pouco é efetivamente aproveitável. É com muita vergonha e com imensa tristeza que nós somos obrigados a reconhecer que o Brasil está ocupando posição de destaque no ranking da incompetência e da desonestidade. Como pode, um país tão rico, ser roubado de forma tão vexatória? Será que chegamos ao ponto de que não existe mais salvação para as gentes do país? E, o pior é que não se consegue enxergar uma alternativa viável. Foi retirado um governo incompetente, mas o que se colocou no lugar é um governo moralmente anão. As denúncias de ilegalidades se sobrepõem e, ninguém parece se importar com opinião pública ou com coisa parecida. É só dar uma olhada nos últimos acontecimentos para se perceber o quanto as entranhas do governo atual estão contaminadas. E, aí fica difícil acreditar que um governo com tamanho nível de comprometimento moral tenha condições para processar as transformações que precisam ser efetivadas no país. É difícil exigir sacrifícios da população, quando esta não acredita no governo. Mas, fazer o que? Este é o Brasil que se tem, ao menos no momento. É pura incompetência aliada à corrupção.
Antônio Scarcela Jorge.

JUIZ ÉTICO








MORO DIZ QUE CÂMARA APROVOU "EMENDAS DA MEIA-NOITE" EM PROJETO ANTICORRUPÇÃO.

O juiz federal Sérgio Moro, durante o debate temático no plenário do Senado sobre o Projeto de Lei 280/.


O juiz federal Sérgio Moro criticou hoje (1°) o texto-base do Projeto de Lei (PL) 4.850/16, que trata das medidas de combate a corrupção aprovado pela Câmara dos Deputados.

Moro disse que na votação foram aprovadas “emendas da meia-noite” que criminalizam juízes e promotores sem que houvesse discussão ou avaliação por parte da sociedade.

O texto foi aprovado madrugada de ontem (30) e foram apresentadas 12 emendas ao projeto, que tinham sido rejeitadas pelo relator, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), além de 16 destaques a pontos do texto. Todas os destaques foram aprovados pelos deputados e a matéria seguiu para o Senado.

Não quero censurar a Câmara de maneira nenhuma, mas esse tipo de previsão no projeto da Câmara de crime de responsabilidade para juízes e promotores teria que ser objeto de um debate, de uma reflexão maior por parte do parlamento.

Essas emendas da meia-noite, que não permitem uma avaliação por parte da sociedade, um debate mais aprofundado por parte do parlamento, não são apropriadas tratando de temas assim tão sensíveis, disse.

Na opinião do juiz que comanda as investigações da Lava Jato, do jeito que ficou o texto aprovado na Câmara, ele pode interferir na independência da magistratura e na autonomia do Ministério Público.

Certamente não foi essa a intenção dos nossos representantes do Parlamento, mas como diz o ditado: a lei tem suas próprias pernas.

E da forma como foi colocada, sem que houvesse um debate saudável com a sociedade, pode ter esse efeito deletério. 

E aqui eu vou dizer, não é nas garantias da magistratura, mas sim na liberdade dos cidadãos, porque os cidadãos precisam de juízes independentes, disse.

Moro lamentou ainda que diversas medidas propostas pelo Ministério Público no projeto original tenham ficado de fora do texto, enquanto outras que não foram bem discutidas com a sociedade tenham entrado.

"É como eu disse, o que entristece é que várias dessas medidas que não eram assim tão polêmicas e traziam institutos aprovados e recomendados nas convenções da ONU a respeito de crime organizado e corrupção, acabaram ficando de lado", afirmou.

Lei de Abuso de Autoridade.

Moro participa hoje de sessão temática no plenário do Senado sobre o projeto que modifica o texto da Lei de Abuso de Autoridade (Lei 4.898/1965).

Participam também do debate o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e o juiz federal titular da 10ª Vara Federal Criminal de São Paulo, Sílvio Luís Ferreira da Rocha.

Após a fala dos convidados, os senadores se posicionaram sobre o projeto em discussão. Lindbergh Faria (PT-RJ) defendeu que uma nova lei contra o abuso de autoridade é uma “necessidade”.

O senador disse que “impressiona” e “preocupa” o “uso abusivo de prisões preventivas para forçar delação, de interceptações telefônicas, vazamentos”. 

Na avaliação de Lindberg, há seletividade quando se trata de investigações envolvendo agentes públicos.

As declarações do senador petista provocaram uma resposta do juiz Sérgio Moro. 

“Parece-me claro que a intenção que subjaz, não digo em relação a todos, é de que o Projeto de Lei de Abuso de Autoridade seja utilizado especificamente para criminalizar condutas de autoridades envolvidas na Operação Lava Jato.

Para mim, ficou evidente, com o discurso do eminente senador, que o propósito é exatamente esse, ao afirmar aqui categoricamente que eu teria cometido atos de abuso de autoridade na condução dessa operação, disse.

Lindbergh se manifestou e disse que sua intenção foi apenas expressar que ninguém está acima da lei. Moro retrucou que nunca teve a pretensão de estar acima da lei.
Fonte: G1 – DF.

PACOTE ANTIMORAL E CORRUPTO




















 JUIZ DIZ QUE PROJETO APROVADO POR DEPUTADOS FEDERAIS É 'PRÓ-CORRUPÇÃO'

Juízes protestaram na tarde desta quinta-feira (1º), em Curitiba.

Deputados federais aprovaram mudanças na madrugada de quarta (29).


Juízes do Paraná protestaram contra as mudanças no projeto anticorrupção, que foi aprovado pelos deputados federais na madrugada de quarta-feira (29).

A manifestação ocorreu na tarde desta quinta (1º) em frente ao prédio da Justiça Federal, em Curitiba.

O juiz federal Nicolau Konkel Junior disse, em entrevista à imprensa, que o projeto de lei é "pró-corrupção", contrariando as "10 medidas contra a corrupção" apresentadas pelo Ministério Público Federal e que recebeu o apoio da população.
as mudanças no pacote anticorrupção.

O procurador do Ministério Público Federal (MPF) e coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, também participou do ato, mas não se pronunciou.

'Pró-corrupção'

"Houve todo um processo de a sociedade acreditando que nós teríamos um país melhor, de todo esse processo que nós assistimos de Lava Jato, de combate à corrupção.

E a apresentação pelo Ministério Público das famosas 10 medidas que, em tese, teriam um efeito bastante eficiente no combate à corrupção.

E o processo disso, o resultado disso, é exatamente um projeto que se pode chamar de pró-corrupção e tomando isso num momento de maior dificuldade do país de controle desses atos, é um momento em que o país estava de luto por conta do acidente aéreo, disse o juiz federal Nicolau Konkel Junior.

Ele também afirmou acreditar que a aprovação das mudanças do projeto de lei "tem todos os ares de uma retaliação.

Abandonar a Lava Jato

Na quarta-feira, os procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato repudiaram o que chamam de ataque feito pela Câmara contra as investigações e a independência dos promotores, procuradores e juízes.

O procurador do MPF Carlos dos Santos Lima chegou a dizer que a força-tarefa ameaça abandonar os trabalhos se a "proposta de intimidação de juízes e procuradores" for sancionada.

Uma emenda feita pelo PDT e incluída nesta terça no pacote prevê as condutas pelas quais juízes e membros do Ministério Público poderão responder por abuso de autoridade.

Nós somos funcionários públicos. Temos uma carreira no Estado e não estaremos mais protegidos pela lei. Se nós acusarmos, nós podemos ser acusados. Nós podemos responder, inclusive, pelo nosso patrimônio.

Não é possível, em nenhum estado de direito, que não se protejam promotores e procuradores contra os próprios acusados.

Nesse sentido, a nossa proposta é de renunciar coletivamente caso essa proposta seja sancionada pelo presidente, disse Lima.
Pacote anticorrupção.

O texto-base do pacote que reúne um conjunto de medidas anticorrupção foi aprovado pela Câmara dos Deputados por 450 votos a 1 (e 3 abstenções).

Em março do ano passado, o MPF apresentou as "10 medidas contra a corrupção. Mais de 2 milhões de cidadãos assinaram as propostas do Ministério Público que foram enviadas ao Congresso. 

Entretando, na madrugada desta quarta-feira, mais de um ano e meio depois, os deputados federais desfiguraram o projeto inicial.

Segundo o relator do texto original, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), só permaneceram as medidas de transparência a serem adotadas por tribunais, a criminalização do caixa 2, o agravamento de penas para corrupção e a limitação do uso de recursos com o fim de atrasar processos.
Com a aprovação, o texto segue agora para o Senado.
Fonte: G1 – PR.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

COMENTÁRIO SCARCELA JORGE - QUINTA-FEIRA, 1º DE DEZEMBRO DE 2016

SCARCELA JORGE








COMENTÁRIO­
Scarcela Jorge

INTRICADO APRENDIZADO.

Nobres:
Partimos instar fora do nosso padrão que impera o conceito crítico á nível nacional e discorrer questões locais a essência de nosso convívio. Muitas vezes, somos levados a pensar que ao falar ou descrever sobre política, além de não mover o coração e mente de ninguém, ainda recebemos impropérios daqueles que se vangloriam de estar e viver com ela. Claro não nos parece de bom grado. Também sabemos que não vale à pena. Contudo, o nosso inquieto espírito e, nossa sanha a bem pouco tempo ao lado de alguns políticos em sua maioria interesseiros por tantos e tantos anos, mesmo assim, nos leva constrangimento em dizer o que pensamos nesta concepção. É uma forma de desafogar aquilo que nos remói por dentro. Sempre gostamos do nosso torrão natal onde vivemos. Amar significa fazer o melhor, buscar o melhor, exigir o melhor e torcer para que politicamente não sejamos arrastados à indolência e esquecimento por parte daqueles que comandam as ações de nossa cidade. E, na maioria de nosso convívio deu-se aqui. Politicamente, já vi acontecer de tudo. Discorremos alguns fatos: Alguém colocou  títulos  “de cientistas políticos” como se fosse o berço cultural do mundo, na realidade não é assim: em sua maioria, tiveram a noção das poucas letras, para usar da falsa distinção “outorgada” por alguém reveste-se de contradição. Histórias e estórias que até hoje não teve uma plausível explicação, mas que elegeu um prefeito. Um ex-prefeito que durante oito anos de mandato, destacou em suas realizações ficou notabilizado pelo grande número de lombadas que até hoje as vias vem sendo prejudicadas para quem utiliza o acesso viário. É um atendimento ao eleitor insensato em todos os aspectos e nem sempre é calculado em votos. A nós, não causa inveja saber como estão crescendo outras cidades muito menores do que a nossa. Enoja-me saber que ainda não aprendemos a escolher aqueles que poderiam dar outro destino econômico para nossa cidade.  Drástico e cômico ao mesmo tempo ver políticos principalmente os “pára-quedistas deputados” em época de eleições dizendo que, teremos um centro artesanal, a menina dos olhos para o suporte da economia, numa renovação de promessas, onde como forma utópica ensejaria recursos alocados para o município, numa enganação que vem dando certo durante décadas para colher adesão do eleitor e outras fanfarronadas entre outro carnaval e festas de forró. Sempre esta “corriola” pousa seu olhar atravessado e somos tachados por eles de inconvenientes, e contrários aqueles que não lhes interessam. Em síntese, a culpa é de nós mesmos, O que fazer para que aprendamos a votar? Talvez exista um processo de mudança de conceito moral, esta é a nossa esperança.  Entretanto quando nos “rebelamos”, existem aqueles que nos criticam, veementemente.
Antônio Scarcela Jorge.

BRASIL RETROCEDEU








CÂMARA RETIRA 6 PROPOSTAS DO MPF E DESFIGURA PACOTE ANTICORRUPÇÃO.

Parecer da comissão sofreu várias mudanças;
texto segue para o Senado.

Das 10 medidas originais, apenas 4 foram mantidas, com modificações.


Depois de mais de sete horas de sessão, os deputados desfiguraram o pacote que reúne um conjunto de medidas de combate à corrupção propostas pelo Ministério Público Federal e avalizadas por mais de 2 milhões de assinaturas de cidadãos encaminhadas ao Congresso Nacional.

O texto foi aprovado pela Câmara na madrugada desta terça-feira (30). Com a aprovação, o projeto segue agora para análise do Senado.

Ao longo da madrugada, os deputados desfiguraram o projeto e aprovaram diversas modificações ao texto que saiu da comissão especial.

Diversas propostas foram rejeitadas e outros temas polêmicos foram incluídos. Das dez medidas originais, apenas quatro passaram, sendo que parcialmente.

O texto original do pacote anticorrupção tinha dez medidas e foi apresentado pelo Ministério Público Federal.

Na comissão especial que analisou o tema, uma parte das sugestões dos procuradores da República foi desmembrada e outras, incorporadas no parecer do relator Onyx Lorenzoni (DEM-RS).

As discussões foram acompanhadas pelo Ministério Público, que deu o seu aval ao texto construído.

Segundo o relator, do texto original, só permaneceram as medidas de transparência a serem adotadas por tribunais, a criminalização do caixa dois, o agravamento de penas para corrupção e a limitação do uso de recursos com o fim de atrasar processos.

As propostas retiradas pelos deputados:

- Acordos de leniência;

Os deputados rejeitaram a proposta que previa que os acordos de leniência (espécie de delação premiada em que empresas reconhecem crimes em troca de redução de punição) fossem celebrados pelo Ministério Público.

- Enriquecimento ilícito de funcionários públicos;

Outro trecho retirado tornava crime o enriquecimento ilícito de funcionários públicos e previa o confisco dos bens relacionados ao crime.

- 'Reportante do bem'

Um dos itens mais caros ao relator que ficaram de fora previa a criação da figura do "reportante do bem" para incentivar o cidadão a denunciar crimes de corrupção em qualquer órgão, público ou não. 

Como estímulo, o texto dele previa o pagamento de recompensa em dinheiro para quem fizesse isso.

- Prescrição de penas.

Também foram derrubadas as mudanças para dificultar a ocorrência da prescrição de penas, que é quando o processo não pode seguir adiante porque a Justiça não conseguiu conclui-lo em tempo hábil.

- 'Confisco alargado'

Com o objetivo de recuperar o lucro do crime, o texto previa o chamado "confisco alargado", em casos como o de crime organizado e corrupção para que o criminoso não tivesse mais acesso ao produto do crime para que não continuasse a delinqüir e também para que não usufruísse do produto do crime. Esta proposta, porém, foi rejeitada.

- Acordos entre defesa e acusação

Outro ponto que não passou foi o que permitia a realização de acordos entre defesa e acusação no caso de crimes menos graves, com uma definição de pena a ser homologada pela Justiça. O objetivo era tentar simplificar os processos.

- Responsabilização de partidos.

O plenário rejeitou pontos do relatório que previam a responsabilização dos partidos políticos e a suspensão do registro da legenda por crime grave.

'Sede de vingança'

Após a sessão, o deputado Onyx Lorenzoni lamentou o resultado e disse que os parlamentares agiram movidos "por sede de vingança" contra o Ministério Público e o Judiciário.

Para ele, houve uma "desconfiguração completa do relatório".

"O parecer não era meu, era da sociedade brasileira que tinha depositado as suas esperanças na Câmara dos Deputados. 

Lamentavelmente, o que a gente viu aqui foi uma desconfiguração completa do relatório, ficando de pé, objetivamente, apenas as medidas de estatísticas e a criminalização do caixa dois. 

E trouxeram essa famigerada situação de ameaça, de cala-boca, de agressão ao trabalho dos investigadores brasileiros.

Creio que a Câmara perdeu a chance de prestar um serviço ao Brasil. 

E, movidos por uma sede de vingança contra o MP e contra o Judiciário, acho que começaram uma crise institucional que deve se agravr nos próximos meses, disse Lorenzoni.

Na saída do plenário, ao ser questionado por jornalistas sobre a votação, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), limitou-se a dizer que a votação foi o "resultado democrático do plenário".

Abuso de responsabilidade.

Além de retirarem diversas propostas, os deputados incluíram no projeto a proposta de punição de juízes e membros do Ministério Público por abuso de responsabilidade. Essa previsão havia sido incluída pelo relator do texto, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), mas retirada pelo próprio relator posteriormente.

A emenda foi apresentada pela bancada do PDT e lista as situações em que juízes e promotores poderão ser processados, com pena de seis meses a dois anos de reclusão. A legislação atual já prevê o crime de abuso de autoridade, mas é mais genérica.

Entre as condutas que passariam a ser crime estariam a atuação dos magistrados com motivação político-partidária e a apresentação pelo MP de ação de improbidade administrativa contra agente público "de maneira temerária".

Nesse caso, além de prisão, os promotores também estariam sujeitos a indenizar o denunciado por danos materiais e morais ou à imagem que tiver provocado.

 Alguns dos pontos do pacote aprovado pela Câmara:

- Responsabilização dos partidos políticos e tipificação do caixa dois eleitoral.

Os candidatos que receberem ou usarem doações que não tiverem sido declaradas à Justiça eleitoral irão responder pelo crime de caixa dois, com pena de dois a cinco anos de prisão. O texto prevê multas para os partidos políticos.

Se os recursos forem provenientes de fontes vedadas pela legislação eleitoral ou partidária, a pena é aumentada de um terço.

- Abuso de responsabilidade a juízes e integrantes do Ministério Público

Entre as condutas que passariam a ser crime estariam a atuação dos magistrados com motivação político-partidária e a apresentação pelo MP de ação de improbidade administrativa contra agente público "de maneira temerária". 

Nesse caso, além de prisão, os promotores também estariam sujeitos a indenizar o denunciado por danos materiais e morais ou à imagem que tiver provocado.

A pena prevista no texto aprovado é de seis meses a dois anos de reclusão.

- Prevenção à corrupção, transparência.

Os tribunais terão que divulgar informações sobre o tempo de tramitação de processos com o propósito de agilizar os procedimentos.

- Aumento das penas e inserção de tipos na Lei de Crimes Hediondos

Eleva a pena para diversos crimes, incluindo estelionato, corrupção passiva e corrupção ativa. 

Esses delitos serão considerados hediondos quando a vantagem ou prejuízo para a administração pública for igual ou superior a dez mil salários mínimos vigentes à época do fato.

- Ações populares.

Reforça as regras para a apresentação de ações populares, que já está prevista na legislação brasileira.

O texto especifica que, se a ação for julgada procedente, o autor da ação terá direito a retribuição de 10% a 20% a ser paga pelo réu.

- Recursos

Estabelece regras para limitar o uso de recursos com o fim de atrasar processos.
Fonte: G1 – DF.

"BANDO DE COISAS" - DESCLASSIFICADOS - ESTES NOSSOS REPRESENTANTES – PASSARAM DO LIMITE.




PROCLAMADA A ANARQUIA E A ESCULAMBAÇÃO POR EXCELÊNCIAS SEM MORAL

^A CASA DA "MAE JOANA"
PODRIDÃO MORAL.








PROCURADOR DA LAVA JATO DIZ QUE CÂMARA APROVOU 'LEI DA INTIMIDAÇÃO'.

Proposta prevê pena de abuso de autoridade para juízes e membros do MP.

Das 10 medidas originais, apenas 4 foram mantidas, com modificações.


O procurador do Ministério Público Deltan Dallagnol, que coordena a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, criticou, na madrugada desta quarta-feira (30), sobre a emenda ao pacote de medidas contra a corrupção que prevê as condutas pelas quais juízes e membros do Ministério Público poderão responder por abuso de autoridade.

"Está sendo aprovada a lei da intimidação contra promotores, juízes e grandes investigações", disse Dalagnoll.

O texto-base do pacote que reúne um conjunto de medidas anticorrupção foi aprovado pela Câmara dos Deputados na noite de terça-feira (29), por 450 votos a 1 (e 3 abstenções).

Contudo, ao longo da madrugada desta quarta (30), os deputados aprovaram diversas modificações ao texto que saiu da comissão especial e incluiu temas polêmicos, como a punição de juízes e membros do MP por crime de responsabilidade.

Essa previsão havia sido incluída pelo relator do texto, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), mas retirada pelo próprio relator posteriormente.

Depois da aprovação, o texto segue agora para o Senado.
O pacote teve origem em um projeto apresentado pelo Ministério Público Federal (MPF) com o apoio de mais de 2 milhões de assinaturas de cidadãos.

As medidas foram analisadas por uma comissão especial criada em julho.

Depois de várias audiências públicas, o parecer do relator Onyx Lorenzoni (DEM-RS) foi aprovado na semana passada depois de fazer alterações de última hora.

A emenda foi apresentada pela bancada do PDT e lista as situações em que juízes e promotores poderão ser processados, com pena de seis meses a dois anos de reclusão.

A legislação atual já prevê o crime de abuso de autoridade, mas é mais genérica.

Entre as condutas que passariam a ser crime estariam a atuação dos magistrados com motivação político-partidária e a apresentação pelo MP de ação de improbidade administrativa contra agente público "de maneira temerária".

Nesse caso, além de prisão, os promotores também estariam sujeitos a indenizar o denunciado por danos materiais e morais ou à imagem que tiver provocado.

Os deputados também rejeitaram a proposta que previa que os acordos de leniência (espécie de delação premiada em que empresas reconhecem crimes em troca de redução de punição) fossem celebrados pelo Ministério Público.

Outro trecho retirado tornava crime o enriquecimento ilícito de funcionários públicos e previa o confisco dos bens relacionados ao crime.

A criminalização do caixa dois (doação de campanha não declarada à Justiça Eleitoral), que foi centro de polêmica nos últimos dias, foi aprovada sem qualquer tipo de anistia para eleições anteriores.

Pelo texto aprovado, a prática passa a ser condenada com pena de dois a cinco anos de prisão e multa.

O caixa dois praticado em eleições passadas continuará sendo enquadrado na legislação eleitoral de hoje.

Em tese, quem tiver recebido dinheiro eleitoral ilegal pode responder por crimes como falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.
Fonte: Agência Brasil.